Duff

Duff Kody Keplinger




Resenhas - Duff


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Anderson 02/02/2016

DUFF - Designated Ugly Fat Friend
sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, a menina menos atraente do seu grupo de amigas, é aquela garota que se passa despercebida, que menos se destaca no meio a suas amigas, a menos atraente, Bianca Piper não se enquadra em padrões de beleza ou se preocupa com o visual, essa é a DUFF da vez. Em uma festa enquanto suas melhores amigas Jess e Casey estão dançando, Bianca que observa a uma certa distancia é surpreendida pela voz de alguém nada agravável como ela mesma diria, Wesley Rush - o pegador da escola, chega perto dela e inicia uma conversa, e em meio a esse papo ele diz que ser legal com a DUFF o ajudaria a se dar bem com suas amigas. A partir disso Bianca começa a se questionar se realmente ela seria a amiga feira. As vantagens e as desvantagens de ser uma DUFF, o que leva alguém a pensar que é uma e outras dúvidas começam a ocupar os pensamentos de Bianca e só não dominam sua cabeça porque ela tem problemas maiores. O casamento de seus pais não vai bem e no dia em que ela descobre que eles estão se divorciando, decide sair com suas amigas para esquecer.
Enquanto Casey e Jess estão dançando, Bianca encontra Wesley e, num impulso, o beija. Os dois começam uma espécie de encontros rotineiros, mesmo com seus sentimentos confusos. Bianca acha Wesley um galinha, que se aproveita da beleza e do dinheiro para ficar com o maior número de meninas possível, mas, no fundo, está se apaixonando por ele. Wesley é um cara amigável e não perde uma oportunidade de ficar com ela, ainda que continue chamando Bianca de DUFF. Com os encontros rotineiros, ambos descobrem que as aparências enganam e que eles não são como um imagina do outro. Bianca Piper é uma boa aluna, meio irritada mas com diálogos bem diretos, o livro é um romance que descreve toda uma história de amizades, e trata de temas importantes como a quebra do paradigma de que devemos seguir um padrão de beleza, um esteriótipo ou coisa do tipo, com trechos engraçados, o livro se torna um prato cheio pra uma bela distração marcante, a gente simplesmente não consegue parar de ler até que o livro termina e ficamos com aquele gostinho de quero mais.

O livro é merecedor de suas 5 estrelas, rs . DUFF figurou em segundo lugar na lista do New York Times de Young Adult, além de ter estreado nos cinemas brasileiros em 2015. O Filme que também conferir, é bem diferente do livro, claro o livro como sempre, é muito melhor, mas isso é papo pra outro post em breve de Livro Vs FIlme, até mais.


site: geek-reader.blogspot.com.br
Mia Fernandes 12/02/2016minha estante
Eu só conhecia o filme. E amei ele XD

Vou atrás do livro


Anderson 23/02/2016minha estante
Assisti o filme logo após a leitura, e o livro é muito melhor, nem se compara. rsrs


Mah corazza 13/12/2018minha estante
Bem não sei o que dizer sobre esse livro, eu gostei da história mais acredito que fui com expectativas demais e me decepcionei em alguns pontos,principalmente porque assisti o filme primeiro e não foi o que eu esperava, não desmereço o livro, mas essa foi a primeira vez que gostei mais do filme do que da obra original.




Tamirez | @resenhandosonhos 05/02/2016

Duff, Designated Ugly Fat Friend
Duff, Designated Ugly Fat Friend é da autora Kody Keplinger e é lançamento de 2016 da Globo Alt. O livro foi originalmente publicado em 2010 e ganhou um filme no ano passado. Porém, a adaptação é bastante diferente do livro, inclusive distorcendo alguns valores e, é importante a leitura para identificar as diferenças.

SOBRE O LIVRO
Bianca Piper tem 17 anos e sabe bem quem é e não tem a intenção de mudar. Ela acredita em uma forma diferente de amor, que é impossível da efervescência da adolescência. Pra ela é preciso tempo para se amar alguém e portanto, ela passa longe de relacionamentos, já que nos seus 14 anos teve seu coração quebrado. O único garoto por quem Piper mantém uma quedinha é Toby, porém ele parece não saber que ela existe e ela se contenta em observá-lo.

