Auto da Barca do Inferno

Auto da Barca do Inferno Gil Vicente




Resenhas - Auto da Barca do Inferno


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Ana 27/11/2010

Mandarei a linguagem à barca do Inferno; enquanto isso, o enredo terá lugar garantido ao lado do Anjo.

Apesar da dificuldade que encontrei para lê-lo, não me arrependo. Desmistifica muitas tradições que nos são impostas enquanto vivemos, mostra que a veemência de muitos pode não ter uso quando chega a hora do 'veredicto' (apesar da minha descrença quanto a essa hora).

É um livrinho curto, merece umas folheadas.
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LP 01/09/2010

Leitura Agradável
Adorei a história toda rimada, o humor, os diálogos inteligentes e algumas críticas interessantes. O ruim é o português arcaico, demora um pouco pra acostumar e mesmo assim tem certas coisas que não dá pra entender direito, mas com o contexto dá pra você ter uma certa ideia do que se fala.
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Jú Bragança 30/08/2010

Fã de carteirinha
Adooorooo Gil Vicente
Sou muiro fã desse livro
mas não foi essa edição ,a minha é mais antiga
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@adilsonteclado 26/08/2010

O HOMEM SEMPRE SE PERGUNTA DE ONDE VEIO E PRA ONDE VAI APÓS A MORTE. HÁ MUITAS ESPECULAÇÕES SOBRE REENCARNAÇÃO, MORTE DEFINITIVA, PARAÍSO, PURGATÓRIO, CÉU E INFERNO; CADA PESSOA ACREDITA NUM DESSE FIM PRA SUA ALMA – É CERTO QUE TODOS ACREDITAM QUE VÃO AO CÉU OU AO INFERNO PELO QUE FEZ OU NÃO EM VIDA. DIANTE DISSO, O ESCRITOR PORTUGUÊS, GIL VICENTE ESCREVEU EM 1517 A TRILOGIA: AUTO DA BARCA DO INFERNO, AUTO DA BARCA DA GLÓRIA E AUTO DA BARCA DO PURGATÓRIO. NESSA PRIMEIRA O AUTOR EXPÔS A SOCIEDADE PORTUGUESA ANTE AOS OLHOS DO DIABO E DO ANJO NUMA FORMA DE CRÍTICA DA MORALIDADE E AUTOANÁLISE.
ESTA OBRA ESCRITA EM DIÁLOGOS E OBVIAMENTE FEITA PARA O TEATRO, EXTERNA O PENSAMENTO DE CADA PESSOA AO SE DEPARAR COM O DIABO A BORDO DA BARCA AGUARDANDO-O; AO TOMAREM CONHECIMENTO DO DESTINO DA BARCA INFERNAL – EXCETO O JUDEU QUE, NEM O DIABO QUERIA LEVÁ-LO – , PASSAM DIRETO PARA A BARCA DA GLÓRIA ACREDITANDO QUE O ANJO IRÁ REDIMI-LOS DE SEUS PECADOS.
O PRIMEIRO A CHEGAR É O FIDALGO, REPRESENTADO PELO ORGULHO E PELA ARROGÂNCIA, MAS LOGO É DESPACHADO PELO ANJO E VAI-SE À BARCA DOS DANADOS; OS OUTROS VÊM A SEGUIR, NESTA ORDEM E REPRESENTANDO CADA QUAL SEU TIPO DE PECADO:
O ONZENEIRO: (TIPO DE AGIOTA QUE COBRA JUROS DE 11%); VEM COM UMA BOLSA QUE SIMBOLIZA A USURA E TENTA COMPRAR O PARAÍSO; O PARVO: TOLO QUE TINHA DUAS FUNÇÕES: DRAMÁTICA E IRÔNICA; ERA TAMBÉM ZOMBADOR E APARECE VÁRIAS VEZES NA PEÇA; O SAPATEIRO: ROUBAVA OS CLIENTES; NO FINAL DA VIDA PASSOU A FREQUENTAR MISSAS PARA GANHAR O CÉU; O FRADE: SÍMBOLO DO PECADO, POIS TINHA UMA AMANTE, A FLORENÇA. FOI MUITO IRONIZADO PELO PARVO; A ALCOVITEIRA: BRÍSIDA VAZ, QUE ACREDITA TER SIDO UMA MULHER SOFREDORA E POR ISSO TERIA LUGAR NA BARCA DA GLÓRIA; O JUDEU: QUIS PAGAR PRO DIABO LEVÁ-LO; CARREGAVA UM BODE NAS COSTAS PARA SIMBOLIZAR MOISÉS, RENEGANDO A CRISTO. POR FIM, FOI LEVADO A REBOQUE PELO DIABO DEPOIS DE MUITA INSISTÊNCIA; O CORREGEDOR E O PROCURADOR: CARREGAVAM CONSIGO PROCESSOS E LIVROS, SÍMBOLO DE SEUS TRABALHOS INESCRUPULOSOS; O PRIMEIRO QUERIA PROVAR ATRAVÉS DA LEI QUE DEVERIA IR PARA O PARAÍSO; O ENFORCADO: CRIMINOSO CONDENADO; CARREGAVA NAS MÃOS A CORDA PARA MOSTRAR COMO PAGOU SUAS DÍVIDAS PERANTE A SOCIEDADE, MAS ESQUECERA DE PAGÁ-LAS A DEUS E, POR FIM CHEGAM OS QUATRO CAVALEIROS: MÁRTIRES DO EVANGELHO; CARREGAVAM A CRUZ DE CRISTO, SÍMBOLO DE RELIGIOSIDADE; ESSES ERAM OS QUE O ANJO ESPERAVA PARA PARTIR DO CAIS RUMO À GLÓRIA.

COM ESSE AUTO, GIL VICENTE QUIS MOSTRAR À SOCIEDADE PORTUGUESA QUE TODOS TÊM PECADOS E DEVEM SALDÁ-LOS EM VIDA E ASSIM TAMBÉM PROPAGA A FÉ E O EVANGELHO DE CRISTO.
GIL VICENTE FOI O PRINCIPAL AUTOR QUINHENTISTA QUE, ALÉM DOS AUTOS DE MORALIDADE, PASTORIS E CAVALEIRESCOS ESCREVEU TAMBÉM AS FARSAS E AS ALEGORIAS. (AA)
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lga261 23/05/2010

Uma grande sátira social
Demora um pouco até você se acostumar com esse português antigo, parece que o livro está escrito em outra língua. Porém, após cada personagem ter seu destino selado, Gil Vicente prova seu talento e você compreende porque o personagem foi condenado, as lições de moral e as críticas ao comportamento da sociedade.
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Italo 07/04/2010

Sem palavras para tal livro.
Gostei muito,tanto que ontem eu fui assistir a mesma peça !
Já no teatro eles modernizaram a peça para os tempos atuais,para nao ficar a mesma mesmice.
Muito legal,Recomendo!
Andresa 22/07/2010minha estante
Eu fiz uma peça de teatro na etec ano passado sobre o Auto da barca do inferno. É realmente uma historia interessante!




Elyana 23/03/2010

Perdi a conta de quantas vezes li
Confesso que só o leria por causa da FUVEST.
Mas, foi um livro que me surpreendeu, e que me agradou de tal forma que eu o li duas vezes no mesmo dia.
As sátiras de Gil Vicente foram muito bem elaboradas neste livro – que continua sendo atual.
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Talita 21/02/2010

Confesso que minhas expectativas para com o livro eram extremamente baixas, visto a decepção que tive com "A Farsa de Inês Pereira".

Comecei a ler por ser uma obra catalogada pela Fuvest e me surpreendi:
A história possui uma mistura de críticas sociais e doses de humor capazes de prender qualquer um.

No mais, o que fez com que eu compreendesse melhor a obra foi a versão adaptada por Douglas Tufano, a qual aconselho todos que não gostaram do livro (ou até mesmo que gostaram) a lerem também.
Gi 01/03/2016minha estante
Talita, qual o nome da obra adaptada do Douglas Tufano?




Hi 03/02/2010

Comédia
Esse aqui perdi as contas de quantas vezes li já. Esse é o melhor hehe é bem parecido com o filme brasileiro "o auto da compadecida". O que mais deixa engraçada a peça é as merdas que o diabo fala, suas ironias sao foda. O joane, o bobo inocente, que acabou indo para o céu, fez coisas em vida que nao passaram de puras aventuras sem malicia, diferente de todos os outros personagens que eram ambiciosos, invejosos, egocentricos, etc. A pior personagem pra mim é a Brisida, a guardia da virgindade de moças arranjadas para padres. Nossa, fiquei ate meio puta com essa ai, porque parei pra pensar e cheguei a conclusao como a religião, pelo menos no cristianismo nao passou de uma hipocrisia manipuladora. E outra coisa tambem é o fato de o judeu e seu bode irem no cais do barco. Ele não pode entrar nem no barco do diabo,imagine o que o Anjo nao faria. Os judeus poderiam ter todos os defeitos, principalmente quanto a religião,porem que porra de religião nao tem, ate hoje em dia? Olha aquela vaca da universal o que fez. É por isso que sou simplesmente cetica à religião. Chegando a conclusao, é um livro bem engraçado e muito interessante, que retrata a época do auge do cristianismo.
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Felipe 13/12/2009

Avaliação de Auto da Barca do Inferno
Escrito por Gil Vicente, Auto da Barca do Inferno é um livro teatral, cuja história principal é mostrar o destino dos personagens quanto ao Inferno ou o Paraíso.
São duas Barcas. A Barca da Glória, comandada pelo Anjo; e a Barca do Inferno, comandada pelo Diabo.
Não tenho muito o que dizer desse livro, tudo que posso dizer é que eu levei bom proveito dele. Ele é repleto de palavras que eu nem sonhava existir, expressões difíceis mesmo, principalmente para alguém da minha idade entender com facilidade, mas foi boa a leitura para mim, pois na versão do livro que lí, tinha todo o vocabulário nas últimas páginas para consultar. Então eu lia, e ia consultando, então entendí boa parte, claro que nem tudo. Mas percebí também um certo humor, principalmente no Diabo. Certos personagens tiverem diálogos interessantes.
Eu fiquei curioso para ler esse livro depois que alguns amigos disseram ser bom, mas principalmente depois de assistir ao primeiro episódeo da série Tudo Que é Sólido Pode Derreter (recomendo), que tem esse livro como base do primeiro episódeo.
Finalizo dizendo que, antes de ler o livro, imaginava que o mesmo fosse muito melhor do que eu imaginava, o que não o foi. Mas talvez eu não tenha achado toda essa maravilha por não ter entendido certas partes! Enfim, do que eu entendí, e dos diálogos, eu achei muito bom, é uma leitura muito divertida! Recomendo à todos!
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Mirella Milk 10/10/2009

1º ato
Gil Vicente escreveu os 3 autos, que juntos formam uma peça de três atos
o primeiro é o auto da barca do inferno, que para quem tem um pouco mais de vocábulario e entende um pouco da história em que o livro foi escrito torna-se um fato curioso
embora o livro seja de uma difícil compreensão, pois os tempos são outros, vale a pena ler.
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Vanessa Sueroz 07/10/2009

Um livro muito bom para quem quer rir.

Gil Vicente faz uma sátira impiedosa da sociedade da época apontando vários personagens e o mal que eles trazem.

Suas criticas são reais e engraçadas, já que o todos os personagens se veem diante de uma barca para o céu e outra para o inferno, e tentam a todo custo entrar na barca do céu.

Entre fidalgos, padres, sapateiros, ladrões e muitos outros você vê que anos se passaram, mas a realizade ainda é a mesma.

Cada personagem traz, nas roupas ou nas mãos, os símbolos de seus pecados e deles não podem se desfazer.

O problema do livro é a linguagem. Sua lingaguem bem portuguesa e medieval acaba deixando o livro pesado e cansativo, mas para aqueles que não se abatem diante de palavras antigas é uma ótima leitura.
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Nathy B.W. 03/08/2009

Por ser uma história antiga, o modo como foi escrita dificulta um pouco a leitura... tive que voltar a leitura em vários trechos para conseguir realmente entender.
Mas a história é sensacional... o modo sarcástico e irônico com que é escrito também torna a leitura bastante divertida.
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Marcelo Araujo 29/04/2009

MAGISTRAL
Não tenho palavras apropriadas para me referir a essa magistral sátira política de Gil Vicente. Um raio X da sociedade da época. Aliás, da sociedade de qualquer época. Daí seu caráter universal. Apenas quem não está acostumado com a verdadeira Literatura pode não gostar dessa fenomenal obra.
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Ester Criscuolo 22/04/2009

Mudança
Ouvi sempre comentários sobre o livro, comentário ruins de começo. Sempre um dizia que era um saco, que era chato, etc. Tinha medo só de ver a capa. Me deparei com a situação de ter que ler para avaliação do colégio. A professora tornava o livro ser um conto de fadas, falava tão bem e desejei muito ler o livro. Ate que depois de ler todo livro, me apaixonei. Toda a ironia e sarcasmo do livro é espetacular, me envolvi na história demais. É um livro que leria quantas vezes fosse possível. O autor é divino.
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