A Luz Que Perdemos

A Luz Que Perdemos Jill Santopolo


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Resenhas - A Luz Que Perdemos


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Clarisse 11/02/2019

Adorei!
Lindo romance, que li sem parar em 1 dia. Ele conta a história de Gabe e Lucy, que se conheceram em NY no dia 11/setembro/2001 e como suas vidas ficam entrelaçadas ao longo dos anos, seus encontros e desencontros.
Nos faz questionar nossas escolhas, como elas são decisivas em nossas vidas, e como muitas vezes ficamos nos perguntando “e se..”. Me identifiquei muito e acho que muitas mulheres irão se identificar também!
É um romance “água com açúcar, mas nem tanto”. Gostei demais! Ah, o final é surpreendente! Super indico!
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@literatudo_ig (Luh) 17/01/2019

Resenha: A Luz Que Perdemos / Jill Santopolo.
Há um tempo atrás li um pequeno texto clichê dizendo que existe o amor da sua vida e o amor para a sua vida. O amor da sua vida é do tipo intenso e inesquecível, porém algo sempre impede o casal de permanecer juntos. Já o amor para sua vida é mais brando, mais puro e com ele é possível viver em perfeita harmonia por anos a fio. No entanto, por melhor que seja o relacionamento, o amor da sua vida nunca será esquecido completamente, havendo sempre aquela pequena parte se perguntando como seria se estivessem juntos.

A protagonista de A Luz Que Perdemos me fez recordar dessa teoria que acredito condizer bem com sua vida amorosa.

Lucy e Gabe tiveram um relacionamento intenso, mas não permaneceram juntos, pois cada um escolheu seguir sonhos profissionais e investir na carreira. Ela então conheceu Darren e com ele construiu uma relação bonita e confiável, porém mesmo estando bem, sabe que nunca será capaz de esquecer Gabe, que, por destino ou não, de tempos em tempos acaba tendo o caminho novamente cruzado com o seu.

A Luz que perdemos não é em todo uma história feliz. Sofri junto com a protagonista que nunca superou a perda do primeiro amor, mesmo amando o atual e sabendo que ele é a melhor escolha. Também senti raiva porque Gabe e Lucy tinham livre-arbítrio, mas nunca ficavam satisfeitos com suas situações.

Um livro que nos faz pensar sobre destino, escolhas e amor. Devemos ponderar muito sobre o peso que certas decisões poderão nos trazer. As vezes o sonho do presente não será o suficiente para a felicidade no futuro e pode ser tarde para voltar atrás. Não adianta chorar por um amor perdido se você não lutou o suficiente por ele e não é justo para ninguém reaparecer de tempos em tempos se não há intenção de ficar.

Enfim, gostei muito. Não pude não me emocionar com o final e com os sacrifícios de Lucy em nome do amor. Se tomasse outra atitude quem sabe tudo poderia ter sido diferente, mas ela priorizou a felicidade dos outros ao invés da sua e com isso teria que conviver com o "E se?" pelo resto da sua vida.

Recomendo para quem está à procura de um belo romance dramático.
Deh 02/02/2019minha estante
Amei muito esse livro


@literatudo_ig (Luh) 02/02/2019minha estante
É muito lindo, choreiii kkk




Iara.Antunes 16/01/2019

A história de Gabe e Lucy acontece no dia mais sombrio dos EUA, no dia 11 de setembro. Um forte ligação nasce entre os dois, porém o destino no mesmo dia os afastam por escolhas de Gabe. Alguns ano depois novamente os dois se reencontram e conclui o que foi deixado em aberto no dia que ficaram junto unidos pela dor de um nação, assim o casal se descobri e tem momentos de felicidade e amor, porém Gabe começa a questionar sobre fazer algo a mais para mundo, faz a diferença onde o EUA entra em guerra quando Israel.
Então as escolhas e sonhos de cada um os afastam num termino que acabou com sonhos de Lucy.

A partir daí acompanhamos a vida de Lucy e com ela segui a sua vida, sonhos e escolhas que ela fez, mas em tempo em tempo ela conversava ou encontrava Gabe e aquela ligação forte deles continuavam, porém pelas circunstâncias o passado e peso da decisões os afastavam mesmo que o corarão pertencem a cada um.
Mas o final do livro teve uma reviravolta trágica, porém mostrou que o elo de amor que tiveram teve uma continuidade inesperada porém significativa a Lucy.

Apesar de não ter gostado do livro, a história não me prendeu, os personagem não me cativaram. Ele trás reflexões importantes sobre as escolhas, destino e amor que vai além destas escolhas e fica até onde várias escolhas podem levar o amor.
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YMmoreira_ 11/01/2019

Um livro tocante
A Luz Que Perdemos nos mostra a história de Lucy e Gabe que se conhecem na faculdade em pleno 11 de setembro.
Nesse ambiente caótico que se prolifera pelo atentado e pela razão de presenciar
este acontecimento juntos, lado a lado, cria-se uma conexão extremamente forte entre eles.

E, além do laço que surge entre os protagonistas, à sensibilização pela tragédia também toma conta deles e os fazem refletir sobre fazer nossas vidas valerem a pena, deixar uma marca para sermos lembrados. Algo que de certa forma, contribua para um mundo melhor, mesmo mínimo que seja.

O relacionamento de Lucy e Gabe é marcante, é o tipo de primeiro amor que nunca esquecemos. É intenso, como uma paixão adolescente que nunca achamos que vai acabar.

O dois tem o sonho de fazer a diferença no mundo, mas o ponto crucial é que Lucy idealiza seus projetos em Nova York, já Gabe como fotojornalista, tem sede de mostrar como é a realidade das vítimas de guerras, sendo assim, parte para o Oriente Médio deixando Lucy. A partir daí, acapanhamos o desenrolar dos dois até chegar nos dias atuais e entendemos o porque da narrativa ser como se a protagonista (Lucy) estivesse se relembrando ou escrevendo para alguém em específico.

Super recomendo a leitura. Principalmente por nos fazer refletir sobre nossas escolhas, sobre a importância dos nossos sonhos e até onde ir por eles.

Os personagens foram bem construídos, a leitura flui rapidamente, trama muito bem elaborada, prende desde a primeira página até a última. Só uma resalva para o final, que acho que poderia ser mais explicativo referente a como fica a vida de Lucy no fim.
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Carla - @sharingbooks2 21/12/2018

"O que é uma vida que vale a pena?" "É o que estou tentando entender. Talvez tenha a ver com deixar sua marca, alguma coisa positiva. Tornar o mundo um pouco melhor do que como a gente o encontrou."
Em pleno atentado às Torre Gêmeas em 11 de setembro de 2001, Gabe e Lucy se conhecem. Por verem tanta destruição, morte e sofrimento naquele atentado, eles decidem fazer a diferença em suas vidas através da profissão.
Após um ano, depois de encontros e desencontros, eles estão finalmente dispostos a investirem neles. Mas é quando aquele sonho de fazer a diferença no mundo se põe entre eles. Lucy tem um projeto em Nova York e Gabe, no Oriente Médio. Difícil saber se em meio a tantas dificuldades para ficarem juntos, eles vão conseguir.

"Às vezes tomamos decisões que achamos corretas, só que, mais tarde, percebemos que eram erros óbvios. Há, porém, algumas escolhas que continuam acertadas mesmo à luz do tempo."

Essa é uma história narrada em 3ª pessoa, que no início eu achei que isso me incomodaria, mas que foi muito coerente com a história. Esse tipo de história realmente pega muito bem uma estilo diferente de narrativa. A escrita de Jill é daquele tipo bem leve e fácil e isso torna a leitura muito rápida e fluida. Com as suas 272 páginas a leitura flui demais e é daquelas que você faz em uma sentada. Por conta da escrita mas também pela forma que ela foi contada. Essa é uma história meio que contada de trás pra frente, a personagem está em uma situação, a qual, ela para para contar todos os fatos que aconteceram até chegar onde ela tá. Isso faz com que você, leitor, leia sem parar para descobrir o que realmente está acontecendo. Esse foi o primeiro livro que li dessa autora, mas também não sei se ela tem outros publicados aqui no Brasil. Se tiver, quero ler, se não tiver, quero que chegue hahaha.

