Restaura-me

Restaura-me Tahereh Mafi




Resenhas - Restaura-me


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ISAAC 12/07/2020

Expandiu os horizontes da série
Antes de tudo, convém lembrar que esse é o sexto livro da série (contando com os contos do Adam e do Warner), desse modo, eu considero que é interessante comparar com os livros anteriores.
Bem, o primeiro ponto é a escrita da autora: como em todos os outros, a leitura é leve e rápida.
Outro fator importante para a narrativa, foi a expansão do universo do livro para além do Setor 45, focando em aspectos mais políticos. De quebra, há a introdução de novos personagens.
E, desde o primeiro livro da série, a cada livro que passa, Juliette fica mais fortes (descobre habitantes novas), e neste não foi diferente.
O Adam, coitado, foi “esquecido no churrasco”; só é citado em um momento ou outro. Particularmente, não gostei muito disso, mas a história já vinha se encaminhado para isso desde o livro anterior, mesmo assim, ainda é o Adam, né? Aquele que foi protagonista no primeiro livro, lembram?
O Kenji, como sempre, é o que resolve tudo e, como de costume, só se fere - literalmente. Arrisco dizer que é meu personagem favorito e já deixo avisado: Tahereh Mafi, pare de maltratar ele, ou eu vai ter que se ver comigo! Afinal, não sabemos se “as meninas” vão sempre estar lá para curá-lo.
Naty 28/09/2020minha estante
Acabei de ler o livro e amei, mas tbm fiquei com pena da forma como ignoraram o Adam e o James, não aprofundou nem o fato deles serem irmão do Warner.


ISAAC 28/09/2020minha estante
Pois é. Já finalizei essa série. No geral, gostei muito, mas também fiquei chateado com o que a autora fez com o Adam. Sei lá, acho que eu me apeguei demais a ele nos primeiros livros.


Naty 28/09/2020minha estante
Tô no último livro, ansiosa pra ler Imagina-me.




Layla [@laylafromthebooks] 07/03/2018

"Devo viver aqui agora. Na minha própria solidão."
Muitas vezes, quando os autores fazem livros novos que continuam histórias já acabadas, parece que eles inventam coisas, inventam fatos e acontecimentos e dramas para dar ao livro conteúdo, para dar aos fãs algo novo, mesmo que as páginas já estivessem terminadas e não houvesse mais o que ser contado. Não consigo deixar de comparar esses livros com aqueles momentos de emergência em que não temos comida pronta em casa e juntamos um pouco de tudo que está nos armários e geladeira para preparar algo rapidamente. Aqui, quando acontece, costumo fazer uma torta, e os ingredientes são tão aleatórios que, pela escolha despretensiosa do que acrescentar ou não à receita, são quase impensados, usados apenas para dar a torta tamanho, cor e sabor. Se será uma boa torta, essa é uma diferente questão. Mas ela estará lá, pronta para os que pediram, ainda que não satisfaça seus gostos.

Alguns livros são como essas tortas. E, felizmente, Restore Me não fora assim.

Havia muito a ser descoberto na história de Juliette e Warner. Havia anos de vida e anos de experiências desconhecidas a serem desbravadas, além do simbolismo do pássaro, o mistério dos pais de Juliette, a incógnita dos discursos de Anderson e as questões levantadas quanto a Warner, passagens do diário da Juliette que ultrapassavam os momentos no hospício e que alcançavam um patamar diferente do que se estar fechada e sozinha durante 264 dias deveria causar.

Havia mais. Mais e mais e mais.

Mais do que poderíamos prever.

E a conclusão que tivemos em Incendeia-Me não fora suficiente para responder todas as perguntas. Muito ainda tinha de ser explicado, ser aprofundado, e por isso (e pelo amor incondicional que nós, fãs, temos por esses personagens) a novidade de que teríamos mais três livros para a então terminada trilogia fora muito bem recebida.

Restore Me não foi uma torta preparada rapidamente, com o propósito de apenas tampar o buraco entre uma alimentação e outra. Não. Restore Me foi uma refeição completa e caprichada, com sobras de Estilhaça-Me, Liberta-Me e Incendeia-Me que não tínhamos provado, sobras que foram aprimoradas e somadas a sabores e ingredientes novos, resultando em um novo prato excelente.

