Pollyanna Moça

Pollyanna Moça Eleanor H. Porter
Eleanor H. Porter




Resenhas - Pollyanna Moça


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Gabi 28/11/2017

De longe, Pollyanna Moça consegue ser melhor que Pollyanna e olha que isso é difícil de acontecer numa sequência, mas para mim, consegue nos prender mais na leitura e é ótimo ver nossa menininha crescida e enfrentando um novo mundo, novos problemas e amadurecida.
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Gabriela Leite 09/11/2017

Não gostei
Não há mais o que falar sobre o "jogo do contente". Pollyanna cresce e fica estranho a bondade infantil permanecer como característica. Também achei muito previsível a continuação, leitura muito arrastada e várias passagens melancólicas demais, quase num enredo de novela mexicana. Diferente do livro 1, o 2 não me parece interessante para o público adulto, mas para o infanto juvenil, certamente, ambos devem ser indicados.
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Juninho 02/09/2017

Emocão a 1000
legal a história e to ansioso em ver a novela pollyanna do Sbt em 2018
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Tracinhas 19/07/2017

por Lídia Rayanne
Pollyanna foi uma das leituras mais encantadoras que já tive o prazer de fazer em minha vida. Então não foi com poucas expectativas que comecei Pollyanna Moça.

A história começa pouco tempo depois que Pollyanna voltou a Beldingsville depois de sua longa recuperação no hospital. De tão querida, é recebida com faixas pelos habitantes da cidade, mas seu jeitinho único de ser também marcou a vida daqueles que deixou para trás.

Pensando nela, uma das enfermeiras do hospital onde Pollyanna ficou internada, Della Wetherby, escreve à tia da menina pedindo-a “emprestada” por um tempo, a fim de animar sua irmã, a senhora Carew. A mulher é uma viúva rica que sofre de uma severa depressão desde que seu único sobrinho, Jamie, foi levado embora pelo pai. Há anos as duas irmãs não tem notícias de onde anda o garoto e, comovida pela situação, Tia Polly e o marido, que precisam viajar para Alemanha, aceitam deixar Pollyanna por um tempo em Boston, na casa da senhora Carew.

Só que a própria senhora Carew não gosta muito da ideia de ter uma menina que sempre encontra um motivo para ficar contente por tudo. E decide que se aquela menina lhe pregar sermões, vai levá-la para sua irmã Della imediatamente.

Mas Pollyanna não lhe prega sermões. Ela apenas faz o Jogo do Contente com a mesma naturalidade com que respira. Contudo, Boston não é como Beldingsville. As pessoas são mais frias, secas, sempre apressadas e desconfiadas e nada interessadas em fazer amizade com uma menina que puxa conversa do nada. Pollyanna começa a viver um verdadeiro desafio para realizar o Jogo quando conhece um garoto que, a despeito de todas as dificuldades, o faz melhor do que ela.

Num dos seus passeios no parque perto da casa da senhora Carew, Pollyanna conhece Jamie, um menino pobre preso à uma cadeira de rodas. Apesar de todas as dores e adversidades, Jamie encontra forças no seu “Livro da Alegria”, onde escreve um motivo para se alegrar em cada situação. Mas há algo no menino que desperta a curiosidade de Pollyanna. O nome… a idade… Poderia aquele Jamie ser o sobrinho perdido da senhorta Carew?

Não vou falar mais para evitar spoiler, mas o que posso dizer é que fui pega de surpresa quando descobri que Pollyanna Moça é dividido em duas partes. A primeira terminou tão amarradinha que, quando percebi que ainda estava na metade do livro, me perguntei o que mais poderia acontecer. E aí, pah! Corta pra 6 anos depois com um tremendo plot twist que se conecta lindamente com a primeira parte, ainda mais com um delicioso e inocente romance.

Pollyanna Moça é completamente doce e cheio de reflexões, que para mim faz este e o primeiro livro muito mais do que uma história infantil. É uma história que deveria ser lida por pessoas de todas as idades, com ensinamentos que deveríamos levar por toda vida. Quando nos tornamos amargos, não fazemos mal apenas à nós mesmos, mas a todos à nossa volta. Que sempre podemos fazer o nosso melhor para mudar a vida do próximo, seja com o pouco ou com muito que recebemos. E que sempre há uma razão para se alegrar, não importa o quão devastador sejam os nossos problemas.

site: http://jatracei.com/post/163172850587/resenha-274-pollyanna-mo%C3%A7a
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Psiquè - pelamente.wordpress.com 10/06/2017

Pollyanna Moça - Eleanor H. Porter
Já contei aqui sobre a minha história com Pollyanna, as lições de otimismo e alegria, como pessoas positivas influenciam e curam quem está ao seu redor.

