DangeRock

DangeRock M.S. Fayes




Resenhas - DangerRock


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Jéssica 09/05/2017

DangeRock - M.S. Fayes
Eve McGannon desdo colegial é apaixona pelo seu melhor amigo Brandon Conwell, o tipo perfeito de “galinha” que sempre esta com uma garota diferente por semana, mas Eve sempre soube esconder bem seus sentimentos tanto que junto com Brandon e mais dois amigos eles criar uma banda de rock, a DangeRock.

Depois de alguns anos a DangeRock começa a fazer sucesso e pra alavancar ela mais ainda eles recebem uma proposta para fazerem uma parceria com a famosa banda FunBock, do badalado cantor Mitchell Clay que instantaneamente fica encantado pela Eve, que se tornou uma garota cheia de atitude, sem “papas” na linguá com seus cabelos roxos.

Mesmo ainda apaixonada pelo Brandon, Eve, se vê sendo seduzida pela charme e ombro amigo de Mitchell que esta usada do seu lado mais sedutor para fazer dela sua. E claro que toda essa atenção que Eve esta recebendo meche com Brandon, mas mesmo ele a descobrindo como mulher não quer estragar a amizade deles começando um relacionamento.

Então será que Eve vai conseguir esquecer o Brandon e se deixar ser conquista por Mitchell? Será que Mitchell é esse cara tão perfeito que se mostra para Eve ou ele é exatamente como a mídia o descreve, o tipico astro do rock envolvido com drogas e conquistador que nunca fica preso por garota alguma? Será que Brandon vai deixar escapar a única garota que o entende perfeitamente?

Como deu para perceber pelo resumo/introdução do enredo acima temos um romance um tanto clichê, garota apaixonada pelo melhor amigo que só percebe que pode esta apaixonado por ela quando surgi um oponente, mas a autora conseguiu fazer o enredo ser tão envolvente em algumas partes que relevamos esse clichê. Também temos alguns pontos altos no enredo que prende nossa atenção além do romance, temos abordado um pouco das faras feitas pelos membros da banda, agressão contra mulher e como as consequências acontecem com pessoas famosas além de um fã perseguidor da nossa protagonista. Só não gostei do fim que a autora deu para o fã perseguidor de Eve, para mim ficou a impressão que ela tinha esquecido dele e no final junto junto com o desfeixo de outro personagem junto o dele ficando um tanto forçado, ela poderia ter criado um suspense muito maior com ele deixando a leitura ainda mais envolvente.

Enfim, temos personagens bacanas que aos poucos vão se mostrando para o leitor e alguns nos conquistam mesmo fazendo varias burradas, o Brandon por exemplo, também temos pontos altos além do romance e um final mega fofinho. Então se você curte romance envolvendo bandas de rock com uma escrita fluida e com trechos intercalados entre a narrativa dos personagens essa é uma boa dica de leitura para você.


site: http://meumundo-meuestilo.blogspot.com.br/2017/01/resenha-dangerock-m-s-fayes.html
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Milas Caldas 17/06/2017

Quatro amigos e um único sonho: serem estrelas do rock e viverem bem dos ganhos da sua música. Mas para isso eles vem batalhando pesado a cinco anos, e continuam juntos na estrada como uma grande família. E, como toda boa família, eles possuem seu drama interno, o que no caso, é o drama da Eve, nossa vocalista tímida que desde a infância é completamente apaixonada por seu melhor amigo, e guitarrista da banda, o Brandon. Pena que ele só a enxerga como uma “irmã” e vive de pegação com qualquer mulher que o dê bola. E vamos combinar, depois de tantos anos, Eve meio que já está de saco cheio de não ser notada.

