A Luz Que Perdemos

A Luz Que Perdemos Jill Santopolo


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Resenhas - A Luz Que Perdemos


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Dani 02/12/2018

Blog Paixão em Livros
Foi no dia 11 de setembro que as vidas de Gabe e Lucy mudaram para sempre. Eles estavam juntos quando receberam a notícia de que aviões atingiram as Torres Gêmeas. Foi enquanto choravam por Nova York que eles experimentaram um sentimento que nunca imaginaram sentir. Foi durante o luto por todos que morreram no atentado que despertou neles um desejo de fazer algo pelo mundo; de fazer algo que mudasse a mente das pessoas. Gabe quando descobriu sua paixão por fotografia, queria que as pessoas vissem a realidade do mundo, a dor que outras pessoas estavam sentindo. Foi assim que ele decidiu viajar para países que estavam passando por algum conflito, uma guerra e registrar o que acontecia em cada um desses países. E essa decisão dele deu fim ao relacionamento entre ele e Lucy.

Lucy e Gabe se amavam, mas quando recebeu a notícia de que seu namorado queria ir em busca de seu sonho, a vida feliz de Lucy, seu relacionamento ruíram. Mesmo em meio à dor, ela nada tinha a fazer. Ela tinha seus próprios sonhos, sua própria ambição, sua própria vontade de fazer algo bom no mundo. Anos depois, vemos Lucy narrando tudo o que aconteceu após o término. Ela conta como enfrentou a solidão e a saudade de Gabe. Conta sobre as relações que teve depois dele e sobre a concretização de seus sonhos.

“As linhas que separavam você de mim dissolviam-se cada vez mais em um nós.”

A narrativa é feita pela Lucy. Ela vai narrando cada detalhe de sua história com Gabe como se estivesse conversando com alguém. Ela narra desde o momento em que o viu pela primeira vez, até todos os momentos em que falou com ele ou se reencontram. Cada detalhe do relacionamento deles: a primeira conversa, o inicio do relacionamento, o afastamento e como ela tentou seguir em frente quando ele foi embora. O livro todo temos somente o ponto de vista dela, e é com ela contando a história que sabemos o que aconteceu com Gabe depois que ele decidiu sair do país. Como ele, de um jovem sonhando transformar o mundo, se tornou num fotografo, num profissional incrível. Gabe é um homem apaixonado pelo o que faz; um homem corajoso, impulsivo, que foi atrás de seus sonhos e fez e viu coisas surpreendes.

O livro se inicia durante o ataque as Torres Gêmeas, e a autora usa muitos fatos reais para compor a trama: a guerra no Iraque e Afeganistão, além da eleição de Barack Obama para presidente. Esse uso que ela fez do que realmente aconteceu enriqueceu ainda mais a narrativa. Por isso, o trabalho que Gabe faz torna-se mais real para quem está lendo. Podemos vê-lo em cada uma dessas zonas de guerra, registrando todo o horror que conhecemos através do que vimos nos noticiários.

“Há muitos momentos decisivos que mudam nosso mundo. Algumas vezes, a causa é nossa decisão. Outras, os desígnios do universo, do destino, de Deus, de algum poder supremo, não importa o nome. Não sei, faz hoje treze anos que luto com esse problema.”

São poucos os livros que nos toca, que nos emociona, que nos faz sentir sentimentos conflitantes. A Luz que Perdemos é um livro maravilhoso, emocionante, que nos faz questionar nossas decisões. Ficamos pensando naquele “e se” e isso nos deixa desesperados. Acompanhamos toda a história dos personagens, e embora eles sejam apenas personagens literários, não podemos deixar de pensar o que aconteceria se eles tivessem tomado outras decisões, se eles tivessem escolhido outro caminho. É esse detalhe que nos faz questionar os nossos próprios “e se”. Eu confesso que me senti triste e feliz ao mesmo tempo pelas decisões dos personagens. Eu repito: sei que eles são personagens literários, mas isso não me impediu de sentir tristeza, de sofrer com os encontros e desencontros de Lucy e Gabe.

