A Irmã da Tempestade

A Irmã da Tempestade Lucinda Riley




Resenhas - A Irmã da Tempestade


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Carla 13/07/2018

"A vida só nos dá aquilo que somos capazes de aguentar"
Esse é o segundo volume da série As sete irmãs e conta a história de Ally em busca da sua origem.
Ally, assim como suas irmãs, acabou de perder o pai adotivo que amava muito, mas também após esse grande sofrimento de perder alguém que ela amava muito ela sofre uma outra grande tragédia. Com tanta dor e em tão pouco tempo ela então resolve embarcar na aventura que Pa Salt deixou para ela e suas irmãs, a de ir em busca de suas origens e de respostas para as suas perguntas.

"Não é incrível como nossas vidas podem virar de cabeça para baixo em questão de horas?"

Nesse segundo volume, Lucinda nos faz viajar pela Noruega e aborda uma temática musical e teatral. Além da trama das descobertas de Ally nós conhecemos muito da história musical local, assim como seus lugares turísticos. Sinceramente essa é uma das melhores partes das histórias dessa autora. Ela nos mostra um conteúdo a somar para nossas vidas, mostra que se preocupa em fazer pesquisas antes de construir a sua narrativa. Ela faz referências a grandes nomes da música, da literatura e do teatro e nos faz desejar conhecer mais do que se é mostrado.

A escrita da autora é uma escrita fácil, mas ao mesmo tempo, lenta. Durante a leitura tinha a impressão de ler muito, mas na verdade li bem pouquinho. Acredito que seja pelo empenho dela em deixar o leitor ser levado diretamente para onde está sendo narrado a história. Talvez seja a intenção da autora simplesmente fazer do leitor um personagem. Com certeza a minha experiência de leitura foi essa, me senti todo tempo imersa na história, porque ela é muito bem detalhada e muito descritiva. Para quem já leu outras resenhas minhas talvez saiba que eu amo escritas detalhadas, para que eu entenda o mundo e me sinta interessada em viver aquilo ali. Uma experiência profunda com a história, sabe?
Eu sempre tendo a tirar uma ou outra estrelinha dessas histórias por conta da velocidade da leitura, porque as vezes é muito lenta e no início me incomoda muito! Mas no decorrer da história você vai se apegando aos personagens e ao lugar que você simplesmente esquece da velocidade da história.

"E, por mais que os outros nos amem, ninguém pode nos salvar de nós mesmos, não é?"

Uma coisa muito engraçada na minha experiência em ler Lucinda é que quando eu estou muito apegada a história ela acaba e daí eu fico louca para o próximo volume! Quando pego o próximo volume custo a engatar na leitura hahahaha. Mas normalmente gosto muito do conjunto da obra.

Ally é uma personagem muito única. Na verdade, os personagens de Lucinda são. Ela é a segunda irmã e foi muito bem escrito e muito bem descrita também. Ao longo da história você vai conhecendo a personalidade dessa personagem e de tempos em tempos você descobre mais uma coisa legal a respeito de sua personalidade. Achei ela amável, daquelas pessoas que você seria amiga, sabe? Eu seria amiga de Ally, ela é simples, humilde, sensível e muuuuuito simpática. E ela cresce e amadurece no desenrolar e eu gosto muito disso, de ver os personagens se desenvolverem, abrir a mente e se transformar de dentro para fora.

"Começara a perceber que, a menos que tenha sofrido na pele uma perda e uma dor tão profunda, era impossível compreender de verdade alguém que passasse por aquela situação"

Como de costume nessa série, a gente, leitor, viaja em uma outra época para conhecer a origem de cada irmã. Dessa vez conhecemos Anna e Jens. São dois personagens superinteressantes, com uma história até clichê, porém diferente. Anna mor na roça e a sua voz é descoberta e ela é levada para a cidade, onde ela começa a viver luxuosamente e desenvolver a sua arte, que é a música. Apesar de estar vivendo uma realidade totalmente diferente da sua, Anna não muda a sua essência. Ela continua com a inocência da garota da roça. Já Jens tem tudo que o dinheiro pode lhe proporcionar e é herdeiro de um grande nome na sociedade e um grande legado. Mas sua paixão é a música. Em certo momento eles se encontram e a história se desenrola e vemos muitas gerações dessa família.

Enfim, eu amo a construção impecável que Lucinda faz nas suas histórias. Me envolve e no fim sempre fico apaixonada e querendo mais. As histórias são lentas sim, mas eu indico se você gosta de histórias bem construídas, de conhecer novos cenários, novas culturas e agregar coisas interessantes na sua vida.

