A Profecia das Sombras

A Profecia das Sombras Rick Riordan




Resenhas - Profecia das Sombras


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Queria Estar Lendo 21/09/2017

Resenha: A Profecia das Sombras
A Profecia das Sombras é o segundo volume da série iniciada com O Oráculo Oculto. As Provações de Apolo é mais uma das sagas épicas escritas pelo querido Rick Riordan e fala sobre as aventuras do deus Apolo, agora transformado em mortal, tentando ganhar de volta a sua imortalidade.

Depois de entender os caminhos que precisa tomar para voltar a ser um deus - ainda que eles sejam bem confusos porque, convenhamos, o que na vida desses personagens não é? - Apolo está em busca do segundo oráculo perdido. E esse tem muito a ver com o seu passado, porque envolve um de seus filhos e uma terrível tragédia que aconteceu com ele. Ao lado dele, Leo Valdez e Calipso partem na jornada para ajudar o ex-deus, e figuras conhecidas e novos rostos se juntarão às empreitadas descabidas e destrambelhadas para recuperar o segundo oráculo perdido e, quem sabe, descobrir como parar os terríveis imperadores romanos que desejam retomar seu poder.

"Compus em silêncio o meu novo haicai da morte: Aves grandes são más/Correm com pernas farpadas/Eu morro, e dói."

O que eu mais amo nos livros do Riordan e uma coisa da qual eu nunca vou me desapegar é o humor. Deuses, como eu amo a narrativa paspalha que ele escreve, e como é um humor bobo, mas muito inteligente. Minha Lady Jane teve o mesmo feeling que todos os livros do tio Rick sempre me passam: são piadas idiotas envolvidas em um contexto inesperado, mas que encaixam muito bem ali. A Profecia das Sombras mantém o mesmo tipo de conversa com o leitor que tinha usado no primeiro volume: Apolo e seu ego. Um pouco mais humilde depois dos acontecimentos do livro anterior, sim, mas ele continua o deus do sol pelo qual eu me apaixonei. Egocêntrico e bocó, achando que o mundo gira ao seu redor. E, claro, todo mundo ao seu redor faz questão de demonstrar como isso não é verdade, o que torna as situações ainda mais engraçadas.

Sendo seguidora de tio Rick há quase dez anos (!!!) dá pra reconhecer os artifícios que ele usa em "segundos livros" aqui também. O que não é uma coisa ruim; diferente de autores como a Cassandra Clare, que, honestamente, eu já tô ficando enjoada de olhar pra cara das novas séries (desisti de As Peças Infernais até que um anjo me convença a voltar) Riordan se inova dentro da sua zona de conforto. Prova disso é a representatividade e o poderio das minorias que ele tem trazido para essa série e para a trilogia do Magnus Chase.

Aqui, temos um protagonista pansexual (porque né, o Apolo atira para todos os lados literalmente) que está lidando com seus medos e fraquezas e traumas como todo bom adolescente. Mesmo caído de mudança nessa história de mortalidade, é legal notar a fragilidade do Apolo, como ele se esconde atrás do humor com medo de se perder, de não ser corajoso o bastante para ajudar aqueles que ele ama. E Apolo ama muita gente; ele percebe isso, e ter noção disso é aterrorizante. A partir do momento que você ama alguém, essa pessoa está sempre em risco. Multiplique isso por mil dentro do universo dos deus gregos, onde a corrida contra o tempo tem como adversário o Triunvirato Romano.

"- Ó Flecha Sábia, estamos perdidos.
EU SOUBE DISSO QUANDO TE CONHECI."

O relacionamento do Apolo com outros personagens foi bem desenvolvido. Léo e Calipso são uns queridos e acabam se tornando a voz da consciência do protagonista - e muitas vezes o tapa na cara, quase literalmente. Ainda que Léo continue com sua aura maluquinha e carisma exacerbado, ele está mais maduro, mais consciente das consequências de uma guerra, e está disposto a se arriscar para ajudar os outros. O mesmo pode-se dizer da Calipso; presa durante séculos e mais séculos em uma ilha amaldiçoada, livre enfim, ela vê o mundo e quer entender tudo que existe nele. Para fazer isso, precisa ajudar o Apolo primeiro, e precisa se reencontrar como feiticeira e como guerreira dentro dessa história toda.

"- Você vai saber quando eu recuperar minha magia, porque vai perceber que foi jogado do outro lado de Indianópolis."

Além do Apolo, Riordan introduz um casal de senhoras que foi contra todo o esperado pelo amor que dividiam, e ele mostra como esse amor as ajudou a criar sua filha. Eu poderia passar horas falando sobre elas, mas as duas são parte crucial da história e do desenvolvimento do livro, então vou me abster. Só digo que tem um diálogo genial entre elas e o Apolo e isso mostra o quanto o autor é consciente do seu papel, dando espaço para quem precisa dessa representatividade.

Meg volta, claro, como a senhora mandona designada a cuidar do Apolo. Ela está um pouco mais melancólica nesse livro, marcada pelo fim do volume anterior, mas a narrativa construiu uma ligação de confiança bem importante entre ela e o ex-deus, e aqui nós vemos como ela se desenvolve e como marca ambos os personagens. Eles se tornam importantes um para o outro.

"Talvez, em vez de um castigo grandioso, eu tenha uma morte lenta decorrente de mil insultos. Com que frequência um deus da música ouvia que sua voz dava para o gasto antes de desmoronar em uma pilha de poeira de desprezo por si mesmo?"

A parte de ação e dos mistérios é um pouco mais arrastada do que em O Oráculo Perdido - e aqui dá pra comparar com O Filho de Netuno, que achei o mais fraco dos Heróis do Olimpo e coincidentemente também era o segundo livro da série. Não é nada que atrapalhe, mas torna alguns momentos mais enfadonhos do que deveria, uma vez que são as partes da ação. No mais, se desenvolveu bem, com algumas surpresas pelo caminho e um final com um gancho que me deixou berrando EU PRECISO DO TERCEIRO VOLUME! Minha curiosidade para entender mais a respeito dos três Imperadores e sua missão para conquistar o mundo vai me deixar roendo as unhas até o próximo.

"- Depois de mais de sessenta anos vivendo com as Caçadoras, nós descobrimos uma coisa. Não é por quanto tempo você vive que importa. É aquilo pelo que você vive."

A Profecia das Sombras é importante porque fala dos diferentes tipos de amizades, de amor e de medo, como todo bom infanto-juvenil tem que ser. A jornada de Apolo apresenta um mundo de possibilidades e diz que tudo bem você ser diferente e escolher o diferente. Isso faz de você tão normal quanto qualquer outra pessoa.
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Jaque 11/09/2017

História muito boa
Adorei o enredo, mas percebi que o livro estava dividido entre ir pra algum lugar, voltar pra estação, sair e voltar. Não que seja algo muito ruim, porque Apolo estava mais maravilhoso do que nunca!
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Thalles.Haydan 01/09/2017

A profecia das sombras
Rick Riordan acabando com a minha vida mais uma vez com esse livro muito bom!! Claro que os fans tinha mais ?tesão? nos livros dele? Mas esse livro de 310 páginas é realmente uma obra que todo fã do escritor tem que ter na estante!!! Super índico!!!
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PorEssasPáginas 07/08/2017

(...)
Eu estou com muitas dificuldades em escrever essa resenha e talvez o motivo seja exatamente como eu estou encarando a série agora. O primeiro livro foi muito bacana porque, apesar de seguir a mesma “receita de bolo” de todos os outros livros, Apolo me conquistou logo de cara. O humor sarcástico dele e os personagens antigos que aparecem me deixaram completamente presa no enredo. Porém, o segundo livro… Não é que ele seja ruim, longe disso. É muito interessante ver o mundo pelos olhos de um deus que se tornou humano, porque ele tem certas opiniões que nos levam a refletir. Além disso o final foi muito lindo e me levou lágrimas aos olhos, porque ele passa uma mensagem muito bonita. Mas… E o resto? Durante várias partes do livro eu fiquei “Okay, pode passar isso mais rápido?” principalmente porque o Rick Riordan seguiu aquela esquema de “grupinhos” como ele já fez em livros anteriores. Em cada desafio, um certo grupo de personagens estava presente. Para outros livros até que funcionou, mas nesse… Não sei, eu fiquei com a sensação que isso não deixou a história fluir.

É interessante que o Riordan queria continuar nesse universo, principalmente porque ele traz personagens antigos de volta mas… Eu acho que ele poderia dar uma mudada na “receita de bolo”, fazer uma reviravolta, mudar um pouquinho o estilo que ele usa para escrever. Não acho também que ele tenha que mudar da água para o vinho, mas ele fica muito naquilo que ele sabe que é bom. Uma coisa que eu sempre disse aqui várias vezes foi como ele não desenvolve muito o romance, o que condiz com o que ele propõe. Mas um casal lindo para mim foi completamente desperdiçado nesse livro, só porque ele não se propôs a desenvolver um pouco mais os dois. Não quero um livro com romances melosos, mas… Isso estragou um pouco a visão que eu tinha da série anterior e era algo que eu amei. Esse é o problema quando você escreve continuações: os leitores podem amar… Ou se decepcionar.

Vocês devem estar pensando “Nossa, ela odiou o livro”. Não, eu não odiei, mas eu estou cansada de em toda resenha que eu fiz da série, dizer os mesmos pontos positivos. Eles são sempre os mesmos, não mudam! Então sim, vocês podem pegar as minhas resenhas anteriores que valem para essa também porém eu acho que cheguei no momento em que quero um pouco de mudança. Vamos lá Rick Riordan, aproveite que você está com um humano que é um deus e dê uma sacudida na história!

***Resenha completa no blog****

site: http://poressaspaginas.com/resenha-a-profecia-das-sombras
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Nath @_illuminath 02/08/2017

Melhor que o primeiro
Eu já fiz tantas resenhas de livros do Rick Riordan que estou quase decidindo sair dessa vida.

Ha, quem eu quero enganar?

FULL DISCLAIMER: Não vou comparar este livro com nenhum outro livro e/ou saga do tio Rick, mas esta resenha pode ter spoilers dos livros anteriores que compreendem a saga do Acampamento Meio-Sangue (Percy Jackson e Os Olimpianos, Os Heróis do Olimpo e As Provações de Apolo).

A Profecia das Sombras começa algumas semanas depois do final de O Oráculo Oculto. Apolo, Leo e Calipso tem viajado pelos Estados Unidos e finalmente chegaram em Indiana, local onde eles acreditam que a profecia recebida no livro anterior irá se cumprir. É lá que está o segundo imperador da Triunvirato S. A., o temível e megalomaníaco Cômodo. Cômodo acreditava ser um novo Hércules, por ser forte e jovem, e queria que todos o adorassem como se ele fosse um deus. Parece que suas preces foram ouvidas: ele também ganhou uma imortalidade distorcida. Apolo se lembra bem de Cômodo: estava lá na época em quie ele foi imperador e foi amante do mesmo por um tempo, abençoando-o. Agora que é humano Apolo tem uma terrível ressaca moral pelas coisas que fez enquanto estava junto de Cômodo.

Já encontraram o Bosque de Dodona, e desta vez Apolo e seus amigos tem que impedir Nero e os demais imperadores de destruir a Caverna de Trofônio, o próximo oráculo da lista. A ressaca moral de Apolo piora quando ele se lembra de como Trofônio e Agamedes, ambos seus filhos semideuses, morreram pedindo a ajuda do pai, que os ignorou.

Apesar de todas as lembranças terríveis que lhe ocorrem, Apolo sabe que tem que deixar seus arrependimentos de lado para salvar Meg das garras de Nero, bem como impedir que os oráculos sejam destruídos, para poder se tornar deus uma vez mais. Além da ajuda da ex-feiticeira imortal Calipso e do semideus filhos de Hefesto Leo, Apolo acaba encontrando a Estação Intermediária, um lugar mágico comandado por duas ex-Caçadoras de Ártemis, que serve como refúgio para semideuses e outras criaturas. Lá conheceremos novas personagens muito valiosas para a trama.

Eu gostei mais desse segundo livro que do primeiro. Enquanto em O Oráculo Oculto nosso protagonista Apolo ainda estava se acostumando a ser humano e tinha um humor mordaz, neste livro ele parece mais sério. Agora ele compreende o que significa ser mortal, teme pela amiga e mestra Meg e tem que encarar de uma vez por todas as atrocidades que fez quando era deus. Nesse livro temos vários flashbacks do Apolo divino, e percebemos que os deuses não são tão diferentes dos nossos novos vilões imperadores. Apolo era cruel, indiferente e temia o esquecimento. Acreditava ser muito mais importante que os humanos e até os desprezava.

Além de várias cenas de ação e comédia, que são a marca registrada do tio Rick, temos a evolução de Apolo como personagem, que agora reconhece o valor de ser humano. É um livro divertido e rápido de ler como todos os outros, mas ganhou uma profundidade que eu nunca tinha visto em outras histórias dos nossos adorados semideuses.

Confesso que não tinha me apaixonado por O Oráculo Oculto, mas A Profecia das Sombras me convenceu. Apolo, estou torcendo por você!

site: www.nathlambert.blogspot.com
Alisu 02/08/2017minha estante
AHHHHHHH quero mt saber a continuação da historia do Leo,mas os livros do Rick não me descem mais :c


Nath @_illuminath 02/08/2017minha estante
Por que não?


Alisu 02/08/2017minha estante
enjoei da formula dele,Boo foi o cumulo pra mim ;-;




Ale 28/07/2017

Será que o fim está próximo para o infortunado Apolo?

No segundo volume da série As provações de Apolo, o ex-deus olimpiano terá que libertar um oráculo assustador das mãos de um velho conhecido. Não basta ter perdido os poderes divinos e ter sido enviado para a terra na forma de um adolescente espinhento, rechonchudo e desajeitado. Não basta ter sido humilhado e ter virado servo de uma semideusa maltrapilha e desbocada. Nããão. Para voltar ao Olimpo, Apolo terá que passar por algumas provações.

A primeira já foi: livrar o oráculo do Bosque de Dodona das garras de Nero, um dos membros do triunvirato do mal que planeja destruir todos os oráculos existentes para controlar o futuro.

Em sua mais nova missão, o ex-deus do Sol, da música, da poesia e da paquera precisa localizar e libertar o próximo oráculo da lista: uma caverna assustadora que pode ajudar Apolo a recuperar sua divindade — isso se não matá-lo ou deixá-lo completamente louco. Para piorar ainda mais a história, entra em cena um imperador romano fascinado por espetáculos cruéis e sanguinários, um vilão que até Nero teme e que Apolo conhece muito bem. Bem demais.

Nessa nova aventura eletrizante, hilária e recheada de péssimos haicais, o ex-imortal contará com a ajuda de Leo Valdez e de alguns aliados inesperados — alguns velhos conhecidos, outros nem tanto, mas todos com a mesma certeza: é impossível não amar Apolo.

"Como um ex-deus da profecia, sempre considerei o futuro uma fonte maravilhosa de preocupação. Mas decidi não insistir no assunto. Agora, o único objetivo futuro que importava era me levar de volta ao Monte Olimpo para que o mundo pudesse mais uma vez apreciar minha glória divina. Eu tinha que pensar no bem maior." Apolo.

Foi um ano de espera longo, mas valeu cada segundo! Pra inicio de conversa por ter o Leo na historia eu já daria ao livro cinco estrelas, porém não foi isso que mais gostei no decorrer do livro, não o mais legal foi ver Apolo mais "humano" já no livro anterior eu tinha me surpreendido bastante com como o personagem se torna mais humilde - mais ou menos - e aprende um pouco sobre compaixão. Agora, nesse o tio Rick está de parabéns.

Outra coisa que acho que deu um toque mais "profundo" ao livro, foi ver como o Apolo lidou com o fato de que este segundo imperador ser um velho e íntimo - não no bom sentido - conhecido; E quando digo como ele lidou, quero dizer que nos primeiros momentos ele quase infartou.

"Eu desejava estar de volta ao Monte Olimpo, onde poderia me preocupar com coisas mais interessantes, como os últimos sucessos do tecno-pop, saraus de poesia e destruir comunidades sanguinárias com minhas flechas de vingança. Uma coisa que aprendi com a minha experiência como mortal: contemplar a morte é muito mais divertido quando é a de outra pessoa" Apolo.

E é claro não faltou humor, Apolo continua bem sarcástico e engraçado foi cada uma melhor que a outra, ri muito, ou seja recomendo que leia este livro sozinho para que diferente de mim, não passe por uma situação onde, bem, as pessoas ao seu redor olhem para você de um jeito constrangedor.

Mas indo ao que interessa o livro começa com Apolo, Calipso e Leo chegando em Indianópolis e se metendo em confusão com criaturas de nome que não ouso nem escrever, e então serem salvos por uma ex caçadora de Ártemis, uma que Apolo conhece bem. Detalhe essa caçadora está na 'melhor idade' e tem como companheira outra ex caçadora, as duas escolheram envelhecer juntas, e sim, é tão fofo quanto parece. Apolo também revê uma deusa que tem para ele uma missão, é isso mesmo Apolo precisa completar uma missão como qualquer outro semideus, isso sim foi demais!

Mas para ninguém poder dizer que Apolo deixou de ser Apolo, ele continua se achando o centro do mundo, e fazendo drama por tudo como se fosse a maior das vítimas. Ele tem que lidar nesse livro um pouco mais com tudo que fez de errado, revê seu grande lado feio pode se dizer. Também reencontra sua "senhora" e é salvo várias, e várias vezes por ela, por que vamos combinar a Meg é INCRÍVEL.

Ah, e para fechar com chave de ouro Apolo descobre uma surpresinha, e conhece intrigantes companheiros de batalha. Em resumo eu amei o livro, achei divertido, tem um desenvolvimento nem rápido nem lento demais na minha opinião, e é claro, me deixou me apaixonar mais uma vez pelo mundo maravilhoso que o tio Rick criou, eu já estou contando os dias para o próximo.

site: https://maisqueamoler.blogspot.com.br/2017/07/resenha-profecia-das-sombras.html
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Núbia Esther 26/07/2017

O segundo livro da série As Provações de Apolo já começa em ritmo frenético. No final do livro anterior, após Lester/Apolo e os outros semideuses salvarem o oráculo do Bosque de Dodona, uma profecia carimba de vez o passaporte de Apolo para o mundo das missões perigosas e nenhum reconhecimento (para seu eterno desgosto) dos semideuses. Aqui, já o reencontramos em viagem na companhia de Leo Valdez, Calipso e é claro, no dragão mecânico de Leo, Festus. Na busca pelo oráculo da vez, os garotos vão parar em Indiana e ali Lester descobre que o próximo integrante do Triunvirato é alguém que já teve muita importância para ele no passado e que ele não será o único “fantasma” que terá de enfrentar.

Com Lester atingindo plenamente o status quo de semideus, ao menos no que diz respeito a colocar a vida em risco para fazer um favorzinho a um deus, o deus do sol começa a perceber muitas das injustiças cometidas pelos deuses.

