A Luz Que Perdemos

A Luz Que Perdemos Jill Santopolo




Resenhas - A Luz Que Perdemos


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Greice 18/06/2018

"Você marcou sabia?..." A vida é seus "e se"
A vida e seus "e se". Como nossas escolhas mudam toda nossa vida. O livro conta a história de Lucy e Gabe, que se conheceram no 11 de setembro, dia do atentando as torres gêmeas. Depois de um tempo de namoro, Gabe decide mudar de país para seguir sua carreira de fotógrafo (ele queria fazer diferença no mundo). Treze anos se passam e o amor dos dois continua forte e inabalável, mesmo separados e cada um seguindo uma vida nova. Um livro que mexeu no fundo da minha alma, que me fez pensar nas minhas decisões, como seria minha vida se eu tivesse feito outras escolhas. Será que existe um destino? Será que as pessoas passam na nossa vida por acaso? "E se" Lucy e Gabe nunca tivessem se separados, será que o amor deles continuaria tão vivo, quanto estava? Ou só amavam assim porque suas decisões tinham os afastado. Uma vez uma pessoa muito importante para mim me disse, "não existe vida feliz, existe momentos felizes ".
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Atitude Literária 10/06/2018

Uma história de muitas emoções e reflexões.
SÓ SEI SENTIR!

Peço licença para me expressar de maneira diferente, para fazer uma resenha, ou melhor, uma “não-resenha”, mas sim um abrir de coração, pois não sei como colocar em palavras minha experiencia de leitura de outra forma, se não assim, transparente e cristalina, leve e despretensiosa, uma conversa entre amigos. Se for honesta, A LUZ QUE PERDEMOS é contada deste modo, em tom de nostalgia, como se estivesse sentada de frente a protagonista e ela me contando sua história, enquanto se recorda, se deixa inundar pelas lembranças e emoções. Se questionando, se acusando, se culpando, desabafando. É tão real, quase que palpável, o que me fez sentir sua melhor amiga.

Lucy e Gabe se conheceram quando cursavam faculdade em Nova York, em um dos dias, se não o dia mais triste e marcante desta cidade, o atentado de 11 de setembro de 2001. Enquanto as chamas tomavam conta do local, o desespero das pessoas e as torres gêmeas se sucumbiam, um reconhecer de almas acontecia, eles se olharam intensamente, se reconheceram um no outro e decidiram que a partir dali fariam algo verdadeiramente significativo com suas vidas, capaz de fazer a diferença, de criar um novo olhar para as pessoas no mundo. Jovens, idealistas, cheios de sonhos, foram tocado profundamente por aquele horror, algo dentro de ambos mudou e pelos acasos acabaram se separando, seguindo em frente. Um ano depois eles se reencontram. Mesmo com o distanciamento, foi impossível se esquecerem um do outro e do quanto se conhecerem naquele dia foi importante e transformador. Incapazes de resistirem se entregam a um tipo de amor intenso, voraz, incontrolável, mas existe muito mais além disto, personalidades fortes, espíritos indomáveis, necessidades e inquietações. Sim, o amor nem sempre é tudo, nem sempre rege tudo, nem sempre é o suficiente.

“Parecia que o mundo tinha se fragmentado. Era como se tivéssemos atravessado um espelho estilhaçado e penetrado num espaço despedaçado atrás dele, onde nada fazia sentido. Como se nossos escudos tivessem caído por terra e nossas muralhas estivessem destruídas. Naquele lugar, não havia por que dizer não.”

Não irei entrar em detalhes, mas Lucy e Gabe acabam se separando, cada um seguindo seu caminho, buscando por seus sonhos, tentando acalmar os anseios de seus corações e ao longo destes anos enfrentam muitos encontros e desencontros. Hiatos de silêncio, saudade, questionamentos, o amor ainda existe, forte eu diria, porém inalcançável. Suas escolhas o separam, suas necessidades os afastam, e o inevitável acontece... a vida segue, mesmo que não como se esperava ou desejava.

A LUZ QUE PERDEMOS é muito mais que um romance. Fala sobre a busca desenfreada pela autossatisfação, plenitude, querer viver o melhor dos dois mundos, se esquecendo completamente que a cada escolha uma renúncia, um sacrifício, uma consequência. Aqui nos deparamos com dois jovens que mesmo se amando loucamente, não conseguem abrir mão, encontrar um equilíbrio, e talvez nem devam mesmo. Que ao longo de muitos anos irão se encontrar e desencontrar, sendo confrontados, questionados, mas jamais perdendo a ligação, o sentimento que nutrem um pelo outro. É intenso demais acompanhar essa jornada, se dar conta que o amor realmente não é tudo, existem muitas outras variáveis que nem sempre são compatíveis. Amar nem sempre é o suficiente, porém só quem já amou de verdade sabe o quanto é difícil deixá-lo partir, aceitar suas vontades, torcer por sua felicidade, mesmo que seja com outra pessoa, ou por outros objetivos. E ainda assim, torcer para viver nem se for apenas um minuto ao lado da pessoa amada.

“O amor faz isso. Faz você se sentir invencível e infinito, como se o mundo inteiro estivesse à nossa disposição, tudo pudesse ser conquistado e todo dia fosse repleto de maravilhas. Talvez porque nos abrimos para alguém, nos deixamos penetrar pelo outro. Ou talvez amar seja se doar tão profundamente a outra pessoa que o coração da gente se expande.”

Para a mim a autora quis nos fazer pensar sobre o peso de nossas escolhas, se estamos prontos para lidar com as consequências, se realmente queremos algo tão fortemente que para alcançar aceitaremos abrir mão de todo o resto. É sempre importante lembrar que somos indivíduos, pessoas únicas, seres com vontades e necessidades próprias e que não devemos deixar de correr atrás disto. Que tudo na vida é dosagem, equilíbrio. Que nada é eterno. A vida é uma só, não temos como ensaiar, escrever e reescrever cada um dos nossos dias, apagando o que não gostamos, por isso é importante ter consciência, estar ciente do que se quer e ser feliz. Não espere ser tarde demais para se dar conta de que tudo poderia ser diferente. A certeza nunca existirá, a vida é um eterno, E SE?

