The Perks of Being a Wallflower

The Perks of Being a Wallflower Stephen Chbosky




Resenhas - The Perks of Being a Wallflower


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Mateus 28/07/2013

Bom
O livro é bom, algumas partes são excelentes, o personagem principal é difícil de entender, só depois de um tempo que nós nos tocamos sobre alguns problemas que ele tem, achei a escrita do autor simples, o que facilita se você quer ler em inglês, ganhou merecidamente minhas 5 estrelas.
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Dinha 05/07/2013

Uma beleza diferente
Eu terminei de ler esse livro encantada. Não fiquei atordoada, nem nada. Ele simplesmente te deixa com aquele sentimento bonito. Mesmo para quem já viu o filme, como foi o meu caso, aconselho conhecer um pouco mais dos personagens - especialmente sobre Charlie. Aqui você tem uma oportunidade que o filme não deixa tão evidente de acompanhar as angústias, medos, infantilidades e amadurecimento do personagem principal. É uma leitura rápida, envolvente e que, com certeza, vale a pena.
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Nicolle 31/05/2013

Charlie é um menino diferente, ele não tem muitos amigos e o único amigo que tinha se matou no último verão.
Ele não entende porque seu melhor amigo se matou, mas a vida continua e ele tem que continuar a frequentar a escola. No começo é difícil mas Charlie acaba conhecendo Patrick e Sam, dois alunos do último ano da escola.
Ele não sabia mas dali pra frente sua vida iria mudar e muito.
Por ser um menino super inocente e ingênuo para a idade de 15 anos, Charlie acaba fazendo coisas incomuns e estranhas, muitas vezes não sabe o que falar e vive dentro de sua própria cabeça, pensando (e como pensa esse menino) , ele não é um menino normal.
Charlie adora ler e conhece Bill seu professor de inglês que o aconselha durante o ano a participar das coisas não só observar a vida. Bill lhe passa livros maravilhosos e sempre incentiva charlie. Charlie vai vivendo o ano e depois que conhece Sam e Patrick passa a se enturmar com os "invisíveis", Charlie nunca acreditou que iria ter amigos, mas ele está adorando.


O livro é fofo, e muitos adolescentes devem ter se identificado com Charlie, quem nunca foi da turma dos diferentes? O livro é escrito em forma de cartas, para alguém que não sabemos quem é apenas conhecemos como "Dear Friend", quando eu cheguei ao fim do livro achei que as cartas eram pra mim, que Charlie estava escrevendo diretamente pra mim, acredito que era isso que o autor queria.

Um livro super curtinho e muito fácil de ler, gostei bastante não conseguia parar de ler. Apesar do livro ser curto é muito bem escrito. The Perks of being a wallflower um livro que todos deveriam ter na estante.

Love always,
Nicolle.
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Renan Borges 26/04/2013

Este livro é uma viagem a adolescência e aos seus dramas, tudo isso rodeado por ótimas referências musicais e culturais. Ótimo para todas as idades, seja você um adulto relembrando sua adolescência ou um adolescente vivenciando a sua.
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Observador 14/04/2013

Emocionante.
Confesso que depois de ler esse livro eu senti que um grande peso foi tirado dos meus ombros. Me identifiquei com Charlie em várias situações no livro, ao mesmo tempo em que parava para refletir no quanto a sociedade pode modificar um indivíduo, e o quanto a amizade influencia na construção da personalidade de uma pessoa. E como o grande George Orwell, !"os melhores livros, [...] são aqueles que lhe dizem o que você já sabe", mas claro, nunca conseguiu expressar de um jeito melhor, o que foi justamente o que esse livro fez por mim, o que foi uma experiência bem interessante. Recomendo a leitura para todos que buscam que buscam um reflexo no que lêem, não só os que já passaram ou estão passando pela adolescência, mas para todos que entenderam o quanto essa fase foi especial.
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Sérgio 28/03/2013

As vantagens de ser admirável
Ficha Técnica

Gênero: Romance
Ano de lançamento: 1999
Ano desta edição: 2009
Editora: MTV Books / Gallery Books
Páginas: 214
Idioma: Inglês

Citação: "When I was done reading the poem, everyone was quiet. A very sad quiet. But the amazing thing was that it wasn't a bad sad at all. It was just something that made everyone look around at each other and know that they were there. Sam and Patrick looked at me. And I looked at them. And I think they knew. Not anything specific really. They just knew. And I think that's all you can ever ask from a friend."