É inegável que todos os detalhes foram encaixados perfeitamente. Pequenos e grandes trechos dos livros anteriores justificam e pontificam as ações e as reviravoltas que ocorreram em RM. Recriminei-me por nunca ter notado, nesses trechos citados, tudo o que eles prometiam e instigavam.

Vemos Juliette confrontar a responsabilidade de ser uma líder e as forças de seu passado. Acompanhamos Warner ser incinerado por decisões difíceis. Amizades são construídas, cabelos são cortados, corações são partidos, laços são rompidos para sempre. Mundos são remendados só para serem destruídos.

E, no final, não há nada que possa nos restaurar.

Não posso terminar sem dizer que Tahereh surpreendeu novamente. Eu devia estar preparada para isso, afinal, todos os livros dela foram surpresas para mim, desde os que compõem a série Estilhaça-Me até Furthermore e Whichwood. Ela foge do que é previsto e ensina, uma e duas e três vezes que, quando se trata dela, só podemos esperar o inesperado. E mesmo com os muitos avisos dela de que, se fizesse uma continuação para a história de Juliette e Aaron, coisas ruins poderiam acontecer, acho que não existe nesse mundo algo que possa preparar o leitor para a combinação de emoções que esse livro proporciona. Só podemos ler, sofrer, sorrir, chorar, entrar em choque e contar os dias para a sequência, prometida para daqui um ano.

Restore Me foi pontos de exclamações e letras em caps lock e pontos de interrogações e muitas vírgulas. O ponto final está a dois livros de distância, e é isso que conforta meu espírito. Nada agora é definitivo. Nada está afirmado. Estamos em reticência. Contudo, é uma reticência incrível, da qual não me arrependo de ter esperado por todos esses anos. É isso que alerto aos que vão ler e relembro aos que já leram: há muito para lermos. Há muito de Juliette e Warner e James e Adam e Kenji e filhos de Supremos pela frente. Só devemos ter paciência e um coração forte para sobrevivermos.

Com cinco estrelas e um quê de dúvida de favorito, já que ainda estou digerindo tudo, RM não é uma refeição que esquecerei ou superarei tão cedo.

"Há algo fervendo dentro de mim. Algo que nunca ousei tocar, algo que tenho medo de conhecer. Há uma parte de mim arranhando para se libertar da prisão em que estou, batendo nas portas do meu coração e implorando para ser livre. Implorando para sair."
Brubs: @resgateliterario 11/03/2018minha estante
Minha NOSSA, NECESSITO DESSE LIVRO.
Mais o final é triste assim ? Sem muito spoiler mais tem alguma morte ? Não to me aguentando


Pat 11/03/2018minha estante
Quando a Tahereh anunciou a sequência fiquei com um pé atrás. Embora eu sentisse que ainda tinha muita história pra ser contada fiquei com aquele medo de ela forçar a barra e acabar estragando uma série tão querida pra mim. Que bom que pelo jeito me enganei o// Adorei a resenha.


Layla [@laylafromthebooks] 13/03/2018minha estante
Oi, B! O final é tirooooo! Prepara o coração. E tem morte sim (porém, não posso afirmar se são certeza. Esse é um livro muito intermediário, ele preparou o terreno pro próximo).


Layla [@laylafromthebooks] 13/03/2018minha estante
Eu fiquei com pé atrás também, P, mas a animação pela continuação e a confiança que tenho na Tahereh superaram tudo. Ela pegou elementos dos livros anteriores e mostrou que a gente precisava de continuação mesmo sem saber! Foi sensacional. E obrigada!


Sarah | @only_a_snowflake 20/03/2018minha estante
EU TÔ É COM MEDO DE LER


Layla [@laylafromthebooks] 21/03/2018minha estante
Leia que vale a pena, S! Tahereh sabe o que faz


bobae 26/03/2018minha estante
"cabelos são cortados" kkkkkkk adorei. amei também a resenha, só me deixou mais louca para ler esse livro! Que saudades desses personagens.


Layla [@laylafromthebooks] 26/03/2018minha estante
"Cabelos são cortados" é um eufemismo! Hahaha saudades mil, né? Espero que você goste de RM tanto quanto eu!


