Como Viver Eternamente

Como Viver Eternamente Sally Nicholls




Resenhas - Como Viver Eternamente


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HelielmaK' 18/10/2012

O vergonha
alguem com cansei, vive uma vida super animada, e eu aq enfiada no computador .
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Jhenna 14/01/2016

“Meu nome é Sam, tenho onze anos, coleciono histórias e fatos fantásticos, tenho leucemia, quando você estiver lendo isso provavelmente já estarei morto.”


Como viver eternamente é um livro simples e incrível, tem uma leitura leve que te cativa, conhecer Sam e acompanhá-lo ao decorrer do livro é uma experiência pela qual você precisa passar, vai por mim.

Eu já havia lido este livro a algum tempo atrás e recentemente acabei relendo, pela saudade que dá da simplicidade e leveza de Sam.

Sam tem 11 anos e tem leucemia, ele sabe que tem pouco tempo de vida, pois todos os tratamentos até então não funcionaram mais do que prolongar um pouco sua vida. Logo no começo do livro, Sam é incentivado a escrever um livro, o qual ele resolveu escrever em forma de diário, onde ele coloca suas tantas perguntas que ninguém sabe responder e então procura respondê-las e também coloca lá tudo o que ele queria fazer antes de morrer, seus sonhos.

Junto com ele, nessa missão de responder as perguntas de seu livro e realizar seus sonhos, está Felix seu melhor amigo que também sofre de câncer. Felix incentiva Sam a realizar todos os sonhos da sua lista, nada parece ser impossível, os dois nos mostram uma grande lição no decorrer do livro. Como a vida pode ser simples e prazerosa, mesmo estando doente e restando só um pouquinho dela.

Resumindo, sem enrolação e direto ao ponto (eu não gosto muito de resenhas enoooooormes e acredito que a maioria também não kkkk') o livro é lindo, uma história comovente e que nos inspira, vale a pena se jogar nessa leitura.

site: http://abobrinhacomchocolate.blogspot.com.br/2016/01/como-viver-eternamente-resenha.html
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Greice 29/05/2014

como viver eternamemte
o livro fala de um menino chamado sam ele tem 7 anos e ele tem leucemia quando ele esta enternado ele conhece um menino e esse menino começa a fazer parte de sua vida e a professora Will ajuda-os pois ela vai na casa de para ajuda-lo a estudar.Logo logo eles começam a escrever um livro coisas que toda pessoa deve fazer antes de morrer e ele passa dias noites tardes só escrevendo esse livro quando seu amigo desaparece de sua casa ele fica preocupado sua mae liga para casa dele e ela descobre que seu amigo havia morrido ele ficou muito triste ele não tinha vontade de fazer nada ele fica muito mal muito mal mesmo ele fica enternado novamente e nem tudo o que ele avia dito no livro dele ele tinha realizado mais uma coisa ele conseguiu andar de treno na neve passa uns dias e ele morre.Esse livro é muito interessante pois fala de uma realidade tudo o que ele queria fazer ele não conseguia pois estava muito fraco então não devemos reclamar da vida tem gente que em poblemas maiores do que o nosso a e a gente só fica reclamando da vida que temos.
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May 19/07/2013

Mais uma lição de vida
Sam é apenas mais um garoto de 11 anos, com alguns sonhos e vontades, que vão de bater um record a beijar uma garota ou, quem sabe, ver o planeta lá do espaço. Tem uma irmã mais nova e um melhor amigo. A sua história é comum, exceto pelo fato de que foi diagnosticado com leucemia.

Sally Nicholls nos faz imergir num universo diferente, numa amizade entre dois garotos no auge de sua pré-adolescência. E, apesar de todo o contexto pesado, os assuntos são tratados com uma leveza admirável e, ao mesmo tempo, somos levados a refletir sobre questões da vida, da existência, da importância que damos às coisas. É o tipo de leitura que te torna diferente, te torna mais humano... e te faz, no mínimo, sentir seus olhos lacrimejarem no fim (e o interessante é que terminei a última página com os olhos lacrimejando e um sorriso divertido no rosto, por causa do Sam).

Enfim, "Como Viver Eternamente" é, acima de um livro, de uma história, uma experiência de vida a qual todos deveriam se submeter.
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Hester 20/05/2017

É um livro triste pois trata-se de crianças doentes, mas é ao mesmo tempo doce e otimista.
O Sam é muito sapeca, doce e otimista. Encara os problemas de frente na tenra idade. Muito bom!!!!!!!!!!!!
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AB 23/12/2017

“Meu nome é Sam, tenho onze anos, coleciono histórias e fatos fantásticos, tenho
leucemia, quando você estiver lendo isso provavelmente já estarei morto.”

Como viver eternamente é um livro simples e incrível, tem uma leitura leve que te cativa, conhecer Sam e acompanhá-lo ao decorrer do livro é uma experiência pela qual você precisa passar, vai por mim.

Eu já havia lido este livro a algum tempo atrás e recentemente acabei relendo, pela saudade que dá da simplicidade e leveza de Sam.

Sam tem 11 anos e tem leucemia, ele sabe que tem pouco tempo de vida, pois todos os tratamentos até então não funcionaram mais do que prolongar um pouco sua vida. Logo no começo do livro, Sam é incentivado a escrever um livro, o qual ele resolveu escrever em forma de diário, onde ele coloca suas tantas perguntas que ninguém sabe responder e então procura respondê-las e também coloca lá tudo o que ele queria fazer antes de morrer, seus sonhos.

Junto com ele, nessa missão de responder as perguntas de seu livro e realizar seus sonhos, está Felix seu melhor amigo que também sofre de câncer. Felix incentiva Sam a realizar todos os sonhos da sua lista, nada parece ser impossível, os dois nos mostram uma grande lição no decorrer do livro. Como a vida pode ser simples e prazerosa, mesmo estando doente e restando só um pouquinho dela.

Resumindo, sem enrolação e direto ao ponto (eu não gosto muito de resenhas enoooooormes e acredito que a maioria também não kkkk') o livro é lindo, uma história comovente e que nos inspira, vale a pena se jogar nessa leitura.

site: http://www.abobrinhacomchocolate.com.br/2016/01/como-viver-eternamente-resenha.html
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Renata 02/12/2017

Como Viver Eternamente - Sally Nicholls
Sam é um garoto de onze anos quase como qualquer outro – curioso e cheio de perguntas a serem respondidas. A única diferença é que ele foi diagnosticado com leucemia e por isso precisa de um acompanhamento médico, o que o impede de ir para a escola com os outros garotos, mas ao mesmo tempo, não o impede de viver.

Em uma atividade passada por sua professora particular, Sam começa uma espécie de diário pessoal, onde rascunha um pouco sobre a sua vida como um garoto de onze anos, sua experiência com a sua doença e todas as perguntas que ele gostaria que fossem respondidas. É ao longo dessa narrativa que vamos conhecendo um pouco mais sobre este personagem e podemos descobrir se é realmente possível viver eternamente.


A narrativa do livro é toda feita em primeira pessoa, do ponto de vista de Sam. Acompanhamos desde antes do inicio das anotações, até quando as mesmas terminam. O que mais me encantou nessa narrativa, foi a forma simples e delicada que a autora escreveu contar os fatos na visão de um garoto de onze anos. Do meu ponto de vista, não há o que criticar, porque é exatamente essa narrativa que faz este livro ser absolutamente encantador.

O enredo é o mais simples que vocês podem imaginar, mas é uma simplicidade que comove. Meu primeiro contato com esse livro foi através de outras resenhas, eu não sabia o que esperar desse sick-lit depois de já ter lido tantos parecidos, mas Sally Nicholls encontrou a sua própria forma de ganhar meu coração e me fazer chorar durante toda a leitura.


Ao contrário do que todo mundo pensa, este não é um daqueles sick-lits como A Culpa é das Estrelas. Não estamos falando de um romance, mas sim de um garoto de onze anos, pequeno para a sua idade, de cabelos castanhos que estão crescendo aos poucos que resolve contar, por si só, um pouco da sua vida. Se isso inclui a experiência com a leucemia? Com certeza, mas a beleza dessa história vai muito mais além de tratamentos médicos e hospitais.

