Cidade de Vidro

Cidade de Vidro Cassandra Clare




Resenhas - Cidade de Vidro


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Mey 22/08/2013

Final que não foi final!
Cidade de Vidro era para ser o livro que encerraria a série Os Instrumentos Mortais, mas devido ao sucesso ou a ganância, Cassandra Clare resolveu esticá-la. Mas isso não fez com que o livro deixasse de ter o clima de despedida.

O livro relata a visita de Alec, Isabelle, Jace e Simon a Alicante, Cidade de Vidro, eles buscam uma maneira de lutar contra Valentim. E Clary foi banida da viajem devido ao instinto super protetor de Jace, e como era de se esperar, ela com toda sua teimosia, consegue se esgueirar para Alicante através de um Portal.

O relacionamento de Jace e Clary nesse livro, me cansou um pouco é toda aquela história: eu te amo, mas não posso ficar com você (leia com uma voz bem esganiçada). Poxa, eu sei que esse casal tem uma infinidade de fãs, mas até agora eu não consegui sentir empatia pelos dois, acho que falta mais entrega: Fodas se somos irmãos, vamos fugir e viver esse amor loucamente. O Jace também não consegue me encantar, porque ele tem que resolver todos os problemas com sarcasmo e charme?! E pra quê se envolver com tantas garotas?! Sério, a Srta Clare vai ter que melhorar bastante o comportamento desse loiro se me quer como fã apaixonada.

Chega de falar de casal que eu não gosto, vamos falar de Tekpix (só pra descontrair as fãs de Jace que querem me matar), brincadeiras a parte, nessa resenha não podia faltar Alec e Magnus Bane (sim, eles são meu casal preferido), Cassandra conseguiu me deixar histérica por causa dos dois, eles protagonizaram, pra mim, a melhor cena do livro.

Nesse livro temos a entrada de um novo personagem: Sebastian Verlac, guardem esse nome. Ele foi o personagem que veio para solucionar todos os mistérios e tenho certeza que nos próximos livros ainda o encontraremos novamente. Eu gostei bastante do Sebastian, seu jeito obscuro (desculpa, gosto dos misteriosos) veio contrapor bastante o todo poderoso Jace.

Como mencionei no primeiro parágrafo o livro teve todo o clima de final, principalmente devido a batalha que ocorre nos últimos capítulos, tive a impressão de estar relendo a última batalha em Hogwarts, e isso é um puta elogio a jovem escritora Cassandra. Além desse detalhe, tivemos pela primeira vez um final de livro de TMI sem ser surpreendente ou chocante, foi como se um capítulo de toda a história fosse finalizado. Espero curiosamente a continuação, quero muito saber o que será feito depois desse final.


site: http://agoraqueeusoucritica.blogspot.com.br/2013/01/os-instrumentos-mortais-cidade-de-vidro.html
Lídia 08/09/2013minha estante
Concordo com vc em relacao ao casal Clary e Jace ou Clary e Simon , terminei de ler cidade das cinzas e percebi que esta parecendo crepusculo. Tambem nao gostei do Jace e nem da Clary, meu casal preferido é Alec e Magnus rsrs , espero que melhore esse triangulo amoroso , quero que o Simon fique com a Maia




Cris Paiva 23/06/2015

Para começar, não sei se vocês repararam, mas tem uma criatura estranha na capa do livro, é o Sebastian. Ele dá o ar da sua desgraça logo no começo, quando a Clary parte para Idris, atrás de um feiticeiro que tem a cura para o coma de sua mãe, e logo ela conhece esse ser fingido e desagradável. Fiquei com o pé atras logo de cara com esse tal de Sebastian. Desconfio sempre de pessoas “simpáticas” ou que são muito solícitas que querem te ajudar de qualquer jeito, mesmo que você não queira e não precise de ajuda. Essa raça me dá nos nervos e com o Sebastian não foi diferente. Foi só ele se manifestar que eu tive vontade de gritar "FOGE BINO, É CILADA!!!"

Mas tudo tem uma razão de ser, e lá pela metade do livro ele revela a sua verdadeira face, Para desespero geral da nação.

A ação se passa totalmente em Idris, com direito a turma toda reunida e dando espaço maior para o casalzinho do momento; Magnus e Alec, alias, adorei que a historia não ficou tão focada no Jace e na Clary, essa mocinha me irrita. Tudo bem que ela é adolescente, tem 16 anos e tal, mas não dava para ser menos sonsa? Eu tinha vontade de pular as partes dela, mas infelizmente não tinha como, senão a historia perde o ritmo. Uma pena...

