A Linguagem das Flores

A Linguagem das Flores Vanessa Diffenbaugh




Resenhas - A Linguagem das Flores


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Léia Viana 26/06/2013

Bela história
Apesar de ter uma carga emocional intensa, “A Linguagem das Flores” não me fez chorar e tão pouco me deixou triste. Narrado em primeira pessoa e sem rodeios, a trama foi muito bem conduzida e explorada e o suspense na medida certa, devorei as páginas tamanha necessidade que tive em saber qual seria o próximo passo da menina órfã, estava ávida por descobrir e à medida que seu presente se alternava com o seu passado mais eu torcia para que ela superasse tudo, que se permitisse ser amada, que pudesse de fato ter uma vida plena.

“É um pouco irônico não acha? Você estar obcecada com uma linguagem romântica, inventada para que amantes pudessem se comunicar, e usá-la para espalhar a hostilidade.”

Mesmo tendo conhecimento da linguagem das flores, de ter a oportunidade de conviver com a beleza e a leveza que muitas flores nos passam, para a personagem isso teve efeito reverso, a vida a deixou amarga, dura a ponto de usar o significado delas para passar mensagens para as outras pessoas, na maioria das vezes, mensagens de ódio. Todo esse sentimento demonstrado de maneira coerente pelo personagem , que não soube o que era amor e carinho e muito menos não sabia como lidar com esses sentimentos, quando os outros demonstravam isso por ela.

Com um enredo delicado: adoção, a história poderia ser de uma leitura difícil, pesada, mas não achei, a autora soube conduzir muito bem a história, principalmente por mostrar outro lado do processo de adoção: a rejeição. É triste uma vida sem uma família e amigos.

A capa é linda e combina perfeitamente com a história, gostei muito do dicionário com o nome e o significado das flores, anexado ao final do livro.

“Você tem que querer. Você tem que querer ser uma filha, uma irmã, uma amiga, uma estudante ... Eu nunca quisera nenhuma dessas coisas e as promessas ... Mas, de repente, eu soube que queria ser florista. Queria passar o resto da minha vida escolhendo flores para desconhecidos ...”

Leitura recomendada!
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Dryh 09/05/2013

A linguagem das flores
Durante todos os anos de sua infância, Victoria viveu em abrigos e em casas de pais adotivos temporários. Por seu comportamento ser mais para o lado selvagem do que para amigável, ela nunca conseguiu uma família que a quisesse por muito tempo. Por mais que fosse carrancuda, ela sempre amou flores, e assim que completou 18 anos e começou a viver por conta própria, pensou em flores antes mesmo de qualquer outra coisa.

Victoria sempre foi bem rabugenta. Sempre aprontando e odiando todo mundo. Por mais irritante que ela fosse, ainda sim os adultos tinham paciência, afinal, a garota foi abandonada assim que nasceu, e desde então vai indo de uma família para a outra, esperando uma família. Mas Victoria não quer amigos, nem família, ela só quer suas flores.

Sempre que eu via esse livro em algum lugar, não tinha a mínima vontade de ler. Mesmo lendo a sinopse e a capa sendo linda, não tinha um pingo de interesse em lê-lo. Até que um dia, estava visitando os blogs parceiros, e encontrei a resenha desse livro lá no blog da Andy, o Mon Petit Poison, e decidi ler a resenha. Me surpreendi, e fiquei morrendo de vontade de ler A linguagem das flores. Mas mesmo com essa vontade e esse interesse, não consegui juntar coragem o suficiente pra comprar o livro, e só o consegui através de um amigo secreto. Mesmo assim, quando o livro chegou, não o li. Demorei muito tempo, até que decidi dar uma chance a Vanessa.

