A Escrava Isaura

A Escrava Isaura Bernardo Guimarães




Resenhas - A escrava Isaura


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Ana Paula Pinto 20/09/2017

Coragem e doçura!
O livro conta a história de Isaura, escrava branca que se torna objeto de obsessão do perverso coronel Leôncio.
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Juninho 02/09/2017

Emocão a 1000
o livro é legal conhecia a novela mas o livro eu ainda não conhecia e to ansioso 1 dia em ver a novela que foi inspirada no livro
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Dias de Leitores 06/08/2017

Muito Bom
Um romance encantador.
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Livros, câmera e pipoca 02/08/2017

Clássico importante, mas não gostei
Romance de Bernardo Guimarães publicado pela primeira vez em 1875, trata-se da história de Isaura, uma escrava branca e educada, de caráter nobre, vítima de um senhor cruel. Este livro tornou-se um grande sucesso editorial, transformando o autor em um dos escritores mais populares daquela época. Inegável que essa história teve uma importância porque chegou da maneira correta ao publico sem chocar muito. A sociedade brasileira do século XIX, que tanto se apiedou das desventuras de Isaura, aceitou-a porque ela era branca e educada. Diferente dos dias de hoje, que muitos autores escrevem causando polêmicas, para provocar os leitores, naquela época não era de bom tom fazer isso.

site: https://livroscamera.wixsite.com/meusite/single-post/2017/05/15/Livro-A-Escrava-Isaura
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Vitor.Peixoto 25/06/2017

Adorei
O livro demonstra uma realidade marcante de nossa história que sempre é preciso ser lembrada: a escravidão. Evidentemente, é preciso separar aquilo que constitui elementos de realidade da ficção, mas não deixa de ser um relato valioso, além de uma divertida estória, que é a que se propõe.
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Senar 13/04/2017

Isaura a Heroina sofredora "A Escrava Isaura" - Bernardo Guimarães
O livro narra a vida de Isaura, escrava branca, muito formosa, educada, da cor do marfim.
Sua vida sempre foi diferenciada das outras escravas da fazenda, visto que foi “adotada” pela esposa do fazendeiro, Comendador Almeida. Sempre foi educada nas mais diversas artes, música, piano, bem letrada e de índole muito boa. Ouvia sempre a promessa de que seria libertada, porém, com a morte de sua Senhora, isto não se concretizou. Comendador Almeida tinha um filho, Leôncio, que sempre foi muito mimado e nunca houve alguém capaz de contrariá-lo. É casado com Malvina, que não percebe o caráter do marido e por ele nutre profundo afeto. Leôncio sente por Isaura um amor cego e violento.

O livro inteiro narra à perseguição de Leôncio por Isaura, das mais diferentes formas, através de adulação, regalias, ameaças e por fim ele a coloca presa num paiol, presa e com a ameaça que só a tirará de lá quando ela se curvar aos seus desejos.
Seu pai, que não vê outra maneira de ajuda -lá propõe que os dois fujam. Eles empreendem fuga arriscada, que se torna bem sucedida e vão para Recife – a linda Veneza Americana. Lá se recolhem em uma casa retirada, e tentam viver na normalidade. Por acaso do destino é descoberta por Álvaro, um rico homem que se encanta com Isaura. Depois de muita conversa e de tempo para Isaura e seu pai sentirem se seguros, eles decidem aceitar convite parta participar de um baile onde a sociedade Recifense estaria toda presente. Claro que Isaura mais uma vez encantou a todos, com sua beleza, simpatia e singularidade. Mas o baile não termina bem , pois Isaura é reconhecida por um Sr que está atrás da recompensa oferecida a quem desse noticias da escrava fugida.
Isaura volta para a fazenda de Leôncio e recomeçam as perseguições. Leôncio a pedido de Malvina, decide casar Isaura com o jardineiro da casa, um ser de aparência estranha e também caído de amores por ela.
Quando Isaura não vê mais saída , aparece Álvaro, o moço que roubou seu coração e noticía a todos que é o novo proprietário da fazenda e de todos os bens de Leôncio - que através de maus negócios , colocou todos os seus negócios a perder . Leôncio num acesso de fúria, se retira para a biblioteca e se mata com um tiro.

Esse é um livros que gostei muito de ler...porem tem uma linguagem muito coloquial, e por ser um livro que já virou novela, sempre estava visualizando Lucélia Santos como Isaura...hehehehehe. Mas de qualquer forma foi válido e serviu como aprendizado.
Recomendo...
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Diario_de_leitura 16/03/2017

Maravilhoso
Gente não tem nada haver com que se passa nas novelas, um romance maravilhoso, onde o autor faz várias denúncia sobre a escravidão. E o final nossa que final surpreendente, incrível, vc acha que vai terminar com um felizes para sempre e paa o autor derepente te surpreende com um final chocante... Muito bom mesmo vale a pena ler...
Fabiana.Silva 19/03/2017minha estante
Muito amor por ele!!




