O Conto da Aia

O Conto da Aia Margaret Atwood


Compartilhe


Resenhas - A história da aia


344 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


spoiler visualizar
comentários(0)comente



Beatriz 10/12/2018

As mulheres silenciadas
Se você é mulher, prepare-se para o impacto provocado por este livro. Talvez seja sensacionalismo começar uma resenha assim, mas não existe frase melhor para descrever este livro. Atwood foi além de qualquer distopia: preveu os medos de todas as mulheres. Em uma sociedade marcada pelo machismo e a percepção da mulher pelo outro, afirmar que somos não-sujeitos não é total insensatez.
Lendo este livro diversas questões passaram pela sua mente: por que retirar a independência financeira de uma mulher? Por que colocá-las nos postos de servidão? Por que o incentivo a rivalidade feminina? Por que silenciá-las? A resposta para todas essas perguntas você encontrará neste livro.
Nolite te bastardes carborundorum.
comentários(0)comente



Silvestre 10/12/2018

Bom
Bom livro. Impressionante como a autora nos faz refletir em como estamos vivendo, em como a sociedade se interage. Reflexivo o livro. Mas, não achei a leitura muito fluida. Ela intercala muitas lembranças com o tempo em que a protagonista vive. E, não posso deixar de dizer que fiquei muuuuuito brava com esse final!
comentários(0)comente



Carol Donato 09/12/2018

GOSTEI, PORÉM DEPENDE
De maneira simples: A história da obra é fantástica e nos levanta diversas reflexões sobre o mundo em que vivemos e como seria viver naquele universo.
PORÉM, a narrativa é chata e sem surpresas, isso acaba matando a história.
Luciana 09/12/2018minha estante
Estou tendo a mesma sensação, narrativa chata que não está me prendendo nem um pouco infelizmente. Acho que criei expectativas demais.




Renata 08/12/2018

Narrativa excelente!
É incrível como a narrativa da Margaret Atwood é envolvente e tudo que é vivido pela protagonista parece ser tão real que você se sente passando por aquela situação.
Confesso que só engatei no livro quase na metade, porque no começo você não entende o que está acontecendo.
É chocante, mas não tão surreal.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Bruna 06/12/2018

Maravilhosamente assustador para a mulher do século XXI
Pela pertinência do tema com os momentos atuais, muitas pessoas imaginam que O Conto da Aia foi escrito recentemente. Essa percepção é ainda mais acentuada pela adaptação feita para a série da TV que vem sendo sucesso nos últimos anos. Porém, ele foi escrito no ano de 1985 e é considerado FICÇÃO CIENTÍFICA, pois tinha o intuito de levantar uma hipótese sobre as consequências extremas ocasionadas por conta da baixa taxa de natalidade de um país.

Que incômodo ao ler esse livro.
Não porque ele seja ruim, muito pelo contrário! A narrativa é fantástica, bem construída e com um final que é a chave de ouro da obra, embora seja bastante intrigante.

Ele provocou esses sentimentos porque fez os meus medos como mulher se tornarem "realidade".
A obra apresenta uma visão assustadora de opressão, onde as mulheres perdem seus direitos como cidadãs e têm sua existência resumida a serem reprodutoras, enquanto o poder fica 100% na mão de alguns homens.

Essa leitura nos faz temer as decisões que podem ser tomadas por grupos que estão no poder, além de ser um alerta sobre o perigo de um conservadorismo extremo na era pós moderna.

É fascinante de um jeito assombroso, sabe? Te tira do prumo, te dá repulsa, ao mesmo tempo em que te prende do início ao fim.
Se você já leu algum clássico distópico, como 1984 ou Admirável mundo novo, sabe do que estou falando.

Além disso, Margareth Atwood é uma escritora impecável! Esse foi meu primeiro livro dela, mas em breve pretendo me adentrar em suas demais obras!
comentários(0)comente



Pandora 05/12/2018

"O Conto da Aia" também é da lista dos livros que completaram ano na estante esperando por ser lido. O excesso, as pilhas de livros a serem lidos é um prazer e um luxo ao qual me permito. Meu delírio pessoal e frivolidade cotidiana. E estou dizendo isso porque a falta que atormenta a Aia me inclina a abraçar com mais forma a fartura que tenho a minha volta.

