Renascença

Renascença Oliver Bowden




Resenhas - Renascença


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Max 30/11/2011

A história de um jogo em livro
O livro praticamente narra a história de um dos jogos da franquia de maior sucesso do mundo. Além de ser um artigo de colecionador para os fãs da série, sua história é envolvente e engloba personagens consagrados como Leonardo Da Vinci, Maquiavel e a Família Medici.
As consequências de se basear um livro em um jogo vídeo game é o enredo simples e em forma de várias missões. E apesar de ser um livro fino, a história é grande, capaz entreter o leitor mais assíduo.
Talvez decepcione os leitores mais refinados, mas certamente agradará aqueles que já conhecem a história do assassino mais querido dos games da nova geração.
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juliablack 06/12/2011minha estante
talves do game eu gostasse mas do livro,vou se franca me decepionou.nao gostei.deixou a desejar.bom,pelo menos pra mim.


Max 07/12/2011minha estante
Era de se esperar. É quase uma narração do jogo, só que resumido. E ao que parece este é o primeiro e o último livro da série. Apenas um item de colecionador.




Warverson 15/01/2013

Resenha | Assassin's Creed - Oliver Bowden
Esta serie chama a atenção, obviamente, por se tratar de uma das maiores franquias de jogos da atualidade, já são mais de 28 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Esse primeiro livro (Renascença) mostra como Ezio Auditore se torna um membro do Credo dos Assassinos e sua luta para livrar o mundo das
garras dos Templários.

O livro é muito bom em sua maioria, muito envolvente e dinâmico, mas deixa a desejar no começo e, principalmente, no fim. No início ele é muito arrastado, chegando a ser um pouco tedioso, mas depois que Ezio descobre descender de uma família de assassinos as coisas ficam mais agitadas. Daí pra frente é muito corrido, as aventuras que demoram anos para o jovem herói passam-se em segundos para nós, o que fica difícil de acreditar e pode deixar algumas dúvidas no leitor.

Mas uma coisa muito legal, pelo menos para mim, é o aparecimento de grandes nomes como Nicolau Maquiavel (adoro o momento em que ele faz uma referência ao seu famoso livro "O Príncipe") e Leonardo da Vinci, este último aparece durante todo a estória e ajuda o assassino na construção de suas famosas armas retráteis.

Veja mais em: http://migre.me/cP3bd
Pepito 17/01/2013minha estante
O problema maior ficou por falta da editora, pois se vê por várias vezes falhas no texto, como partes deletadas e tudo mais.




Velrino 20/07/2012

Ezio Creeeed ^^
Bem eu nunca joguei AC somente assisti a série de 3 capítulos,achei interessante a série e acabei indo comprar o livro *--*.
O começo é muito intrigante, fica focando sobre o jovem Ezio que ele liderava uma "gang do barulho". A partir da página 57 ele começa a ficar interessante conforme Ezio é auxiliado por annetta,Leonardo di caprio (rsrs), tio Mário que fala sobre a Ordem dos Templários e o Credo dos Assassinos.
Eu demorei para terminá-lo mesmo porque é muito chato em muita parte, Ezio só mata os governantes e sempre têm exito nas missões,ele nunca erra. Oliver Bowden poderia ter feito um livro espetacular descrevendo melhor os personagens, criando mais cenas... sei lá até acrescentando uma adrenalina..... MEU DEUS ELE PODERIA MATAR SEM FALAR "Request in pace"(detalhe esqueci como escrever rsrs)... ELE SE PARECE ATÉ COM UM PADRE NO LIVRO :/

Mais fora isso o livro é perfeito. Obrigado pela atenção.

Gorenko 01/08/2012minha estante
Cara larga de ser burro, coloca que tem spoiler.


Gorenko 01/08/2012minha estante
Cara larga de ser burro, coloca que tem spoiler.