“Alguns metros à frente, um semideus desconhecido estava imóvel no chão. (…). Eu não sabia de que lado ele estava, mas isso não importava. Fosse como fosse, sua morte era uma perda terrível e desnecessária. Eu estava começando a achar que talvez as vidas dos semideuses não eram tão descartáveis quanto nós, deuses, gostávamos de acreditar. ” (Página 293)


Talvez esteja aqui a melhor parte de A Profecia das Sombras. No primeiro volume, apesar de estar indo de mal a pior Lester ainda tinha muito de Apolo. A mania de grandeza, a empáfia, o comodismo nato de quem sempre pode mandar alguém realizar suas tarefas indesejáveis ainda estava ali. Mas, depois de perceber que mais do que súditos ou filhos para serem enviados abate, os semideuses poderiam se tornar seus amigos. Depois dele mesmo ter de fazer um favorzinho a uma deusa para ter a ajuda necessária em sua principal tarefa. Apolo está cada vez mais Lester. É claro que às vezes ainda ocorrem laivos da mania de grandiosidade do antigo deus, mas em outras tantas, ele percebe cada vez mais o valor da humanidade. Não há mais espaço para quem antes achava os humanos meros sacos de carne ambulantes. Com esse crescimento tão palpável, no qual muitas vezes ele se coloca na linha de perigo voluntariamente para ajudar um amigo, Lester se torna um personagem cativante.

Além disso, este novo volume nos apresenta uma nova moradia de semideuses. A Estação Intermediária e seus moradores foram um adendo bastante interessante. Há todo um discurso de aceitar as diferenças e ser um porto seguro para os rejeitados pela sociedade, que funcionou muito bem. Aqui, Riordan também flerta com a mitologia africana, e ele é tão bom em semear possibilidades que já te deixa no anseio por aventuras com novos deuses e semideuses. Para os que já estão acompanhando as aventuras pelo mundo grego desde o início (não custa nada lembrar que a trama principal da saga é decorrente dos eventos derradeiros da série Os Heróis do Olimpo), este volume também fornece bastante detalhes sobre Leo Valdez e a ex-prisioneira de Ogígia, Calipso. Eu sempre gostei do humor fora de horário do Leo e sua história com Calipso merecia um desenrolar, que acontece apropriadamente aqui.

Agora, com o Triunvirato apertando o cerco e as ameaças formando diferentes frentes, novos semideuses (na verdade velhos conhecidos nossos) devem dar as caras, e, para a próxima etapa dessa jornada um antigo personagem (muito querido, eu acho) foi requisitado. E essa mistura de Lester, Meg e o tal guia famoso, deverá render situações bastante hilárias. Mal posso esperar pelo terceiro livro, que felizmente não será o último (a previsão é de que serão cinco), tenho a impressão de que Lester ainda irá nos surpreender muito com suas futuras ações e escolhas.

[Blablabla Aleatório]

site: https://blablablaaleatorio.com/2017/07/25/a-profecia-das-sombras-rick-riordan/
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Marcel Sano 13/07/2017

Nostalgia...
Nostalgia, esta é a palavra que pode resumir a série "As Aprovações de Apolo".

Cada capítulo é quase um reencontro com os personagens que acompanhamos desde "Percy Jackson e o Ladrão de Raios".

Infelizmente, só os "filhos" greco-romanos participam das histórias, nada de nórdicos ou egípcios. Mas se me permitem um spoiler, uma nova série pode nascer muito em breve, vinda da África!

Agora, voltando ao livro... A aventura continua de onde "O Oráculo Oculto" termina, resolvendo algumas pendências que ficaram abertas e abrindo um novo leque de histórias para os próximos capítulos - com direito a uma nova profecia.

Uma pena que a história só terá sua continuação em 2018. Até lá teremos que especular o que irá acontecer no terceiro livro. ( E nos contentar com os filhos nórdicos ).
Adriana Rocha 25/07/2017minha estante
Essa possibilidade da África me deixou surtando. Ainda mais que esse ano termina Magnus Chase e Rick sempre escreve duas sagas ao mesmo tempo. "Não vamos ter esperança, vamos ter FÉ".




Marcel Sano 13/07/2017

Nostalgia...
Nostalgia, esta é a palavra que pode resumir a série "As Aprovações de Apolo".

Cada capítulo é quase um reencontro com os personagens que acompanhamos desde "Percy Jackson e o Ladrão de Raios".

Infelizmente, só os "filhos" greco-romanos participam das histórias, nada de nórdicos ou egípcios. Mas se me permitem um spoiler, uma nova série pode nascer muito em breve, vinda da África!

Agora, voltando ao livro... A aventura continua de onde "O Oráculo Oculto" termina, resolvendo algumas pendências que ficaram abertas e abrindo um novo leque de histórias para os próximos capítulos - com direito a uma nova profecia.

