Ligeiramente Casados

Ligeiramente Casados Mary Balogh




Resenhas - Ligeiramente Casados


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Sueli 09/10/2014

Lindo e emocionante!
Primeiramente preciso agradecer ao movimento liderado por meninas espertíssimas que exigiram a edição dos livros de Mary Balogh em nosso país. Foi um prazer imenso ter participado sem nem mesmo conhecer a obra dessa autora.
Em seguida, gostaria de dividir com todos os leitores a minha enorme surpresa em receber a edição em e-book, pouquíssimo tempo depois de a mesma ter sido liberada. Fiz minha compra através da Livraria Cultura, já que a edição em papel só seria entregue quase vinte dias depois... Uma opção impensável se você por um acaso tiver lido a sinopse e todos os comentários, assim como eu!
E, por último, mas não menos importante, foi o prazer inenarrável de entrar em contato com o universo da família Bedwin! Céus, o que é Aidan Bedwin? E, para um protagonista incrível, Balogh criou Eve, uma mulher independente, teimosa, generosa, caridosa e bela.
Foi atração à primeira lida! Tava na cara que eu cairia de amores por eles, né?
Só me arrependo de ter lido tão rápido...
Agora, é amargar a espera pelo próximo volume desta série com um total de seis livros! Tomara que eu esteja viva até conseguir ler todos eles!
Por favor, Editora Arqueiro, libera aí!
Lizzy 18/10/2014minha estante
Querida Sueli, adorei esse livro. No entanto, a Editora pecou ao não lançar a Saga na sequência...O primeiro livro deveria ser http://www.skoob.com.br/estante/livro/12753750 (Uma Noite de Amor), depois http://www.skoob.com.br/estante/livro/18246583 (Um Verão Inesquecível). Os livros podem ser lidos separadamente, no entanto é em Uma Noite de Amor que os Bedwin são apresentados...Uma pena esses livros terem sido lançados apenas em Pt. Bjs


Cris Paiva 24/11/2014minha estante
Isso mesmo!! A Arqueiro tem de liberar esses livros mais rápido! Quero ler o ultimo ante de ficar uma velhinha cegueta! Kkkkkk


Fabi @donasdahistoria 29/01/2015minha estante
História linda e perfeita!!! Como disse a Sueli foi amor a primeira lida hahahaha...Mal posso esperar p ler os próximos..


Fabi Mescole 19/02/2016minha estante
Meninas foram lançados qtos até agora?! Alguém sabe me informar quero ler na sequencia :)


Keiko 15/04/2016minha estante
Adorei a resenha Sueli, descreveu tudo que eu tinha na cabeça hahaha Isso mesmo, libera os livros mais rápido, Editora Arqueiro!!




Zana 08/07/2015

Faltou carisma e poesia!
Coronel lorde Aidan Bedwyn, é um homem honrado, frio, fechado e quase nunca sorri. Pelas convenções e por imposição do seu irmão, o duque de Bewcastle, segue amargamente uma carreira que não gosta, a carreira militar. Aidan Bedwyn vive guiado pela honra e pelo dever. Com o objetivo de cumprir uma promessa feita ao capitão Percival Morris (oficial que salvou sua vida quando estava sob seu comando), desposa por conveniência a irmã do capitão, Eve Morris.


Eve, filha de um mineiro de carvão, é uma mulher independente e bondosa, que acolhe sob seus cuidados, dois órfãos e vários desvalidos descartados pela sociedade. Para não ser despejada juntamente com todos sob seu poder termina aceitando o acordo proposto por Aidan: um casamento apenas na aparência sem a intensão de viverem juntos. O coronel Bedwyn também não pretendia dar conhecimento do seu casamento a sua nobre e esnobe família. Contudo, o duque de Bewcastle descobre e termina intervindo no plano deles.

O relacionamento deles é respeitoso e amigo, pontuado de pouca paixão e nenhuma poesia. O primeiro enlace amoroso dos dois é frio, um ato quase mecânico. Mary Bologh desenvolveu uma história certinha, morna e agradável, todavia faltou carisma aos seus personagens, e, talvez, um pequeno toque de humor. Nenhum deles faz o leitor se apaixonar. Os Bedwyns, irmãos do protagonista, que serão enfocados nos próximos livros, também não apresentaram nenhum encanto ou atrativo especial para o prosseguimento da série.
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@APassional 07/11/2014

Ligeiramente Casados * Resenha por: Elis Culceag * Arquivo Passional
Ligeiramente casados é o 1º volume da Série Os Bedwin, um romance de época que nos conta a história de Aidan Bedwin e Eve Morris, duas pessoas que se conheceram graças à força de uma promessa, se uniram pela força das circunstâncias e se revelaram perfeitos um para o outro, rendidos pela força do amor. É a primeira vez que leio algo da autora Mary Balogh, e posso afirmar que ela me conquistou devagarinho, aos pouquinhos e definitivamente!

O coronel lorde Aidan Bedwin é um homem honrado. Estamos em 1814 e, ao final de uma batalha vitoriosa, onde os ingleses e seus aliados venceram os franceses, ele presenciou os últimos momentos de vida do capitão Morris, e prometera ao oficial agonizante que levaria pessoalmente a notícia da sua morte à irmã dele e a protegeria a qualquer custo, mesmo sem ter noção das proporções que essa promessa tomaria.

