Como Viver Eternamente

Como Viver Eternamente Sally Nicholls




Resenhas - Como Viver Eternamente


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Thaís @thanoslivros 09/06/2015

Literalmente EMOCIONANTE!!!
Q livro é esse??? As ultimas 10 páginas foram lidas secando muitas lágrimas.
Sam é um menino muito fofo. Tenta lidar com sua doença, Leucemia, da melhor maneira possível. O q mais me impressionou foi a maturidade q ele demonstrou por todo o desenrolar do livro.
Capa linda, livro lindo, história linda!! Amei!
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Kessy 04/06/2010

O livro tinha tudo para ser um drama daqueles, mas escritora consegue fazer desse livro, que tem um tema tão pesado e triste, principalmente por ser com uma criança, uma leitura agradável.
O tema é tratado de uma forma muito suave, apesar de ter horas que o coração aperta.
Gostei muito, correspondeu às minhas expectativas, já que não estava querendo nada que oprimisse a alma.
Consegue-se tirar lições desse livro maravilhosas principalmente para quem está bem saudável.


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Liachristo 22/07/2013

RESENHA - Como Viver Eternamente - Sally Nicholls - Geração Editorial
Sam é um menino de 11 anos de idade que tem leucemia, e apenas alguns meses de vida.
Quando um professor sugere que ele escreva um diário, ele decide dar um passo adiante e escrever um livro dando sua opinião sobre a sua situação. Seu livro é uma combinação de perguntas, listas, observações, fatos e mais ou menos parecido com uma revista. A lista mais importante em seu livro é com as coisas que ele gostaria de realizar em sua vida. Fazer coisas de adolescentes, como fumar, beber e ter uma namorada. Ele fica surpreso quando seu amigo Felix o ajuda a perceber que sua lista pode ser muito mais do que uma "lista de desejos" - ele realmente pode fazer essas coisas, de uma forma ou de outra ...

Sam tem uma lista de desejos com oito tópicos:

1- Quer ser um cientista famoso. Descobrir coisas e escrever livros sobre suas descobertas.
2- Bater um recorde mundial. Não um recorde de algum esporte. Um recorde bobo.
3- Assistir filmes de terror que ninguém permite.
4- Subir a escada rolante de descer ou descer a escada rolante de subir.
5- Ver um fantasma.
6- Ser um adolescente. Fazer coisas que adolescentes fazem, como beber, fumar ou ter namoradas.
7- Passear em um dirigível.
8- Subir em uma nave espacial e ver a Terra do espaço.

Esta não é sua única lista. Sam cria também listas de como viver eternamente, listas sobre sua aparência, coisas favoritas, o que fazer quando alguém morre, fatos fantásticos sobre dirigíveis, para onde vamos após a morte, coisas que quer que aconteça após sua morte, dentre outras listas e questões que os adultos não sabem ou não querem responder.

Um livro comovente, que oferece um olhar diferente sobre esta doença, um olhar do ponto de vista de uma criança curiosa, sem exceder na tristeza da situação em que ele vive. Sam tem uma mente notável e ele se concentra em realizar os itens de suas listas.
Basta dizer, que ele faz um excelente progresso através de suas listas, de formas criativas e adequadas à idade. Sam é um fã de fatos e oferece muitos outros fatos interessantes sobre diversos assuntos, incluindo sua doença, caixões, etc...

Ao longo da história, o livro dá ênfase as pequenas belezas da vida - os pequenos detalhes que são frequentemente negligenciados por todos nós.
Os pais e a irmã de Sam tentam lidar com esta difícil situação de maneiras muito diferentes, oferecendo ao leitor uma boa lição sobre o fato de que não há uma única maneira de se lamentar. Existem muitas oportunidades para pensar e discutirmos em nossas famílias, a maneira como Sam aborda o assunto. Sobre as perguntas que ele faz e que ninguém nunca responde. Perguntas sobre o porque as crianças ficam doentes, onde nós vamos depois de morrer, qual é a sensação de morrer, e muito mais. O final é o esperado, mas é tratado de uma forma criativa - o que se faz necessário, uma vez que o livro é contado a partir do ponto de vista de Sam.