“Às vezes, tomamos decisões que achamos corretas, só que, mais tarde, percebemos que eram erros óbvios. Há, porém, algumas escolhas que continuam acertadas mesmo à luz do tempo. A despeito de todo mundo ter me desencorajado, mesmo agora, sabendo o que aconteceu depois (...)”.

Me envolvi com os personagens, com seus dramas e necessitei de mais, precisava de uma cena pós credito, de um epílogo, de algo que me direcionasse, que me desse algo para acalentar o meu coração. É importante ressaltar que isso é algo totalmente pessoal, EU raramente gosto de finais em aberto, que deixam subentendido, que me obriguem a criar o fim. Gosto do ponto final, da certeza. Enfim, somente por essa razão não dei cinco estrelas para a história, porque o final me deixou com o sentimento de OK, mas depois de uma leitura tão maravilhosa, quis um final a altura e não o achei suficiente.

“— Ninguém encontra o que quer se não souber o que procura.”

Não sei se é um livro que todos irão gostar, mas é um que com certeza indico a todos. Inspirador e reflexivo, é uma obra feita para confrontar, cutucar e nos fazer pensar sobre o que verdadeiramente é importante, sobre consequências e vida. Não sei se consegui me fazer entender, ou se entreguei uma resenha confusa, mas foi escrito de coração. Se tiverem a oportunidade LEIAM, se permitam, tenho certeza que algo irá te tocar.

Preciso dizer o quanto essa edição está linda. Capa texturizada, cheia de detalhes, diagramação simples e impecável. Parabéns Editora Arqueiro.

Uma curiosidade: O livro fez tanto sucesso que teve seus direitos adquiridos e será adaptado para o cinema. Aguardando ansiosamente e apreensiva já.

site: http://www.atitudeliteraria.com.br/2018/06/resenha-luz-que-perdemos-jill-santopolo.html
Thamy 10/06/2018minha estante
Cara, é por uma resenha assim q me faz querer ler esse livro pra AGORA, nesse exato momento.. Eu tô namorando esse livro já faz um tempo e eu vi poucas resenhas q eu vi me deixaram em cima do muro, só q o seu me encantou mut. Adorei ?




Lídia Maria - @depoisdaleitura.lm 07/06/2018

[RESENHA]: A Luz que Perdemos - Jill Santopolo
Olá pessoas, tudo bem com vocês? Eu estou ótima e estou super focada nos estudos. Espero que dê muitos resultados. Então, hoje temos uma resenha muito especial. Participei da leitura coletiva do #clubedolivrobh , que escolheu a leitura do livro A luz que Perdemos do gênero romance contemporâneo. Você acredita em amor à primeira vista? Depois que li esse livro, senti que realmente é possível se envolver e nunca mais esquecer tal sentimento.
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Não tínhamos barreiras no dia 7 de setembro. Exibimos logo um para o outro nosso eu profundo. E não possível reverter isso. - Lucy
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Lucy e Gabe são nossos personagens principais. Eles são jovens e se conheceram na faculdade e no mesmo dia, os Estados Unidos – Nova York sofreu um ataque às torres gêmeas, porém em meio ao desastre local, Gabe e Lucy se confortaram em pleno amor.
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O início da história é super rápida, várias coisas acontecem em pouco tempo, a história é narrada por Lucy como se fosse um flash da sua vida.
Após várias cenas de amor, Gabe não se sente completo, ao contrário de Lucy que, está feliz com a vida amorosa e no seu trabalho em Nova York. E, ela sabe que Gabe está distante. Aprendi nessa história que, mesmo que você ame uma pessoa as vezes deixar ir é melhor para ambos. Descobri também que mesmo se você perder uma pessoa amada, sem há formas de amar novamente.
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Recomendo todos a lerem essa história, porque ela me cativou de uma forma que nunca irei esquecê-lo. Cada situação que ocorreu, pode ocorrer comigo ou até mesmo já aconteceu com vocês. Um amor nunca morre. Os lenços que acompanhou o livro faz todo o sentido, são muitas emoções em um único enredo. E vocês já amaram à primeira vista? E, seus primeiros amores já se esqueceram dele ou ainda está escondido aí dentro? .
Até mais!

site: https://www.instagram.com/depoisdaleitura.lm/
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Ana Paula 06/06/2018