Uma pena que a história só terá sua continuação em 2018. Até lá teremos que especular o que irá acontecer no terceiro livro. ( E nos contentar com os filhos nórdicos ).
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Adriana Rocha 25/07/2017minha estante
Essa possibilidade da África me deixou surtando. Ainda mais que esse ano termina Magnus Chase e Rick sempre escreve duas sagas ao mesmo tempo. "Não vamos ter esperança, vamos ter FÉ".




spoiler visualizar
Maitê 01/07/2017minha estante
Eu venho acompanhando essa saga de PJO des dos meus 13 anos, é hoje eu estou com 19. Eu me vejo evoluindo junto com as personagens e passei pela mesma coisa que você, mesmo depois de tantos anos essa saga ainda me atrai, solto muitas gargalhadas e choro pelos personagens que ja fazem parte da minha vida.
E a forma que o autor trata de assuntos tão importantes como a homossexualidade, relasionamente abusivo (com a Meg e seu "Padrasto"). Isso revigora ainda mais a leitura. E também a forma que ele trás a tona antigos personagens fazendo com que sentirmos uma certa nostalgia. Eu sou paixonada por esse universo.




Nicoly Mafra - @nickmafra 23/06/2017

Experiência de Leitura - A Profecia das Sombras
Em sua primeira provação, Apolo, o ex-deus do sol - agora um jovem de 16 anos com problemas de acne -, precisou livrar o oráculo do Bosque de Dodona das garras de Nero, um dos membros do triunvirato do mal. Agora, em sua mais nova missão, Apolo precisa localizar e libertar o próximo oráculo da lista - uma caverna que pode ajudar Apolo a recuperar sua divindade, ou deixá-lo louco. Porém, essa tarefa não será nada fácil, pois um imperador romano fascinado por espetáculos sangrentos, entra em cena, um imperador que Apolo conhece muito bem.

Sério, na minha opinião, não existe personagem, criado pelo Rick, mais engraçado do que o Apolo. Todos os livros do autor possuem um personagem que nos tira muitas risadas, mas o Apolo é definitivamente o mais divertido, todo atrevido, sarcástico e narcisista.

Embora eu não tenha gostado tanto quanto o primeiro – o enredo deste livro e alguns acontecimentos não foram tão interessantes e empolgantes como o primeiro -, ainda gostei muito da leitura e de acompanhar mais uma aventura destes personagens.

Um ponto que estou gostando muito nesta série é que estão aparecendo alguns personagens das séries anteriores – Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo. É sempre muito gostoso rever esses personagens e acompanhá-los em outras aventuras.

Estou muito curiosa para ver o que vai acontecer nos próximos livros dessa série e quais serão os próximos personagens que irão aparecer – a próxima missão promete!

site: www.instagram.com/nickmafra
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Caverna 10/06/2017

Os livros do Rick Riordan são daquele tipo que você percebe que esteve morrendo de saudades logo que pega suas obras de lançamento em mãos. Depois de Percy Jackson, Heróis do Olimpo e Magnus Chase, eu estava ansiosa pelo segundo volume de Apolo, mas não saltitando pelos cantos. E aí, eu abri a primeira página... E o sorriso foi imediato. Só você mesmo pra ter uma escrita tão singular e incrível, tio Rick! Consegue animar qualquer um, mesmo enquanto fala sobre batalhas e morte.

Mas para você que ainda não se aventurou pelo mundo que Riordan criou, vamos explicar: Apolo foi castigado por Zeus e banido do Olimpo. Para retornar, ele precisará se provar digno disso. E agora, depois de conhecer sua senhora semideusa Meg e combater o mal com ela (e também perdê-la um pouquinho pro mal), Apolo está seguindo viagem com Leo Valdez e sua namorada, Calipso.

Logo que chegam à Nova York, seu destino, eles são barrados por seres extremamente educados que possuem olhos no lugar dos peitos e as orelhas nas axilas, chamados blemmyae. Eles também querem os matar. E no meio desse cenário, Apolo se vê tendo que tomar uma atitude, com Leo apenas de cueca de um lado, Calipso com a mão e o tornozelo possivelmente quebrados do outro, e Festus desligado, de volta à sua forma de mala. Bem ele, o grandioso Apolo, que sempre assistiu as guerras de longe, que simpatizava com semideuses dispostos a morrer por ele, teria que pensar rápido para tirá-los da enrascada.

E pra piorar, nem mais Apolo ele era direito! Ele é Lester Papadopoulos, o garoto gordinho e cheio de espinhas mortal e desprovido de poderes. Mas ele terá que servir.

Tentando escapar dos blemmyae, o trio acaba parando numa Estação Intermediária onde são acolhidos por Emmie e Josephine, duas guerreiras de cabelos já grisalhos. Mas como tudo que acontece com Apolo, não é a toa que eles foram resgatados. As mulheres tem planos para eles. Georgina, a filha delas, foi levada por Cômodo, um ex amante de Apolo que possui uma profecia terrível a cumprir. Além dela, os grifos e outros amigos da estação também sumiram. Fora Meg, que deixara Apolo para trás por conta do padrasto.

E, mais uma vez, eles vão em direção ao perigo. A sorte é que as duas senhoras são muito simpáticas e de fato acolhedoras, como mães, embora Apolo deteste os serviços domésticos que elas passam para eles, principalmente descascar cenouras.

