A Luz Que Perdemos

A Luz Que Perdemos Jill Santopolo


Compartilhe


Resenhas - A Luz Que Perdemos


67 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5


umalivraria 08/10/2018

Resenha @umalivraria - #resenhasdaelay
❝Você me ensinou a buscar a beleza. Em meio às ruínas e à escuridão, você sempre encontrou a luz. Não sei que beleza, que luz vou encontrar aqui. Mas vou tentar. Por você. Porque sei que faria o mesmo por mim. Havia tanta beleza em nossa vida juntos... talvez seja por aí que devo começar.❞

O que você estava fazendo em 11 de setembro de 2001 - quando uma série de ataques terroristas contra os Estados Unidos acontecia, incluindo a destruição do complexo de edifícios World Trade Center e desabamento das “Torres Gêmeas”?

Algumas pessoas achavam que o mundo estava acabando. Outras não sabiam, ao menos, o que estava acontecendo. É difícil saber o que faríamos no lugar de quem presenciou tudo, mas a certeza é que as marcas ficaram para sempre em todas elas.

Lucy e Gabe estudavam na mesma faculdade e por este fatídico dia se conheceram. Após um breve diálogo e com toda a confusão que estava acontecendo, os dois se beijam no topo de um prédio, com vista exclusiva do caos de Manhattan após os ataques.

O romance é tão repentino, a química dos dois é tão forte que você não se dá conta. Quem realmente são esses dois? O que eles fazem?

Jill Santopolo foi genial ao jogar o leitor, literalmente, de paraquedas na história. É, foi exatamente assim que me senti ao ler “A luz que perdemos”. Durante os primeiros capítulos não há como respirar, a urgência do casal e a forma que eles se tratam, nos faz desejar que nada daquilo termine.

Só que existem barreiras em nossas vidas, conseqüências de nossas escolhas ou da falta delas, é assim que percebemos que Lucy e Gabe talvez não sejam perfeitos um para o outro.

A mensagem mais bonita dessa obra - além de sempre buscar a beleza nos momentos mais tristes – é que sempre vamos ter pessoas marcantes na vida, mas as vezes devemos deixá-las ir e seguir. Isso não é um sinal que vamos esquecê-las ou deixar de amá-las, mas é um novo recomeço.

Por fim, o livro é um poema. Leiam, é absurdamente especial o que Jill escreveu nessas páginas.



site: https://www.instagram.com/umalivraria/
comentários(0)comente



Amanda Thais 04/10/2018

Não é fácil escolher, mas é preciso aprender a escolher aquilo que é sinal de amor e de vida.
Na vida real, tem pessoas assim, que só complicam as coisas.
Foi uma leitura rápida e envolvente.
comentários(0)comente



Nath Nakaishi 03/10/2018

Como as vezes as coisas da vida tem tudo para dar certo, mas não dão.
Esse livro conta a história de fatos da vida. Como as vezes as coisas tem tudo para dar certo, mas não dão... porque não queremos.

Eu sinto que esse livro é uma crescente de tristeza. Para começar eles se conhecem no 11 de setembro. Cada vez que você pensa que a história não pode ser mais melancólica do que já é, você se dá conta de que estava errada.
E o final? O ápice da tristeza.

Eu não gosto de livros tristes porque a leitura é meu refúgio para os problemas e não quero ficar triste no meu escape. Por isso gosto de aventuras e romances.

O livro é muito bem escrito, as personagens são cativantes e eu vou levar alguns conceitos para o resto da minha vida. Exemplo: não devemos tratar sonhos como descartáveis, devemos lutar e transformar sonhos em realidade.

