Emperor Of Thorns

Emperor Of Thorns Mark Lawrence




Resenhas - Emperor of Thorns


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Queria Estar Lendo 22/09/2015

Resenha: Emperor of Thorns
A primeira coisa que eu quero dizer nessa resenha de Emperor of Thorns é que esse é um livro maldito! Foi o primeiro que eu escolhi para a Maratona Literária de Inverno (lá em julho) e ele me jogou em uma ressaca mórbida. E ainda por cima, tive que me obrigar a sair dela, o que deixou um gosto amargo sobre os livros que li depois.

A verdade é que Emperor of Thorns foi um banho de água fria pra mim. Ele foi tudo que eu queria, ao mesmo tempo em que foi tudo que eu menos esperava. Quando eu li na sinopse que o final seria imprevisível, eu duvidei muito. Afinal, seria imprevisível pra mim, que estava acompanhando a trilogia e me batendo com cada teoria nova que surgia na minha cabeça, ou imprevisível para quem estava lendo e não se envolvendo tanto?

Quando cheguei na metade do livro eu decidi que ele seria previsível pra mim, porque tudo estava caminhando exatamente como eu queria. Tão acostumada a nunca ganhar as coisas como eu quero - especialmente em fantasias - eu estava ficando mimada, acho, quando o Mark deu aquela guinada legal e me jogou pelo parabrisa do carro.

Mas a parte mais tensa, ainda, foi descobrir o final antes de chegar lá. Veja bem, eu li toda a trilogia sem qualquer spoiler - apenas uma única possibilidade de spoiler chegou até mim - e ai, em uma conversa com um amigo, ele falou uma coisa que todoooos os leitores da trilogia falavam sobre o Jorg. Mas eu não entendi, então quando ele explicou eu concordei e continuei lendo, porque parecia só uma observação boba. Eis que chego em um determinado diálogo que usam exatamente a mesma frase que meu amigo usou e o Jorg explica logo abaixo o que isso quer dizer e tem NADA A VER COM O QUE EU E MEU AMIGO TÍNHAMOS FALADO E EU FIQUEI O QUE É ISSO PORQUE ESTOU JOGADA NO CHÃO E CHORANDO?

Foi o spoiler que resumia o final do livro - e eu sei porque depois de ler a explicação do Jorg eu liguei o foda-se e fui ler o epílogo do livro e fiquei me balançando em posição fetal pelo resto da noite.

(E o que aprendemos com isso, crianças? Ler livros sem spoilers pode ser lindo, mas também pode ser uma morte horrível!)

Emperor of Thorns também se divide em 2 anos atrás e no presente - além de incluir a história da Chella, que costuma ter pouquíssimas páginas, mas ser bem legal.

Chegou o ano do vigésimo aniversário do Jorg e ele precisa ir para Vyene para votar na Centena, na busca por um novo imperador e, paralelamente, acompanhamos mais um pouco de sua vida na corte do avô materno.

A estrada até Vyene pode ser perigosa e Jorg tem tantos inimigos que é difícil manter aqueles que ele ama a salvo enquanto tenta provar que as profecias não são verdadeiras. Esse é o livro que mais lança uma luz sobre o que aconteceu com o mundo, quem são os Construtores e como o Jorg se tornou o que é.

"Não espere que eu o salve. Não pense que eu não usarei você. Corra se você for esperto. Reze se você tiver uma alma. Fique se você for corajoso. Mas não me siga. Siga-me e eu partirei seu coração."

Jorg sempre foi o peso central disso tudo, os outros personagens sempre pairaram em volta dele. Com exceção de um ou outro personagem, como Gorgoth, Chella e Katherine, ele é o único que realmente se desenvolve e é reconstruído ao longo das páginas.

Jorg é um reflexo da sociedade e das condições do mundo dele - o que eu acho incrível. Ele procura por redenção, mesmo sem saber. Por perdão e uma forma de fazer as coisas certas, não faz sentido para ele que ele tenha sobrevivido, quando William e a mãe não. Ele não foi forte o suficiente para se livrar da roseira brava e salvar os dois - ou morrer com eles. Ele não era o filho que deveria ter sobrevivido, ele não era forte o suficiente e agora ele era um monstro. Tudo pelo que ele passou foi como uma escada para levá-lo até onde ele está agora.

