Os 13 Porquês

Os 13 Porquês Jay Asher




Resenhas - Os 13 porquês


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Gabrielly.Bezerra 26/05/2017

Faz refleti sobre o que realmente é importante
vou falar um pouquinho aqui sobre a leitura desse livro extremamente importante. pq "os 13 porquês" é um livro tão bom assim? esse livro me encantou e me tocou pessoalmente por causa de muitas coisas que a personagem principal Hannah Baker teve que suportar. A prática desses atos é que me fez refletir sobre como eu quero ser uma pessoa melhor. Às vezes, a gente nem se da conta de como um ato bobo ou uma brincadeira afeta as pessoas, uma risada, uma palavra, por isso, esse livro me fez pensar sobre o que já passei, mas também sobre a culpa que não admitimos ter. Leiam gente, sério, muito bom pra pensar!
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Rachel 19/05/2017

Se precisarmos definir a obra de Jay Asher em uma palavra, esta será empatia. Não se trata de aceitação ou justificativa. As fitas entregues pela personagem principal têm a função de contar o que aconteceu, entregar uma redenção que a adolescente não alcançou em vida, mas gritam algo muito maior do que simplesmente o conhecimento das razões que a levaram ao suicídio.

Assim como cada experiência é individual, assim são as razões de Hanna. Muito do que ela descreveu poderia ser encarado de forma totalmente diferente se vivido por qualquer outro personagem da trama. O papel da empatia aqui é procurar não entender, mas aceitar que cada pessoa influencia a vida de outra de forma específica e que cada experiência é única.
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Pri Barros 19/05/2017

Intenso
Esse livro me abalou. Me senti ao lado de Clay, dividindo o fone, a dor e a culpa que ele sente.
Embora o tema suicídio seja muito pesado, a leitura é leve. Muito bom, queria poder abraçar a Hannah.
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Gabriel 17/05/2017

A voz dos ignorados
Li o livro depois de assistir a série e posso registrar que há mais espaços preenchidos onde o autor deixou vazio no livro. No livro e estupro é mais leve e por conta disso parece um pouco mais tosco, mas não deixa de ser um bom conteúdo que deu voz para um assunto que precisava vir a tona.
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Pedro.Morais 11/05/2017

Suicídio tratado de uma forma única.
Os motivos que levaram Hannah a cometer o suicídio reflete de uma forma direta através do efeito "bola de neve".
Hannah foi vítima de assédio, inimizades, transtornos familiares e estupro.
O leitor será levado a narrativa dela, mas pelo ouvido e visão do Clay, um jovem que não era um porquê, mas que teve menção em uma das fitas.
Diferente da série que a Netflix apresentou, o livro é tratado de uma forma sutil e sem entrar em tantos detalhes, tanto que a morte de Hannah na série foi totalmente diferente do livro.
O final creio que sugere um recomeço para a vida de Clay, mas não mostrou o reflexo na vida dos outros participantes das fitas.
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Brenda 11/05/2017

Intenso, chocante e um espelho para pensarmos melhor em nossas atitudes diárias, e repensar em tudo que já passou e em que fez em sua vida, auto reconhecimento, quantas vezes fui um porquê, mesmo que sem a intenção de ser? Quantas vezes pessoas que passaram na minha vida foram um porquê? E o mais importante de tudo, esse livro nos faz querer mudar... mudar pra melhor, mudar nossas atitudes, estender mais a mão a quem precisa e se colocar no lugar do outro. Quantas vezes não espalhamos fofocas sem nem saber se são reais, quantas vezes as pessoas dizem não gostar de alguém simplesmente por escutar algo que nem era real, quantas vezes julgamos alguém sem nem ao menos realmente conhece-los, e isso tudo através de um mentira ou pré-conceito em relação a mesma. Falta empatia no mundo, falta empatia no nosso dia a dia. Falta apontar menos o dedo aos outros e estender mais a mão, pequenas atitudes podem tirar alguém do fundo poço, e assim criar degraus para que a mesma de pouco em pouco vai se reerguendo.
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Keth 09/05/2017

Que livro maravilhoso...
Resenha:
Hannah Baker se suicidou a pouco tempo e todos ainda sentem um incomodo na escola com a divulgação de sua morte. O que levaria uma adolescente a se matar? Provavelmente essa era a pergunta de muitos.

Clay Jensen, sempre sentiu uma atração por Hannah, infelizmente nunca teve coragem de falar para a colega o que sentia e agora definitivamente ele perdeu a chance que tinha enquanto ela estava viva.

Clay chega da escola e encontra um pacote endereçado a ele, ao abrir, encontra dentro de uma caixa de sapato 7 fitas de vídeo cassete.

Contando cada lado das gravações são 14, porém Hannah gravou apenas 13 lados das fitas, uma para cada pessoa.

Finalmente vão saber o que levou à sua morte....

Clay não sabe porque recebeu isso, como ele poderia ser um dos 13 porquês que levou Hannah a cometer suicídio? À cada fita que ouvia seu coração queria sair pela boca com medo de ser a sua vez e escutar a voz dela gravada dizendo qual erro ele cometeu.

O dia de Clay se torna longo, assustador... Escutar cada um daqueles tristes atos que cometeram com a Hannah o faz se culpar por nunca ter feito nada para ajudá-la.

Talvez Clay realmente não merecesse receber aquelas fitas, mas ele precisava escutar o que a Hannah tinha para dizer a ele.

Opinião:
O livro é narrado pelo Clay enquanto ele escuta cada uma das fitas, nesses momentos temos as falas da Hannah contando sobre o que aconteceu com ela e ao mesmo tempo podemos ler os pensamentos do Clay.
Gostei do livro do começo ao fim!
A intenção do autor era aproximar o leitor dos personagens para sentirmos suas emoções e de fato a obra me proporcionou isso.
Ler os pensamentos do Clay em relação á tudo que ele escutava me deixou muito próxima do personagem, como se eu estivesse assistindo tudo, como se estivesse ao lado dele descobrindo todos os 13 motivos que levaram essa jovem a fazer uma loucura de acabar com a própria vida.
Cada acontecimento faz um extremo sentido, cada ato cruel que cometeram com a personagem são pontos que podemos ir ligando um ao outro, a todo momento as histórias se encontram e vão dando continuidade, vão crescendo e se tornando piores.
Sabe aquele livro que a gente lê e passa a pensar no nosso passado? Esse livro vai te fazer pensar na sua época de escola ou neste exato momento em que ainda está estudando. Será que algum dia você machucou alguém com as suas palavras ou com atitudes que podem ficar marcadas em alguém pelo resto da vida ou ser a gota d'água para essa pessoa desejar morrer ou fugir do mundo em que vive porque ao invés de ajudar você só piorou a vida dela? Passei dias pensando nisso, será que algum dia fui ruim com alguém a ponto de ser o motivo da infelicidade dessa pessoa? Por vezes a gente age sem pensar, machucamos quem não queremos e até fazemos de forma intencional, mas nunca procuramos pensar nas consequências.
Enfim, esse livro é espetacular!
Tem uma narrativa incrível e uma história extremamente envolvente que deveria ser lida por todos os adolescentes.

site: http://parbataibooks.blogspot.com.br/2017/04/resenha-os-13-porques.html
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Lídia 09/05/2017

Como é ler depois da série
Eu fiquei com essa série na cabeça e louca pra ler o livro porque estamos acostumados com o livro sempre sendo melhor que as adaptações, mas ai que veio minha surpresa, depois de uma série tão completa e cheia de detalhes é bem decepcionante ler algo tão fraco e que parece não ter propósito algum.

O bom da história é ver todos os lados, que algumas pessoas realmente não mudam e são cruéis, mas outras não, que todos podem fazer a diferença na vida de alguém e a série passou tudo isso já o livro só foi soltando tudo de uma vez sem dar contexto. Sei que quem leu o livro antes da série gosta muito mais da obra literária e diz que a série perdeu o sentido do livro, mas cada um tem a sua opinião, lendo o livro depois não tem como comparar, parecem duas histórias diferentes.
Silvia Idalgo 17/05/2017minha estante
Concordo plenamente. Livros são quase sempre muito mais ricos! Mas neste caso, a série é muito legal, e traz todo um contexto (de cada personagem, do colégio, dos pais...); já o livro, realmente deixou muito a desejar.





Tati Tavares - @citalivros 08/05/2017

Impulsionada por trailers da Netflix (a série estreia em 31/03), e por opiniões distintas de algumas pessoas de diferentes gostos literários, decide ler esse livro tão comentado, positivamente ou não.

E preciso dizer que faço parte daquele grupo que não conseguiu ser cativado pelo livro, sim, acreditem.

Jay Asher trás uma temática muito importante e com pouca evidência na mídia: o suicídio na adolescência. Mas a narrativa não fluí, arrasta-se por personagens difíceis de conquistarem. O que é uma pena, pois o livro tinha tudo para ser uma boa obra, – pelo infanto juvenil ela é aclamada.

“Você não pode interromper o futuro, nem modificar o passado. O único jeito de descobrir este segredo é apertando o play.”

“Os 13 porquês” é narrado por Clay, um jovem pouco popular e de poucos amigos. Após receber uma caixa com fitas, sem destinatário, começa a ouvi-las. Descobre que são de Hannah Becker, e nela conta os motivos por ter decidido se matar.

Clay era apaixonado pela garota, embora nunca tenha relevado isso a ela, mesmo trabalhando juntos.

Treze pessoas deveriam ouvir o que ela tinha a dizer, e estava guardado a tanto tempo. Assim que cada um terminasse, deveria encaminhá-las a outro “culpado”.



O garoto ouve tudo com muita atenção. Passa seus dias em tremenda aflição e agonia, chegando até a visitar os lugares em que Hannah citava, para melhor reconstrução dos fatos, – ela havia feito um mapa com todos os pontos.

“Me dê uma boa razão…”

É nítido que a garota sofria de uma depressão, baixa autoestima e como consequência, veio o suicídio. Ninguém percebera os sinais, e tudo que ela passava: estava na lista das melhores bundas do colégio; presenciara um estrupo de uma colega sem denunciar o agressor; também ajudara a encobrir um acidente da amiga, o que acabou matando uma pessoa; era assediada constantemente, e etc., fatos estes que contribuíram para que ela fosse frágil de certo ponto, mas em contrapartida, forte por suportar por tudo por muito tempo, calada.

Mesmo sabendo que o autor não escreveu apenas por escrever, pesquisou e baseou-se em uma pessoa próxima, o livro de Asher está longe de ser um repudio à mortes precoces. Embora tenha toda essa primícia, – o que não pode ser ignorado, senti que ele incentiva, mesmo que sem querer, para que pessoas desistam por pouco. Não é que os motivos de Hannah sejam irrelevantes, longe disso, pois sabemos que na adolescência tudo é muito intenso e a flor da pela, e é preciso considerar isso, mas talvez ele atraia a atenção o contrário, não devendo ajudar pessoas, e sim, incentiva-las.

Não é que o livro seja ruim, mas é mal desenvolvido. Não indico para os mais maduros tanto de idade como em leituras, pois podem se sentir como eu: frustrados.

Resenha da página Cita Livros - LEIA MAIS EM: citalivros.com.br

site: http://citalivros.com.br/resenha-os-13-porques/
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Caio 06/05/2017

Série e Livro trazem à luz um tema que constantemente tentam evitar ser discutido a fundo
Só vim a conhecer o material original após ter assistido a série em um dia - que historia envolvente! - me fazendo então buscar o livro.

Devo dizer que a série acerta em muitos pontos em que o livro não explorou e o mesmo digo para o livro onde acertou onde a série extrapolou em querer prolongar o material. Por exemplo, em várias situações, onde Clay confrontava, muitas vezes de forma boba e sem sentido, os jovens que já haviam escutado as fitas.

Gosto da ideia do livro em que Clay escuta em uma unica noite, mas também gosto da adaptação em que ele tem a dificuldade para escutar em uma unica vez e podemos ver os relacionamentos envolvendo toda escola.

A série acerta e erra nesse ponto, pois fazem o mistério em cima do que Clay possa ter vindo a fazer para Hannah até o ultimo e derradeiro momento - "Apenas escute sua fita, Clay" - como se isso fosse colocar ele junto com os outros, o que no caso não tem logica alguma. O complô dos alunos também é falha, de todo modo apreciei todos os episódios pela narrativa fluida.

Voltando para o livro é interessante observar que Clay nunca chegou a conhecer Hannah de verdade, o medo dele nunca permitiu isso, assim como o medo dela de conhecer esse cara "tão legal", como ela mesmo diz.

