Duff

Duff Kody Keplinger




Resenhas - Duff


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Ingrid Micthell 10/07/2017

Resenhado por Ingrid
Bianca Piper é uma adolescente equilibrada que não curti balada, ela é a garota que se senta com barman para joga conversa fora, enquanto suas amigas Casey e Jessica dançam todas as canções do Nest, um clube noturno para jovens. Bianca é abordada por Wesley, um garoto popular que ela odeia terrivelmente, o prostituto da escola que dormiu com mais mulheres do que podemos contar ( ao menos na visão dela). Ele, por sua vez, abre logo o jogo e diz esta falando com ela apenas para chamar a atenção de suas amigas, já que Bianca é uma Duff. Designated ugly fat friend: a amiga gorda e feia do grupo.

Depois de ser apelidada de Duff á garota não para de pensar sobre isso. Bianca sempre foi confiante em relação a si mesma! Seu corpo jamais á incomodou e muito menos sua aparência, ela sempre teve em mente que era uma garota divertida e inteligente, agora ela se sente confusa e insegura. A situação em casa não anda nada bem! Seus pais estão se divorciando e Bianca não sabe como lidar com tudo isso, seu pai sempre teve problemas com a bebida mas largou esse vicio faz muito tempo, infelizmente quando os papeis do divorcio chegaram ele voltou á beber.

Bianca encontra sua válvula de escape quando beija Wesley Rush pela primeira vez, alguns dias depois ela extravasa toda sua raiva e frustração dormindo com ele, e isso se torna um vicio.

Faz um mês que li este livro, mas por algum motivo não consegui escrever a resenha. Digamos que fiquei muito impressionada com as ações da protagonista, o enrendo e deveras diferenciado. Sei perfeitamente que quando estamos na fase da adolescência somos impulsivos e cometemos inexatidão com facilidade é extremamente normal, e justamente por isso que amaduremos e aprendemos com nossos próprios erros. Bianca é uma garota super reservada, ela tem dificuldades de se abrir para as pessoas, mesmo sendo alguém de confiança! Então chega um determinado momento que a garota precisa colocar tudo para fora, é neste exato momento que ela se entrega á uma relação totalmente fora dos padrões, não sou ninguém para julga-la, mas infelizmente não se trata de um relacionamento normal e saudável.

Keplinger soube narra os acontecimentos de forma profunda, mas sem deixar de ser leve. A obra aborda vários temas, o principal deles é o significado da palavra "Duff", existe um momento de nossas vidas que não nos sentimentos tão bonitas(o), as vezes não estamos bem com nosso corpo, peso, cabelo, roupa e etc... Este sentimento atinge todo mundo, portanto todos nós somos Duffs, mas isso não quer dizer que você seja menos bonita, que você seja inferior as pessoas ao seu redor, é normal se sentir estranho e algumas vezes inseguro. Gostei da forma como á autora trabalhou isso, mas discordo completamente da atitude de Bianca, afinal você quer mesmo se aproximar de um babaca que apenas te faz mal? Que te humilha? Acho que não amiga.

Quero deixar claro que no decorrer da páginas passei a gosta de Wesley, mas faltando muito pouco para o final, entendo sua atitude, apesar de não ser justificável. Gostei do drama familiar que autora introduziu na história e a relação entre pai e filha. E não posso me esquecer de Casey, á melhor e mais gentil amiga da protagonista. Enfim Duff e um livro leve, divertido, clichês legais, á escrita e super leve li a obra em dois dias, recomendo para passar o tempo e refletir um pouco.


site: https://resenhaatual.blogspot.com.br/2017/05/resenha-duff-kody-keplinger.html
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Mayhara 31/07/2017

Nada a ver com o filme!!
Me interessei em ler esse livro, porque havia assistido o filme e amado. E qual foi a minha surpresa? A pegada do livro é totalmente diferente da feita no filme.

Fiquei um pouco frustrada com o Wesley do livro, talvez porque eu tenha me encantado demais com o do filme. Mas, aos poucos ele me cativou, beeeeeem devagar. A relação dele com a Bianca aqui é mais intensa, mais forte, e foi construída totalmente durante o livro, eles se conheciam, mas nada muito profundo. Mas, no filme me cativou mais, talvez por ser uma relação que já havia se estabelecido há muito tempo, como o lance da "voz de monstro" e eles serem vizinhos.

Jessica e Casey são adoráveis, amigas de verdade, fiéis. Também gostei mais do Toby do livro, o do filme é babaca.

E a Bianca, é Bianca. Aqui temos uma personagem com problemas muito mais sérios do que os do filme. O foco aqui não é ela ser DUFF, é tudo o que acontece na casa dela e como ela se comporta em relação a isso. Talvez ela tenha sido um tanto impulsiva, imatura. Mas, por experiência no que vi durante minha vida, quando vemos nossa família ruir, não temos juízo.

Como comparei com o filme, não tenho como dizer qual gostei mais, até porque os enredos são totalmente diferentes. O filme é comédia pura, o livro é mais dramático. Ainda assim, é possível curtir ambos.
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Marina - @respire.literatura 26/07/2016

Quem nunca foi uma Duff?
Quem nunca foi rotulado por alguma coisa ofensiva que acabava magoando profundamente? Toda garota já foi definida por algum adjetivo sexista em alguma etapa da vida e com Bianca Piper não foi diferente.

Bianca Piper é uma jovem inteligente, tem um grupo leal de amigas e não se importa com que os outros falam ou pensam dela. Suas amigas, Casey e Jessica, são o completo oposto dela: lindas, se vestem bem e sempre conseguem ficar com rapazes lindos. Bianca sabe disso, mas mesmo assim não quer fazer nada para mudar essa situação. Ela não se importa. Ou finge não se importar...

Quando Wesley Rush, o capa mais rico, pegador e e popular da escola, a rotula como Duff – a menina menos atraente do seu grupo de amigas que não se encaixa nos padrões de beleza – ela passa a se perguntar por que é considerada a amiga feia.

" – Uma sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, ou seja, amiga feia e gorda – explicou ele. – Sem querer ofender, é isso que vc é." – PÁG 13

Acontece que Wes acredita que garotas bonitas tendem a se dar bem com garotos que se enturmam com as suas Duffs e, por isso, ele está tentando se enturmar com Bianca, visto que ele está afim das suas amigas. Bianca tenta fingir que não se importa, mas no fundo, no fundo, isso a magoa muito.
Alem disso, a jovem ainda tem que lidar com a separação iminente de seus pais e com o fato de o pai não está lidando muito bem com isso.

Desesperada por uma válvula de escape, ela acaba se refugiando com a pessoa que ela jamais imaginou. É a partir daqui que a vida da jovem muda drasticamente. Apesar de está ciente que anda mentindo para suas melhores amigas, ela se ver viciada em se encontrar com Wesley Rush secretamente. Enquanto o mudo ao redor começa ruir, a jovem descobre que está se apaixonando pelo garoto que ela mais odiava.

RESENHA COMPLETA NO BLOG!

site: http://www.anebee.com.br/2016/07/resenha-duff-de-kody-keplinger.html
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Lia 09/09/2018

