Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo

Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo Leandro Narloch




Resenhas - Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo


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fcraft 08/01/2014

Uma piada sem graça
Para ser sincero, comecei a ler este livro que ganhei de presente com muito interesse, pois o tema parecia dos mais interessantes, e caso fosse baseado em fatos sólidas, seria perfeito. Porém, passando alguns capítulos comecei a ficar chocado com tamanha baboseira.

As pessoas que possuem um mínimo de instrução, gostam e conhecem o mínimo de história e estão cientes dos problemas e das diferenças políticas do mundo, sabem muito bem que dá para facilmente distorcer a história a partír de fontes das mais diversas, sejam estas de livros, pessoas, citações, pesquisas, etc. E que o mesmo material muitas vezes pode ser interpretado de duas formas, ambas opostas.

Eu, por exemplo, mesmo sabendo que não é verdade e que estaria enganando meu leitor, poderia muito bem citar diversas fontes que dizem que OVNIS pousaram na cidade de Varginha. Ou então, provar por A+"B" que o homem não pousou na lua, que o holocausto não existiu ou mesmo dizer que existem monstros gigantes vivendo no fundo dos nossos oceanos. E isso vale para tudo. No caso deste livro, infelizmente o que se percebe é que o objetivo foi colocar o leitor no mundo histórico fantasioso da extrema direita.

De acordo com o livro, foram as indústrias - e a revolução industrial -, que com toda a sua exploração do trabalho das massas que livrou o homem do trabalho infantil. Isso é realmente um absurdo para se falar, pois até hoje infelizmente temos trabalho infantil em todo o mundo, justamente para manter o lucro no bolso dos grandes empresários. Não precisa ser muito inteligente para ver isso.

Também de acordo com o livro, foi o consumo desenfreado e empresas como o McDonald's que levaram o mundo à paz! E olha que ele dedica um capítulo inteiro para criticar os monges budistas e o Dalai Lama, além de simplesmente detonar aqueles que desejaram um mundo um pouco mais humano, mais culto, menos consumista, como aqueles que fizeram a revolução francesa.

Veja só o que ele fala sobre os intelectuais: "Se é verdade que o capitalismo fez luxuosidades chegarem ao dia a dia dos pobres, tornou o trabalho infantil desnecessário e transformou a fome em problema de abundância, ele também gerou consequências menos satisfatórias. Uma delas foi a proliferação dos intelectuais. Ao libertar as pessoas do trabalho do campo e dar força a indústrias de entretenimento, a Revolução Industrial multiplicou o número de indivíduos que poderiam se dar ao luxo de passar a vida em bibliotecas e escolas discutindo ideias - e reclamando (que grande ironia) dos terríveis efei-tos do capitalismo."

Se você ainda acha que é exagero o que estou comentando, dê uma olhada abaixo em mais alguns trechos que selecionei do dito livro:

- "Luxo e ostentação melhoram o mundo"
- "McDonald's, a franquia da paz".
- "Quando pensamos em defensores da paz mundial, lembramos de lideres religiosos como o Dalai Lama ou o papa, protetores dos oprimidos como Madre Teresa ou senhoras do terceiro mundo com roupas coloridas, lenços na cabeça e olhares cheios de esperança. Alguns desses guardiões da virtude deram sua contribuição para evitar crimes e guerras, mas os heróis da paz de maior resultado foram outros. Se hoje vivemos na época mais pacífica de todas, com a menor frequência de guerras e assassinatos da história do mundo, é melhor agradecer a alguns cientistas nucleares e, principalmente, ao dono da padaria da esquina, o proprietário da franquia do McDonald's e os homens de paletó que operam o comércio exterior. Foram eles, os comerciantes, que mais levaram o mundo em direção à paz nos últimos séculos."
- "A bomba de Hiroshima salvou milhões de japoneses".
- "Hitler, um socialista".
- "Quem destruiu a África foram os líderes africanos"
- "Eles preferiram o aparthaid"
- "Em defesa do Gandhi canastrão"
- "Muitos samurais eram bêbados fofoqueiros".

