Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo

Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo Leandro Narloch




Resenhas - Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo


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fcraft 08/01/2014

Uma piada sem graça
Para ser sincero, comecei a ler este livro que ganhei de presente com muito interesse, pois o tema parecia dos mais interessantes, e caso fosse baseado em fatos sólidas, seria perfeito. Porém, passando alguns capítulos comecei a ficar chocado com tamanha baboseira.

As pessoas que possuem um mínimo de instrução, gostam e conhecem o mínimo de história e estão cientes dos problemas e das diferenças políticas do mundo, sabem muito bem que dá para facilmente distorcer a história a partír de fontes das mais diversas, sejam estas de livros, pessoas, citações, pesquisas, etc. E que o mesmo material muitas vezes pode ser interpretado de duas formas, ambas opostas.

Eu, por exemplo, mesmo sabendo que não é verdade e que estaria enganando meu leitor, poderia muito bem citar diversas fontes que dizem que OVNIS pousaram na cidade de Varginha. Ou então, provar por A+"B" que o homem não pousou na lua, que o holocausto não existiu ou mesmo dizer que existem monstros gigantes vivendo no fundo dos nossos oceanos. E isso vale para tudo. No caso deste livro, infelizmente o que se percebe é que o objetivo foi colocar o leitor no mundo histórico fantasioso da extrema direita.

De acordo com o livro, foram as indústrias - e a revolução industrial -, que com toda a sua exploração do trabalho das massas que livrou o homem do trabalho infantil. Isso é realmente um absurdo para se falar, pois até hoje infelizmente temos trabalho infantil em todo o mundo, justamente para manter o lucro no bolso dos grandes empresários. Não precisa ser muito inteligente para ver isso.

Também de acordo com o livro, foi o consumo desenfreado e empresas como o McDonald's que levaram o mundo à paz! E olha que ele dedica um capítulo inteiro para criticar os monges budistas e o Dalai Lama, além de simplesmente detonar aqueles que desejaram um mundo um pouco mais humano, mais culto, menos consumista, como aqueles que fizeram a revolução francesa.

Veja só o que ele fala sobre os intelectuais: "Se é verdade que o capitalismo fez luxuosidades chegarem ao dia a dia dos pobres, tornou o trabalho infantil desnecessário e transformou a fome em problema de abundância, ele também gerou consequências menos satisfatórias. Uma delas foi a proliferação dos intelectuais. Ao libertar as pessoas do trabalho do campo e dar força a indústrias de entretenimento, a Revolução Industrial multiplicou o número de indivíduos que poderiam se dar ao luxo de passar a vida em bibliotecas e escolas discutindo ideias - e reclamando (que grande ironia) dos terríveis efei-tos do capitalismo."

Se você ainda acha que é exagero o que estou comentando, dê uma olhada abaixo em mais alguns trechos que selecionei do dito livro:

- "Luxo e ostentação melhoram o mundo"
- "McDonald's, a franquia da paz".
- "Quando pensamos em defensores da paz mundial, lembramos de lideres religiosos como o Dalai Lama ou o papa, protetores dos oprimidos como Madre Teresa ou senhoras do terceiro mundo com roupas coloridas, lenços na cabeça e olhares cheios de esperança. Alguns desses guardiões da virtude deram sua contribuição para evitar crimes e guerras, mas os heróis da paz de maior resultado foram outros. Se hoje vivemos na época mais pacífica de todas, com a menor frequência de guerras e assassinatos da história do mundo, é melhor agradecer a alguns cientistas nucleares e, principalmente, ao dono da padaria da esquina, o proprietário da franquia do McDonald's e os homens de paletó que operam o comércio exterior. Foram eles, os comerciantes, que mais levaram o mundo em direção à paz nos últimos séculos."
- "A bomba de Hiroshima salvou milhões de japoneses".
- "Hitler, um socialista".
- "Quem destruiu a África foram os líderes africanos"
- "Eles preferiram o aparthaid"
- "Em defesa do Gandhi canastrão"
- "Muitos samurais eram bêbados fofoqueiros".

Enfim, você tem duas formas de ler este livro, a primeira é tentando levar ele a sério e com isso passar raiva, ou a segunda opção, aquela que eu escolhi, que é de levar tudo como uma bela piada.

Ou melhor, pra você que ainda não leu, escolha um outro livro e aproveite melhor o seu tempo. Infelizmente eu perdi o meu.
* 02/03/2015minha estante
parei no meio desse livro justamente por sentir algo sinistro que eu não conseguia identificar além da forte tendência direitista...fiquei indecisa e resolvi procurar críticas sobre o livro e achei sua resenha batendo de frente com meus instintos...


Jéssica 12/05/2015minha estante
obrigada por não me fazer perder tempo.


Rafael_Chino 20/08/2015minha estante
Concordo. Acho que se você ler o livro ceticamente, terá que levar em conta que o livro se sabota em diversas partes. Uma porque o mesmo leva a sério o seguinte "muitos historiadores dizem isto, porém alguns discordam". Claro que em muitos momentos não é de se admirar os relatos de pessoas próximas as personalidades. Acho que poucas pessoas que conhecem a história do comunismo não conhecem a atrocidade causada pelo mesmo. Não me incomodou essa exposição de certos pontos. O que me incomodou foi que em diversas vezes do livro o autor utiliza de frases do tipo "Olha a esquerda fala isso, ta vendo como eles são iguais esses caras" ou "olha como o discurso de esquerda não é tão legal". Ele vira e mexe utiliza do discurso atual da esquerda pra deslegitimar a mesma com um contexto histórico. Discurso este que nem mesmo a esquerda utiliza. A defesa da revolução industrial então foi um discurso parecido. Eu defendo as atrocidades que a revolução industrial cometeu para justificar os benefícios que vieram. Isto é o fim justificam os meios o que todos sabem nunca foi bem visto pela sociedade. Acho a leitura interessante, porém como o livro mesmo busca mostrar, cace a informação em diversas fontes. Assim você terá uma opinião do que talvez seja uma análise correta do que ocorreu.


Rodolfo 03/11/2015minha estante
Putz... infelizmente eu o comprei! "Hitler era socialista" ?! É demais pra mim. Vai pro finall da fila!!


Marcelo Catanho 04/12/2015minha estante
Claramente você tem ideias baseadas em intenções, não em resultados, provavelmente um coração tomado pelo romantismo de mudar o mundo com poesia, capaz de fechar os olhos para o grande terror da Revolução Francesa (que nada fez além de levar a França de um tipo de regime ditatorial para outro ao custo de milhares de mortes), ignorar por algum despeito com uma ideia de "consumismo do mal" os efeitos positivos mais do que comprovados do comércio para a paz e prosperidade, além é claro de distorcer ideias do autor ao negar que foi a Revolução Industrial e as instituições criadas em prol do comércio que proporcionaram que mais pessoas pudessem viver, e viver mais tempo e melhor, citando como uma espécie de prova para isso o fato de que em países subdesenvolvidos, desprovidos de instituições que garantam os direitos essenciais para o progresso, que o Narloch defende no livro, não aboliram o trabalho infantil mesmo com as indústrias, é uma argumentação bastante infantil e desonesta.


Valerie 30/12/2015minha estante
o que tem de babaca que faltou as aulas de história enaltecendo narloch não tá de brincadeira...

Parece que tá na moda hoje em dia ser contra a esquerda pra parecer intelectual político...

tsc tsc dá até pena...


ilomilo 31/01/2016minha estante
Ainda bem que sua resenha existe!! Livrei-me de perder meu tempo com esse "livro".


Yuri 03/08/2016minha estante
Concordo com você. Comecei a ler o livro sem ler a sinopse nem nada, pois ganhei-o ao adquirir meu Kindle, porém achei que valia a pena por ter interesse pela história. De repente comecei a perceber a intenção do autor de supervalorizar ideais capitalistas e defender ideias de extrema direita. Então decidi ver o que outros leitores diriam do livro e vejo que boa parte teve esta mesma visão. É um livro muito mais político que histórico. Por fim ainda decidi pesquisar a respeito do autor, e tudo ficou mais claro quando descobri que o rapaz foi repórter da VEJA, e editor de revistas da Abril. Ou seja, nada que ele diz pode ser realmente levado a sério, por ser extremamente tendencioso. Portanto não recomendo a leitura a ninguém, Desisti de continuar na metade.


Di 09/12/2016minha estante
Extrema direita neste país? A mais nova hipnose esquerdista.
Agora sim vejo uma bela fantasia!


Laetitia 24/12/2017minha estante
undefined


Robert.Wagner 27/01/2018minha estante
Hitler era socialista sim! Se você tem problemas de interpretação, só lamento.


Ruan Soares 06/12/2018minha estante
kkk




Paulo Silas 05/09/2013

Fantástico!

Menos ácido do que nos seus dois livros anteriores da mesma série, o autor desmistifica questões da história global, tais como o mito sobre o cinto de castidade, o cotidiano na Idade Média, a relação de Galileu com padres e cardeais, os efeitos da Revolução Verde com o uso de agrotóxicos, entre vários outros.

A obra passa uma perspectiva diferente daquela que a história comumente utiliza ao discorrer sobre fatos impactantes na história (Revolução Industrial, Fascismo, Império Romano e outros), fazendo o leitor refletir sobre várias questões, inclusive os opositores de tal ponto de vista, já que neste terceiro livro o autor "pega mais leve" ao expor suas conclusões sobre os temas abordados.

Como não poderia faltar, o livro encerra com um capítulo dedicado ao comunismo, mais especificamente com "32 razões para não levar o comunismo a sério", portanto, terminando a obra com chaves de ouro.

Recomendadíssimo!
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Ferr 27/01/2014

Muito tendencioso ...de extrema direita , porem traz algumas curiosidades interessantes.
Doctor David 21/09/2014minha estante
Ai, Ai,o que dizer para uma jovem tão bonita como você: envelheça!!! Só assim você descobrirá (tardiamente, é verdade) o quanto foi enganada e doutrinada por esta esquerda que detém o monopólio da honestidade. Ou então, leia um pouquinho sobre a história (a verdadeira) de Stalin, FIdel Castro, Mao-Tse-Tung e Che Guevara. Por sorte, Ferr, nasceste em um país de "direita", porque só assim você tem o direito de ler livros e - o que é fantástico - emitir opinião sobre eles. Se me permite uma sugestão, inicie sua pesquisa pelo livro "Fidel- O tirano mais amado do mundo", de Humberto Fontova, este um cubano de verdade, que nasceu, cresceu e fugiu de Cuba. Ela poderá lhe esclarecer a verdade por trás do ditador assassino que a esquerda da USP e da Vieira Souto adoram.
Abraço carinhoso.
Marcio


-Shadowcat- 01/03/2015minha estante
Caro Doctor David. Primeiro, ser de esquerda é ser diferente de ser socialista ou comunista (aliás nunca existiu um país socialista ou comunista). Todo esquerdista sabe sobre Stalin, Mao, Castro e Guevara. Aliás, quem foi primeiros a informar o mundo sobre os inúmeros crimes de Stalin foi a própria União Soviética, pouco depois da morte do dito cujo. A diferença é que não empurramos essas pessoa para a direita, ao contrario do que muitos direitistas fazem como Hitler e Mussolini (como o caro autor do livro),dois fãs do Darwinismo social que os direitistas amam e que querem colocar na esquerda só porque mantinham certo controle na economia. Grandes emprésarios mais que apoiaram a chegada ao poder desses dois "socialistas'. Sério, já ouvi direitista falando que esse caras eram socialista s porque não eram neoliberais, idéia que mal existia na década de 30. E dê uma lidinha no papel da Bayer no Holocausto. Ou da IBM. Ou qual foi a empresa que desenhou os uniformes dos agentes da SS. Muito socialista do Hitler comprar dessas empresas ao invés de nacionalizar tudo.

Você realmente acha que o regimes direitistas trazem liberdades para o indivíduo? Ou que nunca houve vítimas do capitalismo? Pergunte às mulheres da Arábia Saudita, ou cidadãos da Indonesia, ou aos trabalhadores massacrados pela United Fruit Company na América Central, as vítimas de crimes ambientais, aos explorados em grande fazendas vivendo em regime de quase escravidão, dê uma lida nos diamantes e sangue, cujos maiores compradores são empresas como De Beers. Acho Castro um ditador corrupto e estou longe de ser "fã" dele. Mas, se tivesse que escolher, preferia viver em Cuba do que em uma ditadura capitalista como a Arábia Saudita.



Jéssica 12/05/2015minha estante
disse tudo -shadowcat- !!




Daniel 13/04/2015

Muita opinião, pouca história
O autor começa tentando realmente desconstruir imagens estabelecidas da história do mundo mas logo se esforça para apenas expressar sua opinião política sobre a esquerda e o comunismo. Não precisa ser um defensor dessas ideologias para ver os exageros e erros cometidos nas análises tendenciosas. Mesmo o último capítulo, dedicado exclusivamente a criticar o comunismo, poderia ter sido feito de maneira melhor do que através de anedotas que na maioria serviriam a qualquer ditadura do mundo.
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Raquel 04/05/2015

Todos deveriam ler.
Muito bom. Uma visão diferente da história que temos na escola. Leitura flui facilmente.
Todos deveriam ler.

Um recado para os esquerdistas: leiam e reflitam, busquem outras fontes além de historiadores marxistas, coloquem a cabeça pra funcionar.

Assinado de uma ex-socialista que ao estudar e vivenciar a prática virou uma feroz defensora do liberalismo.
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Pâmella F. 13/12/2014

Discurso Pobre
Uma compilação da Veja sem qualidade, que até ofende quem é da área pela bibliografia ruim de embasamento e falta de inovação. Acabei pagando papel e encadernação. Pensei que me divertiria com críticas bem elaboradas, desmistificação e fatos curiosos. Mas é reprodução das histórias de um lado sem um estilo literário agradável, vertente que em outros países desenvolveu bem.
Não recomendo. Leandro Karnal é exemplo de historiador que adota várias perspectivas e diverte. Desse fulano não compro mais nada...
Ti 14/01/2015minha estante
Pelo seu comentário noto que sabe pouco ou nada sobre o próprio livro. Muito das críticas que li nesse livro, eu as encontraria em obras mais completas, como Napoleão - Uma Biografia Política. Há muitas e ótimas fontes.


Ti 14/01/2015minha estante
O que é "compilação da Veja"? Veja é uma revista, não um livro de História. T


Ti 14/01/2015minha estante
De fato, para um estudante brasileiro comum, muitos fatos desse livro são inconcebíveis. Compreendo. É difícil aceitar que a Idade Média não foi tão horrível assim ou que a Revolução Francesa matou pra caramba.


Valerie 30/12/2015minha estante
assino embaixo do que você falou, Pâmella. Esse livro é uma fraude. Dá vergonha ver uma bosta dessas nas sessões de 'História' das livrarias...



Krebs 14/04/2016minha estante
karnal é exemplo de historiador?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk




Daniel 26/10/2014

Incoerente!!
Minha resenha sobre este livro não será longa. O autor não merece!!

Nos dois livros anteriores (Guia Politicamente Incorreto do Brasil e da América Latina) o autor sempre buscou heróis para desencar críticas sobre seu passado nem sempre heróico.

Como previ em resenhas destes livros o autor, ao tratar do Guia Politicamente Incorreto do Mundo, não teria coragem de criticar seus ídolos europeus e estadunidenses!!!

Dito e feito!!!

Desta forma, não recomendo a leitura deste livro, a não ser que você já leu os outros dois. Aí sim, leia este para ver que o autor mostrou-se totalmente incoerente com o próprio título do livro.

Ti 14/01/2015minha estante
Primeiro, incoerente é a sua crítica. Não é porque ele não criticou sujeito tal, que os sujeitos criticados são isentos de suas críticas. Que "ídolos" europeus são esses? Boa parte do livro se concentra na Europa, inclusive desmistificando personagens famosas da Revolução Francesa ou até mesmo expondo que Churchill tinha grandes defeitos e ideias estranhas.
Para desmistificar personagens americanas seria necessário um outro livro. Há muitos presidentes americanos com lendas, tal como Roosevelt - pai e filho - e Lincoln. Também teria Kennedy e Obama. E assim vai. Acho que você tem um visão, como eu posso dizer, bipolar do mundo: se o cara critica tal personagem, é porque admira esse.


Ti 14/01/2015minha estante
No entanto, eu compreendo. Na escola aprendemos muitos mitos, principalmente de professores engajados e românticos. Você então, que é mais velho, deve ter sido mais bombardeado ainda. Dói descobrir que a Revolução Francesa foi um desperdício de tempo e vidas. Que a África é fruto dos desmandos de seus próprios líderes ou que os Samurais eram uns viadões. A História não é romântica. Leia Gibbon, vai doer mais ainda.


Ti 14/01/2015minha estante
Sabe qual o personagem histórico que eu mais admirava? Napoleão. Li muito sobre ele e digo: foi tudo menos o cara que eu gostaria governando o Brasil. Foi uma decepção total.




Fernando 31/08/2013

Critica
Eu li o Livro e dou 3 estrelas.
Pontos negativos, ao meu ver, foram:

I - Faltou algo no que diz respeito a revolução francesa, além de uma página preta de curiosidades, incluindo falar mais sobre personagens como Luís XVI, Maria Antonieta e Napoleão Bonaparte (Os três estão presentes até mesmo na capa).
II - Cita os Rothschild e Rockefeller, como investidores normais, que investiram em boas coisas (ver a parte do livro, que se trata da África e sobre Agrotóxicos), mas ignora fatos de como os Rothschild ganharam tanto poder econômico, durante a Batalha de Waterloo ou sobre a Reserva "Federal", nos EUA.
III - O livro acusa os nazistas de serem "no sense", por acusar banqueiros como Rothschild e Rockefeller, de terem enriquecido com a guerra (Primeira Guerra Mundial), hora, não é necessário ser nazista, para ver que isso é verdade, basta acompanhar a história dessas famílias, no século XIX e XX.

Entretanto, pontos que eu gostei foram:

I - Sobre a vida no Império Romano e na Idade Media.
II - Tira mitos, sobre a Igreja e a Ciência, também durante a Idade Media e o Renascimento.
III - Não diz que a vida durante a Revolução Industrial, era um paraíso, entretanto, também faz uma boa analise, dos pontos positivos, que a mesma possibilitou.
IV - A Analise, sobre a África e o Colonialismo e do porque a África está pobre hoje, também foi muito bem feito.
V - E por fim, a análise geral sobre o Comunismo, esta ótima.


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Rodrigo 27/08/2013

Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo - Leandro Narloch
O Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo é, como os outros livros da série, feito de polêmicas e curiosidades coletadas. Mesmo sendo vários assuntos complicados de serem discutidos, a leitura flui facilmente, já que o autor escreve de um jeito muito simples, possibilitando um entendimento fácil.
Com certeza os esquerdistas vão atirar pedras e mais pedras em Narloch. E por um ponto, eu os dou razão. O escritor atira com todas suas armas contra esse grupo, poupando muitas vezes os direitistas. Na minha visão, este livro foi mais tendencioso que os demais da série, acho que vou ter de relê-los com calma. Mas o fato é que me lembro de nos livros do Brasil e da América Latina, o autor estava mais preocupado em discutir a forma de ensino das escolas brasileiras em comparação com as novas interpretações, do que apresentar fatos que degradam a esquerda. A crítica se estende já que o autor coloca os EUA e a Inglaterra em um pedestal sagrado, não se dando ao trabalho de informar fatos para tirá-los de lá.
Tirando esta parte inconveniente, que cada leitor deverá saber interpretar de seu modo, o livro é bom, traz uma coletânea de dados interessantes e de uma forma rápida e divertida.
João Vitor 09/10/2013minha estante
Primeiramente, em história não existe imparcialidade. Essa série é claramente à direita, e nos três livros o autor demonstra isso. Tudo bem que no terceiro livro Narloch esteve mais incisivo, porém basta você pegar o capítulo sobre Che Guevara do segundo, e sobre Índios do primeiro que você perceberá que a posição política do mesmo esteve em evidência durante toda trilogia. Além disto, a preocupação dele não é degradar por apenas degradar, mas sim criticar e construir seu pensamento em cima desta crítica, desmitificando muita coisa que é ensinada nas escolas brasileira. Indo adiante, em momento nenhum a Inglaterra e os EUA são colocados em um pedestal sagrado, sendo perceptível isto no capítulo sobre a África, em que a Europa não é isentada de sua culpa na miséria do continente (apenas foi demonstrado que o maior culpado na verdade são os próprios africanos). E finalmente, ao discutir a forma como o conteúdo de história é ministrado no país, é necessário assumir que o ensino aqui é bastante à esquerda, com aquele característico pensamento esquerdopata do "imperialismo ianque opressor". Por isso, entenda: A Coleção "Guia Politicamente Incorreto da..." não é pra nenhum comunista se deliciar, porque a crítica consiste justamente nas mentiras veiculadas pela esquerda militante do Brasil.




Marcos 08/01/2014

Conforto inesperado
Sempre pensei que ficar sabendo alguns podres ou facetas pouco obscuras de figuras que aprendemos a admirar e cujas mensagens levamos na mente todos os dias fosse ser um tanto quanto incômodo.

Pois lendo esse ótimo livro de Leandro Narloch senti um conforto inesperado.

Olhar de forma imparcial para essas grandes figuras da história da humanidade quebra o mito que envolve esses personagens e os torna ainda maiores...mais humanos.

Recomendadíssimo para qualquer pessoa que não vive de dogmas e ilusões que deseja guardar ferozmente, como um covarde que se esconde atras dos muros da ignorância.