Eve Morris é uma mulher bondosa e altruísta. Ela vive no Solar Ringwood, localizado em Oxfordshire, na Inglaterra, propriedade lhe fora deixada em testamento pelo pai por um período de um ano, ocasião em que passará para o seu irmão Percy Morris, se Eve não se casar. Com ela moram sua tia Mari e vários criados, todos eles pessoas que tiveram infortúnios na vida ou cometeram erros que os tornaram indesejáveis para o resto da sociedade. Eve cria também duas crianças órfãs, o menino Davy e a pequena Becky, os quais trata como filhos. Todos vivem em harmonia, até que o coronel Aidan Bedwin traz a notícia da morte do capitão Morris, irmão de Eve.

Assim começa o desespero de Eve, que não pode nem vivenciar seu luto em paz, pois sabe que, por não ter se casado no prazo que está acabando, dentro de poucos dias perderá Ringwood para seu primo Cecil Morris, que não exitará em expulsar a todos o mais rapidamente possível. É por isso que Eve aceita a proposta de casamento de Aidan Bedwin, porque sabe que essa é única forma de manter aqueles a quem ama - e que dependem dela - protegidos e unidos.

O acordo é que eles se casem e depois cada qual siga sua vida, ela administrando Ringwood como sempre fez, e ele retomando a carreira militar. Mas Wulfric - o duque de Bewcastle e irmão mais velho de Aidan - descobre sobre o casamento e "convence" Eve a passar uma temporada em Londres, para ser apresentada à rainha e à toda a sociedade londrina. Com esse empurrãozinho do destino, o casal tem a oportunidade de conviver um pouco mais e a partir daí, eu não digo mais nada rsrsrs...

Eu amo romances de época e estou acompanhando outras duas séries do gênero publicadas pela Editora Arqueiro. Os Bedwin não são tão engraçados como os espirituosos Bridgertons, ou surpreendentes como os excêntricos Hathaways, mas possuem uma graciosidade própria, advinda da dignidade e bondade de caráter de seus personagens. Além disso, o enredo de Ligeiramente casados é totalmente crível, e a ambientação histórica foi muito bem trabalhada pela autora.

Aidan não é um mocinho convencional, daqueles pelo qual suspiramos à primeira página, ele é muito sério, contido e nunca sorri, parece ser destituído de sentimentos, mas começa a nos conquistar a partir do momento em que exala respeito e caráter através das palavras que diz e pelas atitudes que toma.

Eve também é uma mocinha diferente, ela tem suas próprias terras, possui dois filhos adotivos e, apesar de ter tido a educação de uma dama, não é considerada como tal, porque faz parte da burguesia da época, sua herdada fortuna provém das minas de carvão, e sua dignidade é fruto de um trabalho duro na administração de Ringwood.

A princípio, toda a família Bedwin nos parece fria, esnobe e arrogante, com exceção talvez de Alleyne, que é mais falante e cínico. Mas aos poucos, juntamente com a Eve, vamos percebendo que existem seres humanos "reais" por detrás de toda aquela pompa aristocrática e também vulnerabilidades, muito bem ocultadas. Os irmãos Bedwin se revelaram interessantes e o vislumbre dos conflitos internos de alguns deles, já me deixaram ansiosa pelos próximos volumes.

Essa é uma história que conquista o leitor aos pouquinhos e, da mesma forma como o amor entre Aidan e Eve floresce sobre uma base sólida de confiança e respeito, me peguei respeitando a narrativa da Mary Balogh por sua honestidade, consistência e singularidade. Eu não suspirei à primeira página pelo Aidan, mas nas últimas páginas já me encontrava toda apaixonada por ele!!

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 07/11/2014.

site: http://www.arquivopassional.com/2014/11/resenha-ligeiramente-casados.html
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Cris Paiva 24/11/2014

Séries enormes, com famílias imensas!!
Mais uma série linda e enorme para eu ler e gastar todo o meu rico dinheiro comprando livros (como se eu me importasse...).

Eve, a mocinha, mora em uma casa com vários funcionários e agregados que dependem dela para viver. Um dia ela recebe uma visita, e acha que é o irmão que voltou da guerra,
mas é o coronel Aidan Bedwyn, que veio dar a ela a pior noticia possível. Com a morte do irmão, Eve vê tudo aquilo pelo qual lutou e construiu desabar ao seu redor. Ela vai perder a casa, a fortuna, e vai ser despejada junto com todos os seus agregados que não tem condições de se sustentarem sozinhos, na rua da amargura.
Aidan descobre as condições de Eve, e faz uma proposta: que os dois se casem para que desgraça pior não ocorra e depois vai cada um para o seu canto e não precisam mais se ver de novo.
Tudo iria dar muito certo se o mocinho não tivesse um irmão mais velho pra lá de intrometido que além de tudo ainda é duque, e acha que é seu dever zelar para o bom nome da familia. E em nome da moral e dos bons costumes, o duque decide apresentar Eve para a rainha, a corte, e o diabo a quatro!! Pelo visto os planos tão bem organizados do casal relutante não vai dar em nada!!

A relação do casal é meio fria sim, pelo menos no primeiro terço do livro. Afinal são dois totais desconhecidos. E para piorar Aidan surgiu na vida de Eve da pior forma possível: trazendo a noticia da morte de seu irmão. Ela simplesmente não consegue gostar dele.
Aidan acha que tem uma obrigação moral com Eve, ja que o irmão dela salvou sua vida na guerra, e agora ele quer retribuir.
A relação dos dois vai sendo construída página à página. Os dois vão aprendendo cada dia um pouco mais a respeito do outro e se admirando mutuamente, até que vai ficando muito difícil honrar o acordo anterior...