Com seus cabelos roxos e sua paixão pelo Rock, Eve pode ser tida como “porra louca” as vezes, mas ela ta aí para provar que sexo, drogas e rock N’ Roll não estão tão intimamente ligados como dizem. Drogas não é a praia de Eve, o sexo talvez fique por conta dos outros três integrantes da banda que sempre estão envolvidos em aventuras sexuais (não que nós tenhamos os detalhes sórdidos, mas temos uma ideia da coisa) e o Rock N’ Roll é mais que garantido. DangeRock está na estrada e após cinco anos de muita luta, conseguem uma chance de ouro: o grande astro Mitch Clay reparou neles e os quer abrindo os show da sua banda! Eles topam, e é ai que as coisas melhoram e pioram ao mesmo tempo.

O livro é narrado pelo ponto de vista da Eve e alterna entra uma narrativa do Mitch e do Brandon, o que algumas vezes me deixou confusa. Em alguns momentos eram sinalizadas as mudanças de narrador, mas admito que eu achei todos muito parecidos na forma de pensar e agir, e isso não me agradou muito. Acho que se a narração tivesse sido mantida só na Eve, a narrativa teria funcionado melhor ao meu ver. Fora que alguns momentos de deslize, enquanto um narrava havia algumas colocações “erradas”, por exemplo, Eve estava narrando, em primeira pessoa, e quando ela falava algo, aparecia ao final algo tipo “ela falou”. Se é que vocês me entenderam.

A escrita da autora é bem fluida e gostosa de ler, mas não sei, acho que o livro não faz muito meu estilo, pois achei que tinha muito “mimimi” e pouca “ação”. A Eve passou mais tempo chorando suas lamúrias que realmente fazendo algo. Tinha horas que dava vontade de dar umas sacudidas nela e gritar: “ACORDA PRA VIDA MULHER!”. O Brandon era outro que eu não sabia se eu dava uns tapas, ou uns beijos. Que foi? Pela descrição ele era lindo de morrer e eu também quero minha chance. rs. Brincadeiras a parte. O casal principal não me cativou tanto. Admito que cheguei a torcer para a Eve dar um pé na bunda do Brandon e partir para outra.

O Mitch foi uma surpresa e uma decepção. Não sei, acho que eu esperava outra coisa dele, ou do rumo da história. Algumas coisas foram muito fáceis e até meio sem lógica para mim, em alguns momentos, mas como sou aquele tipo de pessoa paranoica que quer ver todos os ângulos bem fechados, admito que isso não influenciou tanto assim.

“Mas Milena, você não gostou do livro?” Calma gente, eu gostei sim. Não gostei 100%, e achei algumas partes um pouco enfadonhas, mas de forma geral achei uma leitura divertida e li super rápido. Foi a primeira obra que li da autora e acho que ela possuí um grande potencial!

Para quem gosta de música, no famoso Spotify tem uma playlist dedicada ao livro! Não sei dizer se as músicas da playlist estão presentes no livro de forma traduzida, pois há trechos de músicas no livro, mas quando li achei que eram criações da autora, ou se foram músicas que a inspiraram no processo de escrita, mas são músicas muito legaisI.

site: http://minhacontracapa.com.br/2016/08/resenha-dangerock-de-m-s-fayes/
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Mony D'Acri 13/08/2017

Falando sobre: DangeRock de M.S.Fayes
A protagonista Eve, uma garota de gênio forte, é a vocalista da banda DangeRock junto com seus três amigos de anos, e apaixonada por Brandon, o guitarrista, mas esconde este sentimento, sofrendo vendo dia após dia ele se divertindo com outras garotas. A banda começa a ter uma maior projeção quando, Mitchell Clay, roqueiro e astro da FunBock, convida o grupo para abir os shows de sua próxima turnê. Onde começa a fazer um dueto musical com Eve, que passa a mostrar outro lado dela, mais sensual, levando Mitchell a se interessar por ela.

Podia ser simplesmente um romance com uma banda de rock, mas a autora aborda temas como drogas, bebidas, as facilidades adquiridas com a fama, a falta de privacidade, agressão física, perseguição de fã, e claro nos mostra uma grande amizade entre os membros da banda, que cresce com eles, se mantém e solidifica, mesmo com o sucesso.

site: https://umblogsobreesmaltes.blogspot.com.br/2017/08/o-melhor-de-julho-o-ceifador-e-dangerock.html
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Aurora.Karoliny 03/10/2017

Uau
Um livro que me fez suspirar e passar muito raiva. a autora me encantou com sua escrita .
não vejo a hora dos proximos livros dessa série

site: https://www.instagram.com/p/BZ3i8qil_I6/?taken-by=aurorakaroliny
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Conchego das Letras 09/10/2017

Resenha Completa
Oi, pessoal!

DangeRock é uma banda composta por quatro amigos desde a adolescência que, aos poucos, estão conseguindo alcançar os seus sonhos, sendo reconhecidos pelas suas músicas. Eve é a vocalista da banda e consegue deixar muitos fãs apaixonados com a sua voz roca.

Quem olha de fora, pensa que Eve é uma garota destemida e rebelde, pois fala tudo o que pensa e tem um temperamento forte. Contudo, não é nada disso... Ela é uma jovem, doce, carinhosa e tímida que guarda um segredo desde a infância, ela é apaixonada pelo melhor amigo e guitarrista da banda, Brandon. Já ele, nem desconfia desse amor e a trata com carinho de irmão.


Mitchell, um astro musical encantado com Eve e a sua voz, convida a banda DangeRock para gravar uma música e o acompanhar em uma turnê. Seria um grande passo para a banda, mas nem tudo é tão fácil e eles se encontram em uma situação complicada.

Com a aproximação de Mitchell, Brandon descobre um novo sentimento e sem saber como lidar, acaba fazendo muitas coisas erradas, deixando Eve cada vez mais vulnerável ao charme do astro.

Além dos dois, vamos conhecer um pouco os outros componentes da banda, Phil e Malcon. É impossível não se apaixonar e querer livros de cada um para conhecer melhor a personalidade dos garotos.

É uma história com leitura leve, um pouco clichê e apaixonante!!! Gostei bastante do carinho entre os quatro, a preocupação dos meninos com Eve e a amizade deles.


site: http://www.conchegodasletras.com.br/2017/10/cantinho-da-daya-danger-rock-ms-fayes.html
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Paula 11/10/2017

Magnífico DANGEROCK
“...Percebi que o Felizes para Sempre era o hoje. Viver o dia presente ao lado da pessoa amada, fazendo aquilo que mais amamos. Viver com intensidade, esperança de que o hoje tenha sido muito mais excitante que o ontem. E o amanhã, mais do que hoje.” (Evie)

Mais uma vez um livro para minha lista de favoritos... Amo livros com astros de rock; esse universo tem um caráter de sedução tão intrínseco, emana uma atmosfera meio primitiva, não sei explicar... Dangerock mistura a sensualidade desse mundo do rock, com um quê de inocência, o que traz um diferencial a essa história que poderia tornar-se um clichê (mas passa longe disso, até porque é impossível a escrita da M.S.Fayes ser clichê!). Este antagonismo pode ser em função da história da banda desde sua constituição até o início da fama, especialmente se considerarmos todo o enredo sob o ponto de vista de Eve. Além disso, pode-se considerar o fato da sublimação de um amor adolescente até a fase adulta favorecer a aura de inocência que fica tão evidenciada no início da história...
Mas enfim, falemos de toda a trama que me conquistou de forma tão arrebatadora. M. S. Fayes nos apresenta uma banda formada por amigos que dividem um sonho; e a força dessa amizade faz com que o caminho trilhado seja mais fácil nessa estrada rumo à fama, sempre tão cheia de obstáculos, tentações e provações. Contudo, se fosse somente isso, seria mais tranquilo... O fato é que Evie, personagem principal e também vocalista da banda, é apaixonada por Brandon (suspiros e mais suspiros para esse maravilhoso “delícia”), seu amigo de infância e guitarrista do grupo, mas ele nem imagina todo sentimento que ela nutre, por tanto tempo e guardado a sete chaves.
Evie não me parece um estereótipo do mundo do rock... Extremamente jovem, vê-se numa carreira meteórica, que a assusta, mas ao mesmo tempo a encanta. Sua força dentro do grupo é mascarada pelo excesso de zelo dos seus amigos e companheiros de banda, que a respeitam e a sufocam com um comportamento superprotetor, blindando-a de praticamente tudo. Mas isso a incomoda, especialmente quando se refere a Brandon, com quem queria manter uma relação para além da amizade... Só que isso parecia um sonho, bem distante...

“Eu não sou uma estrela do rock. Eu sou uma cantora, que porventura ama o rock e se autointitula roqueira, mas ainda assim sou apenas eu. Apenas uma pessoa a mais nesse mar de cantores espalhados pelo país” (Evie).

Claro que o estilo de vida dos seus amigos e parceiros não favorecia a autoconfiança de Evie. Obrigada a viver, digamos, numa redoma, ela somente não era protegida de presenciar as aventuras de Brandon com outras mulheres; era obrigada a engolir e sofrer calada a maioria delas. Acredito que em função de todo esse sentimento suprimido, Evie acabou por tonar-se uma pessoa não tão consciente de sua beleza e imponência, não se enxergava como os outros a viam. E sempre era surpreendida quando se deparava com outra realidade.

“Você não se enxerga como nós a vemos. Você é pura, doce, rebelde ao mesmo tempo. Faz uma pose de durona, mas é completamente derretida e amável por dentro. Fora o fato que é linda e absurdamente sexy. Você é inteligente, talentosa, excepcional”. (Brandon).

Brandon por sua vez, tinha uma história de vida muito sofrida, cheia de perdas e, apesar disso, ainda era capaz de ver o lado bom da vida, de ver alegria nas coisas. Contudo, é possível que o sofrimento enfrentado por todos os anos, tenha blindado seu coração, impedindo que enxergasse pessoas que realmente o amam; entregando-se apenas a aventuras, somente pelo prazer sexual. Via em Evie uma irmã, tendo se forçado a isso na verdade, decidiu nunca olha-la com outros olhos, embora nem sempre conseguisse (disfarçando muito bem). Mesmo que ela acreditasse que a “paixonite” era uma via de mão única, Brandon sempre deu indícios quase imperceptíveis de que a recíproca poderia tornar-se verdadeira. Ele não se permitia nutrir nenhum sentimento como desejo e amor carnal por uma pessoa que cresceu como irmã por todo esse tempo.

“Brandon... não me machuque.” (Evie)
“Eu não vou te machucar mais, anjinho.” (Brandon)

A falta de reciprocidade do sentimento, associado à falta de liberdade e solidão que muitas vezes sentia, amplificou a sensação de aprisionamento, sufocando Evie de maneira tal, que despertou a necessidade de dar um grito de liberdade. A mudança brusca de comportamento dela gerou na banda um sentimento coletivo de desconforto e descrença. Especialmente em Brandon, ecoando nos seus ouvidos e, principalmente no coração, emergindo e libertando os fortes sentimentos que nem havia se dado conta que reprimia, mesmo que ainda confusos e incipientes, há tanto tempo sublimados. E é aí que o livro pega fogo....

“Talvez eu me sinta cansada de sempre estar sozinha” (Evie).

De um lado uma Evie liberta, vivendo a vida, entregando-se a experiências novas, rebelando-se contra comportamentos de excessiva proteção... De outro lado, Brandon, um homem desesperado pelo medo de perda iminente da amiga e mulher que não sabia amar tão intensamente (em minha opinião, recusava-se a aceitar esse amor). Esse grito de liberdade de Eve desperta em Brandon um sentimento que ele vinha tentando sublimar, despertou o seu lado primitivo, mas que ainda precisava compreender tudo que estava sentindo. Enquanto Brandon passa por esse processo de autoconhecimento e autoaceitação, muita coisa acontece no enredo...