Enfim, você tem duas formas de ler este livro, a primeira é tentando levar ele a sério e com isso passar raiva, ou a segunda opção, aquela que eu escolhi, que é de levar tudo como uma bela piada.

Ou melhor, pra você que ainda não leu, escolha um outro livro e aproveite melhor o seu tempo. Infelizmente eu perdi o meu.
* 02/03/2015minha estante
parei no meio desse livro justamente por sentir algo sinistro que eu não conseguia identificar além da forte tendência direitista...fiquei indecisa e resolvi procurar críticas sobre o livro e achei sua resenha batendo de frente com meus instintos...


Jéssica 12/05/2015minha estante
obrigada por não me fazer perder tempo.


Rodolfo 03/11/2015minha estante
Putz... infelizmente eu o comprei! "Hitler era socialista" ?! É demais pra mim. Vai pro finall da fila!!


Ich heiße Valéria 30/12/2015minha estante
o que tem de babaca que faltou as aulas de história enaltecendo narloch não tá de brincadeira...

Parece que tá na moda hoje em dia ser contra a esquerda pra parecer intelectual político...

tsc tsc dá até pena...


Yuri 03/08/2016minha estante
Concordo com você. Comecei a ler o livro sem ler a sinopse nem nada, pois ganhei-o ao adquirir meu Kindle, porém achei que valia a pena por ter interesse pela história. De repente comecei a perceber a intenção do autor de supervalorizar ideais capitalistas e defender ideias de extrema direita. Então decidi ver o que outros leitores diriam do livro e vejo que boa parte teve esta mesma visão. É um livro muito mais político que histórico. Por fim ainda decidi pesquisar a respeito do autor, e tudo ficou mais claro quando descobri que o rapaz foi repórter da VEJA, e editor de revistas da Abril. Ou seja, nada que ele diz pode ser realmente levado a sério, por ser extremamente tendencioso. Portanto não recomendo a leitura a ninguém, Desisti de continuar na metade.


Di 09/12/2016minha estante
Extrema direita neste país? A mais nova hipnose esquerdista.
Agora sim vejo uma bela fantasia!


Laetitia 24/12/2017minha estante
undefined


Robert 27/01/2018minha estante
Hitler era socialista sim! Se você tem problemas de interpretação, só lamento.


Ruan Soares 06/12/2018minha estante
kkk


Joao.Magalhaes 08/02/2020minha estante
Acho que você que tirou várias frases de contexto. Muitas aí na verdade são nomes de capítulos, sequer estão em algum texto.


João Moreno 22/06/2020minha estante
"Extrema direita neste país? A mais nova hipnose esquerdista.
Agora sim vejo uma bela fantasia!"

Comentários que envelhecem mal, rs.


Vanima21 11/07/2020minha estante
Infelizmente você está correto. Já vinha sentindo isso, e após o capítulo de Gandhi percebo o tempo que venho perdendo. Vou acabar porque comecei, mas não recomendo também.


Michel 16/07/2020minha estante
Estava sentindo certo desconforto, desde o começo da leitura parecia que algo não estava muito legal. Eu sei que o Narlock não é um historiador, porém, esperava encontrar um texto divertido, desmistificando conceitos de pseudohistoriadores mundo afora... Contudo, compreendi o meu desconforto ao notar que a intenção do autor é o deliberado desserviço com quem faz pesquisa histórica de verdade. A série GUIA POLITICAMENTE INCORRETO é não conteúdo analítico, mas aqui a coisa vai além, pois narra através de achismos e usa fontes um tanto tendenciosas... É a segunda fez em toda minha vida que abandono um livro antes do fim.


Deel 16/01/2021minha estante
Cara, o livro é assustador. Sua resenha está perfeita.




Paulo Silas 05/09/2013

Fantástico!

Menos ácido do que nos seus dois livros anteriores da mesma série, o autor desmistifica questões da história global, tais como o mito sobre o cinto de castidade, o cotidiano na Idade Média, a relação de Galileu com padres e cardeais, os efeitos da Revolução Verde com o uso de agrotóxicos, entre vários outros.

