Rainha do Ar e da Escuridão

Rainha do Ar e da Escuridão Cassandra Clare
Cassandra Clare




Resenhas -


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inari 14/02/2019

SIMPLESMENTE IMPACTANTE E MARAVILHOSO!
Eu realmente quero dar um abraço na tia Cas e a agradecer por nós apresentar personagens maravilhosos e cativantes ,além de um mundo incrível. Só é triste ao terminar mais um livro dela e perceber que essa linda magia transmitida por seus livros não estará presente no mundo real.


Gramatura Alta 07/04/2019

http://gettub.com.br/2019/04/07/rainha-do-ar-e-da-escuridao/
A nova trilogia da Cassandra Clare sobre os caçadores de sombras chega ao fim. A jornada de Emma, Julian e seus vários amigos culminaram numa quase guerra entre os filhos de Raizel e o reino das fadas. O encerramento prometeu ser épico, será que foi? Vamos descobrir!


Antes de começar é importante frisar que o texto contém spoilers dos livros anteriores da saga DAMA DA NOITE e SENHOR DAS SOMBRAS.

Depois do desastre que foi a reunião do conselho com toda a Clave presente, Emma e Julian estão destroçados. Sangue inocente foi derramado e, junto com ele, foi a esperança do casal que sonhava com o exílio em resposta a todos os traumas que vivem. Um novo Inquisidor foi eleito e sua primeira ordem é derrubar o diálogo com os membros do Submundo. Ele agora se volta para Emma e Julian, que, desesperados e sem escolhas, aceitam ir numa missão surreal que envolve se infiltrar no reino das fadas, recuperar o Volume Morto e entregá-lo para o Inquisidor. Este, em troca, não irá revelar ao mundo que o casal está apaixonado. A missão é aceita, e eles precisam correr contra o tempo, a qualquer momento eles podem se transformar em monstros, como resultado de uma terrível maldição que recai sobre os Parabatais, caso eles se apaixonem.

O livro é o encerramento de uma trilogia e ele não é mesquinho quando o assunto são as páginas. A trama é enorme e durante suas quase oitocentas páginas o leitor é levado de um lado para o outro ao mesmo tempo em que parece que não vai a lugar nenhum. São muitos arcos e o livro, a cada novo capítulo, vai destrinchando os mesmos ainda mais. E para o leitor, inicialmente, isso não é um problema, afinal o livro é longo, vai dar tempo de resolver tudo. Errado! Não dá.

A trama começa exatamente onde SENHOR DAS SOMBRAS terminou: Livvy Blackthron e o Inquisidor estão mortos. O funeral acontece em seguida e a missão de Emma e Julian também, com eles sendo rapidamente separados de seus irmãos menores. E acontece a mesma coisa que já aconteceu nos outros livros da Cassandra Clare, um grupo parte para uma missão num lugar misterioso, eles não têm apoio, um plano e só torcem para que tudo dê certo. Em seguida são capturados, recebem ajuda inesperada de alguém e etc. É a mesma fórmula que a própria autora já desgastou. Mas não feliz com esse resultado, a autora, depois de desenvolver esse arco, emenda um novo que é exatamente igual ao anterior. Uma missão num lugar misterioso, sem plano, sem suprimentos, ajuda inesperada chegando do nada e um desfecho milagroso. Claro que a trama avança um pouco durante esses clichês intermináveis, mas a sensação que fica é que a autora já usou tudo que essa história poderia oferecer. Ela está totalmente perdida, recicla sem pudor tramas antigas, toda a hora insere personagens de sagas anteriores no meio da trama, como uma forma de tapar buracos que esses novos personagens deixaram.

Agora também temos nesse universo realidades paralelas e filhos/parentes perdidos que aparecem do nada para ajudar num momento oportuno. A trilogia construiu um mistério mirabolante sobre a maldição que afeta Parabatais, guerreiros unidos pela alma que compartilham sua força entre si. Caso eles se apaixonassem, o poder dessa união sairia de controle e ambos iriam se transformar em monstros. Durante a leitura é apresentado uma série de possíveis caminhos para resolver esse problema, porém a trama escolhe seguir a coisa mais óbvia possível, jogando um belo de um balde d’água no leitor. O desfecho disso é tão vergonha alheia que, só de imaginar a cena descrita nas palavras, a gente dá uma risada.

