Ecos do Futuro

Ecos do Futuro Diana Gabaldon




Resenhas - Ecos do Futuro - 1ª Parte


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Adri Ramalho 15/04/2013

Foi e está sendo assim.
Eu não fiz resenha para essa maravilha da Diana Gabaldon, escrevi alguma coisa sobre a série no Chá:

A história acontece quando a Claire já viajou, quando ela chega em 1700 e bolinhas, ali os verdadeiros laços são atados, tramas maquinadas e amores descobertos.
Eu sempre penso que o volume I é medieval.
Falar sobre a série Outlander como sendo A viajante do tempo, resumindo que uma mulher viaja no tempo é simplesmente deixar de lado todo o universo que Claire e Jamie construíram.
Saber das famílias Fraser e Mackenzie não tem preço.
A série vale muito a pena ler, o número de páginas são poucas para o muito que nos envolvemos com vida desses personagens.
Ler sobre a dedicação que Claire possui em curar, é fabuloso.
Ler sobre a religiosidade e fé de Jamie, é lindo.
Ler sobre a força de vontade dos dois, mesmo separados, em seguir em frente,a tristeza da separação, o reencontro, a força do guerreiro, o amor do esposo, pai e avô é... é...
Li Jamie e Claire usando óculos.
Li sobre a dor da despedida entre amigos e irmãos.
Li Jamie falando da alegria em ver Claire com fios de cabelos brancos, em uma época onde as pessoas morriam relativamente jovens.
Acabei não lendo e sim vendo tudo isso.
Dessa 17/07/2019minha estante
Que resenha maravilhosa! Amei!!! É tudo isso que você falou


Gilmara Brasil 22/06/2021minha estante
Amo! É exatamente assim que me sinto aí ler Outlander! Sempre.




Andressa.Kelly 06/04/2021

Ecos do Futuro
Sempre fico impressionada com as habilidades médicas da Claire em um ambiente tão carente de recursos. Mas dessa vez o fato de ela ser uma excelente médica além de salvar uma pessoinha que ama, vai levar muitas delas para longe...
Brianna e Roger tem pela frente uma enorme missão. Vai dar certo? Está mesmo sendo necessário? Saberiam eles lidar com a dor de deixar para trás aquilo que construíram?! A esperança de salvar Mandy é maior que qualquer coisa.
Brianna conhece alguém que sempre quis e isso alivia um pouco (ou não) sua partida.
Mas tudo o acontece com o retorno deles... Meu deus! Aparentemente fácil. Mesmo tendo contato com o "passado", cada lembrança me doía junto. Mas a pergunta é: onde estão aqueles que foram pelas pedras para fazer um resgate? (E SEM NECESSIDADE!)
Enquanto isso, a Guerra se aproxima (e lá vamos nós de novo!)
Tanta coisa aconteceu em Fraser's Ridge! A casa grande... Os Bugs (fiquei chocada!)... Não podemos deixar de falar da porca branca hein?!?
James e Claire vão voltar onde tudo começou. Muita coisa aconteceu no meio do caminho, afinal, é uma guerra. Na Escocia iremos perder uma pessoa muito querida e isso irá abalar estruturas, fazendo com que figuras de grande importância resolvam deixar tudo para trás.
Nas idas e vindas de barcos, a notícia de uma morte chega e ela causa uma dor de cegar o coração daqueles que mais amam...
No meio disso: uma casamento totalmente inesperado! (Diana me pegou nessa, principalmente no desenrolar do casamento)
Um retorno de deixar as pernas bambas! A revelação de uma antigo segredo. Um "sequestro" e muitas lacunas... Diana Gabaldon não decepciona nunca!
Nathy 06/04/2021minha estante
esse livro teve muitos acontecimentos mesmo, mais acho que os Bugs foram uma revelação kkk.




BeaReichert 25/01/2021

Foram tantos acontecimentos que nem sei por onde começar.
Outlander é uma das minhas séries preferidas, um dos motivos é a presença de tantos personagens cativantes, para quem se apega a personagens (como eu), é quase impossível não se apaixonar.
Ao terminar o livro 6 não consegui imaginar o que poderia acontecer em seguida, mas Diana Gabaldon sabe como surpreender seus leitores com tamanha criatividade.
O sétimo livro dessa série maravilhosa conta com acontecimentos marcantes e alguns que ficaram inacabados (estou ansiosa pela continuação).
Como nem tudo é perfeito, esse livro possui algumas partes um pouco cansativas, e desinteressantes, mas nada que me impeça de super recomendar esse livro, até porque, acredito que por trás de cada pequeno acontecimento há uma grande história se desenvolvendo.
A cada livro dessa série, Diana Gabaldon me impressiona ainda mais com sua pesquisa histórica e criatividade para preencher as lacunas da história real.
Estou ansiosa para saber o final dessa linda história, mas ao mesmo tempo não quero que acabe. Diana Gabaldon sabe como fazer seus leitores se apaixonarem cada vez mais por essa história.
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Erick Santos 07/08/2021

Mortes melancólicas e nascimentos cômicos!
Como todos os outros livros da saga esse também teve seus altos e baixos, achei perfeito? Não, não achei. Mas também não foi ruim.

Gostei bastante do livro, creio que não faltou ação!
Não goste muito dos capítulos do William, espero que no próximo eu me apeguei mais a ele.

Início de novas aventuras para uns e o final de aventuras para outros, morte triste e nascimentos cômicos, foi esse o 7ª livro da saga de outlander.
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Claire Scorzi 14/01/2012

A sétima aventura: estupefação e suspense - II
Há episódios que formariam perfeitos contos realistas, um em particular que serve de amostra do horror dos grupos - o que são capazes de fazer - assim como da lição de realidade brutal vivida por William; há outros que deixam ver um crescimento de 'visões' da autora sobre clichês - como por exemplo a questão dos quakers na época.

O casal Jamie-Claire nunca deixa de me encantar e - rir, emocionar, pensar. Isso permanece aqui. No caso de Brianna-Roger, um episódio envolvendo Brianna me deixou de mais boa vontade com ela - quase, quase passei a gostar dela. Pelo menos, cheguei perto.

Quero falar de Lord John - muito bem tratado nesse volume da série, a autora frequentemente dando destaque a ele e acompanhnado-o boa parte do livro. E só na parte final eu pude entender o motivo.

Eu sempre disse que, depois de Claire e Jamie, Lord John Grey é o único outro personagem cuja força pode ombrear-se ao casal de protagonistas; nem mesmo Roger ainda conseguiu isto, apesar dele haver crescido como personagem desde "A Cruz de Fogo". E me sinto confusa com a parte final justo porque eu gosto de Grey; e não sei se devo me sentir traída pela autora - como se ela tivesse se aproveitado da simpatia inegável do personagem para aquele episódio mais para o fim do romance - ou se devo admirar Diana Gabaldon pela ousadia.

O episódio não é algo que eu faria se escrevesse a série; ao mesmo tempo - como colocar isso, se nem eu mesma sei se é isso mesmo que eu sinto? - o que acontece não deforma nenhum dos personagens envolvidos, não os avilta nem os faz incoerentes com tudo que já sabemos deles; apenas, as circunstâncias dramáticas levam àquilo. Embora não fosse algo inevitável de acontecer. Acho que eu fiquei tão confusa quanto os personagens envolvidos. Se foi intencional, parabéns para a autora: ela conseguiu.

Outros senões: as últimas trinta páginas soam apressadas; ou a autora estava louca pra terminar por pressão dos editores, ou talvez cansada. Ainda assim, Diana escreve tão bem que o tom apressado não chegou a prejudicar a coerência dos personagens em cena.
O último senão: desde "A libélula no âmbar" isso não acontecia! Diana, isso não se faz! Ela deixou várias situações em suspenso para o próximo livro que nos EUA só deve sair em fins de 2012. E no Brasil? Socorro!
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@juliaavictorino 11/06/2021

Lento no começo, emocionante no final
Seguindo as reviravoltas do sexto livro, esperava que a leitura fosse um pouco mais dinâmica no começo. Acho que esse foi o livro da saga que mais tive dificuldade de pegar o ritmo.

O fato de cada personagem estar em um local/tempo diferente, cada um com seu cotidiano, impactou muito o fluxo da história. E o protagonismo do william... São páginas e páginas dele sozinho com suas reflexões. Me pareceu um jeito um pouco maçante de inseri-lo de forma mais ativa na trama.

E vamos combinar que o que a gente quer mesmo é saber o que tá acontecendo com Claire e Jamie de um lado e Brianna e Roger de outro.

Não sou a maior fã de cenas de batalhas, exércitos, marchas muito grandiosas, acho um pouco entediante e diana aqui não poupa os detalhes.

Mesmo que a maior parte da trama de ecos do futuro se volte para conflitos e batalhas, é a sua conclusão que surpreende e emociona, com alguns encontros e reencontros tão aguardados pelos leitores.

Foi ótimo ver um pouco mais do lord John Grey, um personagem super importante mas que até então aparecia com bem pouco destaque.