O perfil dos personagens é muito extremo, o Gabe é criativo e aventureiro e aparentemente consegue ser nada além disso. Na mesma proporção em que Darren é calculista e detalhista.
Será que não dá para ser um pouquinho de cada coisa? Ser flexível nesse caso resultaria em descartar os sonhos pessoais? Será que vale mais a pena realizar o seu sonho ou adaptá-lo? O que te faria mais feliz? Acabei o livro e ainda não sei as respostas, só sei que deu bad total e espero não ler outro livro nesse tom tão cedo.
comentários(0)comente



Dri F. @viajecomlivros 26/09/2018

Lucy e Gabe se conhecem na manhã do 11 de setembro, e os acontecimentos daquele dia fazem com que eles decidam que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo.
Treze anos se seguem e eles se encontram e se afastam, sempre se perguntando se escolheram o melhor caminho, fazendo novas escolhas e abrindo mão de outras.
.
.
Essa foi uma história que me fez pensar muito quando terminou.
A história me prendeu. É muito bem escrita e lembra o livro Um dia.
O que achei mais interessante foi justamente essa questão de saber até onde nossas escolhas mudam nosso destino. Até onde temos livre arbítrio ou somos vítimas do destino, e se as coisas seriam exatamente assim se fizéssemos uma escolha diferente. E como seria a vida de cada um se fizesse outra escolha. O assunto para fazer a gente pensar né hehe.
É muito bacana que a cada reencontro dos dois, novas escolhas são feitas e sempre existem o ?e se? caso outro caminho tivesse sido escolhido.
Como tudo, ou quase tudo é sempre gerado em cima de nossas escolhas.
.
.
.
Houveram coisas que amei, outras que não gostei tanto, mas de modo geral é uma narrativa muito gostosa de ser lida. Vemos tudo que aconteceu através da narração de Lucy, do seu ponto de vista.
Do meio para o fim, já fica meio claro o que está acontecendo então não é muito surprendente. Mas só achei que o fim poderia ter sido mais detalhado, acho que ficou um pouco em aberto o que aconteceu depois das ultimas escolhas com alguns personagens e eu fiquei muuuito curiosa para saber quais seriam as escolhas finais.
Mas realmente recomendo, é um livro lindo e emocionante em muitos momentos ??
.
.
?Há algo na morte que faz as pessoas desejarem viver. Nós queríamos viver naquele dia, e não nos culpo por isso.?
?Percebi a tristeza em seus olhos, a solidão. E tive vontade de consertar aquilo, de ser seu unguento, seu curativo, sua salvação.?
.
.
.
.

site: instagram @viajecomlivros
comentários(0)comente



Isabella.Tedeschi 21/09/2018

uma leitura extremamente sensível. comecei a ler porque o tema da história me trouxe curiosidade: a necessidade que temos de muitas vezes abrir mão do amor por outras oportunidades.
no início, não estava tão animada. achei os personagens intensos, e isso achei bom, porém o romance leva uma carga de drama bem forte - e acho que não estou tão entusiasmada com drama de amor ultimamente.
mas a autora tem uma escrita tão gostosa que me fez continuar. outro motivo pelo qual não parei de ler foi que a história é narrada em primeira pessoa, contudo a personagem principal narra tudo literalmente contando, dizendo a história para outra pessoa.
a escritora conseguiu desempenhar uma evolução para os personagens incrivelmentente bem. em especial para o Gabe. nos primórdios não gostei dele, o achei chato e ?pensador? demais, entretanto ao longo do romance acabei o adorando, e torcendo para que eles ficassem juntos.
confesso que o final eu previ. parecia-me óbvio que fosse acontecer o que aconteceu, pelo foco que a narrativa estava levando, o que, por incrível que pareça, não fez com que eu não gostasse do desfecho.
em resumo, é um livro para se pensar. para refletir sobre muito. acredito que não seja um dos melhores romances que da li na vida, de fato, não. toda via é um livro que sei que me marcou muito e me acompanhará sempre com suas referências.
comentários(0)comente



Abooksart 16/09/2018

Esplêndido.
Essa leitura é avassaladora! Não tinha imaginado amar esse livro tanto quanto amei.
A história de Lucy e Gabe é maravilhosa, com altos e baixos e uma paixão que não se esvai.
Devo confessar que chorei, que refleti e que me apaixonei durante a leitura. Espero que a maioria dos que leram esse livro ou que estão lendo sintam isso, porque eu estou no chão.
comentários(0)comente



Jessica Correa - Blog Modernagem 11/09/2018

Uma maravilhosa oportunidade para refletir sobre a vida, o destino e nossas escolhas
Nele conhecemos Lucy e Gabe, dois personagens cativantes, intensos e loucamente apaixonados.

