Duff

Duff Kody Keplinger




Resenhas - Duff


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Jessica A. 11/12/2016

LIVRO > filme
OBS::::: NÃO ASSISTA AO FILME!!! NÃO ASSISTA AO FILME!!! NÃO ASSISTA AO FILME!!!

Se já assistiu ao filme, leia o livro. São duas histórias completamente diferentes uma da outra!

Não se baseia ao filme pra ler esse livro aqui, NÃO! Não tem nada a ver um com o outro, o filme é uma bosta, uma merda, chato e péssimo. Já o livro é divertido, gostoso e muito adorável.

Confesso que estava com medo de não gostar dessa história, pensei que era bem chatinho, por se passar na escola e ter adolescentes mimizentos e idiotas. E como estou numa fase que não tenho paciência pra nada, sempre deixava de lado, só que, até que Gaby me recomendou muito, não pude deixar passar (obrigada, mais uma vez Gaby! :D.) Mas, eis que, me surpreendi. Gostei muito, dos conflitos, dos dramas, das inseguranças, das briguinhas de gato e rato entre os protagonistas e da escrita da autora.

Um ponto mega positivo desse livro que a autora trouxe personagens imperfeitos, eles erravam, mas sempre enxergavam os seus erros e sempre buscavam melhorar para finalmente acertar. Principalmente a Bianca, ela é insegura e errava como toda adolescente, mas ela enxergava seus erros e sempre buscava melhorar para que no futuro não cometesse o mesmo erro de novo.

As melhores amigas dela foram bem divertidas, principalmente a minha xará que ficava sempre perdida no meio das duas (prazer, eu).

Já Wesley... ahhhhh Wesley... esqueça o Wesley do filme e foca no Wesley Safadão (sorry) do livro, eles são duas pessoas complemente diferentes. No filme ele é um babaca egocêntrico, já no livro ele é divertido, fofo, burro (em certos momentos) e carinhoso.

As briguinhas de gato e rato dos dois são divertidas e com aquela tensão sexual extremamente aflorada. Esse casal não conseguia ficar no mesmo ambiente sem se pegar (daquele jeito!).

Apesar do livro sem bem avançado para a idade dos personagens, eu gostei da trama. Achei interessantes os dramas que a autora abordou em relação aos pais de ambos os protagonistas.

Agora se vc pensa em assistir ao filme é por sua conta e risco. Aviso de novo que é uma bosta, completamente mal dirigido, produzido e com um roteiro de merda. Fora que achei os atores péssimos!

Se recomendo?! O livro sim, muuuuuuuuuito! Filme, not!
Nota: 5 (livro) e 0,5 (filme).
Jan 11/12/2016minha estante
Jessica, God help me to ficando maluca.
I was suposto dizer FILME em vez de " livro" no GR.
Me perdoa pela falha tecnica
Ja me desculpei la ;-) xxx


Jessica A. 11/12/2016minha estante
Jan, LOL!!! hahahahahaha
O filme é uma merda.
O livro é ótimo! :D
Leia, tu vai gostar.


Pry Weslley 12/12/2016minha estante
tbm achei o filme uma bosta, gostei mais do livro!!!


Gaby 12/12/2016minha estante
Aeeeee precisamos assistir mais filmes juntas e comentar no telegram kkkkkkkkk
Livro muito bonitinho amo!!!!


Barbara 13/12/2016minha estante
Eu vi o filme, e foi por isso que decidi jogar esse livro pra escanteio. O filme foi muuuito fraco, g-zuis. Mas depois dessa resenha, vou pensar novamente em ler.


14/12/2016minha estante
Eu vi o filme e achei chato,ai li sua resenha e fiquei curiosa pelo livro. Adorei totalmente nada a ve com o filme


Jessica A. 23/12/2016minha estante
Né, Pri?! O filme é péssimo demais! Cruz credo!


Jessica A. 23/12/2016minha estante
Clarooooo Gaby, to querendo assistir o filme que a Lalá recomendou lá no grupo, o "The Spirit of Christmas", bora?! kkkkk
Sim! Amei s2


Jessica A. 23/12/2016minha estante
Bá, leia o livro! É completamente diferente do filme! O filme é vazio e fútil, já o livro é bom e interessante! ;)


Jessica A. 23/12/2016minha estante
Rê, leia cara! É bem legal, o filme é chato e extremamente vazio e tosco :(




Anderson 02/02/2016

DUFF - Designated Ugly Fat Friend
sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, a menina menos atraente do seu grupo de amigas, é aquela garota que se passa despercebida, que menos se destaca no meio a suas amigas, a menos atraente, Bianca Piper não se enquadra em padrões de beleza ou se preocupa com o visual, essa é a DUFF da vez. Em uma festa enquanto suas melhores amigas Jess e Casey estão dançando, Bianca que observa a uma certa distancia é surpreendida pela voz de alguém nada agravável como ela mesma diria, Wesley Rush - o pegador da escola, chega perto dela e inicia uma conversa, e em meio a esse papo ele diz que ser legal com a DUFF o ajudaria a se dar bem com suas amigas. A partir disso Bianca começa a se questionar se realmente ela seria a amiga feira. As vantagens e as desvantagens de ser uma DUFF, o que leva alguém a pensar que é uma e outras dúvidas começam a ocupar os pensamentos de Bianca e só não dominam sua cabeça porque ela tem problemas maiores. O casamento de seus pais não vai bem e no dia em que ela descobre que eles estão se divorciando, decide sair com suas amigas para esquecer.
Enquanto Casey e Jess estão dançando, Bianca encontra Wesley e, num impulso, o beija. Os dois começam uma espécie de encontros rotineiros, mesmo com seus sentimentos confusos. Bianca acha Wesley um galinha, que se aproveita da beleza e do dinheiro para ficar com o maior número de meninas possível, mas, no fundo, está se apaixonando por ele. Wesley é um cara amigável e não perde uma oportunidade de ficar com ela, ainda que continue chamando Bianca de DUFF. Com os encontros rotineiros, ambos descobrem que as aparências enganam e que eles não são como um imagina do outro. Bianca Piper é uma boa aluna, meio irritada mas com diálogos bem diretos, o livro é um romance que descreve toda uma história de amizades, e trata de temas importantes como a quebra do paradigma de que devemos seguir um padrão de beleza, um esteriótipo ou coisa do tipo, com trechos engraçados, o livro se torna um prato cheio pra uma bela distração marcante, a gente simplesmente não consegue parar de ler até que o livro termina e ficamos com aquele gostinho de quero mais.

O livro é merecedor de suas 5 estrelas, rs . DUFF figurou em segundo lugar na lista do New York Times de Young Adult, além de ter estreado nos cinemas brasileiros em 2015. O Filme que também conferir, é bem diferente do livro, claro o livro como sempre, é muito melhor, mas isso é papo pra outro post em breve de Livro Vs FIlme, até mais.


site: geek-reader.blogspot.com.br
Mia Fernandes 12/02/2016minha estante
Eu só conhecia o filme. E amei ele XD

Vou atrás do livro


Anderson 23/02/2016minha estante
Assisti o filme logo após a leitura, e o livro é muito melhor, nem se compara. rsrs


Mah corazza 13/12/2018minha estante
Bem não sei o que dizer sobre esse livro, eu gostei da história mais acredito que fui com expectativas demais e me decepcionei em alguns pontos,principalmente porque assisti o filme primeiro e não foi o que eu esperava, não desmereço o livro, mas essa foi a primeira vez que gostei mais do filme do que da obra original.




Ester.Dalia 13/03/2016

O filme é melhor que o livro
prefiro o filme mil vezes, mais engraçado, mais romântico, melhor história
MILENA 15/03/2016minha estante
Eu pensei que só eu achava isso!


Luna 31/07/2016minha estante
Porque você prefere o filme?


Kellen Fabrícia 16/02/2018minha estante
Primeira vez na vida que o filme ficou melhor que o livro




Fernando Lafaiete 22/04/2017

A maneira imatura e desrespeitosa dos "jovens" de se comportarem.

Eu quando resolvi ler este livro (depois das minhas amigas me indicarem sem parar), eu já sabia que iria encontrar milhões de clichês. E sinceramente? Era exatamente isso que eu queria e que eu estava precisando. Clichês só me incomodam, quando eu os encontro em livros os quais eles não são necessários. Mas em livros juvenis eles são quase que obrigatórios e algo natural (na minha opinião).

DUFF é um livro adolescente com com uma narrativa leve, divertida e fluída. Os personagens são cheios de esteriótipos e tomam atitudes bem imaturas a maioria das vezes. A autora escreve bem e desenvolve o comportamento dos personagens de maneira bem crível e compatível com a idade dos mesmos.

O plot é bem simples e não tem a pretensão de trazer nada de novo. Os elementos narrativos são os mesmos de tantos outros livros desse gênero.

Em DUFF conhecemos Bianca, uma adolescente de 17 anos de idade, que durante uma balada com as amigas é abordada pelo carinha mais popular da escola e que acaba sabendo pelo próprio rapaz, que ele está falando com ela apenas para chamar a atenção de suas amigas ("as gostosas do grupo"), já que ela é a DUFF (designated ugly fat friend = a amiga gorda e feia) do grupo e só serve para fazer com que suas amigas se sintam mais bonitas. Óbvio que ela fica super chateada em ser definida dessa maneira e durante toda o desenrolar do livro, vamos acompanhar todo o dilema da protagonista em relação è sua aparência. E lógico que vamos acompanhar o envolvimento dela com o mesmo rapaz que a definiu pelo termo que dá nome ao livro.

O que eu gostei?

Eu curti muito a escrita da Kody Keplinger; gostei dos personagens, apesar dos apesares, e gostei da maneira que ela conduz a estória... Despretensiosamente e com sutileza, de forma que não me cansava. O livro é divertido e me fez rir em vários momentos. Porém... Algumas coisas me incomodaram bastante.

O que me incomodou?

A protagonista está passando por uma situação familiar complicada e ao invés de procurar a ajuda e o apoio das amigas, ela resolve começar a transar o tempo inteiro com o garoto que a chamou de gorda e feia. O que mais me irritou foi o fato do referido rapaz (Daniel) não se tocar e se referir à ela exatamente o livro inteiro como DUFF. Tem coisas que não precisam ser faladas. Nenhuma mulher (acredito eu) se sentiria feliz sendo definida a toda hora como feia e gorda. Não vejo graça nisso e acho uma puta falta de respeito!

Outra coisa que me irritou, foi a protagonista dizer em um capítulo que aquilo a incomodava e a chateava, enquanto no capítulo seguinte já estava se agarrando com o Daniel sem pensar duas vezes. Auto-estima e amor prórprio zero.

O terceiro fato que me deixou bem irritado, é essa visão machista que as pessoas tem de determinadas situações. O cara que pega todas é o fodão... normalmente o porpular da escola que usa as garotas e as trata feito lixo, mas que é bem visto por todos. Mas se uma garota transa com os caras sem ter a vontade de ter um relacionamento sério... ela logo vira a vadia, a vagabunda que nao merece respeito. Eu odeio essas coisas, e isso acontece muito no livro.

E o último fato que me irritou ainda mais eu sendo o leitor que sou... foi o fato da protagonista achar estranho e resolver expor sua opinião dizendo achar esquisito ver um cara lendo "livros femininos", como o clássico "O morro dos ventos uivantes". Lógico que isso é apenas um ponto de vista da personagem que logo muda de opinião... mas mesmo assim me incomodou. (Coisa idiota pra se incomodar? Talvez... Mas é mais forte do que eu. :/ )

Apesar de eu ter me estendido mais nos fatos que me causaram algum tipo de incômodo durante a leitura, ao invés de expor melhor nas coisas que me agradaram, eu ainda assim reforço que gostei e indico este livro.

Ele realmente entretém e é bem gostosinho... Eu realmente curti e já quero o exemplar físico na minha coleção. Agora irei assistir ao filme que já me disseram que é uma péssima adaptação... Mas mesmo sabendo disso, a minha curiosidade fala mais alto (rsrs).

Leiam e se divirtam! É um livro mega juvenil, mas que ajuda a passar o tempo e é super rápido de ser lido. Entretenimento em forma de livro.
Thay Gomez 22/04/2017minha estante
Gostei muito da sua resenha, Fernando :-) Gosto assim mesmo, que me exponha os fatores negativos de cara para eu estar preparada, rs. Oa momentos bons, gosto que sejam guardados pra serem apreciados com amor no livro S2. Vi o filme, ri bastante. Espero que o livro seja melhor :-)


Dani 22/04/2017minha estante
Ótima resenha!


Fernando Lafaiete 22/04/2017minha estante
Muito obrigado Thay e Dani... Espero que gostem do livro se decidirem lê-lo! :)




Kennia Santos | @LendoDePijamas 21/05/2016

Já que escapar é impossível, porque não abraçar o caos?
Bianca Piper é uma Duff.
Não que a sua aparência seja comparável à um espantalho, mas, tendo em vista a aparência de suas amigas Casey e Jessica - loiras, corpo escultural, populares, desejadas e animadas - Bianca é sim uma Duff.
Mas ela não sabia disso até que Wesley Rush, o pegador da escola, o que mais transa do que respira, vem até ela e simplesmente a diz isso. Em plena festa. A reação de garotas normais? Correr, chorar, bater na pessoa, negar...
Mas Bianca Piper definitivamente não é normal.
Então para calar a boca do idiota, presunçoso, convencido e babaca Wesley Rush, ela faz algo que NUNCA sequer SONHOU fazer na vida:
Ela o beija.
E depois, bate nele.
Grita.
Corre.
Com sua família que até então era um pouco desconcertada, porém ainda existente, começa a desmoronar de forma que Bianca não sabe o que fazer, ela só quer fugir.
Quando sua professora a direciona para fazer uma resenha sobre uma vertente envolvida no livro “A letra escarlate” com ninguém mais, ninguém menos que Wesley BABACA Rush, eles marcam de se reunir na casa dela para fazer o dever.
É então que, quando Bianca acha que às coisas na sua casa não poderiam piorar, pioram, e pioram MUITO. Na hora ela liga avisando Wesley que irá até a casa dele para fazerem o dever. Mas quando ela chega, não consegue prestar atenção e nem focar em nada que não envolva aquele envelope pardo em cima da mesa de sua casa. Quando, por segundos, ela volta a realidade e vê aqueles braços musculosos, o sorrisinho cínico e os cabelos sedosos do garoto que se encontra à sua frente, ela encontra a sua rota de fuga. E, literalmente, SE JOGA nela.
A partir daí, Wesley e Bianca começam a ter relações escondidas de todos, dos pais, das melhores amigas... Na escola brigam igual gato e rato, mas depois do período letivo, não é bem isso que ocorre.
Estaria Bianca se contradizendo, certo? Afinal, ela é uma DUFF. E Duff’s não ficam por ficar, ainda mais com o cara mais galinha do colégio. Mas como diria a própria Bianca, todos precisamos de uma noite de cinismo uma vez na vida. (Vale ressaltar que no caso dela, foi bem mais que uma noite)

PRIMEIRO DE TUDO: O filme pode ser engraçado e fofo, mas o livro é INCRIVELMENTE MELHOR!
A escrita de Kody Keplinger é fantástica, leve e engraçada. História bem montada, personagens secundários desenvolvidos perfeitamente e uma narrativa cativante. Criou uma personagem LOUCA DE PEDRA, divertidíssima, com umas teorias pra lá de peculiares. A mente de Bianca funciona a mil por hora, criando hipóteses e questionamentos que qualquer adolescente tem. A história é incrível, em um ambiente totalmente convertido à temática, com profundidade suficiente que te faça sofrer e se emocionar com Piper.
Porque, não importa o quanto você se arrume, ou se esquive, ou se esconda...
Todos nós já fomos ou somos Duff.
Jeizy 23/05/2016minha estante
Pelo jeito é bem diferente do filme...


Kennia Santos | @LendoDePijamas 24/05/2016minha estante
MUITO, TOTAL E COMPLETAMENTE DIFERENTE




Lu 22/08/2017

Em "Duff", vamos conhecer Bianca, uma garota tímida e sarcástica que não suporta baladas e não tem uma vida emocionante. Sua mãe viaja o mundo dando palestras motivacionais e seu pai está sempre se esforçando no trabalho. A vida de Bianca começa a mudar quando ela descobre ser uma DUFF - Designated (designada/denominada), Ugly (feia), Fat (gorda) e Friend (amiga), ou seja, aquela amiga denominada a mais feia e gordinha do grupo. Essas palavras não saem mais da cabeça de Bianca e para piorar, ela está passando por alguns maus momentos em sua vida pessoal com a separação dos pais e o beijo que deu em Wesley, o garoto mais chato, irritante, babaca, galinha e riquinho que provoca ataques de ódio em Bianca.