Jill Santopolo criou uma história que com certeza vai mexer com o seu coração. Cada capítulo é bem curtinho e isso proporciona uma leitura fluida e deliciosa. É um livro que fala sobre a sorte de encontrar um grande amor, mas correr o risco de perdê-lo. Sobre as escolhas que fazemos e, que muitas vezes, mesmo querendo, não podemos mudá-las. Um livro que fala sobre as consequências dessas escolhas.


site: https://paixaoemlivros.blogspot.com/2018/11/resenha-luz-que-perdemos-jill-santopolo.html
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cris.leal.12 24/11/2018

Esperava mais...
Com eventos extremamente trágicos, Jill Santopolo inicia e finaliza "A Luz que Perdemos", numa tentativa, ao meu ver, de criar empatia para a história de Lucy e Gabe. Dois jovens de Nova York, recém-formados, que se apaixonam e desenvolvem um vínculo especial por pouco mais de um ano, até que Gabe, à revelia de Lucy, parte para trabalhar como fotojornalista no Oriente Médio.

Nos próximos 13 anos, mesmo tendo se casado, Lucy jamais deixa de pensar em Gabe e de estar disponível para atender seus chamados. Chamados esses que geralmente aconteciam quando ele passava por um mau momento. O tempo, a distância, o peso das escolhas, contribuíram para que Lucy colocasse Gabe em um pedestal, idealizando-o como o primeiro amor perfeito. No entanto, sabemos que não é bem assim, e as constantes comparações que ela faz entre o marido e Gabe é, no mínimo, enervante.

E foi aí que o livro começou a me decepcionar... Para aceitar a conduta de Gabe e Lucy, além do egocentrismo e da cegueira de um e de outro, seria necessário ter evidências da intensidade do amor deles. Mas, no curto tempo em que estiveram juntos, o máximo que conseguiram foi desenvolver um romance ardente, meio juvenil e só. O casal não teve tempo para aprofundar e fortalecer sentimentos, pois tomaram caminhos diferentes antes disso. Então, como entender essa ligação toda por longos treze anos?

Há uma mensagem clara sobre as consequências das escolhas que fazemos e isso é um ponto positivo do livro. O enredo não é ruim, há bons diálogos, mas teria funcionado melhor para mim se tivesse mais profundidade emocional.

site: https://www.newsdacris.com.br/2018/11/resenha-luz-que-perdemos-de-jill.html
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Bru 10/11/2018

"e se, e se, e se"
Quando eu comecei a ler esse livro, a leitura não fluiu acredito que seja por que os capítulos terminam com perguntas ou suposições.
Porém o livro é bom, eu senti todas as emoções da personagem principal e ate me questionei nas mesmas questões que ela. Ja o personagem principal me deixou irritada, tão egoísta e tão solitário, queria de verdade que a história dos dois tivesse tomado um rumo completamente diferente.
Enfim, esse livro me fez refletir sobre amor, sobre escolhas, sobre esperar, e seguir em frente. Vale a pena ler! ?
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Brenda.Silviero 24/10/2018

Bacana
Não gosto muito do estilo de escrita. Muitas obsessões, tipo daquela frase ?nunca estamos contentes com o que temos ?. Mas me vi na história algumas vezes .
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umalivraria 08/10/2018

Resenha @umalivraria - #resenhasdaelay
❝Você me ensinou a buscar a beleza. Em meio às ruínas e à escuridão, você sempre encontrou a luz. Não sei que beleza, que luz vou encontrar aqui. Mas vou tentar. Por você. Porque sei que faria o mesmo por mim. Havia tanta beleza em nossa vida juntos... talvez seja por aí que devo começar.❞

O que você estava fazendo em 11 de setembro de 2001 - quando uma série de ataques terroristas contra os Estados Unidos acontecia, incluindo a destruição do complexo de edifícios World Trade Center e desabamento das “Torres Gêmeas”?

Algumas pessoas achavam que o mundo estava acabando. Outras não sabiam, ao menos, o que estava acontecendo. É difícil saber o que faríamos no lugar de quem presenciou tudo, mas a certeza é que as marcas ficaram para sempre em todas elas.

Lucy e Gabe estudavam na mesma faculdade e por este fatídico dia se conheceram. Após um breve diálogo e com toda a confusão que estava acontecendo, os dois se beijam no topo de um prédio, com vista exclusiva do caos de Manhattan após os ataques.

O romance é tão repentino, a química dos dois é tão forte que você não se dá conta. Quem realmente são esses dois? O que eles fazem?

Jill Santopolo foi genial ao jogar o leitor, literalmente, de paraquedas na história. É, foi exatamente assim que me senti ao ler “A luz que perdemos”. Durante os primeiros capítulos não há como respirar, a urgência do casal e a forma que eles se tratam, nos faz desejar que nada daquilo termine.

Só que existem barreiras em nossas vidas, conseqüências de nossas escolhas ou da falta delas, é assim que percebemos que Lucy e Gabe talvez não sejam perfeitos um para o outro.

A mensagem mais bonita dessa obra - além de sempre buscar a beleza nos momentos mais tristes – é que sempre vamos ter pessoas marcantes na vida, mas as vezes devemos deixá-las ir e seguir. Isso não é um sinal que vamos esquecê-las ou deixar de amá-las, mas é um novo recomeço.

Por fim, o livro é um poema. Leiam, é absurdamente especial o que Jill escreveu nessas páginas.



site: https://www.instagram.com/umalivraria/
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Amanda Thais 04/10/2018

Não é fácil escolher, mas é preciso aprender a escolher aquilo que é sinal de amor e de vida.
Na vida real, tem pessoas assim, que só complicam as coisas.
Foi uma leitura rápida e envolvente.
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Nath Nakaishi 03/10/2018

Como as vezes as coisas da vida tem tudo para dar certo, mas não dão.
Esse livro conta a história de fatos da vida. Como as vezes as coisas tem tudo para dar certo, mas não dão... porque não queremos.

Eu sinto que esse livro é uma crescente de tristeza. Para começar eles se conhecem no 11 de setembro. Cada vez que você pensa que a história não pode ser mais melancólica do que já é, você se dá conta de que estava errada.
E o final? O ápice da tristeza.

Eu não gosto de livros tristes porque a leitura é meu refúgio para os problemas e não quero ficar triste no meu escape. Por isso gosto de aventuras e romances.

O livro é muito bem escrito, as personagens são cativantes e eu vou levar alguns conceitos para o resto da minha vida. Exemplo: não devemos tratar sonhos como descartáveis, devemos lutar e transformar sonhos em realidade.

O perfil dos personagens é muito extremo, o Gabe é criativo e aventureiro e aparentemente consegue ser nada além disso. Na mesma proporção em que Darren é calculista e detalhista.
Será que não dá para ser um pouquinho de cada coisa? Ser flexível nesse caso resultaria em descartar os sonhos pessoais? Será que vale mais a pena realizar o seu sonho ou adaptá-lo? O que te faria mais feliz? Acabei o livro e ainda não sei as respostas, só sei que deu bad total e espero não ler outro livro nesse tom tão cedo.
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Dri F. @viajecomlivros 26/09/2018

Lucy e Gabe se conhecem na manhã do 11 de setembro, e os acontecimentos daquele dia fazem com que eles decidam que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo.
Treze anos se seguem e eles se encontram e se afastam, sempre se perguntando se escolheram o melhor caminho, fazendo novas escolhas e abrindo mão de outras.
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Essa foi uma história que me fez pensar muito quando terminou.
A história me prendeu. É muito bem escrita e lembra o livro Um dia.
O que achei mais interessante foi justamente essa questão de saber até onde nossas escolhas mudam nosso destino. Até onde temos livre arbítrio ou somos vítimas do destino, e se as coisas seriam exatamente assim se fizéssemos uma escolha diferente. E como seria a vida de cada um se fizesse outra escolha. O assunto para fazer a gente pensar né hehe.
É muito bacana que a cada reencontro dos dois, novas escolhas são feitas e sempre existem o ?e se? caso outro caminho tivesse sido escolhido.
Como tudo, ou quase tudo é sempre gerado em cima de nossas escolhas.
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Houveram coisas que amei, outras que não gostei tanto, mas de modo geral é uma narrativa muito gostosa de ser lida. Vemos tudo que aconteceu através da narração de Lucy, do seu ponto de vista.
Do meio para o fim, já fica meio claro o que está acontecendo então não é muito surprendente. Mas só achei que o fim poderia ter sido mais detalhado, acho que ficou um pouco em aberto o que aconteceu depois das ultimas escolhas com alguns personagens e eu fiquei muuuito curiosa para saber quais seriam as escolhas finais.
Mas realmente recomendo, é um livro lindo e emocionante em muitos momentos ??
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"Há algo na morte que faz as pessoas desejarem viver. Nós queríamos viver naquele dia, e não nos culpo por isso."

