O Menino do Dedo Verde

O Menino do Dedo Verde Maurice Druon




Resenhas - O Menino do Dedo Verde


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Anienne 21/11/2019

O menino do dedo verde
Uma linda e doce história, com muitas metáforas e reflexões, para todas as idades.
Só não gostei do final, meio clichê e não fez jus ao restante da história.
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Veronica 02/10/2019

Apaixonante
Não conhecia o livro e, depois de ler, acho que ele tinha que ser distribuído gratuitamente nos locais públicos, para que todas as pessoas conhecessem e se encantassem com a história de Tistu.
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Molina 22/09/2019

Uma leitura agradável
O engraçado é que até mesmo no início do livro, se nota uma comparação dele com o Pequeno Príncipe feita por críticos, porque ambos abordam sobre um mesmo sentimento; a inocência de uma criança. As ilustrações são bem divertidas, a narração simples e fluída e o protagonista incrivelmente decidido. Já reli várias vezes, e sempre derramarei lágrimas no final do livro. Foi algo que eu realmente não esperava, mas que de certa forma deixou o meu coração mais feliz. Apesar de ser uma leitura agradável e com um ótimo plot twist, não a coloco no mesmo patamar da obra de Saint-Exupéry. Isto porque não utilizou termos líricos (o que deixou o livro de Saint simplesmente soberbo), metáforas e possui soluções muito simples para os problemas do mundo. Sei que para uma criança, tudo é muito fácil. Porém, achei fantasioso demais. O pequeno príncipe teve que encarar a fria realidade em diversas partes da sua jornada para se reencontrar com a rosa, uma das coisas que realmente apreciei.
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Amanda.Guedes 20/09/2019

O Menino Do Dedo Verde
Um livro encantador, que conta a história do menino Tistu. O dedo verde de Tistu, funcionava quando ele colocava o dedo em qualquer lugar e onde ele carimbava o dedo brotava uma bela flor.
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Wilson.Roberto 23/08/2019

QUERO LER
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bennoda 11/08/2019

Aonde flor, floresça
O livro conquista qualquer um mas primeiras páginas, com personagens cativantes o menino do dedo verde é um clássico que deve ser lido por todos, tratando de assuntos sobre modelo de educação, se o sistema atual é o ideal etc.
Tistu é um menino diferente, que não consegue ficar horas numa cadeira ouvindo o professor, ele dorme e por durmiram e não poder se concentrar é expulso da escola, encontra em casa país compreensíveis que encontra uma solução ensinar Tistu com experiências do dia a dia e para a sua surpresa ele se sai melhor e descobre seu verdadeiro dom.
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Prof. Marcelo 15/07/2019

"O Menino do Dedo Verde" - Simplesmente filosófico
O Menino do Dedo Verde de Maurice Druon é sem dúvida uma das obras que recomendo para qualquer pessoa, criança, pré-adolescente, adulto jovem ou idoso. Cada pessoa absorverá, ao seu modo, valores que são indispensável para inúmeras reflexões inestimáveis para a existência humana. Por se tratar de um livro que pode ser lido rapidamente e em curto espaço de tempo; recomendo a leitura pausada; uma leitura que permita uma paciente reflexão sobre cada capítulo. Esta é uma obra filosófica a qual a coloco ao lado de obras como Cândido, ou Otimismo de Voltaire, ou Triste Fim de Policarpo Quaresma de Lima Barreto; ou seja, uma obra permeada de reflexões preciosas e dignas de serem amadurecidas. O garoto Tistu, seu tutor, o jardineiro Bigode, e o seu pônei Ginástico realmente me emocionaram. Recomendo a leitura e indico principalmente para professores trabalharem com seus estudantes.
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Daniel 09/07/2019

Vamos descer pelo corrimão?
Resenha no link abaixo!

site: https://blogliteraturaeeu.blogspot.com/2019/07/o-menino-do-dedo-verde-tistou-les.html


Daniel.Oliveira 14/06/2019

A criança mais fofa da literatura!O menino do Dedo Verde
Tistu,um garoto que não consegui se manter ocupado antes do inicio das aulas,descobre que tem poderes,seu "Dedo Verde" pode fazer crescer plantas onde ele toca.

site: http://Mandaaresenha.blogspot.com
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Thiago 04/06/2019

Trata-se de um livro voltado ao público infantil, cuja narrativa é permeada de simbolismos que podem ser estimulantes também aos adultos. Fiquei incomodado porque ao longo da história o garoto conseguia usar seu dom de uma forma diferente daquela que foi inicialmente apresentada (faltou preservar uma certa coerência dentro daquela lógica fantasiosa). O livro é curto e em sua maior parte se mostra mediano, mas os últimos capítulos são excelentes e o final emocionante e memorável o suficiente para deixar uma boa impressão final sobre a obra.
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Gabriela @gabiemletras 10/05/2019

Resenha "O Menino Do Dedo Verde"
Extremamente sensível, narrado a partir do olhar de um jovenzinho com um dom mais que especial, "O Menino do Dedo Verde" vai aquecer seu coração e te fazer desejar praticar o olhar de uma criança para todo o sempre. Com lições incríveis sobre empatia, esta leitura super fluída vai te conquistar por completo!
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Márcio 07/04/2019

Saudades da infância
Livro com sabor de saudade...acabei de me recordar dele, li em minha infância uma estória pungente e um apelo antibélico..um clássico que todos deviam ler. Embora seja voltado às crianças em razão ds inocência do livro.
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Deghety 22/03/2019

O menino do dedo verde
.
Segunda vez que leio esse livro, a primeira vez foi há mais de 30 anos.
Não tem como não associar essa obra com O Pequeno Príncipe e Meu Pé de Laranja Lima. Essa associação se dá à filosofia da inocência, por se tratarem de personagens infantis.
Esse livro possui críticas sociais e políticas feitas por meio de fantasia e romantização.
Tistu, o protagonista tem o dom de fazer brotarem plantas instantaneamente com o toque de seus polegares, e ele usa esse dom para dar vida e trazer alegria por onde ele encontra injustiças e tristezas. Essa flora semeada por Tistu simboliza o bem.

"- E para que serve isto de polegar verde?
- Ah! é uma qualidade maravilhosa - respondeu o jardineiro. - Um verdadeiro dom do céu! Você sabe: há sementes por toda parte. Não só no chão, mas nos telhados das casas, nas calçadas das ruas..."
Entendi esse trecho como a oportunidade de fazer o bem, que se encontra em todos lugares esperando nós fazemos nossa parte.
Devo destacar também o tratamento dispensado à Tistu por seus pais. Educação e disciplina litúrgicas, mostrando o quão isso é importante no desenvolvimento de um caráter idôneo e benevolente.
Tava me esquecendo do pônei Ginástico, que, por não ser humano e não estar influenciado pela sociedade, se conecta com as ideias românticas sobre o ser e o mundo de Tistu, a filosofia da inocência e da simplicidade.
O livro é realmente muito bom, leitura simples e agradável e que nos fornece bons pontos de reflexões.
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Anthony 03/12/2018

Leitura fácil e profunda
Li como uma tarefa da escola e amei. É simples, rápido, mas profundo. Suas críticas são enormes e muito atuais.
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Vanelise.Aloraldo 30/11/2018

Sobre uma criança que não compreendia por que o mundo às vezes é desumano...
Este livro infanto-juvenil de autoria de Maurice Druon é clássico que pode ser lido em todas as idades porque rico nas reflexões que transmite. Trata-se de uma leitura atemporal, entretanto, vive-se uma época de ascensão do autoritarismo, de despreocupação/irresponsabilidade com o meio ambiente, convívio social cada vez mais sustentado pela intolerância e ódio a quem pensa diferente, populações sendo exterminadas... Enfim, a desigualdade e a brutalidade/violência em detrimento da paz e equidade. Nesse texto escrito na década de 1950, o personagem Tistu nos faz lembrar o quanto precisamos resgatar nossa capacidade de nos sensibilizar e nos indignar com as injustiças do mundo. Também nos faz pensar o quanto a aprendizagem dos alunos precisa fazer sentido e prepará-los para a vida. É uma leitura simples, pode-se dizer poética e que oferece importantes lições.

Para finalizar, deixo aqui algumas citações:

"É bom notar que há ideias pré-fabricadas a respeito de qualquer coisa" (pág. 15).
"A preocupação é uma ideia triste que nos comprime a cabeça ao despertar e permanece ali o dia todo" (pág. 32).
"Os talentos ocultos, em geral, trazem aborrecimentos" (pág. 42).
"Se esta cadeia não fosse tão feia - disse Tistu - talvez eles tivessem menos vontade de fugir. [...]
- Você devia saber que um prisioneiro é um homem mau.
- E colocaram o prisioneiro aqui para curar sua maldade?
- Experimentam. Tentam ensinar-lhe a viver sem matar e roubar.
- Mas eles aprenderiam bem mais depressa se o lugar não fosse tão feio
[...]
Essa prisão é mesmo muito triste" (pág. 47).
"Ao lado da cidade limpa, de cimento e tijolos, varrida cada manhã, a favela era como se fosse uma outra cidade, repelente, que envergonhava a primeira. Nada de postes, calçadas, vitrinas e caminhões de limpeza urbana.
[...]
- Mas por que toda essa gente mora em casinhas de coelho? - perguntou de repente.
- Porque não possuem outra casa, é claro. Isso é uma pergunta idiota - respondeu o Sr. Trovões.
- E por que é que eles não têm outra casa?
- Porque não têm trabalho.
- E por que é que eles não têm trabalho?
- Porque não têm sorte.
- Então, quer dizer que eles não têm coisa alguma?
- Sim, e a miséria é isso.
[...]
De acordo com o seu discurso, a miséria devia ser uma horrível galinha negra, de olhos ferozes, bico adunco, de asas tão grandes quanto o mundo, chocando continuamente horrendos pintinhos. O Sr. Trovões os conhecia todos pelo nome: havia o pinto-roubo, que se apoderava das carteiras dos transeuntes e assaltava os bancos; o pinto-embriaguez, que tomava um aperitivo atrás do outro e acabava caído na sarjeta; o pinto-vício, sempre à espreita de qualquer coisa desonesta; o pinto-crime, sempre de revólver na mão; o pinto-revolução, sem dúvida o pior de todos" (pág. 64).
"Uma flor que cresce é uma verdadeira adivinhação, que recomeça cada manhã. Um dia ela entreabre um botão, num outro desfralda uma folha mais verde que uma rã, num outro desenrola uma pétala" (pág. 71).
"Aprendi - respondeu Tistu - que a medicina não pode quase nada contra um coração muito triste. Aprendi que para a gente sarar é preciso ter vontade de viver. Doutor, será que não existem pílulas de esperança?" (pág. 72).
"É que para cuidar direito dos homens é preciso amá-los bastante" (pág. 72).
"As pessoas grandes, como já disse, têm ideias preestabelecidas e nunca imaginam que possa existir outra coisa além daquilo que já sabem" (pág. 74).
"Numa guerra, todo mundo perde alguma coisa" (pág. 85).
"a coragem é sempre recompensada" (pág. 105).
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