Decepcionada
Já tinha assistido o filme e eu simplesmente o amo (comédias românticas são a minha religião). Estava na Bienal do Livro e achei o livro por acaso (não sabia que era inspirado em uma obra literária), logo pensei: é agora que vou saber mais sobre Bianca Piper e Wesley Rush.
A surpresa boa é que não se parece nem um pouco com o filme. Eu fiquei extremamente animada, porque ter assistido o filme primeiro não iria estragar a experiência de ler o livro, então seria como ler pela primeira vez sem ter conhecimento nenhum. Outra coisa boa é a Casey, de longe a melhor personagem desse livro.
Com o desenvolver da história comecei a ficar entendiada. Sabe aquele sentimento ?Já sei o que vai acontecer... Viu?! Logo pensei!?? Comecei a ter esse tipo de pensamento o livro inteiro! Até o final!
Não estou dizendo que livros clichês são ruins, até porque eu AMO um enredo clichê que aquece o coraçao, um livro mais leve só para se entreter com as vidas dentro de um bocadinho de páginas, mas esse livro não foi esse tipo de heart-melting book. Acho que estou velha demais para esse tipo de história! Não sei! Preocupante.
Se você tem 13 anos é uma ÓTIMA leitura, de verdade. Para mim não funcionou, mas foi a minha experiência.
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Aris.Grey 26/10/2019

Eu sou uma DUFF
Eu nunca pensei em alguém com tão baixa auto estima, sendo ao mesmo tempo tão corajosa. Quase morri de tanto rir... eu amei a Bianca, as amigas dela, gostei do Toby e me apaixonei pelo Wesley, ele é um cafajeste com pegada, então eu amei ele de mais... pq o coração dele era enorme e a Duff colocou ele bonitinho em seu lugar!! Me emocionei com os problemas narrados, mas gostei da forma como a autora usou o humor para quebrar toda a sombridade e tristeza do livro, o deixando uma leitura reflexiva, passando sua mensagem, mas, sem chatice e lições de moral e muito divertida, como uma comédia romântica deve ser!! Simplesmente amei!!!!
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01/01/2017

Duff (o livro,n o filme)
Prestes a acabar o ensino médio, Bianca é uma garota inteligente, com amigas legais e uma vida tranquila. Até que Wesley Rush,um garoto popular, metido e pegador diz que ela é uma Duff (Designated Ugly Fat Friend), a amiga menos bonita do grupo. Apesar de não querer admitir,essa palavra começa a incomodar Bianca mais do que deveria
B está com problemas em casa e com seus relacionamentos, e essa palavra só piora seu humor. Tudo começa a girar em torno do fato de Bianca ser uma Duff. E,para esquecer os problemas,ela acaba se relacionando com Wesley, apenas para se distrair. Só que as coisas saem do controle e sua vida vai dando reviravoltas que acabam mudando a percepção dela do mundo
Duff é um livro que,além das relações amorosas, vai tratar de família, amigos,inseguranças comuns dos adolescentes e problemas que a princípio são simples de resolver,mas podem passar dos limites. Também fala,de uma maneira bem divertida e interessante, sobre a mentira,e sobre como ela pode estragar todas as suas relações. Uma das minhas novas aquisições, Duff faz você ver as pessoas sob novos pontos de vista,e se perguntar o porquê de suas atitudes. Um livro provocante.
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Helo 26/11/2018

Um pouco decepcionada...
Bianca Piper e Wesley Rush mexeram com o meu coração de uma forma que eu não comsigo explicar, eles formam aquele típico casal clichê: O menino mais lindo da escola, porém babaca, e a menina esquesita. Aquele típico casal que faz o nosso coraçãozinho aquecer.

Eu assisti ao filme antes de ler o livro, e foi nessa parte que a pequena decepção aparece, não por causa do livro, longe disso, o livro é maravilhoso em todos os aspectos, mas me decepcionei um pouco ao perceber que a única ligação entre os dois é o título e o nome dos persongens, mesmo assim, recomendo os dois, mas não faça comparações.

Por fim, só gostaria de dizer que eu nuncs li um livro tão rápido na minha vida (considerando que DUFF tem mais de 300 páginas), foi uma leitura gostosa de se fazer e por mais que os persongens tenham me estressado um pouco pela demora para se entenderem e ficarem juntos, eu amei cada "cena" do livro e amei ver esse sentimento crescendo nos nossos personagens.
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Sissi Freire @dicasdasissi 28/05/2017

Leia o Livro. Veja o Filme.
DUFF ao pé da letra significa (em português) Amiga Designada Gorda Feia
Tipo aquela que do grupo é a menos atraente e mais propensa a ficar sem namorado. Isso ao pé da letra.... pois nesse livro aprendemos que nem sempre a DUFF é gorda e feia, nem sempre ela fica sozinha e que todas temos uma DUFF dentro de nós.

Bianca é a DUFF de seu grupinho, mas ela não sabe disso até que o galinha gostoso e safado Wesley Rush conta isso para ela. E o pior, ele parece não se importar com isso, enquanto vai envolvendo nossa protagonista de uma forma que ela jamais imaginou.

Além de lidar com essa notícia impactante - afinal quem gostaria de ser uma DUFF??? - ela tem que encarar o relacionamento dos pais, a pressão das amigas e tudo mais que sua vida de adolescente resolve jogar em seu colo ao mesmo tempo.

Ser chamada de DUFF é um bullying sim, mesmo que você não seja feia ou gorda, essas palavras tem um poder absurdo, e Bianca aos 17 anos e com o coração partido desde os 14 não é imune ao impacto delas. O fato de se envolver com o cara que lhe disse que ela era DUFF pela primeira vez nos faz pensar em como podemos ser sugestionadas... e deixa aberto espaço para você pensar duas vezes antes de falar algo desagradável sobre alguém. Usando as palavras de Wesley - que em determinado momento também sobre um certo bullying familiar:
- Bianca, vadia é só uma palavra sem sentido que as pessoas usam para magoas as outras. Faz elas se sentirem melhor em relação a seus próprios erros.

Impossível não amar Bianca. Impossível não amar Wesley, Jess e Casey.


PS- O filme é INSPIRADO no livro. A temática é a mesma mas as estórias são bem diferentes. Recomendo os dois.
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Bea Oliveira 10/08/2017

RESENHA: DUFF, DE KODY KEPLINGER | BEA OLIVEIRA.
Bianca Piper não é a garota mais bonita da escola, mas tem um grupo leal de amigas, é inteligente e não se importa com o que os outros pensam dela (ou ela acha). Ela também é muito esperta para cair na conversa mole de Wesley Rush – o cara bonito, rico e popular da escola – que a apelida de DUFF, sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, a menos atraente do seu grupo de amigas. Porém a vida de Bianca fora da escola não vai bem e, desesperada por uma distração, ela acaba beijando Wesley. Pior de tudo: ela gosta. Como válvula de escape, Bianca se envolve em uma relação de inimizade colorida com ele. Enquanto o mundo ao seu redor começa a desmoronar, Bianca descobre, aterrorizada, que está se apaixonando pelo garoto que ela odiava mais do que tudo.

No livro Duff conhecemos Bianca Piper, uma garota comum de 17 anos. Comum sim, mas nada boba! Usando o sarcasmo Bianca tem sempre uma resposta afiada na ponta da língua, principalmente quando se trata de Wesley Rush, o cara mais pegador do colégio que faz as meninas se jogarem em seus braços e em sua cama.

O livro se inicia em uma festa em um barzinho chamado Nest, Bianca foi arrastada por suas amigas até ali, e como em todas as noites, fica sentada no balcão do bar sozinha, desejando apenas ser deixada em paz enquanto observa suas melhores amigas. E tudo esta perfeitamente bem até que Wesley Rush resolve conversar com ela.

" - E você, querida é uma Duff.
- E isso significa alguma coisa?
- Uma sigla em inglês para DESIGNATED UGLY FAT FRIEND, ou seja, a amiga feia e gorda - explicou ele. - Sem querer ofender, é isso que você é.
- Eu não sou uma...!
- Ei, não fiquei na defensiva. Olha, só, você tem amigas linda... Amigas muito lindas. [...] E os cientistas já provaram que todo grupo de meninas tem um ponto fraco, a Duff."