A familia do Aidan, os Bedwyn parece ser da pesada. São seis livros, um para cada irmão e ainda tem mais dois livros sobre os agregados. Pelo visto vai ser uma série enorme!! Minha única reclamação é que os livros saem à conta gotas no Brasil. Podiam dar uma acelerada na publicação né, ou pelo menos publicar o do irmão mais velho antes! Hehehehhe

Sueli 24/11/2014minha estante
Séries enormes me deixam preocupada... Afinal, sabe como é, não é mesmo. Sei lá se consigo ler todos os livros... A Série Mortal eu tenho certeza que não conseguirei. Principalmente, porque eles estão sendo lançados cada vez mais espaçadamente.
Tomara que eu consiga terminar Os Bedwins! Adorei esse livro, e aguardo ansiosa o segundo volume. Adorei a sua resenha, e também achei a relação do casal principal meio fria, mas totalmente realista. Não dá para casar com um desconhecido e morrer de amor por ele no dia seguinte... Isso me irrita!
Beijão


Cris Paiva 24/11/2014minha estante
Ah, a série Mortal eu nem tento ler. ja cheguei a pegar na mão pra comprar, mas no ultimo minuto perdi a coragem...


Sueli 24/11/2014minha estante
Ah, é uma série ótima. Para você seria moleza... ?


Emi 15/12/2014minha estante
Cris e Sueli, eu totalmente concordo com vcs. Seria impossível amar um estranho subitamente, ainda mais um que te trouxe uma péssima notícia. Mas foi exatamente esse tempo "real" que o casal leva para se apaixonar que me fez gostar tanto. Não entendo esse lance de nunca terem se visto, se esbarrarem, o coração tremer, o estômago revirar e as órbitas dos olhos saltarem com dois corações palpitantes. rsrs...pra mim fica tudo muito forçado.... Gosto bastante quando a história, mesmo sendo uma ficção, tem esse link com as possibilidades reais de acontecimento.




Liachristo 30/11/2014

Ligeiramente Casados - Série Os Bedwyns #1 - Mary Balogh - Editora Arqueiro
Um casamento iniciado por motivos errados, mas por sentimentos nobres poderia dar certo?
Como fazer com que duas pessoas, honrosas porém obstinadas, consigam abaixarem a guarda, e abrirem seus corações?
Estas são as perguntas que ficam em nossa mente ao iniciarmos esta leitura.

Eve Morris foi educada para ser uma dama, apesar de ser a filha de um mineiro de carvão (um mineiro muito rico).
Apesar de ser romântica e um tanto quanto ingênua, nossa heroína aprendeu desde cedo a se virar sozinha.
Ela não se casou, apesar de ter recebido algumas propostas, e por isto acabou deixando seu pai enraivecido, pois ele queria vê-la estabelecida em uma classe social mais elevada do que aquela a partir da qual ele tinha vindo.
Eve tem um segredo, o qual ela guarda de todos que a cercam, até mesmo de sua tia a quem ela estima muito. Ela está contente com sua vida, segura em sua liberdade, e com sua esperanças.

Seu pai deixa a propriedade em que moram e seus bens para ela. Pois quando seu irmão resolveu largar tudo e partir para o exército, seu pai ficou muito irritado. Mas, o que ela não sabe, é que para isto acontecer, ela terá que se casar antes que complete um ano da morte de seu pai.

Seu único irmão está servindo no Exército na Europa, e ela se sente muito sozinha.
Conta os dias para sua volta, pois ela e o irmão se dão muito bem, e se gostam muito.

Por se sentir muito só, Eve dá abrigo a um cão que foi muito maltratado e seus empregados, não são nada convencionais. Ela contrata pessoas que ninguém mais contrataria. E ainda por cima assumiu dois irmãos órfãos que de outra maneira iriam parar em um orfanato.

Aidan Bedwyn é um homem corajoso, forte e muito apegado a sua honra. É a sua honra que rege toda a sua vida e suas escolhas. É por honra também que ele resolve se casar com Eve. O irmão de Eve, Percy Morris salvou a vida do Coronel Bedwyn durante uma batalha, e por isso Aidan se sentia em dívida com ele. Quando Percy morre em seus braços e faz seu último pedido (proteger a irmã dele a qualquer preço), nada mais certo para o Coronel Aidan que concordar e fazer realmente de tudo para salvar e proteger Eve Morris do que quer que fosse.

Eve e Aidan, são muito confiantes de si mesmos, mas ao mesmo tempo são completamente inseguros sobre seus sentimentos um pelo outro, e eles não têm absolutamente nenhuma pista sobre como o outro se sente. Mesmo depois de as coisas entre eles progredirem além de um casamento de conveniência, eles não estão certos de como seu relacionamento vai ser no futuro. Ambos são tão seguros à sua maneira que é difícil para qualquer um dos dois se permitir ser vulnerável. É preciso um ato de coragem surpreendente de uma das partes, para que eles permitam revelar o seu amor um pelo outro.

Aidan se casa com Eve para salvá-la da ruína e da desesperança. Em contrapartida Eve aceita se casar com Aidan tão somente para salvar aqueles a quem ama e se sente na obrigação de cuidar. Apesar do livro ter uma boa premissa, achei a história fraca.

Aidan e Eve não conseguiram me empolgar, me fazer torcer por eles. Os dois não tiveram aquela química a que estou acostumada a sentir nos personagens de romances. De uma certa maneira tudo parece sempre muito forçado, até mesmo nas cenas mais calientes.

Os personagens secundários, foram os que mais me despertaram o interesse. São estranhos, irreverentes, simpáticos e até mesmo engraçados em algumas cenas.