"Percebi a tristeza em seus olhos, a solidão. E tive vontade de consertar aquilo, de ser seu unguento, seu curativo, sua salvação."
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site: instagram @viajecomlivros
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Isabella.Tedeschi 21/09/2018

uma leitura extremamente sensível. comecei a ler porque o tema da história me trouxe curiosidade: a necessidade que temos de muitas vezes abrir mão do amor por outras oportunidades.
no início, não estava tão animada. achei os personagens intensos, e isso achei bom, porém o romance leva uma carga de drama bem forte - e acho que não estou tão entusiasmada com drama de amor ultimamente.
mas a autora tem uma escrita tão gostosa que me fez continuar. outro motivo pelo qual não parei de ler foi que a história é narrada em primeira pessoa, contudo a personagem principal narra tudo literalmente contando, dizendo a história para outra pessoa.
a escritora conseguiu desempenhar uma evolução para os personagens incrivelmentente bem. em especial para o Gabe. nos primórdios não gostei dele, o achei chato e ?pensador? demais, entretanto ao longo do romance acabei o adorando, e torcendo para que eles ficassem juntos.
confesso que o final eu previ. parecia-me óbvio que fosse acontecer o que aconteceu, pelo foco que a narrativa estava levando, o que, por incrível que pareça, não fez com que eu não gostasse do desfecho.
em resumo, é um livro para se pensar. para refletir sobre muito. acredito que não seja um dos melhores romances que da li na vida, de fato, não. toda via é um livro que sei que me marcou muito e me acompanhará sempre com suas referências.
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Abooksart 16/09/2018

Esplêndido.
Essa leitura é avassaladora! Não tinha imaginado amar esse livro tanto quanto amei.
A história de Lucy e Gabe é maravilhosa, com altos e baixos e uma paixão que não se esvai.
Devo confessar que chorei, que refleti e que me apaixonei durante a leitura. Espero que a maioria dos que leram esse livro ou que estão lendo sintam isso, porque eu estou no chão.
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Jessica Correa - Blog Modernagem 11/09/2018

Uma maravilhosa oportunidade para refletir sobre a vida, o destino e nossas escolhas
Nele conhecemos Lucy e Gabe, dois personagens cativantes, intensos e loucamente apaixonados.

O atentado as Torres Gêmeas foi um marco em suas vidas, não só por se conhecerem, mas por determinarem que seriam pessoas cada vez melhores.

O único problema é que cada um escolheu um caminho diferente para realizar esse desejo: enquanto ela quer mudar o mundo com desenhos infantis, ele quer se arriscar em guerras para fotografar a realidade do oriente médio.

A escolha de seguir seus sonhos acaba separando o casal, dando início a uma jornada repleta de expectativas, incertezas, medos e muito amor.

Ao longo da obra somos apresentados a acontecimentos que unem e separam o casal ao longo dos anos – ligações, almoços, festas de faculdade e enterros - fazendo com que os sentimentos que eles têm um pelo outros permaneçam vivos, mesmos estando com outras pessoas.

Particularmente me senti traída com algumas das decisões de Lucy, principalmente quando elas impactam em seu futuro e no relacionamento com Darren. Senti que ela insistia em comparar os homens de sua vida com Gabe – chegando a endeusá-lo em alguns momentos.

A narrativa acontece em primeira pessoa, onde Lucy conta sua história com Gabe como se fosse um "bate-papo" entre amigos. Esse recurso me incomodou um pouco logo no inicio da leitura, pois não apresenta muitos diálogos e se foca nas lembranças e reflexões da personagem. Entretanto, com o passar das páginas, comecei a entender o objetivo da autora e sua grande "sacada final".

A LUZ QUE PERDEMOS representa muito bem os sentimentos americanos de renovação e busca por significado em suas vidas – principalmente depois de grandes perdas –, ao mesmo tempo em que apresenta um romance leve, divertido e surpreendente.

site: http://www.blogmodernagem.com.br/2018/07/resenha-luz-que-perdemos-jill-santopolo.html
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FabyTedrus 09/09/2018

A Luz Que Perdemos - Jill Santopolo
Primeiro de tudo, cuidado quando você resolve ler um livro porque a capa ou a sinopse diz que se parece com tal livro que você gostou de ler, depois que você cria esse tipo de expectativa a queda da decepção é ENORME.
A Lucy não é, nem de longe, parecida com a Emma ou Louisa, protagonistas de Um dia e Como eu era antes de você. Ela é CHATA, obsessiva e bem fraca das ideias.
Dizer que é um livro sobre uma história de amor é forçar a barra, é bonitinho o encontro deles nos primeiros capítulos e basicamente só isso. De resto é um relacionamento obsessivo, ela não vive sem ele ou até vive mas "não é ele né?", e ele vive super bem sem ela mas "não tanto né?". São personagens confusos e bastante egoístas.
Foram várias as vezes que a Lucy se contradisse falando que o Gabe jamais faria algo que o Darren acabou de fazer e meio segundo depois lembrava das coisas que o Gabe fazia.
Foi maçante ler, apesar de não ter muitas paginas e dos capítulos serem curtos, eu revirei os olhos e respirei fundo vááárias, pensei em desistir da leitura muitas vezes. Porém pensava que TINHA que ter algum motivo pra isso, certo?! ¬¬' ... 'eu conto ou vocês descobrem sozinhos?'. Deixo que a nota que vou dar sirva de spoiler pra quem quiser saber!
Lu Oliveira 09/09/2018minha estante
Concordo com vc, Faby.
Acho que vou pensar umas 100 vezes antes de ler algo que tenha a pretensão de se comparar a meu favorito Um dia. Já bastava o ranço que peguei de Novembro 9, esse tbm não funcionou pra mim.


Anna Paula 10/09/2018minha estante
Nossa, vi uma resenha em q me empolguei para ler esse... Agora com a sua opinião, nem sei mais viu kkkkk


FabyTedrus 10/09/2018minha estante
Lu, é uma merda essa coisa de 'tal livro parece com tal outro' pq quando não parece é uma baita decepção, tô até com raiva da comparação, hahaha.


FabyTedrus 10/09/2018minha estante
Anna Paula, eu achei que era uma graçinha mas MEU DEUS DO CÉU como a Lucy me irritou, HAHAHAHA. Se vc resolver me conta o que achou.




Marcela @ler_sim_ler_sempre 07/09/2018

Crie porcos, mas nao crie expectativas
Há muito tempo não terminava um livro com sentimentos tão conflitantes. E até agora não tenho certeza se gostei ou não.


Aqui conhecemos Lucy, Gabe e Darren. Lucy e Gabe se conhecem no fatídico 11 de Setembro e a partir dali nasce uma paixão. Porém algum tempo se passa e cada um tem sonhos a perseguir, no qual o outro não está incluso. E em meio a solidão Lucy encontra Darren. Um homem metódico e que está disposto a fazê-la feliz. Mas Gabe nunca a deixa 100% e ela também não se desprende 100% dessa história.


A luz que perdemos tem uma narrativa rápida e de capítulos curtos. Onde em uma "sentada" você lê 50 paginas sem perceber. Mas que sinceramente não conseguiu me cativar. São personagens egoistas, "bananas" e totalmente sem personalidades.


E não pensem que tem vítima aqui, pois não há. Cada um é responsável pelo rumo da história.
Há somente dois fatos que me fazem admirar Lucy : seu amor pelo trabalho, não deixando ninguém interferir nesse campo e seu amor pela maternidade.


Mas mesmo não gostando dos personagens, o livro nos passa uma mensagem muito profunda. De que devemos nos arriscar pra não viver de "se" - "se desse certo", "se fosse diferente". ㅤ

Ou que ao deixar o passado pra trás, que ele fique realmente para trás. Virando à página por completo. Porque ficar remoendo o que passou e sempre se manter preso àquela pessoa, não nos deixa viver intensamente o presente. Deixando assim nossa luz se apagar aos poucos.


Até que me emocionei nas últimas duas paginas, e acredito que a autora trouxe o final que Lucy precisava para seguir em frente.


E poderia falar mais da personalidade de cada um, mas acho que isso estragaria a mágica do livro. No entanto, espero que você, independente da minha opinião, tenha oportunidade de lê-lo e tirar suas próprias conclusões.


3🌟 #resenhalsls

site: https://www.instagram.com/p/BiVZvqHHnA7/
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kiki.marino.1 31/08/2018

Resumo: A história de uma obsessao, não gostei mesmo das atitudes da protagonista...
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