Auto da Barca do Inferno

Auto da Barca do Inferno Gil Vicente




Resenhas - Auto da Barca do Inferno


101 encontrados | exibindo 46 a 61
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7


spoiler visualizar
comentários(0)comente



AmadosLivros 03/01/2014

Resenha do Blog Amados Livros
Não deixe de conferir nossa opinião sobre este livro em nosso blog! Lá também tem muitos outros livros legais!
Dê uma passadinha! Confira no link abaixo!!

site: http://amadoslivros.blogspot.com.br/2012/06/livro-auto-da-barca-do-inferno.html
comentários(0)comente



Camila 26/05/2013

Em qual delas você embarcaria?
Como será o seu julgamento quando estiver no momento derradeiro, após a passagem da vida terrena para a espiritual?
Pensar em céu ou inferno é inerente ao ser humano, por nossa criação e necessidade de pensar no que vem depois.
Gil Vicente é brilhante nesse texto atemporal, onde os indivíduos que acabaram de morrer precisam escolher uma das barcas para partir para a próxima vida. Será a do céu ou a do inferno? Bem humorado, mostra a caricatura de cada um dos tipos que temos em nosso cotidiano, onde cada um escolhe o seu destino.
Apesar do português mais antigo, o texto é perfeitamente compreensível e nos faz pensar sobre nossas escolhas.
Boa leitura.
comentários(0)comente



Rodolfo Schreiner 11/03/2013

Renascimento e modernidade
Tém muitas idéias interessantes que podem ser tiradas da leitura destes contos de Gil Vicente. Mas primeiro deve-se observar que ele é um autor do início do século XVI. Os contos deste livro foram escritos em torno de 1520. Nesta época o pensamento europeu estava indo em direção a formas mais modernas e liberais, se distanciando das formas do pensamento cristão medieval, mas também sem renunciar a religião cristã. É aí onde se vê Gil Vicente, no texto Farsa de Inês Pereira por exemplo, fazer a Inês escolher um marido pessoa mais simples não discreto como diz o texto. Mas esse foi seu segundo casamento e o que deu certo. O anterior não deu certo porque era um cara muito conservador e que nem deixava ela sair de casa. Ele era um cavaleiro que foi morto por um mouro numa batalha. Ou seja, o que fica fácil de interpretar é que a cultura medieval não servia mais e deveria ser substituída por algo mais moderno como os ideais do Renascimento do século XV.

No texto Auto da Alma também percebe-se esta troca de valores porque pode-se entender que uma pessoa deve ser reconhecida por suas virtudes, e não pelo seu nascimento. Nobre é alguém de virtude interior, e não exterior. Na idade média a importância das pessoas vinham de seu nascimento e quem não tivesse nascido na nobreza nunca se tornaria nobre. É algo de nascimento e não de conquista. Mas o autor expressa a opinião de que o valor das pessoas deve ser visto em seu bom caráter, contrariando a ideologia medieval.
comentários(0)comente



Rafa 20/01/2013

Leitura difícil devido ao português arcaico, mas é bem cômico e não tão cansativo.
comentários(0)comente



Arthur 09/12/2012

Diabo e o anjo
MUITO INTERESSANTE ,UM BOM LIVRO RECOMENDO
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Débora 29/10/2012

Análise Literária !
O "Auto da Barca do Inferno", ao que tudo indica, foi apresentado pela primeira vez em 1517 na câmara da rainha D. Maria de Castela, que estava enferma. Esse Auto, classificado pelo próprio autor como um "auto de moralidade", tem como cenário um porto imaginário, onde estão ancoradas duas barcas: uma como destino o paraíso, tem como comandante um anjo; a outra, com destino ao inferno, tem como comandante o diabo, que traz consigo um companheiro. Com relação a tempo, pode-se dizer que é psicológico, uma vez que todos os personagens estão mortos, perdendo-se assim a noção do tempo.

Todas as almas, assim que se desprendem dos corpos, são obrigadas a passar por esse lugar para serem julgadas. Dependendo dos atos cometidos em vida, elas são condenadas à Barca da Glorificação ou à do Inferno. Tanto o anjo quanto o diabo podem acusar as almas, mas somente o anjo tem o poder da absolvição. Quanto ao estilo, pode-se dizer todo Auto é escrito em tom coloquial, ou seja, a linguagem aproxima-se a da fala, revelando assim a condição social das personagens, e todos o versos são Redondilhas maiores, sete sílabas poéticas.
comentários(0)comente



Carol- Books and Tea 12/10/2012

Decisão
Auto da Barca do Inferno
Gil Vicente - 96 páginas

Auto da Barca do Inferno, é uma das obras mais importantes de Gil Vicente, sendo a primeira de uma trilogia, Auto Das Barcas, foi também adaptada já algumas vezes para teatro.

O livro narra a vida de vários personagens,e ocorre na margem de um rio, na hora após seu julgamento, por onde serão levados pela Barca da Glória, ao Céu, ou A barca da Perdição, ao Inferno, as pessoas que assim foram julgadas.
Durante toda obra, desfila inúmeras classes e tipos sociais, de corregedores á sacerdotes, onde são julgados da mesma forma, todos pelas fraquezas da carne humana.
Gil Vicente, era um escritor que mesmo com peças com fundo religioso, não almejava difundir a religião muito menos converter ninguém, seu objetivo era demonstrar como o ser humano, independente de sua classe, cor, raça,sexo ou religião é egoísta, falso , mentiroso e pecador que pendia diante da fraqueza humana, da carne e da ambição.

Em o Auto Da Barca do Inferno, Gil nos mostra que, não importa nossa classe social nem alguma diferença física, e sim nossos atos e o quão pura está nossa alma.
Boa Leitura ;)
comentários(0)comente



Wesley 01/10/2012

Uma das primeiras peças teatrais que fiz na escola era sobre esse livro, na época entendi pouco, hoje pouco mais. É um bom livro levando em consideração o contexto histórico e a sua época.
comentários(0)comente



Lu... 23/09/2012

A versão da editora Atelê Editorial,de "Auto da Barca do Inferno", traz uma introdução contendo o contexto da obra e do autor, além de comentar a estrutura do texto. Informações importantes para a melhor compreensão da peça.

Quanto ao texto, uma peça de teatro em forma de poema, trata do pós-morte. Vários personagens, representando diversas categorias sociais da época, encontram duas barcas - uma comandada pelo Diabo, outra por um Anjo. Então, cada um argumenta com as duas entidades porquê deveriam ir para o Céu e não para o Inferno. Desta forma, a peça deixa transparecer, tanto a moralidade da época, como as ações correntes, ou possíveis.

Como é presente na própria introdução da obra, a peça segue o estilo das obras medievais sobre a "Dança da Morte", mostrando que não importa o qual foi sua ocupação em vida - se foi um nobre ou um "plebeu" - ninguém escaparia dos braços da Morte - no caso desta peça, não escaparia do inferno, caso suas ações em terra o levassem para este caminho.

Pessoalmente, uma peça muito interessante por seus personagens, e pelo que deixa transparecer sobre a época em que foi escrita!
comentários(0)comente



João Marcos 22/06/2012

As boas práticas do colégio
Algo agradável que fui "obrigado" a ler por motivo de vestibular. E eu sempre adorei o teatro.
comentários(0)comente



Yussif 16/05/2012

Embora o Auto da Barca do Inferno não integre todos os componentes do processo dramático, Gil Vicente consegue tornar o Auto numa peça teatral, dar unidade de ação através de um único espaço e de duas personagens fixas " diabo e anjo".

A peça inicia-se em um lugar imaginário, onde se encontram as duas barcas, a Barca do Inferno, e a Barca da Glória.
comentários(0)comente



Rapha 13/04/2012

Apesar de ter uma critica fenomenal sobre a religião, nobreza, da epoca, tem uma certa ironia, muito inteligente, na verdade genial, a unica dificuldade desse livro realmente é o fato de ter uma escrita muito antiga, dificultando minha leitura...
comentários(0)comente



Leyslie 11/01/2012

Primeiro
Este foi o primeiro livro que eu li.
Apesar de ser obrigatório ler na escola, ele é muito legal e super rápido de ler... curti demais ...
Obrigada Gil Vicente, por me fazer gostar de literatura !
comentários(0)comente



101 encontrados | exibindo 46 a 61
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7