O atentado as Torres Gêmeas foi um marco em suas vidas, não só por se conhecerem, mas por determinarem que seriam pessoas cada vez melhores.

O único problema é que cada um escolheu um caminho diferente para realizar esse desejo: enquanto ela quer mudar o mundo com desenhos infantis, ele quer se arriscar em guerras para fotografar a realidade do oriente médio.

A escolha de seguir seus sonhos acaba separando o casal, dando início a uma jornada repleta de expectativas, incertezas, medos e muito amor.

Ao longo da obra somos apresentados a acontecimentos que unem e separam o casal ao longo dos anos – ligações, almoços, festas de faculdade e enterros - fazendo com que os sentimentos que eles têm um pelo outros permaneçam vivos, mesmos estando com outras pessoas.

Particularmente me senti traída com algumas das decisões de Lucy, principalmente quando elas impactam em seu futuro e no relacionamento com Darren. Senti que ela insistia em comparar os homens de sua vida com Gabe – chegando a endeusá-lo em alguns momentos.

A narrativa acontece em primeira pessoa, onde Lucy conta sua história com Gabe como se fosse um "bate-papo" entre amigos. Esse recurso me incomodou um pouco logo no inicio da leitura, pois não apresenta muitos diálogos e se foca nas lembranças e reflexões da personagem. Entretanto, com o passar das páginas, comecei a entender o objetivo da autora e sua grande "sacada final".

A LUZ QUE PERDEMOS representa muito bem os sentimentos americanos de renovação e busca por significado em suas vidas – principalmente depois de grandes perdas –, ao mesmo tempo em que apresenta um romance leve, divertido e surpreendente.

site: http://www.blogmodernagem.com.br/2018/07/resenha-luz-que-perdemos-jill-santopolo.html
comentários(0)comente



FabyTedrus 09/09/2018

A Luz Que Perdemos - Jill Santopolo
Primeiro de tudo, cuidado quando você resolve ler um livro porque a capa ou a sinopse diz que se parece com tal livro que você gostou de ler, depois que você cria esse tipo de expectativa a queda da decepção é ENORME.
A Lucy não é, nem de longe, parecida com a Emma ou Louisa, protagonistas de Um dia e Como eu era antes de você. Ela é CHATA, obsessiva e bem fraca das ideias.
Dizer que é um livro sobre uma história de amor é forçar a barra, é bonitinho o encontro deles nos primeiros capítulos e basicamente só isso. De resto é um relacionamento obsessivo, ela não vive sem ele ou até vive mas "não é ele né?", e ele vive super bem sem ela mas "não tanto né?". São personagens confusos e bastante egoístas.
Foram várias as vezes que a Lucy se contradisse falando que o Gabe jamais faria algo que o Darren acabou de fazer e meio segundo depois lembrava das coisas que o Gabe fazia.
Foi maçante ler, apesar de não ter muitas paginas e dos capítulos serem curtos, eu revirei os olhos e respirei fundo vááárias, pensei em desistir da leitura muitas vezes. Porém pensava que TINHA que ter algum motivo pra isso, certo?! ¬¬' ... 'eu conto ou vocês descobrem sozinhos?'. Deixo que a nota que vou dar sirva de spoiler pra quem quiser saber!
Lu Oliveira 09/09/2018minha estante
Concordo com vc, Faby.
Acho que vou pensar umas 100 vezes antes de ler algo que tenha a pretensão de se comparar a meu favorito Um dia. Já bastava o ranço que peguei de Novembro 9, esse tbm não funcionou pra mim.