O modo como Rick Riordan constrói seus personagens é peculiar, o que pode agradar ou não os leitores. Como são livros com uma pegada adolescente, ele não pesa na narração. Na verdade, o que nos faz nos apegarmos e apaixonarmos pelos personagens é justamente o jeito meio bobo deles. Embora esteja retratando deuses gregos, Rick pega suas características, suas histórias, e tira sarro deles. Não tem como odiar nem mesmo os vilões.

Nosso querido Apolo aprende e cresce muito nesse segundo volume. É de imaginar que após milênios vividos, ele já tenha crescido o suficiente, mas não. É junto aos humanos, à bondade e altruísmo deles que Apolo passa a enxergar a vida com outros olhos. Ele nunca teve que pensar no futuro ou se iria sobreviver. Ele era imortal, e pouco se importava com algo além de sua música e beleza. Em várias passagens, ele faz comentários hilários sobre como deveriam estar saudando-o, deixando claro que sua personalidade convencida nunca vai deixar de estar presente. É o jeito dele, afinal de contas. Mas o melhor é que seus amigos não se deixam intimidar pela sua imagem. Talvez porque ele aparente ser apenas um garotinho, mas ainda assim, eles não pegam leve com ele, não. Pobre Apolo.

De tudo o que Apolo passa no decorrer da história, acho que o mais importante são as recordações. A memória humana tem uma capacidade muito menor de armazenamento que a de um deus, então Apolo vai se lembrando aos poucos do que viveu, de quem deixou de ajudar, incluindo seu próprio filho, e começa a ver o quanto errou. Não tem como descrever isso de forma diferente. Apolo vai se humanizando, algo muito bonito de acompanhar, por mais que não seja nenhuma mudança radical. São nuances que faz com que a gente se solidarize por ele.

Os personagens secundários são ótimos, sem exceções. Foi maravilhoso conhecer Emmie, Josephine e seus grifos amáveis, rever as caçadoras de Ártemis (incluindo Thalia Grace), acompanhar mais uma vez o Leo e Festus, e descobrir como Calipso está se adaptando à nova vida (fora as faíscas que saem entre ela e Apolo o tempo inteiro).

Só tenho elogios à Profecia da Sombra. Uma história repleta de ação do início ao fim, com personagens carismáticos e fortes que vão tirar risos e lágrimas do leitor.

site: http://caverna-literaria.blogspot.com.br/2017/06/a-profecia-das-sombras.html
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 07/06/2017

Originalmente postada em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/
Sabe quando você entra numa ressaca durante a leitura? Isso aconteceu comigo nesse livro e afetou todas as minhas outras leituras. Apesar de ser super fã do Riordan, eu aceito que algumas vezes ele pisa na bola. E, infelizmente, isso aconteceu em A Profecia Sombria.

Creio que o problema principal aqui foi a enrolação. O livro teve uns plots bem interessantes, mas que enrolaram demais pra chegar neles. E quando se chega neles, o desenvolvimento foi muito rápido e voltemos a enrolação mais uma vez.

Um detalhe que me incomodou bastante foi Apolo. Eu amo o personagem, mas aqui achei que ele estava muito caricato. OK, vemos que o personagem teve um certo crescimento desde O Oráculo Oculto, mas em certos momentos dava pra perceber que havia um humor forçado e não é bem assim que a banda toca. Espero que esse detalhe mude nos próximos livros.

Um ponto positivo na história é que descobrimos um pouco mais sobre o passado de Meg. No livro anterior, descobrimos que ela meio que foi adotada por Nero. aqui, temos alguns vislumbres da criação abusiva que ela teve e não tem como não querer abraçá-la e colocar em um potinho.

Falemos de algo desnecessário: a participação de Léo e Calipso. Bom, eu nunca gostei do Léo. Acho um personagem forçado demais, sempre querendo ser engraçadinho e pessoas assim não me descem. Aí piora tudo quando me colocam um clima de DR entre ele e Calipso. Migo Riordan, senta aqui e vamos conversar, por favor… Depois de tudo que eles passaram, você quer que a gente engula algumas desculpas para não ficarem juntos? Acho melhor rever seus conceitos.

OK que tudo que falei até agora não ajuda em convencer a ler o livro, mas se tem algo que estou amando nos últimos livros desse cara é a representatividade que ele anda inserindo. No livro anterior, Riordan abordou abertamente sobre a bissexualidade de Apolo, como ele não se importava que seu filho tem um namorado (Pausa para reclamar que Nico melhor personagem, mas ainda muito subaproveitado) (Fé no Pai que ele ganha uma saga só dele). Aqui temos um casal de mulheres maravilhosas e, literalmente, guerreiras, que adotaram uma garotinha. Fora isso, temos um personagem cujo parentesco deusístico é um iorubá, deuses nigerianos. O jeito como ele insere esses personagens e desenvolve é maravilhoso porque, diferente de outras situações do livro, não fica algo forçado; é algo natural, como na vida real.

Outro fato legal nas histórias do Riordan são as referências ao mundo pop/geek. Tem gente que acha forçado, mas isso sim eu curto porque dá um toque a mais de realidade.

Cantei “Love Is an Open Door”, da trilha sonora de Frozen. Até isso falhou

Talvez eles tivessem concluído que, se um mendigo maltrapilho queria andar na direção de um vazamento de gás, não eram eles que iam impedir. Ou talvez eles estivessem engajados em uma batalha épica de Pokémon GO.

No geral, A Profecia das Sombras foi uma leitura razoável. Com o gancho no fim do livro e a volta de um personagem bem legal, espero que o próximo seja melhor.

Leia mais resenhas em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/

site: https://balaiodebabados.blogspot.com.br/2017/06/resenha-174-a-profecia-sombria.html
Pandora 07/06/2017minha estante
Estou louca para ler, mas vou esperar o preço baixar um pouquinho para pegar cia Kindle.


Luiza Helena (@balaiodebabados) 07/06/2017minha estante
Não gostei muito desse não... :(




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zoni 12/05/2017

Para o Sul o Sol segue caminho.
Esperamos um ano, mas toda essa espera valeu a pena porque Riordan nos trouxe mais uma história envolvente e super apaixonante, daquelas que nos faz desejar o próximo volume em nossa estante antes mesmo de ter acabado o livro que está nas mãos.

Esse livro nos traz novamente os problemas de Apolo que está em um corpo mortal, tentando não ser morto por todos os seus inimigos e retornar ao Olimpo como um dos doze olimpianos, porém, dessa vez a história vem com um nível de aprofundamento maior que a história do primeiro livro.

A trama se inicia com Apolo, Calipso e Leo Valdez chegando a Indianópolis, uma pequena cidade no meio oeste dos estados unidos, assim que desembarcam na cidade nosso trio de heróis já se mete em uma confusão, sim, mais monstros tentando matar Apolo, apenas um dia comum na vida do ex deus. Eles são salvos por o que parecem ser uma caçadora de Ártemis, mas ela está velha, sim, eu disse velha. Confuso? Essa mulher, senhora, velha, é uma ex caçadora que resolveu largar a caça para viver um romance com uma de suas companheiras. Está surpreso? Eu fiquei, achei o máximo o espaço ainda maior para a representatividade LGBT.
Apolo é obrigado a ir em uma missão para salvar os grifos de uma deusa e só assim terá informações para conseguir entrar na fortaleza de um de seus maiores inimigos, um dos imperadores que ouvimos falar desde o primeiro livro. É nessa missão que Apolo é salvo por Meg, e nós vemos nossa garotinha semáforo voltar para a ação.

No decorrer do livro nós ainda temos aquele Apolo que choraminga por tudo, querendo voltar para sua vida antiga onde era paparicado por todos e via seus amados semideuses se fo#%#!# para resolver suas merdas, mas aos poucos e com a ajuda de outros personagens ele vai descobrindo a resposta para a pergunta “O que é ser um humano?” e vai dando um pouco mais de valor para a raça que ele nunca levou a sério.

O livro é espetacular, nunca nos cansa, está sempre acontecendo alguma ação que nos faz ler e ler, sem conseguir parar. Uma coisa muito importante no livro foi a inserção de excelentes coadjuvantes. Todos eles trouxeram seu próprio brilho a trama, dando uma pitada de novidade que a série precisava. Vimos personagens antigos, vimos novos personagens, semideuses ou não. (Sim, Riordan nos dá uma aula de representatividade e põe um personagem nigeriano de outros deuses, os iorubás).

O livro assim como qualquer outro tem um ápice, e nesse é uma batalha. Porém, o que mais chama atenção no final do livro, não é a batalha, mas sim a profecia que Apolo recebe logo depois dela. É algo diferente e que nunca vimos nos livros de Riordan, a profecia é quase um poema. É enorme e maravilhosa, eu levei um tempo para digerir e entender. E cara, depois que a gente entende dá mais ansiedade ainda pelo próximo.

Riordan é um mestre em unir as mitologias com o século XXI, ele sempre nos dá uma bela junção do velho com o novo. Ainda mais na visão de um deus, que tudo viu, quando viu...
Acho que consegui falar um pouco do livro sem dá spoilers, ou dando o mínimo de spoilers possíveis. Mas antes de encerrar preciso dizer que a coisa que mais me chamou a atenção e que era minha maior preocupação, foi a forma como Riordan aproveitou e explorou a bissexualidade de Apolo, não foi forçado, não pareceu falso e principalmente o personagem não pareceu um cafajeste confuso. Riordan merece todos os prêmios do mundo.

Eu recomendo o livro, é perfeito, gostoso, divertido e com um ritmo espetacular. E estou ansioso pelo próximo, pois tenho certeza que vamos nos divertir muito.
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