Nada é por acaso.... nem o acaso.
Nem todo mundo encontra o verdadeiro amor. Uns se apaixonam muitas vezes ao longo da vida. Vivem experiências únicas com pessoas diferentes. Outros se escondem delas, com medo de se sentirem vulneráveis. Não se entregam de jeito nenhum....Mas poucos tem a sorte de encontrar a alma gemea.
“ Como se o mundo inteiro estivesse a nossa disposição, tudo pudesse ser conquistado e todo dia fosse repleto de maravilhas. Talvez porque nos abrimos para alguém. nos deixamos penetrar pelo outro. Ou talvez amar seja se doar tão profundamente à outra pessoa que o coração da gente se expande.”
Lucy e Gabe eram colegas na faculdade, em um dia que mudaria para sempre a vida eles- e do mundo inteiro- durante a aula foram surpreendidos pelo choque do primeiro avião com as torres gêmeas. Ainda sem saber ao certo do que se tratava e, portanto sem a noção da gravidade dos eventos que se sucederiam, sem sinal nos celulares, sem entender muito a gravidade, ele a convida para ver a cidade do alto de um prédio... Aos poucos as fichas vão caindo....
Em meio à destruição e à morte: a descoberta do amor. Talvez por estarem compartilhando juntos daquele momento histórico, talvez não, aflora entre os dois uma conexão imediata.
Nada é por acaso.... nem o acaso.
O que afinal faz com que as almas se reconheçam? E quando finalmente se reconhecem, o que faz com que não se bastem? Sorte, azar, destino, livre-arbitrio?
Gabe tem a alma livre de um artista. Sonha ser fotógrafo jornalístico internacional e percorrer o mundo fazendo a diferença através da sua lente. Lucy, é uma editora dedicada e um pouco mais pé-no-chão, que sonha em se realizar profissionalmente e ser feliz com ele, seu grande amor. Eles vivem uma linda história juntos ,são felizes e um dia, o desejo de Gabe fala mais alto. Ele parte em busca de seus sonhos, deixando Lucy arrasada e destruída. A vida segue, ela foca na carreira e faz de tudo para esquecer Gabe, ou pelo menos, guardá-lo em algum lugar seguro dentro do coração.
Em uma das muitas tentativas de suas amigas para mantê-la animada, durante um verão, ela conhece Darren. Um cara mais velho, boa pinta.... divertido, persistente, paciente e (principalmente) deixa espaço para que a amizade entre eles se transforme (aos poucos) em algo mais.
Finalmente Lucy consegue se abrir para mais alguém. Darren é o genro que toda a sogra pediu a Deus.... o filho amoroso, o marido dedicado, o amigo querido....Não, ele não é perfeito, ele tem seus defeitos também.... tem uma mania que deixa Lucy bastante incomodada de fazer surpresa.... É que, apesar de entender que essa é a sua forma de amar, Lucy preferia ser consultada....e decidir juntos sobre a cachorra, a casa, a viagem e tudo o mais que envolva a vida a dois. Ele tem listas para tudo: planeja a vida, a casa, a família...o futuro.
Ela gostaria de se sentir especial, como se sentia com Gabe, que sempre volta nas suas lembranças...
Mesmo sem nunca mais terem se encontrado, os dois continuam conectados, como se orbitassem um na vida do outro, mesmo separados por oceanos. Ela vibra a cada conquista dele....ele acompanha o trabalho dela à distancia torcendo sempre. Um dia acontece o reencontro em uma festa da faculdade- ela grávida de sua primeira filha. Mesmo tendo trocado apenas algumas palavras, a eletricidade entre os dois está ali.
Dois filhos depois e no meio de uma crise no casamento, em que ela desconfia que Darren a está traindo, Lucy se encontra com Gabe e finalmente se entrega ao desejo que ambos sentem. Eles passam juntos uma tarde de amor inesquecível...revisitam lugares que só os dois conhecem e, sem promessas, desejam que desta vez pudesse ser diferente para eles. Ele a convida para morar com ele em Jerusalem, ela queria pedir para ele não ir.... que ficasse com ela em Manhatan, mas não pede.
Ao chegar em casa mais tarde naquele mesmo dia, Darren a surpreende mais uma vez. Confessa que a mulher com quem ele vem falando ultimamente ( e motivo da desconfiança dela) é uma corretora de imóveis e que ele comprou a casa onde os dois se conheceram..... num misto de culpa, gratidão, felicidade e....muitas outras coisas, ela se entrega ao marido que ama (também). Neste dia ela engravida de seu terceiro filho.
“A maneira como as pessoas interpretam uma situação muitas vezes revelam mais sobre ela do que sobre a situação em si. Vemos tudo através do filtro dos nossos próprios desejos, arrependimentos, expectativas e temores.”
Dois meses depois, no meio do trabalho- entre um enjoo e outro- ela recebe uma chamada internacional dizendo que Gabe havia sofrido um atentado e estava gravemente ferido.
E a vida então novamente se coloca em perspectiva....
Um livro sensivel que fala sobre o amor, sobre a liberdade e sobre....
algo maior.

Beijos e boa leitura
Ana Paula


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Fabi | @psamoleitura 05/06/2018

{resenha feita no blog PS Amo Leitura}
E se no meio ao caos da sua cidade você encontrasse o amor da sua vida e ele trouxesse toda a luz que você precisava naquele momento: você seria capaz de viver intensamente ou deixaria que o futuro mostrasse o melhor caminho?

Lucy e Gabe se conheceram na faculdade na triste manhã do 11 de Setembro de 2001. Para quem não se recorda deste fato, foi quando dois aviões colidiram com as Torres Gêmeas em Nova York e muitas pessoas morreram.

Tinha tudo para ser a manhã mais triste e marcante na vida de todas as pessoas, principalmente para todos daquela cidade, mas para Lucy e Gabe os eventos marcantes foram além da tragédia: eles queriam que suas vidas tivessem algum significado e fizessem algo importante para mudar o mundo.

Um ano depois, quando eles se reencontram, poderíamos dizer que era o acaso. Mas será mesmo que as coisas acontecem assim¿ Ou será que era algo predestinado a acontecer? E é neste momento que eles percebem que um sentimento avassalador que surge entre eles e deste momento, então, eles não conseguem mais se separar.

Porém, as coisas não são perfeitas... Gabe ainda quer fazer a diferença para o mundo e é por isso que ele vai para uma missão no Oriente Médio como fotojornalista e Lucy continua apenas investindo em sua carreira em Nova York. Será que a distância será capaz de destruir um sentimento como o deles?

Nesses longos anos que seguem, eles se reencontram em alguns momentos. Mesmo cada um tendo uma vida completamente diferente, será que o amor deixou de existir? Qual o impacto do primeiro e verdadeiro amor na vida¿ Será que é possível mudar o rumo e traçar novos caminhos? E é isso que Lucy e Gabe irão representar aos longos dos capítulos.

💭

“A luz que perdemos” é um livro completamente emocionante. Percebemos logo de cara, no primeiro capítulo, que a forma como a autora descreve os acontecimentos, algo bem grande e emocionante nos aguarda no final. E, sem dúvidas, foi algo que partiu meu coração e sem dúvidas vai partir o seu também.