Apesar de ser uma garota decidida e não ligar nem um pouco para o que pensam dela, é claro isso acabada deixando Bianca abalada, afinal, ninguém gosta de ser acusada de ser a amiga feia, e o pior de tudo, ninguém gosta de perceber que realmente a é. Para completar seu drama, ela descobre que seu ex-namorado babaca está voltando a cidade e sua família esta se desfazendo.
Bianca é bastante reservada quanto aos seus sentimentos, o que faz com que ela não desabafe quando a única coisa que precisa fazer é isso. Então, chega uma hora que a dor precisa ser liberada, e a forma que ela escolhe para liberar esta dor não é nada convencional.

Agora tente entender, o ex-dela esta de volta e noivo da garota que ele namorava enquanto estava com ela, a mãe dela pediu o divórcio depois de meses longe de casa, o pai voltou a ter problemas alcoólicos, e ela não consegue contar nada disso para suas amigas, e para ajudar ela tem um trabalho para fazer com o cara que ela mais odeia e que a faz se sentir inferior. É um drama completo, não é de se estranhar quando ela perca o controle.

" Antes que ele dissesse meu nome, acabei com o espaço entre nós. Rapidamente, meus lábios moveram-se ao encontro dos dele. [...]Sem falar, nem hesitar, tirei minha camisa pela cabeça e joguei no chão do quarto do Wesley. Apenas uma vez, quando Wesley me deitou de costas, pensei seriamente em parar. Mas por que pararia agora? O que eu tinha a perder? E o que eu podia ganhar? Como me sentiria a respeito disso daqui a uma hora... ou mais cedo? Antes que eu pudesse pensar em alguma resposta, Wesley tirou minha calça e minha calcinha. Sacou uma camisinha e logo sua calça estava no chão também. E, de repente, estávamos transando, e meus pensamentos estavam calados de novo."

E é assim que Bianca acaba se envolvendo com o cara mais improvável do mundo: Wesley Rush. Ele é sua válvula de escape. E a partir dai se estabelece uma pergunta importantíssima no livro: "o que isso a torna?"

Claro que ninguém pode saber sobre suas atividades extracurriculares com Wesley, então Bianca se vê obrigada a esconder este segredo de tudo e todos. Mas até onde é possível levar uma mentira? Não muito longe. Logo suas mentiras e desculpas começar a afastar suas únicas amigas, o que faz com que ela tenha apenas uma pessoas com a qual conversar, uma pessoa completamente babaca, imbecil, estúpida, egocêntrica e por quem ela acaba perdidamente apaixonada. É, ele mesmo, Wesley Rush.

Wesley também tem suas lutas, que a principio Bianca não vê. Ele é aquele tipo cara que tem tudo, boa aparência, luxo, popularidade, mas não tem o que mais importa: uma família. Por isso ele também se aproxima de Bianca, como uma fuga. Mas ninguém foge para sempre.

"Não importa aonde vá ou o que você faça para se distrair, a realidade alcança você."

Eu devorei o livro. A escrita fluiu tanto que quando me dei conta o livro tinha acabado em poucas horas. Eu simplesmente me apaixonei por ele, sua leitura, seus personagens, a forma como lida com problemas preocupantes da adolescência de forma leve... Tudo no livro me ganhou, e acima de tudo me identifiquei demais.

"Meu nome é Beatriz Oliveira, eu tenho 17 anos e eu sou uma Duff."

Eu sou uma Duff, e não é que eu tenha uma auto-estima baixa, mas é porque Duff não é algo de todo o mal, é apenas uma pessoa que passa mais despercebida em seu grupo de amigos. E eu tenho toda a certeza do mundo que você também é, ou já foi uma Duff em algum momento da sua vida, e se não foi é porque você não tem amigos. Então, leiam o livro, pois a partir dele você terá uma nova visão sobre tudo.

site: http://biblioteca-r.blogspot.com.br/2016/10/resenha-duff-de-kody-keplinger-bea.html
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Elane.Silva 26/09/2017

Amei...
Quando ler-se a sinopse, logo pensa que será mais uma drama adolescente clichê. Sim, clichê por mais que a palavra DUFF não seja usado muito filmes e livros adolescentes. Mas esse livro surpreendeu-me. Ele tem uma lição muito boa. Faz você refletir sobre a vida e suas atitudes. Por mais que seja voltado para o mundo teen qualquer indivíduo pode ler e tirar algumas reflexão.
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Leitora Viciada 13/02/2016

Resenha para o blog Leitora Viciada
DUFF, abreviação para Designated Ugly Fat Friend, é o primeiro romance de Kody Keplinger, publicado no Brasil pelo selo jovem da Globo Livros, o Globo Alt. Lançado originalmente em inglês em 2010, chega ao país em 2015 devido ao filme estreando neste ano.
The DUFF é uma comédia adolescente produzida / distribuída pela Lionsgate e CBS Films baseada no livro, porém com roteiro livremente adaptado por Josh A. Cagan. O filme apresenta a mesma base e temática, entretanto o desenvolvimento da trama e as cenas são muito diferentes, até mesmo as personagens são distintas. Portanto, quem assistiu ao filme lerá o livro e terá uma nova experiência (e vice-versa). Gostei dos dois, mas prefiro o livro, nele a protagonista é mais autêntica e seus atos são mais impulsivos e liberais (principalmente sobre sua sexualidade, que no filme, comparando-se ao livro, não existe!). A versão cinematográfica traz Mae Whitman e Robbie Amell nos papéis principais. Amell se encaixa bem no que imaginei para Wesley Rush, porém Whitman não possui a aparência que eu havia criado para Bianca Piper, embora sua interpretação combine muito.

O livro é um Young Adult despretensioso e aparentemente cliché, mostrando as desventuras da sarcástica, inteligente e mal-humorada protagonista fora dos padrões estéticos norte-americanos que se envolve com o rapaz lindo e popular. Todavia é uma obra que rompe várias tradições de livros voltados ao público teen e prova como rótulos, embora sejam comuns e quase sempre presentes, são superficiais, maldosos e incoerentes.
A leitura me surpreendeu positivamente, pois ao princípio pensei ser um Jovem Adulto sem novidades, mostrando os típicos grupos das escolas secundaristas norte-americanas, com patricinhas, esportistas, nerds, roqueiros, góticos, artistas, etc... e os conflitos entre eles. Ou seja: Pensei em personagens estereotipadas por todos os lados e muitas cenas de bullying e desentendimentos, mas encontrei mais, bem mais que isso!
Bianca Piper sempre se orgulhou de seu estilo próprio, de não seguir modas ou integrar uma categoria específica. Na verdade, ela não se importa muito com a aparência, e sim com a intelectualidade, mas sem chegar ao ponto de ser taxada de CDF ou nerd. Ela se orgulha mesmo é de tentar ter opinião. E ela é legal, ninguém aparenta desgostar dela. Não obstante, ela se diverte com suas amigas Casey Blithe e Jessica Gaither: Fazem "festas de pijamas" e "noites das garotas" com maratonas de filmes. Casey e Jess são bonitas, companheiras, divertidas e compreensivas. Estão sempre unidas na escola e frequentando umas as casas das outras. Bianca até as acompanha em baladas na Nets, mesmo não curtindo as músicas repetitivas ou bebidas alcoólicas.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2016/02/duff.html
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Kelly 26/01/2017

Ah, que livro <3
DUFF retrata a história de uma garota que tem duas amigas bem populares, notas altas na escola e uma personalidade única. Ela é feliz do seu próprio jeito, não gosta muito de músicas alternativas e pessoas que fazem de tudo para chamar atenção, apesar de suas melhores amigas serem assim, não por intenção, mas por estarem entre as líderes de torcida e conquistarem qualquer garoto com um simples olhar. No entanto, ao ser chamada de D.U.F.F. por seu maior inimigo, Wesley, a adolescente passa a enxergar sua vida de outra forma, usando o sexo como uma válvula de escape da realidade.

Mas o que é um D.U.F.F.? A sigla significa, em poucas palavras, alguém desengonçado que não leva jeito para ser popular, que é fora do padrão e que, acima de qualquer outra coisa, é um ótimo amigo usado para fazer os outros parecem mais bonitos. Durante o Ensino Médio, as pessoas se perdem em meio aos estereótipos, que foi o que aconteceu com Bianca. Chateada e sem saber como se tornar mais atraente, ela busca por uma distração o mais rápido possível, encontrando o foco no próprio inimigo, um garoto rico e muito popular que não liga para o que os outros pensam e está sempre com uma garota por perto, usando-a como o prêmio mais recente.

A vida pessoal de Bianca também não está nada interessante. Sua mãe, na tentativa de ficar o mais longe possível de seu pai, principalmente por conta das brigas recentes, está viajando pelo mundo em uma turnê. O pai, mesmo tendo controle, acaba caindo algumas vezes nas garras da bebida e se torna uma pessoa agressiva, o que faz com que a garota fique preocupada com o estado de saúde dele. Tentando esquecer desses problemas e fugir da denominação que recebeu de Wesley Rush, Bianca se envolve com o garoto, mas mantém em segredo os seus momentos íntimos com o inimigo.

A relação colorida dos dois personagens principais é bastante intensa, mas não explícita. A história é um tanto improvável, porém esperada. Os acontecimentos ao longo da narração fazem o leitor entender o que está acontecendo e o que virá a seguir, no entanto, por diversas vezes tive a surpresa de não ser aquilo que estava imaginando. A Bianca é uma adolescente fácil de lidar e de se identificar, principalmente pelas questões psicológicas e emocionais que a envolvem. Wesley, por outro lado, é um garoto mais complicado e cheio de mistérios que se mostra aos poucos.

site: http://www.caligrafando-te.com/
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Clarissa (@proximaprimavera) 30/08/2017

Entre o filme e o livro, prefiro o filme
No livro, Bianca Piper é uma menina que já cansou de sofrer na mão do ex namorado e agora seu coração é de pedra. Suas duas melhores amigas são as pessoas que ela mais confia na vida e as três são inseparáveis. Wesley Rush é o cara mais famosinho da escola e tem fama de ficar com todas as meninas bonitas. O que ele não conseguiu ainda foi ficar com as duas amigas de Bianca e é assim que ele se aproxima dela para chamar a atenção das meninas. Bianca considera Wesley o cara mais idiota do planeta justamente pelo que ele faz com as meninas e por chamá-la de Duff, mas acaba aliviando seu estresse quando agarra Wesley no bar. E é assim que a 'inimizade colorida' deles dois se torna um problema para Bianca. Ela não podia se apaixonar por Wesley.

Achei a Bianca do livro muito tapada. Entendi o sofrimento dela e o porquê de ela precisar de um modo de descontar sua raiva. Mas com Wesley? Ele é um cara deplorável no livro e realmente só quer saber de meninas e meninas e meninas. Ele humilha um pouco Bianca por ela ser menos bonita que suas amigas e ela acaba ficando com ele? Eu JAMAIS faria isso. Podia ser o Justin Bieber! Além de tudo isso, a história me pareceu muito monótona e sempre as mesmas coisas acontecendo. Uma briga? Bianca corre pra Wesley. Um dia ruim? Bianca corre pra Wesley.

RESENHA COMPLETA NO BLOG

site: http://www.proximaprimavera.com/2017/07/resenha-duff-kody-kiplinger.html
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Lety 07/05/2016

Bom demais!
Recomendo muito esse livro. Pense num livro hiper, mega, ultra legal! Amei. Leiam, sério.
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