A autora descreve muito bem os cenários e isto foi algo que gostei bastante. Você consegue visualizar perfeitamente os locais, sentir a temperatura da água, o brilho do Sol, a cor das flores, etc... Nos deixa bem ambientados na época e nos lugares por onde os personagens transitam.

Fiquei bastante curiosa para saber mais sobre os irmãos de Aidan, principalmente o Duque de Bewcastle e sua irmã Freyja. Os dois me parecem ter personalidades fortes e apaixonadas.

Nunca tinha lido nada da autora, talvez por isto, tenha estranhado sua maneira de escrever. Só fui começar a gostar da história lá pela metade, e daí até o final as coisas foram lentas e mornas.

Ligeiramente Casados é um romance com personagens simpáticos, de princípios, e uma trama que tem um efeito cascata para além dos personagens principais. Eu gostei do livro, mas senti falta daquele algo mais, aquilo que nos faz amar um livro, e faz com que seus personagens fiquem gravados em nossa mente.
Mesmo assim pretendo ler o próximo livro. Quem sabe me surpreendo e resolvo ler toda a série?

Amo romances históricos e de época, mas desta vez não fui fisgada pela história.
Mas, esta é a minha opinião. Se você é fã de romances de época como eu, dê uma chance a esta leitura, quem sabe você irá amar?
Bjus

site: http://www.docesletras.com.br
Lili 14/03/2015minha estante
Essa historia tambem nao me cativou,nao conseguii me envolver totalmente com o casal,sem paixao entre eles!


Elaine 13/07/2015minha estante
Achei a mesma coisa Lia, estava apaixonada pelos Bridgertons e fui ler esse livro.
Me decepcionei. Sem paixão, sem humor, sem química... nada...
Que lancem logo os da Julia Quinn!!




Raquel Soares 26/05/2017

Apaixonei! ^^
Gente, o q é o Aidan? Gentil demais, honrado demais... um sonho! E a Eve? Tão corajosa, tão bondosa! Amei! Os dois amadurecem ao longo do romance sem perder a essência! Achei fantástico! Sem contar q dei boas risadas! Hahaha! Foi o primeiro romance da Mary Balogh q li e achei sensacional! No começo não estava gostando dos Bedwyns, sempre os comparando com os Hathaways e os Bridgertons, por quem sou apaixonada! Mas terminei o livro querendo saber o q acontece com os outros irmãos, principalmente com o Wulf e a Freyja! Super recomendo a leitura! ^^
Fabi @donasdahistoria 27/05/2017minha estante
É muito linda essa história! Eu fazia a msm coisa Raquel sempre comparava c os Hathaways e os Bridgertons mas a escrita dela é maravilhosa tb e me apaixonei preciso ler os outros dela...Ah qdo der leia a série as solteironas da Lisa Keyplas é maravilhosa tb


Jessica 30/05/2017minha estante
acabei de ler esse livro!


Raquel Soares 31/05/2017minha estante
Q legal, Jessica!! :D Gostou???


Jessica 10/06/2017minha estante
Gostei mas eu gostei mais do segundo livro da serie


Raquel Soares 15/06/2017minha estante
Ouvi falar muito bem do segundo e foi por causa dele q comecei a ler essa série. Está na minha meta de leitura ?


Joju 28/08/2017minha estante
Eu li esse ano! Me apaixonei pelo Aidan, me fez lembrar Mr Darcy. Lindo!




Nina 20/02/2015

Ligeiramente Casados é o primeiro livro da saga Os Bedwyns, que vai nos contar as peripécias amorosas de seis irmãos que estão mais do que acostumados ao luxo e ao poder. Órfãos desde muito cedo, eles sabem se virar sozinhos e relutam em aceitar a influência do irmão mais velho Wulff, o duque de Bewcastle.

Aidan Bedwyn é o mais austero entre eles, sempre escondido em sua fachada de militar. Sisudo e autoritário, nunca é visto sorrindo, e por isso se surpreende tando quando conhece Eve Morris, a irmã do homem que salvou sua vida e a quem ele ele jurou proteger “custe o que custar”. Ela é amável e piedosa e está sempre pronta a ajudar quem quer que seja, tanto que em sua casa todos os empregados são, de alguma forma, marginalizados na elitista sociedade do século XIX. E é para proteger essas pessoas do despejo certo que ela se submete a um casamento sem amor.

Até aqui temos um enredo extremamente clichê e um final mais do que previsível, e não é preciso ser um grande mestre da literatura para saber que mil coisas vão acontecer e forçar esse casal a conviver até que eles se vejam apaixonados. Não vou ser hipócrita e dizer para vocês que não é isso que acontece, já que todos nós sabemos que é. Então me perguntem: por que ler esse livro? Simples meus amigos, porque ele tem um diferencial - a autora Mary Balogh.

Ela não se limita a apresentar os personagens e a fazê-los se apaixonar, ela segue muito além disso. Ela constrói sua personalidade, explica seus medos e traumas e faz com que nos sintamos ligados a eles. O amor não surge do nada, tipo “te conheci e te amei”, são pequenos gestos e ações que vão atraindo a atenção um do outro até que a paixão seja a mais natural possível. E quando comecei a ler achei que amor entre Aidam e Eve era impossível, já que os dois são muito autossuficientes e pareciam não estarem dispostos a se render com facilidade. Além de serem completamente opostos, eles nem mesmo se gostavam! Mas com a convivência forçada, eles vão se descobrindo e se encantando um com o outro.

