A Filha do Rei do Pântano

A Filha do Rei do Pântano Karen Dionne




Resenhas - A Filha do Rei do Pântano


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Johanna Vangelote 28/11/2018

Pior livro da vida!
Um livro totalmente tóxico. A mulher é do mesmo sangue que o pai, de fato. Se o final é aquele final foi só pelas filhas dela, porquê se dependesse só dela não teria acontecido aquilo. Fala o livro inteiro que mesmo após ir ao psicólogo, e saber que tudo o que a mãe passou, continua endeursando seu pai e CULPANDO sua mãe. É TÓXICO! Por mim NINGUÉM leria.
Vilamarc 03/12/2018minha estante
Não entendi nada da sua resenha. Vim aqui procurando informações sobre a obra.


Patricia 19/01/2019minha estante
Spoiler
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Tbm não gostei da Helena, ela nunca realmente entendeu a pessoa doentia que era o pai dela e oque havia sido destruído no espírito da mãe ao ser sequestrada. Por mim ela facilmente podia ter morrido e encerrava-se o ciclo dessa família (a única pena seria o luto do marido e filhas). Logo no começo do livro ela fala sobre a diferença das meninas como se uma fosse inferior aos olhos dela por não gostar das mesmas coisas: acampar, pescar e tal, aí a personagem já me perdeu.


Aline 20/02/2019minha estante
Você leu o livro até o final?! Pq na realidade não parece. Em todo momento a Helena fala sobre as boas memórias que teve do pai e das más memórias da mãe, mas ao mesmo tempo a personagem adulta fala que hoje entende o que acontecia ou até mesmo dúvida de sua memória, dizendo que talvez o pai dela não fosse esse pai maravilhoso. Por diversas vezes ela mesma dúvida de sua própria memoria.
É interessante também entender que ela, diferente da mãe, foi criada desde pequena num ambiente desequilibrado. Mas ao longo do livro, vc percebe que ela passou a amar sua mãe e odiar seu pai, depois de entender tudo o que aconteceu quando ela era pequena.
Realmente não sei se você leu o livro todo ou só leu por cima. Se você leu tudo, recomendo olhar pelo ponto de vista da Helena, sem julgá-la. Se não leu, deveria ler para entender o que realmente se passa.




Vitor Gomes 02/11/2018

Que livro sensacional! Uma garota de 14 anos é raptada e estuprada, e o bebê, fruto desse episódio, agora é uma mulher adulta, disposta a contar sua própria história. Duas narrativas, passado e presente, correm em paralelo, alternando-se entre os capítulos: memórias de uma infância reclusa no pântano e agora a busca pelo homem que causou tudo isso.

A proposta é super interessante. É o tipo de livro que você pega pra não largar até acabar. A leitura prende. A narrativa é permeada por alguns episódios intensos - quase gritei em um momento, quando estava lendo no metrô. Um thriller que promete ser uma ótima pedida. A TAG se superou mais uma vez. Super recomendo!
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Elisabete Bastos @betebooks 07/10/2018

Romance de suspense
Este romance tem aspectos fortes no âmbito emocional e psicológico. Uma adolescente é enganada e raptada por um homem que a leva a um local praticamente desabitado. Neste local, ele viverá com esta adolescente, por catorze anos, e com ela terá uma filha O cativeiro é um pântano. Quando consegue fugir, a mãe terá 28 anos e a filha 12 anos. A mãe em liberdade tem problemas com depressão e a filha com problemas de sociabilidade. O pai será preso. Após, na prisão por 15 anos o pai/sequestrador foge matando dois guardas e novamente será altamente perigoso para a sociedade e a sua filha Helena casada e com duas filhas pequenas. O livro tais seguintes questões:
Afinal, como é viver raptada quando se é adolescente por um homem brutal? O que significa uma vida em cativeiro por mais de uma dezena de anos? O que significa ser mãe num ambiente hostil do seu raptor?
A criança que nasce tem uma perspectiva diferente do mundo e vê o seu pai, ao mesmo tempo, como um ídolo e mau. Como será a vida das vítimas e do predador/criminoso?
Livro de suspense e eletrizante.
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Darlan 30/10/2018

Profundo
Eu achei muito linda a maneira como a autora conseguiu retratar a mente de uma pessoa que cresceu separada de toda a realidade comum e fazer ela falar muitas vezes como se ainda fosse observadora de tudo o que acontece a sua volta ainda se sentindo uma novata dentro da sociedade. A leitura é bem rápida então você se sente muito cativado a continuar sem parar. Talvez o final que tenha sido um tanto apressado, eu gostaria de ouvir o pai falar um pouco mais, mas acho que essa escolha da autora não traz perdas a história. Para mim me lembrou muito o enredo de um filme, o que talvez tenha contribuído para não ter sido um livro marcante para mim mas ainda assim uma leitura que vale muito a pena. Recomendo.
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Nick 05/07/2019

As consequências da má influência!
Li esse livro após a leitura de outro livro da TAG Inéditos chamado "Um Lugar Bem Longe Daqui", ambos ambientados em um isolamento no pântano, longe da civilização. Com essas duas leituras tão próximas não pude deixar de chegar a seguinte constatação: as vezes é melhor você se criar sozinho do que ser criado por um monstro. A solidão é melhor do que a má influência, mesmo que em ambos os casos é possível a redenção e a mudança. Lendo os dois livros você percebe isso claramente através das duas personagens principais.
Creicy 14/08/2019minha estante
Oie, um lugar longe daqui é da intrinsecos não:




Soliguetti 03/12/2018

Denso, ágil e envolvente
Pense num livro que, apesar de denso, te faz virar as páginas desesperadamente. Um livro em que tudo é narrado minuciosamente, com muitos detalhes, mas ainda assim possui uma leitura ágil. Difícil que uma história possa reunir todos esses elementos, à primeira vista destoantes e opostos. Karen Dionne, porém, consegue reunir tudo isso, criando o ótimo e envolvente "A Filha do Rei do Pântano".