A luz que perdemos é uma história que aparentemente é um romance, mas que o plano de fundo é mais dramático, sensível e intenso. Ele aborda temas sentimentais, familiares, escolhas, valorização feminina, entre outros. Lucy conta a história dela desde que ela conhece Gabe, quando eles tem que se separar (porque ambos escolheram as suas carreiras), quando ela conhece Darren e como tudo isso mudou a sua vida em muitos sentidos. Ele nos traz a reflexão sobre as nossas escolhas, de o quão elas são acertadas no presente e o que refletirão no futuro. Sobre o que finalmente é o amor ou se ele é uma obsessão quando ele sai do nosso controle. Lucy, Gabe e Darren fazem uma ótima história "juntos". A autora desenvolveu as duas partes da trama com muita carga e questionamentos. Eu, particularmente, fiquei bem reflexiva em muitas partes, principalmente porque a trama toda corre em volta de uma decisão e aí em muitos momentos vem aquele "e se". Lucy faz muitas escolhas que eu certamente não faria.

"Há pessoas com quem cruzamos na vida e que, depois que se afastam da gente, deixam de fazer parte dela. Mesmo quando as encontramos de novo, ficamos apenas com um "Oi, como vai?". Com outras, no entanto, a impressão é de retornarmos sempre a conversa no ponto exato em que a interrompemos."

Essa foi uma história que me cativou desde o início por conta do "mistério" do que estava acontecendo no presente, com isso eu queria ler logo o passado. Foi muito envolvente e gostoso ler. Mas acontece que quando chega no final, para mim, a história desanda. Existe uma decisão tomada que acabou com brilho da história ao meu ver. Muitas pessoas podem achar que são coisas que acontecem, as pessoas erram e tomam decisões baseadas no momento em que estão vivendo. Mas eu discordo. Essa decisão jogou um balde de água fria na história. Eu estava convicta de que daria 5 estrelas, mas precisei tirar 1 estrela inteira por conta dos acontecimentos finais. Eis que chega então naquele momento em que eu esperei o livro todo pra saber, mas que no decorrer da história você meio que imagina e me remeteu a um autor que eu não gosto da carga dramática de seus finais.

Enfim, foi uma leitura que eu adorei fazer, mas que o final me decepcionou um pouco. Mas a experiencia é válida. Tem muitos temas a serem levados em consideração a serem refletidos. Eu indico essa leitura, mas lembrando que o final não me agradou muito, mas pode ser que te agrade.

"Espero que você encontre um amor assim, que seja absoluto e poderoso, que faça você se sentir meio louco. E, se você encontrar esse amor, agarre-o. Prenda-o. Ao se doar a um amor assim, seu coração irá sofrer. Será machucado. Mas você poderá se sentir imortal e infinito."

site: www.sharingbooks.com.br / @sharingbooks2
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Dani 02/12/2018

Blog Paixão em Livros
Foi no dia 11 de setembro que as vidas de Gabe e Lucy mudaram para sempre. Eles estavam juntos quando receberam a notícia de que aviões atingiram as Torres Gêmeas. Foi enquanto choravam por Nova York que eles experimentaram um sentimento que nunca imaginaram sentir. Foi durante o luto por todos que morreram no atentado que despertou neles um desejo de fazer algo pelo mundo; de fazer algo que mudasse a mente das pessoas. Gabe quando descobriu sua paixão por fotografia, queria que as pessoas vissem a realidade do mundo, a dor que outras pessoas estavam sentindo. Foi assim que ele decidiu viajar para países que estavam passando por algum conflito, uma guerra e registrar o que acontecia em cada um desses países. E essa decisão dele deu fim ao relacionamento entre ele e Lucy.