A autora é hábil em fornecer pistas sobre a turbulência da família de Sam. Como eles oscilam entre a negação e a aceitação, e mesmo que a situação de Sam seja o fator principal do livro, ela nos oferece uma visão de sua família e nos desperta simpatia, pela maneira como eles conseguem lidar com a doença de um ente amado.

Sally Nicholls, sabe equilibrar muito bem as passagens de desespero com momentos inspiradores de bravura, e a narrativa sentimental de Sam é sempre honesta e nunca se torna enjoativa.

Eu gostei da capa. A diagramação, a fonte escolhida, a cor das páginas, ficaram perfeitos e nos facilitam a leitura.

Devo reconhecer, que se não fosse por ter recebido este livro, através da parceria, talves nunca o tivesse lido. Pois, não curto muito este tipo de literatura denominada ‘Sick-lit". Não por preconceito e sim por ser uma manteiga derretida mesmo, e geralmente ter o hábito de entrar na história, vivenciar todos os acontecimentos e todas as alegrias e tristezas dos personagens. Sendo assim livros com esta narrativa, costumam ser evitados por mim...

Mas, recomendo por ser uma historia bem escrita e muito bem desenvolvida pela autora.
E principalmente por Sam, um personagem muito fofo e comovente.
Eu tive a coragem de experimentar a leitura e não me arrependo, pois o livro nos traz grandes ensinamentos e também uma história linda de se ler. Experimente você também.
Bjus

site: http://www.docesletras.com.br
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Lenivaldo Silva 18/02/2013

A história das Estrelas
“Você sabe de onde viemos? Fato: viemos das estrelas.

Quando as estrelas velhas morrem, elas explodem em um estouro gigante, que forma uma nebulosa. Nebulosas são nuvens de gás e poeira. É daí que as estrelas-bebês crescem. Todo o gás e a poeira se comprimem, a gravidade suga-os e eles se transformam em estrelas. As partículas que não se transformam em estrelas ficam flutuando no espaço como planetas, luas ou cometas, e se as condições forem perfeitas, plantas e outros serem começam a crescer e as pessoas nascem. Isso significa que somos todos feitos de partículas de uma estrela velha. Mas é um ciclo. Porque depois de milhões de anos a estrela nova fica velha e cansada também; então ela explode e outras estrelas-bebês nascem. Se a estrela velha não morresse, você nunca teria as estrelas novas.

E aqui vai outro fato: carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio são elementos necessários para formar a vida. E se observar os cometas, vai ver que eles têm a mesma proporção desses elementos que temos dentro de nós.”

Esse é um trecho do livro Como Viver Eternamente, de Sally Nicholls.

Sempre achei fantástico olhar a capa de um livro e ver nele referências e indicações de autores que diziam tê-lo lido em um único dia, uma noite, madrugada, algo assim… E me imaginava fazendo isso, mas o meu déficit de atenção natural nunca permitiu. Até ontem!

Como Viver Eternamente é mais um livro infanto-juvenil que chamou a atenção, não só pela forma como o texto é conduzido (em primeira pessoa), mas por tratar de um assunto que me desperta interesse: o dia a dia de pacientes com câncer terminal. Não que eu seja fã de histórias de dor e sofrimento que deixam o leitor com o coração apertado. Como bem disse o editor, o livro fala muito mais da vida do que da morte. E nisso tenho que concordar. Ah, também não sou uma pessoa que só lê infanto-juvenil. Leio muito sobre marketing.

Sam é um garoto de 11 anos que há algum tempo luta contra a leucemia. Incentivado pela professora, o menino resolve escrever um livro sobre sua história, seus dias e seu amigo Felix. Os diálogos são muito bem humorados e a leitura de tão agradável, flui de tal modo que o leitor não vê o tempo passar. No decorrer das páginas vamos conhecendo as principais pessoas que se relacionam com Sam, bem como alguns dos sintomas mais comuns da doença.

