Pedagogia da Autonomia

Pedagogia da Autonomia Paulo Freire




Resenhas - Pedagogia da Autonomia


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André Lisboa 06/05/2020

Paulo Freire: Uma Lição de Amor e Respeito (Resenha Osmose Literária)
Uma experiência magnífica de amor respeito e a compreensão da prática docente como exercício diário, força construtiva e de consciência social. Ensinar exige esforço, doação, humildade, diálogo..... Eu deixei a resenha no blog porque ficou muito longa e não caberia colocar aqui. (Link abaixo)

https://osmoseliteraria.blogspot.com/2020/05/paulo-freire-uma-licao-de-amor-e.html
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Rose 20/11/2010

Na introdução de Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire coloca em evidência a sua proposta, a qual se posiciona contra uma Pedagogia determinada e fatalista, opondo-se a concepção de que o educador deva adaptar seus alunos a uma sociedade injusta e neoliberal. Por isso, convida seus leitores, professores em formação, a refletirem sobre uma prática educativa que esteja baseada na ética, sendo de relevância suprema a sua efetivação e não “devaneio de sonhador inveterado”.
A prática educativa só é Pedagogia Ética quando esta estabelece “intimidade”, entre os saberes curriculares fundamentais aos alunos e a experiência social que os mesmos dispõem. Esta proposta está baseada na construção de um ensino voltado para o pensamento crítico, pois necessita de profissionais competentes, que pensem “certo” e que criam possibilidades de construção efetiva, opondo-se ao ensino de transferência de conhecimentos.
Carlos.Lyra 10/04/2020minha estante
Excelente livro. Com linguagem acessível e uma clareza ímpar, Paulo Freire apresenta um verdadeiro manual de como um educador deve atuar na relação com o saber e com o outro. Não há uma frase que se possa retirar ou pôr nesse livro, cada parágrafo é cheio de significados. Nada melhor do que aprender com um verdadeiro mestre na arte de educar.




Luis Brudna 02/12/2010

Muita ideologia e pouca pedagogia
Digamos que o livro é 90% sobre ideologia (anti-neoliberal) e 10% sobre pedagogia. Seria bem mais interessante se fosse o contrário.

Não gostei.
Pipo 25/02/2016minha estante
Exatamente. Luis, diga-me, como pode alguém propugnar pela ´´luta de classes`` em vez de lutar pela língua portuguesa, pela matemática, pela história, entre outras matérias?


Vitor 14/10/2016minha estante
Eu jamais deixarei meu filho ser educado sobre os ideais de Paulo Freire.


Daniel.Martins 07/02/2018minha estante
Concordo totalmente com você. Esperava um livro mais técnico, não uma autoajuda disfarçada...




Fátima 29/03/2012

Ninguém é sujeito da autonomia de ninguém
Pedagogia da autonomia, como as demais obras de Freire, segue influencias fortes de Pedagogia do oprimido, no qual o autor defende possíveis estragégias de ensino. Levanta questoes como ética no trabalho docente, saberes necessários que não se fazem somente no ambiente educacional. Interessante levantar em questão a sua posição quanto a realidade que se faz mutável. Diz que a realidade não é inexoravelmente esta, mas está sendo e, dessa forma, pode vir e deve vir a ser outra. Fantástico como aborda os maiores problemas sociais e suas possíveis soluções. Vale lembrar a importância da leitura e releitura de Paulo Freire a todos que desejam uma educação de liberdade, autonomia e transformadora de verdade.
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Joe Silva 25/08/2010

Não é auto-ajuda
Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para desspertar a curiosidade e a críticidade de cada educando. O educador ultimamente tem sido apenas meros transferidores de conhecimento, mas o verdadeiro papel do educador é ensinar. Não existe docência sem discência, por que tanto o aluno precisa do professor, como o professor do aluno. Ambos são necessários para a busca do conhecimento. O educador tem que desenvolver a curiosidade em seus alunos para que eles por conta própria tenha a curiosidade de investigar e aprender coisas novas. Também o educador tem que respeitar os conhecimentos de cada educando, pois é através desses conhecimentos que se formarão seu carater. Paulo Freire, nesse livro tenta mostrar para os educadores como é importante a relação professor/aluno. Um livro que muitas vezes é tomado como auto-ajuda, mas que é muito util para pedagogos.
termocolantes 07/01/2018minha estante
O conteúdo do comentário me fez não entender o porquê da avaliação de uma estrela...


Rita 30/10/2018minha estante
Concordo com @termocolantes. Quem chama de auto-ajuda é, no mínimo, desonesto ? não suporta perceber que a luta de classes está inerente em todos os espectros da vida, em especial na educação.




doceluzz 04/09/2011

Reflexos do neo-liberalismo na educação.
Ao ler este livro senti-me estimulada a analisar mais criticamente os reflexos do neo-liberalismo na educação, e senti-me também provocada a fazer da educação um real instrumento de instrução de política educacional. porém, sem dúvida a maior provocação que este livro me fez, foi a de não me tornar um agente do sistema em que vivemos, ou ser a diferença entre educação pública ou privada(a serviço do sistema)fez-me um incentivo a ser antes de mais nada um agente humanístico.
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Fabio Shiva 22/01/2020

“Não se pode falar em educação sem amor.”
Uma vez que os livros de Paulo Freire passaram a vender mais durante o governo Bolsonaro (https://epoca.globo.com/guilherme-amado/venda-de-livro-de-paulo-freire-aumenta-durante-governo-bolsonaro-23918581), resolvi aderir à moda e ler essa que é uma de suas principais obras. Li com o objetivo de sanar uma dúvida minha. Afinal, um pensador do quilate de Paulo Freire, que obteve tanto reconhecimento na área da Educação (da qual nosso país é tão carente) a ponto de ser estudado nas principais universidades do planeta, deveria ser um herói nacional, reverenciado por todos os brasileiros e recebendo honrarias pelo menos iguais às reservadas aos ídolos do futebol. Por que cargas d’água, então, justamente os que mais gostam de dizer que são patriotas parecem ter verdadeiro horror a Paulo Freire? O que há nas ideias do Professor que incomoda tanto Bolsonaro e seus filhotes?

Não precisei ler muitas páginas de “Pedagogia da Autonomia” para encontrar a resposta. Imagine, por exemplo, um livro que fala dos benefícios da luz solar para a saúde do corpo e da mente, sugerindo exercícios diários ao ar livre e enfatizando como é sempre melhor examinar as coisas sob a luz direta do sol... Então imagine como um livro desses seria recebido por uma comunidade de vampiros!

Nada mais natural que Bolsonaro tenha medo de Paulo Freire como o Drácula foge da cruz. Cada frase desse livro é um desmascaramento da feiura e injustificável malvadez de todo autoritarismo. Com sua fala mansa e heroica, o professor Paulo Freire denuncia implacavelmente a vilania e o cinismo que tantas vezes se disfarçam como discursos em defesa da “moral e dos bons costumes”.

Desafio qualquer um que considere Paulo Freire um “energúmeno” a refutar suas ideias, não pela grosseira dos xingamentos ou pela violência de botas e cassetetes, mas pela força lógica de argumentos contrários. Creio que ninguém ficaria mais feliz com esse debate que o próprio Paulo Freire, esse grande brasileiro defensor da democracia.

“Não se pode falar em educação sem amor.” – Paulo Freire

https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2020/01/pedagogia-da-autonomia-paulo-freire.html



site: https://www.facebook.com/sincronicidio
Sandro 22/01/2020minha estante
O que você espera de quem chama Olavo de Carvalho de mestre?


Fabio Shiva 22/01/2020minha estante
Pois é...


Nathi Nates 22/01/2020minha estante
concordo em tudo que disse!!! Paulo Freire é temido por propor uma educação que tiraria do poder todo o regime ao qual estamos submetidos, isso é perigoso demais pra eles.


Elyene 22/01/2020minha estante
Coisa linda de ler!


Fabio Shiva 22/01/2020minha estante
Oi Nathi e Elyene! Gratidão por sua Luz somando!


Marlana.Kiewel 04/02/2020minha estante
Grande Paulo Freire, admirado em varios paises do planeta. Orgulho desse brasileiro que atou incansavelmente pela educacao reflexiva, critica, enfim que liberta o ser humano das amarras da dependencia.


Fabio Shiva 05/02/2020minha estante
Viva Paulo Freire!


Sandro.Gomes 26/02/2020minha estante
Fabio não te conheço pessoalmente, mas já li várias resenhas tuas.
Tu é o cara!


Fabio Shiva 29/02/2020minha estante
Salve, amigo Sandro! Gratidão por essa energia boa! Tudo o que você viu em mim é porque certamente existe em você! Abração!


Macartiney 11/04/2020minha estante
Que amargura seu coração deve sentir quando voce escreve suas resenhas se preocupando em criticar o governo atual,
que irá perdurar por muitos anos ainda podendo ou não afundar o país como a ala esquerdista o fez, mas não fique se
martirizando por isso, é só a sequência natural de qualquer coisa que deu errado na vida ou na política. Já fui defensor de
muita coisa futil que andaram fazendo nos ultimos 16 anos tambem, hoje me sinto liberto. Desculpe qualquer coisa. Abraço


Leo 03/09/2020minha estante
"Então imagine como um livro desses seria recebido por uma comunidade de vampiros!"

Essa é a melhor definição que já li sobre a obra do mestre! Permite que eu compartilhe? (com os devidos créditos, é claro)




Sheyla.Batista 14/12/2020

"A boniteza de ser gente"
"Qualquer discriminação é imoral e lutar contra ela é um dever por mais que se reconheça a força dos condicionamentos a enfrentar. A boniteza de ser gente se acha, entre outras coisas, nessa possibilidade e nesse dever de brigar."
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Lorrany 12/11/2020

É inegável a importância de Paulo Freire para a educação brasileira e a necessidade de profissionais da educação conhecerem seus escritos. Comecei esse livro como uma exigência da faculdade, os tópicos foram divididos entre pequenos grupos para que não ficássemos com leituras acumuladas; porém, eu gostei tanto da minha parte, que resolvi ler o livro todo. Demorei um pouco, porque a escrita não é tão fluida, mas fiz diversas marcações ao longo da leitura e aprendi muito com esse grande autor. Mesmo sendo um livro mais lento, a linguagem usada é bem acessível e os termos teóricos usados são explicados e exemplificados. Com certeza, pretendo ler mais coisa de Freire e acho essencial, como futura professora, conhecer mais da obra dele. Não é um livro para todo mundo, acredito que profissionais da educação vão tirar muito mais proveito desse texto, mas isso não quer dizer que algumas dicas do autor não possam ser usadas em ambientes de trabalho que funcionam em grupo.
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Erick 31/12/2012

Não sou esperançoso por pura teimosia, mas por exigência ontológica
Paulo Freire, a partir de uma filosofia plenamente fundamentada, discursa acerca dos saberes necessários à prática docente, além de articular uma série de ensinamentos transformadores da ordem social, política e econômica. Sua teoria gira em torno de uma ética universal que deveria nortear as ações de todo ser humano, tendo em vista a solidariedade entre as pessoas, a construção de uma sociedade justa e democrática, sensível aos problemas humanos, tanto culturais, quanto políticos. No entanto, as imposições do sistema econômico impossibilitam sua prática, principalmente o condicionamento social a que toda a sociedade está submetida, tendo como ponto crucial a educação que prioriza um conteúdo hegemônico baseado numa história que desconsidera a humanidade como seres culturais, possuidores da ação como forma de intervir na construção do futuro.

Por isso, o autor afirma "a história é o tempo da possibilidade", para demonstrar que não é só possível, como necessária a educação como centro das relações sociais, tomando os educandos como seres históricos e culturais, conscientes de suas responsabilidades como cidadãos e de que a tranformação social é resultado da vontade de cada indivíduo que a constutui.

A partir da força e clareza de suas ideias, P. Freire edifica uma nova maneira de educar, quando "educar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua produção ou sua construção". Ele discorre sobre a relação que se deve estabelecer entre educadores e ducandos, uma relação afetiva, mas sempre visando um rigor metódico para que o conhecimento se realize, não de forma autoritária e sim respeitando os saberes e experiências prévias do educando, não para que eles sejam engolidos pela cientificidade técnica, mas superados conforme a ingenuidade inicial ganhe novas formas de expressar-se e incorpore novos elementos cognoscíveis. O autor esclarece: "toda prática educativa demanda a existências de sujeitos, um que, ensinando, aprende e, outro que, aprendendo, ensina".