Quando comecei a ler, não tinha a mínima vontade de continuar a ler. Isso porque Victoria é realmente uma garota bem chatinha. Mas assim que a leitura foi fluindo, consegui entender aos poucos os motivos que a deixaram desse jeito, e não é só o fato de estar sempre mudando pra lá e para cá, com outras meninas abandonadas. Ler A linguagem das flores me deu vontade de trabalhar numa floricultura. Não só por Victoria ter trabalhado em uma, mas também para sentir o cheiro das flores. Nem todas têm um cheiro, mas ainda sim é reconfortante.
Antes de ler A linguagem das flores, eu nem fazia idéia de que cada flor tinha um significado, mas assim que cheguei nas ultimas páginas do livro, percebi que havia um dicionário, onde estão listados todos os tipos existentes de flores e seus significados, tanto os nomes científicos quanto os sentimentos e emoções que representam.
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AndyinhA 04/03/2013

Trecho de resenha do blog Mon Petit Poison

É um livro cheio de emoções, torcemos por Victoria, também a odiamos em certos momentos, entendemos que às vezes é difícil se entregar a qualquer coisa quando se já sofreu demais na vida ou ficamos com medo de nos machucarmos. Mas acho que o maior aprendizado do livro é o querer. Mesmo quando nós sabemos que não podemos seguir, será que sabemos que realmente é hora de desistir? Ou é apenas o momento da pausa?

Este livro de emoções tão conflitantes tem tantas coisas com a vida real, que ao termina-lo fiquei repassando na minha vida, vendo as escolhas que fiz ou as que abri mão. Realmente é daqueles para se pensar. Acredito que quem está apenas acostumado a ler Jovem-Adulto não irá gostar do livro. Não que a linguagem seja profunda ou complicada, mas não tem as coisas fúteis e as brigas de garotas/garotos que sempre se encontra nesse tipo de livro. Aqui é vida real nua e crua.

Para saber mais, acesse: http://www.monpetitpoison.com/2012/09/poison-books-linguagem-das-flores.html#.UTT7KjCG08k
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Ana Luiza 28/02/2013

Resenha do blog Mademoiselle Love Books - http://mademoisellelovebooks.blogspot.com.br
Victoria nunca conheceu seus pais biológicos, não faz ideia de quem são ou o do porque de a terem abandonado ainda bebê. Ela passou toda a sua vida sendo enviada de um lugar para outro, mas sem nunca pertencer a nenhum deles. O único lugar em que ela queria ficar era na casa de uma de suas mães adotivas, uma dona de vinhedo chamada Elizabeth. Elizabeth foi a única pessoa que Victoria realmente amou e por quem foi amada.

"Durante oito anos, sonhei com fogo. Árvores se incendiavam quando eu passava por elas, oceanos ardiam em chamas. A fumaça adocicada impregnava meus cabelos enquanto eu dormia e, quando eu despertava, o aroma permanecia em meu travesseiro como uma nuvem."
(Pág. 10)

No seu aniversário de 18 anos, Victoria finalmente é considerada uma adulta e é emancipada. Ela não é mais obrigada a morar em abrigos ou mesmo frequentar a escola, ela é livre para fazer o que quiser. Entretanto, liberdade tem consequências. A garota recebe de sua ex tutora, Meredith, uma ajuda durante três meses após sua emancipação, mas, como ela não arranjou um emprego, acaba indo morar nas ruas.
Victoria não parece se importar com o estado miserável que vive, mas conforme o tempo vai passando, ela percebe o quanto foi irresponsável em não conseguir trabalho. Entretanto, quando a garota percebe uma pequena oportunidade de conseguir trabalho em uma floricultura, ela corre atrás e assim acaba ganhando o emprego perfeito.