Outro fator que julguei muito relevante é o fato do livro ser também bastante informativo. Não apenas sobre as características desse câncer (que tem possibilidade de cura em cerca de oitenta e cinco por cento dos casos), mas também sobre curiosidades que vão desde a forma como diferentes culturas cuidam dos seus mortos a estudos científicos acerca do peso da nossa alma.

Não é spoiler dizer que o garoto é um dos quinze por cento que não teve a sorte da cura. Ele próprio deixa bem claro já nas primeiras páginas. Mas a história não é, nem de longe, triste. Pelo contrário. Reconfortante.
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Coisas de Mineira 15/02/2018

Preparem os lencinhos pois a resenha de hoje é de um dos livros mais emocionantes e marcantes da história, cheio de lições de vida e coragem que somente uma criança é capaz de mostrar. Mas não se engane as lágrimas não serão somente pelas tristezas e sim pela força e bravura de um personagem único.

Sam, é um garotinho de onze anos, leucêmico pela terceira vez e debilitado pelos tratamentos agressivos que enfrenta na tentativa da cura do câncer. Enquanto faz o tratamento ele tenta viver tudo que uma criança de sua idade deseja da melhor forma possível devido as limitações que a doença impõe, afinal seu corpo está debilitado, mas isso não afetou sua imaginação fértil ou sua curiosidade pelos "Livro dos Recordes".

Para que ele possa viver o mais normal possível sua mãe contratou uma professora particular para dar aulas a ele e a seu melhor amigo Felix, que também enfrenta um tipo diferente de câncer e não tem como frequentar a escola. Em uma dessas aulas a professora do Sam o desafia a escrever um livro sobre o que quiser e depois de muito analisar ele acaba escrevendo sobre si mesmo.

E é neste momento que história começa, contada em primeira pessoa, a autora vai relatando os dias bons e ruins que Sam enfrenta ao longo da história e como ele lida com as notícias boas e ruins que recebe dos médicos em relação ao progresso de sua doença.

Para mim essas as partes foram as mais difíceis do livro, pois mesmo quando o médico relatava algo bom, sempre tinha algo mais para deixar o leitor na expectativa da resposta da cura e fui percebendo no decorrer do livro que mesmo que desejemos que algo mágico aconteça nem sempre temos finais felizes.

E é assim que você vai lendo esse texto escrito pela Sally Nicholls em primeira pessoa na visão de um dos personagens mais marcante, inteligente e amável que eu já conheci e descobre por que essa autora conseguiu o destaque que tem com este livro, pois ela foi capaz de criar diálogos em que o leitor consegue se identificar com uma criança de onze anos, além da forma como ela aborda a doença na família do Sam com um diferencial de qualquer outro livro eu tenha lido com o mesmo tema, porque a dor e o sofrimento estão lá, mas também há a serenidade dos acontecimentos, a alegria dos sonhos realizados e a certeza que o nosso protagonista viveu um dia de cada vez.

Eu chorei bastante no decorrer da leitura, não por que o sofrimento do Sam era demais mas sim por todos os pontos felizes que ele teve, pelo amor que seus pais tentavam mostrar a ele, pela dificuldade de sua mãe em lidar com uma notícia que nenhuma mãe merece receber, pela difícil decisão de quando se deve ou não continuar o tratamento, pelo pai que prefere não falar sobre a doença e fingir que ela não existe, mas que dá o melhor para seu filho, pelos momentos divertidíssimos que o Felix cria para que o Sam consiga realizar seus desejos e fingir que tem seu nome no Guinness Book. Esses foram os momentos que me fizeram cair em prantos ao pensar em como aquilo tudo era injusto e quanto o Sam era forte e corajoso.

Eu queria mais momentos com ele, saber o que aconteceu com a sua família depois da última página, mas como tudo foi escrito na visão do Sam e como ele mesmo disse na primeira página “se você está lendo este livro é por que eu já morri” é muito difícil a autora escrever algo na visão de um outro personagem da.

Quotes

"Este é o meu livro, iniciado em 7 de janeiro e terminado em 12 de abril. É
uma coletânea de listas, histórias, fotos, perguntas e fatos. É também a minha história."

"Não me lembro por quanto tempo nós choramos juntos. Mas me lembro de que,
quando paramos, ela me deu um lencinho de papel, e eu enxuguei minhas lágrimas, e ela secou os olhos. Senti o quanto ela queria fazer tudo voltar ao normal, mas não tinha como."

Por: Leh Pimenta
Site: http://www.coisasdemineira.com/2015/05/livro-como-viver-eternamente-sally.html
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Tay 02/04/2013

Como Viver Eternamente, quando se lê o título parece livro de auto-ajuda, quando se vê a capa pensa que será mais um livro infantil e bobo, Quando se lê a sinopse e começa a leitura sabe que será um livro encantador.
Depois de duas amigas me recomendarem esse livro decidi ler. No livro somos apresentados a Sam Oliver McQueen, ou apenas Sam, um garoto de 11 anos que tem Leucemia Linfoblástica Aguda. Eu achei a capa bem fofa,toda delicada e a escrita da Sally bem fácil (já que é escrita como se fosse Sam), nele somos apresentados a um garoto cheio de desejos e questionamentos, sendo a maioria envolvendo a morte.
Sam tem um melhor amigo chamado Felix que tem a doença em estado avançado. Então Sam faz uma lista de desejos que quer realizar e seu amigo o ajuda.
Eu achei o livro uma leitura bem fácil e rápida. Consegui terminar no mesmo dia, ele tem uma sensibilidade enorme e o bom é que trata da morte de uma forma leve mais com todos os questionamentos que ela produz. Achei o Sam bem inteligente pra pouca idade,sem contar que no livro tem várias curiosidades sobre estrelas, dirigíveis e outras coisas.
No livro encontramos o questionamento que muitas pessoas já fizeram,porque Deus admite que crianças tenham doenças graves ou morram? Porque ele não intercede?
Indico pra todos que gostem de livros que tirem risos e lágrimas e que nos façam pensar nele até depois do término da leitura.
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Helana O'hara 30/04/2014

Sam e seu Bom Humor!
Como Viver Eternamente é um livro lindo de se ver. A capa azul com o desenho de um menino em uma árvore e a frase “cada minuto conta”, já deixa o leitor com uma boa expectativa.
A história possuí 226 páginas. Ele não é divido em capítulos e sim em datas da vida de Sam. A diagramação dele é de uma delicadeza só, faz o leitor mergulha na vida de Sam e na alegria de viver do menino.

Sam é um garoto de 11 anos que tem leucemia em fase terminal. Ele sabe que vai morrer, ele sabe que não viverá por muito tempo, é a terceira vez que a doença aparece e será a última. Sam é um menino super humorado e junto com sue amigo Felix de 13 anos, ele também está doente e também sabe que vai morrer, têm aulas particulares e em uma delas os dois garotos recebem o desafio de escrever uma espécie de livro. No começo Sam e Felix escrevem juntos, dividem pensamentos.
Os meninos tentam viver da melhor for possível, tentam fazer seus dias os mais legais e os mais divertidos, levando tudo no bom humor de um jeito simples.
Sam questiona muito sobre a morte, se morrer doí, como é morrer, o que acontece depois da morte e ele tenta explicar do jeito dele como pode ser as coisas e no meio dessa realidade dura que vive, o menino quer realizar suas vontades de criança, quer sair, quer andar de trenó na neve, quer ser normal de alguma forma.