A obra passa uma perspectiva diferente daquela que a história comumente utiliza ao discorrer sobre fatos impactantes na história (Revolução Industrial, Fascismo, Império Romano e outros), fazendo o leitor refletir sobre várias questões, inclusive os opositores de tal ponto de vista, já que neste terceiro livro o autor "pega mais leve" ao expor suas conclusões sobre os temas abordados.

Como não poderia faltar, o livro encerra com um capítulo dedicado ao comunismo, mais especificamente com "32 razões para não levar o comunismo a sério", portanto, terminando a obra com chaves de ouro.

Recomendadíssimo!
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Milton Jr. 01/09/2014

Ótimo livro - tão válido quanto o de qualquer Historiador.
Dentre as várias resenhas deste livro que eu li por aqui, constatei
muito preconceito, arrogância, e quase nada de opinião fundamentada.

Vejamos: 1) "O autor não é um Historiador": Isso é falácia Ad Hominem - o que interessa é a argumentação e a bibliografia, não a profissão do autor. Cada capítulo possui toda bibliografia consultada e todas as referências citadas.

2) "O autor dá muitos chutes" sobre fatos históricos": Isso se chama interpretação - todo autor dá sua visão sobre os fatos baseado na bibliografia que consultou e, afinal, é para isso que serve um livro - para dar a visão do autor - se ele não opinasse não seria um livro dele, seria uma enciclopédia de outros autores.

3) "O autor é de direita": Esta talvez seja a "opinião mais ridícula de todas que encontrei por aqui. É a típica falácia do falso dilema - se você não concorda comigo (da esquerda), está contra mim. Não vi nada de "direita", "esquerda", "centro" ou qualquer doutrinação ideológica do autor. Toda a narrativa do livro contra a chamada "esquerda" é fundamentada em fontes bibliográficas - há referências em cada frase contra a chamada "esquerda" e também muitos Historiadores são citados. Não vejo o porquê desta crítica.

Bem, não quero cansá-los com uma resenha muito longa, mas, de qualquer forma, recomendo o livro, é excepcional.
Rafael_Chino 20/08/2015minha estante
Caso você não tenha visto, talvez tenha lido um outro livro que não seja este. Ao defender o livre mercado abertamente, por diversas vezes ele cita discursos que seriam da esquerda atual com outras ideologias no livro, omite questões sociológicas e etc... tudo para justificar seu ponto de vista. O livro de forma alguma foi um desperdício de leitura, porém ele não esconde em nada a ideologia que ele traz consigo. Tanto que é notável a diferença das partes da idade média quanto a política pós industrial. Na idade média parecia sim que o autor era um caçador de mitos, porém logo que se inicia o capitulo quanto a revolução industrial se nota um discurso implantado. Logo pro final do livro o autor já se empolga. Se o livro buscava uma anti doutrinação ele falhou, porque ele só tenta doutrinar pra uma outra visão. Como disse. Como caçado de mitos ele é até legal, mas vai convencer fácil a uma doutrina um leitor tendencioso ou menos instruido.




Ferr 27/01/2014

Muito tendencioso ...de extrema direita , porem traz algumas curiosidades interessantes.
Doctor David 21/09/2014minha estante
Ai, Ai,o que dizer para uma jovem tão bonita como você: envelheça!!! Só assim você descobrirá (tardiamente, é verdade) o quanto foi enganada e doutrinada por esta esquerda que detém o monopólio da honestidade. Ou então, leia um pouquinho sobre a história (a verdadeira) de Stalin, FIdel Castro, Mao-Tse-Tung e Che Guevara. Por sorte, Ferr, nasceste em um país de "direita", porque só assim você tem o direito de ler livros e - o que é fantástico - emitir opinião sobre eles. Se me permite uma sugestão, inicie sua pesquisa pelo livro "Fidel- O tirano mais amado do mundo", de Humberto Fontova, este um cubano de verdade, que nasceu, cresceu e fugiu de Cuba. Ela poderá lhe esclarecer a verdade por trás do ditador assassino que a esquerda da USP e da Vieira Souto adoram.
Abraço carinhoso.
Marcio


