A Química Que Há Entre Nós

A Química Que Há Entre Nós Krystal Sutherland




Resenhas - A Química Que Há Entre Nós


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Gio 11/11/2017

Jovem, fofo, engraçado e com alguns tapas na cara


Já quero falar que esse livro me lembrou um pouquinho Eleanor e Park, se você gostou talvez possa gostar desse aqui também, não é o melhor Young Adult já escrito no universo, tem alguns clichês básicos, porém passa uma lição de vida também algumas frases da Grace são bem tapas na cara, acho que depois desse livro pra pensar um pouco na vida, nas nossas prioridades e escolhas, eu gostei de fazer essa leitura e ver mensagem que a autora passa, que é mesmo que o amor seja grande, ele não pode consertar tudo, salvar tudo e todo mundo que pra mim sempre é um problema e por isso vivo fugindo de livros jovenzinhos.

Aqui a gente vai conhecer a estória Grace Town e do Henry Page, o Henry se apaixona loucamente por ela mas ela não é o tipo de pessoa que alguém se apaixona se é que eu posso dizer assim, ela chega na sala de aula atrasada, ela está com roupas de menino e bem largas, mancando e usando uma bengala e no primeiro dia ela parece estar bem suja e até fedendo, ela e diferente, não fala com ninguém e o titulo faz todo sentido.

O Henry que narra a estória e ele é muito engraçado, ele não é o garotinho popular, o fodão, mas ele também não e o garoto que sofre bullying e que a escola toda odeia, ele não tá afim de se apaixonar porque ele não quer perder esse tempo agora, o que ele quer muito e ser editor chefe do jornal, esse é o sonho dele mas ele descobre que tem que dividir isso com a Grace e eles irão ter que conviver e fazer o melhor para o jornal, ela não quer escrever porque por algum motivo misterioso ela parou de fazer isso e a partir dai que a estória deles se desenvolve.

O que é muito legal nesse livro e que o nosso protagonista tem um amigo e uma amiga e eles são maravilhosos e vivem indo na casa dele, e ele tem uma irmã que tocou o terror quando mais nova e ele não quer ser assim, e ele tem pais maravilhosos e muito liberais, não são aqueles adolescentes que não tem pais em casa e que nem lembra que o filho existe, eles são pais que estão ali sempre e que mesmo liberais o Henry avisa que vai sair e beber entre outras coisas, achei bem legal a interação de todos esses personagens.

Voltando o foco do "casal", claro que o Henry fica bastante intrigado com essa menina e resolve dar uma de stalker, ele entra no facebook e acaba achando uma Grace mas ela é tá bem diferente, a 3 meses tem uma foto dela sorrindo, com o cabelo muito lindo, de vestido e batom vermelho. Lógico que a gente quer saber o porque que essa menina que parecia ser tão cheia de vida e feliz virou uma pessoa triste, fechada, solitária e etc.

A autora não demora pra te dar respostas, o livro passa bem rápido e consegue ser profundo e leve ao mesmo tempo, a gente as vezes ama e odeia a Grace mas acho a a intenção da autora era exatamente essa levar a gente e o Henry do sentimento de carinho e amor ao sentimento de raiva e ódio muito rapidamente. Eu sei que tem pessoas que ficaram revoltados com a Grace porque o Henry faz tudo pra ver ela feliz e bem e ela não retribui isso da maneira que talvez ela deveria.

Eu entendi ela e a posição que ela toma, primeiro porque eu acho que ninguém e obrigado a amar alguém de volta, e a Grace é uma pessoa quebrada, não da pra você costurar uma pessoa e fazer ela ficar perfeita do dia pra noite e esquecer tudo o que ela passou, a pessoa que passa por algo complicado precisa de um tempo pra se "curar" e pra ela mesma, não acho que precise necessariamente do amor eterno que chega sai salvando tudo e melhorando traumas magicamente como se fosse uma coisa tão simples e fácil, algumas coisas deixam marca eterna e essas pessoas precisam de empatia e respeito, cada coisa vai melhorando no seu tempo (ou não). Eu também acho que a vida do Henry girar em torno da Grace e ele fazer tudo pra ela não e exatamente normal, parar de viver e colocar uma pessoa em pedestal não é certo e acho que a autora mostrou isso muito bem.

Eu adorei o final, acho que todo mundo ali amadureceu muito e foi tudo muito realista e equilibrado, não terminou necessariamente todo mundo feliz aqui na disney, mas também não terminou na depressão eterna, acho que o final de cada um foi fechado de uma maneira bem real e me fez pensar que foi um final perfeito pra cada pessoa daquela história e eu não consigo pensar em um final melhor.
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Janise 05/11/2017

A Química Que Há Entre Nós
Amo quando a narrativa é feita por um homem, o que é o caso desse livro. E aqui Henry se torna vivo, um adolescente de 17 anos inteligente e com um ótimo humor. Um adolescente maduro. Maduro demais até.
Como a sinopse diz, “por algum motivo inexplicável, Henry Page gosta muito” de Grace. E concordo que é inexplicável, isso porque além de esquisita, usar roupas de homem, ela não era muito chegada a uma limpeza corporal. Acredito que por isso o livro ter esse nome. Só que com o desenvolver do argumento percebe-se, pelo menos eu, que não há química nenhuma entre os dois.
Henry de fato se apaixona por Grace, mas ela está sendo arrastada por seu passado. Grace está presa em uma situação pesada e forte e não sabe como sair dela. Ninguém sabe e Henry não pode, não tem como ajudar.
Henry é apaixonante, um fofo e Grace… bem, a Grace, coitadinha, vai precisar de tempo, muito tempo.
Os personagens secundários são importantíssimos, foram bem trabalhados. Só farei um comentário sobre a irmã de Henry, a Sadie. Uma personagem com uma personalidade forte e inteligente. Ela ajuda Henry nos momentos mais importantes, no entanto, ela desconstrói o amor, acaba com ele. E no fundo ela não está muito errada. Mas para que ela tenha essa razão a autora faz coisas para dar suporte a sua personagem. Não gostei muito disso.
O livro é muito bom, não tem absolutamente nada de clichê, tem um final totalmente fora do comum, o que eu amei. Fiquei aliviada, por um lado. Uma história que a princípio parece que vai levar você para o mesmo, mas não é nada disso.
Acredito que seria uma história para personagens com mais idade. Talvez fim de faculdade e não fim de ensino médio. Eles são “cabeças” demais.
Eu recomendo para quem está lendo romance “sempre do mesmo”. Vai se surpreender. Se vai gostar é outra coisa. Eu gostei.
E foi assim.
Bjoo.



site: https://janiselendo.blogspot.com.br/2017/11/a-quimica-que-ha-entre-nos-krystal.html
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Tatiana.Bianque 29/10/2017

"O ciclo da vida"
Independente da nossa vontade, o ciclo prossegue, o dia nasce e morre, temos alegrias e tristezas, vida e morte, e o que podemos fazer é aproveitar da melhor maneira possível, tirando algo de bom de todas as experiências, boas ou ruins.
Pode der cruel, esquisita, macabra e até amarga, mas na minha opinião, a história conta a verdade sobre amores e paixões! (adolescentes ou não).
Pra mim foi incomum, um romance sob o ponto de vista masculino, sincero, sem floreios demais ou que fosse enjoativo ou dramático, algo próximo ao que passamos na vida, quando nos interessamos por alguém, quando nos dedicamos...
Gostei em especial de um capítulo em que os irmãos conversam, Sadie e Henry, o tipo de conversa que todos precisamos uma vez na vida, e principalmente com alguém que não só escute, que se importe.
Até certo ponto achei que o livro não seria grande coisa, mas isso mudou, e apesar do final não ser o que se possa imaginar, eu gostei muito, foi perfeito! Essa história me fez pensar em muita coisa, principalmente depois de escolhido o tema para o jornal.
Valeu a pena dar uma chance.
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Rai 27/10/2017

Coleção extraordinária de átomos
O livro é interessante, ele passa um mensagem de amor próprio.. Se amar antes de qualquer outra coisa. A história não me prendeu, é um drama que pode acontecer a qualquer um!
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Carla - @sharingbooks2 24/10/2017

E quando o diferente se torna atraente?
"Então você não pode sair por aí pensando que qualquer pessoa por quem você se atrai é "A Pessoa Certa". As pessoas não têm almas gêmeas. Elas fazem suas almas gêmeas"

Henry Page é um adolescente comum de 17 anos, esquisito, magricela e vive sempre longe dos escândalos adolescentes. Ele estava em um momento de "desinteresse por garotas" (e garotos!), até a aparição da esquisita e novata na escola, Grace Town, atrasada na sala de aula. Era uma garota que tinha coisas que a diferenciava das outras garotas, ela se vestia com roupas de garoto, parecia suja e/ou doente e usava uma bengala. Mesmo com toda a sua esquisitice, Henry Page se encantou com Grace mesmo sem a conhecer, apenas com a sua entrada estranha na sala de aula.

"Então esta, com certeza, não é uma história de amor à primeira vista. Mas esta é uma história de amor. Bom. Mais ou menos."

Quando Henry finalmente consegue uma vaga com editor do jornal da escola, ele descobre que vai dividir o seu cargo com a garota nova. Mas Grace avisa a Henry que não irá escrever nada, apenas ajudá-lo, porque ela não escreve mais. Apesar de ter descoberto que Grace era uma escritora incrível, Henry não sabe o motivo pelo qual ela parou de escrever. A verdade é que a garota é um grande mistério e Henry está obcecado por todo esse mistério.
Já que eles terão que trabalhar juntos eles passam muito tempo juntos e é inevitável a aproximação entre eles. Acontece que Henry se apaixona perdidamente por Grace, mas ela parece estar passando por alguma fase. Ele quer ajudá-la mas ela não se abre, ela se mantém como um grande mistério e isso só faz com que o garoto se envolva mais e mais com ela.

Henry tem dois amigos que eu acredito fazer toda a diferença na história porque eles dão uma leveza na história que tem um quê de pesado. Tem bastante tempo em que eles são amigos, então eles são íntimos e se conhecem bem demais. Eu gostei muito dessa amizade porque me lembrou muito a minha relação com os meus amigos. Em algumas cenas o Henry chega em casa e os seus amigos já estão lá no quarto dele, jogando o vídeo game dele ou outras em que um dorme na casa do outro sem o outro estar. Uma delícia de amizade. Bom, eles são Murray Finch, seu melhor amigo Australiano com cabelos compridos e loiros e Lola Leung, que também é vizinha de porta com ele desde sempre.