JoaoVitorino 30/12/2013

Se você jogou irá se decepcionar, senão, irá se decepcionar também.
Nas mão de qualquer autor mais habilidoso, seria um ótimo livro, pois tem enredo suficiente para isso, porém a escrita é totalmente superficial, sem emoção, sem construção dos personagens e tudo contado de forma corrida.
Sou fã da serie nos videogames, mas deixou muito a desejar nos livros, até mesmo os diálogos - os poucos que tem - são horríveis.
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Andy 04/02/2014

Um livro que tinha tudo pra ser uma grande história, mas peca pelos erros de seu autor.
Escrito de forma um tanto superficial essa história peca pela falta de detalhes não só pela ambientação, mas a forma como os personagens são descritos.

Antes de continuar, apenas aviso que não joguei Assassin's Creed, e minha opinião é baseado no que li, então não faço referência alguma aos jogos da série.

Com exceção do protagonista, todo os outros personagens mesmo os que aparecem com mais frequência, são descritos de forma rasa e não são envolventes.

A passagem do tempo é lamentável pois quando o leitor se dá conta é dito que já se passou 5 ou 6 anos na vida do personagem.

Ao descrever os combates, o autor talvez, tentando ser mais objetivo mostra lutas rápidas e sem grandes emoções, tornando alguns confrontos bem óbvios e diálogos bem ruins.
E realmente uma pena usar Florença e Veneza como principais cenários da história e os descrever de forma tão simplista ainda mais se tratando da Itália no século XV.

Apesar de todas essas coisas que me incomodaram o enredo me chamou atenção, e o protagonista é muito interessante. Mesclando personagens reais e fictícios o livro poderia ter explorado melhor seus grandes personagens históricos; não esperem um épico, mas não deixa de ser um livro razoável.
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Ana 05/09/2015

Deve ser mais divertido jogar Assassin's Creed do que lê-lo!!!
Não é que o livro seja de todo ruim. Primeiro: a história é cativante. Segundo: tem personagens que atraem atenção. Muitas pessoas talvez achem cliché, um rapaz que vê parte da sua família ser assassinada e um desejo de vingança cresce dentro dele e blá, blá, blá.... mas eu devo adorar clichés porque amo histórias assim. Eu adoro ler personagens que buscam vingança, gosto de ler até que ponto estão dispostos a ir para obtê-la e quando eles põem em questão essa jornada. E o livro têm uma história com grande potencial e isso ninguém lhe pode tirar. Embora acho que o autor poderia ter escrito de outra forma.

Antes de aprofundar esta resenha, digo desde já, que nunca joguei Assassin's Creed (muito por falta de jeito. O único video-jogo que normalmente jogo é The Sims e ás vezes - e ainda não descobri como- os meus sims aparecem mortos. O que resume, e em bastante, as minhas habilidades para jogar video-jogos) e estou-e a basear apenas no livro. E quero pedir desculpas a jogadores que amam Creed se vou dizer algo erado ou ofensivo.

Eu acho que este livro para resultar, Oliver Bowden deveria se ter distanciado do jogo. Não no sentido de mudar a história mas no sentido de aprofundar alguns capítulos.

"Apressado" é a palavra que encontro para descrever o livro. Tudo estava a correr bem e estava num bom ritmo, até que Ezio vê os seus irmãos e pai a serem mortos em praça pública. A partir daí o autor apressa demasiado as coisas. Houve um capitulo em que o autor anunciou que Ezio tinha 28 anos e eu ainda pensava que ele era um adolescente. Houve passagens de tempo muito repentinas e completamente fora do contexto.

A minha razão de ter dado 3 estrelas é porque não perdoo o autor ter descrito o aprendizado de Ezio para ser um Assassino em duas ou três linhas. E aí entra o que eu disse previamente sobre o autor que poderia ter aprofundado as coisas. Uma das partes mais fascinantes na história do personagem ter sido escrita com tanto desdenho foi a maior desilusão do livro. Por isso acho que o livro é apressado. Numa folha, ele era um rapaz inexperiente; na a seguir, já era um Assassino treinado. Esta parte tirou muita magia ao livro.

No entanto, se Oliver queria que o livro tive-se um clima de video-jogo acho que ele obteve isso com sucesso. Ás vezes sentia que EZio acabava uma batalha, recebia o seu prémio e já tinha a sua próxima missão. Como se estivéssemos a saltar para o nível seguinte no jogo.

Acho que o livro funciona mais para quem é fã do jogo. Quem nunca jogou ( eu, por exemplo) achei apressado e um pouco confuso.
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Anna 11/01/2012

Todavia, uma crítica construtiva
Antes de qualquer coisa - sou uma grande fã da série de jogos Assassin's Creed. Talvez por isso, o livro nos parece desacreditar do contexto original.

Por quê? Vamos começar pela narrativa; além de cansativa e lenta, os únicos momentos menos maçantes foram os de ação. E mesmos esses, a meu ver, exigem maiores detalhes das ações, como se o autor estivesse com pressa de acabar logo a cena. As batalhas eram seguidas de longas páginas de um blá-blá-blá sem fim e sem sentido. Algumas vezes eu até me perdia diante dos alvos de Ezio.

O segundo ponto ao qual faço crítica é a própria estória. Para quem terminou as 11 sequências do jogo Assassin's Creed II é fácil entender do que eu estou abordando. Nota-se que no livro existem poucas inovações da versão para consoles, como se toda a obra fosse apenas um “detonado” para quem se perdeu ao longo do jogo.

Isso nos remete as memórias de Cristina, que foi um dos únicos pontos positivos do livro. As memórias da primeira namorada de Ezio estão disponíveis em Assassin's Creed: Brotherhood, de modo que o nosso protagonista, aos 40 e poucos anos, se lembre da amada que acabou morta em um beco. Eu não sei ao certo se foi o livro que inspirou a Ubisoft a fazer tais memórias, ou vice-versa. Seja quem foi o gênio, eu realmente gostei. Sem essas memórias, a personagem de Cristina poderia facilmente ser confundida como uma figurante.

Agora, em outro ponto importante da leitura. Leonardo da Vinci, mais conhecido como Leo. Leonardo se apresenta como o amigo gay-divertido-inteligente-e-bizarro do Ezio. E aqui estamos em outro parte que eu gostei da estória. Leonardo é realmente um personagem fascinante, e mesmo o modo que ele foi retratado, não me perturbou. É incrível a forma que você se sente melhor amigo do pintor após terminar de jogar o segundo jogo da série - ou terminar a leitura do livro Renascença. Leonardo trazia situações divertidas, e era de grande ajuda a Ezio. Porém, página por página, eu continuei com aquele pressentimento estranho que Ezio não gostava de Leonardo. A meu ver, Ezio simplesmente o suportava, sem escolhas ao não ter ninguém mais que sabia decifrar os valiosos códex. Essa sensação ficou só pelo livro, no jogo é como se Ezio realmente adorasse Leonardo. Afinal, quem não adoraria?

Outro ponto interessante da obra é como Ezio é representado de maneira fria e doentia desde a morte de sua família. Embora o Ezio inocente de 17 anos (ou não tão inocente assim) fosse bem mais divertido no livro, ele simplesmente vai perdendo a magia diante dos capítulos. O rapaz logo se torna fechado, calado e misterioso. E por algum motivo desconhecido, isso me assombra de uma maneira esquisita. É como se a cada página eu tivesse vontade de gritar na cara do autor "EZIO NÃO É ASSIM!". Mas, vamos dar um desconto; é sempre difícil manejar personagens que não são seus.

