A Profecia das Sombras

A Profecia das Sombras Rick Riordan




Resenhas - Profecia das Sombras


11 encontrados | exibindo 1 a 11


Núbia Esther 26/07/2017

O segundo livro da série As Provações de Apolo já começa em ritmo frenético. No final do livro anterior, após Lester/Apolo e os outros semideuses salvarem o oráculo do Bosque de Dodona, uma profecia carimba de vez o passaporte de Apolo para o mundo das missões perigosas e nenhum reconhecimento (para seu eterno desgosto) dos semideuses. Aqui, já o reencontramos em viagem na companhia de Leo Valdez, Calipso e é claro, no dragão mecânico de Leo, Festus. Na busca pelo oráculo da vez, os garotos vão parar em Indiana e ali Lester descobre que o próximo integrante do Triunvirato é alguém que já teve muita importância para ele no passado e que ele não será o único “fantasma” que terá de enfrentar.

Com Lester atingindo plenamente o status quo de semideus, ao menos no que diz respeito a colocar a vida em risco para fazer um favorzinho a um deus, o deus do sol começa a perceber muitas das injustiças cometidas pelos deuses.

“Alguns metros à frente, um semideus desconhecido estava imóvel no chão. (…). Eu não sabia de que lado ele estava, mas isso não importava. Fosse como fosse, sua morte era uma perda terrível e desnecessária. Eu estava começando a achar que talvez as vidas dos semideuses não eram tão descartáveis quanto nós, deuses, gostávamos de acreditar. ” (Página 293)


Talvez esteja aqui a melhor parte de A Profecia das Sombras. No primeiro volume, apesar de estar indo de mal a pior Lester ainda tinha muito de Apolo. A mania de grandeza, a empáfia, o comodismo nato de quem sempre pode mandar alguém realizar suas tarefas indesejáveis ainda estava ali. Mas, depois de perceber que mais do que súditos ou filhos para serem enviados abate, os semideuses poderiam se tornar seus amigos. Depois dele mesmo ter de fazer um favorzinho a uma deusa para ter a ajuda necessária em sua principal tarefa. Apolo está cada vez mais Lester. É claro que às vezes ainda ocorrem laivos da mania de grandiosidade do antigo deus, mas em outras tantas, ele percebe cada vez mais o valor da humanidade. Não há mais espaço para quem antes achava os humanos meros sacos de carne ambulantes. Com esse crescimento tão palpável, no qual muitas vezes ele se coloca na linha de perigo voluntariamente para ajudar um amigo, Lester se torna um personagem cativante.

Além disso, este novo volume nos apresenta uma nova moradia de semideuses. A Estação Intermediária e seus moradores foram um adendo bastante interessante. Há todo um discurso de aceitar as diferenças e ser um porto seguro para os rejeitados pela sociedade, que funcionou muito bem. Aqui, Riordan também flerta com a mitologia africana, e ele é tão bom em semear possibilidades que já te deixa no anseio por aventuras com novos deuses e semideuses. Para os que já estão acompanhando as aventuras pelo mundo grego desde o início (não custa nada lembrar que a trama principal da saga é decorrente dos eventos derradeiros da série Os Heróis do Olimpo), este volume também fornece bastante detalhes sobre Leo Valdez e a ex-prisioneira de Ogígia, Calipso. Eu sempre gostei do humor fora de horário do Leo e sua história com Calipso merecia um desenrolar, que acontece apropriadamente aqui.

Agora, com o Triunvirato apertando o cerco e as ameaças formando diferentes frentes, novos semideuses (na verdade velhos conhecidos nossos) devem dar as caras, e, para a próxima etapa dessa jornada um antigo personagem (muito querido, eu acho) foi requisitado. E essa mistura de Lester, Meg e o tal guia famoso, deverá render situações bastante hilárias. Mal posso esperar pelo terceiro livro, que felizmente não será o último (a previsão é de que serão cinco), tenho a impressão de que Lester ainda irá nos surpreender muito com suas futuras ações e escolhas.

[Blablabla Aleatório]

site: https://blablablaaleatorio.com/2017/07/25/a-profecia-das-sombras-rick-riordan/
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Marcel Sano 13/07/2017

Nostalgia...
Nostalgia, esta é a palavra que pode resumir a série "As Aprovações de Apolo".

Cada capítulo é quase um reencontro com os personagens que acompanhamos desde "Percy Jackson e o Ladrão de Raios".

Infelizmente, só os "filhos" greco-romanos participam das histórias, nada de nórdicos ou egípcios. Mas se me permitem um spoiler, uma nova série pode nascer muito em breve, vinda da África!