Cailes Sales 01/04/2018minha estante
Uauu que resenha incrível!
Estava temerosa sobre esse livro, com medo de ser mais uma continuação sem propósito, mas após a sua resenha, me convenci que não. Muito curiosa! Parabéns pela linda resenha ?


Layla [@laylafromthebooks] 02/04/2018minha estante
Ai, C! Muito obrigada, fico feliz que você tenha gostado! A Tahereh disse que já planejava o que fez nesse livro desde Estilhaça-Me, e com a minha releitura fui capaz de perceber os "buracos" que ela deixou aberto pra preencher em Restaura-Me e nos próximos livros. Vai na fé que vale a pena.


Annete.Chavez 16/04/2018minha estante
Minha gente, O QUE FOI ESSE LIVRO??? Eu não estava preparada! Eu não achei que a Tahereh Mafi pudesse me surpreender mais ainda. Muitas pontas soltas foram amarradas e muitas novas dúvidas criadas. Não vejo a hora de ler o próximo livro!

P.S.: Que Juliette fodona era aquela? :O


Layla [@laylafromthebooks] 16/04/2018minha estante
QUE LIVRÃO, NÉ, A?

Li há um pouco mais de um mês e ainda não superei. Foi sensacional demais e a Tahereh nunca decepciona.
P.S.: E A JULIETTE!!!!! Certeza que ela ainda vai ficar mais fodona do que já está e vai pisar nos nossos corações




Queria Estar Lendo 21/04/2018

Resenha: Restaura-me
Restaura-me é o revival da série Estilhaça-me, escrita pela Tahereh Mafi. Depois de um final incrível, a autora resolveu trazer a história de Juliette de volta à vida para contar um pouco mais sobre a guerra contra o Restabelecimento - e, sinceramente? Era melhor ter deixado do jeito que estava.

Depois de assumir o controle do Setor 45, parecia que as coisas começariam a caminhar bem para a rebelião. Infelizmente para Juliette, a política e o comando são mais complicados do que ela esperava - e existem tramas obscuras por trás de tudo que tem acontecido com o Restabelecimento. Em meio a essas incertezas, ela precisa confrontar segredos que nem imaginava existirem, e talvez venha a perceber que não pode confiar mesmo as pessoas mais confiáveis.

Eis aqui um caso de "por que diabos foi mexer em algo que tinha acabado tão bem?". Essa mania de autores reviverem suas séries dificilmente acaba bem; Estilhaça-me foi perfeito, Liberta-me foi esplendoroso e Incendeia-me incrível. Ai Restaura-me construiu a hype porque seria o primeiro de uma nova trilogia sobre as consequências da ascensão dos rebeldes; que decepção, senhoras e senhores.

O livro não é ruim. Mas não é o livro que eu estava esperando - e, assim, foi ruim para mim.

Até 50% da história, o desenvolvimento - se é que eu posso chamar disso - foi de um tédio e de uma enrolação que eu me perguntei se era mesmo a Tahereh escrevendo essa história. Eu senti tanta, mas tanta falta do emocional dos personagens, uma das coisas mais marcantes da narrativa dela. Os pontos de vista do Warner até tiveram um drama mais bem trabalhado, mas os da Juliette foram de uma mecânica inacreditável; a narrativa dela era só diálogo e descrição e mais diálogo e mais descrição e às vezes umas emoções. Cadê a poesia? Cadê aquela narrativa única?

Eram detalhes irrelevantes e parágrafos falando sobre vestimenta e caminhadas seguidos de diálogos xoxos que nada acrescentavam à história. Nem mesmo as relações entre os personagens foram interessantes! Juliette e Kenji, por exemplo, soavam forçados, conversas nascidas para alívio cômico que pouco serviam para fazer isso.

E Juliette e Warner, que decepção. O casal que era todo de confiança e comunicação, que se entendia e se encontrava em olhares e conversas e na presença um do outro, que nasceu do entendimento e do respeito, eles se perderam completamente. Para um período tão curto de tempo, o fato de o relacionamento entre os dois ter se tornado essa coisa insossa sem diálogo e sem vida me deixou extremamente decepcionada.

"Nunca mais pedirei desculpas por sobreviver."