Em Pollyanna moça, a personagem aparece em duas fases da vida.. uma ainda bem jovem quando é convidada a passar uma temporada em Boston, na casa de uma senhora que há tempos carrega um coração doente pelo desaparecimento do sobrinho, e sua irmã, uma das enfermeiras que cuidou de Pollyanna, "receita" a "pílula de alegria Pollyanna" para a cura do coração da sra. Carew.

A menina fica completamente perplexa com a cidade grande e como as pessoas são sozinhas, individualistas. Conhece a pobreza e é claro ... consegue fazer amigos e mudar a vida de muitas pessoas..

Em uma segunda fase, uma Pollyanna já adulta retorna de uma longa viagem com sua tia que acabara de perder o marido e tornou-se novamente amarga como aquela que a menina conheceu há tanto tempo atrás.. só que agora as duas estão também falidas.

Mas.. Pollyanna conhece o "jogo do contente", o valor da amizade, o amor, aquele otimismo incurável que pode vacilar.. mas não se apaga.. então será que encontrará uma saída?

Recomendo! Boa Leitura !
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bi 19/04/2017

Pollyanna moça
Eu e minha amiga Júlia lemos o livro Pollyanna moça,ele dizia que Pollyanna era uma menina bonita e alegre. Jogava um jogo chamado (jogo do contente). Pollyanna foi crescendo cada vez mais bonita e continua com o seu jogo até hoje, o jogo chamado (jogo do contente).
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Roberta Galdino 03/01/2017

Pollyanna Moça
Acabei essa lindeza... mas certamente que esse livro irá me acompanhar por toda a vida... ainda irei reler muitas vezes!!!
Pollyanna Moça, equivalente a continuação de Pollyanna menina naturalmente, continua com seu otimismo e crença em tudo de melhor, contudo é claro que agora jovem o amadurecimento é implacável, já não é mais tão simples passar pelos problemas cotidianos de maneira despercebido, então mais uma vez embarcamos nas aventuras dessa criatura iluminada, ao passo que conseguimos enxergar as coisas por um prisma espetacular. Um fato espantoso do livro é que em determinado momento, por pressão dos acontecimentos a jovem Pollyanna, não tem outra saída a não ser jogar o "jogo do (des) contente", e o resultado é surpreendente! Sem sombra de dúvidas, esses livros entram para o roll de melhores da vida!!! Mega hiper super recomendo... nota 10
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Kamila 04/12/2016

Pollyanna Moça começa, por incrível que pareça, sem Pollyanna. Della Wetherby é uma enfermeira que conhece a garotinha de longa data, e, via carta, acaba pedindo para a tia de Pollyanna que deixe a menina na casa de sua irmã, ms. Ruth Carew, aproveitando que tia Polly e seu marido vão passar uma temporada na Alemanha.

No início, ms. Polly Chilton fica ressabiada com o convite de miss Wetherby, pois não quer que vejam a menina como "remédio", a ser medicada em "doses". Mas, o dr. Chilton, marido de Polly, acha uma boa ideia, corroborada pelo dr. Ames, médico de Pollyanna, que conhece a reputação de ms. Carew.

Mas não será nada fácil para Pollyanna. Seu jeitinho doce não faz o tipo de Boston, que é a cidade de ms. Carew. Tia Polly autoriza a viagem, mas fazendo questão de, antes, conhecer a tal senhora que cuidará da menina. Ruth Carew tem uma profunda tristeza, que fará com que Pollyanna tenha mais dificuldade em fazer seu conhecido Jogo do Contente.

Depois que Pollyanna volta de Boston, onde viveu várias situações e conheceu pessoas queridas, como Jamie e Jerry, ela vai para a Alemanha com seus tios. Volta só seis anos depois, com tia Polly tão triste quanto antes, agora que o dr. Chilton faleceu e elas estão muito endividadas. Jimmy Bean, amigo de Pollyanna de longa data, agora está mudado. Oficialmente, ele foi adotado pelo sr. Pendleton, outro amigo de Pollyanna, então não gosta mais de ser chamado de Jimmy Bean, mas Pollyanna não consegue...

