A Menina Submersa: Memórias

A Menina Submersa: Memórias Caitlín R. Kiernan




Resenhas - A Menina Submersa


300 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Raquel 13/02/2020

Um pouco confuso, mas faz sentido.
Tinha muitas expectativas em relação ao livro, pois sabia que ele remetia a contos de fada. A autora traz inúmeras referências à outras obras e autores o que eu achei bem legal. O livro só começou a fazer sentido no final e isso pode desanimar um pouco. Após o término precisei de uns dias para digerir toda a história. Sim, ela é bem confusa, tal qual a cabeça da Imp, a protagonista. Porém, no final as peças se encaixam. A falta de sentido fez com que a leitura fosse um pouco maçante, mas como não sou de largar livros pelo caminho achei lendo.
comentários(0)comente



Indy 13/02/2020

Complexo, Belo e Cheio de Referências!
Comprei esse livro no ano passado e estava parado na prateleira por que comecei a ler e não estava fluindo a leitura. Porém, esse ano resolvi tentar novamente ler a história de Imp (India, Eva...) só que depois de pesquisar e entender um pouco sobre esquizofrenia, por que a personagem principal narra tudo de forma bagunçada e não linear pois sofre dessa doença... depois que entendi isso, consegui ler e me encantar (literalmente, oi canto da sereia ?!) com o mundo particular de imp (seus complexos) e suas referências riquíssimas ao mundo da arte e da mitologia! Enfim, é um excelente livro pra quem procura entender minimamente como funciona a cabeça de uma pessoa que tem esquizofrenia e um pouco de mitologia e simbolismos também! É um pouquinho difícil de ler mas vale o esforço!
comentários(0)comente



Laís Schlüter 06/02/2020

Diferente do que eu imaginei
Confesso que comprei esse livro por causa da capa da Darkside e enrolei pra ler até q comecei a ler esse ano. Eu me surpreendi bem no começo do livro pelo jeito que era escrito e tive uma dificuldade no início para entender, mas depois entendi que o livro é dessa maneira pois está sendo escrito pela Imp, uma menina esquizofrenica e isso explica muita coisa. Muitas vezes ela se perdia no que estava contando, ou não sabia se aquilo que aconteceu com ela era verdade ou não, e foi isso que trouxe um toque especial ao livro.
Esse livro muitas pessoas vão odiar pelo jeito confuso dele eu n odiei, mas também não amei e por isso demorei pra terminar e também não leria de novo, porém recomendo por ser uma leitura diferente do normal.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Mariana.Novaes 18/01/2020

Muito difícil de ler.
Eu sinceramente esperava muito, muito mais. Foi uma leitura muito arrastada. As viagens psicologicas da protagonista foram para mim muito mais cansativas do que misteriosas e interessantes. Me cansei muito nesse livro. Era completamente diferente do que eu esperava e no sentido ruim infelizmente. Não curti muito não.
Mas isso não descarta os pontos positivos. Existem algumas discussões muito pertinentes, principalmente aquelas vinculadas à saúde mental. Não sei se todos vão ver dessa forma, mas eu vi. Alguns pontos sociais também. Mas se for ler, entenda que muito provavelmente não será uma leitura fluída. É um livro massante e demorado.
comentários(0)comente



Sophia 27/12/2019

Ganhei esse livro de presente e, apesar de já ter escutado sobre a história, foi uma surpresa gigantesca embarcar nas profundezas da mente de Imp.

Nunca li nada além de a menina submersa da Kiernan, mas só de ler esse livro é notável quão brilhante a sua mente é, trazendo para a realidade coisas inexistentes que mexem com a cabeça do leitor. Ela brinca, mas em momento nenhum faz com que nenhum leitor se sinta subestimado e isso já é o suficiente para que esse livro seja exaltado. Diferente de algumas pessoas, o livro me sugou e consegui finalizá-lo em menos de uma semana (grande erro, na verdade kkkk).

Apesar de ser um livro bom e que trate de assuntos importantes que são debatidos na atualidade (lgbtq+, doença psicológica), é um livro que pode ser sensível para alguns públicos pelos mesmos motivos citados acima, sobretudo suicídio, sem contar que a narrativa de Caitlín pode desencadear episódios de ansiedade. Mesmo assim deixo indicado a quem se sente em condições de enfrentar esse tipo de narrativa.
comentários(0)comente



Flávia Pasqualin 16/12/2019

"Quando se caminha através dos contos de fadas, deve-se obedecer às leis das fadas"

Essa citação descreve perfeitamente a narrativa desse livro.