Querido amigo,

Eu terminei de ler recentemente este livro, "The Perks of Being a Wallflower", que uma amiga me emprestou. Ele estava em inglês, e foi legal lê-lo no original, embora exista uma versão em português lançada pela editora Rocco, com tradução de Ryta Vinagre. Confesso que folheei o livro para ver qual solução a tradutora encontrou para um termo específico, e não fiquei satisfeito. Não que isso comprometa todo o trabalho dela, mas não era algo tão difícil assim, sabe?

Talvez você esteja estranhando essa resenha, portanto é melhor eu me explicar: Charlie, o protagonista do livro, narra toda a história por meio de cartas, escritas para um destinatário que nos é desconhecido. Ele inclusive troca os nomes dos personagens, para que esta pessoa não possa descobrir quem ele, Sam, Patrick, Brad e outros são na realidade. Portanto a narrativa é totalmente subjetiva (temos que acreditar que tudo aconteceu como Charlie narra), e mostra as coisas sob a perspectiva deste garoto de 15 anos, cheio de problemas. E, apesar de seus 15 anos, ele tem um jeito de escrever, de narrar as coisas, um processo lógico bastante infantilizado para alguém dessa idade, mas que até é compreensível por tudo que ele passou. Por isso estou escrevendo essa resenha/carta assim.


Charlie é uma "wallflower", termo que em inglês é usado para descrever aquela pessoa tímida, que não se destaca, e que se confunde com a mobília ou o plano de fundo; termo muito difícil de traduzir, já que não existe um termo em português para isso, mas "ser invisível" funciona quando você conhece o contexto (não, ele não tem super-poderes): Charlie é tímido, sem amigos (pelo menos no começo da história), um esquisito. Perdeu a tia de maneira traumática e isso o marcou para sempre. E, aos 15 anos, ele vive um ano de descobertas sobre si mesmo e o mundo, que tornam o livro interessante.


É um livro que fala de coisas comuns da adolescência: as amizades, as paixões, o primeiro beijo, a primeira vez. Mas também aborda assuntos muito pesados, como o uso de drogas e as bebedeiras, estupro, abuso sexual infantil, gravidez adolescente e aborto, homossexualidade e preconceito, bullying e problemas psiquiátricos. Não deve ser fácil ser esse tal Charlie.


O livro vai agradar adolescentes por ser exatamente sobre esta época turbulenta da vida deles; mas também tem a possibilidade de agradar os adultos por retratar o ano de 1992: há inúmeras referências à música dos anos 80 e 90, como Smiths, Smashing Pumpkins e Nirvana, o que acabou me remetendo à minha adolescência, além de muitas referências literárias, já que Charlie é um leitor ávido, e que lê grandes clássicos da literatura americana (sob influência do seu professor da matéria).

A maneira como Charlie vê as coisas, como ele lida com suas paixões, sua família, seus medos e sua inexperiência não são lá muito tradicionais. E talvez essa seja a grande sacada do livro, mostrar alguém tão único, que passa por situações tão diferentes (algumas extremamente traumatizantes), e ainda assim que poderia sentar ao nosso lado na escola. Apesar de sua vida não ser invejável, ela ainda assim é admirável.