Como Viver Eternamente me conquistou. Quando ele chegou na semana passada, meio que deixei de lado, não gosto de ler livros que tratam de câncer, me incomoda demais, não curto ler livros que me deixam angustiada depois.

Mas me surpreendi muito. Me deparei com um livro totalmente positivo.
Sally Nicholls tem uma escrita leve, gostosa, escreveu a história de Sam de uma forma maravilhosa, com humor leve e delicado.

Sam é um garoto com alto astral enorme, ri muito com algumas situações dele e de Felix, já que seu amigo tem um humor bem ácido.
Uma coisa que me chamou atenção a história toda foi como autora deu atenção a família de Sam, foram muito mais que essenciais o livro todo e deram a leveza que o livro precisa.

Se você esperou por um livro sofredor, assim como eu, pode mudar sua opinião. Como Viver Eternamente é fofo, inteligente, delicado. Lindo, muito lindo.
Ah e sabe aquele pacotinho de lenço que veio junto? Nem usei ♥
Leiam, tenho certeza que vão amar.

O primeiro romance de Nicholls, Ways to Live Forever (Como Viver Eternamente na tradução brasileira) foi escrito durante seu período em Bath Spa. A história é sobre um garoto de onze anos chamado Sam que sofre de leucemia e está à beira da morte, e o que escreve é uma espécie de livro de memórias do garoto.
O livro foi originalmente publicado pela Marion Lloyd Books, parte da Scholastic Press, uma das maiores editoras do Reino Unido e do mundo, em janeiro de 2008. No Brasil, a tradução veio ao público pela Geração Editorial.
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Marcelo 13/11/2010

Não curto livros de auto ajuda,mas esse com certeza,foi um caso a parte.
Conta a história de um garoto de 11 anos,chamado Sam,que sofre de leucêmia linfoblástica.
Apesar de sua idade,já sabe de sua condição e entende sobra a morte,mas,apresenta uma vontade de viver e aprender os misterios da vida,magnifica.
Te envolve,te emociona,faz vocÊ querer sair por aí descobrindo as coisas.
Eu não sou muito de me emocionar a ponto de chorar,mas dana-se.Confesso que chorei de verdade no final.

RECOMENDO!
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Jefferson 14/02/2018

Já de cara percebe-se que é uma história triste. É uma leitura rápida e agradável, pois o personagem principal é carismático e seu melhor amigo que o acompanha durante toda a história é inteligente e bem sarcástico. Mas por outro lado, em muitas passagens os diálogos não me convenceu de que se tratava de duas crianças. Fica óbvio que um adulto está escrevendo. A graça de personagens infantis ou de gêneros diferentes do autor, é esquecermos que tem uma pessoa "x" por trás desses personagens e imergimos as cegas na estória. concluindo, é um bom livro e seu ponto forte é nos colocar no lugar dos (principalmente dos pais) dos personagens. É uma boa pedida para uma noite calma e muito feliz, porque ler esse livro num estado emocional ruim, não vai ajudar em nada.
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Karina 17/08/2014

Resenha: Como Viver Eternamente
Autor: Sally Nicholls
Editora: Geração Editorial
Páginas: 230

A história de Sam, 11 anos, que sofre de leucemia, não promete, a meu ver, a intensidade de um drama sobre o sofrimento de se ter câncer; claro que, ao longo da narrativa, a vida de Sam e o que ele sofre com a doença acabam ficando claro, mas não senti que fazer um grande drama era o objetivo, e sim mostrar um garoto que age naturalmente e que nos toca ao falar da vida com tanto gosto e tantos sonhos, mesmo sabendo que teria, com sorte, apenas mais um ano de vida.

Sam tem como seu melhor amigo Félix, a quem conheceu no hospital em uma das vezes em que ficou doente, e ele também tem uma grave doença. Sam, que observa nas pessoas o que elas têm de melhor, vê em Félix um garoto com múltiplas qualidades e por quem desenvolve muita admiração. Os dois começam a ter aulas juntos em casa e um dia a professora sugere que eles escrevam. Eles então começam a escrever um livro juntos, e é neste livro que estão todas as experiências, as metas e as inquietações desses dois amigos cujo objetivo é cumprir tudo o que escrevem e responder a tudo que querem saber a respeito.


Sally Nicholls soube fazer dos pequenos acontecimentos na vida de Sam e da forma com que procede na narrativa – simples, como realmente um garoto escreveria – o motivo de a leitura ser tão emocionante. Entre explosões vulcânicas, filmes de terror e outros desejos, a leitura chega a ser divertida mesmo tratando-se de dois sobreviventes do câncer.

Sam sempre questionou a morte, o porquê de Deus fazer com que as crianças adoecessem. Segundo ele, são perguntas que os adultos nunca têm coragem para responder ou também não sabem a resposta, mas ele está disposto a descobrir e preencher seu livro com essas respostas que tanto o inquietam.

No meio do romance é possível também ver que a autora traz todo o contexto da família que sofre por não poder fazer muito mais pelo filho, a irmã mais nova enciumada por ter um irmão que fica em casa e ela ter que ir à escola, a mãe que tenta fazer tudo ficar bem e o pai que vive em um estado de negação. Ou seja, da realidade de uma família que tem um filho em estado terminal e sem muito tempo para aproveitar da companhia dele.

A beleza do livro está na mensagem, na lição que esse protagonista de apenas 11 anos nos traz sobre o sentido da vida, de ter sonhos mesmo que alguém afirme que você não terá como realizá-los, de continuar tentando, de amar incondicionalmente um amigo, de viver cada momento, de lidar com o luto e ainda acreditar que existe alguma coisa boa que nos espera após a morte. É nesse otimismo e veracidade das palavras de Sam que reside a grandeza do livro. Uma maneira inusitada de fazer o leitor se emocionar, pois o livro não é apelativo. Sam trata sua doença com naturalidade e faz o finito se transformar em infinito na sua jornada. Uma leitura memorável!


site: http://livrofagia.blogspot.com.br/2014/08/resenha-como-viver-eternamente-autor.html
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Raquel 20/02/2016

Uma leitura emocionante
Este livro pode parecer leve numa primeira impressão, mas ele é muito delicado. Em forma de diário Sam nos narra os seus dias, até a sua morte.
Sam McQueem é um garoto de apenas onze anos, ele foi diagnosticado com leucemia e luta com o câncer com as séries de remédios que lhe dão. Ele tem aulas em casa, o que sua irmã Bella acha uma injustiça já que ela tem que ir a escola. Felix, seu amigo que também tem câncer divide as aulas da Sra. Willis com ele. Apesar de Felix ter uma personalidade diferente da de Sam, eles se dão muito bem e tem uma amizade sólida.
De início o livro já te choca com a apresentação de quem é Sam, mas logo em seguida conhecemos um garoto apaixonado pela vida, que se dedica aos estudos mesmo tendo uma influência ruim de seu amigo e que tem sonhos que aparentemente são impossíveis, e quer descobrir algumas histórias e ama ciência.
O livro é narrado por ele e assim não temos uma visão tão detalhadas dos outros personagens. Mas Sam fala de sua mãe, uma mulher que largou seu trabalho para cuidar do filho em tempo integral; o seu pai que não gosta de falar sobre a doença do garoto; e Bella que é mais nova que ele e é sempre curiosa fazendo perguntas o tempo todo, mas ele também tem perguntas aquelas perguntas que ninguém sabe realmente a resposta.
Achei que fosse chorar ao ler o livro, devido à doença de Sam, já que com filmes que falam do assunto sempre cai uma lágrima, quase cheguei a isso, mas não. O livro é delicado, e ao mesmo tempo engraçado, Bella e Felix sempre soltavam algumas falas que era impossível não rir; Sam tem uma energia tão doce que queria saber o que mais ele iria escrever em seu livro, a narrativa é contagiante, mas ela também é lacônica e apesar disso é uma leitura colossal, acho que nunca vou esquecer o Sam e nem o Felix.
Para um garoto que estava na situação de Felix era muito estranho de ver um adolescente que quebrava regras, um adolescente como outro qualquer que gosta de rock e de aproveitar a própria adolescência, e não um garoto triste e cabisbaixo. Assim também era Sam, porém um pouco mais quieto.
O trabalho da editora está ótimo, eu adorei essa capa e o sol quase imperceptível no canto superior, sem falar na contra capa que difere dos outros livros mostrando as pernas de um garoto acima de uma árvore, não pude deixar de imaginar que é Sam. Sem falar nas imagens do livro que foram feitas por alguns dos "personagens" e pelo narrador, e as listas feitas por Sam que pareceram bem fiéis a narração. A fonte não é convencional, mas não me incomodou a ler a noite (em uma noite).
Uma leitura leve e densa ao mesmo tempo. Leia, se encante e, por que não, chore e se emocione.
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LPHanna182 27/12/2015

"Algumas coisas são perfeitas do início ao fim."
Um livro pequeno, porém bastante proveitoso. Li em menos de 24h. A história nos passa a mensagem que devemos aproveitar a vida e as pequenas coisas enquanto podemos. Viver eternamente como se não houvesse amanhã, dar valor ao que se têm. Enfim, bom livro, bons personagens, história envolvente, boa autora, ou seja, super estimado. Recomendo!
Diana Lagasse 18/06/2018minha estante
É um ótimo livro. Li há muitos anos atrás na biblioteca da escola. Simplesmente perfeito.


Diana Lagasse 18/06/2018minha estante
É um ótimo livro. Li há uns anos atrás na biblioteca da escola. Simplesmente perfeito. Amei a leitura.




Escritora por um Acaso 25/02/2016

Como Viver Eternamente
Primeiramente, este foi um livro extremamente tocante e forte para mim. A simplicidade de uma criança de 11 anos pode ser claramente percebida neste livro. A autora conseguiu dividir perfeitamente a pureza e a agressividade de uma doença tão fatal, presentes no livro todo.

Sam é um garoto de 11 anos, colecionador de histórias e fatos fantásticos, apaixonado por dirigíveis, com um pequeno problema. Sam tem leucemia. Não tem muito tempo, mas muito o que fazer. Sam tem uma lista de coisas que quer fazer antes de morrer e nela entram coisas um pouco diferentes, como ocupar um lugar no livro dos recordes, andar de dirigível e muitas outras coisas.

No decorrer da história conhecemos Felix. Felix também tem câncer. Os dois meninos se conheceram no hospital e viraram melhores amigos.

Sam decide escrever um livro depois de um dia de aula, no qual sua professora dá a ideia e ele leva a sério. Em seu livro, ele coloca fatos, listas feitas por ele mesmo, e também a sua história.

"– O final do livro é de enorme impacto emocional – elogia o editor Emediato. – Ninguém quer morrer, mas já que temos que morrer, então que seja daquele jeito."

O livro termina com um testamento feito por Sam, uma lista de coisas para serem feitas quando ele morrer. É um livro simplesmente incrível. Recomendo.

site: http://escritoraporumacaso.blogspot.com.br/2015/07/resenha-como-viver-eternamente.html
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Águida 06/09/2015

Se eu precisasse escolher um livro para ler para o resto da minha vida seria este. Nunca um livro me tocou tanto, nem me sentir tão imersa na história (até subir a escada rolante que desce que já fiz inspirada neste livro). Sally Nicholls escreve de uma maneira maravilhosa fazendo o leitor sentir o mesmo que o Sam (personagem principal da trama) e sofrer com o final esperado e não inesperado ao mesmo tempo. Recomendo a todas as pessoas que lessem este maravilhoso livro pelo menos uma vez na vida, tenho certeza que elas jamais se esqueceram da história do Sam.
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