Ruth Carew também está diferente, para melhor. Conforme o tempo foi passando, ela adotou Jamie, o amigo que Pollyanna fez em Boston, mas o motivo de sua tristeza profunda permaneceu todos esses anos. Agora, aos 20, vai ficar mais difícil para Pollyanna fazer seu jogo...

Até a Bienal, não fazia ideia de quem era Pollyanna, só a conhecia através de seu ditado popular. Mas me encantei com o primeiro volume e também me encantei com este. Apesar de ter sido escrito em 1915, onde as convenções sociais eram muito diferentes das nossas, muitas coisas nele retratadas ainda são vistas em pleno fim de 2016. Há uma forte crítica social por trás das palavras de Sadie Dean, por exemplo. Sadie Dean é uma moça que Pollyanna conheceu no Boston Public Garden. Ela tem uma vida sofrida, sem motivos para sorrir, mas sua mensagem tocou profundamente a ms. Carew, a ponto de sua vida ter uma revira-volta.

Apesar da crítica social nele incluída, o livro é, obviamente, voltado às crianças, que não podem perder a essência da infância. Atualmente, as crianças meio que estão crescidas demais, amadurecem antes da hora. Não vou entrar nos méritos que levaram a essa situação, mas, no meu tempo, meninas (incluindo eu) queriam ser professora e os meninos, jogador de futebol. Hoje já não é mais assim. Detalhe: tenho "só" 22 anos. Ter a inocência de Pollyanna, hoje em dia, é praticamente impossível. Se Pollyanna vivesse em 2016, ela teria perdido toda a fé na humanidade e seu Jogo do Contente ficaria no passado.

Livros como Pollyanna e Pollyanna Moça não podem ficar de fora da biblioteca tanto das escolas como das casas das crianças. Histórias como essas são aquelas que os
pais devem ler para os filhos antes de dormir, porque, além de terem lindas mensagens, são uma forma de manter a fé na humanidade, que hoje tá difícil...

A edição da Autêntica está uma graça. Não encontrei erros e o desenho da capa mostra, sutilmente, o crescimento de Pollyanna. O Pollyanna Moça tem mais páginas que o anterior, mas dá pra ser lido rapidamente, pois a escrita é fluida - obviamente feita pensando nos pequenos.

Portanto, a leitura está mais que recomendada. Pollyanna e Pollyanna Moça foram escritos para as crianças, mas todos devem ler, inclusive como forma de unir a família, conceito esse que foi tão transformado ao longo do tempo.

site: http://resenhaeoutrascoisas.blogspot.com.br/2016/11/resenha-pollyanna-moca.html
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Lola 05/08/2017minha estante
No próprio livro Pollyanna cita que o jogo perdeu destaque em sua vida porque ela se tornou uma madura e menos "petulante". Lembre-se que esse livro foi publicado no início do século passado e segue a linha construtiva da época, logo ele é bem escrito para a época onde se localiza. A qualidade é inegável.


Patricia Dias 05/08/2017minha estante
Obrigada por opinar Lola! Vc tem razão, ele é muito bem escrito mas realmente me cativou um pouco menos do que o primeiro. Nem por isso perdeu sua magia, o conjunto da obra é belíssimo! Abraço!




Di Martins 27/08/2016

Coisas felizes então nas atitudes mais simples da vida!
Um livro encantador.
Pollyanna nos ensina que as coisas não são tão complicadas o quanto se parece. Que mesmo em situações difíceis da vida podemos encontrar um lado bom, que nos permite seguir em frente.
A história é complexa e doce, simples e encantadora. Amei e com certeza será uma reeleitura ao longo de minha vida literária.
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Nat 20/07/2016