No livro, conhecemos a história de Helena, que cresceu isolada em meio a um pântano, sem saber que era prisioneira de seu pai, que raptou a mãe muitos anos atrás. A autora conta muito bem a história, intercalando passado e presente e, de quebra, inserindo um conto de fadas no meio da narrativa, de forma a dar sentido ao que se passa com Helena.

Alguns leitores têm reclamado que "A Filha do Rei do Pântano" lhes trouxe um sentimento ruim. Ora, isso é um bom sinal. A vida de Helena, no livro, não foi fácil. Foi repleta de horrores e absurdo. Como passar essa experiência para as páginas de uma maneira leve? Na verdade, se Dionne assim o fizesse, a obra perderia muito de sua alma. Afinal, a arte serve para isso: instigar, incomodar, nos fazer refletir.

Com a obra dividida em presente e passado, e com a infância de Helena sendo tão magistralmente narrada, há, porém, uma sensação de que a vida presente de Helena foi um pouco negligenciada pela autora. Dionne poderia ter explorado muito mais o amor que Helena sentia pelas filhas - o que tornaria o enredo do livro ainda mais convincente -, e também o seu relacionamento com o marido Stephen.

Apesar de os acontecimentos serem narrados com muitos detalhes e descrições, surpreendentemente o livro não é maçante. O estilo de escrita da autora, bastante informativo e perspicaz, nos levando do ambiente aos pensamentos de Helena, contribuem para que a leitura seja muito ágil, apesar de descritiva. Mergulhando pela cabeça da protagonista, a autora consegue fazer o leitor compreender Helena e os motivos de seu relacionamento com os pais.

"A Filha do Rei do Pântano", assim, se torna uma leitura obrigatória para aqueles que curtem um bom thriller psicológico, com personagens profundos e ambientes ricamente descritos.
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Lud 11/09/2019

Thriller Diferentão!
Helena nasceu em cativeiro. Ela é filha de uma garota que foi sequestrada e mantida aprisionada por seu sequestrador durante 12 anos. Ela passou toda a sua infância em um pântano isolado e as únicas pessoas que tinha contato eram seus pais. A história é contada intercalando esta fase da protagonista e o presente, em que seu pai acabou de fugir da prisão e Helena sabe que ele está vindo atrás dela e de sua família.
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Este é um thriller muito diferente de todos os que já li. Acompanhamos a realidade de uma pessoa que foi criada tão longe de tudo e sem saber o conceito de liberdade. A maneira de Helena ver o mundo e os sentimentos que ela tinha pelo pai sendo tão diferentes dos que tinha pela mãe exigem muita empatia do leitor. Mas é muito interessante acompanhar o ponto de vista dela e como sua consciência foi moldada ao longo dos anos.
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A autora construiu uma narrativa fluida e viciante, mesmo intercalando duas linhas temporais. A relação dos personagens com a natureza é outro ponto de destaque. Também adorei Rambo, o fiel cachorro de Helena.
Não me arrisco a dizer muito mais sobre este livro porque tenho receio de revelar detalhes que são sempre mais gostosos de reparar durante a leitura. Mas é um livro mito recomendado para quem quer ler um thriller diferentão!
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Paula 06/11/2018

Gostei, mas faltou aquele 'quero mais'
O livro conta a história de Helena. Ela é filha de um pai sequestrador e de uma mãe sequestrada e abusada. Contudo, ela desconhece a história de seus pais e os três vivem numa cabana no meio do pântano, como uma família aparentemente normal e feliz. Ela idolatra o pai que a ensinou a nadar, a navegar, a pescar, a caçar, a reconhecer árvores e animais, além de ser um ótimo contador de histórias. Porém, aos poucos, ela começa a perceber a verdadeira face de seu pai: ele é um homem mau. Ela foge com sua mãe e acaba por mandar seu pai para a prisão. Prisão perpétua. Então, Helena segue sua vida, muda de sobrenome, se casa e tem duas filhas. Ela tem negócio de geleias e compotas e sua vida segue com tranquilidade. Mas, um belo dia, seu pai escapa da prisão e ameaça, novamente, sua vida. Na verdade, não apenas sua vida, mas a de toda sua família. Para proteger sua família, Helena fará o que for preciso para deter seu pai.

A história é intrigante e inusitada, mas eu esperava mais. Esperava um pouco mais de complexidade nos personagens e de dinamismo na história. Sabe aquele livro que você fica curioso para ler até o final mas, ao mesmo tempo, se cansa de ler por não ser dinâmica como você esperava? Então, esse livro é assim. Gostei, mas não deixou aquele gostinho de 'quero mais'.
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