Príncipe Caspian

Príncipe Caspian C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian


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Fanny 10/01/2010

Quando você começa Principe Caspian, a estória parece franca, se comparada com as outras crônicas.
Mas é aos poucos que ela vai te conquistnado ao demonstrar em cada página a coragem dos personagens.
A história começa com os irmãos Pedro, Susie, Edmundo e Lucy esperando o trem para irem para o colégio interno, para quem leu "o menino e o cavalo" sabe o quanto as crianças se adaptaram a vida em Nárnia viveram por muitos anos, mas que significou apenas um instante no tempo da Terra.
Eles são "chamados" a Nárnia ainda nessa mesma estação, e retornam a sua amada terra, o que eles não esperavam é que havia passado 1000 anos em Nárnia e nesse tempo muita coisa mudou, e eles decobrem que Nárnia se tornou um lugar selvagem e que seus habitantes hoje são obrigados a se esconderem na floresta para não serem caçados. E que muitos animais antes inteligentes e falantes,agora se tornaram selvagens.
Em minha passagem favorita Lucy diz:
"Não seria medonho se um dia, no nosso mundo, os homens se transformassem por dentro em animais ferozes, como os daqui,e continuassem por fora parecendo homens, e a gente assim nunca soubesse distinguir uns dos outros?"

Depois de encontrarem com um anão, eles vão ao encontro do Princípe Caspian, um jovem principe que tem que fugir do seu tio para não ser morto.
Com a ajuda dos habitantes restantes de Nária ( centauros, anões e um valente bando de ratinhos- inclusive o adorado Ripchip) eles vão lutar pela liberdade do povo narniano.
Para quem só viu o filme, se prepare por que não há romance entre Caspian e Susie, e nem disputa de egos entre Caspian e Pedro.
Ao contrário aqui cada um conhece o seu lugar e luta pelo bem de todos.
Ao final o choro é inevitável, principalmente para aqueles que como eu nunca gostaria de abandonar uma terra como Nárnia. Aslam comunica a Pedro e Susie, que eles não voltaram mais porque já aprenderam tudo o que podiam em terras narnianas.
Pessoalmente, eu ficaria arrasada, e por isso quando li o final chorei muito com o destino dos dois.
No mais, é um ótimo livro que faz juz aos seus companheiros de crônicas....mais uma obra-prima de Lewis, que surpreende sempre.
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Gabriel 19/06/2011

Brilhanteeeeeeeeeeee ',
Ultra-Super-Hiper-Sensacional, Divertido, Interessante. Assim com todas as outras 6 Crônicas. Indicadíssimo ...
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Alan 20/11/2013

Fanstástico
Estou lendo as Crônicas de Nárnia em ordem de publicação, sendo assim, seguindo a imaginação do autor.

Li primeiro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa e logo depois li Príncipe Caspian. O livro é ótimo e na minha opinião melhor que o primeiro, C.S. Lewis acrescentou tudo aquilo que senti falta e deixou a desejar no primeiro livro, por exemplo, a batalha entre o Rei Pedro e Miraz, foi fantástica.

O livro também passa uma mensagem muito bacana, uma espécie de história bíblica infantil.

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C. Aguiar @coelhoobrancoo 19/11/2014

Esse livro até agora foi o único que eu tenho pouco a falar porque infelizmente não foi um dos melhores da série.
O tempo passa de forma diferente na terra de Nárnia, pois para Pedro, Lúcia, Edmundo e Susana faz apenas um ano que eles estão longe de Nárnia, mas na verdade se passaram mais de mil anos e atualmente a terra que anteriormente era cheia de magia está completamente modificada, e habitada por pessoas que vieram das terras de Telmar (um mundo paralelo a Nárnia) e sendo governada por um homem cruel chamado Miraz.
Esse homem não tem nenhum herdeiro, por isso ainda mantém vivo seu sobrinho Caspian, e o jovem além de curioso é bem instruído por seu tutor que explica tudo sobre a antiga Nárnia e de como em tempos de paz o local era habitado por animais falantes, dentre outras criaturas.
O jovem Caspian vai crescendo ouvindo histórias sobre a antiga Nárnia quando acaba tendo que fugir no dia que a esposa de seu tio da a luz, e sendo assim Miraz não precisa mais de Caspian e pode muito bem cuidar do reino agora sem nenhuma preocupação. Nisso os guardas começam uma caçada para matar o jovem Caspian.
Na fuga o pequeno príncipe acaba encontrado animais falantes que o rei pensava não existir mais e eles decidem que Caspian será seu novo rei, porque ele não vê o mundo como um telmarino e sim como um verdadeiro narniano que quer apenas o bem para as criaturas magicas. Nesse momento ele decidem tocar a trompa da rainha Susana para que o auxilio venha (seja lá ele qual for), e nessa hora os irmãos acabam sendo transportados novamente a Nárnia a fim de ajudar seus antigos súditos a trazer novamente glória para Nárnia.
O livro é um pouco simples e as vezes arrastado, sem tanta emoção. Achei meio sem sal, porém como sempre temos um fina feliz.
O filme é fiel a medida do possível ao livro, tirando o fato é claro que no livro eles são mais jovens do que nos filmes.

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/
Bruno 20/06/2016minha estante
Também achei o livro meio arrastado, achei que foi mais enrolação do que de fato uma história. Os quatro demoraram muito para encontrar Caspian, Lúcia e Susana ficaram perdendo tempo com Aslan enquanto a batalha principal acontecia. Dizem que o filme é ruim e não é fiel ao livro, na minha humilde opinião, gostei mais do filme.




Isabella 17/10/2011

O filme não tem nada ave com o livro primeiramente porqueo diretor do filme mudou a ordem dos acontecimentos(ficou uma bosta) o livro e muito mas realista tudo bem que e fantasia o tema do livro! mas pelo amor de deus no filme você não tem a menor noção de tempo(em todos os sentidos)
. E a pior parte dessa confussão toda e que ate a historia foi modificada no livro os irmãos pevensie ficam a maior pate do tmpo perdidos na floresta e so acham o exercito do caspian com ajuda do aslan o que no filme acontece de outra forma nada ave com a a original narnia e um classico e tem que ser manido ao pé da letra.
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Rafael Aguiar 29/12/2015

Breve Comentario
Acabei de ler mais um livro das Crônicas de Nárnia, o que dizer? Simplesmente incrível, como é bom poder estar em Nárnia, ouvir as palavras sabias de Aslam, que muitas vezes nos proporcionam bons momentos de reflexao. Não irei resenhar sobre o livro, deixarei para falar de um todo quando terminar todas as crônicas , agora vamos que vamos amanhã iniciaremos 5° livro na ordem cronológica "A viagem do peregrino da alvorada".
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Jéssica Sanoli 21/02/2012

Um motivo para as quatro estrelas?
Ao aproximar-me do fim do livro, me pus a pensar porque eu o conceituaria com 4 estrelas (já estava praticamente decidida a isto), se não sabia nem ao menos declarar convincentemente um motivo para tal. Por que não conceituá-lo com as brilhantes 5 estrelas? Já que me é tão difícil apontar um defeito no livro, vou me deter inicialmente aos seus pontos fortes.

O começo do livro é cativante, um verdadeiro motivo para se ler por horas, até a madrugada, quando seus olhos não aguentarem mais e implorarem misericórdia. É a parte do livro com menos ação e mais destaque à história do que houve com Nárnia nessas últimas centenas de anos em que os antigos reis e rainhas estiveram ausentes. Na verdade, nos 3 primeiros capítulos não há quase informação alguma, apenas uma atmosfera de incertezas e curiosidade sobre o que ocorreu com a Nárnia da idade do Ouro. Já no 4° capítulo, meu preferido, num ambiente belo e tenso, conta-se parte da história de Caspian, do reinado dos Telmarinos e das histórias da antiga Nárnia, cuja vericidade é posta em dúvida por muitos.Daí por diante, Caspian descobrirá ser verdade as histórias mais fantásticas que ouviu desde criança.

Penso que a partir da metade do livro meu ânimo começou a decrescer. Como disse, o início do livro foi excelente. E acredito fielmente que ele não tenha regredido em qualidade a partir da metade, apenas houve uma troca de foco: antes, a história de Caspian e dos antigos narnianos estava em primeiro plano, depois o foco passou a ser o desenrolar de acontecimentos para salvar Nárnia. Naturalmente, há muito mais ação nesta segunda parte do livro, em detrimento das narrações sobre a história narniana. E, sem dúvidas, prefiro história.

Já ao final do livro, última página, meus olhos ficaram molhados. Quase chorei, aquele papo sobre Pedro e Suzana é bem melancólico. Só não chorei a valer porque Lewis não deu uma grande descrição do momento de despedida entre Aslam e os meninos. Quem sabe ele sentiu pena de seus leitores, porque se fizesse uma descrição, aposto que eu e a maioria desandaríamos a chorar.

Cheguei ao fim e não apontei nenhum ponto fraco na obra, não é mesmo?
Simplesmente porque as quatro estrelas conferidas a este volume são por "questão de gosto", não por defeito de obra. Eu preferiria menos capítulos dedicados à ação, enquanto que alguns cortariam alguns capítulos justamente para chegar mais rápido até ela! Vá entender... São os gostos! Há ainda alguns que criticam o final, dizendo que C.S.Lewis poderia explicar melhor algumas coisas ditas por Aslam na última cena. Mas, acredito que o que devia ser dito foi dito e o que ficou no ar, devia mesmo ter ficado no ar. Lewis devia saber muito bem o que escrevia.

Jéssica Sanoli.



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Lucas 01/09/2016

Bom
Muito bom, embora, assim como o O Sobrinho do Mago, não seja um dos meus favoritos, ele continua sendo muito melhor que o filme e também nos mostra uma sociedade humana egoísta e uma bela metáfora para a forma como exploramos a natureza.
Luana 19/10/2016minha estante
Você leu essa edição mesmo?




Helena Menezes 28/04/2013

O livro “Príncipe Caspian” foi publicado em 1951. Ele é o quarto na ordem cronológica de Nárnia, o segundo escrito por C. S. Lewis e conta a história do retorno de Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia a Nárnia.

Vocês vão se lembrar que, ao final de “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”, os quatro irmãos retornam ao mundo de onde vieram pelo mesmo guarda-roupa o qual haviam chegado.

Um ano depois, eles estão retornando para a escola após as férias de verão e se sentem tristes, pois os meninos frequentariam uma escola e as meninas outra. Quando, de repente, os quatro são novamente transportados para outro mundo.

Eles percebem que estão nas ruínas de seu antigo castelo em Cair Paravel: milhares de anos haviam se passado em Nárnia desde a última vez que estiveram lá. O mundo adquirira um aspecto totalmente diferente: há muitas gerações, um povo das terras conhecidas como Telmar (a oeste de Nárnia), havia chegado e conquistado o país, impondo aos verdadeiros narnianos uma vida clandestina.

O príncipe Caspian é filho do rei Caspian IX, que morrera quando ele era criança e o deixara sob os cuidados de seu tio, Miraz. O jovem príncipe se interessava enormemente pelo passado de Nárnia, mas era proibido de estudá-lo.

Sua sorte muda quando a esposa de seu tio dá à luz a um menino. Querendo que o filho se tornasse o herdeiro do trono, Miraz manda assassinar Caspian, que foge com a ajuda de seu mentor e se encontra com os últimos animais falantes de Nárnia, preparando um ataque à Miraz.

Qual é a relação entre a chegada dos quatro irmãos Pevensie e a história Caspian? Não direi para não estragar a leitura de quem ainda não teve a oportunidade de conhecer essa história.
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milena 18/09/2012

Essa historia “descentraliza” o poder dos irmãos Pevensie e acrescenta um novo poder pelo principie Caspian. É um momento em que Nárnia foi tomada pelos Telmarinos, que baniram toda a magia do país, obrigando os narnianos a viverem no exílio. No entanto principie Caspian, filho do Falecido rei foi criado por amas e professores que lhe ensinaram todos os valores de Nárnia antes da invasão. A historia realmente começa quando o tio de Caspian consegue ter um filho e o professor ajuda o principie a fugir da morte certa. Pela narração do livro os acontecimentos ocorrem um pouco diferente do livro. Caspian parece ser muito mais jovem que no filme e é realmente apaixonado por toda a Nárnia antiga, conectando-se rapidamente com os castores, anões, faunos dentre outros seres e passando a chefiar uma rebelião. Um fato interessante é que no filme a Corneta de Suzana é tocada no primeiro momento ao passo que no livro muitos acontecimentos se desdobram antes de Caspian tomar essa decisão. E também não existe uma “briga de poderes” entre ele e o Grande Rei assim como não existe nenhuma relação romântica com a Rainha Suzana. As cenas de combate são muito similares ao livro. Nesse livro o foco é acima de tudo sobre a esperança e a fé. Lucia, por ser a mais nova ( e nesse caso a mais pura) dos irmãos Pevensie é a primeira a ver Aslam e no decorrer da crônica fica claro que essa relação é justamente por ela ser a mais otimista e por nunca ter acreditado que ele pudesse ter abandonado Nárnia. É também um ponto de vista com relação aos narnianos que já perderam qualquer fé em Aslam e já nem se lembram mais dos tempos de ouro. Nessa crônica fica estabelecido que Pedro e Suzana já não voltarão a Nárnia pela idade deles de forma que não haverá outra oportunidade de aprender com essas experiências.
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Danne ( Nas Entrelinhas dos Livros) 25/03/2015

Resenha - Príncipe Caspian
Olá pessoal,

As Crônicas de Nárnia ganharam meu coração definitivamente, em o Príncipe Caspian passaram 1 ano da última vez que Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia haviam estado em Nárnia.

Os quatro irmãos estavam numa estação de trem aguardando para irem a escola, rodeados de pilhas de malas, quando subitamente Lúcia começa a soltar gritinhos como se estivesse sendo picada por marimbondos, por meio de magia, num instante a estação e as malas haviam desaparecidos e ao olhar em volta percebem que estão em um lugar rodeados de árvores e arbustos, eles estão de volta à Nárnia. Eles encontram uma Nárnia muito diferente da época de seu reinado. Totalmente silenciosa e esquecida.

As crianças encontram com um anão, mensageiro do príncipe Caspian em apuros e o salvam. A partir daí as crianças conhecem a história do príncipe e dos antigos Narnianos.

Os narcianos estavam passando por longo período de aflição e esquecimento. O Principe Caspian é o herdeiro do trono por direito, que é governado por seu tio Miraz. O reinado de Miraz é marcado por ocultar tudo o que diz respeito à antiga Nárnia. Os animais e as árvores já não falam mais, os anões e os seres de Nárnia se escondem e são caçados por guardas do reino.

Apesar da opressão de Miraz, ele não consegue afastar o interesse do príncipe Caspian em saber sobre a verdadeira história de Nárnia. E ao contratar um professor para o príncipe, o Doutor Cornelius que é na verdade um descendente de anão (parte homem é parte anão) começa a ensinar o príncipe tudo o que diz respeito a Nárnia às escondidas do Rei.

?Preste atenção: tudo o que lhe disseram sobre a antiga Nárnia é verdade. Nárnia não é terra dos homens. É a terra de Aslam, das árvores despertas, das náiades visíveis, dos faunos, dos sátiros, dos anões e dos gigantes, dos centauros e dos animais falantes. Foi contra eles que lutou o Caspian I. Foram vocês, os telmarinos, que calaram os animais, as árvores e as fontes; que mataram e expulsaram os anões e os faunos; são vocês que pretendem agora desfazer até a lembrança do que existiu. O rei não consente sequer que se fale deles.?
Doutor Cornelius teme pela vida do príncipe que com o nascimento do filho do rei, não vê outra alternativa que providenciar o mais rápido possível a fuga de Caspian, para preservar a vida do verdadeiro herdeiro do trono. Ele presentea Caspian com uma trompa (que na antiguidade pertencia a Rainha Suzana) e o faz prometer que vai tocar quando houver um perigo eminente, porque a trompa tinha poderes mágicos quem o tocasse receberia um grande e misterioso auxílio.

O príncipe foge e vai ao encontro do esconderijo dos antigos narnianos e quando lá chega se vê envolta de toda espécie de criatura. É realizado um banquete e muitas danças com a chegada de Caspian, os narnianos o recebem com Rei de Nárnia.

Enquanto isso o anão Trumpkin e as crianças saem do esconderijo e vão à procura de Caspian para ajudá-lo na grande guerra que está sendo travada entre o rei Miraz e sua guarda real e Caspian e os narnianos. Eles procuram o caminho que os levem ao local onde estão Caspian e agrupamento de guerra, porém encontram dificuldade para achá-lo é quando Lúcia encontra Aslam, fica extremante animada e feliz em saber que não estão sozinhos. Porém, Pedro e principalmente Suzana não consegue ver Aslam e ficam céticos com relação às visões de Lúcia. Vão pelo caminho errado e tem novamente que adiar seus planos para chegarem até Caspian e seu exército. Por outro lado Aslam age e reaparece para as crianças. Eles chegam ao local, Pedro e Edmundo ficam para o combate junto a Caspian, Suzane e Lucia vão para outra missão com Aslam.



Pessoal, eu sou encantanda por Aslam e o mundo extraordinário de Nárnia. Nessa crônica encontramos, esperanças sendo retomadas de um povo desanimado e fugitivo em sua própria terra. Vidas sendo restauradas com o surgimento de um novo rei, sábio e fiel aos antigos valores. Alegria e emoção ao ver a restauração de Nárnia e seu povo. Eu vejo Aslam como um protetor e um amoroso pai, libertador e cheio de Glória que sempre está presente, principalmente quando seu povo mais necessita. A única tristeza é em saber que os irmãos Pedro e Suzana já não retornarão para Nárnia, por causa da maturidade que alcançaram.

As minhas leituras são sempre cheias de emoções, eu cultivo a leitura demorada para filtrar tudo o que meus olhos puderem captar para guardar bem ao fundo do coração e jamais esquecer. Não tenho outras palavras para classificar Aslam e Nárnia. Minha nota sempre será 5 para as Crônicas de Nárnia, em especial hoje para o Príncipe Caspian.
Daniela Corrêa
Http://danielacorrea2011.wordpress.com
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Enza 15/12/2016

O Retorno dos Irmãos Pevensie
O quarto livro na ordem cronológica de leitura d'As Crônicas de Nárnia traz de volta à terra dos animais falantes e figuras mitológicas os protagonistas da crônica de O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa.

Um ano se passou, em nosso mundo, desde que Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia Pevensie passaram pelo Guarda-Roupa, na casa de campo do professor Digory Kirke, e libertaram Nárnia do jugo da cruel Feiticeira Branca.

Desta vez, os irmãos Pevensie são invocados para ajudar o Príncipe Caspian, um humano de origem telmarina a quem o governo de Nárnia, de fato, pertencia naquele momento. Mas é importante destacar, antes de mais nada, que mais de mil anos haviam se passado desde que os irmãos tinham pisado em Nárnia pela última vez. Desde então, os telmarinos, humanos de origem desconhecida vindos do norte, haviam conquistado o país que outrora fora governado pelos irmãos Pevensie e "banido", de certa forma, todas as criaturas que tornavam Nárnia o que ela era, quais sejam, faunos, centauros, animais falantes, dríades, náiades e muitos outros seres fantásticos que ali habitavam.

Quando Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia retornam a Nárnia, no entanto, há um caos instalado, uma guerra entre o irmão do falecido rei, que desejava tomar o reino para si, e o herdeiro legítimo do trono: o Príncipe Caspian, que aprendera sobre os antigos e verdadeiros habitantes de Nárnia e tinha o desejo de restaurar a antiga ordem, trazendo de volta todos os seres que haviam fugido e/ou se escondido, sobrepujados pelo governo telmarino.

Nesse sentido, os quatro irmãos são chamados, por intermédio da trompa mágica da Rainha Suzana, para auxiliar Caspian e o seu exército de antigas criaturas narnianas a fim de derrotar seu tio Miraz, usurpador do trono. Mas esta aventura iria se revelar muito mais como uma jornada de fé e confiança acima de qualquer outra coisa, e os irmãos Pevensie aprenderiam que não basta acreditar, é preciso haver entrega, uma confiança pura e despida de qualquer dúvida naquele que se provara muito mais fiel do que qualquer outro a eles. É claro que estou falando de Aslam.

Nas primeiras vezes que li este livro, lá atrás quando ainda era menina, ele não me impactou tanto quanto as outras crônicas, confesso. Mas esta releitura, já na idade adulta, me ajudou a compreender muito mais acerca dos propósitos de Lewis e da minha própria espiritualidade. Mais uma vez, cada irmão Pevensie teve que lidar com algum conflito que representa as batalhas de um cristão: seja pela incredulidade de Suzana, pela falta de confiança do Pedro, por ser desacreditado, como Lúcia foi contrariada por aqueles que mais amava, ou mesmo por ter que deixar tudo e todos em busca de algo muito maior do que podemos compreender, como Caspian fez.

A leitura do Príncipe Caspian propõe uma série de reflexões e, desta vez, tornou-se muito querido para mim, tanto quanto os outros. É a última vez que temos os quatro irmãos Pevensie juntos em solo narniano e, com ele, revivemos muitas aventuras, revisitamos locais especiais e conhecemos personagens um tanto carismáticos, que conquistam nossos corações. Por isso, recomendo muitíssimo. Vale a pena ler, é um livro com o qual podemos aprender bastante.

"[...] mas as coisas nunca acontecem duas vezes da mesma maneira."
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Vanessa 18/03/2013

Após um ano que Lúcia, Pedro, Edmundo e Susana já tinham voltado para casa e estavam indo para seu primeiro dia de aula, algo diferente acontece na estação e eles acabam voltando novamente a Nárnia.

Não sabem como foram parar lá, mas percebem que tudo está diferente, o castelo de Cair Paravel estava em ruínas mas como pode isto ter acontecido, só se passará um ano. Mas para quem já leu as outras crônicas, sabe muito bem que o tempo de Nárnia é outro.

Como o título já diz, a história é do príncipe Caspian, que morava com seu tio, Miraz, rei de Nárnia, mas a um segredo que Caspian não sabe. Ele nunca teve afeição pelo tio e nem o tio por ele.

Um dia seu professor, doutor Cornelius, disse que Caspian tinha que fugir, pois sua tia estava grávida e Caspian ameaçava o trono desta criança. Seu tio então, iria matá-lo.

Caspian neste momento descobre toda a verdade, foge para a montanha e lá começará uma batalha contra seu tio para requerer o que é seu de direito.

Mas onde Lúcia, Pedro, Edmundo e Susana entram nesta história?

Após Miraz virar rei, Nárnia não era mais a mesma, os animais falantes foram mortos, outros vivem escondidos, a magia se perdeu. Caspian sempre gostou de ouvir as histórias de sua ama sobre como era Nárnia e Aslam. E ele acreditava nelas, quando descobriu que eram mesmo verdade, foi procurar essas criaturas, lhe pedirem ajuda.

Quando Caspian, fugiu o doutor Cornellius, que era um anão, lhe deu a trompa da rainha Susana. Em um momento de desespero, um momento que ele necessitava de ajuda em uma batalha, Caspin tocou a trompa e acabou trazendo Lúcia, Pedro, Edmundo e Susana de volta a Nárnia. e juntos eles lutarão por Nárnia.

Esta, até agora, foi a crônica que eu mais gostei, pois tem mais emoção, batalhas, segredos, descobertas. Nos deixa mais preso a história, querendo saber se tudo vai dar certo mesmo, se Nárnia voltará a ser como antes. Só é difícil imaginar crianças em batalhas sangrentas, lutando por um reino, sendo bem sucedidos nisso, pois são apenas crianças, mas a imaginação aflora. Somente quando acabar de ler todas as crônicas, irei assistir aos filmes.
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Rafa 21/01/2012

AS CRÔNICAS DE NÁRNIA - PRÍNCIPE CASPIAN (C.S. LEWIS)
Bom primeiramente devo afirmar que vi os filmes antes de ler os livros, o que me deixou ansioso demais. Nos filmes, há muita ação, fantasia, perigo e o enredo é sensacional. Não que o livro não tenha nos livros, mas em pouca quantidade. Príncipe Caspian é sem dúvida o melhor filme da série, mas me desapontei um pouco com o livro, e vou lhes explicar porque.
O autor demora muito para contar a história do personagem principal, (Caspian) são cerca de três ou quatro capítulos dedicados somente a isso, e em um livro de quinze, é um luxo que ele não poderia ter. Creio que tivesse sido melhor se ele tivesse escrito em um ou no máximo dois capítulos para esse ponto.
Outra coisa é o final. Não que não seja bom, mas é muito rápido. As coisas acontecem rápidas demais, e por vezes, fatos que teriam mais importância, quase nem são narrados como deveria ser.
Também não gostei do jeito que o autor descreve as coisas no livro. Nos anteriores era tudo mais fácil, mais apropriado para crianças, já nesse parece que começa a complicar histórias, e inventar alguns personagens que são desnecessários.
Com um apanhado geral, consta-se que Príncipe Caspian é um livro bom, mas com alguns erros que deveriam ser reparados e com algumas coisas a serem verificadas.
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Miguel 05/11/2013

Príncipe Caspian
Um livro que narra como Nárnia foi esquecido poros próprios animais e enfatiza que o mal reinou durante anos em Nárnia, até que no desenvolver da história Caspian X conta com a ajuda dos quatro tronos de Cair Paravél. Incrível!
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