Fendrich 25/02/2017

Chame-me atenção a crueldade e a impiedade dos mocinhos Isaura e Álvaro contra Belchior, o jardineiro corcunda. Isaura o chama de "mísero idiota", "um disforme", e acha que toda a sua beleza e educação não poderiam ser desperdiçadas com uma pessoa desse nível. O nojo de Isaura ao cogitarem se casar com Belchior é o mesmo que tem ao cogitarem se entregar a Leôncio - antes a morte! E o Álvaro, com todo o seu espírito libertário de quem quer ir contra os preconceitos da sociedade, olha com pasmo e indignação para aquele "homúnculo". Já dizia o Rubem Fonseca que aos corcundas não se concedem eufemismos!
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Roberta 14/02/2017

Decepcionante
Esperava mais.

site: http://robertafr2.tumblr.com/post/157249840272/a-escrava-isaura-bernardo-guimar%C3%A3es
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Arca Literária 13/02/2017

disponivel no link a apartir do dia 03/03 http://www.arcaliteraria.com.br/escrava-isaura-bernardo-guimaraes/

site: http://www.arcaliteraria.com.br/escrava-isaura-bernardo-guimaraes/
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Samuel 29/01/2017

"A justiça é uma deusa muito volútil e fértil em patranhas. Hoje desmanchará o que fez ontem."
"O meu feitiço virou contra o feiticeiro, quis torná-la escrava do meu amor, mas o seu amor me escravizou primeiro."
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Yury S. S. 25/01/2017

Não é completament ruim.
O livro não tem uma muito história boa ou grandes personagens. O enredo se torna clichê ao trazer o romance impossível, dessa vez protagonizado por uma escrava e um homem branco rico, mas a obra se torna interessante pela interação do locutor com o leitor. Pode-se dizer que essa interação, junto com diálogos muito bem escritos salvam "Escrava Isaura". É uma ótima leitura para iniciar os alunos do ensino médio ou fundamental a literatura brasileira. É um livro acessível por não possuir uma linguagem muito rebuscada e uma história simples.

Vale sim a pena ler esse livro, por seus diálogos e por seu narrador, mas não espere nada revolucionário.
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Joao.Paulo 29/12/2016

Todo o clássico tem que ser lido com a mente da época
A Escrava Isaura é um livro que com toda a certeza do mundo não funciona nos dias de hoje, por inúmeras razões, como: a questão de entendermos que só a escrava branca merece a liberdade, que as virtudes de Isaura estão ligadas a cor de sua pele e etc. Porém, temos que entender a época em que esse livro foi escrito. Naquela época quem eram as pessoas que liam os folhetins nos jornais? Quem era o publico leitor? Principalmente as sinhá donas de casa grande, eu tento compreender que a figura dessa escrava branca filha de uma mulher negra e um capitão do mato (se eu não me engano) era o que tocava os leitores na época. É hipócrita? Sim, eu acho que é uma hipocrisia muito grande, mas a gente não tem a cabeça daquela época, diferente de alguns, se essa história teve uma importância para o movimento abolicionista então quer dizer que realmente essa era a maneira de chegar ao publico leitor sem chocar muito. Diferente dos dias de hoje que eu acho que devemos dar esse choque nas pessoas, naquela época não era muito bom fazer isso. Então se você pretende ler "A Escrava Isaura" tenha em mente que para você a história pode parecer extramente racista, mas naquela época não era. Vou fazer uma comparação, é como a Ariel da Disney, na época em que o filme foi feito ela era considerada uma personagem rebelde, hoje em dia não. Então tenha isso em mente se for pegar esse livro para ler. Você gostando ou não, isso não importa, o que importa é entender que a história funcionou em uma determinada época.
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Ana Paula 25/12/2016

Coragem e doçura!
O livro conta a história de Isaura, escrava branca que se torna objeto de obsessão do perverso coronel Leôncio.
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Gilberto 26/10/2016

um livro pra problematizar
Engraçado como todos falam do tom abolicionista que o livro tem. O mais engraçado ~ironia~ é o fato do tom abolicionista ser todo voltado pra uma escrava B.R.A.N.C.A, que mesmo sendo escrava, recebeu educação, toca piano, se veste bem. É ~engraçado~ que o tom abolicionista todo se volte pra uma escrava branca, quando escravos brancos eram raridades. Engraçado também que Isaura, de pele branca é a detentora de todas as virtudes, a benevolente, a graciosa, a honrada, e católica, enquanto a Rosa, negra, é a invejosa, sem moral, portadora de todos os defeitos que só faz sentir inveja.

Um livro que se pauta o tempo todo como abolicionista, mas não retrata em momento nenhum a dignidade dos escravos negros - porque só quem merece ter a dignidade é a escrava de pele branca, cheia de graça e moral que se apaixona à primeira vista pelo mocinho blablablabla - é a mesma coisa que esses cristãos conservadores de hoje em dia que dizem ser pessoas de bem e lutam pela moral da familia tradicional brasileira, mas no fundo são hipócritas demais para reconhecer e desconstruir os próprios preconceitos.

Se Bernardo Guimarães queria mesmo fazer uma campanha contra a escravidão, desse o protagonismo e todas as virtudes a uma escrava de pele negra, que era infinitamente mais comum na época do que escravas brancas criadas dentro de casa recebendo educação erudita.
Betinha 24/11/2016minha estante
Sinto o mesmo. O livro é bastante racista. Isaura só não merece a escravidão por ser branca, educada e xheia de virtudes. Serve como retrato do pensamento da época, obviamente, mas não sei se pode ser considerado abolicionista.


Vitor.Peixoto 25/06/2017minha estante
O livro de fato é cultuado como tal, e a escrava branca é um erro ao meu ver como você julga.
Mas vale ressaltar que o autor não se punha em nenhum momento de sua vida como um abolicionista, e nunca disse ele próprio que tinha essa intenção com a obra.




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