Sam é de uma inocência que te emociona do primeiro capítulo ao último. Eu me conectei de tal forma com o personagem que conseguia visualizar com perfeição cada uma das cenas, como se fizesse parte dela. A sua simplicidade em ver as coisas que estavam a sua volta fazia o meu coração doer, e sinceramente? Esse livro foi uma das minhas leituras mais difíceis.

Por mais que o livro fosse narrado do ponto de vista do Sam, a sua narrativa era muito sincera, então eu conseguia visualizar com muita clareza os personagens secundários da história, principalmente a relação que os seus pais tinham com a doença dele. Não era uma situação fácil, e cada um deles tentava lidar da melhor maneira possível, o que me fez entender que cada pessoa tem a sua própria forma de lidar com a dor.

A amizade dele com Félix foi o que mais me tocou durante todo o livro. E eu confesso que é muito difícil escrever essa resenha sem ter vontade de chorar e sem dar nenhum spoiler da história. Mas, na simplicidade e limitações da amizade deles, acho que ambos encontram uma forma própria de passar pela doença sem se sentir realmente doentes. Pra mim isso foi ápice de lindeza dessa história.

Como Viver Eternamente foi a minha primeira experiência de leitura com a Sally Nicholls e eu não tenho palavras para descrever o quão maravilhada eu estou com a escrita dessa autora. Com a sua narrativa simples e com o seu enredo encantador, ela deu vida a um personagem que nos ensina muito mais do que só a vida de um garoto de onze anos, mas também nos mostra a apreciar nossos sonhos e a nossa vida.

Sei que muitos já estão saturados de sick-lit, mas se você ainda não colocou Como Viver Eternamente na estante, acho que deveria realmente dar mais uma chance a esse gênero literário e ler este livro em particular. É uma leitura que vai surpreender a todo
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hanny.saraiva 18/12/2018

Muito melhor que A culpa é das estrelas
Com uma escrita leve, esse livro que fala sobre um menino com leucemia (em fase terminal) é de uma leveza e uma fofura que deixa o olho marejado.
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julia 30/07/2016

Melhor livro!
Um livro para ler em um dia. Te faz rir, chorar, e pensar sobre a vida. Amei ♥♥
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Ediléia 11/01/2012

Incrivel
Uma historia incrível a luta de um menino contra a doença que já não tem mais cura para ele, mesmo com as dificuldades devido a doença ele aproveita cada momento de sua vida realizando suas vontades e sonhos com muita felicidade e insistência. E nos mostra também a realidade do mundo diferente que é uma ala infantil de um hospital que trata de varias crianças com câncer.
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David 21/07/2015

Está é uma história singela, triste e muito amável, com aqueles personagens pequenos e indefesos que faz de qualquer leitor, por mais durão que pareça ou queira ser, se desmanchar em lágrimas ou necessitar de um abraço.

Sally Nicholls apresenta ao leitor a encantadora e curta história de Sam, um garoto de apenas onze anos que desde os oito sofre com a trágica fatalidade de lidar com seu câncer. Desde pequeno, Sam aprendeu que o mundo é, por vezes, injusto com nós e seu destino, mais do que o de ninguém, parece estar traçado. Sua família sofre... Seus amigos sofrem... Ele sofre. E tudo o que sempre quis foi ser um garoto comum, tendo uma vida comum. Mas para prova que certas pessoas são especiais e nasceram para iluminar, conhecemos o inestimável Felix, um garotinho muito engraçado e altamente sagaz para sua idade. amigo de Sam, que vem para salvá-lo da solidão. Agora, compartilhando, ambos, de um mesmo destino, se unirão com o intuito de realizar os sonhos e desejos mais loucos de Sam, provando sua existência e se tornando inesquecíveis.