E o grande embate final que prometia ser épico, é basicamente uma cópia do desfecho do livro AMANHECER, último volume da Saga Crepúsculo. Lá eles fazem uma reunião e precisam de testemunhas para provarem que estão certos e evitarem uma guerra, lembram? Aqui é exatamente a mesma coisa, com direito até a uma batalha mirabolante. Mesmo a luta sendo trabalhada por um tempo significativo, a mesma carece de conteúdo e potência. Quase não se tem um preço a pagar e para o leitor fica a sensação de que tudo foi fácil demais. Três livros enormes e tudo se encerra assim? Bem decepcionante.

Mas a autora não é boba nem nada e já dá sinais de que uma nova saga irá surgir em breve. O final é todo picotado/massacrado com o intuito de deixar pontas soltas, e dois personagens, que foram jogados do nada no meio dessa saga, são deixados na geladeira, apenas serão descongelados em livros futuros.

Por último, temos os romances. A trama sempre amou trabalhar personagens apaixonados que não podem se apaixonar, amores impossíveis e etc. Isso era até bacana, porque esses romances geralmente trazem bastante representatividade para diferentes tipos de casais. Porém, neste último volume, a autora meio que esqueceu o que significa a palavra limites. Somos apresentados a um triangulo amoroso tão sem sal e tão sem noção, que fica até difícil acreditar que isso realmente está acontecendo. Uma chatice sem fim e bizarrice para ninguém botar defeito. Zero noção.

Cassandra Clare é uma boa escritora e criou um universo muito interessante, com uma legião de fãs e um firme legado. Porém, depois de quinze livros, três sagas, três derivados, um filme e uma série de tv, será que esse mundo ainda consegue se expandir? Com qualidade? Com novidade e coerência?

O início da trilogia OS ARTIFÍCIOS DAS TREVAS foi interessante; DAMA DA MEIA-NOITE é divertido; SENHOR DAS SOMBRAS é intrigante; mas RAINHA DO AR E DA ESCURIDÃO encerra a saga deixando um gosto bem ruim na boca do leitor. Longo demais, desgastado, desinteressante e extremamente forçado. Decepcionante final para a jornada de Emma e Julian.

A saga ANJO MECÂNICO segue sendo o melhor trabalho da autora. E Cassandra, amor, chega se ressuscitar toda a hora o Jace e a Clary, né? Será que um dia você vai conseguir deixar OS INSTRUMENTOS MORTAIS em paz? Foca nos personagens novos aí, filha!

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Thai Zavadzki (@meowbooksblog) 08/03/2019

Um bom desfecho, mas a Cassandra poderia mais.
Santo Raziel, que emoção estar escrevendo a resenha desse livro depois de quase dois anos de uma espera árdua! Estou muito feliz e triste ao mesmo tempo, porque não queria que essa trilogia acabasse, haha.

O livro anterior terminou de um jeito que assim… Foi muita crueldade demorar dois anos pra sequência. A morte da Livvy me pegou de surpresa, fiquei muito atordoada e queria ver como todos reagiriam à isso, além de ver o desenrolar de Annabel na corte da fadas, Emma e a destruição da Espada de Vidro, entre outras questões.

E preciso dizer que o início foi um tanto aquém para mim. Pensei que já começaria o livro levando tiro para todo lado, mas não. É tudo mostrado com muita calma, muita lentidão. O máximo que me fez pular de alegria foi (SPOILER), Jem admitindo que Tessa estava grávida! Meu coração não estava preparado, quase chorei.

Mas tirando isso, as 200 páginas iniciais foram um tanto quanto introdutórias, mostrando as coisas com uma minuciosidade que não sei se foi realmente necessária.

Porém, é claro, estava lendo um livro da Cassandra Clare e tinha noção que aquilo era só uma preparação para os milhares de tiros que viriam pela frente, e eles vieram.

O tanto de nervoso que eu passei com esse livro não cabe em palavras, hahaha. Tudo dava errado!! Por Dumbledore, era só azar atrás de azar, e pense em Clary e Jace, que continuam sofrendo mesmo com o fim da saga deles! Sem descansos os coitados.

Aliás, falando sobre personagens, acho que um leve defeito dessa trilogia é que tem muitos. Tipo, muitos mesmo! E isso rende bons artifícios em alguns momentos, por exemplo, uma hora você estava acompanhando uma narrativa mais tensa (na maioria das vezes era de Emma e Julian), aí passamos para uma mais leve, o que mantém aquele clima de suspense gostoso ao mesmo tempo que nos faz passar raiva por querer continuação daquilo que ficou ela metade.