É claro que teve muita coisa que me incomodou, como o mau humor do coronel e a submissão da mocinha. Tudo bem que ele teve uma adolescência complicada e seus sonhos meio que frustrados, mas não consegui entender tanta sisudez no homem a ponto dele nunca sorrir. Gente, nunca é muito tempo! Já Eve quer ser tão independente, mas toda vez que se viu acuada agiu de maneira submissa e isso me decepcionou muito. Eu estava empolgada em ler um romance de época onde uma mulher cuidasse de sua vida sozinha, e não é isso o que acontece. Além do mais, o casal briga demais e por motivos tão insignificantes que o livro vai ficando enfadonho. Nada que vai nos fazer nos fazer desistir da leitura, mas confesso que fiquei um pouco decepcionada.

Resumindo: é um bom livro, muito bem escrito, mas do tipo que a gente lê e logo esquece. Espero um pouco mais de intesidade nos próximos volumes da série.

site: http://www.quemlesabeporque.com/2015/02/ligeiramente-casados-mary-balogh.html#.VOe_cPnF9qU
Lili 14/03/2015minha estante
Concordo totalmente,gosto quando o casal se apaixona gradualmente e vira uma paixao louca e desenfreada.Ao contrario do casal Kate e Anthony(Os Bridgertons),brigam muito no inicio,mas e visivel a atracao,aqui ao contrario achei os dois muito frios,mesmo no final Estou em duvida se leio as outras historias.




Natália 18/07/2015

Decepção
Logo que vi sobre o livro já quis logo ler por ser um romance de época, mas não me agradou. Não houve envolvimento com personagens, sentimento zero. A narrativa me deu sono. Queria muito poder falar dele como mais um livro que amei, mas infelizmente não amei.
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Caro - só troco livro por livro 07/09/2014

História linda!
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ricardo_22 17/04/2015

Resenha para o blog Over Shock
Ligeiramente Casados, Mary Balogh, tradução de Ana Rodrigues, 1ª edição, São Paulo-SP: Arqueiro, 2014, 288 páginas.

1814. À beira da morte, o capitão Percival Morris pede ao seu superior, coronel Aidan Bedwyn, que ele leve pessoalmente a notícia de seu falecimento a sua irmã e que cuide dela a todo custo. Por ter uma dívida com Morris e valorizar a sua honra, Aidan não pensa duas vezes antes de visitar a jovem Eve para cumprir a sua promessa.

Logo após dar a triste notícia, Aidan Bedwyn descobre que, devido ao falecimento precoce do irmão, a jovem está prestes a perder toda a sua fortuna e prejudicar as pessoas que dependem de seus cuidados. A não ser que ela se case antes de completar um ano da morte do pai.

Faltando apenas quatro dias para isso acontecer, Aidan propõe um casamento de conveniência, prometendo sumir da vida de Eve tão logo ela se livre do risco de perder tudo. Porém, mesmo neste caso, o novo casal precisa passar por algumas formalidades. Com isso, o que era para ser passageiro aos poucos começa a se estender por um longo tempo…

“Aquilo não fora parte do acordo entre eles. Na verdade, parecera muito importante na época, para os dois, que se casassem apenas no nome, e que se separassem o mais rápido possível depois da cerimônia. Eve já não conseguia mais se lembrar das razões para isso. Conseguiria mais tarde, quando estivesse pensando com clareza. Também se odiaria mais tarde, se continuasse agora, se cedesse ao desejo. Mas por que não?” (pág. 132).
Apesar de não ser um gênero novo, os chamados romances de época voltaram a fazer um grande sucesso quando a editora Arqueiro apostou na publicação de séries muito elogiadas pelo público. Tantos elogios não poderiam passar despercebidos, ainda que a expectativa se resumisse a uma leitura agradável e, quem sabe, divertida. Ao ter uma experiência agradável, a apreciação foi quase imediata.

Sabendo que a leitura de Ligeiramente Casados não passaria de uma forma de entretenimento, não demorou ao seu enredo se tornar envolvente, muito devido a um estilo narrativo bem estruturado e com certa aproximação da autora com seu leitor. É bem verdade que o envolvimento não dura a obra toda, porém Mary Balogh soube balancear os obstáculos e os momentos de calmaria, impossibilitando a falta de interesse.

Isso não impediu, no entanto, que a autora pecasse em algumas situações no primeiro livro da série Os Bedwyns. Por exemplo: quando o coronel Aidan faz a proposta de um casamento por conveniência, Eve não reluta em aceitar. Apesar de existir um motivo convincente para isso, e os dois passarem o livro todo sem se entender, esperava um orgulho maior por parte dela. Mesmo que na época fosse comum esse tipo de matrimônio, uma resistência causaria um grande divertimento.

Se comparado com as opiniões em relação aos demais romances de época da editora, a falta de humor pode ter comprometido o resultado final. Até existem momentos engraçados, em especial pelas personalidades dos protagonistas, mas isso ficou longe de ser uma constante. São momentos raros em uma obra de quase trezentas páginas.

O brilho não se perde pois as complicações que surgem com o passar do tempo faz o papel de unir duas pessoas que estão predestinadas a ficar juntas desde a primeira troca de olhares — ainda que exista certos cupidos com a mesma missão. Se as brigas e confusões não são suficientes, as complicações dão conta do recado, ainda que não leve para o lado do humor.

site: http://www.overshockblog.com.br/2015/04/resenha-320-ligeiramente-casados.html
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Rose 17/11/2014

Quando soube do lançamento desta série, fiquei muito empolgada, pois como eu disse, sou fã deste gênero, e a série estava prometendo...

O livro mal chegou e lá estava eu pronta para começar a leitura, que durou praticamente um dia!

O livro conta a história de Lorde Aidan Bedwyn, um Coronel do exército inglês, segundo na linha de herdeiros do Duque de Bewcastle.