Anna Paula 10/09/2018minha estante
Nossa, vi uma resenha em q me empolguei para ler esse... Agora com a sua opinião, nem sei mais viu kkkkk


FabyTedrus 10/09/2018minha estante
Lu, é uma merda essa coisa de 'tal livro parece com tal outro' pq quando não parece é uma baita decepção, tô até com raiva da comparação, hahaha.


FabyTedrus 10/09/2018minha estante
Anna Paula, eu achei que era uma graçinha mas MEU DEUS DO CÉU como a Lucy me irritou, HAHAHAHA. Se vc resolver me conta o que achou.




Marcela @ler_sim_ler_sempre 07/09/2018

Crie porcos, mas nao crie expectativas
Há muito tempo não terminava um livro com sentimentos tão conflitantes. E até agora não tenho certeza se gostei ou não.


Aqui conhecemos Lucy, Gabe e Darren. Lucy e Gabe se conhecem no fatídico 11 de Setembro e a partir dali nasce uma paixão. Porém algum tempo se passa e cada um tem sonhos a perseguir, no qual o outro não está incluso. E em meio a solidão Lucy encontra Darren. Um homem metódico e que está disposto a fazê-la feliz. Mas Gabe nunca a deixa 100% e ela também não se desprende 100% dessa história.


A luz que perdemos tem uma narrativa rápida e de capítulos curtos. Onde em uma "sentada" você lê 50 paginas sem perceber. Mas que sinceramente não conseguiu me cativar. São personagens egoistas, "bananas" e totalmente sem personalidades.


E não pensem que tem vítima aqui, pois não há. Cada um é responsável pelo rumo da história.
Há somente dois fatos que me fazem admirar Lucy : seu amor pelo trabalho, não deixando ninguém interferir nesse campo e seu amor pela maternidade.


Mas mesmo não gostando dos personagens, o livro nos passa uma mensagem muito profunda. De que devemos nos arriscar pra não viver de "se" - "se desse certo", "se fosse diferente". ㅤ

Ou que ao deixar o passado pra trás, que ele fique realmente para trás. Virando à página por completo. Porque ficar remoendo o que passou e sempre se manter preso àquela pessoa, não nos deixa viver intensamente o presente. Deixando assim nossa luz se apagar aos poucos.


Até que me emocionei nas últimas duas paginas, e acredito que a autora trouxe o final que Lucy precisava para seguir em frente.


E poderia falar mais da personalidade de cada um, mas acho que isso estragaria a mágica do livro. No entanto, espero que você, independente da minha opinião, tenha oportunidade de lê-lo e tirar suas próprias conclusões.


3🌟 #resenhalsls

site: https://www.instagram.com/p/BiVZvqHHnA7/
comentários(0)comente



kiki.marino.1 31/08/2018

Resumo: A história de uma obsessao, não gostei mesmo das atitudes da protagonista...
comentários(0)comente



Blog Virando a Página 28/08/2018

|| Resenhado por Thais ||

Lucy e Gabe se conheceram na faculdade, em uma aula onde a paixão era em comum aos dois, em meio a tantas diferenças. Em um dia que marcaria a vida e a história não só deles, mas como a da cidade em que viviam, o país e mais ainda o mundo, por tamanho desastre, regado de tristeza, lágrimas, muitas perdas e também por alegrias para outros. Sem ao menos se apresentarem direito, viveram momentos, minutos ou horas incríveis apesar dos acontecimentos entorno.

Com ambições parecidas e ao mesmo tempo diferentes em certo ponto, querem fazer algo importante em suas vidas, algo que promova diferença nelas e no mundo. Mas como em vários relacionamentos, onde o senhor destino prega suas peças, com eles não foi diferente, Lucy e Gabe acabam se separando por um tempo e quando se reencontram revivem aquela louca paixão.

Viveram momentos de alegrias, sexo maravilhoso, com suas carreiras em andamento, a verdadeira felicidade sonhada para um relacionamento. Estava tudo perfeito, até o destino pregar uma nova peça. Gabe recebe a proposta dos seus sonhos e embarca para longe deixando Lucy novamente. Mas desta vez arrasada, na verdade, desolada.