Eles não confiavam um no outro para coisas tão básicas que pareciam até dois personagens novos. Fazia tempo que eu não me irritava tanto com uma situação dessas. Para quem passou por tanto, regredir o relacionamento deles a essa desgraça de "não quero falar sobre isso porque é melhor assim" é enfurecedor. Sim, eu entendo os traumas, mas o casal que a autora construiu no desenvolver na série não está aqui; eles se tornaram fantasmas do ship que me fazia rolar pelo chão e gritar porque era tanto amor, tanta química e tanta entrega que tudo era perfeito.

Se tem uma coisa que eu detesto, absolutamente odeio em histórias, é conflito baseado em falta de comunicação. Que foi tudo o que aconteceu nesse livro; eu entendo você escrever mistérios e não dar respostas, faça isso à vontade, mas "eu não vou te contar isso porque acho que é melhor assim" é diferente de "eu não vou te contar isso porque você é uma Horcrux, Harry".

Warner tinha segredos que eram importantes para a Juliette e não contou. A Juliette tinha segredos que eram importantes para o Warner e não contou. Castle tinha segredos, os personagens novos tinham segredos, os segredos tinham segredos. E tudo isso, toda a treta da história, poderia ter sido resolvida com algumas conversas básicas. É de uma preguiça que dá até tristeza.

O plot? Nhé. Sabe quando tu lê e pensa "hm, tá aqui só pra encher linguiça"? É isso que o livro pareceu. Os segredos foram tirados diretamente da cartola e até encaixam na história, mas não serviram para chocar tanto quanto poderiam ter chocado na trilogia original. Aliás, eles só se fizeram presentes para descaracterizar personagem. Quebraram tudo o que o Warner e a Juliette tinham se tornado. Regrediram toda a evolução dos seus protagonistas.

E os conflitos que a autora trouxe à tona porque não eram foco nos outros livros, como a parte política, por exemplo, aqui só serviram para tornar tudo... Tedioso. Tedioso é a palavra-chave para Restaura-me, infelizmente. Não tinha nada de muito interessante. Nada de extremamente essencial. Esse livro podia muito bem ter sido um conto extra, do tipo que não faria falta se não existisse. A graça de Estilhaça-me estava no fato de ser um livro sobre sua protagonista; a distopia estava lá, ao seu redor, mas a história era sobre Juliette se empoderar, parar de temer a si mesma, fazer o medo aprender a temê-la. Vem Restaura-me e esquece tudo isso...

Aliás, em relação aos personagens individualmente, um ponto positivo é que os pontos de vista se diferem e isso foi ótimo de acompanhar. A voz do Warner é bem mais sombria e pesada que a da Juliette. Apesar do que eu comentei sobre a narrativa mecânica, a Tahereh ainda conseguiu me entregar uns bons momentos de ambos os protagonistas - mais do Warner do que da Juliette, mas já chego nisso.

"Sinto um enorme medo de me afogar no oceano do meu próprio silêncio."

Warner enfrentou dilemas em relação ao emocional; seu pai está morto, sua mãe está morta e, sozinho, ele só consegue enxergar as sombras de tudo que perdeu - e a perturbação é maior quando ele entende que também o luto pelo monstro que foi seu pai é grande. Apesar de tudo que Anderson fez, Warner ainda sente por ele; os conflitos internos foram interessantes (um pouco repetitivos em dado momento da história), mas ótimos de acompanhar. Era um angst bom - claro que isso se quebrava com a ladainha dos segredos e de falta de comunicação, mas né, tô tentando achar os pontos que salvaram a leitura!

Quanto a Juliette, ai ai. Onde está a protagonista empoderada e furiosa que o terceiro livro estabeleceu ao fim da série? Eu senti falta da voz decidida, da presença e da força que a Juliette aprendeu a concentrar com todas as suas provações. Sim, ela teve alguns momentos incríveis neste livro, mas eles foram eclipsados por todas as dúvidas e a incerteza, fraquezas que soaram bem desconexos para tudo o que ela tinha se tornado.