Mas nem tudo são flores e eu acho que personagens em excesso meio que empobrecem a história, não sei, acho que acaba tornando-a muito sobrecarregada, sabem? Algumas figuras eu demorava para lembrar a relevância no enredo e, no fim das contas, chegava a conclusão de que esta praticamente não existia.

Enfim, esse ponto tem lados positivos e negativos, depende do ponto de vista.

Agora, uma coisa mais pessoal que eu achei muito interessante enquanto lia é notar o quanto as obras da Cassandra Clare moldaram meu caráter. Na verdade, não só as obras dela, mas várias leituras dos meus 13/14 anos, porque o livro envolve muito uma questão política, em Instrumentos Mortais esse âmbito também era retratado e assim percebo o quanto me identifico com os ideais expostos. Por exemplo, tem um momento em que os protagonistas vão para em um mundo paralelo onde Clary havia morrido e, consequentemente, Sebastian não tinha sido derrotado. E Emma nesse momento pensa no quanto os homens desvalorizavam a Clary, dizendo que ela só era uma garota sortuda que estava fazendo a coisa certa no momento certo, e esse é um pensamento que existe muito no nosso mundo. [...]

CONTINUA NO LINK

site: https://meowbookblog.wordpress.com/2019/03/08/resenha-rainha-do-ar-e-da-escuridao/
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So 14/05/2019

Amo essa história desde o começo não acho que mereça cinco estrelas porque de todos os livros nunca tive momentos que me cansaram na leitura e esse teve esses momentos
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Blog Stalker Literária 13/05/2019

Um desfecho incrível. Agora, vem Malec!
"Todas as vozes são importantes, e quando você opta por não usar a sua, está se permitindo ser silenciado."


Senhor das Sombras terminou de uma maneira bombástica, e logo que acabei ele peguei a conclusão dessa trilogia, pois não podia esperar nem mais um segundo para saber o que iria acontecer com todo o Mundo dos Caçadores de Sombras.



Vou ser bem superficial nessa resenha pois não quero dar spoilers nem para quem ainda não leu nenhum da trilogia artifícios das Trevas, quanto para quem ainda vai ler Rainha do Ar e Escuridão.



Nesse livro há tantos segredos revelados que é impossível parar de ler, e apesar de ele ter mais de 700 páginas, vale a pena cada minuto, cada mistério, cada desafio, missão, mortes, revelações...



Minha única 'reclamação' talvez seja com relação a Emma e Julian, a sofrencia deles foi demais nesse livro gente! Eu entendo que tem todo o negocio da maldição rolando, que eles não podem ficar juntos mas se amam MUITO, mas foram capítulos e capítulos com os dois nessa sofrência, e cansou um pouco porque queria mais ação com os dois e menos choro. Mas, uma coisa boa no quesito relacionamentos é que eles estão muito mais picantes, Cassandra Clare sabe dosar o erotismo nas cenas, e elas ficaram simplesmente incríveis.



"Somos um exército. Uma resistência - falou Emma - estamos buscando justiça. Não vai ser bonito, mas só vai piorar. Quanto mais esperamos, mais mal vão fazer e mais sangue será derramado na tentativa de contê-los."


Cassie trás para essa conclusão vários personagens importantes de Peças Infernais e Instrumentos Mortais, e os coloca na trama sem tirar o protagonismo dos novos personagens. Foi muito bom rever alguns personagens que eu amo de IM, mas o que mais me surpreendeu mesmo foi a 'realidade paralela' que é abordada e que trás consigo um misto de pavor e admiração, foi brilhante como ela usou essa realidade para fechar algumas pontas da série.



A intolerância continua sendo tema principal desse livro, a autora consegue mostrar como é fácil colocar um extremista no poder, como é fácil convencer até mesmo as pessoas 'com boas intenções' quando você manipula a verdade para espalhar o caos, o medo, e mais importante ainda: como é difícil voltar com a democracia quando estes tiranos já fizeram a cabeça de tantas pessoas. Podia ser uma paródia do nosso governo atual né?



"O sangue sempre importa para o tipo errado de pessoa."


Mas o que eu quero falar mesmo é do casal que roubou a cena nesse livro, e roubou meu coração pra sempre: Alec e Magnus, que serão os próximos protagonistas da nova série da autora, que se passará logo após os acontecimentos de Rainha do Ar e Escuridão. Eles são peça chave para a solução de muitos mistérios nesse livro, e ao mesmo tempo o relacionamento deles e a força que eles tem para enfrentar todo preconceito da Tropa é incrível, e nos faz ter orgulho deles sabe? Não vejo a hora de ler essa nova série para acompanha-los nos novos desafios que esse livro criou para os Caçadores de Sombras e os Integrantes do Sub-Mundo.