E como bônus vai uma aula de história a respeito de como o comunismo foi implantado no mundo em diferentes momentos e em diferentes povos e como ele é falho na sua própria concepção, levando à fome, tortura e sofrimento até hoje. O comunismo, aliás, uma dessas "ideopatias" usadas como ignorante proteção pelos covardes e mentirosos do nosso mundo.

Ótimo livro.
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Nicolas Oliveira 14/02/2015

Extremamente instigante, o livro de Narloch desconstroi as imagens de personalidades mundiais e eventos históricos consolidadas pela historiografia tradicional. É verdade que há sim uma tendência à direita, críticas fortes ao comunismo e em alguns momentos irrelevantes - mas não desinteressantes - quanto a vida de Ghandi ou Madre Teresa, por exemplo.
Apesar disso, creio que a obra funciona muito mais como reveladora de um outro lado da moeda que é a historiografia. Se você faz o tipo que não suporta críticas aos seus posicionamentos políticos ou convicções de mundo, não leia! Mas se quiser conhecer a história de algumas passagens - e não necessariamente tomar pra si a interpretação que o autor tem delas - sob outro ponto de vista, boa leitura.
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Sanche 11/03/2016

Horrível
O cara simplesmente reinventa a história da forma que ele queria que fosse.
Junior 30/01/2017minha estante
Ah! Sim..E a bibliografia também foi inventada! Kkkk


Sanche 05/02/2017minha estante
Um monte de merda junto não deixa de ser merda


Junior 05/02/2017minha estante
Comentário bastante científico este seu. Típico da esquerda caviar.




Gedielson 31/12/2013

Excelente livro!
O sarcasmo, humor ácido e ironia não tiram a seriedade do livro; apenas tornam a verdadeira história "digerível". Muitos "heróis" e "estórias " são desmascarados. O pior do ser humano na História vem à tona. Tão brilhante quanto o GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA FILOSOFIA (Luís Felipe Pondé). Recomendadíssimo!!!
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Carol 15/02/2015

Tendencioso: Uma palavra que resume todo o conteúdo.
"Guia Políticamente Incorreto da História do Mundo" é uma leitura leve e divertida, uma forma simples de desconstruir alguns mitos históricos. Porém, não deve absolutamente ser levada a sério.
Por um lado, este livro é útil para combater a robotização do ensino e mostrar um outro lado dos acontecimentos. É um auxílio para que se encare alguns feitos e ideologias de outra perspectiva. Contudo, o benefício de seu conteúdo só pode ser usufruído por quem tem o bom senso de checar as fontes, comparar informações, e estudar os assuntos em livros sérios e didáticos. Muito do que dito na obra é verídico e comprovado. No entanto, muito (muito mesmo) é baboseira política. No fim das contas, mais do que informar, o livro em questão tem como objetivo expor as opiniões e tendências políticas do seu autor, que a todo momento tenta "puxar a sardinha" para o seu lado (a exemplo daquele último capítulo totalmente deslocado do assunto do livro). Quem é facilmente manipulável, fecha o livro com a mente de um perfeito seguidor de Narloch. Não obstante, para quem tem a mente formada, com formação cultural sólida, há de ser uma boa leitura, nem que seja para dar risadas da desesperada tentativa de Narloch de vender suas ideologias.
Leonardo 10/12/2016minha estante
"para quem tem a mente formada" Tipo.. pra quem mesmo sendo informado que muitas coisas das quais acredita não são verdade, não vai mudar de opinião




Metall 25/01/2017

O "guia correto" do Idiota burguês neoliberal do Brasil
A desonestidade intelectual é tão grande que chega a ser cômica. Não foi o escrito que me cativou e sim a tamanha parcialidade do autor, assim li esta porcaria até as últimas páginas para ver do que Narloch seria capaz. Nunca vi tanta opinião e tão pouca história em tão poucas páginas.

O autor faz um apanhado a esmo de histórias e preconceitos e argumenta resumidamente com simplismo atroz, como em "Hitler era socialista", "Luxo e ostentação melhoram o mundo" e "A bomba de Hiroshima salvou milhões de japoneses" entre outros.

Um desperdício de papel, cérebro e tempo.
Thatha 22/03/2019minha estante
Meu único consolo é que não comprei essa bosta pra ler. Como assino o Kindle unlimited, ficou barata essa leitura. Mas, de fato, nunca li tanta idiotice na minha vida. Tava indo legal até citar Mises. Daí pra frente, só disparates como vc comentou




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