Enfim, Desmond. E pronto. Assasssin's Creed II é um jogo fascinante, tanto para os tempos remotos de 1482, tanto para os dias futurísticos de 2012 (agora não tão futurísticos assim). Para aqueles que, como Ezio, não fazem ideia de quem Desmond seja, eu vou explicar. Desmond é um rapaz de 24 anos sequestrado pela Abstergo e obrigado a reviver as memórias de seus ancestrais. Que são Altair e Ezio. Sim, o grande Altair escritor de códex. Desmond é, de certa forma, o personagem principal da trama. Tudo gira em torno dele. Mas, nesse livro, ele foi simplesmente IGNORADO. Desmond é a razão para tudo, todavia ele não é tão interessante quanto um Assassino italiano buscando vingança. Logo, o tiraram sem dó nem piedade. Apenas isso.

Assim, penso que o livro poderia apresentar melhores narrativas, contextualizar a estória de uma maneira que prenda o leitor e guardar uma maior correlação ao contexto original. Entretanto, a obra é muito boa quando nos apresenta pontos que não conhecíamos da vida de Ezio.

De uma forma geral, recomendo o livro para aqueles que não tenham jogado o jogo. Sendo um fã, pode acabar se decepcionando.
Carol 19/01/2012minha estante
Estou achando a mesma coisa. Faltou um pouco de emoção nas cenas e tive a mesma impressão de que o autor quisesse acabar rápido com a cena.


Luiz 23/01/2012minha estante
Também acho que faltou mais emoção, mas gostei bastante dele, principalmente pelos detalhes da história da Cristina que não vi no brotherhood.




Lucas 21/02/2016

"Se me atacar, vou atacar"
O livro conta a história de Ezio Auditore (Quem não conhece esse jogo lindo né?) e como sua família foi sentenciada a morte após uma grande traição. Ezio se une com seu tio e se vê no meio de um credo de assassinos e desse ponto começa a juntar as pontas de um grande quebra-cabeças.

O livro é bem legal, não é aquele "minha nossa é melhor que o jogo", mas é muito legal sim. Teve umas enrolações, mas é aquele ditado: vamo fazer o que né.

Ezio é um amorzinho.

Só isso. The End
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Takatsu 27/01/2013

Assassin's Creed - Renascença
Não conhecia a história e nunca joguei o jogo.
Achei o livro bem interessante e legal. Porém não curti muito a narrativa rápida, já que gosto de uma narrativa bem lenta, onde mostra praticamente tudo o que acontece a cada dia que se passa, e essas frescuras todas. O tempo passa muito rápido de capítulo para capítulo, mas isso não me deixou menos interessado na leitura. Gostei bastante da ação (e principalmente da matança, ahahah) que ocorre em cada luta e encontro, e como cada personagem influencia o Ezio no decorrer da história.
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Tadeu 10/08/2014

Pra começo de uma ficção como esta, não deixa de ser uma estória de motivação. Ezio dando a volta por cima, superando perdas e lutando por justiças. A estória é cheia de reviravolta! Gostei, Recomendo.
Espero que logo logo, comecem a produzirem filmes da saga.
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MArio.DurAes 12/10/2015


Não curti, achei a leitura bem ruim, a história bem rala. E eu fiquei perdido muitas vezes, principalmente quando eu achava que não tinha se passado um dia, ou apenas tinha se passado um mês, mas na verdade tinha se passado dez anos... Perdi a vontade de ler quando vi vários erros de português do tipo: "pra mim fazer".
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lscasanova 11/04/2014

Potencial mal aproveitado
O jogo tem uma história muito rica e profunda. Porém, sua adaptação é muito mal escrita.
Parece que o autor transcreve literalmente o que acontece no jogo, não é feito adaptação nenhuma, então ações que parecem naturais no contexto de um jogo de video-game, não se encaixam na forma de romance.
William 27/07/2014minha estante
Cara, se tu é tão bom quanto fala, faz a adaptação você! Pois achei essa história fascinante, pra mim foi um dos melhores livros já escritos!




Vinicius Takaki 13/07/2013

Quanto maior o hype, maior a queda...
Então, agora que acabaram de lançar o quinto livro, decidi começar a ler essa série. Assassin's Creed é uma franquia de sucesso da Ubisoft para (por enquanto) XBOX 360, PS3 e PC (e alguns spin-off para outros consoles), com uma cronologia confusa, que deu origem a essa também confusa franquia de livros.
Os jogos são o Assassin's Creed, AC 2, AC Brotherhood (2.1), AC Revelations (2.2) e AC 3, com o AC 4 Black Flag já anunciado. Os livros são, por ordem de publicação: AC Renascença (baseado no AC 2), AC Irmandade (AC Brotherhood), AC Cruzada Secreta (AC 1), AC Renegado (AC 3) e AC Revelações (AC Revelations). É escrita por Oliver Bowden, que a contracapa descreve como o "pseudônimo de um aclamado escritor e historiador da Renascença que atualmente vive em Paris". Essa é uma das, se não for a, mais bem sucedida novelização de um jogo, sendo que no Brasil é a de maior sucesso. O primeiro livro tem 378 páginas, e no Brasil foi lançado pela editora Record, em 2011. Saiu primeiro no Reino Unido em 2009 e nos EUA em 2010, e se encaixa no gênero da ficção histórica e também da adaptação literária (não sei se isso é um gênero ou se eu inventei).
A trama se passa na época da Renascença, séc XV, na Europa, mais especificamente na Itália, e seguimos a história de Ezio Auditore, um jovem que curtia sua boa vida até presenciar o assassinato de seus familiares (acontece logo no início do livro), mergulhando então numa trama de vingança em que se depara com uma realidade da qual até então não fazia idéia: existem os Templários que querem dominar o mundo, e para impedí-los, a Ordem dos Assassinos. Conforme a história vai se desenvolvendo, vemos Ezio conhecendo novas pessoas que vão ensiná-lo sobre a verdade do mundo, novos truques, ajudá-lo com treinamento e equipamento, assim como as pessoas que ele persegue e sobre as quais exerce sua vingança. Para isso ele viaja por várias vilas e cidades, e conhece algumas personalidades históricas que existiram em nosso mundo como um jovem Leonardo da Vinci, Nicolau Maquiavel, e Rodrigo Bórgia (também conhecido como Papa Alexandre VI). Também visitamos diversas localidades, desde modestas vilas até grandes cidades-estado como Florença e Veneza.
A escrita do livro é boa, com linguagem leve e de fácil entendimento e várias expressões em italiano para dar aquele gostinho local. Algo como os personagens imigrantes das novelas da Globo. Às vezes uma ou outra expressão parece “moderna demais” para se encaixar no contexte histórico do livro, mas condiz com a origem nos video-games e o público alvo (eu chutaria algo como jovens desde os 15 até algo em torno dos 30 anos, a mesma faixa etária dos jogos). A história é dividida em capitulos curtos e em certos momentos ocorrem grandes lapsos de tempo, chegando a se passar vários anos entre um capítulo e o próximo. A trama é toda centrada ao redor de Ezio e suas aventuras, e acompanhamos o seu desenvolvimento desde um jovem inconsequente e sem preocupações até se tornar um Assassino completo.
Para mim uma coisa se destacou, e muito no livro: ele é MUITO baseado no jogo. Ele não se apoia somente no script do jogo para contar a história, mas parece que pegou um story-board do jogo e o transcreveu o mais literalmente possível: Uma das primeiras cenas mostra Ezio e seu irmão apostando corrida pelos telhados da cidade, e eu logo pensei: é um tutorial para descrever a mecânica de parkour do jogo. A mesma coisa acontece na primeira briga, na primeira escalada, no primeiro uso de um novo equipamento... é sempre muito fácil traçar um paralelo entre o que Ezio faz no livro e o que você, jogador, estaria fazendo com o controle na mão. E tudo isso levando em conta que eu não joguei esse jogo em particular, apenas o primeiro da franquia (que virou o terceiro livro). Também achei que a leitura, embora fácil, foi um pouco pobre, que faltou uma certa riqueza e requinte na escrita, e não transmitia toda a grandiosidade dos locais onde se passa a história. A maioria dos personagens é bem rasa e logo no primeiro encontro já podemos logo antever como eles se portarão pelo resto do livro, com a exceção de Ezio. Nele conseguimos ver alguns conflitos, mudanças de pensamento, aprimoramento e amadurecimento de seu caráter. As personalidades históricas parecem que estão lá apenas para emprestar importância para o livro, praticamente um “name-dropping”: Oh, ele conheceu Leonardo da Vinci! Uau, aquele cara é o Papa! Ah, então foi daí que Maquiavel tirou a idéia para escrever “O Príncipe”, e por aí vai. De alguma maneira isso tudo parecia bem mais interessante nos jogos, talvez porquê quando estamos com o controle na mão, ativamente fazendo coisas, fiquemos mais distraidos ou menos criticos para essa superficialidade com que tudo é tratado.
Achei o final meio corrido (é onde ocorrem os maiores lapsos temporais) e um tanto quanto “deus ex machina”, que para quem não conhece basicamente quer dizer que alguma coisa cai do céu para resolver a trama, o que pode parecer estranho e soar inverossímil com o que nos tinha sido aprensentado até então. Não que isso seja um grande pecado, um de meus escritores favoritos, Stephen King, também sofre desse mal, mas da metade pro fim esse livro de repente começa a ficar menos crível e mais fantástico (e eu gosto de fantasia), acho que destoou um pouco do resto da narrativa, que era até então razoavelmente realista. E um último detalhe: este livro conta apenas o que acontece no séc XV, diferente do jogo, onde também acompanhamos a história de Desmond Miles, que é um descendente de Ezio (e também dos personagens principais de todos outros jogos), e tem toda uma camada extra de tramas e conspirações.
Conclusões finais: vim a este livro com uma expectativa alta, e sinceramente me decepcionei, é o mais ruinzinho que li este ano com certeza. A história é fraca, os personagens são rasos como um pires, a narrativa, embora boa, não tem consistência e o final é simplesmente esquisito (isso talvez seja culpa do roteiro do jogo e não tanto do autor em si). Não sei se este é o primeiro livro do autor, já que ele usa um pseudônimo, mas depois desse as continuações com certeza caíram no ranking da minha lista de prioridades. Coloco esse livro lado a lado com a Maldição do Tigre, embora por motivos diferentes. Ou talvez eu esteja simplesmente mal acostumado de tanto ler as ficções históricas do Bernard Cornwell, Conn Iggulden e Steven Pressfield. Por favor, deixe seu comentário abaixo e também me digam se a história melhora nos próximos livros. Até mais e um abraço!