Enfim, essa resenha ficou meio sem pé nem cabeça, mas eu não quero estragar a leitura de vocês, porque é tanta coisa que acontece aqui que é complicado segurar o que é spoiler e o que não é. Mas posso garantir que eu amei essa leitura, amei essa trilogia. Cassandra Clare foi brilhante do começo ao fim e conseguiu me surpreender mesmo após tantas histórias envolvendo os Caçadores de Sombras. O livro tem romance, dá pra matar a saudade de personagens queridos, dá pra chorar por alguns que partem pra sempre, se apaixonar por novos personagens e no fim ficamos sem fôlego a cada novo conflito. Agora não vejo a hora de começar a trilogia Malec. Alô Galera, trás pra nós!



"Nenhum de nós deve um pedaço da nossa história de nossa ama a ninguém."

site: http://www.stalker-literaria.com/2019/05/resenha-rainha-do-ar-e-da-escuridao-os.html
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Ana Bruna 21/03/2019

Me decepcionei
Eu realmente fiquei alguns dias pensando sobre esse livro, se era realmente da tia Cassie, a Cassandra é a minha autora favorita, então foi um tiro contra a cabeça quando terminei de ler e percebi que não, eu não tinha gostado da maioria das coisas do livro, fiquei um bom tempo me iludindo e até coloque o livro com 4 estrelas e meia, mas preciso dizer a verdade.
A história desse livro em si é extremamente cansativa em diversos momentos, com diálogos forçados, problemas fáceis enrolados até a última página e romantização desnecessária, eu realmente estava gostando dessa trilogia, na verdade amei os dois primeiros livros, entretanto esse livro em especial deixou-me muito frustada. O final em si não foi tão ruim e as pontas soltas provavelmente serão usadas em um futuro próximo, quero saber como as decisões que Alec tomou nesse livro trarão consequências futuras.
Obs : eu não odiei o livro, simplesmente esperava muito mais.
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Mey 04/07/2019

Terceiro e último livro da trilogia Os Artifícios das Trevas da Cassandra Clare, que começou a surgir no último livro de Os Instrumentos Mortais, quando conhecemos Emma Castairs e a família Blackthorn. A trilogia começou muito bem com “Dama da Meia-Noite” e começou a ficar morna em “Senhor das Sombras”, mas mesmo assim a expectativa ainda era alta para “A Rainha do Ar e da Escuridão”, porém o livro não foi bem o que eu esperava.

Adoro os livros da Cassandra Clare, gosto da maneira como ela escreve, da diversidade dos seus personagens, a intensidade de seus romances e toda a magia e beleza de suas histórias, por isso, independente de qualquer coisa, sempre vou devorar seus livros e gostar pelo menos de alguns pontos. E foi exatamente isso que aconteceu com “A Rainha do Ar e da Escuridão”, eu devorei suas quase 800 páginas, mas fiquei um pouco frustrada com os rumos da história.

O livro continua a acompanhar o sofrimento de Julian e Emma que tenta lutar contra o amor que sentem um pelo outro, por causa da maldição parabatai. Em meio a isso ainda tem os problemas políticos com a Clave, onde a Tropa ganha força e quer que a leis sejam mais rígidas com os membros do submundo. Tem ainda o fato de como sempre as fadas estarem armando alguma coisa contra os caçadores de sombra. E não podemos esquecer da morta-viva Annabell Blackthorn e todo mal que ela tem causado.

Tinha muita coisa para ser resolvida neste último volume da trilogia, o que já daria uma longa história, porém Cassandra Clare resolveu criar mais alguns problemas, que não foram muito bem solucionados ou que geraram mais problemas, que claro que entendi que foi uma ponta solta que ela deixou para sua próxima série. Eu queria que ela se focasse na maldição parabatai, mas ela deu uma explicação muito confusa e ainda fraca para tudo que estava acontecendo a Julian e Emma. A autora ainda utilizou de um viagem entre mundos, que abriu brecha para um problema maior ainda, trazendo uma revelação que estourou minha cabeça, mas que não teve muito desenvolvimento neste livro. E já o problema que era Annabel foi resolvido muito fácil, ao meu ver.

O livro não é só coisas ruins, como sempre Cassandra é a rainha das relações amorosas, relações tão intensas que só consigo acreditar que aconteça por eles terem sangue de anjo ou serem seres sobrenaturais. Porém, sou romântica incurável e adoro a maneira como ela descreve todo aquele envolvimento entre os casais. E o melhor disso é que a autora não tem medo de retratar relacionamentos de todos os tipos e eu estou falando de todos os tipos mesmo, e isso é genial para a representatividade.

