Cem Anos de Solidão

Cem Anos de Solidão Gabriel García Márquez




Resenhas - Cem Anos de Solidão


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oliviapaulinoo 12/03/2021

Agora eu quero ler até a lista de compras do Gabo! Estou apaixonada
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iris 12/03/2021

jovem tem cérebro mastigado por Gabo, entenda o caso!
As páginas finais desse livro me colocaram num transe difícil de explicar, fiquei completamente anestesiada. Não é só o final em si, é uma anestesia pela jornada sem igual que eu experimentei lendo esse livro. Sensorial do início ao fim, devastador e acolhedor ao mesmo tempo. Gabriel Garcia Marquez acampou na minha cabeça.
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Dira 08/03/2021

Meu ritual anual, cês já sabem...
[Ela achava que o amor de um jeito derrotava o amor do outro jeito, porque estava na índole dos homens repudiar a fome uma vez satisfeito o apetite. (Pag. 300)]
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Andréia 08/03/2021

Ótimo livro
Cem Anos de Solidão é um livro triste e lindo ao mesmo tempo. No começo achei que estava muito arrastado, mas logo a narrativa me conquistou e queria descobrir o que mais essa família e essa cidade tinham para oferecer. Confesso que em alguns momentos me perdi em tantos nomes iguais, tinha que reler o parágrafo para entender qual dos "Aurelianos" ou "José Arcádios" era, mas essa repetição tem toda uma explicação que vai se entendendo ao ler. Quando terminei queria que o livro tivesse muitas folhas ainda, porque de fato amei. Minha personagem favorita com toda certeza foi a Úrsula matriarca, uma mulher de fibra e muito evoluída, pra mim, de longe o personagem mais marcante e com o qual mais me identifiquei.
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Bianca 06/03/2021

Cem anos de solidão retrata a vida dos Buendía desde o começo, com a fundação da cidade de Macondo, até a última geração.
Gabriel García Marquez, mais conhecido como Gabo, foi a mente geniosa que deu vida ao famoso clássico da literatura latino-americana.
Por ser configurada como Realismo Mágico, encontramos nesse livro elementos fantasiosos, que são tomados como normais e cotidianos pelos personagens.

Eu confesso que essa leitura foi uma montanha russa de emoções para mim. Em muitas partes, fiquei completamente imersa no universo do livro; em outras, percebi que estava meio confusa e precisava recapitular o que já tinha acontecido até então. É uma escrita densa, porém não rebuscada. A escrita do Gabo requer MUITA atenção do leitor, pois várias coisas acontecem durante um só capítulo (que são gigantes, diga-se de passagem), por isso é preciso máxima concentração para não perder o “fio da meada” e conseguir acompanhar os fatos ocorridos.

A ideia de tempo nesse livro é tida como cíclica e não linear, como estamos acostumados a encontrar. Essa ideia é reforçada, em parte, com a grande repetição dos nomes “José Arcádio” e “Aureliano” ao longo das gerações, e, por incrível que pareça, essas pessoas acabam por “herdar” a personalidade do antepassado de mesmo nome. Tanto é que a frase “a vida não passa, ela dá voltas redondas”, dita por Úrsula, centenária da família, me marcou bastante e reforçou essa ideia na minha cabeça.

Não tenho como resumir tudo o que esse livro carrega, nem tampouco a genialidade de García Márquez. É preciso ter coragem para encarar essa leitura e viajar até Macondo. Só dessa maneira é possível entender, através dos Buendía, o mágico mundo do retorno que, assim como no livro, muitas vezes também não conseguimos entender os caminhos pelos quais a vida nos faz caminhar.