* - - - - (1 de 5) não gostei! Se gostou (ou mesmo se não gostou) da resenha, deixe um comentário, até a próxima!
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Thata 15/12/2011

Ótimo jogo, livro maravilhoso!
Eu sou fã de Assassin's Creed, seja os livros ou os games. Sou apaixonada! Principalmente pela história de Ezio Auditore, que me encantou até mais do que a história de Altair (presente no primeiro jogo da série, acho que o terceiro livro da série, se não me engano).

Conta a história de Ezio Auditore, um jovem de Florença que vive como qualquer outro jovem de sua idade: brigando em ruas, namorando, se divertindo.
Quando seu pai é preso e enforcado juntamente com seus irmãos, Federico e Petruccio, acusados de traição, Ezio jura de se vingar daqueles que jogaram a reputação de sua família na lama. Mas ao decorrer da história ele vai descobrir que ele tem um peso muito maior sobre seus ombros do que apenas se vingar.

Claro que para quem não jogou os games, tem mais surpresas, vai ficar mais preso à história. Mas não acho que seja ruim para quem jogou AC. Até porque, se a pessoa é realmente fã assim como sou, vai amar rever as história muitas e muitas vezes.

Recomendo, com certeza!
Aryane Marques 06/08/2013minha estante
Historia muito bonita!




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