Lucy e Gabe se amavam, mas quando recebeu a notícia de que seu namorado queria ir em busca de seu sonho, a vida feliz de Lucy, seu relacionamento ruíram. Mesmo em meio à dor, ela nada tinha a fazer. Ela tinha seus próprios sonhos, sua própria ambição, sua própria vontade de fazer algo bom no mundo. Anos depois, vemos Lucy narrando tudo o que aconteceu após o término. Ela conta como enfrentou a solidão e a saudade de Gabe. Conta sobre as relações que teve depois dele e sobre a concretização de seus sonhos.

“As linhas que separavam você de mim dissolviam-se cada vez mais em um nós.”

A narrativa é feita pela Lucy. Ela vai narrando cada detalhe de sua história com Gabe como se estivesse conversando com alguém. Ela narra desde o momento em que o viu pela primeira vez, até todos os momentos em que falou com ele ou se reencontram. Cada detalhe do relacionamento deles: a primeira conversa, o inicio do relacionamento, o afastamento e como ela tentou seguir em frente quando ele foi embora. O livro todo temos somente o ponto de vista dela, e é com ela contando a história que sabemos o que aconteceu com Gabe depois que ele decidiu sair do país. Como ele, de um jovem sonhando transformar o mundo, se tornou num fotografo, num profissional incrível. Gabe é um homem apaixonado pelo o que faz; um homem corajoso, impulsivo, que foi atrás de seus sonhos e fez e viu coisas surpreendes.

O livro se inicia durante o ataque as Torres Gêmeas, e a autora usa muitos fatos reais para compor a trama: a guerra no Iraque e Afeganistão, além da eleição de Barack Obama para presidente. Esse uso que ela fez do que realmente aconteceu enriqueceu ainda mais a narrativa. Por isso, o trabalho que Gabe faz torna-se mais real para quem está lendo. Podemos vê-lo em cada uma dessas zonas de guerra, registrando todo o horror que conhecemos através do que vimos nos noticiários.

“Há muitos momentos decisivos que mudam nosso mundo. Algumas vezes, a causa é nossa decisão. Outras, os desígnios do universo, do destino, de Deus, de algum poder supremo, não importa o nome. Não sei, faz hoje treze anos que luto com esse problema.”

São poucos os livros que nos toca, que nos emociona, que nos faz sentir sentimentos conflitantes. A Luz que Perdemos é um livro maravilhoso, emocionante, que nos faz questionar nossas decisões. Ficamos pensando naquele “e se” e isso nos deixa desesperados. Acompanhamos toda a história dos personagens, e embora eles sejam apenas personagens literários, não podemos deixar de pensar o que aconteceria se eles tivessem tomado outras decisões, se eles tivessem escolhido outro caminho. É esse detalhe que nos faz questionar os nossos próprios “e se”. Eu confesso que me senti triste e feliz ao mesmo tempo pelas decisões dos personagens. Eu repito: sei que eles são personagens literários, mas isso não me impediu de sentir tristeza, de sofrer com os encontros e desencontros de Lucy e Gabe.

Jill Santopolo criou uma história que com certeza vai mexer com o seu coração. Cada capítulo é bem curtinho e isso proporciona uma leitura fluida e deliciosa. É um livro que fala sobre a sorte de encontrar um grande amor, mas correr o risco de perdê-lo. Sobre as escolhas que fazemos e, que muitas vezes, mesmo querendo, não podemos mudá-las. Um livro que fala sobre as consequências dessas escolhas.


site: https://paixaoemlivros.blogspot.com/2018/11/resenha-luz-que-perdemos-jill-santopolo.html
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cris.leal.12 24/11/2018

Esperava mais...
Com eventos extremamente trágicos, Jill Santopolo inicia e finaliza "A Luz que Perdemos", numa tentativa, ao meu ver, de criar empatia para a história de Lucy e Gabe. Dois jovens de Nova York, recém-formados, que se apaixonam e desenvolvem um vínculo especial por pouco mais de um ano, até que Gabe, à revelia de Lucy, parte para trabalhar como fotojornalista no Oriente Médio.