Agora, voltando ao livro... A aventura continua de onde "O Oráculo Oculto" termina, resolvendo algumas pendências que ficaram abertas e abrindo um novo leque de histórias para os próximos capítulos - com direito a uma nova profecia.

Uma pena que a história só terá sua continuação em 2018. Até lá teremos que especular o que irá acontecer no terceiro livro. ( E nos contentar com os filhos nórdicos ).
Adriana Rocha 25/07/2017minha estante
Essa possibilidade da África me deixou surtando. Ainda mais que esse ano termina Magnus Chase e Rick sempre escreve duas sagas ao mesmo tempo. "Não vamos ter esperança, vamos ter FÉ".




Marcel Sano 13/07/2017

Nostalgia...
Nostalgia, esta é a palavra que pode resumir a série "As Aprovações de Apolo".

Cada capítulo é quase um reencontro com os personagens que acompanhamos desde "Percy Jackson e o Ladrão de Raios".

Infelizmente, só os "filhos" greco-romanos participam das histórias, nada de nórdicos ou egípcios. Mas se me permitem um spoiler, uma nova série pode nascer muito em breve, vinda da África!

Agora, voltando ao livro... A aventura continua de onde "O Oráculo Oculto" termina, resolvendo algumas pendências que ficaram abertas e abrindo um novo leque de histórias para os próximos capítulos - com direito a uma nova profecia.

Uma pena que a história só terá sua continuação em 2018. Até lá teremos que especular o que irá acontecer no terceiro livro. ( E nos contentar com os filhos nórdicos ).
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Adriana Rocha 25/07/2017minha estante
Essa possibilidade da África me deixou surtando. Ainda mais que esse ano termina Magnus Chase e Rick sempre escreve duas sagas ao mesmo tempo. "Não vamos ter esperança, vamos ter FÉ".




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Maitê 01/07/2017minha estante
Eu venho acompanhando essa saga de PJO des dos meus 13 anos, é hoje eu estou com 19. Eu me vejo evoluindo junto com as personagens e passei pela mesma coisa que você, mesmo depois de tantos anos essa saga ainda me atrai, solto muitas gargalhadas e choro pelos personagens que ja fazem parte da minha vida.
E a forma que o autor trata de assuntos tão importantes como a homossexualidade, relasionamente abusivo (com a Meg e seu "Padrasto"). Isso revigora ainda mais a leitura. E também a forma que ele trás a tona antigos personagens fazendo com que sentirmos uma certa nostalgia. Eu sou paixonada por esse universo.




Nicoly Mafra - @nickmafra 23/06/2017

Experiência de Leitura - A Profecia das Sombras
Em sua primeira provação, Apolo, o ex-deus do sol - agora um jovem de 16 anos com problemas de acne -, precisou livrar o oráculo do Bosque de Dodona das garras de Nero, um dos membros do triunvirato do mal. Agora, em sua mais nova missão, Apolo precisa localizar e libertar o próximo oráculo da lista - uma caverna que pode ajudar Apolo a recuperar sua divindade, ou deixá-lo louco. Porém, essa tarefa não será nada fácil, pois um imperador romano fascinado por espetáculos sangrentos, entra em cena, um imperador que Apolo conhece muito bem.

Sério, na minha opinião, não existe personagem, criado pelo Rick, mais engraçado do que o Apolo. Todos os livros do autor possuem um personagem que nos tira muitas risadas, mas o Apolo é definitivamente o mais divertido, todo atrevido, sarcástico e narcisista.

Embora eu não tenha gostado tanto quanto o primeiro – o enredo deste livro e alguns acontecimentos não foram tão interessantes e empolgantes como o primeiro -, ainda gostei muito da leitura e de acompanhar mais uma aventura destes personagens.

Um ponto que estou gostando muito nesta série é que estão aparecendo alguns personagens das séries anteriores – Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo. É sempre muito gostoso rever esses personagens e acompanhá-los em outras aventuras.

Estou muito curiosa para ver o que vai acontecer nos próximos livros dessa série e quais serão os próximos personagens que irão aparecer – a próxima missão promete!

site: www.instagram.com/nickmafra
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Caverna 10/06/2017

Os livros do Rick Riordan são daquele tipo que você percebe que esteve morrendo de saudades logo que pega suas obras de lançamento em mãos. Depois de Percy Jackson, Heróis do Olimpo e Magnus Chase, eu estava ansiosa pelo segundo volume de Apolo, mas não saltitando pelos cantos. E aí, eu abri a primeira página... E o sorriso foi imediato. Só você mesmo pra ter uma escrita tão singular e incrível, tio Rick! Consegue animar qualquer um, mesmo enquanto fala sobre batalhas e morte.

Mas para você que ainda não se aventurou pelo mundo que Riordan criou, vamos explicar: Apolo foi castigado por Zeus e banido do Olimpo. Para retornar, ele precisará se provar digno disso. E agora, depois de conhecer sua senhora semideusa Meg e combater o mal com ela (e também perdê-la um pouquinho pro mal), Apolo está seguindo viagem com Leo Valdez e sua namorada, Calipso.

Logo que chegam à Nova York, seu destino, eles são barrados por seres extremamente educados que possuem olhos no lugar dos peitos e as orelhas nas axilas, chamados blemmyae. Eles também querem os matar. E no meio desse cenário, Apolo se vê tendo que tomar uma atitude, com Leo apenas de cueca de um lado, Calipso com a mão e o tornozelo possivelmente quebrados do outro, e Festus desligado, de volta à sua forma de mala. Bem ele, o grandioso Apolo, que sempre assistiu as guerras de longe, que simpatizava com semideuses dispostos a morrer por ele, teria que pensar rápido para tirá-los da enrascada.

E pra piorar, nem mais Apolo ele era direito! Ele é Lester Papadopoulos, o garoto gordinho e cheio de espinhas mortal e desprovido de poderes. Mas ele terá que servir.

Tentando escapar dos blemmyae, o trio acaba parando numa Estação Intermediária onde são acolhidos por Emmie e Josephine, duas guerreiras de cabelos já grisalhos. Mas como tudo que acontece com Apolo, não é a toa que eles foram resgatados. As mulheres tem planos para eles. Georgina, a filha delas, foi levada por Cômodo, um ex amante de Apolo que possui uma profecia terrível a cumprir. Além dela, os grifos e outros amigos da estação também sumiram. Fora Meg, que deixara Apolo para trás por conta do padrasto.

E, mais uma vez, eles vão em direção ao perigo. A sorte é que as duas senhoras são muito simpáticas e de fato acolhedoras, como mães, embora Apolo deteste os serviços domésticos que elas passam para eles, principalmente descascar cenouras.

O modo como Rick Riordan constrói seus personagens é peculiar, o que pode agradar ou não os leitores. Como são livros com uma pegada adolescente, ele não pesa na narração. Na verdade, o que nos faz nos apegarmos e apaixonarmos pelos personagens é justamente o jeito meio bobo deles. Embora esteja retratando deuses gregos, Rick pega suas características, suas histórias, e tira sarro deles. Não tem como odiar nem mesmo os vilões.

Nosso querido Apolo aprende e cresce muito nesse segundo volume. É de imaginar que após milênios vividos, ele já tenha crescido o suficiente, mas não. É junto aos humanos, à bondade e altruísmo deles que Apolo passa a enxergar a vida com outros olhos. Ele nunca teve que pensar no futuro ou se iria sobreviver. Ele era imortal, e pouco se importava com algo além de sua música e beleza. Em várias passagens, ele faz comentários hilários sobre como deveriam estar saudando-o, deixando claro que sua personalidade convencida nunca vai deixar de estar presente. É o jeito dele, afinal de contas. Mas o melhor é que seus amigos não se deixam intimidar pela sua imagem. Talvez porque ele aparente ser apenas um garotinho, mas ainda assim, eles não pegam leve com ele, não. Pobre Apolo.

De tudo o que Apolo passa no decorrer da história, acho que o mais importante são as recordações. A memória humana tem uma capacidade muito menor de armazenamento que a de um deus, então Apolo vai se lembrando aos poucos do que viveu, de quem deixou de ajudar, incluindo seu próprio filho, e começa a ver o quanto errou. Não tem como descrever isso de forma diferente. Apolo vai se humanizando, algo muito bonito de acompanhar, por mais que não seja nenhuma mudança radical. São nuances que faz com que a gente se solidarize por ele.

Os personagens secundários são ótimos, sem exceções. Foi maravilhoso conhecer Emmie, Josephine e seus grifos amáveis, rever as caçadoras de Ártemis (incluindo Thalia Grace), acompanhar mais uma vez o Leo e Festus, e descobrir como Calipso está se adaptando à nova vida (fora as faíscas que saem entre ela e Apolo o tempo inteiro).