Ela está no último ano do ensino médio e tem duas amigas inseparáveis, Casey e Jessica, que ela considera muito bonitas e que adoram uma festa. E, é numa noite dessas em um clube que elas gostam de arrastar Bianca, que Wesley Rush, o cara que Bianca mais detesta da escola, se aproxima e a chama de Duff.

Na lógica de Wesley todo grupo de meninas tem uma Duff, aquela que é a mais feia ou a mais gorda entre elas e, no círculo de Bianca, ela é essa pessoa. Apesar de não deixar transparecer para o garoto, que é o popular da escola e aquele que pega todas as meninas sem dó, Bianca banca a bem resolvida e sai sem dar “bola” para o que Rush falou. Porém, ela começa a pensar sobre isso, e por mais que saiba bem o que quer e quem é, o rótulo acaba mexendo um pouco com ela.

Mesmo assim ela mantém a mesma postura e não muda seu jeito de se vestir ou se portar, mas também não conta para suas amigas do acontecido. Na próxima vez que Wesley se aproxima dela, na mesma festa alguns dias depois, e tenta provocá-la, Bianca faz algo inesperado e beija o rapaz. Mais inesperado ainda, ao invés de afastar a Duff, o garoto corresponde.

Com isso, os problemas da garota só aumentam. Porque ele não a rejeitou? Como contar para as amigas da denominação e sobre o que aconteceu? E, em cima de tudo isso, ela ainda precisa lidar com a tempestade que está acontecendo em sua casa, quando a separação dos pais é iminente e isso pode fazer com que seu pai, alcoólico em recuperação, retome o vício.

MINHA OPINIÃO
Esse é um livro sobre bullying e pra muita gente isso pode ser um buzz kill. Eu me interessava muito por livros com a temática, até pegar algumas coisas bem ruins pra ler, que tinham cara de “só escrevi sobre isso porque estava na moda e não entendo nada sobre o assunto”. Portanto, andava evitando. Porém, Duff não é um livro comum sobre bullying, ele é um livro como todo o livro com esse tema deveria ser. Não é preciso que nenhuma tragédia ou grande acontecimento se crie para que o tema seja trabalhado, como em grande parte das obras. Notamos a sua presença da questão a todo momento e sabemos que precisamos combatê-lo, sem que algo trágico aconteça.

Acho que isso posiciona o assunto mais dentro da nossa realidade e dá lucidez ao assunto. Porque sempre precisamos de algo extremo e ruim para abrirmos nossos olhos para o que esteve sempre ali? Porque não podemos simplesmente mudarmos e sermos melhores, sem que uma tragédia preceda esse acontecimento? E isso não é somente sobre bullying, é sobre uma série de outros temas e situação, que são ignorados no dia a dia por não terem o “destaque” do momento.

Nesse aspecto, acho que a autora foi muito feliz em escrever Duff com naturalidade. Outra coisa muito interessante é que temos uma protagonista feminista que não está disposta a mudar para agradar a sociedade ou os garotos. Ela sabe quem ela é, e mesmo que as vezes fraquege frente a um insulto, quem de nós também não pensa sobre isso as vezes? Ela é aberta sobre relacionamento e sobre sexo também. Se ela está com vontade, ela vai lá e faz.

Um dos pontos mais legais que achei sobre o livro foi o fato de ela entrar em conflito sobre a forma como denomina as garotas que são diferentes dela. O que é uma vadia? Quem determina isso? Porque eu chamo alguém de vadia com naturalidade e recrimino ser chamada de Duff? Não é a mesma coisa? Ela chamar uma menina de vadia é igual a o Wesley chamar ela de Duff e ela vai debater sobre isso e, através de sua problematização, educar o leitor também.