Você não precisa descaracterizar seus personagens para continuar a história deles. Ela podia ter usado dezenas de artifícios para criar novas provações aos protagonistas e foi pelo caminho mais fraco e previsível; sinceramente, até os dramas foram toscos. Eu não poderia ter me importado menos com Warniette - e isso acontecer é um crime gravíssimo!

Todo o potencial foi jogado fora para repetição de plot; não era necessário trazer de volta o lado hesitante e amedrontado. Não precisava afundar a personagem em medo, acuada em seus cantos por causa da política, do seu cargo como comandante, até mesmo por causa de outras garotas. Foi pegar toda a montanha-russa emocionante de crescimento de três livros e jogar num abismo.

"– O mundo tentou esmagá-la. E você se recusou a se estilhaçar."

Outro detalhe sobre o livro foi a ausência de personagens. Com exceção de Kenji, os outros nomes da trilogia quase não fizeram parte da trama. Considerando que só se passaram dezesseis dias desde o fim de Incendeia-me, é um tanto quanto incoerente desaparecer com tantos nomes como se eles fossem nada; Castle foi um dos poucos com aparições "regulares", mas Adam e James desapareceram do mapa - não que eu sinta falta do Adam, mas, assim, mata ele se quer sumir com o cara. Ficou parecendo que a Tahereh se esqueceu sobre quem escrevia, com exceção dos principais.

E aí vem a inclusão de novos nomes para a expansão de universo da trilogia; conhecemos um pouco mais sobre o Restabelecimento através de Warner e dos filhos dos outros líderes - posso criticar mais uma coisa? Vou. Aqui a descaracterização do Warner começou e não parou mais; de repente ele tinha um passado com várias pessoas presentes, relacionamentos importantes e até o que podemos chamar de uma amizade poderosa. Onde o cara frio e solitário que não deixava ninguém se aproximar teria vivido isso?

Enfim, Nazeera foi uma personagem que eu gostei bastante de ver incluída. Dá para ver que ela tem muito potencial e muita voz, e tudo sobre sua construção foi apaixonante; sua presença, a representação, a coragem. Uma mulher poderosa desde a primeira cena em que apareceu - espero que ela ganhe mais destaque nos próximos volumes.

A verdade é que foi uma tristeza quebrar a cara com esse livro. Eu segurei minhas expectativas, verdade, mas estava esperançosa porque a Tahereh é magnífica e a trilogia é uma das minhas distopias favoritas da vida. Restaura-me se mostrou uma grandiosa decepção e usou todos os artifícios que eu e a Bianca imploramos aos céus para a Tahereh não usar; é muita dor no coração pra pouca eu.

Honestamente, aos fãs da trilogia, não indico a leitura. Pode ser que a história funcione para você e eu ficarei feliz por isso. Pra mim, não deu - e não, eu não vou ler os próximos. Incendeia-me foi o último livro dessa história; o resto é fanfic.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/04/resenha-restaura-me.html
clarinha 22/04/2018minha estante
Sério foi tudo que sentir!


lua 22/04/2018minha estante
Não vou ler . O final foi perfeito e vai continua como uma triologia .


Barbara 22/04/2018minha estante
Exatamente tudo que eu senti ao ler esse livro. Não consigo perdoar a Tahereh por essa descaracterização dos personagens, minha Juliette aaaaa e como ela pôde destruir dessa maneira um otp tão maravilhoso como Warniette? É muito crime pra um livro só.

As únicas coisas que se salvam nesse livro: Nazeera, o passado do Kenji, Juliette bancando a cabeleireira e o início do relacionamento do Warner com o Adam, o resto só dá tristeza.


Barbara 22/04/2018minha estante
Eu entendo que toda a enrolação/encheção de linguiça foi pq ela queria estender a história pra mais livros, mas como tu disse, ela poderia ter feito de um modo diferente, não precisava dessa regressão toda dos personagens.


Queria Estar Lendo 23/04/2018minha estante
Oi meninas! Squad de 'acabou no 3 o resto eu desconsidero' tá formado \o


Queria Estar Lendo 23/04/2018minha estante
Bárbara, EXATAMENTE! Rick Riordan continuou as histórias do Percy sem descaracterizar tudo que ele, a Annabeth e outros personagens tinham evoluído. Aí vem a Tahereh e me manda uma dessas, aaaaaaaaaaa. O que ela fez com a Juliette é o mais imperdoável de tudo. Nunca vi uma personagem feminina tão bem escrita e desenvolvida ser descaracterizada em tão poucos capítulos - do meio pro final eu só queria implorar que ela parasse; era quase tortura ler tanta coisa boa arruinada daquele jeito.