Tanto o livro como a série trazem à tona o tema que é tido como taboo e é tão bom ver que isso está repercutindo e criando muitas discussões, pois é necessário falar sobre.

Deixo aqui também um texto que fiz após ver a série:

Sobre a polêmica que 13 Reasons Why está gerando.

Está rolando muitas divergências sobre a série "13 reasons why", algumas dizendo sobre a série romantizar o suicídio ou outras classificando os temas como "clichês" como se não acontecessem de fato e que são banais da forma como foram apresentados, acho bom várias tipos de pautas sendo abordados de vários lados e posições diferentes, mas também gostaria de dar minha opinião sobre.

Acho que muitas pessoas que acreditam no que é retratado na série seja muito fictício (ou clichê) é porque não tiveram a experiencia ou estavam do outro lado da moeda e nunca perceberam. Isso talvez assuste né? Mas muitas vezes, assim como é retratado na série, as pessoas que tem mil e um problemas não é capaz de gerar empatia pelo próximo e em muitos graus dentro de outros ambientes acaba sendo o problema de outra pessoa.
Novamente vejo apenas matérias tendenciosas que logo no começo diz que o suicídio foi romantizado. Acredito que muitos de vocês tenham assistido, vemos quão nítido o suicídio não foi embelezado em momento algum, não há um fragmento ou cena que isso é demostrado de qualquer forma para tal indução ou que leve a tal conclusão precipitada.
Fato muito interessante que mencionado em uma das matérias é sobre a busca de culpados e que a série faz isso. Só que, novamente, no equívoco tendencioso em apontar o fator prejudicial da série mal vê que Hannah ao gravar as fitas e fazer todo o plano dela ocasionou em vários males também, levando a outro personagem no fim dá série a também cometer tal ato. As ações dela desde o primeiro episódio também são demonstradas como um grande mal que foi feito.

A cena do último episódio (o ato em si do suicídio) em momento algum é desnecessária. Ela é chocante, forte e dolorosa visualmente e mentalmente. Vemos em cena seguinte os pais encontrando a filha, que é mais uma cena para demonstrar o terror e a dor de todos os envolvidos. Ressalto novamente então, qual o romantismo nisso?

Um outro ponto muito ressaltado na mídia é que as ligações para a CVV aumentou em mais de 400%, porém o publico e outros dotados como especialistas por ai estão dizendo que isso não foi benéfico e sim uma causa negativa do seriado por ter feito as pessoas pensarem sobre isso. Uma coisa que tem que ficar clara é que a busca por ajuda não é porque a série induziu a práticas a isso, muitas vezes tais sentimentos não estão nítidos e aparentes para a própria a pessoa, a série apenas ilumina e clareia ideias que já estavam circulando na cabeça de tais indivíduos que até aquele momento não haviam percebido e se deram conta e foram PROCURAR AJUDA e não praticaram algum ato que está sendo insinuado por ai. A procura por ajuda mostra então algo que a princípio não estava nítido e que a trama dessa série pode finalmente fazer aqueles que estão passando por esses problemas e os familiares, amigos e conhecidos destes passem finalmente a perceber um comportamento diferente, que resulta em uma AJUDA e não em um incentivo.

Temos que saber separar as coisas. As vezes isso é querer fugir de algo que esta pairando nossos olhos no dia a dia, mas fechamos os olhos ou damos as costas.

"Meu filho começou a falar de suicídio, foi por causa da romantização dessa série babaca"
Não! A pessoa apenas não quer acreditar no que a pessoa já estava passando antes e não aceita que isso vem de muitos outros fatores e precisa culpar algo por simplesmente ter feito a pessoa se dar conta dos próprios sentimentos.

Suicídio é e continua sendo um taboo.

Agora entrando sobre a parte da ajuda profissional. Ótimo ponto que foi ressaltado na matéria. Porém a série não desestimula a busca por ajuda mas sim aponta mal profissionais que muitas vezes poderiam ter salvo a vida de alguém. Em cada episodio é ressaltado que a garota precisava de ajuda, gritava por ajuda e ninguém pode ouvir. Eu como estudante de psicologia posso ver como um profissional nesse momento poderia ter feito algo e auxiliado aquela criança. Mesmo o personagem da série sendo "apenas" um orientador, ele falou coisas que não devia, não encaminhou ou reportou para ninguém sobre o ocorrido, em consequência destruiu os últimos vestígios de esperança daquela menina.
Ajuda profissional é fundamental. Todos nós devemos estar alertas para esse assunto e a série faz isso de forma magnifica para nos mostrar como direta ou indiretamente podemos estar fazendo mal a alguém. Ela não está caçando os culpados e sim parando você para refletir nas ações do seu dia a dia e tomar uma postura na qual aja respeito entre nós, para que espalhemos carinho e não crueldade.