“estirpes condenadas a cem anos de solidão não tinham uma segunda chance sobre a terra”

P.s.: pra quem já assistiu a série “Dark”, me digam se vocês também acharam semelhanças em algumas partes, ou eu tô louca? 🤡

site: https://www.instagram.com/leitoresmaniacos_/
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Carol 06/03/2021

Leitura obrigatória!!!
Segunda vez que leio esse livro e ainda me espanta como a história me prende. Na primeira metade você fica pensando que é um livro sobre nada, mas de repente ele te prende de tal maneira, que você pre isa chegar no final e saber o que acontecerá...
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~Coppi~ 05/03/2021

Maktub
Deixei para escrever hoje pra poder digerir um pouco mais desse livro tão apaixonante. Cem Anos de Solidão nos faz acompanhar as inúmeras solidões da humanidade. Personagens sós, uma cidade - Macondo - só e excluída do restante do mundo, uma família só... a solidão sóbria.
É mesmo que o tema seja soturno, acompanhamos cem anos da família Buendía de forma bem humorada, com o realismo fantástico de Gabo latente, que nós faz sentir confortáveis e imersos na história.
Esse livro é também um retrato da sociedade latina, sobretudo colombiana. Podemos notar menções e críticas à dura realidade latina, aos costumes conservadores e ao poder tão soberbo.
Do início ao final, ficamos presos ao fluxo contínuo da narrativa, mesmo que as vezes já saibamos o que vá acontecer, justamente porque o narrador nos contara lá nas primeiras páginas, marcando não uma história linear, mas cíclica, na qual os nomes e erros da família são hereditários.
Por fim, uma palavra que pode definir bem a obra, sobretudo seu final, é ?maktub?; ?estava escrito?.
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Meewy Wu 05/03/2021

Um livro que todos deveriam ler, mas eu não recomendo a ninguém
Uma maravilhosa edição para uma obra que todo leitor latino-americano deveria ler, mas eu não recomendaria para ninguém.

Cem anos de Solidão, do ganhador do prêmio Nobel de Literatura Gabriel García Marquez, aventura-se pela vida da família Buendia e pelo vilarejo de Macondo durante cem anos de sua história, acompanhando sua ascenção e sua queda.

Escrito durante o exílio do autor no México, primeiro fator que me deixou interessada por ele, o livro apresenta uma série de personagens em vidas cíclicas, aborda questões de uma forma compreensível sem perder sua profundidade - infelizmente, isso nem sempre pode ser dito de seus personagens. Existe sim a confusão dos nomes que se repetem em prol ao ciclo, porém o grande problema é o desaparecimento de personagens da narrativa que aparecem depois de dezenas de páginas apenas para serem mortos, sem gerar comoção.

As personagens femininas tem uma grande importância e um grande destaque na história, sendo possivelmente as mais desenvolvidas emocionalmente, porém caem em um estereótipo recorrente de rivalidades entre si.

Apesar desses pontos me impedirem de colocar esse livro como um dos meus favoritos, não desqualificam as cinco estrelas que ele fez por merecer - é uma obra de arte completa, em prol a fazer entender os problemas recorrentes na metade sul do continente americano e, em partes, no mundo, durante o século XX de forma lúdica.

Eu não gostaria de ser a pessoa que irá recomendar esse livro para ninguém - por que a pessoa que recomenda esse livro, é uma pessoa que vai sofrer com toda a raiva do novo leitor ao ler esse livro. Também não é um livro para ser recomendado por faixa etária ou período da vida. Aos 16, 20, 34 ou 70, apenas você pode saber a hora certa de ler cem anos de solidão - você não escolhe ler esse livro se ele não escolher você.
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Carolina 04/03/2021

Maravilhoso!
Amei a forma do Garcia Marquez, literalmente, contar essa história. Sem muita enrolação (apenas confusão com os nomes dos personagens hahaha) e sem muita descrição de lugares, coisas, pessoas (que eu detesto). Ele deixa o leitor livre pra imaginar personagens e locais e eu achei isso o máximo.

Sem contar com os acontecimentos na pacata Macondo, desde a "casinha branca como uma pomba" às mais mirabolantes histórias de mortes.