E WARNIETTE, NO QUE ELA TRANSFORMOU AQUELE OTPZÃO MARAVILHOSO? Deveria ser considerado crime.

Como tu disse, tem umas coisas que salvam sim (Nazeera dona da minha vida), mas nossa, se decepção matasse eu tinha me enterrado viva só pra demonstrar o quanto esse livro foi uma tristeza.


Camila 25/04/2018minha estante
EU VOU PASSAR É LONGE


Jéssica 27/04/2018minha estante
Affs ,acho que não vou ler até os outros estarem lançados e resenhados :/ Acabou com meu crush :'(


bek 02/05/2018minha estante
Exatamente isso!!! Parecia uma fanfic tosca


bek 02/05/2018minha estante
Tirando o Warner e o Kenji, eu não reconheci os personagens


Rih 27/09/2018minha estante
Entrando pro squad também :(
Foi total descaracterização dos incríveis e complexos personagens da série. Clichês atrás de clichês, acabou com o Warner, tirou a força e evolução da Juliette E Warnette, trouxe personagens que não enriqueceram em nada a obra (Lena a pior delas!), matou personagens "do nada", e até a narrativa dela pareceu travada e menos impactante. Plot foi sofrível. Sério, chegando no final, apesar de todo o impacto da tragédia e das revelações dos últimos capítulos, eu acho que gostaria de não ter lido :(
Como faz pra descer?!


Queria Estar Lendo 12/10/2018minha estante
Oi, Rih!
É ISTO. Eu nunca pensei que veria uma das minhas autoras favoritas destruindo uma das minhas distopias favoritas MAS EIS-ME AQUI DECEPCIONADA. E pensar que ainda tem mais dois livros aaaaaaaaaaa




Diana Feitosa 17/05/2020

Uauuu
Foi necessário essa continuação, fiquei um pouco perdida no início, muita informação e mistérios, porém da metade para o fim entendi o porque dessa continuação.
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jenn @camsreading 10/09/2020

No começo eu não tava entendendo nada e no fim parecia que eu tava no começo.
Que merda aconteceu nesse livro? O início foi um tédio e pura frustração pra mim. Como tudo isso é narrado pela Juliette, eu não fazia ideia do que tava rolando, me encontrava na mesma posição que ela e não saber tava me deixando nervosa e frustrada.
E então só depois da metade começa a vir as bombas, e eu nem culpo a personagem por surtar pq eu também surtaria. Esse livro, é uma tarde no SBT de uma forma bem escrita. É Casos de Família seguido por novela mexicana amoreh. E eu to aqui sem chão. Vivo falando que levaria a Juliette pra terapia (nem é Juliette o nome da coitada mia nossa) depois desse livro eu claramente vou junto com ela.
Lari 11/09/2020minha estante
eu parei de ler estilhaça-me dps desse livro, achei que a história tava começando a mudar muito o rumo, uma pena pq eu adorava


jenn @camsreading 11/09/2020minha estante
Ah amg, eu to com a mesma impressão lendo o penúltimo livro :(




spoiler visualizar
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leiaforce 28/05/2020

muito bom
não vou negar que o início do livro foi bem parado. mas a partir do meio ficou impossível de parar de ler. as revelações das últimas páginas me deixaram de boca aberta.
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Ana 05/08/2020

O QUE FOI ISSO???????????
GENTE???????
QUE TIRO
QUE TIROOOOO
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Lanay 07/07/2020

O que acabou de acontecer????
Ainda estou sem palavras hahaha o que foi essa virada? Que plot twist mais inesperado, estou em choque!!!

A história começou parada demais para o meu gosto, mas depois da metade não consegui nem processar ainda o tanto de informação que apareceu!

Que final! Preciso ler o próximo pra ontem
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Juliana Carli 11/06/2020

Restaura-me retrata o peso de ser a comandante suprema e lidar com todas as incertezas do poder. Eu não entendo o motivo do Aaron de esconder o segredo da Juliette, teria poupado um monte de drama. Adorei os novos personagens introduzidos na história, estou curiosa para saber suas reais intenções.
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Mari 11/09/2020

Só terminei em respeito aos três livros anteriores
Apenas uma palavra: PÉSSIMO.
Esse livro foi uma decepção. A enrolação, os mistérios não solucionados, o drama em relação a um relacionamento enquanto tudo em volta estava desmoronando; resumindo, nem o final "bombástico" foi bom.
Juliette voltou a ser aquela menininha do início. Kenji nem teve destaque. Adam desapareceu. E Warner. Até ele me causou tédio. A história se passa em torno de absolutamente NADA. NÃO! Na verdade se passa em torno do relacionamento dos dois protagonistas. (Bem merda).
Talvez eu leia os outros. Talvez não. Sla.
Estou triste. Seria perfeito se tivesse acabado em incendeia-me.
Brubs: @resgateliterario 12/09/2020minha estante
Era melhor ter ficado na trilogia mesmo
E vou te falar se vc decepcionou com esse, nem perca seu tempo o resto é um delírio da autora


Mari 12/09/2020minha estante
Medo... Pior que quero terminar a série. Porém, vou dar uma pausa depois deste volume.




Cami 24/07/2020

Restaura-me
Cara, não sei nem o que dizer desse livro, fiquei super irritada, chorei, queria matar a protagonista por agir feito criança e no final fiquei chocada com a revelação. Não gostei de muita coisa na história, principalmente as atitudes de Juliette, por ela não saber resolver as coisas de uma maneira decente e eu quis matar ela umas 15 vezes, mas tenho a sensação de que pensar que no final da série tudo vai se resolver já é burrice, estou nervosa, com raiva da autora por me fazer sofrer desde já e achando que vou me revoltar MUITO até o final do livro
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@amandalimasou 16/08/2020

Chocada
Só sei dizer que estou chocada, de coração partido e triste com o final desse livro , quero guardar Aaron em um potinho, como que pode ser tão fofo ? *-*
Adam virou o esquecido do rolê , achei que poderia desenvolver mais a história dele, se tornou um personagem tão apático.
Kenji como sempre me matando de rir nas situações mais improváveis.
Juliette, meu Deus, mulher se controle, to chocada com as fotos de infância
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gegs 27/08/2020

SOCORRO!!!
preciso de umas doses de calmante pra me recuperar desse livro, eu acho. primeiramente, adorei o fato de que o universo desse livro foi além da rodinha de personagens dos outros livros, e a juliette como sempre continua sendo uma personagem que se desenvolve mais a cada livro. só queria guardar todo mundo num potinho, sério. e que final foi esse??? meu deus, quero mais!!!
Lua 28/08/2020minha estante
Nós últimos capítulos, o de Warner, o meu está cheio de pontinhos. Isso é do livro mesmo ?


gegs 28/08/2020minha estante
sim, acho que foi a intenção da autora deixar assim mesmo




Isadora 03/05/2018

Dizer que é péssimo talvez seja pouco
A trilogia Estilhaça-me é uma das minhas preferidas. Quando vi que haveria um novo livro, fiquei animada... mas não muito. Para que mexer numa história depois de tanto tempo? Tava bom como estava. Isso nunca dá certo. O autor costuma perder a sintonia da história, erra a mão.

Esse livro foi pior do que eu esperava.

A história foi destruída. Foi esquartejada, foi pisoteada.

Todos os personagens perderam sua personalidade. Eu duvido que foi a mesma autora que escreveu este livro. Como ele pode perder a qualidade tão violentamente?

Esse livro foi uma decepção gigantesca. Eu quero esquecer que ele existiu.

Porque a Tahere deixou isso acontecer? Essa história virou uma piada...o que fizeram com Warner? Meu personagem preferido. Acabaram com a personalidade dele, que eu tanto adorava. A Juliete virou uma gosma insuportável.

Kenji... Quem é esse Kenji? O que fizeram com ele.....

Estou triste.
Sarah | @only_a_snowflake 26/07/2018minha estante
Compartilho da mesma decepção com o Warner, nem parecia o mesmo personagem dos primeiros 3 livros...




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