Nos próximos 13 anos, mesmo tendo se casado, Lucy jamais deixa de pensar em Gabe e de estar disponível para atender seus chamados. Chamados esses que geralmente aconteciam quando ele passava por um mau momento. O tempo, a distância, o peso das escolhas, contribuíram para que Lucy colocasse Gabe em um pedestal, idealizando-o como o primeiro amor perfeito. No entanto, sabemos que não é bem assim, e as constantes comparações que ela faz entre o marido e Gabe é, no mínimo, enervante.

E foi aí que o livro começou a me decepcionar... Para aceitar a conduta de Gabe e Lucy, além do egocentrismo e da cegueira de um e de outro, seria necessário ter evidências da intensidade do amor deles. Mas, no curto tempo em que estiveram juntos, o máximo que conseguiram foi desenvolver um romance ardente, meio juvenil e só. O casal não teve tempo para aprofundar e fortalecer sentimentos, pois tomaram caminhos diferentes antes disso. Então, como entender essa ligação toda por longos treze anos?

Há uma mensagem clara sobre as consequências das escolhas que fazemos e isso é um ponto positivo do livro. O enredo não é ruim, há bons diálogos, mas teria funcionado melhor para mim se tivesse mais profundidade emocional.

site: https://www.newsdacris.com.br/2018/11/resenha-luz-que-perdemos-de-jill.html
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Bru 10/11/2018

"e se, e se, e se"
Quando eu comecei a ler esse livro, a leitura não fluiu acredito que seja por que os capítulos terminam com perguntas ou suposições.
Porém o livro é bom, eu senti todas as emoções da personagem principal e ate me questionei nas mesmas questões que ela. Ja o personagem principal me deixou irritada, tão egoísta e tão solitário, queria de verdade que a história dos dois tivesse tomado um rumo completamente diferente.
Enfim, esse livro me fez refletir sobre amor, sobre escolhas, sobre esperar, e seguir em frente. Vale a pena ler! ?
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Brenda.Silviero 24/10/2018

Bacana
Não gosto muito do estilo de escrita. Muitas obsessões, tipo daquela frase ?nunca estamos contentes com o que temos ?. Mas me vi na história algumas vezes .
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umalivraria 08/10/2018

Resenha @umalivraria - #resenhasdaelay
❝Você me ensinou a buscar a beleza. Em meio às ruínas e à escuridão, você sempre encontrou a luz. Não sei que beleza, que luz vou encontrar aqui. Mas vou tentar. Por você. Porque sei que faria o mesmo por mim. Havia tanta beleza em nossa vida juntos... talvez seja por aí que devo começar.❞

O que você estava fazendo em 11 de setembro de 2001 - quando uma série de ataques terroristas contra os Estados Unidos acontecia, incluindo a destruição do complexo de edifícios World Trade Center e desabamento das “Torres Gêmeas”?

Algumas pessoas achavam que o mundo estava acabando. Outras não sabiam, ao menos, o que estava acontecendo. É difícil saber o que faríamos no lugar de quem presenciou tudo, mas a certeza é que as marcas ficaram para sempre em todas elas.

Lucy e Gabe estudavam na mesma faculdade e por este fatídico dia se conheceram. Após um breve diálogo e com toda a confusão que estava acontecendo, os dois se beijam no topo de um prédio, com vista exclusiva do caos de Manhattan após os ataques.

O romance é tão repentino, a química dos dois é tão forte que você não se dá conta. Quem realmente são esses dois? O que eles fazem?

Jill Santopolo foi genial ao jogar o leitor, literalmente, de paraquedas na história. É, foi exatamente assim que me senti ao ler “A luz que perdemos”. Durante os primeiros capítulos não há como respirar, a urgência do casal e a forma que eles se tratam, nos faz desejar que nada daquilo termine.

Só que existem barreiras em nossas vidas, conseqüências de nossas escolhas ou da falta delas, é assim que percebemos que Lucy e Gabe talvez não sejam perfeitos um para o outro.

