A Escrava Isaura

A Escrava Isaura Bernardo Guimarães




Resenhas - A escrava Isaura


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Fendrich 25/02/2017

Chame-me atenção a crueldade e a impiedade dos mocinhos Isaura e Álvaro contra Belchior, o jardineiro corcunda. Isaura o chama de "mísero idiota", "um disforme", e acha que toda a sua beleza e educação não poderiam ser desperdiçadas com uma pessoa desse nível. O nojo de Isaura ao cogitarem se casar com Belchior é o mesmo que tem ao cogitarem se entregar a Leôncio - antes a morte! E o Álvaro, com todo o seu espírito libertário de quem quer ir contra os preconceitos da sociedade, olha com pasmo e indignação para aquele "homúnculo". Já dizia o Rubem Fonseca que aos corcundas não se concedem eufemismos!
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Roberta 14/02/2017

Decepcionante
Esperava mais.

site: http://robertafr2.tumblr.com/post/157249840272/a-escrava-isaura-bernardo-guimar%C3%A3es
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Arca Literária 13/02/2017

disponivel no link a apartir do dia 03/03 http://www.arcaliteraria.com.br/escrava-isaura-bernardo-guimaraes/

site: http://www.arcaliteraria.com.br/escrava-isaura-bernardo-guimaraes/
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Samuel 29/01/2017

"A justiça é uma deusa muito volútil e fértil em patranhas. Hoje desmanchará o que fez ontem."
"O meu feitiço virou contra o feiticeiro, quis torná-la escrava do meu amor, mas o seu amor me escravizou primeiro."
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Yury S. S. 25/01/2017

Não é completament ruim.
O livro não tem uma muito história boa ou grandes personagens. O enredo se torna clichê ao trazer o romance impossível, dessa vez protagonizado por uma escrava e um homem branco rico, mas a obra se torna interessante pela interação do locutor com o leitor. Pode-se dizer que essa interação, junto com diálogos muito bem escritos salvam "Escrava Isaura". É uma ótima leitura para iniciar os alunos do ensino médio ou fundamental a literatura brasileira. É um livro acessível por não possuir uma linguagem muito rebuscada e uma história simples.

Vale sim a pena ler esse livro, por seus diálogos e por seu narrador, mas não espere nada revolucionário.
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Joao.Paulo 29/12/2016

Todo o clássico tem que ser lido com a mente da época
A Escrava Isaura é um livro que com toda a certeza do mundo não funciona nos dias de hoje, por inúmeras razões, como: a questão de entendermos que só a escrava branca merece a liberdade, que as virtudes de Isaura estão ligadas a cor de sua pele e etc. Porém, temos que entender a época em que esse livro foi escrito. Naquela época quem eram as pessoas que liam os folhetins nos jornais? Quem era o publico leitor? Principalmente as sinhá donas de casa grande, eu tento compreender que a figura dessa escrava branca filha de uma mulher negra e um capitão do mato (se eu não me engano) era o que tocava os leitores na época. É hipócrita? Sim, eu acho que é uma hipocrisia muito grande, mas a gente não tem a cabeça daquela época, diferente de alguns, se essa história teve uma importância para o movimento abolicionista então quer dizer que realmente essa era a maneira de chegar ao publico leitor sem chocar muito. Diferente dos dias de hoje que eu acho que devemos dar esse choque nas pessoas, naquela época não era muito bom fazer isso. Então se você pretende ler "A Escrava Isaura" tenha em mente que para você a história pode parecer extramente racista, mas naquela época não era. Vou fazer uma comparação, é como a Ariel da Disney, na época em que o filme foi feito ela era considerada uma personagem rebelde, hoje em dia não. Então tenha isso em mente se for pegar esse livro para ler. Você gostando ou não, isso não importa, o que importa é entender que a história funcionou em uma determinada época.
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Ana Paula 25/12/2016

Coragem e doçura!
O livro conta a história de Isaura, escrava branca que se torna objeto de obsessão do perverso coronel Leôncio.
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Gilberto 26/10/2016

um livro pra problematizar
Engraçado como todos falam do tom abolicionista que o livro tem. O mais engraçado ~ironia~ é o fato do tom abolicionista ser todo voltado pra uma escrava B.R.A.N.C.A, que mesmo sendo escrava, recebeu educação, toca piano, se veste bem. É ~engraçado~ que o tom abolicionista todo se volte pra uma escrava branca, quando escravos brancos eram raridades. Engraçado também que Isaura, de pele branca é a detentora de todas as virtudes, a benevolente, a graciosa, a honrada, e católica, enquanto a Rosa, negra, é a invejosa, sem moral, portadora de todos os defeitos que só faz sentir inveja.

Um livro que se pauta o tempo todo como abolicionista, mas não retrata em momento nenhum a dignidade dos escravos negros - porque só quem merece ter a dignidade é a escrava de pele branca, cheia de graça e moral que se apaixona à primeira vista pelo mocinho blablablabla - é a mesma coisa que esses cristãos conservadores de hoje em dia que dizem ser pessoas de bem e lutam pela moral da familia tradicional brasileira, mas no fundo são hipócritas demais para reconhecer e desconstruir os próprios preconceitos.

Se Bernardo Guimarães queria mesmo fazer uma campanha contra a escravidão, desse o protagonismo e todas as virtudes a uma escrava de pele negra, que era infinitamente mais comum na época do que escravas brancas criadas dentro de casa recebendo educação erudita.
Betinha 24/11/2016minha estante
Sinto o mesmo. O livro é bastante racista. Isaura só não merece a escravidão por ser branca, educada e xheia de virtudes. Serve como retrato do pensamento da época, obviamente, mas não sei se pode ser considerado abolicionista.




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Bruno Gordiano 05/01/2017minha estante
Spoiler. Tinha que ter marcado sobre o final rs




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Ester 23/09/2016

Uma fanfic
Sabe aquelas fanfics super ruins? Onde uma garota maravilhosa sofre algum tipo de opressão mas no fim fica com o cara que todo mundo quer? Se vc prestar bastante atenção é o que fala "escrava Isaura" a menina branca que é escrava mas fica com o galã no fim. Desculpa os apreciadores da literatura Brasileira, mas eu acho que é por isso que Brasileiros não gostam de ler, pq vivem lendo "fanfics" ruins e nunca sabem o que é uma J. K. Rowling, eu acho que escritores brasileiros devem ser estudados sim, mas não devem ser leitura obrigatória, acho que um bom livro deveria.
Lucas 04/12/2016minha estante
E bom livro você define Harry Potter? Hahahaha Ganhei essa semana com a sua piada.


Bruno Gordiano 05/01/2017minha estante
Kkkkkkkk Sem comentários




Paulo Sora 21/09/2016

Não envelheceu tão bem, infelizmente
Escrava Isaura é um clássico brasileiro, isso não há dúvida. O texto escrito por Bernardo Guimarães com certeza deve ter sido um imenso marco na sua época, muito inovador até, inclusive surpreendente, mas, com o desenvolvimento da literatura, a história ficou repleta de clichês que, claro, à época não eram.
Aqui tem tudo que se pode imaginar: narrativa quadradinha a ponto de ser possível prever o final na metade do livro; todas aquelas características que aprendemos sobre Romancismo no colégio; um certo grau de "ousadia", mas não tanta, já que, apesar de o personagem central ser uma escrava, a história raramente é contada do ponto de vista dela, deixando nas mãos de homens brancos e ricos.
Guimarães certamente deve ter chocado a sociedade em sua época e feito muitas pessoas pensarem com o seu tema de não importa se escravo ou livre, importa o coração .
Alguns pontos me deixaram bem frustrado durante a leitura, como a lentidão narrativa e a insistência do narrador de voltar a história para contar o outro lado do que acontecera, sendo que ou não nos importa, ou é extremamente previsível que tal tenha acontecido.
Nos pontos altos, vale ressaltar que a trama é bem amarrada e convincente, os momentos de tensão são realmente de trincar os dentes e o final é, de certo modo, recompensador.
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Brun¡ 11/09/2016

O livro tem seus pontos altos e baixos. Tudo aconteceu rápido demais, alguns acontecimentos um tanto forçados, já outros consideravelmente bons. Uma boa história, mas que poderia ter sido melhor escrita, mas talvez porque no passado, essas 88 páginas eram consideradas "muito", hoje em dia precisamos de mais detalhes do que foi contado no livro. É um boa história para quem quer ler literatura brasileira e para quem quer algo rápido, sem muito mimimi ou muitos detalhes.
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Leandro 03/09/2016

Resenha
Gostei.
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mylla 31/08/2016

A escrava Isaura
A história do livro A Escrava Isaura se passa inicialmente em uma fazenda, em Campos dos Goitacazes (RJ). Isaura é uma escrava branca, muito bonita e bem educada, que foi criada como filha na família em que serve. Durante muito tempo, foi protegida da matriarca, mas após a morte desta, Isaura tornou-se propriedade de Leôncio, um jovem recém-casado com Malvina. Além de Leôncio, a beleza da jovem escrava desperta paixão em vários personagens, como o jardineiro Belchior, o feitor da fazenda e o irmão de Malvina.

Isaura se recusa a ceder às tentativas de Leôncio, que, para forçá-la, a manda para a senzala trabalhar com as outras escravas. A escrava suporta o seu destino e não cede a Leôncio, afirmando que ele não era proprietário de seu coração.

O pai de Isaura, um homem livre chamado Miguel, reúne a quantia pedida pelo pai de Leôncio para libertá-lo, mas o jovem sem caráter descumpre a promessa do pai. Inconformada, a mulher de Leôncio, Malvina, volta para a casa de seus pais, deixando o caminho livre para que o jovem atormentasse ainda mais Isaura.
Miguel, o pai de Isaura, consegue tirar a filha da fazenda e foge com ela para Recife (PE). Naquela cidade, Isaura usa o nome de Elvira e vive em uma pequena casa com o seu pai.

Em Recife, Isaura conhece Álvaro, por quem se apaixona e é correspondida. Eles vão juntos a um baile e, na ocasião, ela é reconhecida e desmascarada. Álvaro fica surpreso, mas defende a amada e resolve impedir que Leôncio a leve de volta.

Leôncio leva Isaura de volta à fazenda, mas Álvaro descobre a falência do jovem sem caráter e compra a dívida dos seus credores, tornando-se proprietário de todos os seus bens, incluindo os seus escravos.

Ao se ver derrotado e na miséria, Leôncio suicida-se e a história tem um desfecho feliz.
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