Aidan, que sempre sonhou em cuidar das terras da família, acabou indo parar no exército, pois era costume da época, que os filhos logo depois do mais velho tivessem carreira militar.

Por conta disso, Aidan estava em mais um de milhares de combate que já enfrentou. Estamos na França de 1814, mas precisamente em Toulouse, onde o Coronel Aidan, estava contando seus mortos em mais uma batalha contra os franceses.

Foi quando ele encontrou o Capitão Percival Morris, gravemente ferido e já praticamente morto. Morris que há dois anos havia salvado a vida de Aidan tinha um pedido a fazer ao Coronel antes de morrer: que o Coronel desse a notícia de sua morte pessoalmente à sua irmã, que dissesse para que ela não usasse mais luto por ele e o mais importante, que a protegesse, custasse o que custasse..."

Aidan não pensou duas vezes, e sabendo da dívida de vida que tinha com Morris aceitou esta tarefa.



"Prometa que irá protegê-la. Prometa! Custe o que custar!

Maldição! Haveria mais naquela história do que ele sabia?" (pág. 28)



Meses depois, agora com o fim da guerra após a rendição de Bonaparte, Aidan tem dois meses de folga antes de se apresentar novamente ao exército. Neste período, além de descansar, ele aproveitaria para cumprir com a promessa feita a Morris.

Já no Solar Ringwood, propriedade da família de Morris, ele conhece Eve, a irmã do Capitão. Ciente de sua promessa, ele tenta cumprir da melhor forma possível, mas Eve garante que não precisa de nenhum ajuda e proteção. Aidan percebe que a propriedade é próspera e bem administrada, e que apesar do choque, Eve parece estar bem.

Mas, ele descobre que Eve corre sim muito perigo, e que está prestes a perder tudo por conta de um capricho de seu falecido pai. Sem ver outra saída e para manter sua promessa, ele propõe o que seria a única chance de Eve manter o que por direito é seu: casamento!



"Os dois estava casados, até que a morte os separasse." (pág. 67)



Eve que ao longo dos anos não aceitou nenhuma das inúmeras proposta que lhe foram feitas, está na encruzilhada. Ao mesmo tempo que está à espera da volta de um amor prometido que se manteve escondido todo este tempo, não pode se dar ao luxo de esperar indefinidamente pela sua chegada, pois isso não lhe custaria apenas a perda de sua fortuna, mas também ela veria todos aqueles que ama e que dependem dela sem ter onde morar e viver.

Eve que é uma pessoa muito boa, e que pensa primeiro nos outros, está sem muitas opções. Por conta disso, ela acaba aceitando a proposta de casamento de Aidan. Ambos fazem um casamento de conveniência, onde após a cerimônia, seguiriam suas vidas em separado. Ele com sua carreira militar, ela com suas terras e seus "inválidos", como Aidan chama as pessoas que Eve protege.

Na teoria tudo é perfeito, mas na prática eis que surgem os poréns...



"Como agora lhe parecia tola a lembrança de sua decisão de se casar com Eve, levá-la para Londres para a cerimônia, trazê-la de volta para casa e deixá-la para sempre. Como se tudo fosse parte de uma manobra militar bem organizada: rapidamente realizada, rapidamente esquecida." (pág. 237)



O irmão mais velho de Aidan, o Duque de Bewcastle, acaba descobrindo o casamento, e não aceita o acordo feito entre Eve e Aidan. Ele exige que ela seja devidamente apresentada não só à rainha, mas a toda nobreza que a família faz parte. E neste jogo de poder, onde Wulf (Duque de Bewcastle), quer a todo custo honrar o nome da família, Eve e Aidan acabam se envolvendo e começam a perceber que o casamento de conveniência poderia ser uma doce realidade...

Ambos passam a viver emoções e não sabem se estão preparados para as mudanças que a promessa feita por eles impõe.



"Eu me casei com ela porque sou um homem de honra e protejo as mulheres sempre que isso está ao meu alcance." (pág. 82)



Um romance com protagonistas de caráter forte e decidido. Aidan é frio, corajoso, honrado e rico. Coloca seus deveres acima de suas vontades. Eve é doce e bondosa, mas se engana quem acha que ela é destas frágeis mocinha. Fugindo dos padrões da época, Eve tem suas próprias terras, tem dois filhos adotivos e luta por todos aqueles que não tiveram oportunidade. Mesmo tendo a educação de uma dama, a sociedade não a encara desta forma.

É justamente esta gritante diferença, não só de personalidades, mas de posições sociais, que fazem Eve e Aidan acreditarem que não podem viverem juntos. Eve tem que enfrentar os olhares maldosos da nobreza. De cabeça erguida ela segue em frente, e faz os Bewcastle e toda a nobreza a engolirem. Mas um duro golpe a joga no chão, e agora é justamente a força da nobreza que ela não dá a mínima que pode salvar o que ela tem de mais precioso.



"Acredito que ambos já percebemos faz tempo - falou - que pertencemos a mundos diferentes." (pág. 137)



Apesar do apoio de Aidan, é o frio e controlador Wulf que pode dar a cartada final para que Eve seja realmente feliz. Mesmo sabendo que um futuro cheio de solidão é o que espera os dois, eles precisaram romper as amarras da vergonha e do medo se quiserem ter alguma chance de sonharem...

Só posso dizer uma coisa, leiam e se encantem com estes personagens...