A narrativa de Nicholls é tocante, de uma maneira cruel e ao mesmo tempo sutil. Narrado em primeira pessoa, o livro vem em forma de diário, enquanto que Sam escreve nas páginas suas lembranças e desejos. As páginas marcadas pela sinceridade do personagem está recheada de ilustrações ou surpresas que pregam no leitor um novo sentimento de como tudo acontece. O livro em si já trás, aparentemente, o intuito de lhe comover, de forma que o personagem , logo nas primeiras linhas deixa bem claro que ao abrir o livro, ele provavelmente estará morto. A tensão durante a leitura é constante, embora claro, a comicidade do livro seja a barreira que quebra esta tensão, conforme os personagens vão transformando o que parece ser um drama em algo mais engraçado. Nicholls, porém, não perde a seriedade de sua história e as lágrimas afloram, conforme as cenas vão ficando mais vívidas e verdadeiras.



Sam é mais um personagem para amar e jamais largar. Não é um livro que mude vidas, sem duvidas, mas com certeza é um livro para se aprender com o personagem. Valente e inteligente, Sam consegue fazer citações ou reflexões que se mostram extremamente avançadas para sua idade, sem que em suas falas, percam a característica infantil deste personagem. Em diverso momentos me senti relendo Extraordinário, da autora R. J Palacio. Auggie e Sam compartilham da mesma inteligência fenomenal que só personagens que experimentaram o pior da vida parecem ter ou conhecer. Mas Sam não foi o único personagem pelo qual me apaixonei. Sua irmãzinha, Bella é doce e ingênua, de uma forma que só as crianças conseguem ser. É a singularidade que a autora deu a personagem que torna as situações ainda mais realísticas.

“Não há necessidade de se inventarem os demônios para nós assustar. Já temos coisas verdadeiras suficientes para nos preocuparem sem ter que inventar mais.

E não vamos esquecer do amigo Felix. Tão sagaz quanto são os outros, ele é a graça central do livro. Sem este personagem brilhantemente apaixonante, seria impossível localizar tantas passagens onde mesmo querendo chorar, sorrir feito um bobo, devido a suas piadas infames.

A obra já seria, sem dúvidas, alguma indicação imperdível para os amantes do gênero sick-lit, que assim como eu, adoram derramar alguma lágrimas (garanta seus lencinhos, por favor), mas a edição, com uma capa extremamente linda, tendo estrelas em alto relevo, não deixa a desejar. A diagramação e a revisão não ficam para trás, sendo ainda mais atraentes.

site: http://www.olimpicoliterario.com/2015/07/resenha.html
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Day 02/07/2014

Cativante
O livro é lindo, dinâmico e sensível, envolve listas e questionamentos e tem capítulos bem curtos. A leitura é rápida, mas marcante. Me proporcionou sensações intensas, de risadas a choro num piscar de olhos. Reflexões sobre a nossa própria vida e das pessoas ao nosso redor. Foi cativante!!!
Minhas passagens favoritas:
Pág. 145
"Percebi então que esperava, de alguma maneira, que tivesse sido um erro, algum tipo de equívoco. Que eles pudessem ter errado. Mas agora que estava ali parado, sabia que não houve qualquer equívoco ou erro. Ele estava tão parado! Parecia exatamente Felix, mas não havia absolutamente qualquer pessoa dentro dele. Ele podia estar em qualquer lugar, mas com certeza não estava ali.
Pensei que seria amendrontador. Mas não era. Era apenas silencioso e vazio."
Pág. 186
"Era uma sensação estranha a de olhar para fora, porque você estava meio que separado de tudo - não dava para falar com ninguém lá embaixo, nadar nos lagos ou subir as colinas -, mas ao mesmo tempo ainda fazia parte de tudo. Era como se você olhasse para um quadro, mas sem estar fora da moldur. Você estava lá dentro. Estava apenas percebendo tudo de um ângulo diferente, só que bem mais distante."
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Naty 15/05/2014

Como viver eternamente
Quando soube que receberia este livro da Geração, fiquei curiosa para saber mais sobre a obra e tive a sensação de já ter lido-a; ao pesquisar mais afundo, tive certeza. O livro foi publicado em 2008 e, este ano, uma nova edição foi lançada. Reconheci o livro pela capa anterior e pelo personagem. O li em 2009 e a história me marcou profundamente.