"Nós não usamos mais a palavra com G. Por favor, se refira a ela de agora em diante como Aquela-Que-Não-Deve-Ser-Nomeada."

Não posso deixar de falar sobre a família de Henry, que é uma verdadeira família exótica. Seus pais tem um espírito muito jovem, divertido e engraçadíssimos e tem uma relação maravilhosa com os filhos. Sim, Henry tem uma irmã! A Sadie é HILÁRIA! Porque ela é muito louca! Ela teve uma adolescência problemática porque ela era aquele tipo de adolescente que só entrava em confusão. Mas o melhor dessa família é que eles se amam e são muito unidos. Adorei essa família!

"Porque eu não me importo em ficar sozinho. Eu gosto, na verdade. Estive cercado por adolescentes que estão sempre entrando e saindo desses relacionamentos tóxicos e dramáticos, e isso nunca teve nenhum apelo para mim. Quero o que meus pais têm. Amor extraordinário."

Dialogo entre Henry e seus pais:
"Tem uma garota vindo."
"Vocês tem algum trabalho em grupo para a escola? Ela está dando tutoria pra você? Você está vendendo algo para ela? Você a atraiu sob falsas pretensões? Ela pensa que você vem de família rica? Você a está chantageando? Ela é uma usuária de drogas pesadas?"
"Ah, ha-ha, vocês são muito engraçados"

Diálogo entre Henry e sua irmã Sadie:
"Oh. Oh. Meu bebê está crescendo tão rápido!"
"Sai fora, demônia."

Enfim, essa história fala de assuntos fortes e importantes de uma forma leve. Krystal Sutherland vai desenrolando essa história com muita dose de mistério, porque só vamos descobrindo melhor quem é Grace de pouquinho em pouquinho junto com o Henry. Confesso que essa personagem não é carismática, pelo menos não pra mim. Entendi muito bem por tudo que ela passou, seria muito compreensível ela ser problemática, mas ela escolhe umas atitudes as quais eu não concordo, infelizmente. Eu gostei muito dos personagens dessa história, mas Grace realmente não conquistou meu coração porque apesar de tudo que ela passou não justifica brincar com os sentimentos dos outros.

Eu dei quatro estrelas porque não achei uma história perfeita e eu não poderia dar 5 estrelas em uma história cuja a personagem principal não me conquistou. Mas eu gostei muito do teor da história e da sensibilidade da abordagem, além de ter gostado muito da escrita dessa autora. Recomendo!

"Mas quanto você pode saber sobre si mesmo se nunca gostou de ninguém antes? Nunca me senti tão distante de mim mesmo quanto naquele momento dentro do meu crânio? Como é que eu poderia ser eu, morando dentro da minha pele, e ainda não fazer ideia de quem eu era?"

site: http://www.sharingbooks.com.br/2017/09/a-quimica-que-ha-entre-nos-krystal.html#.We8rvbVrzow/ @sharingbooks2
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Monique 05/10/2017

Curti do início ao fim...
"Histórias com finais felizes são só histórias que não acabaram ainda."

Henry Page é um adolescente normal do ensino médio, tem ambições de ser escritor e sua única preocupação no momento é em conseguir ser editor-chefe do jornal da sua escola. Ele não quer ter nenhum tipo de relacionamento amoroso, pois está cansado de ver seus amigos entrando e saindo de namoros com términos dramático e não deseja isso pra si mesmo, mas no seu último ano na escola quando se interessar por uma garota parecia ser algo distante de acontecer, Grace aparece.

Grace Town é a garota nova na escola, esquisita e distante, além de se vestir com roupas masculinas, ter um cabelo de aspecto sujo ainda usa uma bengala para ajudar com seus movimentos de locomoção. Tudo nela parecia estranho e um tanto misterioso, e isso chama a atenção de Henry.

"Grace Town é uma charada embrulhada em um mistério dentro de um enigma."

Logo, o professor de literatura convida Henry e Grace para serem editores-chefes do jornal, e isso era algo que Henry não imaginava, pois ele estava se preparando para esse momento tinha alguns anos, e não esperava ter que dividir a posição de editor-chefe no jornal com outra pessoa. E aqui é apenas o primeiro passo que Henry leva em direção a Grace, após, vem uma carona quando ele perde o ônibus, depois outra carona e isso se torna uma rotina depois da aula, e cada dia que passa ele mergulha ainda mais na vida dessa garota misteriosa que o intriga, seus sentimentos por ela vão ficando mais fortes quanto mais tempo eles passam juntos, Henry quer conhecer todas as versões que Grace parece ter e a cada vislumbre que ele tem de quem ela foi e é, se apaixona cada vez mais.