Eu confesso que as vezes fiquei bastante irritada com a Bianca e com as posturas que ela tinha, mas acreditei muito na personagem e em sua caracterização, ela é bastante ácida e isso é super bacana. Acho que existem muitas Biancas por ai e que todos nós já tivemos uma experiência como Duff. Em algum momento todos nós já nos sentimos o patinho feio ou já apontamos um, mesmo que a pessoa em si não fosse realmente feia ou gorda, mas era a menos convencionalmente adequada aos olhos da sociedade.

Bullying, convenções de beleza e pré conceitos são temas que estão sempre em pauta e que devem ser debatidos, mas de forma constante e justa, com bom conteúdo. Para um jovem, um livro com uma boa mensagem vale muito mais do que um texto de algum estudioso ou a palestra educacional na escola. Portanto, acho que a literatura também tem um grande papel, se usada de forma correta.

Acho que essa é uma ótima indicação de livro se você quer ler algo que traga esses temas e que as páginas voam na mão. A leitura é muito rápida e fluída e a edição da Globo Alt está um amor.

site: http://resenhandosonhos.com/duff-kody-keplinger/
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Ester.Dalia 13/03/2016

O filme é melhor que o livro
prefiro o filme mil vezes, mais engraçado, mais romântico, melhor história
MILENA 15/03/2016minha estante
Eu pensei que só eu achava isso!


Luna 31/07/2016minha estante
Porque você prefere o filme?


Kellen Fabrícia 16/02/2018minha estante
Primeira vez na vida que o filme ficou melhor que o livro




Lu 22/08/2017

Em "Duff", vamos conhecer Bianca, uma garota tímida e sarcástica que não suporta baladas e não tem uma vida emocionante. Sua mãe viaja o mundo dando palestras motivacionais e seu pai está sempre se esforçando no trabalho. A vida de Bianca começa a mudar quando ela descobre ser uma DUFF - Designated (designada/denominada), Ugly (feia), Fat (gorda) e Friend (amiga), ou seja, aquela amiga denominada a mais feia e gordinha do grupo. Essas palavras não saem mais da cabeça de Bianca e para piorar, ela está passando por alguns maus momentos em sua vida pessoal com a separação dos pais e o beijo que deu em Wesley, o garoto mais chato, irritante, babaca, galinha e riquinho que provoca ataques de ódio em Bianca.

Depois de todo o sucesso e divulgações espalhadas pela blogosfera, achei que era a minha vez de conferir o que era tão especial assim nesse livro e, me desculpe os amantes desse livro, mas para adiantar toda a história, "Duff" não é nada mais do que o famoso 'mais do mesmo'.

"Às vezes, a ignorância é uma bênção."

Li o livro em Janeiro e não me lembro de muitas partes dele, apenas de que não simpatizei em nada com Bianca. OK que todas nós somos um pouquinho Duff, porque sempre existirá aquela amiga mais bonita e mais charmosa que você, mas Bianca é um personagem bem irritante e chatinho que se enrola sozinha nos próprios problemas, tornando-os ainda mais difíceis do que já aparentavam ser.

Um dos poucos pontos positivos em "Duff" é o fato de tratar do Bullying quase o tempo todo e de várias formas. A autora soube colocar o tema em diversas partes do livro sem deixar que o assunto ficasse chato ou repetitivo. Kody também trata, com delicadeza, assuntos sérios como violência, alcoolismo, machismo e a diminuição da mulher e de seu corpo por não ser um ideal de beleza.

A escrita de Kody é bem gostosa, fácil de acompanhar e eu amo livros jovem adulto, mas "Duff" foi aquela exceção dentro da exceção, dentro da exceção. A sinopse já nos conta a maior parte da história e você só abre o livro para ter um pouco mais de detalhes do que já sabe desde o começo.

"Para uma garota com uma bunda tão grande, eu me sentia completamente invisível."

Não espere reviravoltas chocantes ou atrativas durante a leitura de "Duff", não é nesse livro que você as encontrará. No fim, tenho a impressão de que a maioria das resenhas está tentando agradar mais a editora do que realmente falar do livro ou sua história, por vezes, entediante.