Quanto ao livro em si, finalmente a história chegou aquela parte na qual fica difícil largar o livro. Atwood é uma narradora impressionante, sua escrita é precisa, limpa, sem firulas. Ela narra sem pressa como alguém que pacientemente monta um quebra-cabeças de mil peças colocando uma peça de cada vez mais ou menos indiferente ao impacto que imagem do Abismo criada pelo encaixe das peças causa em quem assiste a montagem do jogo.

Como literatura o livro é brilhante, como ficção científica é uma projeção de futuro possível e aterradora.

Ainda bem que estive sozinha nessa plateia.
comentários(0)comente



Joanni 04/12/2018

Cansativo e confuso
A ideia da distopia é ótima, mas a narrativa me desagradou muito. Cheio de descrições inúteis, a história poderia ter sido contada em menos de 200 páginas, mas lá se vão quase 400 de pura enrolação confusa. Ou então a autora poderia ter inserido informações mais interessantes, enredos envolventes. Mas nada disso acontece. Foi muito cansativo terminar o livro.
Bia 05/12/2018minha estante
Eu ainda estou lendo, mas estou achando bastante cansativa a leitura tbm ..


Hevelin R. 06/12/2018minha estante
Compartilho de sua opinião. Não estou disposta a terminar.




giovana 03/12/2018

oq dizer?
esse livro é fantástico. a maneira como é narrado te traz mesmo pra dentro da história e te deixa naquela ambiguidade ? afinal, nem a personagem tem certeza de que os ?jeitos antigos? eram realmente bons.
é doido pensar a sociedade poderia chegar a esse ponto, mas eu não duvido. vários discursos q a gente vê por ai usam a mesma tática que foi usada na criação de gilead.
as notas históricas no final são ? possivelmente ? a melhor parte.
comentários(0)comente



Thay 01/12/2018

não é uma resenha. é só um compilado de ideias.
a leitura foi difícil, e creio que muitos dizem isso pelo livro ser uma distopia cruel de uma realidade não tão paralela assim. a questão é que minha atenção - mesmo talvez de forma errada, desumana, fria ou qualquer adjetivo que me diminua a condição de alguém sem peito - não se ateve a esse totalitarismo cruel, ou melhor, real. Offred me incomoda por existir, por não ser heroína e por ser a mulher que se ateve à pequenos prazeres a fim de sobreviver em sua vida imposta. Moira era a personagem principal que eu esperava, e não ter ela narrando com sarcasmo as ironias, contradições e hipocrisias de um sistema patriarcal de fundamento religioso protestante, me incomodou por me fazer perceber que ela era a exceção. Moira não é real em grande quantidade. a mãe de Offred não é real. não para servir de regra. Offred somos nós; incapazes de se sobrepor a qualquer coisa que possa nos trazer dor; acostumadas com uma vida que passou e presas a um passado que serve de esperança psicológica apenas à aqueles que a alimentam. somos nós essa mulher que narra com uma preocupação excessiva sobre o que se perdeu. não há tom de tentativa de mudança. há silêncio, recatamento, aceitação compulsiva e melancolia. é o retrato de não heroínas, de não revolucionárias, de não exceções. é o retrato de quase todas as mulheres que conhecemos e que não conhecemos e que podem ou poderiam estar em situações parecidas. e isso me incomoda porque já estava acostumada a ideia de guerreiras e artistas e cientistas e professoras e mulheres extraordinariamente fora do comum. e esqueci de me lembrar disso: estas ainda estão fora do comum.
comentários(0)comente



Rafael 30/11/2018

Lindo e assustador
Margaret Atwood em "O Conto da Aia" faz uma obra que mostra uma essência humana em diferentes facetas, partindo de um único olhar. Mostra como a memoria de uma pessoa é uma constante mudança de um acontecimento "histórico". Atwood nos assusta com uma possível realidade, nos convence que ela é possível. "O conto de Aia" não nos mostra uma heroína que se sacrifica e luta contra um sistema, mas uma protagonista com medos e esperanças que se transformam com tempo e as situações que lhe confrontam. Recomendo essa leitura. Lindo em sem ser romântico e assustador sendo realista.
comentários(0)comente



Helô 27/11/2018

Ótima narrativa!
Margaret nos leva ao futuro distópico de Offred com uma narrativa impactante e surpreendente.
comentários(0)comente



344 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |