A Rebelde do Deserto

A Rebelde do Deserto Alwyn Hamilton




Resenhas - A Rebelde do Deserto


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Daniela 13/05/2019

• A narrativa é dinâmica e da visão da protagonista é possível se aproximar muito de cada um dos personagens, Amani é real, não uma personagem perfeita que dará todos os passos certos.
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• As personagens femininas são incríveis, fortes, inteligentes e independentes. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

• Ler histórias ambientadas em outras culturas me encanta, e a Rebelde do Deserto tem isso de sobra, unindo ficção ao real cria um conjunto de paisagens, tradições e diferentes modos de pensar que nos faz mergulhar naquele mundo para não querer mais voltar.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

• A mitologia do livro é algo incrível que adorei conhecer ao longo da jornada. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
• Os romances não são o foco, o que é algo que aprecio em boa parte das histórias que leio, mas aqui, quando ganham destaque, são muito bem construídos.

@dancando.com.as.letras


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Nan 10/05/2019

Mitologia árabe e personagens cativantes
Resenha do livro “A rebelde do deserto” de Alwyn Hamilton.
“Uma nova alvorada, um novo deserto”. Esse é o lema repetido pelos apoiadores do príncipe rebelde, um dos muitos filhos do terrível sultão de Miraji e, para alguns, a única esperança de um futuro melhor. Não que Amani Al’Hiza ligasse para isso. Não. A única coisa com a qual se importava era seu plano para fugir da Vila da Poeira e de uma família que só a maltratava.
Amani sempre achou que havia mais para ela do que a miséria e resignação do último condado. Seu desejo de fugir daquele lugar beirava o egoísmo e foi em meio a uma de suas tentativas que seu caminho cruzou com o do forasteiro Jin, que parecia saber muito mais sobre o deserto do que ela jamais imaginara.
Juntos, eles iniciam uma jornada surpreendente (eu fui enganada várias vezes durante a história) em direção ao desconhecido. Djinnis, buraqs, carniçais e muitos outros seres fantásticos da mitologia árabe nos são apresentados nas páginas desse livro que te prende do início ao fim.
Jin é um mistério que vale a pena acompanhar e Amani, ela é forte e imperfeita. Fiquei um pouco angustiada com algumas de suas ações, mas acho que uma das melhores coisas nessa história é o fato da personagem principal não virar o ser mais altruísta do universo do dia para a noite, e o conflito que ela cria, deixa a história muito mais plausível e emocionante.
Este é o primeiro livro de uma trilogia. Ele tem um desfecho, porém, ficam algumas pontas soltas. Definitivamente, lerei a continuação, pois estou ansiosa para saber o desfecho desta história que, assim como miragens em um deserto, parece estar sempre nos enganando. Acho que ainda tem muita água para rolar (ou melhor, areia) e que nem tudo é o que parece. Talvez seja só uma sensação, no entanto, ela me deixa muito mais curiosa e cheia de vontade de ler as sequências.
4/5

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Jeh Diário dos Livros 07/05/2019

"- Você é este país, Amani - ele disse, mais baixo agora. - Mais viva do que qualquer coisa deveria neste lugar. Toda feita de fogo e pólvora, com um dedo sempre no gatilho."
Amani sempre foi uma garota que teve um vida bem difícil. Sua mãe foi enforcada por matar seu pai adotivo há alguns anos e hoje ela vive com seus tios no deserto em um pequeno vilarejo chamado vila da poeira.
Com o sonho de conhecer a cidade que sua mãe tanto sonhou que um dia elas fugiriam para lá, Amani tem em mente que seu único objetivo é fugir quando surgir uma oportunidade para ela, ainda mais agora que seu tio resolveu torna-la como esposa. Ela não tem escolha a não ser fugir ou morrer tentando.

“Você nunca quis algo com tanta força que se tornou mais do que um simples desejo? Preciso sair desta cidade. Preciso disso tanto quanto preciso de ar.”

Diz uma lenda que há muito tempo, Deus criou vários seres imortais chamados Dijins. Cada Dijins possuía um tipo de dom e eles sempre mantiveram a paz no mundo, mas em uma noite escura surgiu uma mulher chamada Destruidora de Mundos, que com ela trouxe seres sobrenaturais que se misturaram ao mundo.
Muitos acreditam nessa lenda e essas histórias sempre foram contadas para Amani. Ainda mais com o príncipe rebelde buscando uma rebelião. O principe é um dos vários filhos do sultão, dizem que ele há muito tempo esta tentando reivindicar seu trono por direito por ter ganhando um duelo para quem seria o sucessor. Na época depois que ele ganhou, tentaram matá-lo e unica pessoa que o salvou foi sua irmã por parte de mãe que era filha de dijins.

"Ele tinha desaparecido no deserto para começar uma rebelião e tomar o poder. Uma nova alvorada. Um novo deserto."

Amani acredita que o príncipe rebelde pode estar começando um futuro para mundo, mas ela não ousa acreditar nisso por muito tempo, ainda mais quando esta prestes a fugir.
Em meio a seu caminho trassado, Amani acaba conhecendo Jin em um duelo de tiros no qual ela esta tentando ganhar um dinheiro.
Só que ela jamais imaginou que seu destino se uniria ao dele e ambos fugiriam em um cavalo encantado em meio ao deserto em busca de sobreviver aos soldados do sultão.

'' Então seu corpo grudou no meu, me empurrando contra a parede do trem. Eu era uma garota do deserto. Achei que soubesse o que era calor. Estava enganada. ''

"- Você é este país, Amani - ele disse, mais baixo agora. - Mais viva do que qualquer coisa deveria neste lugar. Toda feita de fogo e pólvora, com um dedo sempre no gatilho."

A Rebelde do Deserto foi uma leitura muito boa e já esperava gostar da história.
A trama em si é muito bem construída e toda a história da autora faz a gente imaginar exatamente como seriam os personagens e cenas da história. Achei um livro muito bem elaborado e bem criativo. Pegar o povo do deserto, criar uma distopia cheia de fantasia e aventura fez com que me simpatizasse logo de cara pela premissa do livro.

Amani sempre foi uma garota com objetivo em mente, que não pensa duas vezes em se arriscar e salvar a própria pele. Ela possui algumas ações durante o livro que você pode pensar que ela foi egoísta, mas quando parei para pensar nas decisões que ela teve que tomar, nas escolhas que teve que fazer em segundos para sobreviver, me simpatizei com as decisões que ela tomou ao longo da trama. Já Jin que é o outro personagem principal foi um garoto misterioso desde o começo, um garoto sério, decidido e muito esperto. Que adora provocar Amani com situações que eles tiveram que passar, o que acaba fazendo com que a gente goste dos dois juntos logo de cara, pois eles fazem uma dupla e tanto. Imaginava o segredo que ele estava carregando, mas a autora conseguiu fazer que fosse óbvio mas de um jeito diferente.

Teve alguns outros personagens que a autora criou que gostei bastante. Senti um pouco de falta de Tamid, um personagem muito querido para Amani, mas que sumiu no comecinho da história e não apareceu até o momento, mas acredito que a autora tem planos para ele nos próximos livros o que me deixou ansiosa pela história.

Achei muito bacana a autora mostrar a realidade daquele povo, onde os homens são os que possuem prioridade e as mulheres só servem para casar e gerar herdeiros. Além da cultura de se ter mais de uma esposa e como alguns homens são rudes e até mesmo abusam de outras mulheres fora do casamento, ainda mais por elas poderem se casar tão jovens.

A história se passa no deserto, então podemos ter a visão da pobreza dos mais humildes e de como o império é cheio de poder e arrogância. Esses foram pontos positivos no livro, onde a história não fica na mesmice e nos passa algumas coisas.
O romance foi bem trabalhado, e acabamos torcendo pelos personagens ao longo da história, como se eles fossem literalmente feitos um para o outro.

Estou ansiosa para próxima seqüência, pois nesse primeiro livro podemos ver um pouco do povo rebelde e a rebelião que eles pretendem criar para destronar o sultão e criar um mundo melhor para o povo que já sofreu tanto nas mãos de soldados e é claro de seres imortais e mágicos.

Em suma, posso dizer que A Rebelde do Deserto é um livro cheio de aventuras, uma garota que não pensa em duas vezes em se meter em confusão e que através dela vamos conhecer diversos fatos desse mundo mágico que a autora criou.
Recomendado.


site: http://diarioelivros.blogspot.com/2017/04/resenha-rebelde-do-deserto.html
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Dri F. @viajecomlivros 29/04/2019

Que história incrível!
A rebelde do deserto
Alwyn Hamilton
Editora Seguinte
Nota: 5
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Como já disse em um post anterior sobre esse livro, sou apaixonada por histórias que falem sobre desertos, princesas e sultões, e aventuras como Aladim e coisas assim hehe. Amo esse universo e sempre procuro leituras assim.
A Rebelde do deserto é exatamente assim. Amani é pobre, órfã e mulher em um lugar que é impiedoso com a maioria das pessoas, mas principalmente com essas. O deserto é um lugar cruel onde a sobrevivência é uma luta diária.
Mas ela quer e precisa mudar isso, se não quiser ser obrigada a se casar e ser totalmente submissa a qualquer homem que ela não ama. Então ela vai fazer a única coisa que ela faz muito bem - atirar - para tentar ganhar um dinheiro e ir embora da Vila da Poeira.
E é nesse momento que ela conhece um forasteiro que vai mudar bastante sua vida, já que toda a aventura vai começar.
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A história é muuuuito gostosa de ler. O ritmo é super intenso, as coisas acontecem muito rápido, os personagens me encantaram. Amani é uma protagonista que se vira para mudar sua vida, faz e desfaz e luta para ser tratada com igualdade e não com indiferença ou menosprezo só por ser mulher. Ela realmente não precisa de um príncipe encantado que a salve e essa é uma das coisas mais legais da história. Mesmo com a química muito clara entre ela e o forasteiro, vemos que não vai ser um romance bobinho é sim que eles têm muitas coisas em comum, como força e coragem para lutar por justiça.
Eu sou muuuuuito apaixonada por livros de fantasia em geral, e essa não me decepcionou. Adorei toda o universo criado com os segredos do deserto, os seres místicos e seus poderes, e a relação entre esses seres e os humanos em geral.
Enfim, só tenho elogios a esse primeiro volume. Para quem não sabe, essa é uma trilogia e estou começando a ler o segunda já, porque quero ver se ele se mantém tão bom quanto o primeiro. Pelo menos minhas expectativas então altas hehe.
Já leu essa história? Me conta o que achou?
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O deserto não tinha piedade, tampouco a merecia. Ele deixava os fracos morrerem, quando não os matava de uma vez.
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Andre 30/03/2019

Minha impressão
O livro tomou um rumo bem diferente do que imaginei, na verdade fui pego de surpresa em vários momentos, eu não esperava o que aconteceu...
O começo dele já te envolve e vc fica querendo saber como isso vai acabar....com o passar do tempo a história ganha uma proporção maior e vc vai se envolvendo com o mundo mágico do deserto .....e sem spoilers....kkkk
Bem...eu esperava que no final ele terminasse com uma chamada para o próximo livro, mas isso não aconteceu.

O livro tem um ótimo potencial pra uma boa história
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@blogmistoquente 17/03/2019

@blogmistoquente
Gente, o que é esse livro? Eu nunca achei que no deserto haveria interação entre humanos, seres míticos e magia. Eu nunca achei que fosse ler uma obra cujo protagonista fosse uma garota extremamente revolucionária girl power e que defendesse sua igualdade e quisesse um mundo melhor para seus semelhantes. Eu vi tudo isso e mais um pouco em A Rebelde do Deserto, primeiro livro de uma trilogia que me encantou logo de cara, que fez com que eu devorasse o livro em menos de uma semana (eu demoro pra ler) e que deixou um final com gostinho de quero muito mais.

A história toda se passa no deserto de Miraji, mais precisamente em Vila da Poeira, uma pequena e violenta cidade do Último Condado, onde as mulheres são obrigadas a obedecer seus maridos e serem submissas a homens que só as querem para o próprio desejo.

No início do livro somos introduzidos a vida da de Amani AlHiza, uma determinada menina de 17 anos que vive sob a guarda de uma das esposas do seu tio, devido ao fato de sua mãe matar seu pai e assim ser condenada a morte. Amani então é obrigada a conviver com sua tia violenta e com a promessa de casá-la com qualquer homem que a quisesse assim que o prazo de 1 ano pós luto de seus pais chegasse ao fim.

Mas Amani tem outros planos. Ela junta toda sua economia e parte para Tiroteio, um lugar onde pessoas boas de mira e de má intenção disputam entre si por um prêmio muito alto em dinheiro e, se Amani fosse vencedora, teria dinheiro suficiente para custear sua ida a Izman com a promessa de viver uma vida melhor. E é nessa arena que um forasteiro tão bom de mira quanto ela entra em seu caminho.

É a partir dos dois que saem as melhores aventuras do livro. De imediato surge uma química entre Amani e Jin que vai desenvolvendo naturalmente com o decorrer da trama e que só aumenta quando os mesmos expõem e compartilham dos mesmos ideais: um país sem violência, onde homens e mulheres são tratados igualmente, e que seres míticos possam deambular livremente pelas ruas sem sofrerem preconceito ou serem condenados a morte.

Eu sou muito fã de fantasias e essa leitura me enriqueceu muito culturalmente. Eu não conhecia nada da mitologia árabe, sobre os segredos do deserto, a magia que dele é extraída e sobre os seres místicos que nele vivem. Tudo isso é mostrado aos leitores com uma leitura bem leve, com personagens muito bem construídos, que vão sendo inseridos aos poucos na trama.

Eu não vou me alongar muito nessa resenha, por que vocês ainda vão ouvir muito falar de deserto aqui do blog justamente por causa desse livro.

Espero que gostem da leitura tanto quanto eu gostei.
Um abraço a todos e até o próximo post!

site: https://www.blogmistoquente.com
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Suellen vieira 12/03/2019

A REBELDE DO DESERTO
Resenha: " REBELDE DO DESERTO" uma história com magia, com criaturas mágicas, como o monstro do pesadelo, com uma forte critica as relações de Poder, as Desigualdades Sociais, o preconceito em relação a mulher. Uma história que fala sobre Amir, uma mulher pobre, que sofre mal tratos em casa e na sociedade por ser mulher que devido a essas condições resolver sair de sua cidade e nessa saída, conhece Jim, com quem irá viver situações que mudaram os seus sonhos e sua forma de ver e viver a vida,
Rebelde do Deserto um livro que me surpreendeu pela forma em que a história foi contada, pelas viradas inesperadas e por seus personagens intrigantes, diversos e fortes.
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Yasmin 01/03/2019

O livro, da Alwyn Hamilton, A Rebelde do Deserto nos apresenta a história de Amani Al'Hiza.

Ela mora com os tios na Vila da Poeira, porém não ver a hora de 'se mandar' desse lugar. Por isso, Amani, como forma de ganhar dinheiro para fugir, decide "tentar a sorte" na Arena de tiroteio.

Ela é excepcional atiradora e sabe que se só depender dela ela consegue o dinheiro. Mas, o responsável da arena é esperto e não vai facilitar a vida dos participantes.

Nesse torneio, ela conhece um forasteiro, que posteriormente ele vai conseguir se salvá-la de toda situação que está inserida. A vida de Amani nunca mais vai ser a mesma.

O que falar desse livro? A obra é eletrizante, intrigante, empolgante, emocionante e perfeito! EU AMEI! Vai ser difícil faz essa resenha, ok? (rindo de nervoso)

Esse livro foi uma surpresa para mim. Eu comprei por causa da capa sem ler a sinopse! Comprei e demorei horrores para começar a leitura. Por outro lado, quando comecei a ler não parei. Virei a noite até terminar de ler, estou literalmente viúva (risos)

Vamos voltar aos aspectos da obra, o ritmo de leitura é fluído. Durante a leitura, não dá pra sentir quanto tempo passa. Isso é ótimo. Além disso, a história é envolvente e tem personagens cativantes.

A principal personagem é Amani. Ela sabe muito bem o que ela quer e corre atrás dos seus objetivos. Ela não tem papas na língua e o melhor luta e atira sem depender de ninguém. O outro personagem é forasteiro é o Jin. Ele tem um humor ácido e é totalmente misterioso.

Enfim, o livro "A Rebelde do Deserto" é muito bom. Quando você começar a ler, não vai mais largá-lo. Mais que recomendado!
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Literários Anônimos 20/02/2019

Surpreendente
≈ Você já se sentiu como se não pertencesse ao lugar que vive? Como se tivesse um mundo melhor e cheio de oportunidades esperando por você? No livro ‘A Rebelde do Deserto’, nossa protagonista Amani Al’Hiza se sente assim. Órfã, mulher em um país onde são obrigadas a casar e além de tudo, pobre, o seu desejo é ir embora da Vila da Poeira onde seu destino é uma vida infeliz.
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❝Era mais do que um desejo. Era um instinto. Uma necessidade.❞
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≈ Amani, uma moça corajosa, determinada a conquistar e realizar seus sonhos. Disposta a deixar tudo para trás rumo ao desconhecido. Jin, um forasteiro misterioso, acusado de traição. Com espírito livre e sonhador, Amani com seu recém conhecido companheiro Jin nos levam numa viagem cheia de aventuras, desafios, fugas de um exército que está na cola dos dois, muita história e cultura sobre o país e seus habitantes, que nos reservam surpresas.
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≈ Com uma escrita leve e fluída, a autora canadense Alwyn nos surpreende com um livro rico em detalhes e com uma parte histórica bem explorada, dando uma boa introdução para o restante dos livros da trilogia, por esse motivo, não temos muita ação no decorrer do livro, visto que é um livro introdutório. Porém, no final, a ação vem e te deixa louco (a) pelo segundo volume da série, que por sinal vou correndo lá ler.
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❝Não importava onde fôssemos, nada mudaria quem éramos.❞
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Dhiego Morais | @liemderry_ 10/02/2019

A Rebelde do Deserto
O vento árido do deserto sopra o perfume de mudança. Escondida entre as dunas sempre irreconhecíveis da planície ressecada se destaca Miraji. Em suas vilas, a população já sabe o que deve fazer, e como deve fazer para sobreviver sob o constante calor. Mas é em Tiroteio, bem nesse local que o destino movimenta suas peças em mais um jogo alarmante. As areias de Miraji se misturarão aos resquícios da pólvora. Um disparo. E foi certeiro.
O ano de 2019 começa mais devagar que 2018, pelo menos em relação às leituras. Todavia, seria maldade dizer que boas escolhas não foram feitas, que experiências não foram testadas e que surpresas não saltaram aos olhos, ao se virar a última e derradeira página do livro. Mas, então, em que parâmetro nossa Rebelde do Deserto poderia se enquadrar?
“Magia e metal não se dão muito bem. Estamos matando a magia. Mas ela está reagindo.”
Lembro-me do momento em que o primeiro livro da série foi lançado por aqui no Brasil, pela editora Seguinte, e de como não dei muita atenção. Era mais um YA (Young Adult) subindo ao palco, recebendo a luz dos holofotes, e, bem, eu não estava mais muito interessado em ler outro romance do gênero. Acabou que me esqueci da trilogia, pelo menos até o lançamento do terceiro volume, quando o hype deu mais um salto e o público leitor no Instagram e Youtube voltou a falar de Alwyn Hamilton. Foi devido às resenhas de uma amiga, Gisele, do blog “Abdução Literária”, que a minha curiosidade venceu qualquer resistência impertinente. Pois bem! Li o primeiro livro e posso dizer: valeu a pena.
Em A Rebelde do Deserto, Hamilton convida os seus leitores a se aventurar pelas terras do Deserto de Miraji, um ambiente inóspito, claramente inspirado na cultura árabe e nas histórias de Mil e Uma Noites, com uma pequena ressalva: aqui, as areias escaldantes se mesclam à pólvora das balas e demais armas de fogo. Temos, portanto, uma fantasia árabe com toques de faroeste.
Sob as rédeas do sultanato, conhecemos nossa protagonista, Amani Al’Hiza, uma jovem órfã e pobre, que, como se não bastasse viver em uma sociedade notavelmente machista, que não tem pudor em fazer e demonstrar a objetificação da figura feminina, bem como sua ausência de voz na vida pública e familiar, Amani convive com a sombra indesejada de seu tio, desejoso de “fazer o sacrifício” de torná-la mais uma de suas esposas.
“Quando too mundo parece ter tanta certeza, é difícil acreditar que alguém esteja certo.”
É extremamente interessante observar como a autora consegue trabalhar a temática do cotidiano e da cultura árabe em seu romance, sem desrespeitá-la, mas não se negando as oportunidades pontuais de tecer sua crítica a um modo de vida servil, que diminui a representatividade da mulher, que a reduz a mero objeto, a mera posse da figura masculina, do líder da casa, da casta ou da nação. Ao optar por uma protagonista jovem e feminina, Alwyn conduz o seu público por diversas reflexões que muitas vezes retornam à condição do berço, do quão díspar podem ser duas vidas pelo nascimento de uma mulher, ao invés de um homem.
Amani é durona e quer provar que o seu destino não se reduzirá a se tornar uma esposa submissa e eternamente grata. Nossa protagonista pode muitas vezes transmitir a imagem de ser cabeça-dura, mas acima de qualquer inflexibilidade há o desejo de sobressair-se em meio a uma cultura opressora. Extremamente habilidosa com uma arma na mão, ela se prova capaz de lutar pelo seu espaço, mesmo que tenha que fugir e cruzar o deserto, sozinha ou ao lado de estranhos; bem como capaz de demonstrações de amizade e empatia.
A ambientação desenhada por Hamilton deve agradar boa parte dos leitores de YA. Fugindo do padrão europeu ou medieval, temos um deserto cheio de mistérios, temperado pelo sobrenatural. Quando As Mil e Uma Noites encontram o faroeste, a magia explode em tons radiantes. Portanto, se prepare para tecer hipóteses sobre os djinnis e toda a mitologia árabe, que, particularmente, também é um espetáculo a parte.
“Assim como as balas, o fogo por si só não distingue o bem do mal.”
A Rebelde do Deserto conta com uma escrita tão fluida quanto sua história, ponto que vale a indicação para aqueles que desejam uma história de pouca complexidade, porém bastante agradável, com personagens interessantes, doses de humor, ação e, invariavelmente, romance.
Vista os seus trajes para cruzar o deserto, leitor. Mas lembre-se de evitar as noites, pois há muito mais na longa planície do que as areias demonstram.

site: http://skullgeek.com.br/resenhas/resenha-a-rebelde-do-deserto-alwyn-hamilton/
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Lê | @lelendolido 25/01/2019

A Rebelde do Deserto
A Rebelde do Deserto é o primeiro livro da trilogia que leva o mesmo nome. O segundo, A Traidora do Trono, e o terceiro, A Heroína da Alvorada, também já foram publicados no Brasil pela editora Seguinte. A trilogia também conta com um e-book de contos, Contos de Areia e Mar.

Sobre o livro

Amani Al’Hiza tem 17 anos e mora na casa do tio, em Vila da Poeira. O que ela mais deseja em sua vida é ir embora para Izman, a capital do deserto de Miraji. Contudo, esse seu objetivo pode ser o mais difícil de sua vida, pois ela não tem dinheiro para fugir. Além disso, seu tio está cogitando se casar com Anami depois que o período de luto que Anami está passando pela morte da mãe acabar.

Sendo assim, Amani veste-se de menino, sai no meio da noite e vai para um campeonato de tiro tentar ganhar o prêmio em dinheiro que é dado ao vencedor da competição. Lá ela ganha o apelido de Bandido dos Olhos Azuis e conhece um estranho forasteiro. Os dois vão armar uma pequena confusão, e Anami se vê voltando para casa sem dinheiro e sem esperanças. No dia seguinte, ela descobrirá que o forasteiro está sendo procurado pela guarda. Ao que tudo indica, ele faz parte dos grupo que apoia a revolução e está ao lado do Príncipe Rebelde Ahmed.

Mas o inesperado acontece quando o mesmo estranho aparece na loja que Amani trabalha. Assim, quando tudo parece estranho o suficiente, ela vê finalmente a sua chance de ir embora da cidade surgir. Mesmo sem saber nada sobre o forasteiro, Amani foge com ele galopando num cavalo mágico e com o exército do sultão atrás deles. Essa decisão mudará sua vida para sempre!



Minha opinião

Em 2016, eu li pela primeira vez A Rebelde do Deserto. Lembro que gostei muito da leitura. No final de 2017, com o lançamento do terceiro livro a heroína da alvorada, resolvi dar continuidade à trilogia. Contudo só fui ter tempo nesse ano, sendo assim resolvi reler o primeiro livro para ler a trilogia completa no mesmo mês. Minha decisão de reler o primeiro livro foi muito sabia, pois lembrei de fatos que eu tinha esquecido e de como essa história é legal.

A primeira coisa que preciso comentar é sobre o mundo criado pela autora. Eu nunca tinha lido nada que se passasse no deserto e simplesmente amei tudo que foi apresentado aqui. O deserto é um lugar difícil de se viver, sem falar que não é um dos melhores lugares para uma mulher, pois estamos falando de um mundo com uma cultura árabe, na qual as mulheres não têm escolhas. Alwyn Hamilton usa de lendas e histórias do folclore árabe e apresenta os seres mágicos da obra, seres primordiais e djinnis.

Apesar de tudo, aquele era o melhor plano à mão. Ele parecia conhecer Miraji melhor do que eu. E eu estaria mentindo se dissesse que não queria continuar perto dele. E mentir era pecado.




Outro ponto positivo na história são os personagens, eu amei todos eles. Amani é incrível, ela não aceita muito bem as regras absurdas do lugar onde vive. Órfã e vivendo numa casa quer não quer, ela é uma mulher forte e determinada. Como mora em um lugar que tem uma fábrica de armas, ela sabe atirar como ninguém, e vamos ver ela em ação em muitos momentos. Além disso, ela se mostra ótima em fugir e lidar com as situações que aparecem.

Jin é um amor só, misterioso e cheio de convicção, ele se revela um grande amigo. Há um toque de romance no livro, mas é tudo tão sutil que me fez querer ver mais do que a autora mostra. Adorei que esse elemento ficou em segundo plano, acredito que a autora vai trabalhar esse casal com calma. Não posso esquecer dos dos personagens secundários, que encantam desde o momento em que aparecem, eles têm história e não estão no livro a passeio. Já consegui gostar de alguns, espero ver mais deles nos próximos livros da trilogia.

Uma nova alvorada. Um novo deserto.

A narrativa em primeira pessoa tem o foco em Amani, sendo assim me aproximei muito dela. A escrita da Alwyn Hamilton é muito leve, envolvente e segue um ritmo continuo, não dá vontade de parar de ler. A parte política é muito interessante e vai sendo apresentada aos poucos, porém a autora deixou muito para ser desenvolvido no segundo livro, acredito eu.

A Rebelde do Deserto é com certeza uma das melhores fantasias que já li, estou muito feliz em ter encontrado esse mundo. A trama política bem elaborada, as ótimas cenas de ação, os incríveis personagens e as grandes surpresas, fizeram de dessa uma das melhores fantasia que já li. Fechei o livro com vontade de quero mais. O segundo livro promete!

site: https://www.lelendolido.com.br/2019/01/a-rebelde-do-deserto-alwyn-hamilton.html
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Paloma | @eusou.paloma 23/01/2019

imersão na mitologia árabe
Como a sinopse já diz, aqui conhecemos Amani uma garota forte que tem como único objetivo de vida 'ser feliz' e com a ajuda de um novo parceiro ela consegue dar início a essa jornada/fuga.
- Vamos aos pontos positivos desse livro:
Primeiro, tenho que louvar a capacidade da autora de criar uma protagonista com uma personalidade marcante, independente e muito capaz de se manter sozinha no mundo. (Amani, we love you!)
Segundo, a incrível imersão que tive na mitologia árabe e em todo esse mundo de magia e criaturas mágicas do deserto. Existe coisa melhor do que isso? Acho que não. Ainda mais para alguém tão fascinada nesse assunto como eu.
Terceiro, o super plot twist que a autora joga na nossa cara lá pro final do livro (!!!).
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- Porém o livro também teve alguns pontos negativos:
Apesar de toda a história ser super fascinante, a troca de cenas da autora é muito fraca. Em um momento estamos aqui e no próximo parágrafo estamos lá. Onde eu estou? Por conta disso as cenas de ação ficam meio apagadas, como se você estivesse lendo só mais alguma descrição.
O segundo ponto negativo foi a falta de algum personagem profundo além da Amani. Senti que a autora só desenvolveu a protagonista e deixou as outras personagens muito superficiais. E posso afirmar com certeza que muitas delas são incríveis, fascinantes e que fazem a completa diferença na história.
Apesar de todas essas considerações, eu li o livro em menos de dois dias! Então espero que a autora aprofunde tudo no segundo livro, que eu aguardo ansiosa!
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Silvana - Blog Prefácio 04/01/2019

Amani Al’Hiza é uma órfã que vive na Vila da Poeira, no Último Condado, uma das cidades mais pobres de Miraji, nação dominada pelo deserto. A economia local gira em torno da fabricação de armas, e para sobreviver as pessoas, ou trabalham nas minas de ferro, ou nas fabricas de armas. Depois que sua mãe faleceu, Amani foi morar com seus tios, que apesar de tê-la recebido em sua casa, tratam Amani muito mal e ela sonha com o dia em que vai ter uma vida melhor, o dia em que vai poder ir para Izman, a capital de Miraji. O problema é que Amani não tem nenhum dinheiro para sair da Vila da Poeira. Mas quando ela ouve seu tio falando que já está na hora de Amani se casar com alguém que dome ela, até com ele mesmo se necessário, Amani decide usar a unica coisa que aprendeu a fazer em sua vida: atirar.

Amani sabe que na cidade de Tiroteio existe um concurso de tiro onde o prêmio para o vencedor é o dinheiro que ela precisa para fugir para a capital. E como ela cresceu com uma arma na mão derrubando garrafas vazias, ela sabe que pode sair do concurso vitoriosa. Mas como ela é uma mulher e mulheres, pobres e órfãos não tem vida fácil em Miraji, Amani se veste de menino e se inscreve para o concurso. E ela consegue chegar até a final do concurso, junto com o vencedor da casa e um forasteiro, que atira tão bem quanto ela. Mas antes da prova final, um garoto que apoia Ahmed, o filho rebelde do sultão, é pego como traidor e acaba sendo colocado como alvo dos tiros, o que resulta em uma confusão e Amani precisa fugir sem o prêmio para não ser presa.

No dia seguinte o caminho de Amani e do forasteiro, que diz se chamar Jin, volta a se cruzar. E Amani acaba salvando a vida dele, que está sendo procurado pelo exercito do sultão por traição, e em troca pede que Jin a ajude a fugir para a capital. Ele nega, e antes que Amani possa convencê-lo, começa uma confusão pois tem um Buraqi, um cavalo do deserto feito de areia, vento e fogo solto na Vila. Amani vê ali sua chance de conseguir fugir e até consegue capturar o animal. Mas ela é reconhecida como o "Bandido de Olhos Azuis" do concurso de tiros da outra noite. E quando percebe já está montada no Buraqi com Jin, fugindo do Exército do sultão. E no caminho Amani vai ter que enfrentar não só o exército do sultão, mas também as criaturas imortais que habitam Miraji e seus arredores. E nessa jornada ela vai aprender mais sobre si mesma e vai ter que fazer escolhas que podem decidir não somente sua vida, mas a de todos em Miraji.

“– Você é este país, Amani. – ele disse, mais baixo agora. – Mais viva do que qualquer coisa deveria ser neste lugar. Toda feita de fogo e pólvora, com um dedo sempre no gatilho”.

Eu esperava gostar desse livro, mas não esperava gostar tanto. Gente que livro, que história, que protagonista. A autora inseriu uma mistura de faroeste com mitologia árabe que se passa em um deserto e tudo o que tinha para dar errado, acabou dando certo nessa história. Poderia ser apenas mais um livro de fantasia com os clichês do gênero, mas foi o contrário disso. A história se tornou unica, principalmente por causa do casal de protagonistas, Amani e Jin. Eles se gostam logo de cara, e claro que logo torcemos por um romance. Mas o que marca esse casal, é o respeito que um tem pelo outro, principalmente Jin, que apesar de viver em um lugar dominado pelo machismo, não saiu aos seus.