(resenha postada originalmente em 27/03/2017)

site: http://lumartinho.blogspot.com.br/2017/03/duff-kody-keplinger.html
Aline 10/10/2017minha estante
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Larill || @vitlitbooks 29/03/2018minha estante
Achei que era a única que tinha terminado esse livro achando a Bianca chatinha




De Olivato - @olivatobooks 17/04/2016

Acontecimentos simples e leitura fácil.
Quando eu peguei Duff para ler, não esperava tanto do livro, essa é uma das coisas que tenho que confessar, eu já imaginava que não seria o livro 5 estrelas que me faria suspirar ou que me faria pensar na vida, bom, eu estava errado, não pela nota, ele não é um livro 5 estrelas, mas ele me fez pensar e livros que tem algo a acrescentar na nossa vida são os melhores.
Me identifiquei com a Bianca em alguns acontecimentos da vida dela, eu no começo não simpatizava muito com a moça, suspirava com algumas atitudes infantis dela, mas ela foi me conquistando no decorrer do livro.
O engraçado nesse livro, é que a principal não é feia, ela só não se acha a menina mais bonita do seu grupo de amigas e se deixa atingir pelos comentários de Wesley. Enfim, gostei que a escritora introduziu alguns dramas externos pra não parecer que a personagem era fútil e só se importava por não ser a mais bonita.

As pessoas que se referem a você com nomes idiotas só estão tentando se sentir melhor. Elas também estão confusas. Você não está sozinha.

Tem uma música da Taylor Swift que me lembrou muito o que aconteceu em Duff, a música se chama Welcome To New York.

Como qualquer grande amor, deixa você pensando
Como qualquer amor de verdade, está sempre em mudança
Como qualquer amor verdadeiro, ele te leva a loucura
Mas você sabe que não mudaria nada

No Skoob, eu dei 3 estrelas, eu recomendo esse livro pra quem gosta de clichês como eu um bom clichê é uma das melhores coisas do mundo e para quem quiser se recuperar de uma ressaca literária (no meu caso, a ressaca foi culpa da Cassie com Dama da Meia-Noite), Duff é um livro fácil de ler e com acontecimentos simples. Quero muito ver o filme para saber como foi a adaptação.

[Trecho com spoiler]
Desde o momento em que eu li a sinopse, soube que ela acabaria ficando com o Wesley, não que o livro seja previsível desse jeito, mas fala sério, é o tipo de história que eu amo, a garota se apaixona pelo cara que ela odeia e geralmente ele é um babaca que pega todas as pessoas que ele quiser e no decorrer do livro ele te conquista enquanto conquista ela e você começa a torcer pra eles ficarem juntos, mas ela percebe que está se apaixonando e se afasta, ai ele decide que pode mudar por ela e eles acabam felizes acabei de resumir muitos livros.
[É isso]

site: https://www.instagram.com/p/BETuE0BRMty/?taken-by=de_olivato
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Jessica A. 11/12/2016

LIVRO > filme
OBS::::: NÃO ASSISTA AO FILME!!! NÃO ASSISTA AO FILME!!! NÃO ASSISTA AO FILME!!!

Se já assistiu ao filme, leia o livro. São duas histórias completamente diferentes uma da outra!

Não se baseia ao filme pra ler esse livro aqui, NÃO! Não tem nada a ver um com o outro, o filme é uma bosta, uma merda, chato e péssimo. Já o livro é divertido, gostoso e muito adorável.

Confesso que estava com medo de não gostar dessa história, pensei que era bem chatinho, por se passar na escola e ter adolescentes mimizentos e idiotas. E como estou numa fase que não tenho paciência pra nada, sempre deixava de lado, só que, até que Gaby me recomendou muito, não pude deixar passar (obrigada, mais uma vez Gaby! :D.) Mas, eis que, me surpreendi. Gostei muito, dos conflitos, dos dramas, das inseguranças, das briguinhas de gato e rato entre os protagonistas e da escrita da autora.