Além de acompanharmos a trajetória de Henry vivendo seu primeiro amor, a trama não se baseia apenas nisso, também conhecemos seus amigos e sua família que são maravilhosos, por sinal. A família de Henry é meio louca e super engraçada, seus pais vivem o tipo de amor que ele diz querer em sua vida, sua irmã é a ovelha negra da família, mas ela é incrível e quando o Henry mais precisa ela está ali pra lhe aconselhar e explicar cientificamente como funciona o amor (isso foi fofo e engraçado).
Lola e Murray são os melhores amigos de Henry e juntos eles proporcionam momentos bem divertidos e reflexivos ao leitor, além de mostrar uma amizade muito bonita também, é de deixar um sorriso no rosto ver o coleguismo entre eles, simplesmente amei.

"As pessoas não têm almas gêmeas. Elas fazem suas almas gêmeas."

Essa obra traz mais do que o típico romance adolescente e isso me surpreendeu. Não é apenas mais um YA com dramas adolescentes cheios de clichê, Krystal Sutherland abordou assuntos complexos e os escreveu com leveza, não perdendo em nenhum momento o ritmo da trama e nem o humor, senti que ela se esforçou pra mostrar que é possível tirar coisas positivas de situações onde tudo parece uma droga ainda mais durante a adolescência, e conseguiu. Ela construiu uma história cheia de persongens que parecem reais, em vários momentos tive vontade de conhecer esses adolescentes intrigantes e tão bem caracterizados, principalmente Henry, pois é possível entrar na cabeça dele, sentir suas inseguranças, sentimentos e emoções, e eu ainda consegui relembrar minha adolescência através das experiências dele.

A química que há entre nós é inteiramente em primeira pessoa e do ponto de vista masculino, que foi um detalhe que gostei muito, dado que não é com frequência que temos um livro nesse estilo. Henry foi um narrador encantador, talvez se fosse narrado pela Grace eu não iria curtir tanto, já que tive problemas com ela, seus humores e atitudes me irritaram muito, se achei Henry adorável e um amorzinho, com Grace foi o oposto (Henry merecia muito mais).

A capa desse livro foi o que me chamou a atenção primeiramente, achei bonita, e é condizente com a história, a diagramação está lindinha também, a cada início de capítulo tem peixinhos iguais os da capa.
Krystal Sutherland tem uma escrita maravilhosa e envolvente, e conseguiu passar tudo o que precisou na trama. Eu gostei da história, foi uma leitura muito gostosa que fluiu num ritmo tão bom que fiquei agarrada a ele e não queria que acabasse, talvez meu único ponto negativo tenha sido que desejei um pouco mais de romance (a romântica que há em mim precisa disso, rs!) e um final mais elaborado, entretanto o livro é maravilhoso e a autora conduziu a trama tão bem que até esses detalhes ficam ofuscados pela beleza da obra.

Eu desejo de coração que muitas pessoas leiam esse livro, ele não é somente essa capa linda e mais um romance adolescente, eu recomendo por todo o conteúdo aqui abordado e pelos personagens marcantes.

"Eu estava impressionado com quão rápido uma pessoa podia se tornar uma parte essencial de sua vida."
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Apaixonadas por 04/10/2017

A Quimica que há entre nós - Apaixonadas por Livros
Este é mesmo o romance de estreia de Krystal Sutherland?! Como? Estou em choque com o que essa história causou em mim. Eu honestamente não sei como vou analisar este livro lindamente escrito. Não há como fazer justiça a ele , porém tentarei fazer o meu melhor, acho que externar meu profundo amor não será tão difícil!
A Química que há entre nós é um daqueles livros que a gente começa a ler e instantaneamente pensa: “Por que demorei tanto para ler este livro?” E ele conseguiu despedaçar meu coração um pouquinho a cada página.
Esta história apresenta com precisão a forma como tudo o que nos acontece nos molda e quão difícil é lidar com uma enorme perda. Sua narrativa é um pouco crua, mas ainda assim linda e realista, é tão cativante que é muito fácil se perder na trama.
Nós temos Henry Page, um veterano do ensino médio que gosta de escrever e trabalhou muito para se tornar o editor do jornal da escola. Ele nunca se apaixonou e só beijou sua melhor amiga uma vez, e ela se declarou lésbica logo depois. Henry é um romântico quase sem esperança, que anseia encontrar um amor como aconteceu com seus pais quando ainda eram jovens.
Grace Town chama sua atenção por estar vestindo roupas de menino, andando de modo desengonçado e parecendo doente. Ambos acabam trabalhando juntos no jornal da escola e Henry está decidido em desvendar o mistério que Grace é e o que ela esconde.
Demora um tempo até descobrirmos o que aconteceu com ela e o por que de todas as mudanças em sua vida. Uma vez que sabemos o que aconteceu, todo o seu comportamento fica óbvio e completamente compreensível. Henry tenta o tempo todo estar disponível para ela, ele quer estar ao seu lado e fazê-la sentir-se feliz novamente.
Os dois se sentem atraídos pela personalidade um do outro e passam bastante tempo juntos e em algum momento, ela menciona que sente que ele olha para ela e vê alguém completamente diferente do que ela é hoje, o que eu acho que é verdade. Eu não acho que ele faça isso de forma dissimulada ou consciente, mas realmente senti como se ele estivesse enxergando uma espécie de versão idealizada dela.
Eu me encantei com os personagens, todos eles, principalmente com Henry e Grace. Os amigos de Henry são fundamentais para a vida dele e para o desenrolar da trama de forma um pouco mais leve e divertida, mesmo com o rumo triste inevitável. Eu queria saber, tinha que saber, o que aconteceu com Grace para transformá-la na jovem que ela é no agora. Por que ela está tão desleixada com sua imagem, por que usar roupas masculinas, por que ela anda mancando? Eu imaginei vários cenários diferentes e finalmente na metade do livro consegui entender todos os problemas da personagem.
Uma palavra que se destaca por toda essa experiência de leitura é inteligência. Este livro é tão realista e genial que não sei como fazer essa resenha fazer sentido sem ser repetitiva e me desmanchar em elogios, de qualquer forma, esses jovens têm apenas 17 anos então o modo como eles falam , agem ,pensam e sonham é desconcertante . No entanto, consigo imaginar todos eles ao meu redor , com seus discursos incrivelmente inteligentes como se fossem reais. Henry, nosso personagem principal, é um menino que tem uma mente ágil e um coração de ouro. E conhecer essa historia através de seu ponto de vista foi diferente e especial.
O livro inclui toneladas de referências a filmes e livros, o que o torna muito divertido de ler. Eu conhecia a maioria das referências e a menção de cada uma delas enriqueceu a experiência de acompanhar a trama.
O final é praticamente triste, mas também realista. Sinto que na vida real terminaria exatamente da mesma maneira. Considerando todas as coisas que aconteceram, nenhum outro final se encaixaria tão perfeitamente quanto o que a autora escolheu e eu fiquei muito feliz por ela ter tido a coragem de fazê-lo.
Este é um romance curto, porém com um conteúdo real e cheio de momentos agridoces , que toca em assuntos sensíveis que fazem o leitor se agarrar a historia. Além disso, há muitos trechos lindos e provocantes e a aventura e os desafios peculiares à idade também estão presentes.
A Química que há entre nós é muito mais do que eu esperava , uma história que mostra que mesmo nos finais não tão felizes e óbvios podemos encontrar alegria. Um livro que encanta , diverte , emociona e ensina e deveria ser lido por fãs de todos os gêneros ,pela forma profunda que abala as estruturas do leitor e o modifica para sempre.

site: http://www.apaixonadasporlivros.com.br/resenha-a-quimica-que-ha-entre-nos-de-krystal-sutherland/
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Kelly 28/09/2017

Existe mais beleza no mistério
Sabe aquele livro que começa tipo romance infantojuvenil e depois se torna real e esmagador...aquele soco no estômago ?! A Química Que Há Entre Nós é esse livro!
Confesso, comecei a ler pela capa,q particularmente, acho maravilhosamente linda,mais aos poucos o livro foi me ganhando.
Narrado por Henry Page, o livro trás um romance entre Grace Town,uma menina para lá de esquisita e Henry, que vivia sua vida pacata no último ano da escola até Grace aparecer.
Levado por um desejo inexplicável de saber cada vez mais sobre a moça, nosso protagonista se vê cada vez mais mergulhado nesse profundo mistério que é Town.

A Química que Há Entre Nós, se caracteriza como uma leitura rápida, leve e que nos faz pensar sobre nossa vida atual e nossas perdas .

{Amei essa edição da globoalt com ilustrações dos peixinhos a cada início de capítulo.}

Um pediço do livro para vcs?

"E todo esse tempo eu a amei,assim como ela o amou.
Secretamente,entre a sombra e a alma."
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Bianca Lima 14/09/2017

Somos todos feitos de coisas de estrelas
Sabe aquele filme ou livro que você pensa que é uma coisa, mas que na verdade ele te surpreende positivamente por ser totalmente diferente do esperado? Então, aconteceu isso comigo com relação a esse livro. Não tinha lido resenha ou assistindo vídeos de pessoas comentando sobre a história, apenas comentários positivos, por isso decidi comprá-lo. Afinal, adoro um romance "fofinho", pensei assim.

"Mas uma coisa apenas pode ser despedaçada um número específico de vezes até que se torne irreparável."

Grace Town é uma garota nova no colégio Westland High, esquisita por usar roupas masculinas, parecer uma usuária de heroína, não querer se enturmar com ninguém e usar uma bengala. Sim, uma bengala. Henry Page, um garoto que sempre estudou no colégio e futuro escritor, fica atraído pelo mistério que exala de Grace.
Você pode pensar que sabe exatamente aonde vai dar essa história, que será mais um clichê, o mesmo do mesmo. Mas, não. É uma história de amor? Sim, com certeza, até mais do que você imagina. Mas não é apenas romance pra lá e pra cá, e sim um assunto bem mais profundo. Luto, perder pessoas que você ama, superação, seguir a vida do jeito que você talvez ache que seja certo, mas que às vezes pode ser errado para outra pessoa.

"Mas a morte de uma estrela fornece os tijolos de base da vida. Somos todos feitos de coisas de estrelas."

Os personagens são geniais. Você consegue identificar com personagem de um forma bem única. Você acaba se apegando e, no final, não quer deixar de ser "amigo" desse pessoal. Eu dei muitas gargalhadas fazendo essa leitura, com cada um dos personagens. Henry, seus pais e sua irmã, é aquela típica família que você sonharia em passar muitos tempo lá, compartilhando daquilo. Eles são hilários, assim como Lola e Murray, melhores amigos de henry e os amigos que eu queria ter pra sempre. Chorava de rir e também de tristeza em alguns momentos. O incrível é bem isso. Krystal Sutherland me fez chorar de rir em muitos momentos, mas também fez eu me questionar sobre os sentimentos alheios, sempre pensar que a pessoa que está do seu lado pode ter algum problema que você nem imagina e que pode não saber como ajudar.
Confesso que entendia um pouco da Grace,mas em quase todo momento, eu a odiava. ODIAVA. Isso faz eu perceber como a Krystal foi genial criando as características dos personagens, ao ponto de você odiar alguém.
Tive que dar 5 estrelas e, se pudesse, daria mais. Esse é um livro que sempre vou guardar em meu coração, tanto pela história em sim, quanto pelos belíssimos personagens que deram vida a história.

"amo-te como se amam certas coisas obscuras,
secretamente, entre a sombra e a alma."

PS: se você gosta de Harry Potter, vai amar todas, eu disse TODAS as citações que existem nesse livro.


site: leituradiferente.tumblr.com
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Ericlys 06/09/2017

A química que há entre nós
Grace town que é nova na escola e ela aparentemente é uma garota muito estranha, além de sua bengala que a acompanha e suas roupas aparentemente sujas e estranhas ela não gosta de se enturmar com ninguém. Porém ela é Henry acabam pegando uma afinidade e ele se apaixona por ela porém ela se mostra muito misteriosa e a cada dia a cada vez que Henry a vê ele nota isso. Ele nota que esse relacionamento não pode levar a um final feliz mas mesmo assim Henry apaixonado se joga de cabeça nesse amor completamente estranho, ele nota com o tempo que Grace tem algum segredo muito obscuro na qual afeta a ela é obviamente Henry se envolvendo também será afetado.
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Rillismo 02/09/2017

Este livro é narrado em primeira pessoa, sempre a partir da visão de nosso protagonista, Henry, e dividido em 27 capítulos.




A química que há entre nós é uma história de segredos, inocência, primeiro amor e perdas irreparáveis. Ela nos levará a refletir muito a respeito de diversas situações pelas quais muito provavelmente já passamos ou, sem dúvidas, ainda passaremos. Fará com que nos identifiquemos com personagens que acreditam naquilo que querem acreditar e que ultrapassam seus próprios limites em razão de um sentimento que, no momento, lhes parece infinito e capaz de tudo. Ou, quem sabe, com personagens que são versões quebradas de si mesmos buscando uma reconstrução, tentando colar seus pedaços em quanto estes permanecem perdidos por aí, cometendo erros e machucando pessoas no processo. Talvez se identifiquem com ambos, eu me identifiquei. O fato é que é um livro realista, sim, que vem e descasca todo o ser humano, mostrando-o em todos os seus ângulos possíveis. Desde o amor incondicional que somos capazes de sentir e a força e esperança que este nos traz, até as falhas e egoísmos mais terríveis de nós. É um livro que mostra o que temos de mais bonito e mais cruel, também.

Confesso que, até pouco menos da metade do livro, eu ainda não havia sido completamente arrebatada pela história. Ultimamente eu venho desenvolvendo uma certa dificuldade de me cativar por livros com casais adolescentes, não que não goste deles, apenas estou me tornando mais enjoada para este tipo de enredo. Entretanto, devo dizer que acabei de finalizar a leitura e estou aqui emocionada, pensativa e ainda presa nesta história de amor nada perfeita e tão, tão real. O ponto mais positivo para mim, com certeza, foram as inúmeras reflexões que o livro me causou. Me fez questionar conceitos de "para sempre", até onde podemos ir, até onde podemos deixar que outra pessoa nos leve e tantas outras coisas. Foi uma leitura que me deixou impactada, sim, porém admito que mais por conta dos pensamentos que ela nos induz do que pela história em si.

Preciso destacar, claro, outro ponto que falo sempre nas resenhas e que preso muito, que é a realidade embutida em uma história e que, para mim, não faltou em nenhum momento nesta.

Quanto as personagens: o casal principal não foi um dos meus casais literários favoritos ou algo assim, não houve uma vibração ou torcida de minha parte pela relação deles, como geralmente acontece nas histórias de romance. Ponto este que, creio eu, possa ser algo negativo para muitos, mas não foi para mim. Gostei muito de ambos, cada um com suas personalidades e seus defeitos, seus problemas e angústias. Apenas não os enxerguei como um casal do tipo infinito e tudo bem, nem precisei. A história de Henry e Grace foi marcante mesmo assim, não pelo que eram juntos, mas por todas as partes que formavam um todo de cada um.

Os personagens secundários e amigos de Henry, Murray e Lola, além de sua irmã mais velha, Sadie, ganharam meu enorme carinho. O espírito de amizade e cumplicidade que há entre esse grupo é algo palpável e lindo de se presenciar.

É uma história repleta de desencontros, conflitos internos e pessoas falhas. Ela não trata de certezas e não busca finais felizes, mas sim discorre sobre imperfeições, dores e o quanto podemos entendê-las. É uma trama que discute os pesos da vida de forma leve. Uma leitura que dificilmente vai te permitir sair dela sem qualquer impacto ou reflexão.

*Resenha postada originalmente no blog rillismo


site: http://www.rillismo.com/2017/08/resenha-quimica-que-ha-entre-nos-por.html
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Nicoly Mafra - @nickmafra 01/08/2017

Resenha - A Química que Há Entre Nós
“Às vezes você não sabe que as coisas serão extraordinárias até que elas são.”.
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Grace Town é uma garota um tanto peculiar, mas não é pelo fato de usar roupas masculinas, ou de ter uma aparência desleixada ou o fato de usar bengala; Grace age de um modo diferente, ela vive sozinha, isolada e não conversa com ninguém. Ela é um grande mistério.

Henry Page adora mistérios, então não é nenhuma surpresa que ele sempre teve muita vontade de conversar Grace e conhecê-la melhor, e a oportunidade para resolver este mistério aparece quando o diretor do colégio em que Henry e Grace estudam faz uma proposta para que os dois trabalhem juntos no jornal dos alunos.

Cada dia que Henry passa junto de Grace é um dia em que ele fica ainda mais fascinado pela garota. Henry sabe irá sair ferido, mas não consegue evitar e acaba se apaixonando por Grace.

Grace possui segredos - segredos que não está preparada para compartilhar -, mas a garota precisa de ajuda e apoio para que consiga seguir a sua vida e curar as feridas do passado.
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Não foi à toa que escolhi aquele quote para iniciar a resenha deste livro. A Química que Há Entre Nós é sim um livro extraordinário, na minha opinião. Krystal Sutherland, trouxe uma estória emocionante sobre amor, tragédia, depressão e esperança, tudo com uma escrita muito gostosa, engraçada, emocionante e envolvente. Devorei este livro e sofri muito quando terminei - não queria dizer adeus aos personagens.

Henry Page é um protagonista incrível; engraçado e muito carismático, Henry me fez sorrir, gargalhar e até chorar. O garoto possui amigos divertidos e uma família fora do comum e maravilhosa, o que deixou a leitura ainda mais gostosa. Já Grace é um mistério; a garota passou por uma situação traumatizante, e aos poucos temos conhecimento do que de fato aconteceu na vida da personagem e me emocionei com a estória da personagem.

A Química que Há Entre Nós é um livro lindo, com uma mensagem incrível! Recomendo muito a leitura e espero que vocês gostem tanto como eu gostei!

site: www.instagram.com/nickmafra
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Milena | @aspaceforbooks 20/07/2017

RESENHA COM QUOTES
Olá, hoje eu vim falar sobre o lançamento do @globoalt, "A química que há entre nós".
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É um livro rápido de ler, a escrita me lembrou um pouco a da Nicola, em "Tudo e todas as coisas". Cheio de quotes e referências.
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A história é "escrita" pelo Henry, um menino no último ano do colegial que nunca se apaixonou.
Ele está esperando o seu "acontecimento", a coisa q irá marcar seu ano.
Então ela chega, na forma de uma moça estranha que usa roupas masculinas grandes demais pra ela, e uma bengala.
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"Porque nunca percebi que você pode se apaixonar por pessoas do mesmo jeito que se apaixona por músicas. Como a sintonia com elas poderia significar nada pra você no começo, uma melodia pouco familiar, mas muito rápido se transformar em uma sinfonia esculpida em sua pele; um hino na sua rede de veias; uma harmonia costurada ao revestimento de sua alma." Pág 90.
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Grace, para o Henry, é um mistério, assim como a Margô do John Green é para o Q.
Enquanto Henry procura uma aventura, uma paixão. Ela procura redenção, e até mesmo cura.
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"Mas o que você dá para uma garota cuja mente é como o universo, quando o cérebro dentro de sua cabeça está preso com firmeza no planeta Terra?" Pág. 193.
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Ela é uma garota quebrada, sofreu um trauma muito grande, e recente, que a mudou completamente.
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"As pessoas não são recipientes vazios para você encher com seus devaneios." pág 220.
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Ao longo do livro, conhecemos a história da Grace, e vários dramas amorosos de personagens secundários.
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"Você não pode medir a qualidade de um amor pela quantidade de tempo que dura. Tudo morre, amor inclusive. Ás vezes morre com a pessoa, ás vezes morre sozinho." pág 248.
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Eu, M, particularmente, não gostei tanto do livro. Não é ruim, mas também não é "mágico". Desvendei o livro e os acontecimentos nos primeiros capítulos. Meio dramático demais.
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"Histórias com finais felizes são só histórias que não acabaram ainda." Pág. 236.
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E vocês? Gostaram do livro? Querem ler?

site: https://www.instagram.com/p/BUaYvR8gpOy/
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Ana 15/07/2017

A única coisa que nós, leitores, sabemos sobre Grace Town, além da sua esquisitice habitual, é que ela sofreu um acidente de carro que destruiu uma de suas pernas. Além disso, Grace não é exatamente do tipo simpática. Mas é claro que tais excentricidades não impediram Henry Page de se aproximar da garota, mesmo ela tendo praticamente roubado o seu posto de editor chefe no jornal da escola. Depois de um tempo, Town se torna a obsessão de Henry, tanto que mesmo sabendo que o relacionamento deles não chega nem próximo de saudável, ele não consegue se manter afastado.

É verdade que A Química Que Há Entre Nós é um romance YA que foge dos tradicionais. Nada do que a gente espera acontece e não existe aquele clichê de final feliz — que eu adoro e não vou negar. Porém, o que mais prende durante a leitura é a narração do protagonista: eu não senti que estava lendo um livro escrito por Krystal Sutherland, e sim pelo próprio Henry Page. Tudo é muito bem descrito e real, principalmente as emoções do garoto.

Henry é o tipo de personagem que é impossível não gostar. Carismático, amável, fofo... Tem uma vidinha bacana, melhores amigos legais e uma família completamente fora do comum, o que deixou a leitura muito mais divertida. Grace é um completo mistério para mim até agora. A princípio, foi muito difícil tolerar a personagem, já que eu não entendia o porquê das atitudes dela. Ao mesmo tempo em que parecia amar Henry, parecia simplesmente não suportá-lo. É a partir daí que Krystal Sutherland engatilha o principal tema do livro: depressão.

Para mim, a depressão é pior que muitas doenças físicas e muito mais traiçoeira. Ela ataca os nervos da pessoa de forma que ela simplesmente perde o interesse em tudo. No caso de Grace Town, tal patologia é extremamente clara, não apenas pelo fato de andar suja, desarrumada e cabisbaixa. O comportamento de Grace era atípico. Ela não se aproximava de ninguém e, quando o fazia e se sentia um pouco mais alegre — porque há uma enorme diferença entre alegria e felicidade —, a garota se sentia extremamente culpada e não precisava ir muito a fundo na história para perceber isso. Alguma coisa tinha acontecido e essa coisa simplesmente acabou com a vontade de viver da personagem.

A partir do momento que a história de Grace foi finalmente revelada, eu não parei de chorar por um minuto sequer. O que aconteceu com a menina é brutal e o fato de ela estar tão machucada — e não estou me referindo a perna que foi estraçalhada no acidente — reflete proporcionalmente em Henry. Eu chorei por Grace, mas, no fim, acho que chorei muito mais por Henry e pelo amor que ele idealizou. Eu chorei porque queria imensamente um final feliz para Henry e Grace, digno de Sessão da Tarde, mas A Química Que Há Entre Nós mostra que há caminhos diferentes para seguir e que isso não é necessariamente ruim.

O que conquista em A Química Que Há Entre Nós é justamente o seu enredo simples. Krystal Sutherland não nos motra um amor daqueles de tirar um fôlego. Ela nos mostra pessoas reais, convivendo com problemas reais, que se apaixonam e têm o coração partido de alguma forma. Porém, o que a autora oferece em troca vale a leve decepção do final fora de qualquer expectativa: a promessa de que sempre é possível consertar algo que foi quebrado, tudo é questão de tempo.

site: http://www.roendolivros.com.br/
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Fabi 12/07/2017

NÃO FEZ SENTIDO PRA MIM
''Porque eu nunca conheci ninguém que
eu quisesse na minha vida desse jeito.
Além de você.
Eu poderia abrir uma exceção pra você ''

Bem, bem. Que livro sem sentido foi esse?
Tá não é porque ele não teve final totalmente feliz. Nada disso. Eu até gosto de finais tristinhos. Não gostei foi da atitude besta da protagonista.
Menina sem noção. Veste roupas do namorado morto, daí aparece um menino que gosta dela e a guria vai e finge que ele é o namorado que morreu, fere os sentimentos do Henry.
A capa por si só me interessou neste livro. A sinopse bem jovem adulto também ajudou. Só que não vi nenhuma química no casalzinho. Tive pena do coitado do garoto que se apaixonou pela menina, mesmo ela não sendo das mais atraentes no vestir e se arrumar. A escrita lembra um pouco John Green, citando estrelas, átomos.
Não recomendo ele. Definitivamente o final foi péssimo. O carinha passa o livro todo apaixonado pela menina, e no final ela não sente o mesmo assim por ele. Não consegue superar o namorado morto.Se você espera um livro com casal que se ama e tal, este não é. Ele é mais sobre o amor em si, você aceitar que você consegue viver após uma decepção amorosa, em ter o coração em pedaços. Lembra quase um livro de auto-ajuda.
Leia sem muitas expectativas.

''[..]se as pessoas realmente eram formadas de pedaços do universo, sua alma era feita de poeira de estrelas e caos.''
Raquel 12/07/2017minha estante
Desisti do livro depois disso :p


Fabi 13/07/2017minha estante
vi mts resenhas e que outras pessoas adoraram ele Raquel. é algo q uns gostam e outros nao, questao de gosto =/
mas n recomendo hahaha


Fabi 13/07/2017minha estante
em que outras pessoas*


Raquel 13/07/2017minha estante
Hahah, tenho pavor de personagem da forma que tu descrevestes, não obrigada, deixando para lista "do um dia quem sabe eu leia se não tiver nada melhor", hahahaahahah


Fabi 17/07/2017minha estante
é o melhor q tu fazes kkk


Sarinha 19/07/2017minha estante
Vish...Depois dessa, até tirei da minha estante!


Fabi 21/07/2017minha estante
hahaha




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