Depois de todo o sucesso e divulgações espalhadas pela blogosfera, achei que era a minha vez de conferir o que era tão especial assim nesse livro e, me desculpe os amantes desse livro, mas para adiantar toda a história, "Duff" não é nada mais do que o famoso 'mais do mesmo'.

"Às vezes, a ignorância é uma bênção."

Li o livro em Janeiro e não me lembro de muitas partes dele, apenas de que não simpatizei em nada com Bianca. OK que todas nós somos um pouquinho Duff, porque sempre existirá aquela amiga mais bonita e mais charmosa que você, mas Bianca é um personagem bem irritante e chatinho que se enrola sozinha nos próprios problemas, tornando-os ainda mais difíceis do que já aparentavam ser.

Um dos poucos pontos positivos em "Duff" é o fato de tratar do Bullying quase o tempo todo e de várias formas. A autora soube colocar o tema em diversas partes do livro sem deixar que o assunto ficasse chato ou repetitivo. Kody também trata, com delicadeza, assuntos sérios como violência, alcoolismo, machismo e a diminuição da mulher e de seu corpo por não ser um ideal de beleza.

A escrita de Kody é bem gostosa, fácil de acompanhar e eu amo livros jovem adulto, mas "Duff" foi aquela exceção dentro da exceção, dentro da exceção. A sinopse já nos conta a maior parte da história e você só abre o livro para ter um pouco mais de detalhes do que já sabe desde o começo.

"Para uma garota com uma bunda tão grande, eu me sentia completamente invisível."

Não espere reviravoltas chocantes ou atrativas durante a leitura de "Duff", não é nesse livro que você as encontrará. No fim, tenho a impressão de que a maioria das resenhas está tentando agradar mais a editora do que realmente falar do livro ou sua história, por vezes, entediante.

(resenha postada originalmente em 27/03/2017)

site: http://lumartinho.blogspot.com.br/2017/03/duff-kody-keplinger.html
Aline 10/10/2017minha estante
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Larill || @vitlitbooks 29/03/2018minha estante
Achei que era a única que tinha terminado esse livro achando a Bianca chatinha




Michele Bowkunowicz 29/01/2016

Divertidíssimo!
Bianca Piper é muito inteligente, com personalidade, sarcástica, engraçada e que preza mais a inteligência do que a aparência. Ela é uma adolescente normal de 17 anos que está atravessando os problemas da vida real e não é realmente a mais bela dentre suas melhores amigas Casey e Jessica.

A história começa com Bianca em um bar sentada bebendo sua coca-cola, enquanto suas melhores amigas dançam e ela está apenas entediada. Bianca considera todo tipo de festa ou diversão normal de adolescentes uma perda de tempo. Aí aparece seu colega de escola, Wesley Rush, um mulherengo, lindo, arrogante, vaidoso e por vezes um idiota, mas chama-lo de mulherengo seria um eufemismo, pois ele dorme com qualquer uma. Wesley diz que ela é uma Duff, sigla que significa a menina mais feia e gorda de um grupo de amigas bonitas e ele só está falando com ela para tentar chegar mais perto de suas amigas bonitas para conseguir um encontro com elas. Bianca se sente tão ofendida que joga sua coca-cola nele.

Leia o restante da resenha no blog Lost Girly Girl

site: http://www.lostgirlygirl.com/2016/01/resenha-783-duff-kody-keplinger.html
Andressa 31/01/2016minha estante
É BASEADO NO FILME ?


Thay 04/02/2016minha estante
andressa, o filme é baseado no livro.
Perdi a conta de quantas vezes já li e reli esse livro, uma leitura tao gostosa. Fico feliz de finalmente ter sido publicado aqui no Brasil, graças ao filme é claro que também ficou bem legal.




Daia @contandocapitulos 07/04/2017

Livro Incrível!
Mais uma leitura concluída e o que ficou ao final foi uma dúvida imensa sobre qual a relação existente entre o livro e o filme.


Quando adicionei Duff aos desejados, me falaram que o livro era incrível e o filme uma merda. Isso me deixou curiosa, pois eu tinha amado o filme. Achei uma comédia super atual e divertida. Aí está o grande problema: Transformaram um livro incrível em uma adaptação fútil e boba.


O livro é uma contradição absoluta ao filme, enquanto na adaptação o drama de Bianca era o apelido "DUFF", No livro ela tem problemas sérios em família, que são os responsáveis que a levaram para próximo de Wesley.

No filme Bianca parece muito mais insegura e Wesley muito mais babaca.


Já vi muitas reclamações sobre adaptações de livros para o cinema. Partes cruciais que não foram abordadas, mudanças nos personagens e afins, Mas isso nunca me incomodou, por se tratar de adaptações nunca esperei que fossem exatamente iguais. O que me deixou incomodada foi que o filme não tem nada a ver com o livro, a única coisa igual é o nome dos personagens.


Me apaixonei pela leitura. Geralmente os YA tem uma pegada meio bobinha, sonsa e infantil. DUFF é o contrário de tudo isso. Uma narrativa atual, sensual e divertida que trata de dramas que acontecem com muitas pessoas todos os dias.


Amo o filme, acho uma comédia super legal. Amei o livro, foi o melhor YA que já li. Mas fazendo uma comparação entre os dois, não posso deixar de admitir: O livro é incrível e o filme é uma porcaria.

site: https://www.instagram.com/p/BShcO6ejwv9/?taken-by=tchelivros
Amanda Campelo | @booksdaamanda 07/04/2017minha estante
Concordo!!




Tainá Rodrigues 11/11/2016

Se você assistiu o filme, a frase "Eu sou uma Duff" deve ser bastante familiar. A verdade é que me descobri uma Duff. Não uma, mas duas vezes. A Duff dos filmes e a Duff dos livros, que, por sinal, são completamente diferentes. De qualquer forma, apenas estou me perguntando até agora porque esse livro precisa acabar...

Sabe quando você faz 20 anos e pensa que todos aqueles seus problemas aos 17 são um bando de baboseira? Pois é, Duff te faz olhar por um ponto de vista completamente diferente. Te faz ver como relacionamento, amizades, notas e bullying podem ser problemas muitos mais sérios e destrutivos do que nossas cabeças cheias de contas a pagar conseguem imaginar. E que precisam (!) ser levados a sério. Claro, tudo isso com bastante humor, um pitada de romance e vários personagens cativantes, mas ao mesmo tempo, cheios de dilemas de personalidade. Do jeito que a vida realmente é. Do jeito que eu e você somos.

Li cinco capítulos e confirmei minha identificação. Bianca Piper sou eu aos 17 anos. Bianca Piper sou eu aos 21. O que me deu nó em questionamentos sobre como alguém consegue ser tão madura e ao mesmo tempo tão infantil? E aí lembrei que, apesar de em contextos diferentes, eu era exatamente assim aos 17 anos. Eu sou exatamente assim aos 21. Cheguei para umas amigas no WhatsApp e falei "Eu sou Bianca Piper", e logo em seguida chegamos à conclusão: Somos todas Bianca Piper. Empoderadas, colocando os outros em primeiro lugar e tentando aceitar as nossas falhas. Dá até para subir uma hashtag nos TT's!

Tudo bem, isso pode ser meio confuso. Então, vou tentar resumir em uma palavra, a mesma que já se repetiu zilhões de vezes nesse texto: Ser. Duff é sobre ser. Ser você mesma, descobrir-se, aceitar-se e compreender que o seu ser vive em constante transformação, mesmo que você prefira a estagnação. Poderíamos estar falando de um livro juvenil, mas eu tenho certeza que estamos falando de um livro com questões que remeterão a todos nós até nossos últimos suspiros. Afinal, quem, exatamente, somos nós? Bianca Piper não sabia. Eu não sei. E você?

site: https://www.instagram.com/cafedecabeceira/
Aline Santos 05/06/2017minha estante
Estou lendo esse livro no momento. Que coincidência encontrar uma resenha sua por aqui rsrs Já estou gostando bastante apesar de ser de um gênero YA que não curto muito mas também me identifiquei com a Bianca. Espero que o final também seja bom :D




Fernanda.Granzotto 14/10/2018

Eu vi o filme e gostei muito, então decidi ler o livro.
Agora imagine minha surpresa quando descobri que o filme e o livro não têm nada a ver um com o outro.
Eu não posso dizer se eu gostei do livro mais do que o filme, porque como eu disse os dois são completamente diferentes. Então eu vou dizer que eu gostei dos dois de forma diferente, porque eles tinham histórias completamente diferentes.
No final, recomendo tanto o livro quanto o filme.
Adelane 07/01/2019minha estante
Eu também assisti ao filme primeiro. E confesso que prefiro o livro. Mais bem construído e mais emocionante. Adorei!




Laura 10/03/2016

Divertido e ao mesmo tempo significativo
Duff tinha tudo pra ser mais um daqueles romances de garota que se apaixona por bad boy e um arco dramático já bem definido de idas e vindas. Entretanto, Duff consegue se superar nesse sentido, pois trata de forma leve problemas que todo mundo passa de vez em quando, com os pais, com a própria aceitação e com os relacionamentos de amizade e amorosos. O livro é divertidíssimo e facilmente devorável; os personagens, todos, cumprem sua função e são bem escritos, de forma que você conhece de fato o personagem, não pensando que ele pode ser facilmente substituído por outra pessoa. Enfim, apaixonada por esse livro, logo sou suspeita pra falar. Wesley e Bianca absolutamente impecáveis, espero que eles se divirtam bastante ainda.
Joice (Jojo) 10/03/2016minha estante
Que bom que gostou!




Amante do saber 07/08/2019

Se enganou pinguço se achou que era um livro sobre bebida!
Brincadeiras a parte

O livro nao é sobre bebida é muito mais profundo que isso,aborda temas sobre Bullying,como lidar com criticas e burocráticas e a importância da amizade na vida de cada um.

Duff,no sentido menos literal da palavra é designat ungly fat friend,em portugues a amiga gorda e feia.

Qualquer adolescente que espera ser aceito peloas pessoas ficaria totalmente arrasado da mesma forma que Bianca Pipet se fosse rotulado como Duff e com toda razao ainda mais quando vem de uma pessoa que te tira do sério,como o Wesley Rush.

Normalmente,Bianca ignorava Wesley,o garoto gato que todas desejavam beijar,que não era nada gentil e o galinha da escola.Ele sempre a importunava,mas Bianca era indiferente a seus encantos,ou pensava que era.

Na perspectiva de Bianca as poucas divergencias percebidas entre ela e as melhores amigas maravilhosas,Jessica e Casey era pelo fato dela preferir ficar em casa ao invés de acompanha las ao Nest,clube noturno de festa,onde passava a maior parte do tempo,se nao o tempo todo,sentada bebendo cocas light e conversando com seu amigo Joe,o bartender.Além das suas peculiaridades como TOC,um pai amoroso ex alcoólatra e uma mãe que está meses longe de casa fazendo turnes no exterior.

Até que chegou Wesley com sua insensibilidade agucada e mostrou a Bianca que ela tem muito mais incomum com as amigas que imaginava,comecar pelo esteriotipo e pelo fato de ser a amiga feia usada para favorecer ainda mais a beleza das outras.
Frustrada e com raiva,é claro,Bianca um ser sensato como é (jamais) meteu logo um beijo no cara que atribuiu o rotulo de Duff para ela,Wesley,obviamente,que adora uma paquera nao pode resistir e retribui o beijo.

Surge então um casal nada tradicional que se amam e odeiam ao mesmo tempo,que descobrem no prazer,nos beijos e sexo casual a forma de descarregar suas frustacoes reprimidas.Acaba fugindo do controle e se transformando em um ciclo vicioso de culpa e prazer.

O mais impressionante do livro é que cada drama é tratado em uma esfera diferente,dinamica e muitas vezes com humor,deboche e sarcasmo.

Aa liçoes que a historia expõe é um grito para a maioria de nós que se sente uma Duff e preocupa demasiadamente com opnioes alheias.A melhor forma de lidar com isso é ligar o fod@-se* e sentir se confortavel,se amando porque no final nao vale a pena ser objeto de uso para quem quer apenas magoar ou descarrega suas frustações.
Amante do saber 07/08/2019minha estante
Autocríticas,nao burocraticas rsrs




LidiRSantos 08/12/2016

Bianca e Wesley
Iniciei o livro crendo que se tratava apenas de mais um livro onde um casal que não tem nada a ver se apaixonam e passam a viver suas aventuras e desventuras amorosas. Mas sem aprofundar Kody retrata diversos temas incluído a fuga da realidade, os medos e vícios que nos fazem fugir do novo. A questão da sexualidade e as consequências e falada de uma forma bem natural e sua consequências. Mostra como às vezes nos rendemos aos títulos e definições que muitas pessoas, que nem nos conhecem e não sabem o que vivemos, tenta nos costurar. Como ainda vivemos num Mundo onde precisamos nos sentir especiais e únicos mas ao mesmo tempo a sociedade tenta nos colocar num molde onde tudo e todos devem se encaixar. A forma que a historia é contada me pareceu uma novela que realmente queremos acompanhar e saber as fofocas rsrs. Gostei bastante de Bianca e Wesley.
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Carol Santos 03/05/2016

A D O R E I
Duff conta a história da Bianca Piper, uma garota que tem duas amigas lindas em sua visão. Esperta e segura daquilo que acha , vê sua segurança e seu mundo desmoronar quando lhe acontece várias coisas no núcleo familiar e na sua vida. Para piorar Wesley Rush, o cara popular da escola, lhe apelida de Duff dentre suas amigas. Na certa isso gera confusão.

Eu me surpreendi muito. Já tenho ideia por ter visto o filme e me lembrar dele, mas não esperava que a diferença fosse enorme. O filme se utilizou unicamente dos termos e só. O que vem ser tratado no livro é bem mais amplo. Aqui vamos ler sobre bullying, problemas familiares, alcoolismo, amizades e amor. Bianca, ao tentar fugir de seus problemas, se vê presa fisicamente com o Wesley. E os dois juntos, tentam superar seus problemas pessoais. Com humor, sagacidade, o cotidiano da vida dos jovens, Kody fez o livro certo para agradar essa faixa etária.

" Depois de pensar nisso por um tempo decidi que havia muitas vantagens em ser uma Duff. Benefício 1: não é preciso se preocupar com cabelo ou maquiagem. Benefício 2: não há pressão para ser descolada - não é para você que estão olhando. Benefício 3: sem problemas com garotos. " pág. 74

Falar da personalidade da nossa protagonista é ver o quanto ela foi bem construída. Em nenhum momento Pipper muda suas convicções, apesar de sua insegurança em alguns momentos aparecer. E Rush, mesmo sendo o típico canalha e pegador de todas, tem seus méritos no seu caráter. Uma das partes mais legais foi quando a interação dos dois deixou por um momento de ser carnal para ser de cumplicidade. Aqui ambos os sentimentos evoluíram e lhe foram forçado a ter coragem para enfrentar seus problemas. Aliás a autora trata a relação sexual de uma forma honesta e limpa.

Também é tratado aquela certa dúvida e indecisão que sempre está presente na garotada. Vemos em uma pequena parte um triângulo amoroso, mas que retrata aquilo que falei em cima, a dúvida e indecisão da nossa personagem.

" Wesley Rush não tenta conquistar garotas, mas eu estou tentando conquistar você. " pág. 281

É um típico tema de adolescente? Sim! Porém ele tem muita coisa a nos acrescentar. São temas bem atuais os abordados e vale a pena a leitura. Tem um tempinho que não lia um livro que na superfície parece tratar de um assunto ameno e bobo, entretanto tem bastante coisa para pensar. Recomendo! Sua diagramação é bem encaixada, parece que é grande, mas em uma sentada você lê, divertido, com o humor sarcástico típico da faixa etária, tem tudo para ser um grande sucesso. O ponto de vista é da Pipper, em 1° pessoa.

" Chamar Vikki de vadia ou vagabundo era o mesmo que chamar alguém de Duff. Era uma coisa ofensiva de dizer e magoava profundamente. Era um desses rótulos que se alimentavam dos medos secretos que todas as meninas têm de tempos em tempos. Vadia, puta, puritana, cabeça de vento. Era tudo a mesma coisa. Toda garota já foi definida por esses adjetivos sexista em alguma etapa da vida. " pág.296

site: http://diariasleituras.blogspot.com.br/2016/05/resenha-duff.html
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