Terminei com o coração na mão e morrendo de curiosidade pra saber o que vai acontecer com tudo que diana deixou em aberto para o próximo livro.
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Simone 19/09/2020

Recomendo
O livro é enorme, e vale cada página. Nos faz pensar se seria mesmo permitido essa viagem linda no tempo
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Claire Scorzi 14/01/2012

A sétima aventura: estupefação e suspense
Esta é uma resenha difícil de escrever. Não porque eu não tenha entendido o livro ou porque me faltem impressões; mas porque algumas delas estão confusas.

Bem; em primeiro lugar, quero deixar claro que gostei muito deste sétimo livro da série Outlander. Vou apontar detalhes que considero defeitos, mas isso me ocorreu com quase todos os livros da saga. Então, a presença de defeitos não invalida meu prazer com a leitura e minha opinião geral da obra de Diana Gabaldon.

Em segundo lugar, passo ao que gostaria de destacar.

Logo no início, Diana muda o foco ao deter-se longamente sobre Lord John Grey, uma atitude que ela só mostrara até então em "O Resgate no Mar". Eu deveria ter desconfiado que aí tinha coisa... Mas, gostando de Lord John, gostei desse enfoque pouco comum.

A autora vai alargando o leque de personagens cujos pontos de vista são mostrados; há Claire, sempre, narrando na 1ª pessoa; Jamie, quando longe de Claire, seus pensamentos sendo acompanhados; Ian, que vinha ganhando voz desde o volume anterior; Brianna e Roger, no século XX; e também Rachel, a jovem quaker, assim como William, o filho adotivo de Lord John e filho natural de Jamie, que é um adulto aqui e um soldado na Guerra de Independência - inglês, e portanto lutando contra a independência americana.

Nem sempre esse aumento de pontos de vista me agradou; impacientava-me com algumas passagens onde os personagens enfocados não eram dos meus favoritos. Também julguei certas descrições e trechos de narrativa excessivos; mas no computo geral, quando se olha o texto de Ecos do Futuro como um todo, é um bom exercício de 'panorama' da Guerra Americana; um painel com detalhes ora sangrentos, ora curiosos, ora cômicos.
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Lane 25/05/2013

Ecos do Futuro – Parte I
Após descobrir que a autora Diana Gabaldon levou mais de três anos para concluir este livro, resolvi adotar como estratégia, depois de ler “Um Sopro de Neve e Cinzas” dar uma longa pausa para ler o sétimo livro da série Outlander.

Eu sei e entendo que cada escritor tem o seu ritmo e que cada um leva o seu tempo no desenvolvimento de sua obra, entretanto para nós leitores a espera pode ser insuportável.

Diana Gabaldon é minha escritora favorita, minha relação com esta autora extrapolou os limites da normalidade, sou – sem vergonha alguma de confessar – devota de Diana Gabaldon!

Desde que li pela primeira vez “A viajante do Tempo”, não sei mais o que é ficção ou realidade quando mergulho meus olhos na história de Outlander, apeguei-me com tanto realismo aos personagens – Claire e Jamie – que na minha realidade eles existem de verdade.

*Eu sigo a autora no Twitter desde 2010 quando descobri a série, e uma vez disse pra ela que eu queria muito que o Jamie existisse fora da minha imaginação e ela me respondeu que pra ela, “ele existia”, Rs - este também é um dos inúmeros fatores que me fazem admirar esta autora, a simplicidade e o empenho dela em manter contato direto com seus leitores – que mesmo sem ninguém concordando comigo, acaba sendo um diferencial.

Alguns outros motivos que me fazem gostar de Diana Gabaldon é o fato de ela escrever incrivelmente bem, não me refiro a ter uma narrativa cativante, quero englobar aqui todos os elementos ou qualidades que, em minha opinião um escritor necessita para ser considerado “the best”.

Suas histórias são coerentes, e por serem históricas existe sempre um trabalho de pesquisa de qualidade e que considero sofisticado, mas que não chega a ser ostentoso porque os dados são encaixados com habilidade dentro do enredo e organizados de forma a reproduzir toda a atmosfera histórica com precisão exemplar.

Neste livro, houve um trabalho de pesquisa surpreendentemente sobre a Revolução Americana, que confronta o leitor e o estimula a seguir com a leitura para saciar sua curiosidade sobre os fatos históricos.

Jamie e Claire continuam no passado e me proporcionando a suspensão da realidade. Eles estão agora com a idade por volta de 55 e 60 anos – se meus cálculos estão corretos – e a relação deles continua com a mesma riqueza de sempre.

Nesta primeira parte do livro (o livro foi dividido em 1ª e 2ª parte pela editora Rocco), depois do incêndio da casa grande eles resolvem sair das carolinas do norte, na América e retornar para a Escócia, na Highlands e com eles regressam também Ian e Rollo.

Brianna, Roger, Jem e Mandy estão em 1980 - no “futuro” - tentando se adaptar.

Lorde John Grey e William tem mais participação neste livro do que em outros da série.
William, já é um jovem adulto e oficial do exército britânico, ele e Lorde John mantem suas participações de forma peculiar que reproduz intimamente os diversos acontecimentos históricos sobre a Revolução Americana.

Abster- me –ei de comentar sobre a história deste livro, porque ainda não consigo ter uma opinião formada, deixarei pra falar mais sobre ela quando completar a leitura da 2ª parte.

Entretanto, notei que existe algo de bem diferente neste livro dos que os outros da série e isto me deixou um pouco inquieta.

O enredo continua mantendo o padrão dos outros livros da série, com uma aventura atrás da outra e algumas cenas fortes e dramáticas. Neste porém, além de permanecerem igual aos demais, intercorre muitos eventos com descrições prolongadas sobre a guerra e os procedimentos médicos de Claire, e alguns personagens antigos reapareceram o que me deixou um pouco confusa, porque fiquei tentando lembrar onde eles se encaixavam no enredo. De fato, esse episódio foi ainda salientado pela inserção de novos personagens na trama e que de nada alteraram a história, um exemplo disto -SPOILER- porque as gêmeas órfãs?!

Tenho que admitir que iniciei a leitura muito empolgada (afinal, eu estava com saudades de Jamie e Claire), porém meu interesse foi diminuindo com o passar das páginas. A história anda, mas não se desenvolve, pelo menos não nesta primeira parte.

Embora eu tenha plena convicção que Outlander é uma obra fértil, infelizmente tenho que admitir que este foi o livro da série que eu mais demorei pra terminar de ler e espero que na segunda parte isso não aconteça.

Porém o que mais me chamou a atenção nesta transformação toda, foi a narrativa de Diana, não digo a ortografia – que continua impecável – me refiro ao conto que está bem diferente. Não de forma negativa, de forma alguma, mas de uma maneira que sobressalta os olhos e aconchega a leitura.

Diana sempre foi exuberante na sua forma de escrever, entretanto o tempo lapidou a sua escrita e a sensação que temos quando estamos lendo é revigorante.

AMOSTRA:
“Era tarde quando acordei, o quarto estava escuro, apesar de ainda se ver uma fatia do céu desbotado no alto da cortina. A lareira ainda não fora acesa e o quarto estava frio, mas quente e aconchegante sob as cobertas, aninhada como eu estava contra o corpo de Jamie. Ele virara de lado e eu me enrosquei como uma colher contra as suas costas e passei o braço por cima dele, sentindo o suave subir e descer de sua respiração.” P.232

Bem, talvez Diana quisesse abrir-se para novas experimentações, não sei... No entanto a essência de Outlander está firme e forte e isso é o bastante para eu já ter começado a ler a segunda parte de Ecos do Futuro e ficar ansiosa para outros.

Avaliei com 4 estrelas
Nêni 01/08/2013minha estante
Adorei sua resenha, pq eu tbm sou louca pela série. Eu estou lendo esse livro aos poucos, ainda não terminei. Justamente pq sei que o próximo só sai no ano que vem. A Diana é a minha autora favorita, pelo cuidado e pela maravilhosa história que ela conseguiu fazer. Quem lê essa série não se cansa e olha que são livros enormes. As vezes sinto que eles existiram e que eu os conheci. É muito intenso.


Lane 03/08/2013minha estante
Obrigado Nêni! =)


Mari 03/08/2019minha estante
Nossa, sua resenha foi maravilhosa. Eu ainda estou no livro quatro, os tambores do outono parte I, confesso que tem me cansado um pouco, como quando você disse "a história anda, mas não se desenvolve", tenho medo de prosseguir dessa forma e ter perdido a essência, no entanto já comprei a parte dois e o livro cinco.




spoiler visualizar
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Rafa 15/01/2021

É impossível não gostar de Outlander - seja ele qual fo. É envolvente, é apaixonante. Rico em detalhes, extenso - e intenso do começo aí fim. Não se contradiz, te ensina, te puxa pra onde quer a história vá.
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thabooks 20/07/2020

Sem palavras
Para tantas reviravoltas, descobertas, segredos revelados, romances (aqui jas meu coração para Lorde Jonh). Tudo com tanta riqueza de detalhes, em meio a fatos históricos excêntricos, a gente sente tudo tão real. Só amo.
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Camila 04/03/2020

Difícil demais resenhar esse livro...
O que esperar desse livro?

Escrever uma resenha sobre mais um livro da série Outlander é sempre um desafio imenso. Diferentemente de outras séries, não dá para definir um linha central da história e dizer “esse livro é sobre isso”… Já há algum tempo essa série deixou de ser só a história de Jamie e Claire ou só sobre as viagens no tempo. Eles podem até ser os personagens principais, mas não dá para ignorar que essa também é a história de Brianna, de Roger, de Jem, de Mandy, de Ian, de Fergus, de John Grey e agora de William, e de mais uma porção de outros personagens que ganham importância nessa trama tão ricamente elaborada!

Trinta e cinco anos se passaram desde que Claire viajou no tempo pela primeira vez e conheceu Jamie Fraser. Muita água rolou debaixo dessa ponte. A essa altura, depois de tudo o que eles enfrentaram, seria bom acreditar que eles finalmente conseguiriam se estabelecer na Cordilheira dos Frasers na Carolina do Norte e que lá viveriam uma vida tranquila! Mas, em se tratando de Diana Gabaldon, isso parece ser impossível…

Como sempre, a qualidade da escrita da autora é inegável. A cada livro fico mais e mais encantada com a riqueza de detalhes, com a pesquisa histórica e com a capacidade da autora de criar uma trama tão intrincada que mais parece com uma tapeçaria de milhares de fios, que juntos formam uma belíssima obra de arte! Mesmo quando quando a gente acha que uma cena foi meio sem sentido ou algum personagem não tem a menor importância, algo acontece e dá sentido a tudo, mesmo que seja mais de mil páginas para frente!

Confesso que, uma coisa em particular me incomodou nesse livro: a narrativa do ponto de vista de William. Ok, eu entendo a importância do personagem, a ligação dele com Jamie e tudo o mais… Mas não consegui me sentir cativada por ele, não gostei do jeitão meio mimado e sem noção que a autora deu para ele. Confesso que até pulei algumas páginas do livro quando ele era o foco! Rs…

Sobre essa série, no geral, sempre vale o aviso de que essa não é uma história para leitores iniciantes e a leitura dos livros demanda paciência, atenção aos detalhes e maturidade para lidar com as mais difíceis situações enfrentadas pelos personagens! A série não poupa desgraça e toca em temas pesados: guerras, estupros, assassinatos, intrigas, traições… Então se preparem para uma leitura intensa, mas ao mesmo tempo extremamente enriquecedora!!

E para quem gosta de assistir séries, a série Outlander está sendo adaptada pelo canal Starz e aqui no Brasil passa no canal Fox Premium. Está também disponível na Netflix. A série faz o maior sucesso e já está na quarta temporada!!

site: https://leitoracompulsiva.com.br/ecos-do-futuro-de-diana-gabaldon-resenha/
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danilo_barbosa 19/11/2020

Sempre surpreendente!
Diana Gabaldon não falha em nos oferecer uma trama de qualidade com uma riqueza histórica precisa. Além dos personagens que amamos, surge uma galeria de novos integrantes para sofrermos e nos alegrarmos, como se fossem pessoas reais, com dilemas que nos identificamos, como se fossem partes das nossas vidas. Claire e Jamie são o MEU CASAL e não tenho na literatura alguém que amo como eles. E nesse livro, como ri, chorei e briguei com esses dois. E o final, PQP, é algo que te faz ficar um tempo parado, esperando a ficha cair. Estou com medo, ansioso e receoso do que o volume final irá nos dar.
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Tati 17/04/2020

Sobrevivi para ler este final...
Não é novidade para ninguém que Outlander tem meu coração. Claire e Jamie são meu casal favorito da vida e não existe em toda a literatura, amor com o deles. Já chorei, sorri e me decepcionei com está série de livros. Este livro sete não foi diferente... Tenho que confessar que as partes do William, (aquela mácula em forma de gente no passado do meu herói) são muito chatas e nos capítulos dele, eu fazia uma leitura corrida na página. As partes dele são muitas e muito chatas... O livro se arrasta desta maneira. Acontecem coisas que eu não quero acreditar... Sério, a Claire tem uma atitude mais pro final do livro que não condiz com a personagem que eu tanto amo e admiro... Mas enfim, depois de muita decepção eu sobrevivi para ler o final deste livro e... Minha gente... Fiquei 30 minutos com a boca aberta, sem acreditar no que havia lido... E depois que consegui fechar a boca, eu só conseguia dizer: não acredito, não acredito... Enquanto me balançava de lado posição fetal... Sério...leiam e me digam...
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