Daisy Jones and The Six

Daisy Jones and The Six Taylor Jenkins Reid




Resenhas - Daisy Jones and The Six


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Monica Quintal 28/04/2024

"Say the things left unsaid / It's not all in my head"
"Everyone knows DAISY JONES & THE SIX, but nobody knows the reason behind their split at the absolute height of their popularity . . . until now.
Daisy is a girl coming of age in L.A. in the late sixties, sneaking into clubs on the Sunset Strip, sleeping with rock stars, and dreaming of singing at the Whisky a Go Go. The sex and drugs are thrilling, but it's the rock 'n' roll she loves most. By the time she's twenty, her voice is getting noticed, and she has the kind of heedless beauty that makes people do crazy things.
Also getting noticed is The Six, a band led by the brooding Billy Dunne. On the eve of their first tour, his girlfriend Camila finds out she's pregnant, and with the pressure of impending fatherhood and fame, Billy goes a little wild on the road.
Daisy and Billy cross paths when a producer realizes that the key to supercharged success is to put the two together. What happens next will become the stuff of legend.
The making of that legend is chronicled in this riveting and unforgettable novel, written as an oral history of one of the biggest bands of the seventies. Taylor Jenkins Reid is a talented writer who takes her work to a new level with Daisy Jones & The Six, brilliantly capturing a place and time in an utterly distinctive voice."

Claramente temos uma tradição por aqui: ler Daisy Jones & The Six uma vez por ano! E eu tô MUITO orgulhosa, juro: eu li o livro em inglês!!! Tô tão tão tão feliz! E a experiência foi a melhor de todas, sério. Acho que, como li mais devagar pela questão do idioma, pude perceber ainda mais detalhes e nuances entre os discursos, acontecimentos, detalhes... Foi PERFEITO - esse livro é impecável, não tenho nem palavras pra descrever o quanto amo essa história e seus personagens. Favoritei de novo, porque sim, né???

"I had absolutely no interest in being somebody else's muse.
I am not a muse.
I am the somebody.
End of fucking story."

"I used to think soul mates were two of the same. I used to think I was supposed to look for somebody that was like me. I don't believe in soul mates anymore and I'm not looking for anything. But if I did believe in them, I'd believe your soul mate was somebody who had all the things you didn't, that needed all the things you had. Not somebody who's suffering from the same stuff you are."

"I think you have to have faith in people before they earn it. Otherwise it's not faith, right?"

"I wish someone had told me that love isn’t torture. Because I thought love was this thing that was supposed to tear you in two and leave you heartbroken and make your heart race in the worst way. I thought love was bombs and tears and blood. I did not know that it was supposed to make you lighter, not heavier. I didn’t know it was supposed to take only the kind of work that makes you softer. I thought love was war. I didn’t know it was supposed to… I didn’t know it was supposed to be peace."

"Passion is...it's fire. And fire is great, man. But we're made of water. Water is how we keep living. Water is what we need to survive."

"It’s like some of us are chasing after our nightmares the way other people chase dreams."

"But loving somebody isn't perfection and good times and laughing and making love. Love is forgiveness and patience and faith and every once in a while, it's a gut punch. That's why it's a dangerous thing, when you go loving the wrong person. When you love somebody who doesn't deserve it. You have to be with someone that deserves your faith and you have to be deserving of someone else's. It's sacred."

"No matter who you choose to go down the road with, you're gonna get hurt. That's just the nature of caring about someone. No matter who you love, they will break your heart along the way."

"It scared me that the only thing between this moment of calm and the biggest tragedy of my life was me choosing not to do it."

"“But at some point, you have to recognize that you have no control over anybody and you have to step back and be ready to catch them when they fall and that's all you can do. It feels like throwing yourself to sea. Or, maybe not that. Maybe it's more like throwing someone you love out to sea and then praying they float on their own, knowing they might well drown and you'll have to watch."

"Dancing barefoot in the snow
Cold can’t touch her, high or low
She’s blues dressed up like rock ’n’ roll
Untouchable, she’ll never fold"

"Don’t you dare sleep easy
And leave the sleepless nights to me
Let the world weigh you down
And, baby, when you think of me
I hope it ruins rock ’n’ roll"
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Luana 29/03/2024

Eu acho muito legal o jeito que a Taylor Jenkins Reid cria essas celebridades e faz parecer tão real.
A narrativa possui um formato diferente, como a transcrição de uma entrevista, e eu curti bastante. As perspectivas dos personagens ampliam a história e às vezes até mesmo se contradizem.
Acredito que o livro seguiu um rumo agridoce que foi bem condizente com a história. Cada personagem tem suas próprias concepções de mundo e de vida e é um privilégio acompanhar todos de maneira aprofundada, principalmente as mulheres (Daisy Jones, Karen e Camila) nessa época dos anos 70 e cenário do Rock n' Roll.
É uma leitura bem rápida e dinâmica, me senti como se estivesse assistindo a um documentário. Vale a pena ler para também se tornar fã dessa banda fictícia ??
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Emily 27/03/2024

?everything that made daisy burn made me burn?
Eu encontrei um conforto na daisy jones. ela cura onde doi e me fez ter outra visão de um passado cheio de conflitos que eu vivenciei
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João Herberth 10/03/2024

Os anos 70 são sempre interessantes de acompanhar
É o segundo livro que leio da Taylor Jenkins Reid (o outro foi Os sete maridos de Evelyn Hugo) e gostei bastante. Tem todos os elementos que sobre o Rock and roll dos anos 70: drogas, situações inusitadas, brigas criativas, egos, mais drogas, e claro, muita música. Quem já esteve em banda, falo por experiência própria, sabe como é quase um milagre um grupo de pessoas, de personalidades bastante distintas, com egos muitas vezes bastante mal resolvidos, conseguirem se juntar para colocar em prática uma criação artística. E as discussões? Meu Deus. Porque, raciocine comigo, como você chega num consenso sobre algo tão subjetivo como se uma música é boa ou não? Ainda mais quando várias pessoas querem dar suas opiniões e as opiniões divergem, muitas vezes levando a discussões sem fim...
O livro capta bastante bem isso, como as relações internas funcionam e são afetadas, sobretudo as amorosas. A sacada do livro ser feito como uma longa entrevista com os personagens é muita boa e faz com que a leitura flua bem, com os pontos de vista discordando sobre os fatos, às vezes com coisas sérias, às vezes com humor. A Daisy Jones é muito interessante, de fato se assemelha a uma série de cantoras reais, tanto pelo talento descrito, quanto por sua história si. Os sentimentos turbulentos da personagem são muito críveis, sobretudo nos momentos onde ela precisa passar por suas escolhas, que não são nenhum pouco fáceis, mas é aquela personagem que você torce por ela. Bom, o nome dela na capa tem um motivo pra estar lá. A relação dela com o Billy, tanto criativa quanto emocional é bastante engajante e acredito que, apesar de não ter muita surpresa no desenrolar, me prendeu até o fim. A personagem da Camilla é incrível, realmente, não tem como desgostar dela, me parece que ela acaba sendo o equilíbrio emocional durante toda a narrativa. Os demais personagens também são bons, mas não vou mentir que levei pro coração o fato de o baterista, Warren, ser um personagem tão Zé Mané, qual o problema que os autores tem com a gente? Não assistiram Whiplash? Nós somos capazes de ser personagens interessantes! (Fim do choramingo)
No geral, gostei do livro, li direto no inglês, fica até a dica para quem está começando no idioma, é um livro super fácil de acompanhar.
Agora vou ver a série, porque realmente fiquei curioso para ver como adaptaram a história.
Um abraço em você que chegou até aqui.
Vania.Cristina 11/03/2024minha estante
Quando puder leia Malibu Renasce e comente aqui. Vou na contramão de todo mundo e, não sei bem o motivo, dos três gosto mais do Malibu.




mariacbaeta 09/03/2024

Uma paixão chamada Daisy Jones and The Six
Tem bastante tempo que li esse livro, mas pensei em vir escrever sobre o que eu penso dele!!
Pra ser sincera, quase abandonei a leitura no meio do livro, pois não esperava que ele seria naquele formato (tipo um documentário) e estava um pouco estressada com o rumo que alguns personagens estavam tomando.
Entretanto, quando voltei, não parei até terminar! Que delícia de leitura, leve, interessante, movimentada do jeitinho que eu gosto! Tem o romance, tem briga, tem amizade, tem polêmica...
Acho que o que mais me interessa são os personagens e como eles se relacionam, todos com personalidades únicas e cativantes.
Outra observação: comecei odiando a Daisy! Porém, com o desenvolvimento de personagem maravilhoso que a Taylor Jenkins Reid consegue introduzir em seus livros, acabei me apaixonando pela Daisy e sua história.
Mesmo discordando de atitudes de personagens (o que é muito fácil nesse livro), a profundidade de suas personalidades é envolvente e divertido.
Até mesmo a série adaptada é maravilhosa, as músicas são maravilhosas, é realmente uma história que eu me pego pensando sobre constantemente, uma paixão!!
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Mimurat.Nuri 06/03/2024

Gosto de compor com você
Uau, que livros meus amigos. Simplesmente me drenou, me consumindo por completa, obtendo toda minha atenção.
Achei a pegada muito vibe "Os 7 maridos de Evelyn Hugo", e amei quando descobri que era da mesma autora.
O livro retrata a história da banda e a entrada de Daisy Jones nela, que os leva ainda mais ao topo, enquanto também trás o caos.
Vejo muita gente julgando o livro, em especial os personagens da Daisy e do Billy, mas gente, ok, existem certos momentos que eles dão de fato raiva, mas eles possuem uma humanidade absurda, que me faz compreender cada uma de suas atitudes e o que as levou a elas, apesar de nem sempre concordar. Entretanto, simplesmente impecável a elaboração dos personagens.
Não esperava me apegar tanto ao livro, mas ele realmente me conquistou. Simplesmente favoritado, quero imprimir e colar na minha testa que li e sou fã.
Eduardo1635 06/03/2024minha estante
Meu livro favorito


Tarumim.Villanueva 06/03/2024minha estante
Arrasou mulherr


Mimurat.Nuri 06/03/2024minha estante
brigado diva




ana 15/02/2024

Favorito
Mais uma vez terminei daisy jones, e mais uma vez me sinto ÓRFÃ!! eu amo esse livro num tanto que não consigo colocar em palavras adequadas. me emocionei de novo, passei raiva de novo, chorei, quis gritar, amei e odiei personagens. obrigada taylor jenkins reid!!!!
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helena del rey 07/02/2024

Atmosfera que apenas taylor jenkins reid consegue criar!!!!!
Que perfeição de narrativa, todo esse mundo rock n roll criado pela autora é alucinante! a forma como ela intercala as lembranças dos personagens é de um timing invejável. daisy, eu sempre torci por vc minha diva
karen, fico meio triste mas se vc tá feliz é oq importa
graham, meu querido não sei muito bem oq te dizer
billy, ent tar? não mentira, eu meio que me irritei o livro inteiro com ele mas ao mesmo tempo i get it
camilla, vc é a definição de loba! a mulher tem uma determinação que muitos querem ter inclusive eu
warren, apesar de não aparecer taaannto, achei um querido com bom senso de humor
pete e eddie, ?? um beijo e até segunda
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Luana 01/02/2024

INCRÍVEL
O jeito que foi escrito é simplesmente incrível.
Me senti a própria Daisy numa mistura de amor e ódio pelo Billy
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ashryver_ 30/01/2024

Relendo mais um favorito meu, simplesmente sem palavras pra o que a taylor consegue fazer no papel, essa história mexe muito comigo, amo amo amo o que essa mulher é capaz de fazer, essa é uma daquelas histórias complexas que te fazem entender que o mundo não é preto e branco, as coisas são mais complicadas do que isso e no fim ta tudo bem ser assim
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Daniele.Bertolo 25/01/2024

Delícia de leitura! Livro todo acontece como se fosse uma entrevista. Na narração oral, dependendo das lembranças de cada um da banda. De ler quase numa sentada. Terceiro livro da autora que devoro. Leve, divertido, te transporta pra história. Quase que acredito que a banda é real. E agora quero ver o seriado pra poder escutar as músicas!
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Cassandra 09/01/2024

?
Definitivamente um dos melhores livros da minha vida? é até difícil de explicar o quê esse livro é pq ele é um sentimento, uma emoção e você tem que sentir ele pra entender sabe? De todo jeito esse livro sempre vai um lugarzinho especial no meu coração pq durante a leitura dele aconteceram muitas coisas marcantes na vida e são momentos que junto da leitura eu sempre vou guardar? sem falar que ele foi meu primeiro livro em inglês e através dele eu criei uma confiança tão grande no meu inglês que sempre vou ser grata a esse livro

(Comecei a ver a série tb e apesar de coisas terem sido alteradas é incrível como é bem feita e o álbum então... Poder ouvir Daisy Jones & The Six foi quase um sonho realizado? é incrível como parece que essa banda realmente existiu de tanto apego que os leitores tem a ela?
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Mari Rosier 01/01/2024

Quase achei que era uma banda real
Eu demorei a identificar se "Daisy Jones & the Six" era uma espécie de biografia de uma banda ou se era um romance de ficção (é a última opção). E isso foi tão positivo! Na verdade, foi o que me fez ter curiosidade de ler este livro, pois eu ainda não conhecia a Taylor Jenkins Reid e nem sabia que "Os Sete Maridos de Evelyn Hugo" também era um romance dela.

"Daisy Jones & the Six" conta a história de uma banda de rock que atingiu sua ascensão na década de 1970 em meio às drogas, brigas de ego, rock'n roll, traições e paixões. A história da banda é contada - ou melhor, relembrada - por seus membros através de entrevistas anos depois que a banda se desfez. Eu achei que isso tudo conferiu um toque de realismo muito bem executado, o que deu ao romance a cara de uma biografia de banda mesmo. Outra coisa que eu também gostei é que os personagens são muito humanos e em nenhum momento eu senti que a autora se deixou levar pela romantização dos acontecimentos nas vidas dos personagens (por exemplo, a história da Karen).
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