O livro Pollyanna fez tanto sucesso que Eleanor lançou uma sequência, Pollyanna Moça, em 1915. Nesse novo livro, Pollyanna se transformou em uma encantadora jovem, amada por todos os que com ela aprenderam o famoso "Jogo do Contente". Sua fama de pessoa especial vai além dos limites de Beldingsville, a cidadezinha onde vive com Tia Polly. Pollyanna recebe um convite especial para passar uma temporada em Boston. Alguém de lá precisa muito dela... Mas ela não irá apenas conquistar novas amizades, irá também encontrar o amor e com ele as dúvidas e emoções de todos os apaixonados.
O livro foi marcante, não somente por ter sido o primeiro dos clássicos da literatura que eu li, mas pelos ensinamentos implícitos. No começo, me irritava a mania de não se irritar da protagonista, eu pensava “caramba, essa menina só pode ser retardada, não tem como uma pessoa viver contente”. Irritou tanto ela falar do jogo do contente, que eu queria continuar lendo, só para ver até onde ela agüentaria jogar. No momento em que ela pára de jogar, me arrependi e torci para ela voltar logo ao seu jogo do contente. Porque, na verdade, esse jogo mostra o que há de melhor no ser humano. É uma leitura cativante, que mostra como uma criança determinada e seu jogo infantil podem fazer bem a mais carrancuda das pessoas.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2011/07/pollyanna-e-pollyanna-moca-eleanor-h.html
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Daisa 16/02/2016

Jogo do Contente
Quando li esse livro pela primeira vez estava no sexto ou sétimo ano. E não esperava muito dele, achei que fosse um desses livros bem infantis que tem como único objetivo divertir e iniciar as pessoas no mundo da leitura, não ensinar tanto quanto ensina. Tendo uma linguagem de fácil entendimento, me apaixonei por Pollyanna, e muitos outros personagens desse livro. A estória se passa na cidade de Beldingsville nossa protagonista, depois da morte de seu pai um missionário pobre, muda-se para morar com a tia Poly irmã de sua já também falecida mãe. Pollyanna não é a menina que Poly e seus empregados, Nancy por exemplo, esperavam. E a partir desse momento essa cidade nunca mais será a mesma. Ensinando os moradores a jogarem o jogo do contente, que consiste em ver sempre o lado bom das coisas, a garotinha alegre vai encarar grandes aventuras, transformar vidas e mostrar que mesmo as piores coisas tem um lado bom.
Ps: Pollyanna também conta com um segundo livro, Pollyanna Moça.
Pss: É minha primeira resenha, perdoem os erros rs.
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Thais.Dias 11/02/2016

Pollyanna e Moça
Amooo este livro!!
Ele me mostra uma visão melhor do mundo, como quando damos tanto valor para as coisas que não temos e que jugamos ser necessário para sermos felizes.

Quando estou um pouco para baixo, lembro-me da história de Pollyanna e do seu jogo do Contente, seria ótimo se todos conhecessem e praticassem o jogo do Contente.

Sobre o jogo do contente é o seguinte... Bem, Polly aprendeu este jogo com o seu Pai, que é de encontrar alegria em coisas simples e até nas ruins.

Um exemplo: Polly quebrou a perna... Se é com você uma criança cheia de alegria e saúde que quer correr e brincar, como você se sentiria? Triste e incomodado no mínimo, mas com este jogo você tem que encontrar a felicidade nos fatos ruins! Então, que bom que quebrei a perna e não o braço, pelo menos posso brincar de boneca, ler e escrever...
Quanto pior a situação melhor o jogo fica, pois te desafia a encontrar a alegria.

Ele tem uma linguagem um pouco antiga, acho que dá para se ter uma noção pelo ano em que a Eleanor publicou sua obra.

Uma coisa que acontece muito comigo é de começar a ler a continuação dos livros e não o primeiro para depois o segundo. Com Pollyanna aconteceu assim, li a Moça (Original), fiquei apaixonada e procurei o “menina”, mas até então não consegui encontrar :( , comprei uma versão mais atualizada, de bolsa (O da foto acima), amei ambos, mas ainda procuro o original menina.

site: http://cantinhodathaisdias.blogspot.com.br/2015/07/dia-do-escritor-livro-favorito.html
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Ingrid 01/02/2016

Pollyanna Moça
Maravilhoso!
Ela vive o que se tornou moda hoje em dia, o poder da gratidão.Nas piores situações possíveis
Pollyanna enxerga o bem , o amor, o lado bom.Com isso ela transforma a vida de todos ao seu redor, especialmente dos adultos pois eles têm a mania de reclamar de tudo.Ela consegue mudar esse hábito.

Pollyanna passará uma temporada em Boston e aí começa a sua aventura.Mas a coisa não pára por aí, Pollyanna se apaixona. Confesso que eu incrementei o final do livro, o completei porque dá uma vontade de continuar na história.Não quero detalhar mais, tem que ler! Os ensinamentos dela são revigorantes.


" Eu....só...queria...esfregar...os cantos...da alma...dela!''


site: http://aportadomar.blogspot.com.br/
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