Assim começam a viver uma vida de encontros e desencontros, percorrendo caminhos distintos, cheio de desejo, sonhos, perda, ciúme, traição e amor. Tiveram relacionamentos paralelos, estáveis ou passageiros, mas o amor entre os dois prevalecia, essa era a única certeza, ele existia, mesmo com dúvidas, com questões mal resolvidas, acertos e erros, escolhas que nem sempre foram baseadas no que queriam ou sacrifícios que fizeram em busca sonhos, ou sonhos que foram deixados de lados. Esse sentimento foi se provando, se manifestando ao longo dos anos, a cada reencontro.

A luz que perdemos faz-nos refletir sobre circunstâncias reais que acontecem ou que aconteceram em nossas vidas, em nosso dia a dia, nossas escolhas, nossos erros e acertos, nossos sonhos, nossos sacrifícios. Nos mostra que, às vezes, nossos medos, inseguranças ou o simples fato de não queremos ver o que realmente é real, acabamos enxergamos algumas situações de maneira fantasiosa ou divergente da ralidade.

A trama retrata uma história de amor verdadeiro, real, com muitas barreiras, vivido entre idas e vindas, que foge um pouco do conto de fadas. Posso dizer que para mim ela define o verdadeiro significado do amor verdadeiro. Sempre acreditei que por mais difícil e doloroso que seja, quando amamos verdadeiramente alguém, quando o sentimento é genuíno, desejaremos a felicidade do outro, independente se esta pessoa estará ao nosso lado ou não.

Revivi situações que criei paranoias e não enxerguei a verdade bem diante dos meus olhos. Momentos tristes, outros alegres, do passado, do presente e também como penso no futuro. Escolhas erradas e as que continuam sendo certas. Sacrifícios em busca de meus sonhos e aqueles que abdiquei por causa do amor. Muitas vezes deixamos de fazer ou de dizer algo, deixamos o momento passar, e depois torna-se tarde, restando apenas dúvidas, perguntas não respondidas e a "luz que perdemos", como o próprio título já diz.

Confesso que esse foi a história que mais marquei trechos, e que se fosse escrever todos, acabaria reescrevendo o livro. Foi também o que mais mexeu comigo, de uma forma tão intensa que não sei se consegui passar com clareza as sensações que senti ou se fiz jus a trama. Mas não tenho dúvidas, super recomendo a leitura. Se você tiver oportunidade LEIA.

Leia resenha completa no blog.

site: http://www.blogvirandoapagina.com.br/2018/05/resenha-luz-que-perdemos-jill-santopolo.html
comentários(0)comente



Kelly 18/08/2018

Um fim inesperado
Logo de cara, a capa me ganhou, achei chamativa e bem trabalhada, a sinopse me fez pensar em um romance doce, daqueles que aquecem o coração, mas quando iniciei a leitura, nos primeiros minutos me senti perdida, e quando enfim me achei... fiquei sem ar.

?(...) Há algo na morte que faz as pessoas desejarem viver. Nós queríamos viver naquele dia, e não nos culpo por isso. Não mais.?

Em a luz que perdemos vamos conhecer Lucy e Gabriel, dois jovens que se conhecem na época da faculdade em um dos momentos que marcaram a história dos EUA, no fatídico 11 de Setembro.

Eles se conheceram no dia do atentado que chocou o mundo, mas ao invés de apenas cruzarem os braços e aceitarem a desgraça que assolou a sociedade em que eles viviam, eles resolveram erguer a cabeça e fazer algo memorável, se tornar a diferença no mundo, fazer a diferença para as pessoas.

Então um romance desponta entre os dois, mas o destino os afasta logo de cara fazendo com que reste apenas lembranças, um tempo se passa e eles se encontram novamente, agora mais maduros, mas ainda longe de serem aquilo que prometeram um ao outro.

Quando Gabe alcança seu objetivo e resolve enfim seguir sua carreira, esse sonho só pode ser realizado à distância, e assim começam as escolhas de nossos personagens.

?(...) Toda vez que encontro você, o mundo está aos pedaços.?