-Shadowcat- 01/03/2015minha estante
Caro Doctor David. Primeiro, ser de esquerda é ser diferente de ser socialista ou comunista (aliás nunca existiu um país socialista ou comunista). Todo esquerdista sabe sobre Stalin, Mao, Castro e Guevara. Aliás, quem foi primeiros a informar o mundo sobre os inúmeros crimes de Stalin foi a própria União Soviética, pouco depois da morte do dito cujo. A diferença é que não empurramos essas pessoa para a direita, ao contrario do que muitos direitistas fazem como Hitler e Mussolini (como o caro autor do livro),dois fãs do Darwinismo social que os direitistas amam e que querem colocar na esquerda só porque mantinham certo controle na economia. Grandes emprésarios mais que apoiaram a chegada ao poder desses dois "socialistas'. Sério, já ouvi direitista falando que esse caras eram socialista s porque não eram neoliberais, idéia que mal existia na década de 30. E dê uma lidinha no papel da Bayer no Holocausto. Ou da IBM. Ou qual foi a empresa que desenhou os uniformes dos agentes da SS. Muito socialista do Hitler comprar dessas empresas ao invés de nacionalizar tudo.

Você realmente acha que o regimes direitistas trazem liberdades para o indivíduo? Ou que nunca houve vítimas do capitalismo? Pergunte às mulheres da Arábia Saudita, ou cidadãos da Indonesia, ou aos trabalhadores massacrados pela United Fruit Company na América Central, as vítimas de crimes ambientais, aos explorados em grande fazendas vivendo em regime de quase escravidão, dê uma lida nos diamantes e sangue, cujos maiores compradores são empresas como De Beers. Acho Castro um ditador corrupto e estou longe de ser "fã" dele. Mas, se tivesse que escolher, preferia viver em Cuba do que em uma ditadura capitalista como a Arábia Saudita.



Jéssica 12/05/2015minha estante
disse tudo -shadowcat- !!




Daniel 13/04/2015

Muita opinião, pouca história
O autor começa tentando realmente desconstruir imagens estabelecidas da história do mundo mas logo se esforça para apenas expressar sua opinião política sobre a esquerda e o comunismo. Não precisa ser um defensor dessas ideologias para ver os exageros e erros cometidos nas análises tendenciosas. Mesmo o último capítulo, dedicado exclusivamente a criticar o comunismo, poderia ter sido feito de maneira melhor do que através de anedotas que na maioria serviriam a qualquer ditadura do mundo.
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Diana 25/09/2020

Muito bom
O livro realmente é bom, mas como são histórias do mundo, não posso dizer se concordo totalmente com tudo que está no livro, antes de pesquisar. Mas fora isso, gostei bastante.
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Daniel 26/10/2014

Incoerente!!
Minha resenha sobre este livro não será longa. O autor não merece!!

Nos dois livros anteriores (Guia Politicamente Incorreto do Brasil e da América Latina) o autor sempre buscou heróis para desencar críticas sobre seu passado nem sempre heróico.

Como previ em resenhas destes livros o autor, ao tratar do Guia Politicamente Incorreto do Mundo, não teria coragem de criticar seus ídolos europeus e estadunidenses!!!

Dito e feito!!!

Desta forma, não recomendo a leitura deste livro, a não ser que você já leu os outros dois. Aí sim, leia este para ver que o autor mostrou-se totalmente incoerente com o próprio título do livro.

Ti 14/01/2015minha estante
Primeiro, incoerente é a sua crítica. Não é porque ele não criticou sujeito tal, que os sujeitos criticados são isentos de suas críticas. Que "ídolos" europeus são esses? Boa parte do livro se concentra na Europa, inclusive desmistificando personagens famosas da Revolução Francesa ou até mesmo expondo que Churchill tinha grandes defeitos e ideias estranhas.
Para desmistificar personagens americanas seria necessário um outro livro. Há muitos presidentes americanos com lendas, tal como Roosevelt - pai e filho - e Lincoln. Também teria Kennedy e Obama. E assim vai. Acho que você tem um visão, como eu posso dizer, bipolar do mundo: se o cara critica tal personagem, é porque admira esse.


Ti 14/01/2015minha estante
No entanto, eu compreendo. Na escola aprendemos muitos mitos, principalmente de professores engajados e românticos. Você então, que é mais velho, deve ter sido mais bombardeado ainda. Dói descobrir que a Revolução Francesa foi um desperdício de tempo e vidas. Que a África é fruto dos desmandos de seus próprios líderes ou que os Samurais eram uns viadões. A História não é romântica. Leia Gibbon, vai doer mais ainda.


Ti 14/01/2015minha estante
Sabe qual o personagem histórico que eu mais admirava? Napoleão. Li muito sobre ele e digo: foi tudo menos o cara que eu gostaria governando o Brasil. Foi uma decepção total.




Pâmella F. 13/12/2014

Discurso Pobre
Uma compilação da Veja sem qualidade, que até ofende quem é da área pela bibliografia ruim de embasamento e falta de inovação. Acabei pagando papel e encadernação. Pensei que me divertiria com críticas bem elaboradas, desmistificação e fatos curiosos. Mas é reprodução das histórias de um lado sem um estilo literário agradável, vertente que em outros países desenvolveu bem.
Não recomendo. Leandro Karnal é exemplo de historiador que adota várias perspectivas e diverte. Desse fulano não compro mais nada...
Ti 14/01/2015minha estante
Pelo seu comentário noto que sabe pouco ou nada sobre o próprio livro. Muito das críticas que li nesse livro, eu as encontraria em obras mais completas, como Napoleão - Uma Biografia Política. Há muitas e ótimas fontes.


Ti 14/01/2015minha estante
O que é "compilação da Veja"? Veja é uma revista, não um livro de História. T


Ti 14/01/2015minha estante
De fato, para um estudante brasileiro comum, muitos fatos desse livro são inconcebíveis. Compreendo. É difícil aceitar que a Idade Média não foi tão horrível assim ou que a Revolução Francesa matou pra caramba.


Ich heiße Valéria 30/12/2015minha estante
assino embaixo do que você falou, Pâmella. Esse livro é uma fraude. Dá vergonha ver uma bosta dessas nas sessões de 'História' das livrarias...



Krebs 14/04/2016minha estante
karnal é exemplo de historiador?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk




Raquel 04/05/2015

Todos deveriam ler.
Muito bom. Uma visão diferente da história que temos na escola. Leitura flui facilmente.
Todos deveriam ler.

Um recado para os esquerdistas: leiam e reflitam, busquem outras fontes além de historiadores marxistas, coloquem a cabeça pra funcionar.

Assinado de uma ex-socialista que ao estudar e vivenciar a prática virou uma feroz defensora do liberalismo.
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Luciana 02/03/2020

Um lixo ideológico com falseamento de dados históricos
Comecei a ler esse livro já pensando que seria mais ou menos como O guia politicamente incorreto da história do Brasil e para a minha surpresa, é muito pior. Manipulação de dados históricos na defesa de uma ideologia, sem bases sólidas alguma.

- Hitler socialista;
- Agrotóxicos não fazem mal para a saúde;
- O trabalho infantil acabou para sempre, dentre outras pérolas.
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Fernando 31/08/2013

Critica
Eu li o Livro e dou 3 estrelas.
Pontos negativos, ao meu ver, foram:

I - Faltou algo no que diz respeito a revolução francesa, além de uma página preta de curiosidades, incluindo falar mais sobre personagens como Luís XVI, Maria Antonieta e Napoleão Bonaparte (Os três estão presentes até mesmo na capa).
II - Cita os Rothschild e Rockefeller, como investidores normais, que investiram em boas coisas (ver a parte do livro, que se trata da África e sobre Agrotóxicos), mas ignora fatos de como os Rothschild ganharam tanto poder econômico, durante a Batalha de Waterloo ou sobre a Reserva "Federal", nos EUA.
III - O livro acusa os nazistas de serem "no sense", por acusar banqueiros como Rothschild e Rockefeller, de terem enriquecido com a guerra (Primeira Guerra Mundial), hora, não é necessário ser nazista, para ver que isso é verdade, basta acompanhar a história dessas famílias, no século XIX e XX.

Entretanto, pontos que eu gostei foram:

I - Sobre a vida no Império Romano e na Idade Media.
II - Tira mitos, sobre a Igreja e a Ciência, também durante a Idade Media e o Renascimento.
III - Não diz que a vida durante a Revolução Industrial, era um paraíso, entretanto, também faz uma boa analise, dos pontos positivos, que a mesma possibilitou.
IV - A Analise, sobre a África e o Colonialismo e do porque a África está pobre hoje, também foi muito bem feito.
V - E por fim, a análise geral sobre o Comunismo, esta ótima.


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Michel 16/07/2020

EIS UM RARO LIVRO QUE NÃO SERVE PRA NADA
Estava sentindo certo desconforto, desde o começo da leitura parecia que algo não estava muito legal. Eu sei que o Narloch não é um historiador, porém, esperava encontrar um texto divertido, desmistificando conceitos de pseudohistoriadores mundo afora... Contudo, compreendi o meu desconforto ao notar que a intenção do autor é o deliberado desserviço com quem faz pesquisa histórica de verdade. Sei também que série GUIA POLITICAMENTE INCORRETO não é conteúdo analítico, mas aqui a coisa vai além, pois narra através de achismos e usa fontes um tanto tendenciosas... É a segunda vez em toda minha vida que abandono um livro antes do fim.
Mariane.Palmeira 16/07/2020minha estante
Sempre que eu ia a livrarias há alguns anos atrás, tinha vontade de comprar esse livro e outros da mesma coleção. Ainda bem que nunca fiz, depois que soube melhor sobre o seu conteúdo e que era amplamente defendido por influenciadores que espalham notícias falsas na internet, coisa boa não há de ser.


Katia 16/07/2020minha estante
Comprei um e me arrependi de cada centavo gasto.


Michel 20/07/2020minha estante
A séria GUIA POLITICAMENTE possui volumes divertidos, a sobre sexo escrita pelo Luiz Felipe Pondé é talvez a melhor. Até o guia sobre economia escrito pelo próprio Narloch serve como leitura de entretenimento. Mas esse aqui tinha um caráter extremamente enviesado... parei de ler antes da metade.




Sanche 11/03/2016

Horrível
O cara simplesmente reinventa a história da forma que ele queria que fosse.
Junior 30/01/2017minha estante
Ah! Sim..E a bibliografia também foi inventada! Kkkk


Sanche 05/02/2017minha estante
Um monte de merda junto não deixa de ser merda


Junior 05/02/2017minha estante
Comentário bastante científico este seu. Típico da esquerda caviar.




Metall 25/01/2017

O "guia correto" do Idiota burguês neoliberal do Brasil
A desonestidade intelectual é tão grande que chega a ser cômica. Não foi o escrito que me cativou e sim a tamanha parcialidade do autor, assim li esta porcaria até as últimas páginas para ver do que Narloch seria capaz. Nunca vi tanta opinião e tão pouca história em tão poucas páginas.

O autor faz um apanhado a esmo de histórias e preconceitos e argumenta resumidamente com simplismo atroz, como em "Hitler era socialista", "Luxo e ostentação melhoram o mundo" e "A bomba de Hiroshima salvou milhões de japoneses" entre outros.

Um desperdício de papel, cérebro e tempo.
Thatha 22/03/2019minha estante
Meu único consolo é que não comprei essa bosta pra ler. Como assino o Kindle unlimited, ficou barata essa leitura. Mas, de fato, nunca li tanta idiotice na minha vida. Tava indo legal até citar Mises. Daí pra frente, só disparates como vc comentou




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