Um ponto mega positivo desse livro que a autora trouxe personagens imperfeitos, eles erravam, mas sempre enxergavam os seus erros e sempre buscavam melhorar para finalmente acertar. Principalmente a Bianca, ela é insegura e errava como toda adolescente, mas ela enxergava seus erros e sempre buscava melhorar para que no futuro não cometesse o mesmo erro de novo.

As melhores amigas dela foram bem divertidas, principalmente a minha xará que ficava sempre perdida no meio das duas (prazer, eu).

Já Wesley... ahhhhh Wesley... esqueça o Wesley do filme e foca no Wesley Safadão (sorry) do livro, eles são duas pessoas complemente diferentes. No filme ele é um babaca egocêntrico, já no livro ele é divertido, fofo, burro (em certos momentos) e carinhoso.

As briguinhas de gato e rato dos dois são divertidas e com aquela tensão sexual extremamente aflorada. Esse casal não conseguia ficar no mesmo ambiente sem se pegar (daquele jeito!).

Apesar do livro sem bem avançado para a idade dos personagens, eu gostei da trama. Achei interessantes os dramas que a autora abordou em relação aos pais de ambos os protagonistas.

Agora se vc pensa em assistir ao filme é por sua conta e risco. Aviso de novo que é uma bosta, completamente mal dirigido, produzido e com um roteiro de merda. Fora que achei os atores péssimos!

Se recomendo?! O livro sim, muuuuuuuuuito! Filme, not!
Nota: 5 (livro) e 0,5 (filme).
Jan 11/12/2016minha estante
Jessica, God help me to ficando maluca.
I was suposto dizer FILME em vez de " livro" no GR.
Me perdoa pela falha tecnica
Ja me desculpei la ;-) xxx


Jessica A. 11/12/2016minha estante
Jan, LOL!!! hahahahahaha
O filme é uma merda.
O livro é ótimo! :D
Leia, tu vai gostar.


Pry Weslley 12/12/2016minha estante
tbm achei o filme uma bosta, gostei mais do livro!!!


Gaby 12/12/2016minha estante
Aeeeee precisamos assistir mais filmes juntas e comentar no telegram kkkkkkkkk
Livro muito bonitinho amo!!!!


Barbara 13/12/2016minha estante
Eu vi o filme, e foi por isso que decidi jogar esse livro pra escanteio. O filme foi muuuito fraco, g-zuis. Mas depois dessa resenha, vou pensar novamente em ler.


14/12/2016minha estante
Eu vi o filme e achei chato,ai li sua resenha e fiquei curiosa pelo livro. Adorei totalmente nada a ve com o filme


Jessica A. 23/12/2016minha estante
Né, Pri?! O filme é péssimo demais! Cruz credo!


Jessica A. 23/12/2016minha estante
Clarooooo Gaby, to querendo assistir o filme que a Lalá recomendou lá no grupo, o "The Spirit of Christmas", bora?! kkkkk
Sim! Amei s2


Jessica A. 23/12/2016minha estante
Bá, leia o livro! É completamente diferente do filme! O filme é vazio e fútil, já o livro é bom e interessante! ;)


Jessica A. 23/12/2016minha estante
Rê, leia cara! É bem legal, o filme é chato e extremamente vazio e tosco :(




Michele Bowkunowicz 29/01/2016

Divertidíssimo!
Bianca Piper é muito inteligente, com personalidade, sarcástica, engraçada e que preza mais a inteligência do que a aparência. Ela é uma adolescente normal de 17 anos que está atravessando os problemas da vida real e não é realmente a mais bela dentre suas melhores amigas Casey e Jessica.