A Luz que perdemos é narrado em primeira pessoa, e é através dos olhos de Lucy, que conheceremos e acompanharemos esse amor que se manteve vivo por 13 anos, independente dos obstáculos e dos rumos que os protagonistas seguiram.

Não dá pra falar muito do enredo sem relatar coisas importantes, porque cada segundo, cada encontro e cada memória aqui são muito importantes. Jill criou uma história que apesar de lembrar livros como Nós Dois, Simplesmente Acontece, Novembro 9, entre outros que possuem essa trama onde os personagens se encontram várias vezes, aqui nada é o que parece, ao começar pela narrativa. Lucy não está relatando sua história para um desconhecido, ela fala com Gabe, e ao decorrer das páginas o leitor vai ficando cada vez mais curioso sobre essa interação, e aos poucos vai se atualizando dos acontecimentos que afastaram esse casal.

A Luz que Perdemos é um livro que fala de amor, não o amor egoísta, aquele que prende e que mantém por perto, mas aquele que liberta, que aceita as diferenças e apoia os sonhos, um amor que ultrapassa a barreira do tempo e que perpetua na alma até o fim.


?Às vezes, dias comuns se transformam em dias extraordinários quando menos se espera.?


Esse livro é daqueles que te faz refletir sobre a vida, te faz olhar o parceiro e analisar o "e se", mas na verdade te faz notar que alguns "e se" são perigosos, e que mais vale amar, mesmo que a distância do que nunca ter amado.

Um livro de escrita leve e contemplativa, a escrita da autora te prende não só por sua leveza, mas também pela perspicácia com que os acontecimentos vão se desenrolando, mantendo o leitor preso a cada página e com sede de final feliz.

Uma leitura que super indico, para quem romances, histórias que nos fazem refletir e abrir os olhos para algumas coisas da vida real. A luz que perdemos te fará enxergar o amor com outro olhos.
comentários(0)comente



Gladis Klein 14/08/2018

A Luz que Perdemos
No início achei o livro meio cansativo e a Lucy um tanto conformada com o destino, penso que ela deveria se impor e lutar pelas suas opiniões. Mas com o desenrolar dos fatos fui relacionando a história com minha própria vida. Em mUitas ocasiões não dei devida atenção aos fatos e o tempo e cruel não nos deixa voltar atrás. O livro nos faz refletir e nos tira da zona de conforto.
Allie 16/08/2018minha estante
Eu já não gostei.o mais chamou minha atenção foi a comparação com como eu era antes de voce e um dia; o que acabou me decepcionando já que Lucy não tem nada a ver com emma ou lou ela era totalmente conformada com que a vida tinha a oferecer em nenhum momento sr propôs a lutar por nada e também teve algumas atitudes bem questionáveis


Gladis Klein 16/08/2018minha estante
Também não consegui relacionar com Como eu era antes de vc . Louisa é uma mulher lutadora, já Lucy leva uma vida mais passiva. Eu amei a Série de Jojo Moyes.


Allie 16/08/2018minha estante
Também gostei da série apesar de achar que só o primeiro livro já seria suficiente




Lu Manzano / Leitura com pipoca 03/08/2018

A luz que perdemos
O livro conta a história de Lucy e Gabe, um casal que se conhece no 11 de setembro quando houve o atentado às Torres gemêas, uma história cativante e emocionante que fala muito sobre destino e livre arbítrio, tudo o que acontece em nossas vidas é devido às nossas escolhas ou estamos destinados a viver determinadas coisas, independente da nossa vontade? Pela forma como é narrada a história, dá p imaginar que algo acontece com Lucy e Gabe, mas nunca poderia ter imaginado isso!!!
Adoreiiiiii!
comentários(0)comente



Camila.Melo 02/08/2018

Persevere...
Graças à minha perseverança, consegui ultrapassar o início que me deixou entediada com a leitura, pois no primeiro momento não me identifiquei com o casal. Mas depois me envolvi com a leitura e gostei bastante!
comentários(0)comente



67 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5