Só tenho elogios à Profecia da Sombra. Uma história repleta de ação do início ao fim, com personagens carismáticos e fortes que vão tirar risos e lágrimas do leitor.

site: http://caverna-literaria.blogspot.com.br/2017/06/a-profecia-das-sombras.html
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 07/06/2017

Originalmente postada em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/
Sabe quando você entra numa ressaca durante a leitura? Isso aconteceu comigo nesse livro e afetou todas as minhas outras leituras. Apesar de ser super fã do Riordan, eu aceito que algumas vezes ele pisa na bola. E, infelizmente, isso aconteceu em A Profecia Sombria.

Creio que o problema principal aqui foi a enrolação. O livro teve uns plots bem interessantes, mas que enrolaram demais pra chegar neles. E quando se chega neles, o desenvolvimento foi muito rápido e voltemos a enrolação mais uma vez.

Um detalhe que me incomodou bastante foi Apolo. Eu amo o personagem, mas aqui achei que ele estava muito caricato. OK, vemos que o personagem teve um certo crescimento desde O Oráculo Oculto, mas em certos momentos dava pra perceber que havia um humor forçado e não é bem assim que a banda toca. Espero que esse detalhe mude nos próximos livros.

Um ponto positivo na história é que descobrimos um pouco mais sobre o passado de Meg. No livro anterior, descobrimos que ela meio que foi adotada por Nero. aqui, temos alguns vislumbres da criação abusiva que ela teve e não tem como não querer abraçá-la e colocar em um potinho.

Falemos de algo desnecessário: a participação de Léo e Calipso. Bom, eu nunca gostei do Léo. Acho um personagem forçado demais, sempre querendo ser engraçadinho e pessoas assim não me descem. Aí piora tudo quando me colocam um clima de DR entre ele e Calipso. Migo Riordan, senta aqui e vamos conversar, por favor… Depois de tudo que eles passaram, você quer que a gente engula algumas desculpas para não ficarem juntos? Acho melhor rever seus conceitos.

OK que tudo que falei até agora não ajuda em convencer a ler o livro, mas se tem algo que estou amando nos últimos livros desse cara é a representatividade que ele anda inserindo. No livro anterior, Riordan abordou abertamente sobre a bissexualidade de Apolo, como ele não se importava que seu filho tem um namorado (Pausa para reclamar que Nico melhor personagem, mas ainda muito subaproveitado) (Fé no Pai que ele ganha uma saga só dele). Aqui temos um casal de mulheres maravilhosas e, literalmente, guerreiras, que adotaram uma garotinha. Fora isso, temos um personagem cujo parentesco deusístico é um iorubá, deuses nigerianos. O jeito como ele insere esses personagens e desenvolve é maravilhoso porque, diferente de outras situações do livro, não fica algo forçado; é algo natural, como na vida real.

Outro fato legal nas histórias do Riordan são as referências ao mundo pop/geek. Tem gente que acha forçado, mas isso sim eu curto porque dá um toque a mais de realidade.

Cantei “Love Is an Open Door”, da trilha sonora de Frozen. Até isso falhou

Talvez eles tivessem concluído que, se um mendigo maltrapilho queria andar na direção de um vazamento de gás, não eram eles que iam impedir. Ou talvez eles estivessem engajados em uma batalha épica de Pokémon GO.

No geral, A Profecia das Sombras foi uma leitura razoável. Com o gancho no fim do livro e a volta de um personagem bem legal, espero que o próximo seja melhor.

Leia mais resenhas em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/

site: https://balaiodebabados.blogspot.com.br/2017/06/resenha-174-a-profecia-sombria.html
Pandora 07/06/2017minha estante
Estou louca para ler, mas vou esperar o preço baixar um pouquinho para pegar cia Kindle.


Luiza Helena (@balaiodebabados) 07/06/2017minha estante
Não gostei muito desse não... :(




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zoni 12/05/2017

Para o Sul o Sol segue caminho.
Esperamos um ano, mas toda essa espera valeu a pena porque Riordan nos trouxe mais uma história envolvente e super apaixonante, daquelas que nos faz desejar o próximo volume em nossa estante antes mesmo de ter acabado o livro que está nas mãos.

Esse livro nos traz novamente os problemas de Apolo que está em um corpo mortal, tentando não ser morto por todos os seus inimigos e retornar ao Olimpo como um dos doze olimpianos, porém, dessa vez a história vem com um nível de aprofundamento maior que a história do primeiro livro.