Sua pedagogia funda-se no princípio da incompletude dos seres. Logo, o professor tem o papel de instigar a "curiosidade epistemológica" de cada um, além de buscar a apreensão dos objetos constituintes da realidade, para que cada individuo conscientize-se da necessidade das mudanças. Para ele " não haveria existência humana sem a abertura de nosso ser ao mundo, sem a transitoriedade de nossa consciência".
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Henrique 08/05/2012

Grande livro
quantas falhas gravíssimas em salas de aula não teriam sido cometidas se esse fosse um livro refletido por nossos educadores
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Lays Regina 21/09/2014

Sobre a não leitura das obras de Paulo Freire
Não se trata especificamente de uma resenha. Apenas algumas breves palavras sobre o que tem acontecido ou não tem acontecido, sobre as obras de Paulo Freire.
No curso de Pedagogia, e me refiro a este curso por ser esta minha formação, Paulo Freire se tornou um ícone. É digno ser freiriano. E tradicional não ser. Mas, na verdade, nunca lemos uma obra completa deste autor. Lemos alguns pequenos textos, e outros sobre os comentadores de Paulo Freire. Considerado o suficiente para levantar a bandeira freiriana como "melhor prática de ensino" a ser seguida.
Talvez esse seja um problema, que culmina na não compreensão dos verdadeiros ideais freirianos e sua relação com a educação.
Mas, qual é mesmo a ideia principal do autor? Qual contexto histórico ele estava inserido? Pra quem mesmo ele escreveu e em que época? Pois é. Quando li uma obra completa de Paulo Freire, eu senti a necessidade de fazer essas perguntas. E percebi, a deficiência que hoje os cursos de formação de professores, influenciados por vezes, por professores que se dizem freirianos, enfrentam por não situar as ideias deste educador, em seu tempo e espaço de escrita. E ao ler os seus comentadores assimilam para si, como verdade absoluta, o que pensam ser as ideias do educador, sem de fato conhecê-las e analisar o que realmente serve para o hoje, e o que foi escrito pensando no ontem...
Jenifer 11/06/2015minha estante
Muito bom esse seu depoimento! Faço pedagogia também, ainda não me formei, mas o que vejo são vários professores que se declaram freireanos, mas o máximo que fazem é falar umas frases de efeito dele ou mandar a gente ler um capítulo do livro dele, por isso resolvi por mim mesma ler os livros e tirar minhas conclusões.




Tathy 30/06/2020

Pedagogia da Autonomia é um livro que deveria ser leitura obrigatória a todos os docentes do Brasil. Ele apresenta todo um desenvolvimento que estimula o conhecimento do eu e do outro e busca o incentivo da educação voltada para a importância do conhecimento de mundo, não só o conhecimento dos livros.
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Clio 09/09/2011

Pedagogia da Autonomia ou Como Boas Ideias Se Tornam Práticas Terríveis
Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire faz parte da sua proposta de Pedagogia do Amor,que é brilhante; almeja não o ideal grego, mas o arnarco-comunista.

As noções de curiosidade epistemológica são claras, mas o livro é obviamente mais um manifesto em favor de sua proposta e menos um estudo científico ou mesmo um manual de discussão das práticas proposta por Paulo Freire, como é vendido por algumas livrarias e proposto por algumas coordenadorias.

Esse livro foi escrito há quase 15 anos, qualquer um que leia o livro pode ver claramente as diferenças no que foi proposto e no que resultou a educação brasileira, particularmente a pública paulista.

Uma de minhas críticas ao livro é que ele é cheio de afirmações sobre a situação escola-sala e o resultado da proposta de PdA, porém não há quase nada sobre os métodos de ensino e absolutamente nada sobre a metodologia empregada na experiência. Se alguém ler esse livro esperando uma ajuda prática vai se ver na mão com um panfleto ideológico.

Em suma, para quem quer ler o livro, tenha em mente: o autor levou em consideração inúmeras variáveis, porém se esqueceu do principal - essa é uma pedagogia do Paulo Freire, para o Paulo Freire, com os alunos situados historicamente do Paulo Freire..., mas nem todo mundo é Paulo Freire.
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Kiki 18/10/2020

Boniteza
Que boniteza de livro!
Logo nas primeiras páginas do livro me deparei com ideias tão impactantes e fascinante que tive vontade de anotar/sublinhar; ao dar continuidade à leitura percebi que seria impossível, pois teria que, praticamente, copiar o livro todo.
O livro inteiro é de uma profundidade e de uma clareza, que chega emocionar.
Eu, progressista que sou, me senti representada. Senti que minhas ideias estavam ali, escritas de maneira clara, direta e cheia de ternura.
Paulo Freire merece ser reverenciado pelo mundo todo, simples assim.
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