Simplesmente amei e super recomendo. Leiam!
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Eduarda Estruc 01/03/2021

Obra incrível
É um livro magnífico, é impressionante a forma com que o Gabo brinca com os tempos verbais,tem algumas cenas desconfortáveis relacionadas a estupro, machismo e pedofilia.Para mim foi um pouco complicado pegar o ritmo da leitura mas chega em um ponto que ela flui muito bem.
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Clara 01/03/2021

Amei o livro, se tornou um dos meus preferidos da vida. Gostei dos fatos históricos e do realismo mágico. Alguns temas abordado me incomodou muito, por este motivo não dou 5 estrelas inteiras.
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Krishna 01/03/2021

Um reflexo (ou miragem) da América Latina
O ritmo melífluo como as frases se derramam para narrar as mais insólitas tragédias. A beleza de suas longas sentenças e a sensação de que estamos lendo poesia em forma de prosa. A naturalidade como a fantasia e a loucura mesclam-se ao cotidiano enquanto o normal ganha ares de extraordinário. Personagens que inspiram paixão, comiseração, repulsa e, quando se vão, deixam saudade. Mas, especialmente, uma estirpe destinada à mais inexorável solidão. Tudo isso nos enreda numa narrativa labiríntica a uma família condenada a não ter uma segunda oportunidade sobre a face da Terra.

Nada nesse livro é trivial. Da intensidade das paixões à violência das mortes, da inocência das crianças ao amargo arrependimento dos idosos. A espiral do tempo que se repete em círculos como os nomes das personagens. A barbárie sangrenta dos golpes, as traições e os massacres onde reconhecemos um pouco da história da nossa própria nação. O vazio das guerras. Suas mulheres vigorosas como muralhas de pedra e seus homens instáveis e decadentes. Nossa própria identidade como povo latino-americano e colonizado, nossas próprias dores e nossos próprios preconceitos, nossos rostos, cores e sentimentos estão em cada parágrafo, como se toda palavra intimasse à reflexão e ao encantamento.

Nada que se possa dizer está à altura dessa obra. Para compreendê-la é preciso senti-la, absorvê-la, mergulhar nela e afogar-se em cem anos de puro espanto.

O melhor livro já escrito.
Rafa P. 02/03/2021minha estante
Quero reler muito em breve. Essa edição é boa?


Krishna 02/03/2021minha estante
Rafa, no começo a tradução de alguns termos me incomodou um pouco e eu cheguei até a comparar com a tradução mais antiga de Eliane Zagury e com o original em espanhol. No fundo acaba não sendo nada demais, mas eu sou chato com isso. O estilo não é afetado, foi só a escolha de certas palavras que eu estranhei.

Também tem uns errinhos. Por exemplo, a palavra Singapura aparece 3 vezes no texto, sendo duas grafadas com C e uma com S. Noutro trecho, estava escrito 'vaso' onde deveria ser 'copo'. E outros detalhes assim, que podem facilmente passar despercebidos.

Essa edição é impressa em papel off-white (não é pólen) e a impressão não é das melhores, mas isso é comum a todos os livros da Record. Na maioria das páginas, o bloco de texto da página da esquerda não estava perfeitamente alinhado com o da direita e isso me incomodava muito (um mais baixo que o outro ou um mais à esquerda que o outro, tornando as margens desiguais). Nas edições dos anos 2000 (de capa verde escura) havia ilustrações de Carybé no início dos capítulos, que essa edição não traz. Porém aquela era papel branco e essa não. Enfim, cada uma tem vantagens e desvantagens.


Rafa P. 03/03/2021minha estante
Eu super te entendo . Perguntei sobre a edição , pois li da biblioteca e agora quero comprar uma edição pra mim. De uns tempos pra cá tenha dado bastante atenção para a tradução, que é algo tão importante e por vezes menosprezado aqui no Brasil. Eu vou dar uma boa olhada nas edição disponíveis antes de comprar. Obrigada pelas dicas. Um abraço.


Romilda.Rodr 03/03/2021minha estante
Estudei a análise dessa obra na faculdade de espanhol, do jeito que nos foi passado não despertou nenhum interesse de ler a obra. Lendo seu resumo já quero degustá-la pra ontem! Obrigada!




Vick-chan 01/03/2021

Nunca tinha lido nada parecido com esse livro. Gabo me surpreendeu e agora posso dizer que cem anos de solidão é um dos meus livros preferidos!!!!????
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