A história começa com Bianca em um bar sentada bebendo sua coca-cola, enquanto suas melhores amigas dançam e ela está apenas entediada. Bianca considera todo tipo de festa ou diversão normal de adolescentes uma perda de tempo. Aí aparece seu colega de escola, Wesley Rush, um mulherengo, lindo, arrogante, vaidoso e por vezes um idiota, mas chama-lo de mulherengo seria um eufemismo, pois ele dorme com qualquer uma. Wesley diz que ela é uma Duff, sigla que significa a menina mais feia e gorda de um grupo de amigas bonitas e ele só está falando com ela para tentar chegar mais perto de suas amigas bonitas para conseguir um encontro com elas. Bianca se sente tão ofendida que joga sua coca-cola nele.

Leia o restante da resenha no blog Lost Girly Girl

site: http://www.lostgirlygirl.com/2016/01/resenha-783-duff-kody-keplinger.html
Andressa 31/01/2016minha estante
É BASEADO NO FILME ?


Thay 04/02/2016minha estante
andressa, o filme é baseado no livro.
Perdi a conta de quantas vezes já li e reli esse livro, uma leitura tao gostosa. Fico feliz de finalmente ter sido publicado aqui no Brasil, graças ao filme é claro que também ficou bem legal.




spoiler visualizar
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Lucielle 17/02/2017

Fofo
Bom... A história é bem clichê, a protagonista é aquela típica garota nerd que se apaixona pelo garoto popular da escola etc. Mas é fofo e divertido.
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dayukie 31/01/2016

"Esse livro com certeza é um grande tapa na cara pra muita gente. Te ensinar que o que os outros pensam sobre você é o de menos, afinal, Bianca, mesmo sendo chamada de Duff, continuou sendo ela. Mesmo que tenha sim, ficado sentida com o "apelido", ela não abaixou a cabeça, agiu como ela mesma e não tentou mudar, porque os outros acham algo dela. Eu amei isso na Bianca, ela não mudou pelos outros, ela mudou porque ela precisava, por ela.
Enfim, o livro vale totalmente a leitura. Te faz pensar nas suas atitudes, te faz entender que toda ação tem uma reação, além de mostrar o quão difícil é a transição da adolescência para a vida adulta, ainda mais quando a sua base (família) está com as estruturas abaladas."

Confira a resenha completa no meu blog.

site: http://goo.gl/RG0xNk
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Tainá Rodrigues 11/11/2016

Se você assistiu o filme, a frase "Eu sou uma Duff" deve ser bastante familiar. A verdade é que me descobri uma Duff. Não uma, mas duas vezes. A Duff dos filmes e a Duff dos livros, que, por sinal, são completamente diferentes. De qualquer forma, apenas estou me perguntando até agora porque esse livro precisa acabar...

Sabe quando você faz 20 anos e pensa que todos aqueles seus problemas aos 17 são um bando de baboseira? Pois é, Duff te faz olhar por um ponto de vista completamente diferente. Te faz ver como relacionamento, amizades, notas e bullying podem ser problemas muitos mais sérios e destrutivos do que nossas cabeças cheias de contas a pagar conseguem imaginar. E que precisam (!) ser levados a sério. Claro, tudo isso com bastante humor, um pitada de romance e vários personagens cativantes, mas ao mesmo tempo, cheios de dilemas de personalidade. Do jeito que a vida realmente é. Do jeito que eu e você somos.

Li cinco capítulos e confirmei minha identificação. Bianca Piper sou eu aos 17 anos. Bianca Piper sou eu aos 21. O que me deu nó em questionamentos sobre como alguém consegue ser tão madura e ao mesmo tempo tão infantil? E aí lembrei que, apesar de em contextos diferentes, eu era exatamente assim aos 17 anos. Eu sou exatamente assim aos 21. Cheguei para umas amigas no WhatsApp e falei "Eu sou Bianca Piper", e logo em seguida chegamos à conclusão: Somos todas Bianca Piper. Empoderadas, colocando os outros em primeiro lugar e tentando aceitar as nossas falhas. Dá até para subir uma hashtag nos TT's!