“Você continua sendo um enigma lindo pra mim, Evie.” (Brandon).

“Aquela Evie nunca foi sua, porque você nunca quis. Então agora se acostume com esta Evie, que está na sua frente”. (Evie)

Ao se dar conta de tudo que podia estar perdendo, Brandon resolve correr atrás de tudo que deixou de viver com Evie. Brandon se sentiu ameaçado, quando, uma Evie mais madura e confiante, passou a despertar o interesse de outros homens, bem sucedidos e cheios de autoconfiança, e mais além disso, de haver a possibilidade de reciprocidade desse sentimento por ela. Em um momento de busca pela recuperação desse amor que temia haver perdido, Brandon é acometido por um desespero, emitindo comportamentos que quase levaram a um sério conflito na banda, com marcas difíceis de recuperar, especialmente no que tange à sua amada.

“Eu por acaso não valho a pena para ter alguém interessado em mim?” (Evie)

Em meio a tudo isso, o lado obscuro do mundo do Rock ameaça a inocência dessa banda, aproveitando o momento de vulnerabilidade de seus líderes. Influências negativas tentam corroer, inclusive, a solidez de uma amizade construída em meio a tantas dificuldades. Seria a banda e esse casal capaz de resistir a tanta dificuldade e a tantas seduções que o meio apresenta?
É aí que se mostra a grande versatilidade e criatividade da M. S. Fayes! Ao desenrolar o enredo de forma magnânima, faz com que os personagens amadureçam de acordo com a necessidade e com as exigências do mundo do Rock, mas sem perder a essência, sem ceder aos malefícios da carreira meteórica, e acima de tudo, sem macular uma amizade forte (que é a identidade dessa banda) e ainda, permitir a expressão e construção de uma linda história de amor.

“Alguém percebeu que eu cresci e que posso ser interessante.” (Evie).

O momento em que Brandon resolve assumir seu amor e, além disso, convencer Evie do que realmente sempre sentiu, é lindo de ler; é algo que arrancou uma quantidade imensurável de suspiros da pessoa que vos escreve. Ahhhh Brandon, isso não se faz com o coração desta pobre leitora. O momento da entrega, uma entrega mútua, faz com que percebamos o quão forte é a Evie, e o quão inocente pode ser Brandon. As provações enfrentadas fizeram com que ambos passassem por um processo de autoconhecimento. Evie percebeu que ela dependia somente dela para ser feliz, tornando-se mais forte e se responsabilizando por suas escolhas, e assim, ESCOLHENDO amar Brandon. Já ele, em todo este processo, mostra uma inocência e até certa fragilidade, pois ainda era inexperiente no que se refere ao amor.

“Eu te amo. Acho que jamais vou me cansar de agradecer pela oportunidade de você ter me permitido amá-la, Eve. E vou tentar nunca mais decepcionar você.” (Brandon).

“Você é minha, Evie. Minha” (Brandon).


Quando encontram o equilíbrio entre seus processos de crescimento pessoal e profissional, bem como a aceitação de uma série de fatores, entregam-se ao sentimento guardado, de uma forma tão sublime que nos encanta. Vemos o amadurecimento de um amor verdadeiro e arrebatador, mesmo em meio a tantos conflitos e dificuldades. Um amor sólido, mesmo com tão pouca idade do casal, mesmo com a inexperiência que é comum a ambos, ultrapassa qualquer intempérie para se fortalecer. É uma história que poderia ser mais do mesmo, mas passa longe disso, mostra-nos mais uma história marcante dessa autora sensacional e eclética. Sou fã e mais que recomendo. Ansiosa pelos próximos livros dessa série para poder viajar com essa banda dos sonhos.

“Se antes eu apenas amava com meu coração, agora eu amava com meu corpo e minha alma” (Evie).

“A diferença era que agora ele era completamente meu. Meu amigo, meu parceiro, meu amor. E não há sensação melhor do que aquela de pertencer.” (Evie)
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Portal JuLund 18/10/2017

DangeRock, Editora Pandorga
Eve McGannon e Brandon Conwell são melhores amigos desde crianças e na adolescência criaram a banda High Rockers junto com dois amigos, Malcom e Phil. Com o passar dos anos, a banda mudou de nome, agora se chama DangeRock, e aos vinte e poucos anos, os amigos viajam o país fazendo shows e arrebatando fãs por onde passam.
Uma bela noite, depois de um show, a grande estrela do rock Mitchell Clay aparece no camarim de Eve com uma proposta irrecusável: viajar com a banda de Mitchell abrindo os shows da sua banda, a FunBock e participar de um dueto com o próprio Mitchell. Essa era uma chance que nenhuma banda poderia recusar e claro que a DangeRock aceita o convite.
Agora, vamos falar com um pouco sobre os bastidores da DangeRock.
Desde sempre Eve é apaixonada por Brandon, mas ela acredita que ele a vê apenas como amiga. O fato de ele estar sempre enfiado por aí com alguma groupie (literal e figurativamente falando) faz Eve sofrer e só reforça a crença de Eve de que Brancon a vê APENAS como melhor amiga.
Já Brandon ama Eve desde criança, mas tem medo de se envolver com ela e acredita que ela gosta dele APENAS COMO AMIGO. Ô povo cego, gzuiz! Rs
Enquanto Brandon vive galinhando com suas groupies, Eve se guardou para o dia em que Brandon finalmente iria ver que ela é muito mais do que apenas sua melhor amiga. Mas, cansada de esperar por esse dia, ela decide mudar de atitude e seguir a vida, e quer melhor oportunidade de fazerisso do que quando um super astro resolver arrastar suas asinhas pra cima dela? Pois é. O grande roqueiro Mitchell “cai de amores” por Eve e decide que precisa tê-la em sua cama.
Acostumado a ver Eve rechaçar todo e qualquer avanço dos fãs, Brandon começa a surtar ao ver que Mitchell não mete esforços para seduzir Eve. E a coisa piora quando ele vê que ela está aberta às investidas de Mitchell.
E quando as duas bandas saem em turnê, as coisas começam a ficar bem bagunçadas. Mitchell, com um ego do tamanho do mundo, faz de tudo (de tudo mesmo) para ter Eve, enquanto Eve tenta esquecer o amor que sente por Brandon, e Brandon tenta aceitar que o que sente por Eve é muito mais que amizade. O fato de Eve estar mostrando uma lado até então desconhecido de todos, abala as estruturas de Brandon, mas ele é simplesmente muito cabeça dura e levemente tapado para não aceitar que é louco pela Eve.

Resenha completa no

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/resenha-de-dangerock-editora-pandorga
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@Livrosdami_ 18/10/2017

DANGEROCK - ROMANCE GOSTOSINHO...
Eve, mocinha linda e virgem, cantora de uma banda de rock, amiga e loucamente apaixonada por seu melhor amigo, desde... Sempre.
.Brandon, um típico Playboy, guitarrista, mulherengo e melhor amigo da mocinha Eve.
.Temos mais dois participante da banda, mas eles são apenas de apoio. Kkkkkkkkk.
Após um convite inesperado de uma das bandas de rock bem sucedida, Eve se vê no meio de muito glamour, mas e muita dor tbm.
.Já o babaca do Brandon, (digo babaca pq é exatamente o que ele é no começo do livro) começa a enxergar a Eve com outros olhos, mesmo achando que não deveria, pq ele sempre a amou como irmã e sempre a respeitou com tal. Porém, ao ver que ela está abrindo mão do sentimento por ele, Brandon acorda...
Mas será que não foi tarde demais?
Será que o amor vence a luxúria e o glamor? ??
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.Eu amei a estória. Super recomendo.
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🔝(Minha avaliação foi 4 pq faça para explorar mais o descobrimento do Brandon. Mas adorei.)
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