“Você tem quer querer. Você tem que querer ser uma filha, uma irmã, uma amiga, uma estudante, repetia ela à exaustão. Eu nunca quisera ser nenhuma dessas coisas e as promessas e os subornos de Meredith nunca haviam mudado minha convicção. Mas, de repente, eu soube que queria ser florista." (Pág. 55)

Antes que Victoria cometesse o grande erro que a separou de Elizabeth, ela aprendeu com a mãe adotiva não só o significado das flores, mas também a amá-las. Empregada e cercada por flores, Victoria não consegue parar de pensar em Elizabeth, o que será reforçado pela presença de um misterioso vendedor de flores.
Victoria não o reconhece de imediato, mas ela conhecera Grant, o vendedor, no passado, quando ele era apenas um garoto e ela, uma menina. Mesmo que esteja cada vez mais próxima de Grant, Victoria continua a lutar com seu passado, ignorando seus fantasmas e conflitos mal resolvidos. Entretanto, enquanto descobre novamente como é amar e é ser amada, Victoria será obrigada a lidar com seu passado, com seus sentimentos e medos. Tarefa que não será nada fácil, mas com a qual ela contará com a ajuda das flores.

“A linguagem das flores era a única coisa à qual eu era leal. Se começasse a mentir sobre ela, não restaria nada de belo ou verdadeiro em minha vida.” (Pág. 110/111)

“A Linguagem das Flores” é um livro de trama simples, mas envolvente e encantadora. A história me conquistou desde o início e, depois de começar o livro, só consegui largá-lo após terminar. Sério, li o livro inteiro em apenas uma tarde. A narrativa em primeira pessoa é simples, mas bem feita, e flui com rapidez impressionante. A trama também foi bem criada e traçada, alternando entre passado e presente, ela nos fez mergulhar não só na história de Victoria, mas de todos que a cercam, além de nos emocionar bastante.
Os personagens também bem feitos, foram bem situados na história e tiveram seus próprios conflitos, importância e personalidade. Victoria é uma personagem complexa, que desperta diversos sentimentos. Confesso que me irritei bastante com ela durante quase todo o livro, sua irresponsabilidade e falta de maturidade fogem do comum, até mesmo para jovens de 18 anos. Mas, felizmente, a personagem começa a amadurecer ao longo do livro, a tomar as decisões certas. E ela não foi a única. Os outros personagens também cresceram como pessoa durante o livro, após terem mostrado seu melhor e pior.
A autora me conquistou e surpreendeu ao transformar histórias e personagens tão simples e reais em uma trama incrível, capaz de nos entreter, emocionar e até mesmo fazer refletir. “A Linguagem das Flores” é uma história sobre perdão, escolhas, destino, crescimento pessoal e, acima de tudo, amor. Também fiquei encantada com tantas flores diferentes e não imaginava que elas pudessem ter significados tão expressivos. O dicionário de flores no final é incrível. Enfim, amei o livro e espero ler mais obras da autora no futuro.
A editora fez um trabalho incrível com “A Linguagem das Flores”. A tradução e diagramação estavam perfeitas, não encontrei nenhum erro. O tamanho da fonte e as páginas cor de creme tornaram a leitura ainda mais rápida e leve. Eu amo a capa do livro, além de linda, ela combina perfeitamente com a história.

“Talvez os indiferentes, os rejeitados, os mal-amados pudessem aprender a dar amor com tanta abundância quanto qualquer outra pessoa.”
(Pág. 282)

Autora da resenha: La Mademoiselle

Resenha do blog Mademoiselle Love Books - http://mademoisellelovebooks.blogspot.com.br
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Hevellyn 29/01/2013

Singelo
Um livro bem escrito e com uma história bem cativante.
A protagonista é uma órfã que até os 10 anos foi passada de lar em lar. No último, talvez o mais conturbado, é que a história de fato começa. Maior de idade, ela sai do abrigo em que vivia desde os 10 anos e passa a dormir na rua. Nunca perdendo seu encanto pelas flores, planta um jardim no parque. Um dia encontra uma florista e com esforço acaba conseguindo um emprego temporário e incerto.
A história trata do amor. Do amor de Victoria por sua flores, do amor de Victoria por Elizabeth, do amor de Victoria por Grant e do amor de Victoria por Hazel. Ela aprende a deixar todo esse amor entrar e passa a fazer parte de uma família amorosa e feliz.
O que eu mais gostei foi das flores. Vanessa Diffenbaugh nos apresenta a várias delas e seus singelos significados.
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Mafi 17/01/2013

Opinião aqui:

http://algodaodoceparaocerebro.blogspot.com/2012/12/opiniao-contemporanea-linguagem-das.html
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Tamylane 14/12/2012

Dividida...
Fiquei assim por muito tempo enquanto lia "A linguagem da flores". Victória é muito difícil de gostar, mas no fim amei o livro... e a protagonista. Grant
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Lynnë 09/11/2012

Fiquei encantada com a complexidade da história, a principio parece ser simples, mas é intricada e cheia de detalhes. Me apaixonei pela linguagem das flores, quero saber mais sobre essa comunicação singela e especial. Adorei Vitória com seus problemas e indagações.
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Georgia 04/10/2012

Lindo!!
Que livro sensível e sutil!!! Me tocou profundamente... Experimentei diversos sentimentos pela personagem Victoria, tanto negativos quanto positivos. Fiquei emocionada com esta história de perdão, de busca e das variadas formas de onde pode brotar o amor, tanto o amor de mãe quanto o de filha, em alguém que passou por tantas tristezas e desilusões ao longo da vida....
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Eyka 21/09/2012

[Resenha] A linguagem das flores
Para ler a resenha, acesse:
http://livrosechocolatequente.blogspot.com.br/2012/08/resenha-linguagem-das-flores.html
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Ericona 27/08/2012

Contundente
Ouso dizer que, de todas as minhas leituras de 2012, A linguagem das flores foi o livro que mais me afetou no sentido de me tocar, ora positivamente, ora negativamente.
O livro é narrado por Victoria, o que nos deixa ainda mais próximos do que se passa em sua mente e em seu coração.
Os capítulos d'A linguagem das flores se alternam entre presente e passado. Acompanhamos o presente de Victoria: a sua emancipação, as dificuldades de estar sozinha no mundo, sem ninguém com quem contar, as suas noites dormindo em praça pública, cultivando seu jardim particular, até quando ela consegue um emprego em uma floricultura local. Sua vida melhora, ela ganha o suficiente pra não dormir mais na rua e poder se alimentar regularmente. Renata, dona da floricultura, logo percebe o talento incrível de Victoria com as flores. Com isso, Victoria ganha não só a admiração e a confiança de Renata como também a de seus clientes, que solicitam o trabalho de Victoria, por acreditar que, o talento dela aliado a linguagem das flores, tem o poder de mudar a vida deles.
Em meio a isso, Victoria nos transporta para o passado, nos contando a sua vida atribulada em diversos abrigos e lares adotivos, até que ela nos fala de Elizabeth, uma de suas mães adotivas, a única pessoa a quem Victoria amou e por quem foi amada em sua infância.
A verdade é que Victoria sempre teve um gênio muito difícil: avessa a carinhos e incapaz de sentir empatia por alguém. Isso mudou quando Elizabeth conquistou, pouco a pouco, o seu coração. Victoria descobriu que tinha a capacidade de amar e sentiu em si mesma o poder transformador do amor. Porém, Victoria fez algo grave, que culminou na separação das duas. Ela voltou a viver em abrigos até a sua emancipação.
O motivo da separação das duas é revelado gradativamente; e, aos poucos, compreendemos a razão de a Victoria ser quem é, reclusa, amargurada, atormentada por fantasmas do passado e cheia de culpa. O encontro com Grant, um rapaz que trabalha no mercado de flores, a faz encarar o passado e resolver questões que foram adiadas por tempo demais. Daí por diante, notamos uma bela e importante transformação na vida e na personalidade de Victoria.
Victoria é uma das protagonistas mais marcantes que já conheci em livros. Ela nos provoca sentimentos diversos, como pena, afeto, raiva, indignação e amor de novo. Não compreendemos inicialmente algumas de suas ações e decisões, mas aprendemos a enxergá-la e sentir amor por ela da maneira que ela é. Nossa afeição por ela cresce ainda mais quando, a certo ponto do livro, ela se encontra consigo mesma e consegue se perdoar por todo o mal que julgou causar a todos que conviveram com ela.
Um dos pontos mais bonitos do livro é o amor de Victoria pelas flores (amor esse herdado de Elizabeth, que é quem lhe ensina tudo sobre as flores e os seus significados). Eu não entendo nada de flores, por isso foi meio difícil no começo visualizar as flores que eram descritas no livro, mas nada que atrapalhasse a leitura ou tirasse o encanto do livro. Muito pelo contrário, se interessar pelas flores e se deslumbrar por seus significados é algo fácil e quase automático quando se lê A linguagem das flores.
A linguagem das flores é sobre arrependimento, crescimento, remissão e, sobretudo, sobre o poder transformador do amor. Indico a quem aprecia tramas com personagens marcantes e singulares, com histórias de vidas contundentes, que nos tiram da zona de conforto e nos impulsionam a enxergar a vida por novos ângulos.