Deixar de falar sobre o assunto ou achar que falou demais, ou deixar de ser explorado em mídias não fará o suicídio diminuir. É preciso confrontar e ser falado! Tenhamos mais liberdade para reflexão, diálogos e abertura para que aja acolhimento e a pessoa não precise guardar os sentimentos até o ultimo momento e partir para o ato.

O suicídio é complexo, não se trata de fraqueza, pessoas desistentes ou fracassadas! Ou muito menos referente a pessoas instáveis mentalmente! Isso já pode ter ocorrido bem perto de você que está lendo isso ou até mesmo com você! Não se caracterize pela palavra ou pelos sinônimos que é dado a isso, há muitas coisas envolvidas e está na hora de abrirmos nossos olhos!

Mas, enfim é uma opinião minha, vejo essa série de modo muito positivo para reflexão e prevenção de tantas coisas que podem ser mudadas. Espero que não tentem enxergar coisas negativas que em momento algum foram exploradas lá para disseminação e prática.
Will 06/05/2017minha estante
Muito boa a resenha!




Vanessa.Leitora 06/05/2017

Fui um dos porquês sem saber
Os 13 porquês criou em mim muita reflexão sobre minhas próprias atitudes. Assiti na Netflix e depois vim ler o livro. Gostei muito.
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Deza.Farias 06/05/2017

Só eu fiquei com muita pena do Clay Jensen ?
Gostei bastante da leitura , fluiu muito rápido e olhe que eu estava lendo ebook e não é o meu forte , em alguns pontos eu me sentia perdida e voltava a página relia e tentava entende , mas eu acho que isso acontece bastante quando o livro tem muitos personagem e principalmente quando os nomes são muito difícil né ! Porém em um contexto geral eu gostei dos assuntos abordados e principalmente a forma com o autor apresentou o problema , porque não foi tipo nossa aquele garoto terminou comigo vou me matar , meus pais não ligam para mim , então vou me matar. Não foi assim o autor pegou pequenas coisas corriqueiras e as transformou em porções de neve ( kkkkkkk olha a referência ai gente ) e a personagem principal ( Hannah Baker) foi juntando essas coisas consideradas cotidianas e as transformou em uma enorme bola de neve que atingiu a todos .
Por mim esse livro seria um dos quais eu poria como leitura obrigatória em escolas ( principalmente no ensino fundamental ) para mostra para os adolescentes que as pequenas coisas incomodam , que os boatos nem sempre são verdadeiros , que as consequências podem ser destrosas. Ah também tou assistindo a série na netflix e tou amando ( episódio 4) e até agora a série está bem fiel ao livro e os autores escolhidos para interpreta os personagem é cada um mais gato que o outro.


Christian Navarro ( Tony ) mamãe te ama ?
Zeca 06/05/2017minha estante
A série tem o mesmo nome?


Deza.Farias 06/05/2017minha estante
Não amore o nome da série é " 13 reasons why "


Ramon 06/05/2017minha estante
Parabéns pela resenha. Também acho que é uma leitura obrigatória também.


Deza.Farias 06/05/2017minha estante
Obrigada coração :)




Renata.Decieni 05/05/2017

Sensibilidade é o que falta no mundo
Pesado mas muito bom. O ser humano precisa aprender a ser mais sensível com o outro. Mostra bem como um boato, uma "brincadeira" pode influenciar tão negativamente a vida de uma pessoa a ponto dela desistir de tudo. Nunca é uma fato isolado mas uma sucessão de pequenos acontecimentos que no fim se tornam uma bola de neve. O mais triste que é que recebemos os sinais mas nao estamos atentos ao pedido de socorro do outro. Correria do dia a dia? Pressa? Preocupações? A verdade é que nunca estamos abertos para as pessoas...
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