Revelações bombásticas irão acontecer neste livro, junto com uma guerra terrível, um final estarrecedor e uma participação para lá de especial de um personagem fenomenal que já se tornou de longe o meu preferido. Pena que ele não é de aparecer muito, não ia me importar de ter pontinhas de sua grandeza nos no outros livros da série. Não vou ficar falando muito da história, pois não gosto de dar spoiler e acho já falei demais!

Essa pode ser considerada a última parte da trilogia, sim, são 6 livros, mas divididos em duas trilogias. Não sei se autora planejou assim, ou ela escreveu os 3 primeiros e viu que ainda tinha folego para mais três, mas dá para parar de ler a série nesse, mas dai você não vai ficar sabendo o que acontece depois, e no 4 tem o Simon na capa!! Virei fã desse vampirinho camarada. Vou ler o próximo só por causa do Simon, heheheh.
Elis 23/06/2015minha estante
Me falaram para ler As peças infernais depois de terminar essa primeira trilogia e depois ler a segunda.
Como não li ainda, não sei a diferença que faz :(


Cris Paiva 26/06/2015minha estante
Tanto faz.
Vc pode ler as peças primeiro, ja que se passam em 1800, e os Instrumentos em 2007. Então, se for seguir a ordem cronológica não teria problema. Mas os Instrumentos tem de ser na ordem, senão não vai fazer sentido nenhum.


Elis 29/06/2015minha estante
Me disseram que tem informações de Peças, aparecem no final do segunda trilogia...
Quando você ler, me avisa sobre isso? rs


Cris Paiva 30/06/2015minha estante
Elis, eu não li as peças, mas tem sim 2 personagens dessa série que aparece no final do livro 6. Tem 1 personagem que aparece no livro 4, mas como não tinha lido essa série o aparecimento dele só foi mesmo fazer sentido no 6.

Então, acho que a ordem correta de leitura seria:
Instrumentos 1, 2 e 3
Peças Infernais 1, 2 e 3
Instrumentos 4, 5 e 6
Crônicas de Bane
Códex dos Caçadores de Sombras.




luuh_hs 26/01/2013

Finalmente eu vejo o motivo para a comparação à Harry Potter!
Finalmente uma olhada na tão famosa Cidade de Vidro. Clary precisa encontrar um meio de ajudar sua mãe e Jace não está nem um pouco interessado em ajudá-la. Assim, ela conhece Sebastian que a faz lembrar de um príncipe.
De fato foi o meu preferido da série até agora, embora seja difícil separá-los. Uma incrível sequência e uma ausência de resumo do livro na sua capa traseira me levaram a iniciar a leitura e não me arrependi. Frases memoráveis de Jace, a verdade sobre as, anteriormente citadas, experiências de Valentim e a descoberta da localização do último dos instrumentos mortais me levaram a uma noite inteira de leitura!
Ao final, não nos deixa com uma frase, poderia ser o fim da saga (a pesar de tantos mistérios não solucionados ainda) porém a Rainha da Corte Seelie, faz uma proposta à Clary e ela recusa e tudo o que consegui imaginar foi "ela vai ser arrepender disso, não vai?" E essa foi a minha grande deixa para começar Cidade dos Anjos Caídos no mesmo dia.
Finalmente eu vejo a comparação à Harry Potter. Incrível.
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Jessie (@_equipenerd) 31/01/2012

Cidade de Vidro - Instrumentos Mortais #3
Aviso que se ainda não leu nenhum dos volumes ou leu apenas o primeiro, recomendo que pule direto para a minha opinião, porque é impossível falar de uma continuação sem falar do seu volume anterior.

A forma como Cidade das Cinzas terminou foi para morrer de ódio e curiosidade; uma amiga de Jocelyn, do tempo em que morava em Idris, fala para Clary como despertar a mãe que está adormecida por causa de uma poção que havia preparado para o caso de Valentim tentar algum tipo de tortura com ela. Para achar o antídoto ela tem que ir para o país dos Caçadores de Sombras e encontrar o feiticeiro Ragnor Fell, a única pessoa que conhece o antídoto. O problema é que Jace não quer que ela vá, pois Valentim está atrás do terceiro Instrumento Mortal, o Espelho Mortal, e mesmo ninguém sabendo onde exatamente ele está, sabem que se encontra em Idris o que significa que a atenção do pai estará voltada para lá.