* * *

Resenha publicada no blog Sacudindo Palavras: http://ericaferro.blogspot.com.br/2012/08/resenha-linguagem-das-flores-vanessa.html
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13/08/2012

"Você sabe do que eu estou falando: O livro é tão bom que eu tinha vontade de ler o tempo todo. Lia na rua, no elevador, na escola e enquanto esperava a aula de ballet começar. Quase fiquei triste por acabar de ler, mas ao mesmo tempo fiquei feliz em finalmente saber o que aconteceu com os personagens."


Resenha completa: http://teens-books.blogspot.com.br/2012/05/linguagem-das-flores-vanessa.html
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Amanda Carneiro 19/07/2012

www.primeiro-livro.com
A Linguagem das Flores está longe de ser um romance juvenil clichê com mocinhas e mocinhos que se apaixonam e vivem felizes para sempre. Pelo contrário, a autora nos apresenta uma história cheia de reviravoltas, mas que nem por isso deixa de conter o amor. O verdadeiro amor.

Victoria Jones não é uma criança fácil. Cheia de defeitos e carregando muita mágoa dentro de si, passou por diversos abrigos e famílias até ser considerada inapta para adoção. Uma das muitas mães que a garota teve, era Elizabeth. A única com quem ela gostaria de ficar. Elizabeth lhe ensinou sobre as flores e, a partir daí, ela desenvolveu um grande amor por elas. Mas Victoria aprontou novamente e, mais uma vez foi mandada para um abrigo.
Aos dezoito anos, colocam-na para fora. Sem achar um trabalho, ela começa a dormir na praça publica, atrás de um parquinho infantil. Lá ela cultiva um pequeno jardim e só sai para ir ao restaurante comer as sobras dos pratos dos outros, quando sente muita fome. Numa dessas saídas, ela conhece Renata e sua vida começa a mudar...

O livro é intercalado entre Victoria ainda na casa de Elizabeth e com seus dezoito anos. Com as flores no papel principal, elas dão vida ao amor para mata-lo em seguida. E assim sucessivamente...
Além de Renata, Grant ♥ e Natalya também têm papel importante na trama. Graças aos três, ela vê que é possível recomeçar. Este livro é daqueles que você torce para dar certo, mesmo com o mínimo de esperança dentro de si. O final é muito bem trabalhado e tem acontecimentos novos muito bacanas!
Finalmente finalizo minha resenha recomendando para todos os que quiserem se apaixonar perdidamente pelas flores, assim como sou hoje e para aqueles que querem ver um amor verdadeiro surgir de maneira inesperada, assim como o musgo, que cresce sem raízes.
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