É lindo de ver como eles se tratam como iguais, como um ouve a opinião e as ideias do outro, eles discordam, mas se respeitam, um sabe o valor que o outro tem. Os dois erram, mas aprendem com os erros, e esse foi outro dos pontos fortes do livro, acompanhar o crescimentos dos personagens, principalmente da Amani, já que a história é narrada em primeira pessoa por ela. E tem vários personagens secundários que ganharam algum destaque do meio do livro em diante e que acredito que terão um papel maior nos próximos volumes da trilogia, como o Ahmed e alguns de seus seguidores.

Outra coisa que gostei foi que a história parece ter sido dividida em duas partes. Na primeira temos mais sobre a vida de Amani na vila, e de como sair de lá é tudo o que importa para ela. Já na segunda parte é onde entra a magia e é onde vemos uma Amani mais amadurecida, uma Amani que já não pensa somente nela, mas no todo e suas decisões agora são diferentes das tomadas no começo do livro. Espero que no segundo livro a autora não mude essa evolução e estrague tudo hehe.

Uma das coisas que também me chamou a atenção foi que a escrita da autora é daquelas que a gente assiste o que está acontecendo, principalmente nas cenas das batalhas. Eu não sou tão fã de filmes de lutas, mas teve uma das cenas que fiquei embasbacada e visualizei tudo o que estava sendo narrado ali. E o final não tem aquele gancho para o próximo livro que te deixa eu preciso ler o segundo, mas gostei da forma como terminou e espero que o segundo livro continue no mesmo nível, até porque agora minhas expectativas estão altas hehe. Quanto a edição está muito bonita e a capa e as cores escolhidas são maravilhosas. Só tenho que reclamar da editora colocar o marcador na orelha. Eu nunca consigo cortar ele certo hehe. Se você gosta de livros de fantasia, com certeza vai amar esse.

site: https://blogprefacio.blogspot.com/2018/11/resenha-rebelde-do-deserto-alwyn.html
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Mel 25/12/2018

Livro : A Rebelde do Deserto/ Autora: Alwyn Hamilton

Amani é uma mulher, podre e órfã, em outras palavras ela não tem voz e é considera um peso ou apenas mais um objeto a ser usado pelos homens.

Moradora do deserto de Miraji ou mais especificamente Vila da Poeira, Amani nunca conheceu nada além de areia e deserto, seu sonho desde sempre é fugir dali e começar uma nova vida, sem repressão e principalmente onde não seja vista como alguém fraca.

Desde muito cedo Amani vem planejando sua fuga, seu destino a princípio é Izman, capital de Miraji, as história contadas por sua mãe sempre a deram esperança de um futuro melhor, esse sempre foi um plano das duas mas depois que sua mãe foi enforcada, fugir de Vila da Poeira deixou de ser um desejo para ser uma necessidade.

Amani apesar de muito jovem é extremamente habilidosa com armas, jamais errando um tiro e é usando esse talento que ela pretende escapar.

No meio de diversos percalços em seu plano Amani cruza com um forasteiro e ambos precisam unir forças não só para escapar de Vila da Poeira como também para cruzar o deserto e sobreviver a todas as criaturas horripilantes que vivem por lá.

O deserto de Miraji é governado por mortais, mas criaturas místicas rondam as áreas mais selvagens e remotas.
Criaturas como Djinnis, ou monstros que causam os pesadelos mais horripilantes estão soltas e ninguém gostaria de ter o desprazer de cruzar com qualquer uma delas.

Nossa protagonista tem uma grande evolução ao decorrer da narrativa, seu trageto está cheio das mais inesperadas surpresas.
Dentre elas está a facção Rebelde e um certo Príncipe que não só entendi Amani como ninguém jamais entendeu como também a trata de igual para igual.
Grandes revelações também fazem parte do seu destino, ela nunca imaginou que o mundo fosse tão grande e que houvessem tantas possibilidades.

O livro possui uma narrativa extremamente envolvente, seus personagens e principalmente nossa protagonista são muito bem desenvolvidos ao longo da história, outros personagens também se destacam e dentre eles temos criaturas que possuem magia, mulheres empodeiradas e príncipes rebeldes.

A autora utiliza a cultura árabe e o deserto de uma forma tão real que é como se fosse possível sentir a areia na própria pele.
Suas criaturas causam medo e ao mesmo tempo admiração, seu universo é rico e original, seus personagens são tudo menos caricatos.

Esse com certeza é um daqueles livros que não poderia ficar de fora da minha lista de favoritos e Amani é o tipo de personagem que dá prazer em acompanhar, principalmente se o que você procura é uma maravilhosa fantasia e uma personagem cheia de representatividade.
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Leyla 30/11/2018

Quero o filme na minha mesa pra ontem
Quero o filme na minha mesa pra ontem , como assim essa belezura ainda tem adaptado??
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