Além disso, ninguém devia poder fazer o que Clary faz, e isso preocupa ainda mais Jace. A Clave poderia querer fazer alguma coisa com ela para descobrir o motivo de uma garota que nem ao menos foi treinada como uma Caçadora de Sombras, pode criar novos símbolos e muito mais poderosos do os que eles conhecem. Como se já não bastasse, Jace também mentiu para a Clave sobre como o navio de Valentim realmente se desmanchou enquanto envocava a horda de demônios em Nova Iorque e isso pode trazer sérios problemas para ele.

— Não é disso que estou falando — disse ele. — Não vou tocá-la se não quiser. Sei que é errado, meu Deus, como é errado, mas só quero me deitar com você, e acordar com você, só uma vez, uma única vez na vida. — Havia desespero em sua voz. — É só esta noite. No quadro geral das contas, o quanto uma noite pode importar?


Para impedir a ida de Clary, seu irmão resolve que vai pedir a ajuda de Simon para enganar não só a garota como também os Lightwood, que haviam concordado com a ida dela para Idris. Antes que Simon pudesse tomar uma decisão Renegados atacam e ele é levado para Alicante pelo portal. Ao chegar no Instituto e notar que se encontra vazio, Clary se desespera porque não foi para Alicante e Magnus que tinha aberto o portal não pode fazê-lo de novo, então ela mesma cria um e vai, ao tentar impedí-la, Luke é arrastado junto com ela.

Clary chega ao Lago Lyn, lugar de onde saiu o Anjo Raziel com os Instrumentos Mortais, e acaba ficando muito doente porque tal lugar é amaldiçoado. Luke a leva para a casa de Amatis, sua irmã, onde ela recebe o devido tratamento e começa a se recuperar. A primeira coisa que Clary faz ao se sentir melhor é tentar ver Jace, e quando chega à casa onde ele está hospedado não é tratada muito bem por todos, exceto pelo lindo e misterioso Sebastian. Depois de alguns acontecimentos, diga-se de passagem bem revoltantes, Sebastian e Clary procuram juntos pelo feiticeiro Fell, mas no lugar dele Clary encontra Magnus que conta para ela como acordar a mãe. O problema é: a garota vai precisar da ajuda do irmão. Surpreendentes novidades se encontram nas páginas de Cidade de Vidro...

Na resenha de Cidade das Cinzas eu disse que ele é maravilhoso e que eu tinha gostado demais dele, que tinha ficado com muita vontade de ler Cidade de Vidro. Não estava mentindo, mas eu com certeza não esperava tanta coisa deste livro, cada passagem, cada cena me prendia de uma forma impressionante e o amor pelo meu Jace cresceu ainda mais e agora eu tenho certeza de que nenhum personagem consegue ser melhor que ele, nem mesmo o Patch... Além disso, eu vi o Valentim se tornar meu vilão mais amado e mais odiado, ele superou o Voldemort, algo que eu não achava ser possível.


— Eu sei que acha que só quero ficar com você para... para mostrar a mim mesmo o monstro que sou — disse ele. — E talvez eu seja um mostro. Não sei a resposta para isso. Mas o que sei é que mesmo que haja sangue de demônio em mim, há sangue de humano também. E eu não podia amá-la desse jeito se não fosse pelo menos um pouquinho humano. Porque demônis querem. Mas não amam. E eu...


Depois dessa citação eu não posso deixar de mencionar o seguinte: se eu não tivesse me apaixonado pela histórias e personagens lá em Cidade dos Ossos isso seria completamente inevitável agora, o desespero dele e dela nesta cena quase real, de tão perfeita que é a cena completa. Ele é mais carregado de emoção que os anteriores, Jace já não é mais o mesmo, e certos acontecimentos arrancaram lágrimas dos meus olhos, aliás uma parte anterior a esta me deixou extremamente triste, não conto mais porque se não vai ser spoiler.

Assim como uma outra série de livros, não é possível encontrar pontos negativos na narrativa, não consigo ver algo prejudicial à estória que possa ser mencionado nesta resenha, de forma que fico até receosa em julgar minhas próximas leituras depois de ter lido Cidade de Vidro. Cassandra Clare as doses de romantismo, ação e descrição de cada mínima linha do livro parecem ter sido minimamente pensadas fazendo assim que nada fique sobrando e deixando a desejar.

A diagramação é idêntica ao do exemplar anterior, o que muda, um pouco, é o material da capa, mas ela continua ficando igual a uma rampa de skate de dedo, há também alguns erros de português, mas até hoje não li nada que não tivesse nenhum. Tem mais uma mudança também na capa, agora nós temos o efeito de vidro quebrado nela, que eu achei bem legal, mas me deixa um pouco tonta se ficar olhando continuamente.

Não teria a coragem de dar ao terceiro livro de Os Instrumentos Mortais uma nota menor que cinco estrelas, isso seria uma completa injustiça e eu entraria em confronto comigo mesma. Então, assim como Cidade das Cinzas, sua continuação leva cinco estrelas, mesmo tendo-o superado muito no que se refere à qualidade de um livro, mas é exatamente isso que eu procuro em uma série, evolução. Mal posso esperar por Cidade dos Anjos Caídos.
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Bia 18/02/2013

Super muito adorei
Eu simplesmente acho que essa mulher é genial, que foda, sério.
Quando não havia esperanças ela simplesmente deu um jeitinho para ficar perfeito, muito bom esse livro. Aliás, essa série é agora uma das minhas favoritas. Muito show.

Então, o Jace é uma coisa de Deus (literalmente haha). Eu já era apaixonada por ele e agora nesse livro, depois dele ter dado aquela mancada no final de Cidade das Cinzas, eu estou simplesmente apaixonada por mais um personagem. Ele já era lindo, ao decorrer do livro ele foi ficando cada vez melhor, porque ele realmente queria mostrar para Clary, aquela boboca, que ele a amava e não estava nem ligando por serem irmãos e tudo mais. Eeeeentão, a Clary, como sempre, resiste ao charme desse menino para NO FINAL ficar arrependida. Ou seja, ela é mesmo uma menina indecisa. Sóóóó que desta vez ela se arrependeu a tempo e admitiu a si mesma que não era indiferente. Simon finalmente arranjou um lugar (eu já estava cansada dele morrer e ressuscitar a cada capítulo, né?) para se manter, mas não ficou claro pra mim o que ele quer da vida, quer dizer, da morte. Havia uns personagens que eu queria conhecer melhor, ou sei lá, estava ainda faltando uma parte e Cassandra tirou minhas dúvidas. Tem o Sebastian, que uma coisa de louco, eu não achei ele tão legal quanto o Jace, algo me incomodava (eu descobri que o certo é seguir minhas intuições, mesmo) no jeito de ser dele, eu estava desconfiada... Pois é, era óbvio essa parte.

Resumindo, Cidade de Vidro é fantástico e coube certinho com o começo e o meio, gostei muito. Muuuuito.



-Spoiler- ---NÃO LEIA, VAI EMBORA AGORA----

Caaaaaaaaaaaaaaraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, uhuhuhhuhuhul não são irmão, não são irmãos!! Simplesmente feliz porque sim! E o Jace foi tããão fofo (finalmente) e o Alec e o Magnus oooownt! Tudo ficou direitinho e o Lucian uhuhuhuhul Isazinha perfection, que eu gosto muito dela....... Ok, parei. Valentim se ferrou uhul e eu ri do fora que Raziel deu nele, muito kkkk rachando a cara...

Bjs, até
Marida do Jacelícia.
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CooltureNews 20/01/2012

Publicada no www.CooltureNews.com.br
Por: Junior Nascimento

Desde o primeiro livro sou um fã incondicional desta série, porém, em Cidade de Vidro a autora se superou! O livro é brilhante, parece que ela conseguiu juntar tudo aquilo que prendeu a nossa atenção nos livros anteriores e amplificou seu poder resultando em um livro cheio de aventuras, reviravoltas, batalhas fantásticas e revelações sobre todas as dúvidas lançadas nos primeiros livros.

Clary, nos primeiros livros, nunca conseguiu me chamar muito a atenção, gostava dela mas sentia que faltava alguma coisa. Todas essas dúvidas quanto a força da personagem foram sanadas em Cidade de Vidro, neste livro ela foi capaz de ser forte, decidida e carismática. Em contrapartida, achei o personagem de Jace uma mera sombra do que era, acredito que esse foi o único motivo para que o casal não tenha me agradado.

Gostei do fato dos demais personagens terem se desenvolvido mais neste livro, como disse em Cidade das Cinzas, achei que foi exatamente isso que faltou naquele livro. Em Cidade de Vidro podemos ver mais Alec, Isabelle e Simon em ação, sempre gostei desses personagens, ouso dizer que até mais do que o casal, ao terminar a leitura me senti completamente satisfeito pelo desenvolvimento das tramas que os envolveram, principalmente Simon, que sempre foi o meu preferido.

Outro ponto que achei positivo no livro foi o fato da autora não se ater muito às questões politicas da Clave, mesmo não abrindo mão dessa abordagem, simplesmente não teve o mesmo peso que nos demais livros. Achei inteiramente válido contar um pouco mais sobre o passado e o que ocorreu na época do “Ciclo”, assim como a entrada de novos personagens na trama. O livro também teve uma maior pitada de humor, principalmente quando parecia que estava tudo perdido para os Caçadores, em alguns momentos cheguei a gargalhar com as “tiradas”.

Esse foi o livro onde posso dizer que praticamente toda a trama inicial se encerrou, se fosse uma trilogia confesso que estaria muito satisfeito com o desfecho. Entretanto sou inteiramente agradecido a autora por dar continuidade e no momento não vejo a hora de ler o próximo livro.

Não vou contar muito sobre a trama, afinal a sinopse acima está muito bem escrita, e acho que até um pouco reveladora, caso contasse mais sobre o que acontece neste livro, poderia estragar o seu prazer ao ler a série.

Não preciso comentar sobre o cuidado que a editora teve em manter as capas para todos os volumes e é realmente um prazer poder olhar em minha estante e encontrar todos os livros da série já publicados aqui.
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Ynara 26/01/2012

que venham os outros!
trilogia perfeito! partindo agora pra cidade dos anjos!
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De repente, no último livro 25/06/2017

O melhor dos livros da série até agora...
A Cidade de Vidro, a terceira parte da saga Caçadores de Sombras, da autora Cassandra Clare foi, de longe, o melhor livro da série até aqui. Tenso, desesperador, e cheio de ação, romances e revelações inesperadas, Cassandra Clare deixa claro nesta sequência o porquê se tornou uma das autoras mais queridas da literatura juvenil.
Nesta terceira parte muitos fatos se revelam, segredos até então ocultos, e muitos deles nos tomarão de maneira inesperada, abrupta, não apenas com relação aos personagens, mas também com relação aos próprios rumos da trama.

Clary mudou bastante nesta terceira parte, sendo obrigada a finalmente reagir. Desde a primeira parte, Clary foi um personagem que se mantinha um pouco à margem na guerra entre os Caçadores e Valentine. Apesar de ser a filha do próprio Valentine, neste quesito Clary se mantinha bastante em secundário...
Finalmente, nesta terceira parte, Clary começa a tomar o controle da situação, e passa a entender de uma vez que já não é uma mundana, mas sim uma caçadora de sombras.
Jace segue sendo um personagem muito interessante, do qual eu gosto muito. É um personagem que está bem caracterizado, que desprende uma mescla de encanto e melancolia que aos poucos ganha a simpatia do leitor.
Simon, por sua vez, também passa a aceitar melhor a sua condição de subterrâneo. Simon, ao contrário de Clary, sempre foi um guri disposto à se arriscar, mesmo quando ele sabia tratar-se de uma luta impossível. Nesta terceira parte, Simon retorna ainda mais valente, e por fim começa a dar-se conta de que Clary o ama, porém de maneira distinta ao que ele espera, um amor verdadeiramente fraternal.

Entre os personagens secundários, Luke me encanta! Também conheceremos à novos e inquietantes personagens como Amatis e Sebastian. Fiquem de olho neste último... em princípio o guri não pinta de nada, mas aos poucos adquire uma importancia grande ao desenrolar dos fatos.

O final foi bastante fechado, tão fechado que me pergunto porquê a autora quis realmente dar continuidade à série com outros 3 livros. Muitíssimas coisas se resolveram nesta terceira parte, me deixando com a sensação de que, talvez, a intenção inicial de Cassandra Clare fosse finalizar a coisa toda neste livro. Agora, nem sei oquê esperar da quarta parte...

Resumindo, A Cidade de Vidro foi um livro que consegui ler em uma sentada, apesar de seu largo número de páginas. Com revelações impactantes e cenas de pura ação, essa terceira parte foi a jóia da saga Caçadores de Sombras até aqui, apresentando-nos inclusive uma ambientação toda nova e fascinante.

site: http://aliceandthebooks.blogspot.com.br/2017/06/review-144-cidade-de-vidro.html
Lu Lopes 26/06/2017minha estante
Pensei a mesma coisa sobre o fechamento, achei que seria um ótimo fechamento, acabei de começar Cidade Dos Anjos Caídos e não sei qual rumo a história vai tomar,mas Cidade De Vidro concerteza foi o melhor e espero que continue assim,estou muito apegada a essa série?


Vinicius.Leal 21/07/2017minha estante
Irei começar a ler hj,essa saga está muito boa cheia de ação.Curti!
;)


De repente, no último livro 21/07/2017minha estante
Me disseram que os spin off estão ainda melhores, estou curiosa pela nova trilogia, a da Lady Midnight




Aster Verbatim 09/10/2016

Cidade de Vidro
Cidade de Vidro foi primeiramente publicado nos Estados Unidos em 24 de março de 2009, pela editora Simon & Schuster. Em Portugal, foi publicado em 8 de junho de 2011 pela editora Planeta. No Brasil, foi publicado em setembro de 2011, pela editora Galera Record.


Para salvar a vida de sua mãe, Clary deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras — podemos pular a regra de que diz que entrar em Alicante sem permissão é contra a lei e ir contra a lei pode significar a morte? E também que chegar lá, criando um Portal sozinha, só mostra o quanto os poderes de Clary são sofisticados e como isso é perigoso? Para complicar ainda mais, quando chega à cidade, ela logo descobre que Jace não a quer por perto (o que não se aplica a outras meninas...) e Simon, que nem queria estar ali, está sendo investigado por ser um vampiro que pode suportar a luz do sol. Nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastar Clary de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe. Para localizar o bruxo, Clary contará com um misterioso aliado, Sebastian, um Caçador de Sombras (quase) irresistível. À medida que se aproxima de respostas, Clary conhece mais sobre seu passado — e consequentemente sobre o passado de seu irmão... A Clave está reunida. Todos sabem que Valentim, fortalecido como nunca, está convocando um exército para exterminar os Caçadores de Sombras e conseguir os Instrumentos Mortais. Aparentemente, a única chance de sobrevivência é unir forças: Caçadores e integrantes do Submundo. É possível esquecer as diferenças e o preconceito de séculos para lutar lado a lado? E Clary, dividida pelo que sente por Jace, conseguirá se armar de seus novos poderes para salvar a Cidade de Vidro — custe o que custar? Jace já se decidiu: vai arriscar tudo por ela.

Logo no início da história, os Caçadores de Sombras estão construindo um portal, com a ajuda de Magnus Bane, para irem até a cidade de Alicante (também conhecida como Cidade de Vidro), localizada no país natal dos Caçadores de Sombras: Idris. Esse país não é possível ser detectado pelo mapa dos mundanos, mas é dito por Jace, em Cidade dos Ossos, que se localiza entre a Alemanha e a França, portanto, provavelmente em algum lugar dentro da Suiça. O livro todo se passa em Alicante, que possui as famosas Torres Demoníacas, que são responsáveis por afastar a presença de demônios.

Esse livro começa uma semana depois dos acontecimentos de Cidade das Cinzas. Os Lightwood, Jace e Clary estão partindo para a cidade de Alicante com a ajuda de Magnus Bane, que abrirá um portal, mas nessa passagem surge um imprevisto e Jace é obrigado a levar Simon para Alicante. Mas a Clary e Luke não vão, mas devido aos acontecimentos anteriores (mesmo livro), Clary cria um portal e vai juntamente com Luke para a Cidade de Vidro, mas aterrizam no Lago Lyn. Clary engole um pouco da água e, por causa do lago amaldiçoado por propriedades mágicas, começa a ter febre e alucinações, enquanto ela e Luke caminham à Alicante. Luke recebe a ajuda de sua irmã, Amatis Herondale (primeira esposa de Stephen Herondale). Amatis concorda em deixar Clary em sua casa.
Enquanto isso, Jace, Simon e os Lightwoods são apresentados a Aline Penhallow e seu belo primo Sebastian Verlac. Alec é obrigado a levar Simon até o novo Inquisidor, que está curioso para saber o motivo deles terem trazido um integrante do Submundo para Alicante. (acontecimentos posteriores terão que ser lidos, rsrsrsrs) Clary, com ajuda de Sebastiam encontra o mago Rangnor que ajudará na recuperação de sua mãe. Jace leva Clary a mansão Wayland e lá encontram um Anjo Ithuriel aprisionado.

Se você achou que os outros livros tinham alguma ação ou eram meio sem sentido. Nesse encontrará algumas das principais respostas e outras mais surgirão. É um livro muito tenso e o relacionamento entre Clary e Jace fica um pouco insuportável, por sentirem atração um pelo outro e ao mesmo tempo que acham que são irmãos. Simon é um personagem que dá neutralidade nas situações. Valentim e Sebastiam, já sabem o que vai dar? Problema.... e uma incógnita. Esse livro é o melhor até agora. Mas o que me intrigou é o que a Raina do corte Seelie falou para Clary no final do Livro... o que será que quis dizer, heim? Parece que vai ficar tudo bem, só que não... e sabemos que não...

Continuem acompanhando a série que é muito, muito surpreendente!!!!!

site: asterverbatim2015.blogspot.com.br
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Aninha de Tróia 29/07/2012

Esse livro foi o final perfeito. Os persongens estavam ótimos, principalmente Alec, Izzy e Magnus.Torci muito por Magnus e Alec, e no final adorei! Jace esteve muito engraçado, mas tb se mostrou extremamente sensível. O romance dele e da Clary foi maravilhoso, apesar de não haver tanto romance assim, rs. E a batalha final foi épica. Só não gostei muito da Clary na "batalha" contra Valentim, mas nem tudo é perfeito, né?

Esse foi o primeiro livro que eu enrolei para terminar, porque eu não queria que acabasse. Eu já estava tendo depressão pós-livro antes de terminar de ler! Por isso, eu recomendo a série e tb porque, além de me acalmar da depressão pós-Harry Potter, Os Instrumentos Mortais, Clary, Jace e companhia comseguiram um lugar de destaque no meu pobre coração leitor louco e enlouquecido.


PS: Estou louca pela próxima trilogia, mas vou esperar um pouco. Não pretendo morrer de ansiedade :)
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Karine 21/04/2013

É pra ficar na história.
Quando conheci Cidade dos Ossos, e vi as resenhas positivas, e soube que o filme estrearia nos cinemas ainda esse ano e que estava sendo considerado um futuro fenômeno editorial/cinematográfico, tratei logo de adquirir o exemplar e lê-lo.
Primeiro, eu amo livros jovem-adultos, não porque eu sou uma jovem-adulta, mas porque nesse gênero os autores, além de mais ousados, buscam assuntos que sempre me interessam. E claro, o romance é algo que sempre me prende ao livro.
Só que eu nunca imaginei o que estava por vir. Cassie Clare tem um dom. De possuir as pessoas enquanto escreve.
Outro fato importante, é que a cada volume da série, Cassie evoluía e se superava. Amei Cidade dos Ossos, me apaixonei por Cidade das Cinzas e fui arrebatada em Cidade de Vidro.

A luta de Clary para acordar a mãe do coma forçado continua. Dessa vez, o livro é ambientado em Idris. E o perigo é muito maior já que Valentim já possui os dois instrumentos mortais: O cálice mortal e a Espada da Alma.
Eu amei Idris. Não poderia ser melhor. Ameei os novos personagens, Cassie soube encaixá-los perfeitamente na história.
E claro, estou tão... ALIVIADA. TODOS OS PROBLEMAS se resolveram nesse livro. Estou ansiosa para ler Cidade dos Anjos Caídos porque quero mais de Clary, Jace, Simon, Isabelle, Alec e Magnus Bane para mim.

Agora eu compreendi porque diziam que primeiramente a série seria uma trilogia e que quem quisesse, poderia parar a série no fim de Cidade de Vidro.
Mas quem faria isso? Isso é loucura? Vamos mais á Jace!
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Duda 24/11/2016minha estante
Os próximo livro o relacionamento deles ainda é um pouco merda mas no último eles finalmente estão mais evoluídos e melhor como casal




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