Com amor,

Sérgio

Originalmente publicado em: http://catharsistogo.blogspot.com.br/2013/03/the-perks-of-being-wallflower-as.html
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Rodrigo 24/02/2013

Me senti "infinito"
Um livro muito bem escrito, cativante e emocionante. Que além de tudo ainda traz excelentes dicas de livros e músicas.
Charlie é um adolescente que vê o mundo de uma forma inocente, que está começando o ensino médio após uma grande perda. Começa a descobrir coisas novas e ao mesmo tempo lida com acontecimentos do passado que inconscientemente o perseguem.
O livro se desenrola através das cartas que Charlie envia a uma pessoa que não o conhece, porém ele confia. Trata de vários assuntos que nos fazem pensar, entender melhor e até ser mais tolerantes.
Você vai se sentir "infinito" ao ler essa obra prima.
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Mari 11/02/2013

Post Especial: A Playlist de Charlie.
Criamos um post especial no blog comentando sobre a playlist do Charlie (aquela das músicas gravadas na fita que ele dá de presente para o Patrick). Relacionamos a letra com a história e colocamos o vídeo das músicas pra vocês ouvirem. Quer conferir? Entra lá e diz pra gente o que achou! http://breathbooks.blogspot.com.br/2013/02/post-especial-playlist-de-charlie.html
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Paturi 01/02/2013

Um livro cativante
Resolvi ler o livro após ver o filme. O filme difere do livro em alguns pontos, mas o mais importante é que os personagens do filme mantiveram a mesma essência do livro. Enquanto lia o livro, visualizava os atores do filme. Para minha surpresa li o livro em 3 dias, o que é muito pouco tempo já que morro de preguiça de ler em inglês.
Eu gosto da maneira como o autor conduz o livro em primeira pessoa, e como o narrador e personagem principal dificilmente julga as personagens ao redor, só relata os fatos com um distanciamento, às vezes parece narrado em terceira pessoa.
A história em si não é inovadora, mas a maneira como os personagens são construídos torna-os bem críveis, os personagens lembram alguém que nós conhecemos, mesmo não sendo americanos. E amei o Charlie. Só queria deixar registrado como é bom ler um livro que cativa a gente, é uma leitura fluída, a história tem poucos ganchos, mas mesmo assim ela prende. Acho que isso é tudo.
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Bella 27/01/2013

Infinitly Deep
The book is made of letters written by Charlie to a not specified reader. From my experience with the book, I felt they were written to us, potential readers. The success of the book is due to its simple and easy language and the way it can mean a lot. The most beautiful and complex messages are transmited in a way which they can be well understood. Charlie has an immense heart. All the situations which would be trivial to most of us are deeply felt by this young man. He doesn't have fun, he always has the best day of his life. He doesn't feel sad, he cries so hard he has to go to the hospital. But despite his sensitivity, he is the friend everyone would like to have. The boy is courteous, patient, funny and is always there for you. He is also a true writer, who lives observating the wolrd. This way, that is a very interesnting book to discuss the contemporary society. Even though it happens in the early 90's the themes coverd are still prevailing today. That is certainly a book worth reading by young discovers of the world, regardless of how much they feel like a wallflower.
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Mila 10/01/2013

Um dos melhores ever!
Não tem muita coisa a dizer sobre o livro, a não ser que AMOOOOOOOOO, e que agora é um dos meus favoritos e que dá uma tristeza quando o livro da chegando no fim!
A texto é muito bom e rico em detalhes. Me identifiquei com a personalidade dos personagens e como, em alguns momentos, queria eu viver a história!
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Thaís 07/01/2013

O livro que todo mundo deveria ler
Fazia muito tempo que eu não me empolgava tanto com um livro. Aliás, depois de Harry Potter, só me lembro de Orgulho e Preconceito e Morro dos Ventos Uivantes terem me deixado desesperada para continuar lendo e pensativa depois de terminar, e olha que eu li muita coisa depois. Bom, The Perks of Being a Wallflower (em português: “As vantagens de ser invisível”), de Stephen Chbosky, voltou a me despertar todos esses sentimentos e, inclusive, o de “todo mundo deveria ler isso!”.

Encontrei o livro por acaso, vendo notícias dos novos filmes que a Emma Watson estava participando, e acabei me interessando pelo trailer do filme baseado nesse romance. Com uma linguagem simples e descontraída, e escrito em forma de cartas, somos apresentados ao Charlie, um adolescente prestes a entrar na High School com suas inseguranças e inquietudes. Uma história de filme High School de Sessão da Tarde, você pode pensar, só que não. Logo no começo, Charlie nos conta que seu amigo mais próximo se suicidou no fim do último ano letivo, e esse acontecimento foi um dos motivos de ele começar a escrever as cartas. Com isso, o leitor já percebe que essa história será bem mais profunda do que a maioria dos livros para adolescentes.

Charlie nos conta da sua família: seu irmão mais velho, jogador de futebol americano e dono de um Camaro amarelo; sua irmã mais velha, muito bonita que faz sucesso com os meninos da escola; seus pais; sua tia falecida de quem ele gostava muito… Percebe-se uma distância entre ele e sua família; por mais que o Charlie ame-os (e deixe claro isso escrevendo), sentimos que o garoto parece estar ali meio que deslocado. Isso, em boa parte, se deve aos questionamentos comuns de adolescentes.

Esse deslocamento segue para a nova escola, onde entra sozinho e sem amigos, no primeiro momento. Mas, aos poucos, ele vai conhecendo algumas pessoas que fazem ele se sentir menos sozinho e ajudam-o a lidar com as suas dores. Um deles é o seu professor de Inglês, que percebe que sua capacidade na matéria é acima da média, e com isso começa a recomendar alguns livros extras para Charlie ler e depois escrever um ensaio com suas impressões de leitura. Vemos que o garoto passa a escrever melhor – percebemos isso ao longo das cartas – e, a longo prazo, ajuda a lidar com os seus sentimentos.

Charlie também faz novos amigos. Em meio a torcida num jogo da escola, conhece Patrick, um veterano aficionado por futebol americano que estava em uma de suas aulas. Patrick lhe apresenta outros amigos, dentre eles, Sam, uma moça, também veterana, por quem Charlie quase que automaticamente se apaixona. Mas Sam já deixa claro que ela é muito velha para ele, e que não é para ele “pensar nela dessa forma”.

Somos, então, mergulhados no mundo dos anos 90, onde fitas cassetes gravadas com seleções de músicas era o presente ideal e a última novidade em tecnologia. Charlie dedica várias das suas cartas comentando sobre seleções que faz aos seus amigos e as impressões deles. Na convivência com esses novos amigos, Charlie também é apresentado ao mundo das drogas, onde o menor dos males é o cigarro. Apesar de não se interessar muito por coisas mais pesadas, Charlie passa a fumar compulsivamente.

Ao longo da história, vemos a convivência de Charlie com a sua família melhorando, principalmente na sua relação com a irmã. Por outro lado, seu conflito interior passa a aumentar. Pela primeira vez, Charlie tem amigos descolados, e para não perder isso, em alguns momentos acaba anulando suas decisões, para não sair da turma. Nas experiências amorosas, também acaba trocando os pés pelas mãos e consegue magoar duas pessoas ao mesmo tempo, logo de cara. Isso tudo além de seu conflito interior em relação à tia falecida, por quem sente-se culpado, de certa forma, pela morte.

O romance trata de vários temas complicados, como violência, aborto, drogas e abuso sexual, mas temos a impressão que, pela visão ingênua de Charlie, tudo isso é meio que suavizado. Sentimos sua dor e entendemos suas dificuldades, pois muitas delas também passamos aos 15/16 anos. A frase máxima de Charlie, quando está aproveitando um dia ao lado dos mais novos amigos, poderia resumir o sentimento de todo mundo na adolescência: “somos infinitos”. Charlie faz com que a gente se apaixone por todo aquele universo e se sinta com ele: infinitos.

Em resumo, o livro é uma espécie de tributo à adolescência, que consegue encantar de uma forma única, em meio à simplicidade e ingenuidade dos sentimentos de Charlie. De certa forma, ele se torna um amigo, de quem perdemos contato ao fim das cartas e que deixa saudade.

Altamente recomendado.

(publicado originalmente em geekdama.com)
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