A Grande Solidão

A Grande Solidão Kristin Hannah




Resenhas - A Grande Solidão


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Juliana Rodrigues 21/10/2021

"O Alasca não atrai muitas pessoas; a maioria é dócil demais para aguentar a vida por aqui. Mas, quando ele fisga você, se crava fundo e se prende, você se torna dele. Selvagem. Um amante de beleza cruel e isolamento esplêndido (...)"

Mesmo sabendo que a Kristin tem a tendência em despertar diversas emoções conflitantes ao longo da história, ainda desconfiei que esse seria o primeiro livro da autora que não receberia cinco estrelas.

Mas estava completamente errada!

Confesso que alguns dias se passaram desde que terminei o livro e continuo sem palavras para descrever a magnitude dessa história. É preciso ter um dom maravilhoso para escrever algo assim, criar personagens profundamente fortes e ao mesmo tempo humanos e imperfeitos.

Apenas leiam!
Katia.Calasans 21/10/2021minha estante
O que eu realmente mas gosto nos livros da kristin é exatamente o que você descreveu: "criar personagens profundamente fortes e ao mesmo tempo humanos e imperfeitos" Eu consigo me conectar com muita facilidade com os personagens dela, e isso tão difícil em muitos livros. E se tem uma coisa que me cativa são personagens bem caracterizados e ela faz isso com maestria.
Os livros dela fez de mim uma pessoa mais exigente com as leituras, depois de ler livros bons ,você não engole mais qualquer coisa né?


Katia.Calasans 21/10/2021minha estante
O que eu realmente mais gosto nos livros da kristin é exatamente o que você descreveu: "criar personagens profundamente fortes e ao mesmo tempo humanos e imperfeitos" Eu consigo me conectar com muita facilidade com os personagens dela, e isso tão difícil em muitos livros. E se tem uma coisa que me cativa são personagens bem caracterizados e ela faz isso com maestria.
Os livros dela fez de mim uma pessoa mais exigente com as leituras, depois de ler livros bons ,você não engole mais qualquer coisa né?


Juliana Rodrigues 21/10/2021minha estante
Definitivamente depois de ler os livros verdadeiramente bons (Kristin) você não engole qualquer coisa! hahaha

Também tenho essa mesma impressão, é a única autora que conheço que consegue construir uma história tão envolvente da primeira até a última página, você literalmente chora e sorri com os personagens, sente a dor e a alegria deles.

Sigo tentando economizar nas histórias dela, mas estou pensando que passei da metade dos livros publicados da autora, sofro de pensar que daqui a pouco terei que esperar por mais lançamentos.


Katia.Calasans 21/10/2021minha estante
hehehe.
Aguardaremos juntas os lançamentos. Apoio moral e tals.kkkk
Talvez role umas releituras. Tenho vontade de reler ( O lago Místico)


Juliana Rodrigues 21/10/2021minha estante
hahaha

Combinado ?

Ainda preciso ler:

O lago místico
Jardim de inverno
As cores da vida
O caminho para casa


gabihott 21/10/2021minha estante
olhaaaaa tivemos até resenha ?


gabihott 21/10/2021minha estante
MERECIDISSIMO!


Juliana Rodrigues 22/10/2021minha estante
hahahaha

Tinha que deixar alguma coisa registrada sobre esse livro! ?




Linee 19/10/2021

Profundo
Um livro muito interessante. Embora não seja meu estilo preferido, consegui aproveitar a leitura do inicio ai fim.
Cheio de emoções, consegue tocar a alma mais dura. Mostra que o amor nem sempre é a melhor escolha, e que sempre devemos voltar pra nossa casa.
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@jaliagoraesuavez 14/10/2021

Minha primeira experiência com áudio book
Sou muito fã da Kristin Hannah desde que li O Rouxinol e aqui ela também não me desapontou.
Foi a minha primeira experiência com áudio book e achei incrível. Primeiro por ser um livro muito descritivo (melhor ouvir do que ler) e, segundo, por trabalhar de carro, foi uma grande companhia nos longos períodos de engarrafamento.
Vamos conhecer a história da Família Allbright, que se muda para o Alasca, completamente despreparada, na década de 70, em busca de uma vida melhor.
Lá, claro, se deparam com uma natureza selvagem e descobrem que tem que lutar por sua sobrevivência e conviver com o que cada um tem de pior.
O pai, Ernt Allbright (um personagem odioso), usa a guerra do Vietnã para praticar os atos mais abomináveis possíveis. Empatia zero com ele. Nada justifica suas atitudes.
A sua esposa, Cora, vítima de violência doméstica, usa o “seu amor” pelo marido para aceitar as maiores atrocidades e submeter sua única filha à uma vida desgraçada. Gente, fiquei com um ranço dessa mulher, que só gzuis!
Me julguem, mas perdi a paciência mesmo com a Cora. Não há desculpas quando você tem opções. Aquilo não é amor.
E Leni, a filha, cresce naquele ambiente tóxico, isolada do mundo e não se poderia esperar nada muito diferente dela.
As paisagens do Alasca são incríveis. Apesar de inóspitas, quero muito conhecer. Mas, com certeza, não conseguiria morar num lugar que fica 6 meses na escuridão.
A autora mexe com as nossas emoções como ninguém. Nos faz chorar, odiar, amar... ela é incrível. A gente torce e grita com os personagens. Impossível não se envolver com a história e isso faz com que seus livros sejam mágicos, inesquecíveis. Conseguiu até mesmo me arrancar algumas lágrimas no final (e achei que não seria possível por eu estar ouvindo a história)
Pode ser clichê, pode ser forçado, pode ser caricato ou dramático ao extremo! É disso que o povo gosta! Um livro absolutamente tocante! Lei e não irá se arrepender!

“No Alasca só se pode cometer um erro. Um. O segundo vai matar você.”


site: @jaliagoraesuavez no Instagram
gi. 14/10/2021minha estante
como faz pra ouvir?


@jaliagoraesuavez 14/10/2021minha estante
Eu baixei um app chamado auti books. Tem via web também. E comprei o livro dentro dele.




Barbara Hellen 03/10/2021

Resenha postada em @cactosliterarios
Já posso dizer que Kristin Hannah é uma das minhas autoras preferidas? Depois de ler “O Rouxinol” e ter amado, foi a vez de ler “A Grande Solidão”. Um livro intenso, triste, mas muito, muuuito bem escrito. É difícil elencar, mas o maior diferencial nas narrativas de Kristin é que elas são profundas. Tocam na nossa emoção mesmo. Nunca é apenas o clichê. Tem o ser humano ali. Seus comportamentos que muitas vezes não podem ser explicados de forma simplista. E é isso, Kristin Hannah não simplifica e nem quer facilitar a vida do leitor.

Mas preciso voltar um pouco e contar a narrativa.

A família Allbright resolve se mudar para o Alasca. Ernt, o pai, não é o mesmo desde que voltou da Guerra do Vietnã. Cora, a mãe, e sua filha Leni, de 13 anos, acreditam que a mudança pode trazer um futuro melhor. Porém, as dificuldades do frio e da escuração mostram o lado mais sombrio de Ernt e Leni e a mãe percebem que talvez o amor não seja suficiente.

Apenas maravilhoso. Leiam.

site: www.instagram.com/cactosliterarios
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Monica Sobrinho 30/09/2021

Kristin sempre conquista o meu coração com suas histórias e com essa não foi diferente. Eu me apaixonei por alguns personagens, tive raiva de outros e é isso que faz um bom livro. E agora quero conhecer o Alasca. Rsrsrs
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yaya 23/09/2021

Um dos melhores que li esse ano
Que livro lindo. Fiquei com vontade de conhecer o Alaska! É um livro pesado devido à situação de Leni e sua mãe, e as agressões que ambas passam.Chorei em muitos momentos. A descrição do lugar é maravilhosa! O final perfeito, personagens bem escritos e com um bom plot twist. Amo, amo e amo!
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samaraviana 18/09/2021

História de Romeu e Julieta, só que mais trágica ?
Eu não tenho nem palavras para descrever como me sinto ao ler Kristin Hannah. É uma verdadeira salada de sentimentos. Ela sempre me emociona e me deixa profundamente chateada, o que não foi diferente em A grande solidão. Nesta obra, acompanhamos a jornada de uma família composta por Cora, Ernt e Leni: os Allbrights. Ernt Allbright acaba de voltar da Guerra do Vietnã e está alquebrado. A guerra o transformou, ou a guerra revelou o pior de si. Ele então decide se mudar com a família para uma região remota do Alasca com o intuito de se refazer, mas o contrário acontece. O mundo deles desmorona quando se deparam com uma vida perigosa em meio ao nada e também com a violência aflorada do pai (parte mais desoladora da história).

Uma das coisas que mais gostei neste livro é a forma como a autora descreve os cenários e, mesmo que faça isso com uma frequência ? até mesmo desnecessária? , me faz sonhar acordada. A autora também apresenta ao leitor a sociedade estadunidense dos anos 1970, não deixando de fora as ondas de assassinos em série que começaram a surgir, incluindo o famoso serial killer Ted Bundy.

As cenas de violência doméstica foram muito difíceis de ler, mas não são romantizadas, apenas realistas demais. É o que acontece na vida real, então tudo é reproduzido com bastante crueza. Kristin Hannah não usa eufemismos para caracterizar a dor das mulheres Allbrights. E isso pode ser desconfortável para algumas pessoas. Portanto, as editoras deveriam adotar o aviso de gatilho, porque poucas fazem isso. Senti falta de uma preparação para o que é encontrado nessa trama.

Em meio a tanta dor, há o amor de Leni por Matthew ? um rapaz que mora nas redondezas e que é filho do homem que o pai dela odeia ? que é arrebatador, emocionante e profundo, mas triste. O amor deles levanta vários questionamentos. Só lendo para saber, pois seria spoiler. Eles vivem a história de Romeu e Julieta, porém ainda mais trágica.

Para mim, A grande solidão é o melhor livro da KH.
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Marco Pacheco 12/09/2021

Uma história envolvente
Kristin Hannah é perfeita na escolha de suas palavras quando descreve sentimentos e lugares. Sempre surpreendente como consegue colocar em texto as emoções humanas mais difíceis de serem explicadas, em uma linha bem tênue e de fácil entendimento.
Em seu livro, se nota uma extrema sensibilidade ao descrever as paisagens, seus cheiros e as sensações de estar no local.
Uma história imprevisível que envolve a vida como ela é, em seu ciclo de nascimento, amor e morte.
Um conflito entre fragilidade e resistência humana.
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Cilleni 10/09/2021

Gostei.bastante
Violência doméstica....alcoolismo... solidão..mas também perseverança
. Esperança..
E amor um livro que me emocionou muito
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Dilla 09/09/2021

Alasca, A grande solidão
Um inverno rigoroso em que noites duram mais de 18 horas, um pai que foi prisioneiro de guerra e vive atormentado pelas suas lembranças, mãe e filha têm que sobreviver ao perigo bem maior dentro de sua casa do que do lado de fora na vida selvagem.
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Alessandra.Adams 07/09/2021

Demorei para terminar a leitura devido a uma ressaca literária, mas quando voltei, a leitura conseguiu me prender de uma forma fantástica. Que livro maravilhoso! ??
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Joshua Amaral 16/08/2021

Lindo!
Um livro sobre o amor incondicional, a resiliência, a amizades verdadeiras! Chorei sim, mas aprendi muito também! Leiam!
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Gomor 10/08/2021

A grande solidão do Alaska e tantos problemas revelados. Leni e seus pais se mudam para o Alaska em busca de uma nova vida onde pudessem ser felizes, mas nem tudo são flores. O pai de Leni é atormentado pelas tristezas da guerra do Vietnã e agride a esposa, o que é motivo de revolta na comunidade. A história segue triste, mas vem o final feliz!
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