Tudo bem, isso pode ser meio confuso. Então, vou tentar resumir em uma palavra, a mesma que já se repetiu zilhões de vezes nesse texto: Ser. Duff é sobre ser. Ser você mesma, descobrir-se, aceitar-se e compreender que o seu ser vive em constante transformação, mesmo que você prefira a estagnação. Poderíamos estar falando de um livro juvenil, mas eu tenho certeza que estamos falando de um livro com questões que remeterão a todos nós até nossos últimos suspiros. Afinal, quem, exatamente, somos nós? Bianca Piper não sabia. Eu não sei. E você?

site: https://www.instagram.com/cafedecabeceira/
Aline Santos 05/06/2017minha estante
Estou lendo esse livro no momento. Que coincidência encontrar uma resenha sua por aqui rsrs Já estou gostando bastante apesar de ser de um gênero YA que não curto muito mas também me identifiquei com a Bianca. Espero que o final também seja bom :D




Joice (Jojo) 16/02/2016

Surpreendente!
Kody Keplinger e sua Bianca Piper me conquistaram em definitivo. Nunca havia lido um livro sobre adolescentes que fosse tão parecido com aquilo que não apenas eu, mas muita gente viveu quando era mais nova, ou com uma protagonista tão complexa e apaixonante que nem parece inventada.

Há inúmeros méritos na escrita da autora - fluida, rápida, honesta -, mas acho que o que realmente me fisgou nessa história foram as situações e os personagens, nada caricatos e bem adequados aos dramas da idade. Bianca Piper, a DUFF, é uma personagem fascinante. Ela poderia ser uma garota-enxaqueca de tanto que é ríspida, cética e reclamona, mas também é inteligente, esperta e cativante, além de ter uma relação com o sexo que é mais natural (e saudável) que de muitas protagonistas de YAs que tenho visto ultimamente. O relacionamento dela com Wesley, o gostosão da escola (outro ótimo personagem), é tão conturbada quanto divertida e excitante. Aqueles dois certamente sabem como se divertir.

Adoro quando um livro me surpreende dessa forma - eu já disse que isso é uma característica apenas dos bons livros. Recomendo!
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Fernanda.Granzotto 14/10/2018

Eu vi o filme e gostei muito, então decidi ler o livro.
Agora imagine minha surpresa quando descobri que o filme e o livro não têm nada a ver um com o outro.
Eu não posso dizer se eu gostei do livro mais do que o filme, porque como eu disse os dois são completamente diferentes. Então eu vou dizer que eu gostei dos dois de forma diferente, porque eles tinham histórias completamente diferentes.
No final, recomendo tanto o livro quanto o filme.
Adelane 07/01/2019minha estante
Eu também assisti ao filme primeiro. E confesso que prefiro o livro. Mais bem construído e mais emocionante. Adorei!




Beatriz 18/02/2016

Adorei!
Bianca não gosta de festas, não acredita que amor acontece de repente, não curte baladas, bebidas e também não curte sair com vários garotos. Ela já teve um namorado que foi um grande babaca e há um bom tempo tem uma quedinha por Toby, o garoto nerd da sua sala.

Do outro lado a gente tem Wesley que é pegador, fica com todas as garotas e é o menino mais bonito e rico do colégio. Numa balada ele chama Bianca de Duff e isso significa que ela é a amiga feia e gorda do grupo. Ela tenta não dar bola pra isso mas acontece que ela não consegue não pensar no quanto isso é verdade.

Depois de um tempo ela encontra Wesley mais uma vez na balada e no meio de tantas provocações do garoto ela faz algo inesperado e o beija. O mais surpreendente de tudo é que o garoto corresponde e Bianca fica se questionando porque ele correspondeu, já que ela é uma Duff?

Eu gostei muito desse livro e dei 5 estrelinhas porque é um livro que fala de assuntos clichês e bastante comuns nos livros mas de um jeito diferente. O livro fala do bullying que a Bianca sofre sendo chamada de Duff mas também mostra que as vezes quem sobre o bullying também é quem pratica. Por exemplo, Bianca chama uma garota do colégio de vadia porque ela dorme com um garotos diferentes mas depois se questiona se o que ela está fazendo não é o mesmo que fazem com ela.

A história também vai falar sobre separação dos pais e de como é difícil ser adolescente e ter que passar por isso.

É um livro que eu super indico porque além de ter assuntos mais sérios que eu gosto, ele também é divertido e o tempo passa num segundo enquanto você está lendo. A edição também está super lindinha e vocês viram que amor esse marcador que a editora enviou junto com o livro?

site: http://www.prateleiracolorida.com.br/2016/02/duff-kody-keplinger.html
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Minha Velha Estante 01/07/2019

Resenha de Mylena Suarez
" Às vezes, a ignorância é uma bênção."

Bianca irá descobrir duramente que esta é uma grande verdade... Ou não!

Duff é aquela garota que não chama atenção num grupo de amigas por ser a menos atraente e a que os rapazes se aproximam para usar como trampolim para chegar perto das mais bonitas. Em inglês é a sigla para a amiga gorda e feia. Designated ugly fat friend.

Bianca estava muito bem, obrigada, até ouvir dos lábios do irritante pegador riquinho da escola que ela era a DUFF do seu grupo de amigas e que ele estava se fazendo amigável só para atrair a atenção de Casey e Jessica, amigas inseparáveis de Bianca.

" A palavra piscava em minha mente quando acelerei pela rua 5. Não consegui contar às minhas amigas sobre o novo e maravilhoso xingamento que acabara de ser incorporado ao meu vocabulário, mas, quando vi meu reflexo no espelho retrovisor, a fala de Wesley de que eu era a acompanhante (ou melhor, a seguidora) pouco atraente e indesejável parecia correta. O corpo perfeito em ampulheta, e olhos castanhos e doces de Jessica. A pele perfeita e as longas pernas de Casey. Eu não poderia me comparar a nenhum delas."

De início, ela não entende o significado da palavra e, ao descobrir, faz de tudo para menosprezar o convencido rapaz até que, sem ter nem pra quê, ela troca com ele AQUELE beijo capaz de derrubar quarteirões e esquece completamente sobre suas preocupações em ser DUFF e sobre só ter amigas por ser feia.

Pronto! Temos ai a mola que vai impulsionar a vida de Bianca: a fuga... para os braços do gostoso Wesley.

Wesley é um rapaz solitário e lindo que não nega fogo a quem pede e se achega em seus braços e também possui uma válvula de escape para seus problemas pessoais: o sexo casual. Ao se aproximar de Bianca, nunca iria imaginar que sua vida iria virar de ponta a cabeça e que a garota irritadiça e amargurada seria capaz de compreendê-lo mais que qualquer outra pessoa.
Essa dupla improvável tem uma química explosiva e arrebatadora que os mantém entre tapas e beijos, entre momentos fofos e fogosos, brigando como Gato e Rata e que, aos poucos, os faz perceber a força que têm dentro de si.

Narrado em primeira pessoa apenas por Bianca, com uma escrita envolvente e divertida, repleta de humor ácido e deboche além de uns draminhas particulares para aquecer o fogo desse casal, o livro traz clara a inspiração no Morro dos Ventos Uivantes.

Gostei demais das amigas de Bianca que mostram a ela o que é a verdadeira amizade e fogem do estereótipo de que ser popular e linda é sinônimo de idiota e da forma como a escritora apresentou uma anti-heroína libertária totalmente imperfeita que conseguiu encontrar a forma certa de patinar sobre os problemas da vida.

Apesar de ser minimalista demais, gostei bastante da capa escolhida e das cores, a edição esta ótima para a leitura com páginas amareladas fácil de manipular, só pecou em deixar a fonte pequena demais.

Ops! Claro que não posso terminar minha resenha sem falar do filme que assisti logo que o livro foi publicado em 2016 e que não tem muito haver com a trama do livro mas que gostei bastante mesmo sendo tão diferente do que li agora.

Beijos, Myl

site: https://www.minhavelhaestante.com.br/2019/04/duff-kody-keplinger.html
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