Como viver eternamente é uma comovente história narrada pelo próprio protagonista. Sam é um garoto de onze anos que sofre de uma doença chamada glóbulos esferoidais, conhecida como leucemia. Ele adora colecionar histórias e fatos fantásticos.

Sam não frequenta a escola, ele tem aula particular em sua casa, três vezes na semana. A professora Willis aplica os conteúdos para ele e seu amigo Felix. Eles se conheceram no hospital. Sam passou seis semanas internado e, quando estava passeando pelos corredores, encontrou Felix em sua cadeira de rodas.

“Morrer é a coisa mais boba de todas. Ninguém lhe conta nada. Você faz perguntas, e eles tossem e mudam de assunto” (p.19)

A ideia de Sam começar a escrever um livro surge a pedido de sua professora. Como um bom sonhador em ser cientista, ele deseja escrever sobre perguntas que ninguém sabe responder. O garoto, então, passa a escrever um livro; não voltado à sua doença, mas, cheio de pesquisas e histórias curiosas.

O livro tem uma linguagem bem acessível a todas as idades. A leitura é gostosa, fluída e emocionante. A Geração enviou uma embalagem de lenço, juntamente com o exemplar. Certamente, muita gente vai precisar bem mais do que um pacote.

Nicholls toca-nos profundamente com sua obra. Não é um livro que fala da morte, mas trata da vida. Não fala do fim, mas da eternidade. Não foca na tristeza, mas dá lugar a alegria de viver. Sam tinha tudo para chorar, se desesperar e não desejar viver. Porém, ele faz o oposto. Logo no início da obra, ele cria uma lista com oito coisas que deseja fazer.

“Por que Deus faz as crianças ficarem doentes?” (p.38).

Um dos itens que mais me marcou foi a simples vontade de Sam querer subir a escada rolante de descer ou descer a escada rolante de subir. Podemos observar isso como algo simples, contudo, para ele requer um grande esforço, tanto físico quanto psicológico. Sua mãe não o deixa sozinho e, para realizar a sua vontade, era preciso convencê-la ou, até mesmo, fazer escondido.

A forma que Sam encara seus obstáculos é magnífica. Ele sabe absorver as melhores lições de tudo que ele vive. Sua mãe é uma grande guerreira, ela é o alicerce de sua família. O pai de Sam é sempre muito calado, mas sofre em silêncio. A dor de ver o seu filho sofrer, sem poder curá-lo, torna-o, aparentemente frio. Porém, no decorrer da obra vemos que não é essa a realidade.

O protagonista tem uma irmã chamada Bella, ela tem 8 anos. Ela, aparentemente, se mostra muito ciumenta. Enquanto Sam estuda em casa, sua irmã tem de frequentar o colégio todos os dias da semana. Ela quer faltar, mas os pais sempre a proíbem e Bella sempre questiona de um poder e o outro não. Mesmo com esse lado insensível, sua irmã é muito doce e carinhosa, quer sempre o bem do irmão e o ajuda em todos os momentos.

“Deus é como um grande médico. Faz as pessoas ficarem doentes só para depois fazê-las melhorar – do mesmo jeito que os médicos dão quimioterapia às pessoas para fazê-las melhorar. Não importa para Deus se você morrer, porque você acaba indo para o Céu, que é onde Ele vive, de qualquer maneira” (p.53).

A história é recheada de personagens, alguns supérfluos; porém, outros são tão marcantes que é impossível não se emocionar.

A capa da obra é simplesmente linda, a frase da contracapa é bastante reflexiva e marcante. A diagramação é impecável, os detalhes aplicados por Vanderlucio é para colocar muitos diagramadores no bolso. A revisão é perfeita, não notei nenhum erro ortográfico ou algum ou deslize.

Esse livro é recomendado a todo ser humano, basta estar vivo.

“Não me lembro por quanto tempo nós choramos juntos. Mas me lembro de que, quando paramos, ela me deu um lencinho de papel, e eu enxuguei minhas lágrimas, e ela secou os olhos. Senti o quanto ela queria fazer tudo voltar ao normal, mas não tinha como” (p.134).
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