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Loly Fonseca 17/11/2014minha estante
Eu tô morrendo de vontade de ler esse livro... Desde que o vi na lista de lançamentos que eu me interessei pela história e fiquei intrigada pra saber como esses dois vão conseguir se entender e finalmente ficar juntos... Já me identifiquei super com a Eve, por ela ser uma mulher tão forte e independente, mesmo em uma época com uma sociedade tão machista e fechada... E amei o Aidan ser tão fiel a ponto de casar para cumprir uma promessa... E não posso deixar de falar do irmão mais velho dele, que eu já amei só por ter sido a principal causa para que esse casal se entendesse kkk Quero muito muito muito ler...


Clarice.Castanhola 09/05/2015minha estante
É impossível resistir aos romances,Faz um tempo que estou querendo ler o um livro desse gênero e só estou adiando, acho que já deu a hora a cada resenha que leio dá mais vontade de ler.. ~.^




Blog MDL 26/03/2015

Aidan Bedwyn é um coronel do exército que tem a honra como o seu norte. É por isso que quando o capitão Percival Morris está à beira da morte e cobra uma antiga dívida dele, ele se esforça o máximo para cumprir o último pedido do homem. Voltando para a Inglaterra após anos combatendo na guerra contra a tirania de Napoleão Bonaparte, Aidan procura por Eve Morris para lhe dar a notícia de que seu irmão faleceu nos campos de batalha e oferecer seus préstimos. Ele só não esperava ter que lidar com uma mulher impetuosa e que está determinada a não deixar que ele saiba que a morte do seu irmão não só lhe causou dor, como também, a colocou em maus lençóis.

Eve Morris não esperava receber a notícia da morte do seu irmão, ainda mais por um militar de alta patente como o lorde Aidan Bedwyn. Mas toda a dor que ela sentia pela perca de Percy se intensifica pelo risco de perder o Solar Ringwood e com isso não poder amparar mais todas as pessoas que dependiam dela e que jamais conseguiriam um lugar de uma sociedade tão preconceituosa. Ela só tinha um saída para escapar dessa situação: se casar. O problema é que faltava menos de quatro dias para o seu pavoroso primo se apossar de tudo e ela não tinha ninguém com quem contar, ninguém exceto Aidan... Dividida entre o risco de perder a sua liberdade e sua propriedade, Eve resolve se sacrificar e arriscar um casamento com o lorde. Mas será que tudo é um sacrifício mesmo?

Quando comecei a ler “Ligeiramente Casados”, era como se eu estivesse entrando em um universo desconhecido e em que nada lembrava os cenários aos quais eu estava acostumada a ver nas ambientações dos livros de romance histórico. O que era particularmente estranho, já que mesmo sendo retratado na Inglaterra logo após a derrota de Napoleão Bonaparte e em sua maior parte, nas áreas rurais, a autora nos mostra também os cenários londrinos, só que através de uma perspectiva bem diferente. Acrescentando detalhes como a exigência da apresentação das damas da nobreza à rainha, Mary Balogh se revelou uma autora que não tem medo de inserir detalhes diferenciados para dar um toque a mais a sua narrativa a fim de não permitir que sua história caia nos clichês que geralmente encontramos nos livros do gênero.

Só esse toque a mais, já me deixou entusiasmada com a narrativa, mas foi ao conhecer melhor o enredo da história que comecei ficar em dúvida com relação à proposta da autora. Narrado em terceira pessoa e alternando os pontos de vistas entre Aidan e Eve, as coisas acontecem de modo lento e sem pressa alguma. Se por um lado isso é bom, já que vemos a construção do relacionamento do casal protagonista pouco a pouco, por outro torna a história um tanto morosa, pois por falta de uma fagulha de desejo ou qualquer sentimento que seja, a autora dedica muitas páginas a nos dizer apenas o quanto ambos são diferentes e nada mais. Isso prejudicou o desenvolvimento da trama a ponto de eu começar a questionar as decisões da autora, mas foi justamente aí que ela me surpreendeu.

Apresentando a família Badwyn e todos os seus estoicos componentes, a autora começa a mostrar a razão de Aidan ser tão esquivo, duro, inflexível e ter a honra como a sua principal característica. Isso explica muito sobre as ações desse protagonista que não é apaixonante em um primeiro olhar, mas que se torna admirável com o decorrer da história. E é através desse contato com a família Badwyn que Eve também se revela alguém mais interessante do que a moça do interior que é apaixonada por alguém que está longe e que se vê presa em um casamento de conveniências. Tanto que o tempo que a história é narrada em Londres foi capaz de mudar a minha concepção acerca de determinadas partes do livro e eu acabei minha leitura com uma sensação gostosa.

Dito isso, gostaria de frisar apenas, que mesmo o livro não sendo aquilo que eu esperava, ainda assim, passei um bom tempo com os personagens. Só acho que a autora se esqueceu de colocar uma centelha de fogo para que a sua história não fosse tão passiva e que seus protagonistas fossem mais memoráveis. De verdade, espero que nos próximos livros da série essas questões sejam contornadas e que os Badwyns mostrem a que veio, pois tenho toda a intenção de ver o que esses irmãos são capazes de fazer em nome do amor.

site: http://www.mundodoslivros.com/2015/02/resenha-ligeiramente-casados-por-mary.html
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Emi 15/12/2014

Perfeito
A história de amor de Aidan e Eve me encantou de muitas maneiras. Primeiro porque a autora teve um "Time" perfeito dentro da narrativa. O motivo que ocasiona o casamento é totalmente real para a época, o casal se apaixona gradualmente e as inconveniências/ injustiças e outras mil coisas decorrentes daquele período ( ano de 1814) não são milagrosamente resolvidas ou forçadamente modificadas, o que acontece em outros livros de época e acaba dando brechas para falhas dentro da trama. Eve sofre os preconceitos por ser camponesa e estar fora do círculo social da famosa aristocracia londrina, mesmo sendo rica. Aidan sofre a pressão da sua patente para com os deveres sociais e não há concessões sentimentais por sua família que não seriam possíveis dentro do enredo impecavelmente construído. A autora foi cuidadosa em manter a história muito próxima da realidade daquele tempo. Mary Balogh consegue com maestria nos transportar para o século XIX com todo o encanto da época. O casal é adorável, a história é bem escrita e muito verossímel. Dá vontade de ler e reler e ler de novo. Amei, recomendo e mal posso esperar os outros lançamentos dessa autora maravilhosa.
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C. Aguiar @coelhoobrancoo 26/11/2014

Essa foi uma das leituras desse ano que eu coloquei muitas expectativas e infelizmente não foram satisfeitas do jeito que eu esperava.
Nossa história começa no campo de batalha quando Percival está a beira da morte e faz um pedido ao seu oficial superior, o Coronel Aidan. Ele pede ao Lorde Coronel que proteja sua irmã custe o que custar. Então após um período de tempo Aidan chega ao Solar Ringwood para tentar cumprir sua promessa e conhece Eve, a irmã do falecido Percival. A jovem é generosa e com certeza emprega todo tipo de desajustados em sua propriedade, e os mesmos sentem que tem uma dívida de eterna gratidão para com a ela, pois a mesma os aceitou em sua propriedade quando ninguém mais os queria como empregados.
Depois de recusar ajuda do Coronel Aidan, Eve se vê em uma situação muito ruim, pois o Solar estava no nome de seu irmão e com a morte dele o Solar passaria ao primo deles caso Eve não tivesse casado-se com alguém (coisa que ela não fez), sendo assim ela e todos os seus protegidos/empregados serão despejados do Solar para que seu odioso primo possa ficar com todas as propriedades que estão no testamento estipulado pelo pai de Eve (um homem que queria ver a filha casada de qualquer jeito).
Ao descobrir isso o Coronel Aidan acaba levando sua promessa ao extremo e propõe a Eve um casamento arranjado para que ela não perca o Solar e não precise se preocupar com a segurança das pessoas que ela protege. Visto que depois de algum tempo ele irá voltar ao seu regimento e ela poderá voltar a sua vida normal sem qualquer interrupção.
O detalhe do "casal" não apaixonar-se logo de cara e sim ter "ódio a primeira vista" me agradou, pois não é um daqueles romances sem pé nem cabeça que vemos por ai. Porém o fato do Coronel ter se sentido na obrigação de ajudar ela cansando-se é um pouco extremo demais para mim. Contudo eles passam muito tempo brigando por tanta coisa que isso tirou boa parte do brilho da história e eu estava de saco cheio de ler o livro.
O final foi o esperado, mas acho que o casal desse livro infelizmente não funcionou nenhum pouco para mim.
Gostei da capa e a narrativa estava um pouco lenta, e chata em alguns momentos, mas é um bom livro de época. Só espero mais intensidade e meno brigas nos próximos volumes da serie.

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/
Pam 26/11/2014minha estante
Amiga dos livros de época q já li.. Quase todos da arqueiro.. Hehehe esse foi o q achei mais fraco... Achei q forçou um pouco a barra essa teimosia toda dos dois. Tbm fiquei de saco cheio em algumas partes e isso me fez enrolar um pouco a leitura... Tbm acho a capa bonita!


C. Aguiar @coelhoobrancoo 08/12/2014minha estante
né menina eles podiam muito bem ter brigado menos e tudo mais, fiquei mega chateada com isso.
nem sei se irei ler os outros livros dessa serie por causa disso.


Elaine 13/07/2015minha estante
Achei a mesma coisa, estava apaixonada pelos Bridgertons e fui ler esse livro.
Me decepcionei. Sem paixão, sem humor, sem química... nada...
Que lancem logo os da Julia Quinn!!




Veruska 15/11/2017

Ligeiramente casados
Caído em batalha, o capitão Morris fez seu último pedido: que o coronel lorde Aidan Bedwyn protegesse sua irmã custasse o que custasse. A honra e o senso de dever jamais permitiriam a Aidan quebrar tal promessa, e ele mal sabia a mudança que traria em sua vida.
No Solar Ringwood, a Srta. Eve Morris morava com seus "incapazes", pessoas a quem a sociedade negava uma oportunidade de vida decente. Mas, graças a uma cláusula de testamento de seu pai, que exigia o casamento de Eve em até um ano de sua morte para herdar a propriedade, e à morte precoce de seu irmão, em poucos dias todos seriam despejados por seu primo Cecil, ávido por se apossar da propriedade.
Só havia uma solução: Aidan e Eve deveriam se casar. Ela abriria mão de seus sonhos de um casamento por amor, em prol de seus protegidos; ele renunciaria à sua liberdade, para honrar sua promessa.
O acordo era simples: eles se casariam, resolveriam a questão da propriedade e depois nunca mais se veriam... mas o acordo não saiu, exatamente, como combinado... a ideia de não mais se verem já não parecia tão aceitável...
Esse é um daqueles livros em que já se sabe o desfecho. Mas há muitos caminhos a se percorrer até alcançá-lo e eles não são nenhum pouco entediantes. Ao contrário, diverti-me muito em diversas passagens, e me emocionei em tantas outras, e até reli pequenos trechos. Não há como não se envolver com a história. E, agora, não há como evitar querer conhecer um pouco mais da vida dos outros membros da família Bedwyn.
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