"A música é o amor à procura de uma voz"

site: www.sharingbooks.com.br/ @sharingbooks2
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Jamile.Baliza 26/07/2018

Maravilhoso!
Lucinda a cada livro, me faz vivenciar por lugares e épocas tão inatingíveis, me faz sonhar, prender o ar. Livro perfeito!
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Carol.Cuofano 31/10/2018

Lucinda Riley é ótima
Mais uma leitura concluída. E mais uma vez eu indico a leitura de Lucinda Riley.
Aqui acompanhamos a jornada de descoberta das origens da segunda irmã Ally. A narrativa é deliciosa e nos leva para lugares lindos e incríveis.
A autora já aproveita e deixa alguns ganchos sutis para as histórias das próximas irmãs e um gancho nada sutil para a leitura do terceiro livro.
Confesso que enrolei um pouco para terminar pois não queria me despedir de Ally.
Livro gostoso, leve e encantador.
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Ana Ira! 25/11/2018

A Irmã da Tempestade é o segundo volume da série As Sete Irmãs, da autora irlandesa Lucinda Riley. A série conta em cada livro a história de uma das seis irmãs, e podem ser lidos separadamente, sem ser na ordem de publicação. Até agora foram lançados cinco volumes, e sim, teremos sete, mesmo a sétima irmã não tendo sido encontrada - e é aí que vem minhas especulações, aguarde até o final da resenha!

A Série As Sete Irmãs nos apresenta a família D'Aplièse e cada livro é narrado por uma irmã. Em A Irmã da Tespestade conhecemos a segunda mais velha, Alcione, ou como é mais conhecida, Ally, uma grande velejadora e flautista. Essa família mora na Suíça e é formada por seis irmãs adotivas, cada uma adotada de um país diferente por Pa Salt, um homem riquíssimo e muito misterioso, que as amava demais e fez de tudo pelas meninas. E deu para cada uma um nome das sete estrelas da constelação das sete irmãs, as Plêiades. Mas ele nunca adotou a sétima irmã (Mérope).

Bom, sem ser spoiler, mas os livros dessa série já começam com a morte de Pa Salt e a esfera armilar com as coordenadas geográficas para suas filhas descobrirem seu local de nascimento, com uma carta para cada uma e um suvenir que tem relação com sua família biológica, assim, deixando nas mãos delas se querem ou não descobrir sobre seu passado.

A história da Ally me impactou muito mais do o terceiro livro A Irmã da Sombra, que li no começo do mês. A Ally é uma mulher sucinta, prática e decidida. Sempre amou tocar vários instrumentos, principalmente a flauta, mas como amava velejar e seu pai era marinheiro, ela acabou escolhendo ser velejadora como profissão.

Ally começa a namorar Theo, seu novo chefe de vela, que é um homem muito organizado, gentil e competidor. O namoro nasce rápido e os dois são lindos juntos, apesar de que a notícia da morte do pai a pega de surpresa e a faz se sentir culpada por ter estado viajando com o Theo no dia em que ele faleceu.

Ao voltar para casa e receber a carta, um livro e o patinho de borracha que Pa Salt lhe deixou, Ally ainda está muito triste e abalada e não pensa em buscar por sua família biológica, mas sim, em correr para os braços e o conforto de Theo. O que ela não esperava é que um furacão estava à sua espera...

Esse foi um dos livros mais tensos que já li. Apesar de não ter aquela tensão que nos dá medo de continuar a leitura, Ally passa por um mar tão revolto, que olha, tive que virar duas noites lendo, porque eu simplesmente não conseguia abandoná-la! E o livro inteiro nos presenteia com diversas reviravoltas, umas boas, outras nem tanto, mas todas provando que nós somos mais fortes do que imaginamos...

Ally ao decorrer da obra passará por provações e perdas inestimáveis. Coisas novas vem, outras vão, mas ela teve que continuar. E foram tantos segredos e descobertas que eu não sei como ela teve saúde pra aguentar tudo não.

Com essas surpresas, Ally resolve seguir os passos que Pa Salt deixou e ir à Noruega, onde ela encontraria respostas sobre seu passado.

Na narrativa do passado, conhecemos a camponesa Anna Landvik, uma jovem pobre que canta como um anjo na igreja, e um professor famoso da cidade após ouvir falar dela, vai até sua casa para tentar conseguir a permissão de seus pais, para que a moça seja treinada e vire uma cantora na cidade grande.

Anna teme à princípio, porém, seu maior sonho é cantar profissionalmente, e ela vai, com medo e dúvidas, pronta para tentar.

Anna vai descobrir um novo mundo, sendo cantora de ópera e de teatro. Ela faz sucesso instantâneo, e é cercada por muitas pessoas que se dizem admiradoras de seu trabalho, embora nem todas, a admirem de verdade...

A Anna foi uma das minhas personagens mais querida, adorei ela, no começo, entretanto, porque depois ela começa a fazer algumas escolhas beeeeem erradas, jogando tudo pro alto, que me decepcionaram bastante! rsrsrs

Ao conhecer um dos músicos do trabalho, Jens, Anna acaba se apaixonando e tendo sua vida virada de cabeça pra baixo.

O Jens é um estúpido! O tipo de homem tranqueira, já conhecido, embora a coitada da Anna o ame e acredite nele. É aí que muita coisa ruim acontece com ela, e mais e mais reviravoltas.

Eu gostei muito da Anna, apesar dela ter feito escolhas ruins e, a meu ver, erradas, achei ela muito simpática, talentosa e batalhadora. Ela tem um papel fundamental na história e a ligação dela com a Ally é incrível!

Voltando à Ally...
Gente, eu adorei todas as reviravoltas, as atitudes e a compreensão da Ally, ela sofreu muito mesmo, e não deixou a peteca cair, seguiu em frente e o final foi lindo e muito fofo! Adorei tudo o que ela "reencontra" na Noruega, que é por sinal, um país que eu não conhecia bem, e achei bem da hora, ainda mais por ser tão "musical". Isso é o que eu mais gosto nos livros da tia Lu, ela sempre mescla passado com presente, interligando-os através de culturas diferentes, países distintos que são unidos sempre pela dor e pelo amor! Maravilhoso!

Mais uma vez a Lucinda fala sobre a Segunda Guerra Mundial, em especial sobre a perseguição aos judeus, e foi outra parte que me tocou muito!

Pra quem, assim como eu, adora ler sobre outros países, leia a série As Sete Irmãs que vocês vão amar!

Falta pra eu ler da série os livros As Sete Irmãs #1 e A Irmã da Pérola #4, provavelmente só terminarei em Dezembro e assim que o fizer, resenho aqui pra vocês!
O quinto livro foi lançado dia 12 desse mês, A Irmã da Lua #5, porém, devido ao preço altíssimo não comprarei esse ano, não! kkkkkk
O sexto e o sétimo devem sair nos próximos anos, geralmente são lançados um por ano.

E como eu disse no começo da resenha, trago especulações (NÃO É SPOILER, é só minha opinião): eu acho que o Pa Salt não morreu e que a sétima irmã, a Mérope, está viva e tem um passado todo especial. Por que acho isso? Porque são sete livros mesmo que serão lançados, e porque, bem, só lendo você saberá... tem alguns detalhes, algumas coisas que vão acontecendo que dão a perceber que o Pa Salt não é bem o que a gente achava que era... E aí, será? O que vocês acham?

site: https://elvisgatao.blogspot.com/2018/11/resenha-irma-da-tempestade-lucinda.html
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Deborah 25/08/2016

O Livro a Irmã da Tempestade conta a historia de Ally, a segunda filha de Pa Salt. Após a morte do seu pai, Ally decide seguir as pistas que ele deixou sobre a sua origem. Nesta jornada Ally vivencia novos sentimentos como amor, medo, dor, superação e plenitude.

Uma das pistas deixada por Pa Salt foi o livro de Peer Gyt, neste é narrado a história de Ana e Jens Halvorten, história fascinante, assim como são as histórias do tempo passado nos livros da Lucinda Riley.

A história de Ana faz com que Ally viaje para a Noruega que foi descrita de forma encantadora. O livro mergulha no universo norueguês destacando compositores, artistas e locais reais. Livro maravilhoso, acabei querendo ler mais!
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Paola Carpinelli 26/01/2019

A Irmã da Tempestade - Ally D?Aplièse
Aquele livro que tem mais surpresas do que se poderia imaginar!?
Ally é velejadora, ama o mar! Sofrendo uma perda imensa, já logo no começo do livro, ela resolve voltar para Atlantis, onde receberá conforto e carinho! Até que decide ir atrás do seu passado, com um sapo em miniatura e suas coordenadas indicando a Noruega! ?
Nossa velejadora vai atrás de suas origens, que tem a ver com o seu talento que havia sido deixado um pouco de lado, o de flautista! Seu passado está totalmente ligado ao mundo da música, palcos e cantores.?? E no seu presente, ela recebe muitas notícias maravilhosas, que ela jamais pensaria! E sua grande perda no começo, deixa para ela um ?presente? que ela nem poderia imaginar!!!?
Só lendo para poder descobrir todos os encantos que a Lucinda Riley reservou para nós, no segundo livro da série As Sete Irmãs! ????
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