Na realidade, se você prestar atenção, a trilogia é uma história sobre redenção. Sobre como Jorg passou anos na estrada, viajou por diversos reinos, sempre em busca de algo, sempre em busca daquilo que o colocaria no trono do Império, mas só porque ele tinha que continuar em movimento.

" Sem meio termo. Algumas coisas você não pode partir ao meio. Você não pode amar alguém pela metade. Não pode trair pela metade, viver pela metade."

Jorg quer fazer as coisas certas, ele quer perdão pelo seu maior crime - ter traído William, deixado ele morrer sozinho. Tudo que ele fez depois disso, todos os crimes e todos os jogos, nada disso importa. Tudo teve a mão dos bruxos dos sonhos, da violência praticada contra ele; era como retribuição. Jorg não pode é se perdoar pelo crime de ter sobrevivido a noite que matou sua mãe e seu irmão.

De certa forma, tudo que ele fez entre aquele dia na estrada e agora, ao portão Gilden, é sua jornada por essa redenção, esse perdão. Jorg não pode mudar quem ele é - ou não quer - porque é como se ele estivesse vivendo uma sobrevida. Só o suficiente para fazer certo pelo irmão e pela mãe. Só o suficiente para ver os culpados pela morte deles, mortos. E ai ele vai poder seguir como a pessoa que deveria ter sido.

" Não podemos viver presos pelo medo. Uma vida vivida entre essas paredes é apenas uma morte lenta."

Acho extremamente interessante como Jorg nos é apresentado como alguém capaz de tudo para vencer esse jogo de poder que vai sentar alguém no trono do império, mas que a partir do momento em que ele se libera do toque do Corion, ele consegue enxergar as coisas por outro angulo. Ele passa a ver que, afinal, não está disposto a sacrificar tudo pelo trono do império, especialmente se esse sacrifício for das pessoas que ele ama. Mesmo sabendo que o amor destrói e enfraquece, ele não pode evitar amar elas - afinal, ele não é o pai.

Ele já fez isso antes e a decisão assombra ele pra sempre. Ele não quer repetir.

O menino que conhecemos em Prince of Thorns não é o homem do qual nos despedimos em Emperor of Thorns - por mim ele podia estar em todos os spinoffs do Mark! - e isso é feito de uma maneira consistente, desconstruindo as ações dele, deixando-o mais próximo de nós.

Eu entendi seus desejos e o que moveu sua cede de vingança - ou justiça? Eu entendi como o amor queima dentro dele e os medos dele. Jorg teme pouca coisa na vida e condenar aqueles que ele ama é a maior dessas. Jorg tem um senso de justiça bem "8 ou 80" também. "Ou tudo ou nada. Salve todas as crianças ou nenhuma."

"É uma ironia dos nossos tempos que homens que buscam por paz precisem fazer guerra."

Esse livro me lembrou muito um quote do booktrailer de Princesa Mecânica, da Cassandra Clare. Nele a Tessa pergunta: você condenaria o mundo inteiro para salvar aqueles que ama? E assim como a Tessa, o Jorg faria. Ele condenaria o mundo todo e ele mesmo se isso fosse salvar todos que ele ama. E isso meio que me parte ao meio. Eu não esperava pelo final, eu não esperava esse brilho de esperança e de felicidade (ao menos na medida possível para uma dark fantasy) que chegou.

Eu não esperava por nada disso, e ao mesmo tempo eu esperava. Eu odeio esse final, e ao mesmo tempo eu amo. A parte racional briga com a emocional, ele dói e é uma dor bonita, se é que isso faz sentido para vocês.
DézyBrauner 06/04/2016minha estante
Adorei sua resenha, acabei de terminar de ler e entendo perfeitamente o que você quer dizer quando diz que ficou chorando em posição fetal :(
O final foi tão incrível, tão bem escrito e trabalhado e ao mesmo tempo tão doloroso...
Fechou com chave de ouro, mas tá me dilacerando :/




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Ang | @lereuirei 05/05/2020

Que trilogia FODA!
Normalmente quando você chega no final de uma trilogia a tendência é as coisas já estarem meio estabelecidas e só chegar no último ato sem muitas reviravoltas né? E o que o Mark Lawrernce diz pra isso? Não na trilogia dos espinhos! Tem tanta coisa que acontece nesse último livro que não perde em nada pros dois primeiros, segue aquele ritmo frenético que eu adorei e te joga ainda mais informações encima de informações. 100% garantido de te dar uma ressaca literária daquelas bem boas. E o que falar do desenvolvimento dos personagens então? Ah como não amar o Jorg? A evolução dele é tão sensacional, vemos ele crescendo é tão bonito. Já quero reler!! Pra não ficar elogiando essa obra prima aqui, só posso dizer que é uma das melhores trilogias da minha vida, todos os três livros são 5 estrelas e favoritados, e mal posso esperar pra ler mais desse autor incrível, que na minha humilde opinião é bênção para fantasia adulta!! E sinceramente se você não gostou dessa trilogia você só pode ter lido errado kkkkkk brincadeirinha cada um tem seu gosto
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Kahh 13/07/2020

Jorg Ancrath um Anti herói de respeito!!!
Não sei o que dizer, um misto de sentimentos quanto a esse livro, a evolução do nosso personagem é incrível, devo dizer que no mundo literário Jorg Ancrath se torno meu anti herói favorito. Um mundo pós apocalíptico, medieval e futurista ao mesmo tempo, um pouco confuso em muitas partes, porém uma trama bem elaborada. Apesar de Jorg ser um anti herói, vemos que ele passa pela famosa jornada do herói, mas de uma forma fora do comum. O final te deixa com gostinho de quero mais.
Devo avisar que não é uma leitura fácil, muitos momentos fiquei perdida, principalmente pelo mundo que foi construído. Mas vale muito apena ler essa trilogia, principalmente se você for fã de batalhas sangrentas, mortes, reviravoltas, e um personagem principal que não segue padrões hahahha.
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Ivan 24/09/2020

Com um gostinho de quero mais
O livro que fecha a trilogia da saga do príncipe Jorg Ancrath se desenvolve de maneira natural e com poucas surpresas. Perto do final a identidade do principal antagonista da série é revelada, mas nos capítulos anteriores são nos dado várias dicas deixando muito fácil descobrir quem ele é.
Gostei muito de vários personagens coadjuvantes desenvolvidos nós três livros, como o Makin, o Marten, e a Rainha Miana, mas deviam ter mais espaço na saga, suas personalidades são bem interessabtes. Não escondo minha raiva pelo Jorg, pois ele foi tão mal quanto o pai dele, torci várias vezes pela morte dele, mas sabia que isso era impossível, e não ia fazer sentido ele morrer no meio da historia, por ser centralizada nele. No geral é um fechamento "ok" para a história do nosso imperador, mas a mitologia do mundo criado pelo autor Mark Lawrence merece muitas outras histórias, pois é espetacular e deixa a nossa mente viajar, nota 10 pela trilogia!
Que venha a Guerra da Rainha Vermelha!
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Leitor Sagaz 30/01/2015

Simplesmente sensacional!
Resenha publicada no blog Leitor Sagaz.

Neste livro chegamos ao grande final, a jornada finalmente se mostrará exitosa ou não. Rei Jorg irá enfim se tornar imperador? Conseguirá ele destruir o Rei Morto e salvar o mundo do colapso? Te garanto amigo leitor que tudo isso é exposto neste livro.

Como sempre temos acontecimentos do presente e do passado, no presente Jorg marcha com seus irmãos para a cidade de Vyene, para a reunião da centena que finalmente votara para eleger o novo imperador ou não! E cinco anos antes acompanhamos o jovem Jorg em sua jornada para Afrique, o olho dos construtores exibe um ponto vermelho nestas terras e a curiosidade de Jorg falou mais auto.

Nessa jornada iremos conhecer a terra do fogo que queima sem ver (isso nos remete a algo nuclear) mais de uma vez iremos ver nosso protagonista escapando da morte, e sem dúvida nenhuma não hesitará em cortar a cabeça até mesmo de seus aliados, se isso for necessário para que ele siga em frente com seus planos.


No presente Katherine mostra seus poderes dos sonhos, todas as noites ela vem invadindo e perturbando o sono de Jorg, mas uma noite ele resolve lutar e como arma ele usa suas próprias experiências, vai mostrar para ela uma de suas terríveis aventuras, um dos traumas afligidos a ele em sua infância.

Essa parte é muito interessante e mostra como Jorg se tornou forte, contra tudo e todos, ele sempre perseverou! Só mesmo ele seria capaz de suportar a sua vida, inimaginável pensar em outra pessoa em seu lugar.

Pasmem, mas a esposa de Jorg, Miana, está esperando um bebê e mesmo assim devido a alguns acontecimentos sinistros, ela vai viajar com ele rumo ao encontro com a centena.

Outro ponto crucial é entender e perceber todos os detalhes da sua viagem para Afrique, as pessoas que ele conhece, principalmente seus inimigos. Veremos mais uma vez que nem tudo que previram sobre ele é de fácil compreensão, os “matemágicos” entenderam enfim que Jorg é uma conta muito complexa.

Neste livro poderemos finalmente entender os desejos do Rei Morto, descobrir quem ele é e o que o levou a tentar dominar o mundo. Uma coisa eu digo, vocês irão ficar desconcertados ao lerem está revelação, guardem muito bem isso que eu digo.

Estou me esforçando para não contar a história toda, acho que é de tamanha grandiosidade que cada leitor deve adentrar esse mundo sozinho. Vamos falar do mundo criado por Mark e sentimentos ao ler o livro.

Tudo indica que a história se passa em um tempo distante pós terceira guerra mundial, um ponto onde a humanidade evoluiu muito e acabou quebrando os conceitos da física e isso mudou o entendimento das coisas que conhecemos, tornou o poder do “querer” muito mais forte. Neste mundo pós-guerra ainda é possível encontrar resquícios das tecnologias perdidas (Os Construtores), toda essa situação implícita é muito enriquecedora, faz com que o leitor mergulhe mais a fundo na história e tente compreender por vários ângulos o que o autor quis nos mostrar.

Senti uma alegria imensa ao me deparar com este mundo, as ambientações, diálogos e lutas são muito bem construídos, me vi imaginando perfeitamente todo o cenário e as feições dos personagens.

O final desta história me deixou boquiaberto, não queria acreditar que havíamos chegado ao fim, todo o caminho percorrido não poderia levar até aquele ponto! Mas passado o momento inicial de euforia, percebemos que o autor fez bem em terminar aqui, não seria necessário prolongar esta jornada.

Finalizo a resenha dizendo que a Trilogia dos Espinhos faz parte daqueles livros que você deve ler antes de morrer, algo indispensável para os amantes de fantasia e aventura. Se você ainda não conhece algum anti-herói, venha conhecer e viajar com Jorg de Ancrath.

Agradeço a oportunidade de ser parceiro da DarkSide Books, o acabamento e detalhes do livro são perfeitos, são livros que faço questão de mostrar e recomendar para meus amigos. Muito obrigado e que em 2015 tenhamos mais edições primorosas como esta.

Diego de França

site: http://www.leitorsagaz.com.br/2015/01/resenha-emperor-of-thorns-darksidebooks.html
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Bianca - @ZumbiLiterário 12/04/2020

Maravilhoso
Trilogia maravilhosa, fiquei abismada como o autor levou a história! Fiquei encantada e triste por ter chegado ao fim.
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Fernanda 10/04/2020

Me deixou de ressaca literária
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Caroline 29/05/2016

‘Emperor of Thorns’: um desfecho em grande estilo para a ‘Trilogia dos Espinhos’
E chega ao fim a Trilogia dos Espinhos! O fim das tramoias e maldades de Jorg de Ancrath! Em Emperor of Thorns, Mark Lawrence dá a essa grande narrativa o seu desfecho épico.
Como não quero correr o risco de dar algum spoiler, serei breve na apresentação do enredo do livro.
Nesse terceiro e último volume, nosso cruel, sarcástico e nada heroico Honório Jorg de Ancrath narra o auge de sua busca pelo poder, pelo trono e pelo título de Imperador. Em Emperor of Thorns, o leitor embarca numa ampla teia de viagens para terras distantes, alianças políticas e traições; um grande jogo que Jorg parece controlar para alcançar seus objetivos. Nesse livro, descobrimos, enfim, porque os mortos espreitam nosso protagonista complicado. Descobrimos quem é o Rei Morto!
Como estamos no fim da trilogia, as pontas soltas são atadas, os mistérios, desvendados – descobrimos também porque existe a mágica nesse mundo, o qual realmente acaba se tornando familiar ao nosso. Pelo mapa apresentado em todos os três livros, é possível notar certa semelhança com o continente europeu. E o tempo depois dos Construtores mudou tão drasticamente que suas tecnologia e sabedoria passam a ser conhecidas como mágica. Acredito que muitos elementos descritos como mágicos no livro serão cientificamente reconhecidos pelo leitor.
Novamente, temos o nosso Jorg ambicioso, egocêntrico, cruel e irônico, como o conhecemos. Mas, como eu esperava e torcia desde o início, ele cresceu! E, apesar de suas atitudes drásticas resultarem em muito derramamento de sangue – de fato, percebi que, nesse terceiro livro, Jorg demonstra uma inclinação a matar qualquer um que se ponha em seu caminho ou se mostre uma ameaça de maneira um tanto quanto chamativa e preocupante. Mas, dessa vez, ele o faz por uma causa que pode até ser considerada justa.
Se quiser saber qual é, sugiro novamente que leia o livro.

site: http://www.vailendo.com.br/2015/08/14/emperor-of-thorns-de-mark-lawrence-resenha/
Diogo 19/12/2016minha estante
Certa semelhança com o continente europeu? É o continente europeu.




darla 15/05/2020

Uma relação de amor e ódio durante todo o livro. Até chegar no final, aí só sobrou amor. Mark Lawrence teve a manha, viu.
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Larissa 05/11/2020

Resenha: Emperor Of Thorns
"A vida pode arrancar o que é vital a um homem, surrupiar um pedaço de cada vez, deixando-o de mãos vazias e à míngua ao longo dos anos. Todo homem tem seus espinhos, não os que saem dele, mas os que estão dentro dele, profundos como os ossos. As cicatrizes da roseira-brava me marcam, uma caligrafia de violência, uma mensagem escrita a sangue que requer uma vida para traduzir".

Esse é o terceiro e último livro da série Trilogia dos Espinhos,  e nele vamos acompanhar o fim da jornada de Jorg Ancrath.  Jorge agora é pai e fará de tudo para proteger seu filho e se tornar imperador. Mas para isso ele tera que derrubar o rei morto que avanca até Roma para lhe tomar o que é seu de direito. Mas será que Jorg conseguirá conquistar seu sonho?  Depois de todas as profecias contra ele?

"Essa ilusão, de que os que estão no topo sabem o que estão fazendo, a sensação que algumas pessoas têm de que o mundo é seguro e sólido e bem-comandado... bem, essa ilusão se desfaz quando somos nós que estamos no comando. Eu não duvido que, a cada passo que você dê em direção a Roma, Deus pareça estar três passos mais distante.”

Eu gostei muito desse livro,  da série como um todo. Porém, esse foi o livro que eu menos gostei,  também sei que muita gente não gostou do desfecho do livro mas por incrível que pareça eu gostei do final, meu problema não foi com ele mas sim com uma importante ambição que Jorg tinha e que todos nós esperávamos que não se realizou e isso me deixou muito frustrada!  O livro fora isso continua incrível, com frases incríveis,  com a narrativa do autor que eu gostei muito.  Os capítulos não estão tão curto quanto os livros anteriores mas como a história me envolveu não tive problemas com isso.  O Jorg continua obssecado pela tia, continua obssecado pelo poder e obssecado em matar o rei morto.  O Rei morto também não foi algo que me surpreendeu, desconfiei e mesmo assim gostei. Por isso o livro continuou sendo um favorito mas diminui a classificação. Amei essa série,  é favorita,  recomendo muitíssimo!
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MPFFMH 28/04/2016

Fim
O final da trilogia foi uma verdadeira facada no coração.

Comecei EOT não gostando muito e, isso mudou conforme lia. Quanto mais lia e chegava ao fim, menos queria que acabasse. Não se acha livro igual a este.
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Gustavo.Cesar 23/10/2020

Espinhos
Como não odiar e não sentir o ódio de Jorg Ancrath. Uma aventura em fantasia das trevas, emocionante em suas partes, siga o caminho egoísta do protagonista e pegue se culpando por gostar e torcer por ele, história muito original não vai conseguir comparar a outras e personagens caricatos e com profundidade. Boa leitura pra quem procura aventura e uma história sombria.
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