A trama se inicia com Apolo, Calipso e Leo Valdez chegando a Indianópolis, uma pequena cidade no meio oeste dos estados unidos, assim que desembarcam na cidade nosso trio de heróis já se mete em uma confusão, sim, mais monstros tentando matar Apolo, apenas um dia comum na vida do ex deus. Eles são salvos por o que parecem ser uma caçadora de Ártemis, mas ela está velha, sim, eu disse velha. Confuso? Essa mulher, senhora, velha, é uma ex caçadora que resolveu largar a caça para viver um romance com uma de suas companheiras. Está surpreso? Eu fiquei, achei o máximo o espaço ainda maior para a representatividade LGBT.
Apolo é obrigado a ir em uma missão para salvar os grifos de uma deusa e só assim terá informações para conseguir entrar na fortaleza de um de seus maiores inimigos, um dos imperadores que ouvimos falar desde o primeiro livro. É nessa missão que Apolo é salvo por Meg, e nós vemos nossa garotinha semáforo voltar para a ação.

No decorrer do livro nós ainda temos aquele Apolo que choraminga por tudo, querendo voltar para sua vida antiga onde era paparicado por todos e via seus amados semideuses se fo#%#!# para resolver suas merdas, mas aos poucos e com a ajuda de outros personagens ele vai descobrindo a resposta para a pergunta “O que é ser um humano?” e vai dando um pouco mais de valor para a raça que ele nunca levou a sério.

O livro é espetacular, nunca nos cansa, está sempre acontecendo alguma ação que nos faz ler e ler, sem conseguir parar. Uma coisa muito importante no livro foi a inserção de excelentes coadjuvantes. Todos eles trouxeram seu próprio brilho a trama, dando uma pitada de novidade que a série precisava. Vimos personagens antigos, vimos novos personagens, semideuses ou não. (Sim, Riordan nos dá uma aula de representatividade e põe um personagem nigeriano de outros deuses, os iorubás).

O livro assim como qualquer outro tem um ápice, e nesse é uma batalha. Porém, o que mais chama atenção no final do livro, não é a batalha, mas sim a profecia que Apolo recebe logo depois dela. É algo diferente e que nunca vimos nos livros de Riordan, a profecia é quase um poema. É enorme e maravilhosa, eu levei um tempo para digerir e entender. E cara, depois que a gente entende dá mais ansiedade ainda pelo próximo.

Riordan é um mestre em unir as mitologias com o século XXI, ele sempre nos dá uma bela junção do velho com o novo. Ainda mais na visão de um deus, que tudo viu, quando viu...
Acho que consegui falar um pouco do livro sem dá spoilers, ou dando o mínimo de spoilers possíveis. Mas antes de encerrar preciso dizer que a coisa que mais me chamou a atenção e que era minha maior preocupação, foi a forma como Riordan aproveitou e explorou a bissexualidade de Apolo, não foi forçado, não pareceu falso e principalmente o personagem não pareceu um cafajeste confuso. Riordan merece todos os prêmios do mundo.

Eu recomendo o livro, é perfeito, gostoso, divertido e com um ritmo espetacular. E estou ansioso pelo próximo, pois tenho certeza que vamos nos divertir muito.
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Mundo das Resenhas 11/05/2017

Não se mexe em time que está ganhando
A Profecia das Sombras traz um nível de aprofundamento de personagem raramente visto nos livros do tio Rick, principalmente com Apolo. Sim, ainda temos aquele Apolo que choraminga querendo voltar para sua vida antiga, porém, cada vez mais ele descobre a resposta para a pergunta “O que é ser um humano?” A vida não é tão simples quando um deus vira um humano. E Apolo está aprendendo sua lição com maestria.

Outra coisa que eu gostei muito no livro foi a inserção de excelentes coadjuvantes. Todos eles trouxeram seu próprio brilho a trama, dando uma pitada de novidade que a série precisava.

Como sempre, Tio Rick soube usar, e mesclar, muito bem as mitologias com o século XXI, uma bela junção do velho com o novo. Mas, o mais interessante dessa saga é ver situações que aconteceram na Grécia Antiga sendo contados do ponto de vista de Apolo, pelo menos quando ele lembra de alguma coisa.

Quer ver a resenha completa? Acesse nosso site!

site: http://www.mundodasresenhas.com.br/resenha-as-provacoes-de-apolo-a-profecia-das-sombras/
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zoni 12/05/2017minha estante
Essa sua resenha deixa a entender que Apolo é apaixonado pela Meg. E não é bem assim, esse trecho que você usou (sem marcar que sua resenha contém spoilers) deixa bem claro que o amor entre eles dois é quase um amor de pai e filha. Acho que você deveria corrigir isso. Mas gostei da resenha. Beijão.


Mi 14/05/2017minha estante
Obg pela dica Zoni




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