Concluindo, gostei do livro, me diverti, consegui dar algumas risadas, passei algumas raivas e fiquei com o coração acelerado, mas de longe esse não é o melhor livro da Cassandra, tinha tudo para ser demais, mas não foi. Mas terminei curiosa para saber o que vai acontecer com os Blackthorn’s mais jovens, Kit e uma certa pessoa que está atrás de Clare.

site: http://agoraqueeusoucritica.blogspot.com/2019/07/resenha-rainha-do-ar-e-da-escuridao.html
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Laura Machado 12/07/2019

Se amar o universo desses livros é errado, eu não quero estar certa
Fico cada vez mais abismada com o talento da Cassandra Clare! Ela vem crescendo tanto em cada livro, desde o primeiro, de um jeito absurdo! Eu realmente amo cada novo livro dela mais do que o último, mesmo quando acho que vai ser impossível! É por pessoas como eu que ela continua lançando mil livros no mesmo universo - não consigo nem imaginar um mundo onde eu não possa torcer por novas séries e livros dos Shadowhunters. E é por isso, talvez, que amei, amei, amei o final desse! Também é por isso que estou sofrendo!

Cassandra sabe escrever uma história completa, com vários, mas vários personagens importantes e diferentes entre si, com cenas paralelas, complementares, sem qualquer passo em falso, a ponto de realmente parecer que são reais. A narrativa dela é super competente, que emociona e entretém tão fácil, que não tem como não ficar preso e viciado na leitura.

Mas minha parte favorita dos livros dela são os personagens mesmo, tão únicos e diversificados. Sempre crio ships diferentes e sofridos - e nunca sofri tanto quanto por um dessa trilogia, que me fez acabar o livro de coração partido. É por ele também que eu exijo uma série "continuação"! E é por ele que vou sofrer até ela ser lançada! Queen of Air and Darkness acabou com vários ganchos super interessantes para próximas histórias, mas meu foco sempre será nos meus ships!

Cassandra Clare vem melhorando em todos os aspectos a cada livro, é verdade, e também vem fazendo seus enredos cada vez mais mirabolantes! Honestamente, tem duas partes desse terceiro livro que me fizeram pensar, "Que viajado!", completando logo com um, "Amei!". Foi um pouco viajado sim, talvez bem viajado, mas eu realmente amei! É daquele tipo que você abraça a loucura e percebe que só deixa tudo mais incrível!

Não vou falar que não tenho nenhuma crítica. Tenho duas bem pequenas: a primeira é que, pela primeira vez desde o livro Lady Midnight, senti que talvez tivesse cena sofrida demais entre Emma e Julian. Ou talvez o problema fosse só que eu estava mais interessada em outros ships já - e, isso, só bem depois da metade desse! Mas minha crítica mais importante é que às vezes a autora cria situações tão impossíveis e as resolve com deus ex machina - ou seja, praticamente intervenção divina. Nada crítico e que deixe a história ridícula. Só acho que ela poderia tentar diminuir essa tendência!

Mas o fato é que Dark Artifices se tornou minha trilogia favorita dos Shadowhunters! Meu amor e minha conexão com os personagens se superaram! Nem cabem direito em mim! Não queria ter que me despedir, vou sentir uma falta imensa deles, e de todos os das outras séries que apareceram por aqui! É lindo como a autora amarra todo o universo e nos faz sentir como se fosse uma grande família - e uma da qual fazemos parte!

Aliás, ainda bem que resolveram fazer uma trilogia com livros enormes. Gosto assim! Fiquei várias vezes com a impressão de que esses três livros poderiam ter sido separados, mas eu realmente não teria aguentado esperar! Quero que todas as próximas séries sejam assim: livros enormes, bastante história lançada de uma vez!

Já deu para ver que eu amo todas as séries e todos os livros desse universo, né? Juro que vale a pena todo o investimento - principalmente de tempo - para ler o que já foi lançado, mesmo que os primeiros livros de Instrumentos Mortais deixem bastante a desejar. Confia, que só melhora! E logo você chega onde eu estou: sofrendo de saudades e ansiedade por todos os próximos livros, disposto a qualquer coisa para que lancem o mais rápido possível!
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Halanda.Debossan 23/07/2019

Pra mim esse é o melhor livro da Cassandra! Ahhh uma emoção atrás da outra, final deixou meu coração quentinho.
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