O amor entre Lucy e Gabe é algo intenso, verdadeiro e carregado de sofrimento ao mesmo tempo, pois quando cada um decidiu seguir sua vida de determinada maneira, eles abriram mão naquele momento do amor sem pensar que no que aconteceria no futuro. Porém, é perceptível em cada capítulo o quanto aquele amor está presente na vida deles, principalmente de Lucy que é nossa protagonista principal.

O impacto que o livro traz é sobre o poder do primeiro amor e como fazemos sacrifícios em nome deste amor, dos nossos sonhos e traz uma enorme reflexão. Você faria tudo em nome do amor? Até aonde você seria capaz de ir em nome deste amor? São perguntas difíceis de responder. Acredito que tudo depende do momento no qual vivemos, assim como foi o caso dos personagens, mas também acredito que não devemos deixar tanto tempo passar, pois depois pode ser tarde demais.

Gostei muito da escrita da Jill Santopolo, ainda mais que os capítulos são pequenos e tem uma narrativa simples. Mas preciso confessar que achei um pouco demorado o desenrolar da história para realmente saber o que aconteceu no final e praticamente foi uma bomba que explodiu com diversas informações e acontecimentos. Queria que a autora tivesse explorado um pouco mais o casal e não ficado em muitos momentos apenas com as lembranças. De qualquer forma, isso não muda o fato do livro ter uma grande carga emocional.

Dois amores. Duas vidas. Uma escolha. Um destino. A vida do casal depende apenas de uma escolha. A escolha que será capaz de mudar a vida de ambos para sempre. Conheçam essa emocionante história e vivam intensamente a saudade, o amor e tudo que apenas Lucy e Gabe é capaz de proporcionar.

site: http://psamoleitura.blogspot.com/2018/05/resenha-a-luz-que-perdemos.html
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Paraíso das Ideias 05/06/2018

Uma história linda e quase real
Logo de cara, a capa me ganhou, achei chamativa e bem trabalhada, a sinopse me fez pensar em um romance doce, daqueles que aquecem o coração, mas quando iniciei a leitura, nos primeiros minutos me senti perdida, e quando enfim me achei... fiquei sem ar.

"(...) Há algo na morte que faz as pessoas desejarem viver. Nós queríamos viver naquele dia, e não nos culpo por isso. Não mais."

Em a luz que perdemos vamos conhecer Lucy e Gabriel, dois jovens que se conhecem na época da faculdade em um dos momentos que marcaram a história dos EUA, no fatídico 11 de Setembro.

Eles se conheceram no dia do atentado que chocou o mundo, mas ao invés de apenas cruzarem os braços e aceitarem a desgraça que assolou a sociedade em que eles viviam, eles resolveram erguer a cabeça e fazer algo memorável, se tornar a diferença no mundo, fazer a diferença para as pessoas.

Então um romance desponta entre os dois, mas o destino os afasta logo de cara fazendo com que reste apenas lembranças, um tempo se passa e eles se encontram novamente, agora mais maduros, mas ainda longe de serem aquilo que prometeram um ao outro.

Quando Gabe alcança seu objetivo e resolve enfim seguir sua carreira, esse sonho só pode ser realizado à distância, e assim começam as escolhas de nossos personagens.

"(...) Toda vez que encontro você, o mundo está aos pedaços."

A Luz que perdemos é narrado em primeira pessoa, e é através dos olhos de Lucy, que conheceremos e acompanharemos esse amor que se manteve vivo por 13 anos, independente dos obstáculos e dos rumos que os protagonistas seguiram.

Não dá pra falar muito do enredo sem relatar coisas importantes, porque cada segundo, cada encontro e cada memória aqui são muito importantes. Jill criou uma história que apesar de lembrar livros como Nós Dois, Simplesmente Acontece, Novembro 9, entre outros que possuem essa trama onde os personagens se encontram várias vezes, aqui nada é o que parece, ao começar pela narrativa. Lucy não está relatando sua história para um desconhecido, ela fala com Gabe, e ao decorrer das páginas o leitor vai ficando cada vez mais curioso sobre essa interação, e aos poucos vai se atualizando dos acontecimentos que afastaram esse casal.

A Luz que Perdemos é um livro que fala de amor, não o amor egoísta, aquele que prende e que mantém por perto, mas aquele que liberta, que aceita as diferenças e apoia os sonhos, um amor que ultrapassa a barreira do tempo e que perpetua na alma até o fim.

"Às vezes, dias comuns se transformam em dias extraordinários quando menos se espera."

Esse livro é daqueles que te faz refletir sobre a vida, te faz olhar o parceiro e analisar o "e se", mas na verdade te faz notar que alguns "e se" são perigosos, e que mais vale amar, mesmo que a distância do que nunca ter amado.

Um livro de escrita leve e contemplativa, a escrita da autora te prende não só por sua leveza, mas também pela perspicácia com que os acontecimentos vão se desenrolando, mantendo o leitor preso a cada página e com sede de final feliz.

Uma leitura que super indico, para quem romances, histórias que nos fazem refletir e abrir os olhos para algumas coisas da vida real. A luz que perdemos te fará enxergar o amor com outro olhos.

site: http://www.paraisodasideias.com
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Caverna 04/06/2018

*secando as lágrimas e respirando fundo antes de começar a escrever a resenha*

Lucy e Gabe se conheceram em 11 de setembro de 2001 durante uma aula na faculdade. O mesmo dia trágico que marcou a vida de muitas pessoas pela dor da perda, marcou a vida de Lucy e Gabe com o que viria a ser um amor que transcendia o tempo.

Na ocasião em que se conheceram, devido à toda a comoção e os sentimentos únicos relacionados ao atentado, Lucy e Gabe se beijaram. Embora soubessem pouco um do outro, era como se eles se conhecessem desde sempre. Pouco depois, Gabe recebe uma mensagem da ex-namorada e, mesmo preferindo ficar com Lucy, pede desculpas e vai ao seu encontro. Lucy não tinha esperanças de um relacionamento com Gabe, então descobrir que ele reatara com a ex-namorada não fora uma surpresa, mas lá no fundo, Lucy sabia que nunca mais alguém mexeria com ela como Gabe.

Alguns anos depois, enquanto comemorava seu aniversário de 23 anos com as amigas, Lucy reencontra Gabe. Agora, os dois livres, sem impedimentos, entram num relacionamento firme que embora tenha durado poucos meses, o sentimento perduraria pelo resto da vida.

Lucy e Gabe se amavam loucamente. Seu vínculo era algo único, o tipo de amor que poucos conseguem ter a sorte de experimentar. O problema é que Gabe era sonhador e não punha limites para alcançá-los. Ele abandonaria Lucy para conquistar seus desejos profissionais, e é isso o que faz. Seu amor por Lucy era imensurável, mas seu trabalho infelizmente vinha em primeiro lugar. Gabe não era perfeito, mas tampouco Lucy era, e ela aprendeu a amá-lo de tal forma: com todos os seus defeitos e suas qualidades.

Por meses, Lucy ficou devastada. Havia perdido o verdadeiro amor, e se perguntava se um dia seria capaz de amar novamente. É quando, então, ela conhece Darren, o homem doce, carinhoso e paciente que não se parece nem um pouco com Gabe, mas que vai a divertir, a fazer sorrir mais uma vez, e perceber que pode, sim, ser feliz.

Mas será que sua história com Gabe havia chegado mesmo ao fim? Será que um dia ela conseguiria esquecê-lo? E Gabe, teria seu sonho realizado, ou se arrependeria pelo amor e pelos momentos que perdera ao lado de Lucy? As coisas acontecem por um motivo, afinal?

O destino vai mostrar em A luz que perdemos como amar pode ser sofredor e doloroso, mas como também pode ser resplandecente, fortalecedor e capaz de mudar tudo.

Confesso que estou até desnorteada depois de terminar esse livro e não sei por onde começar a discorrer sobre a história. Vamos deixar a emoção acalmar um pouco e falar da edição.

A obra é narrada em primeira pessoa pela Lucy e dividida em capítulos pequenos e bem objetivos. O diferencial é que Lucy conta a história como se estivesse conversando com Gabe. Ela se refere diretamente a ele como “você”, o que torna o relato muito mais pessoal. A escrita da autora é extraordinária, muito bem articulada e envolvente, com frases marcantes que levam à reflexão e que tocam o leitor.

O único aspecto que me incomodou, e que foi o grande motivo que me fez dar nota 4, foi a enrolação. Embora os capítulos possuam tal característica objetiva, o número de capítulos é grande, e Lucy passa muito tempo contando sobre sua relação com Darren e os eventos que a faziam se lembrar de Gabe. Creio que a intenção da autora tenha sido deixar claro como Gabe sempre esteve presente em sua vida, mesmo distante fisicamente, e como Lucy nunca deixou de amá-lo, por mais que também amasse Darren, mas em determinada parte essa estratégia se torna cansativa, e dá vontade de pular logo pro final e descobrir qual será o desfecho de Lucy e Gabe.

O amor dos dois é tão crível e palpável que a dor de Lucy a cada encontro com Gabe se torna a nossa dor. A obra fala sobre desencontros, mas é muito mais do que isso. É sobre perda, superação, felicidade, a construção de uma família, os valores de um relacionamento, felicidade, tristeza, e acho que acima de tudo, arrependimento. É como aquele famoso ditado “Se arrependimento matasse....”. Mas nunca vamos saber se não arriscarmos, não é? Tudo na vida é escolha. Se vamos para a direita ou para a esquerda. Se vamos cursar faculdade de uma área ou de outra. Se chegamos na pessoa que temos interesse ou não. Existe um constante “e se” que nunca descobriremos, e isso é o que mais machuca no livro. Ver como as coisas poderiam ter sido diferentes, mas eles não tinham como adivinhar isso na época em que eram jovens.

E o final... Meu senhor Jesus! Tudo bem, admito que chorei durante 90% do livro, mas isso porque sou manteiga derretida e por um motivo muito mais pessoal, o que significa que é provável que o mesmo não aconteça com você que está lendo a resenha. Ou pode ser que sim, já que creio que todos nós já tivemos ao menos uma pessoa que amamos e que pensamos nela ainda com carinho. Não chorava assim desde Como eu era antes de você. Gosto de uma sofrência, né não? Falou em drama romântico, to dentro.

Enfim, deixando o melancolismo e o masoquismo de lado, A luz que perdemos por si só já possui um título forte que promete abalar as estruturas. A capa também é linda, e é impossível não se emocionar com a história repleta de desencontros de Lucy e Gabe. Um livro que não apenas comove, mas também ensina e te faz pensar sobre a vida, sobre as decisões tomadas e sobre as pessoas que temos do lado. A mensagem transmitida com o final é extremamente bela, e só posso finalizar essa resenha cheia de elogios dizendo à vocês para viverem logo com Lucy e Gabe esse amor grandioso.


site: http://caverna-literaria.blogspot.com/2018/06/a-luz-que-perdemos.html
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Leninha Sempre Romântica 03/06/2018

Sabe aquelas histórias que tiram a gente completamente dos eixos? Que de tão intensa acaba ficando impregnada na memória e de certa maneira, na alma da gente?! Que enche nossas cabeças com perguntas e nos leva a questionar nossas atitudes e ações, e como cada uma dessas ações nos trouxe ao agora, a como estamos hoje?! A Luz que perdemos é uma dessas histórias.

Um livro que mexe profundamente com nosso psicológico, que nos tira da zona de conforto e nos remete a uma série de porquês que até agora to aqui desorientada. Sim, eu estou em depressão pós leitura e me recuso a ler outro livro por pelo menos três dias, para me recuperar.

Conhecemos aqui Lucy e Gabe, e sua história começa num dia marcante, o 11 de Setembro de 2001, na queda do World Trade Center. Naquele momento trágico eles se conhecem e se reconhecem, são levados a pensar na fragilidade da vida e no que poderiam fazer para mudar o mundo, ou pelo menos tentar melhorá-lo. Aquele primeiro encontro, o primeiro beijo, os marcou para a vida inteira. E mesmo depois de um período separados eles se reencontraram e deixaram fluir as emoções e sensações existentes entre eles.

Lucy se sente realizada no emprego que conquistou para si, já Gabe não está tão feliz assim, ele tem sonhos, e quer dar asas a eles, sem se sentir obrigado ou preso a nada, nem ninguém, e isso inclui Lucy.

Em vários momentos me coloquei no lugar de Lucy ao me imaginar largando tudo pelos sonhos de outra pessoa, não sei se seria tão desprendida assim. Já no lugar de Gabe pude sentir que mesmo ele tendo agido de um modo um pouco egoísta eu também não deixaria de sonhar e realizar meus sonhos por causa de outra pessoa, mesmo que essa pessoa fosse o amor da minha vida. Eles traçaram caminhos diferentes, mas o destino sempre os colocava frente a frente, e nesses momentos cada um punha na balança os pós e contras de suas decisões.

Com certeza essa é uma história que merece ser lida, relida e pensada. Eu realmente ainda me sinto presa aos personagens, e ao término da leitura queria abraçá-los, confortá-los, chorar junto. Caramba, e como chorei no final da história, tanto que tive dor de cabeça.

Lucy e Gabe deixam uma lição de vida, e questões que ainda fervilham em minha mente. Até onde o estar junto é necessário para se amar intensamente?! O primeiro amor é único, ou podemos amar outra pessoa com a mesma intensidade?! A família é a base de tudo ou podemos nos desprender dela para sermos felizes, mesmo que de maneira incompleta?!

Questões complexas e bem difíceis, mas que elevam o enredo ao clímax mais inesperado e dilacerante. Eu amei cada página e com certeza lerei esse livro mais uma vez em algum momento da minha vida. Sem falar que recomendo a leitura com afinco.
Prepare os lencinhos e se deixe envolver nessa história que com certeza deixará marcas em cada leitor.

site: http://www.sempreromantica.com.br/2018/05/a-luz-que-perdemos-jill-santopolo.html
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Mari Siqueira 01/06/2018

Uma leitura emocionante, A Luz Que Perdemos me deixou devastada. Jill Santopolo construiu uma história de amor em meio à maior tragédia que os Estados Unidos já viveram e deixou que a vida a fizesse desmoronar. Com lágrimas nos olhos, escrevo essa resenha com o resto de luz que me sobrou.



O atentado terrorista ao World Trade Center mudou a vida de todos nós, o medo, a insegurança, a desconfiança, a urgência de viver e a vontade de fazer a diferença mudaram a forma como encaramos o mundo. Perceber a fragilidade da vida dá a ela um sentido completamente diferente.



Gabe e Lucy estavam juntos quando os prédios desabaram e construíram naquele momento um amor que duraria a vida toda. Os planos deles, no entanto, os levariam para lugares diferentes. Gabe decidiu ser fotojornalista no Oriente Médio enquanto Lucy fez sua carreira nos Estados Unidos com animações infantis.



Nenhum dos dois quer - e pode - abrir mão dos seus sonhos e acabam, por isso, abrindo mão um do outro. Utilizando como inspiração Robert Frost, Jill Santopolo nos faz pensar sobre "a estrada que não pegamos", um caminho que teria nos levado a um destino completamente diferente e desconhecido.



Ainda que distantes, os dois conversam esporadicamente e mantém acesa a luz que criaram tantos anos atrás. Acompanhamos por meio dessa história narrada por Lucy o impacto que seu primeiro amor causou em sua vida e as consequências de tudo o que aconteceu entre eles. Nem sempre conseguimos esquecer o que nos marcou profundamente. A vida segue, mas o amor permanece.



Nem sempre podemos controlar os rumos que nossas vidas tomam, dois prédios desabaram e ninguém pôde evitar. Assim é a vida, duas histórias podem estar ligadas e destinadas a terminarem juntas até que algo colide com elas e faz com que tudo acabe. No lugar do WTC, Nova York construiu um memorial ao que antes existia, nossos corações são repletos de memoriais aos amores que vivemos.



site: http://instagram.com/sobreamorelivros
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Jéssica Spuzzillo @pintandoasletras 01/06/2018

Duas vidas. Dois amores. Uma escolha.
Essa história é contada a partir da perspectiva de Lucy e o formato lembrou muito uma carta. Ela e Gabe se conheceram na faculdade na manhã do dia 11 de setembro de 2011, quando os aviões colidiram com as Torres Gêmeas.

Eles acabam se envolvendo e logo após se afastam. Um ano depois eles se reencontram de forma inesperada e engatam num romance intenso e cheio de paixão. Só que algumas escolhas o separaram, Gabe vai atrás do seu sonho e viaja para o Oriente Médio para trabalhar como fotojornalista e Lucy decide ficar em Nova York para cuidar da sua carreira.

Nos treze anos seguintes, eles acabam se encontrando e se afastando por diversas vezes. Gabe continua viajando atrás dos seus sonhos e Lucy acaba se casando com um ótimo partido o Darren, porém seus pensamentos sempre acabam voltando para o seu primeiro amor.

Embora soubesse que esse era um romance de estreia, eu tinha expectativas muito altas e infelizmente me senti um pouco decepcionada. Eu tive muitos problemas com as escolhas que os personagens principais fizeram. Outro fato que me incomodou bastante foi à autora ter começado esse romance durante uma das maiores tragédias da história americana, achei de muito mau gosto.

Eu senti uma mistura de emoções, raiva, tristeza, angustia e frustação. Lucy é egocêntrica, imprudente e imatura e um disco quebrado que não muda nunca e o mesmo acontece com Gabe, ou seja, eles são perfeitos um para o outro.

Se você me perguntasse se eu leria algo dessa autora novamente a resposta é sim! Seu estilo de escrita é muito interessante e apesar de não ter amado o livro fiquei vidrada e não consegui parar de ler até o final. Sem contar que conseguimos tirar boas lições dessa história, a vida é isso, são as escolhas que fazemos e os erros que podem acontecer a partir delas. Ninguém é perfeito, estamos longe disso.

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Michelle Trevisani 30/05/2018

Um romance intenso
Oi Oi gente! Tudo bem? Vamos de resenha de lançamento? Esse aqui é uma ótima indicação para quem gosta de um romance intenso e com uma pitada de drama. Assim que coloquei a mão no livro "A luz que perdemos" fiquei encantada. Ele está com uma textura muito diferente da maioria dos livros. A capa é tipo plástica, não sei explicar. Um diferencial que na minha opinião me deixou ainda mais curiosa com o conteúdo. Quem não se apaixona por um projeto gráfico diferente né mores? Esse cuidado com a capa é o ponto alto dessa belezinha, que também não perde no conteúdo.
Você está preparado (a) para viver um romance intenso? Se sim, você precisa conhecer a história de Lucy e Gabe. Os dois se conheceram como muitos casais que tem suas vidas modificadas pelo amor na faculdade. E juntos talvez eles tenham vivido uma das piores imagens que os norte Americanos guardam na memória: o ataque às Torres Gêmeas e o atentado ã Nova York no 11 de Setembro de 2001. Acontece que nesse dia, quando a cidade ardia em dor, foi o dia que Lucy e Gabe escolheram para dar seu primeiro beijo. Aquele que marcaria para sempre Lucy, que marcaria para sempre Gabe. Sim, havia muito sofrimento. Mas talvez esse sofrimento tenha despertado em ambos a necessidade de viver e viver sem pestanejar. O que Lucy não sabia era que Gabe tinha recém separado de sua última namorada, e que resolvera voltar porque ela estava bem.

É difícil entender essas coisas, quando se sente uma química muito forte. Mas Lucy tentou esquecer. Tentou muito, mas aquele beijo, as palavras que ela e Gabe trocaram naquele dia, foram muito fortes para serem esquecidas.


Lucy vê talvez uma saída para esse amor que ficou contido quando Gabe se separa novamente de sua namorada e está sozinho novamente. Lucy e Gabe então voltam a ficar juntos e vivem o que podemos chamar de amor em chamas. Juntos eles são invencíveis. O romance dos dois é intenso, tórrido, avassalador. E Lucy se entrega de corpo e alma.
Mas o 11 de Setembro parece ter modificado os dois de mais de uma maneira. Eles sentem que precisam fazer algo pelo mundo. E Lucy está fazendo a diferença como produtora de seriados infantis, usando sua inteligência para criar algo novo e que agregue valor ao mundo infantil. E Gabe com sua paixão pela fotografia acredita que a cidade de Nova York seja pequena demais para os seus sonhos gigantes. Nenhum dos dois está disposto a abrir mão de seus sonhos. Então restou a difícil tarefa de abrir mão do amor que sentem um pelo outro.

Mas é possível? Deixar que o amor morra assim, quando a gente resolve se separar? Lucy vai fazer de tudo para esquecer Gabe, afinal a fotografia foi muito mais importante que o sentimento que nutriam um pelo outro. E se ele estava disposto a arriscar a vida tirando fotos do Afeganistão ou no raio que o parta do Oriente Médio, Lucy também não estava disposta a abrir mão dos seus sonhos sólidos para uma loucura que seria a vida de Gabe.

13 anos se passam, desde que resolveram se separar. E durante esses treze anos, os dois vivem uma odisseia de sentimentos. Lucy está em um outro relacionamento, muito sólido inclusive, com Darren, um homem confiável e que a ama muito. Mas parece que a vida dela e de Gabe vive a colidir.


Será que Lucy irá conseguir se afastar toda vez que Gabe surge novamente em sua vida? Como deixamos de amar alguém que nos viver viver tão intensamente. Como apagar alguém que foi luz em sua vida, mesmo que por pouco tempo? E esse emaranhado de sentimentos destes três personagens que vamos acompanhar no decorrer do livro e sofrer junto, e torcer, e aprender que alguns sentimentos são realmente involuntário e que pedem passagem à cavalo dentro do nosso peito.

Leia o restante da resenha no meu blog >> LIVRO DOCE LIVRO.

site: https://meulivrodocelivro.blogspot.com/2018/05/resenha-luz-que-perdemos-de-jill.html
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Ludy 28/05/2018

Escolhas
A luz que perdemos - Jill Santopolo.
272 páginas/Arqueiro.


"Você me ensinou a buscar a beleza. Em meio às ruínas e à escuridão, você sempre encontrou a luz."

O dia 11/09/2001 mudou para sempre a vida de Lucy e Gabe.
Enquanto as torres gêmeas ruiam, a vida deles se entrelaçavam.
Esse acontecimento despertou em ambos a vontade de fazer a diferença no mundo.
Nos 13 anos a seguir, acompanhamos a relação de Lucy e Gabe.
Seus encontros e reencontros, suas idas e partidas.

Me senti uma intrusa ao fazer esta leitura; Lucy conta a história em tempo passado para o Gabe, com muita intimidade e sensibilidade ela relata nos mínimos detalhes desde o 1° momento em que se olharam até os dias atuais.
Conheci o início dessa amizade que se tornou amor, me entristeci com o fim dessa relação e acompanhei ambos seguindo em frente e realizando seus sonhos.