No começo tudo pareceu meio confuso e sem sentido, mas então peguei o tom da personagem e embarquei junto com ela. Gostei da forma como ele sai da zona de conforto. Uma história de mistério com doses de confusão mental. Foi uma experiência prazerosa e intrigante.
comentários(0)comente



Aline 15/12/2019

Eu sou confusa. Mas esse livro, colegas... parece que foi escrito por 20 pessoas com idéias diferentes.
Terminar essa leitura foi um parto!

Sei lá... o livro tem alguns momentos interessantes, porém, a maior parte é arrastada (sono)

Demorei a entender que a personagem tem dupla personalidade e conversa com ela mesma. Ok. Entendido isso... não ficou melhor (kkkkkk). Eu até achei o universo interessante, gostei do casal Imp e Abalyn (deu vontade de tirar as meninas de dentro do livro "vamos pra outra história, colegas. Vocês merecem mais"). Mas mesmo com um universo interessante e personagens que me cativaram, a história não fluiu pra mim. Foi uma dor terminar essa leitura. Foi sofrido. Foi chato. Foi um saco... vários sacos.

Mas a edição é lindíssima.

2 estrelas.

*

No Instagram: @meulivrochegou
comentários(0)comente



Thainá Severo 03/12/2019

eu nunca me senti tão burra lendo um livro
comentários(0)comente



Paty 10/11/2019

Amor ou ódio
Esse é um daqueles livros que ou você ama ou você odeia e felizmente amei ele! O livro conta a história de Imp, que é a narradora dessa história. Ela sofre de esquizofrenia e não é uma narradora confiável, ainda mais quando ela fica em dúvida se houvera acontecido de um jeito ou de outro. O jeito dela escrever pode ser um pouco confusa para quem não tem o hábito de leitura, porém se você lê bastante, provavelmente irá se acostumar nos primeiros capítulos.

Quando mais nova, Imp vai ao museu com sua mãe, onde vê um quadro chamado A menina submersa, que a deixa fascinada e desde então começa a fazer inúmeras pesquisas relacionada a ele e criar seu próprio "arquivo".

Imp ama pintar e em alguns momentos escreve contos, em particular o capitulo que ela escreve durante uma crise é perturbador mas faz sentirmos o que ela deveria estar sentindo no momento e vem aquele alerta novamente de que ela precisa de ajuda e não é uma narradora confiável.

Não é fácil descrever a história que se passa durante o livro, é bem confuso de explicar, mas é uma leitura muito envolvente e que me durou dois dias apenas! O jeito que Imp escreve deixa o assunto mais leve, creio eu, de uma forma que você quase não percebe que ela está divagando.

Sou muito fã de textos relacionado a psicologia e esse livro de fato tem muito o que nos mostrar em relação a psicologia da Imp. Não vou mentir, houveram páginas que me deixaram um pouco desanimada e cansada, mas foram poucas.

site: http://shinybubbles.blogspot.com
comentários(0)comente



Aster Verbatim 26/10/2019

Ufa! Surpreendente, mas tenha paciência.