A mensagem mais bonita dessa obra - além de sempre buscar a beleza nos momentos mais tristes – é que sempre vamos ter pessoas marcantes na vida, mas as vezes devemos deixá-las ir e seguir. Isso não é um sinal que vamos esquecê-las ou deixar de amá-las, mas é um novo recomeço.

Por fim, o livro é um poema. Leiam, é absurdamente especial o que Jill escreveu nessas páginas.



site: https://www.instagram.com/umalivraria/
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Amanda Thais 04/10/2018

Não é fácil escolher, mas é preciso aprender a escolher aquilo que é sinal de amor e de vida.
Na vida real, tem pessoas assim, que só complicam as coisas.
Foi uma leitura rápida e envolvente.
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Nath Nakaishi 03/10/2018

Como as vezes as coisas da vida tem tudo para dar certo, mas não dão.
Esse livro conta a história de fatos da vida. Como as vezes as coisas tem tudo para dar certo, mas não dão... porque não queremos.

Eu sinto que esse livro é uma crescente de tristeza. Para começar eles se conhecem no 11 de setembro. Cada vez que você pensa que a história não pode ser mais melancólica do que já é, você se dá conta de que estava errada.
E o final? O ápice da tristeza.

Eu não gosto de livros tristes porque a leitura é meu refúgio para os problemas e não quero ficar triste no meu escape. Por isso gosto de aventuras e romances.

O livro é muito bem escrito, as personagens são cativantes e eu vou levar alguns conceitos para o resto da minha vida. Exemplo: não devemos tratar sonhos como descartáveis, devemos lutar e transformar sonhos em realidade.

O perfil dos personagens é muito extremo, o Gabe é criativo e aventureiro e aparentemente consegue ser nada além disso. Na mesma proporção em que Darren é calculista e detalhista.
Será que não dá para ser um pouquinho de cada coisa? Ser flexível nesse caso resultaria em descartar os sonhos pessoais? Será que vale mais a pena realizar o seu sonho ou adaptá-lo? O que te faria mais feliz? Acabei o livro e ainda não sei as respostas, só sei que deu bad total e espero não ler outro livro nesse tom tão cedo.
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Dri F. @viajecomlivros 26/09/2018

Lucy e Gabe se conhecem na manhã do 11 de setembro, e os acontecimentos daquele dia fazem com que eles decidam que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo.
Treze anos se seguem e eles se encontram e se afastam, sempre se perguntando se escolheram o melhor caminho, fazendo novas escolhas e abrindo mão de outras.
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Essa foi uma história que me fez pensar muito quando terminou.
A história me prendeu. É muito bem escrita e lembra o livro Um dia.
O que achei mais interessante foi justamente essa questão de saber até onde nossas escolhas mudam nosso destino. Até onde temos livre arbítrio ou somos vítimas do destino, e se as coisas seriam exatamente assim se fizéssemos uma escolha diferente. E como seria a vida de cada um se fizesse outra escolha. O assunto para fazer a gente pensar né hehe.
É muito bacana que a cada reencontro dos dois, novas escolhas são feitas e sempre existem o ?e se? caso outro caminho tivesse sido escolhido.
Como tudo, ou quase tudo é sempre gerado em cima de nossas escolhas.
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Houveram coisas que amei, outras que não gostei tanto, mas de modo geral é uma narrativa muito gostosa de ser lida. Vemos tudo que aconteceu através da narração de Lucy, do seu ponto de vista.
Do meio para o fim, já fica meio claro o que está acontecendo então não é muito surprendente. Mas só achei que o fim poderia ter sido mais detalhado, acho que ficou um pouco em aberto o que aconteceu depois das ultimas escolhas com alguns personagens e eu fiquei muuuito curiosa para saber quais seriam as escolhas finais.
Mas realmente recomendo, é um livro lindo e emocionante em muitos momentos ??
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"Há algo na morte que faz as pessoas desejarem viver. Nós queríamos viver naquele dia, e não nos culpo por isso."

"Percebi a tristeza em seus olhos, a solidão. E tive vontade de consertar aquilo, de ser seu unguento, seu curativo, sua salvação."
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site: instagram @viajecomlivros
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