Gostei muito do enredo e amei a escrita da Jill - fluida, sensível, poética...
Mas em diversos momentos me senti incomodada com certas atitudes das personagens.
Gabe é um rapaz intenso; ele não trata os sonhos da Lucy como descartáveis, mas também não a coloca em 1° lugar.
Lucy é um tanto egoísta e totalmente aversa a surpresas.
E tem Darren (sim, é um triângulo amoroso) que é um cara bacana; mas ele é machista e... ele não me conquistou, apesar de aparentar ser bonzinho.
São personagens imperfeitos, que falham e que podemos nos identificar com facilidade.

Fiquei muito empolgada com o início da leitura. Então, Gabe parte o coração da Lucy - e o meu - e decide ir atrás do seu sonho, que é fazer a diferença com suas fotos.
Depois que eles se separam a leitura perde o encanto.
Achei o relacionamento com Darren forçado.
Mas os reencontros são fascinantes.

Durante toda narrativa pude perceber que algo aconteceu, mas é só no final que isso é revelado.
Fiquei curiosa para saber quem Lucy escolheria: o amor sólido ou o amor empolgante.

A luz que perdemos é um romance emocionante que vai te fazer refletir sobre suas escolhas; o destino pode agir, mas é você quem decide.

"O amor faz isso. Faz você se sentir invencível e infinito, como se o mundo inteiro estivesse à nossa disposição..."

#resenhaemalgumlugar

site: @emalgumlugarnoslivros
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De Olivato - @olivatobooks 26/05/2018

Drama com tapa na cara do leitor
Este livro nos conta a história de Lucy que conheceu Gabe no dia 11 de setembro de 2001 enquanto os dois estavam na faculdade. Ao descobrirem o que tinha acontecido com as Torres Gêmeas, os dois decidiram que queriam fazer algo que fizesse a diferença no mundo.

Infelizmente, o “destino” não quis que os dois ficassem juntos naquele momento, pois Gabe tinha assuntos inacabados com outra pessoa. Um ano se passa e os dois se encontram novamente no aniversário de Lucy enquanto ela comemorava a data com as amigas.

O romance começa a florescer entre eles, duas pessoas que não poderiam ser mais iguais, acreditam que os sonhos não são descartáveis, porém, o “destino” novamente os afasta ao surgir uma oportunidade para Gabe se tornar um fotojornalista no Oriente Médio – a carreira da Lucy está acontecendo nos Estados Unidos.

Sem acreditar que pode novamente encontrar um amor que a arrebate como tinha acontecido com Gabe, Lucy vive cada dia pensando nas decisões que separaram os dois. Algum tempo depois, ela acaba conhecendo o Darren e começa a se relacionar com ele, mesmo não sentindo o amor ardente que sentia por Gabe, Lucy está feliz.

Apesar de raramente se verem, Gabe nunca deixou o coração de Lucy e ela fica procurando notícias para saber como está a vida e a carreira dele, os dois acabam trocando e-mails de vez em quando, até que o “destino” resolve brincar novamente com eles.

Eu adorei muito a escrita desse livro, são retratadas várias formas de amor e isso foi incrível de se ler, mas eu não me simpatizei muito por nenhum dos dois rapazes – são personagens humanos, ou seja, eles têm defeitos – e não gostei do modo que Lucy agiu estando em outro namoro. Como você se sentiria se descobrisse que seu parceiro ainda troca e-mail com o ex? Confesso que não chorei ao ler o livro, mas senti um grande bolo na minha garganta, se preparem.

No Skoob, eu dei 4 estrelas e recomendo para quem gosta de um romance com drama e vários momentos que te dão tapa na cara para vida.

site: https://www.instagram.com/p/BjIJImrnqpR/?taken-by=olivatobooks
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Carol 25/05/2018

Destino ou escolha?
"Você me ensinou a buscar a beleza. Em meio às ruínas e à escuridão, você sempre encontrou a luz."

Tudo começa num fatídico dia, 11 de setembro. É assim que Lucy e Gabe se conhecem na faculdade. Desde o primeiro encontro a ligação entre os dois é fortíssima, mas desde o primeiro uma coisa também acontece na vida dos dois: são ligados e separados constantemente.
O destino pode ter os unido várias vezes, porém sempre teimava em separá-los e ao longo dos anos, após o fim do relacionamento, Lucy e Gabe seguem suas vidas, ela se casa e constrói um relacionamento seguro, enquanto ele viaja o mundo na profissão que sonhou, mas mesmo separados por um oceano de distância e por vidas completamente diferentes o coração dos dois sempre foi o mesmo. Porém chega um momento em que Lucy começa a se questionar sobre as escolhas que ambos fizeram e resultaram na vida que levam hoje, afinal como uma luz assim tão forte pode se perder?

Será difícil resenhar esse livro, pois há tempos não lia uma obra que mexesse tantos com os meus sentimentos, e foi isso que "A luz que perdemos" da autora Jill Santopolo fez comigo.
Lucy, Gabe e Darren... Personagens controversos e que estão despertando diferentes opiniões nos leitores. Não consegui desgostar de nenhum deles, pois a cada página que lia só conseguia enxergar humanidade em cada um: uma esposa que não consegue esquecer o grande amor da sua vida, mas ama o seu marido, um marido dedicado, com alguns defeitos, mas muitas qualidades e um jovem sonhador, que quer mudar o mundo e não quer ser esquecido pelo amor do passado.
Os defeitos dos personagens resultaram numa leitura maravilhosa, questionadora e que fez com que eu mudasse a minha visão sobre várias coisas.
As escolhas desses três personagem os levam aonde estão e nos mostra que muitas vezes na vida fazemos escolhas impensadas e não pensamos em como nossa vida estará daqui 13 anos, teríamos feito diferente se soubéssemos o que o futuro nos reserva?
Gostaria que o final tivesse mais explicações, porém mesmo assim foi um livro que me fez chorar e que guardarei com carinho no coração.

site: www.nossaressacaliteraria.com.br
Paula Danielly 25/05/2018minha estante
Amei esse livro




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