Título: A MENINA SUBMERSA - LIMITED EDITION: MEMÓRIAS - UM CASO DE AMOR PARA TODA VIDA
Autor: Caitlín R. Kiernan
Tradução: Ana Resende e Carolina Caires Coelho
Editora: Darkside
Ano: 2015
Número de páginas: 320
Sinopse:
"A Menina Submersa: Memórias"Caitlín R. KiernanObsessões e assombrações à flor da peleUma “obra-prima do terror e da fantasia dark” da nova geraçãoA Menina Submersa: Memórias é um verdadeiro conto de fadas, uma história de fantasmas habitada por sereias e licantropos. Mas antes de tudo uma grande história de amor construída como um quebra-cabeça pós-moderno, uma viagem através do labirinto de uma crescente doença mental. Um romance repleto de camadas, mitos e mistério, beleza e horror, em um fluxo de arquétipos que desafiam a primazia do “real” sobre o “verdadeiro” e resultam em uma das mais poderosas fantasias dark dos últimos anos. Considerado uma “obra-prima do terror” da nova geração, o romance é repleto de elementos de realismo mágico e foi indicado a mais de cinco prêmios de literatura fantástica, e vencedor do importante Bram Stoker Awards 2013. O trabalho cuidadoso de Caitlín R. Kiernan é nos guiar pela mente de sua personagem India Morgan Phelps, ou Imp, uma menina que tem nos livros os grandes companheiros na luta contra seu histórico genético esquizofrênico e paranoico. Filha e neta de mulheres que buscaram o suicídio como única alternativa, Imp começa a escrever um livro de memórias para tentar reconstruir seus pensamentos e lutar contra o que seria “a maldição da família Phelps”, além de buscar suas lembranças sobre a inusitada Eva Canning, sua relação com a namorada e consigo mesma, que evoca em muitos momentos a atmosfera de filmes como Azul é a Cor mais Quente (Palma de Ouro em Cannes, 2013) e Almas Gêmeas (1994), de Peter Jackson. Não se assuste: é um livro dentro de um livro, e a incoerência uma isca para uma viagem mais profunda, onde a autora se aproxima de grandes nomes como Edgar Allan Poe e HP Lovecraft, que enxergaram o terror em um universo simples e trivial – na rua ao lado ou nas plácidas águas escuras do rio que passa perto de casa –, e sabem que o medo real nos habita. Caitlín dialoga ainda com o universo insólito de artistas como P.G. Wodehouse, David Lynch e Tim Burton, e o enigmático personagem Sandman, de Neil Gaiman, com quem aliás, trabalhou, escrevendo The Dreaming, spin-off derivado da obra-prima de Gaiman. A Menina Submersa evoca também as obras de Lewis Carrol, Emily Dickinson e a Ofélia, de Hamlet, clássica peça de Shakespeare, além de referências diretas a artistas mulheres que deram um fim trágico à sua existência, como a escritora Virginia Woolf. Com uma narração intrigante, não linear e uma prosa magnífica, Caitlín vai moldando a sua obsessiva personagem. Imp é uma narradora não confiável e que testa o leitor durante toda a viagem, interrompe a si mesma, insere contos que escreveu, pedaços de poesia, descrições de quadros e referências a artistas reais e imaginários durante a narrativa. Ao fazer isso, a autora consegue criar algo inteiramente novo dentro do mundo do horror, da fantasia e do thriller psicológico. A epígrafe do livro, retirada de uma música da banda Radiohead – “There There” –, diz muito sobre o que nos espera: “Sempre ha´ um canto de sereia que te seduz para o naufra´gio”. A Menina Submersa é como esse canto, que nos hipnotiza até que tenhamos virado a última página, e fica conosco para sempre ao lado de nossas melhores lembranças.

Se você, caro leito, está a pensando que por ser da Editora Darkside é um livro de terror, está muito enganado, se prepare para uma história muito louca...
India Morgan Phelps é um dos personagens mais complexos que li. A história é narrada por Índia Morgan Phelps, chamada principalmente de Imp. Ela nos revela, logo no início da história, que não é uma narradora confiável e no decorrer da história nos dá indícios disso. Através de suas memórias, Imp nos leva para dentro de uma mente esquizofrênica e nos mostra como é fácil confundir fatos com verdades. Sua avó e sua mãe cometeram suicídio, e Imp herdou a doença delas (esquizofrenia). No estágio da doença em que Imp se encontra, ela começa a datilografar um livro com suas histórias, suas memórias; em momentos é em primeira pessoa em outros, em terceira, como se ela falasse de outra pessoa.
Pelas referências a escritores, pintores e locais, é notável que houve muito estudo e pesquisa na construção dessa obra, (alguns reais, outros criados pela escritora) devido a isso, é recomendado ler o livro com um celular ao lado para possíveis dúvidas e pesquisas de coisas citadas no livro. E apesar de ser uma história muito bem fundamentada e cheia de referências, é um texto fluido.
Enquanto eu lia, fui entendendo o porquê de tantas resenhas negativas. Comecei a ler o livro e parei antes de chegar na metade, porque se continuasse não entenderia nada; mas só voltei a ler após mais de 1 ano. A menina submersa não é um texto para ser lido às pressas; não é apenas uma história com começo meio e fim. Ele é narrado em primeira pessoa, como se a personagem principal estivesse escrevendo um livro, contando a sua história.
Requer muita atenção, reflexão e precisa que o leitor embarque nessa loucura para entender o que se passa.
A confusão se dá porque a história é como uma colcha de retalhos, a personagem conta, do seu jeito, conforme se lembra, assim ficando, às vezes, sem sentido, mas sempre remete a um passado. Às vezes as lembranças são dolorosas, e ela decide pular para uma parte menos complicada, faz círculos antes de contar esses trechos.
Recomendo esse livro para você que está à procura de algo diferente e reflexivo.

SOBRE O AUTOR
Caitlín R. Kiernan (1964) é autora de livros de ficção científica e fantasia dark, e paleontóloga. Escre- veu dez romances, dezenas de histórias em quadrinhos e mais de 200 contos e novelas. Entre seus trabalhos, destacam-se os romances Silk (1998), Threshold (2001), ambos vencedores do International Horror Guild Award, e The Red Tree (2009); a série em quadrinhos The Dreaming, spin-off de Sandman, de Neil Gaiman, com quem também escreveu a novelização de Beowulf (2007). A Menina Submersa: Memórias conquistou os Prêmios Bram Stoker e James Tiptree, Jr., este dedicado a obras de ficção científica ou de fantasia que expandem e exploram a compreensão de gênero.

site: https://asterverbatim2015.blogspot.com/
comentários(0)comente



JeCSS 21/10/2019

Excelente história!
Os artifícios que a autora utiliza para construir o suspense, terror e loucura na narrativa são refrescantes ao fugir dos clichês do estilo e da caracterização de personagens femininas selvagens e /ou loucas.
A construção da personagem narradora como pessoa complexa e multidimensional, inteligente e talentosa apesar (e por conta) de sua condição, facilita a conexão entre o leitor e a identificação com o desejo de Imp de expurgar de si algo que lhe faz mal.
Também é ótimo exemplo de representatividade de personagens lgbtqi, trás de forma clara sem ser pedante, não se utiliza de "lugar comum" ou florismos exagerados.
Sendo a personagem crível e não um token de "mulher histérica", o trabalho da autora narrando as diversas versões dos acontecimentos (estes cheios de detalhes de contos ancestrais, clássicos contos de fadas e pintores / autores com exposições ou obras inteiras criadas em verossimilhança à idéia folclórica que se desdobra pelo livro) torna-se ainda mais fascinante ao deixar a impressão do fantasma da dúvida na Imp e em nós.
comentários(0)comente



Marina.Campezano 17/10/2019

Ainda não sei como eu me sino em relação a esse livro, mas gosto dele.
comentários(0)comente



Larissa 17/10/2019

Leitora submersa
"Este livro é o que é, o que significa que ele pode não ser o livro que você espera que seja."
E de fato não. Não é nem perto o livro que eu espera que fosse. Comecei a ler A menina submersa sem estar ciente do enredo. Vi na livraria, achei bonito, vi que era da Darkside e estava a espera de uma história de terror. Acabei me deparando com uma história de fantasmas. Fantasmas vivos. Reais. Verdadeiros. Factuais.
India Morgan Phelps é um dos personagens mais complexos que li. É admirável a forma como Caitlin Kiernan construiu o fluxo de pensamentos da personagem. Preciso ser sincera, não é uma das leituras mais fluidas. Porém é necessário compreender que a personagem principal tem esquizofrenia (perdão caso isso seja um spoiler) e nem seus próprios pensamentos são fluidos. Ela vive em uma mistura de ficção e realidade, sem ser capaz de distinguir o que aconteceu de fato, o que aconteceu antes de depois, e a Kiernan transmite toda essa confusão mental para as páginas.
Não falarei muito sobre Eva e os quadros, as mil deduções e suposições que passam por nossa cabeça durante a leitura é um dos aspectos que mais gostei desse livro e por isso não quero arruinar esse momento para quem ainda vai ler. O que posso dizer é que não importa quais delas que aconteceu primeiro, a primeira ou a segunda, o que realmente importa é a forma como Imp interpreta de uma forma unica e particular os eventos que circundam Eva Canning.
A menina submersa virou um dos meus livros preferidos e quero ler novamente pois com certeza deixei algum detalhe para trás. O que posso acrescentar é que essa obra de Caitlin R. Kiernan não faz sentido, a não ser pelo fato que faz. E isso é verdaeiro (e factual).
comentários(0)comente



vênus 15/09/2019

?
Muitos não vão gostar, ele é meio difícil porque se trata de entrar na mente da Imp, mas é simplesmente perfeito pra quem entende. Amo demais, e indico se você está procurando uma leitura diferente.
comentários(0)comente



300 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |