Inferno

Inferno Dan Brown




Resenhas - Inferno


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AndréF 14/05/2013

Avaliações de quem nao leu ?
9 pessoas leram e 38 avaliações... isso é sacanagem né ?
Tirando a credibilidade do site!!
Bruno 14/05/2013minha estante
Concordo... Pessoal mais sem noção...


Aline 14/05/2013minha estante
Palhaçada mesmo.


Rose Silva 14/05/2013minha estante
E dois já estão trocando! Putz...


Maurício Coelho 16/05/2013minha estante
Isso é verdade, cara. Eu fico puto. O livro ainda não foi nem lançado aqui no Brasil e já tem uma galerinha avaliando com 5 estrelas. Teve um cara que avaliou com 1 estrela só porque leu as primeiras 100 páginas em inglês. Porra assim é sacanagem. Faz isso na versão em inglês então, porque tem...é uma putaria isso


Marcele 17/05/2013minha estante
E um está relendo... relendo o que, meu Deus???


Lorrine 17/05/2013minha estante
O skoob tinha que dar a opção de avaliar Só pra quem marcou como "lido".


Helen 18/05/2013minha estante
Seria legal banir essas pessoas de uma vez.


Jessé 22/05/2013minha estante
Esse povo sem noção...


Sr_Tigeer 22/05/2013minha estante
O que tem que ser levado em conta, é que muitas vezes é uma galera nova que está aprendendo a mexer no skoob, e tmb tem alguns que marcam e nem sabem o que estão fazendo, outros que confundem os títulos. O site não perde credibilidade por causa de uma besteira dessas. Menos galera. Mto menos. Neurose tem limite.


Fabricio~Raito 24/05/2013minha estante
D: nossa, que horror!
Gente, quem é que faz isto e PRA QUÊ?
Não dá pra entender. Acho que o pessoal do site deveria excluir a avaliação de pessoas que não têm marcado como "lido" o livro '-'


Ruan 28/05/2013minha estante
O site deveria bloquear a avaliação de qualquer livro até o lançamento.


Bruno T. 30/05/2013minha estante
Já notei varias vezes que os números não costumam bater, inclusive a nota média de avaliação.
Fica a sugestão para os responsáveis deste ótimo site cuidar melhor dessa parte.


Pitty 31/05/2013minha estante
Qualquer um pode avaliar, mesmo estando com status 'lendo' ou 'vou ler'. Por isso essa discrepancia. O correto seria poder avaliar somente depois de 'Lido', mas mesmo assim, vc pode mudar seu status de lido para lendo e voltar para lido. Dificil controlar isso.


Igor Almeida 16/06/2013minha estante
Como tudo, isso também depende do bom senso de quem usa, ou seja, é difícil controlar...


ivanzes 01/01/2014minha estante
acho mais válido ir para as resenhas e tirar minhas conclusões =D


Anderson 14/01/2014minha estante
sacanagem é usar o espaço de resenhas para ficar debatendo. tenha bom senso e apague isso.


careca 27/12/2016minha estante
E a Turquia aparece também de verdade nas manchetes e ao vivo na Tv, o que tem esse país? Cara? serio, Sera a magia da mesquita azul? havia assistido- (alem do livro em questão)- o filme Trama Internacional , aonde acontece um tiroteio no museu e termina tendo ao fundo a mesquita, mercado, e na segunda feira o cara mata outro dentro do museu, e ao vivo? O que tem na Turquia? me dizem, alguém sabe?
O livro é muto bom, o filme não vi, me parece que não agradou.


Jonatha.Silva 02/01/2017minha estante
"Deh", concordo que tira a credibilidade do site, mas você conseguiu ir além. Quem avalia e talvez não tenha lido pelo menos da estrela, você pelo contrário, insere um comentário inútil e da 0 estrelas, acabando com a média do livro.

E olha só, um comentário de 2013, fazendo sucesso até hoje.




Helen 18/05/2013

Aos finalmentes.
Comprei o livro ontem a noite (FINALMENTE!)e acabei de ler nesse exato instante. Vim aqui dar meu testemunho.

O livro é maravilhoso.
Ele segue o mesmo padrão de sempre: Robert, uma mulher, arte e uma conspiração. Mas hoje em dia é tão difícil encontrar um livro que tenha culhões para falar de "Arte e conspirações" como o Dan Brown faz que ele, mais uma vez, ganhou o meu coração totalmente.
Esperem do livro um best-seller tipico: Fluido, intenso, e méritos ao Brown por ser bem escrito. É um livro prazeroso e valeu cada centavo. Quem gostou dos outros, vai gostar desse.

Quatro estrelinhas, pelo simples motivo de que eu só dou cinco para livros além do maravilhoso. Aqueles que são paixões pra toda a vida.
Um beijo. :)
Sergio 21/05/2013minha estante
mas já terminou?


Marina 21/05/2013minha estante
*Curiosidade básica*

Qual(is) livros merecem cinco estrelas, na sua opinião? *-*


Helen 21/05/2013minha estante
Já terminei sim! Eu li em menos de seis horas. :P

E Mari, na minha humilde opnião os escritores que ganham 5 estrelas são a Anne Rice,o Tolkien, o G. Martin, o Chuck Palahniuk, o Poe, a Tracy Chevalier e alguns outros. A lista é grande porque eu tenho muitos amores. :(


Elane 23/05/2013minha estante
Recebi o meu hoje e comecei a ler. 80 páginas já foram. Dan realmente mistura suspense.. história.. arte... Embora eu nem sempre me encante com os finais, mas que ele prende do começo ao fim isso é um fato... Entre tanto lixo que temos por aí ele realmente merece ser lido... muitas e muitas vezes..




Caroline 10/06/2013

Não é um Anjos e Demônios, mas ainda assim é Dan Brown
Depois de seus célebres Anjos e Demônios e O Código da Vinci, Dan Brown terá sempre o enorme desafio de alcançar as grandes expectativas criadas pelo seu leitor. Gosto de todos os seus livros e em especial desses dois, e, tal como muitos leitores, pensei, pelos meses que antecederam o lançamento de Inferno, se o autor os superaria. E foi assim, com a expectativa no topo do Everest, que iniciei minha leitura.

Como a sinopse já adianta, começamos o livro em um quarto de hospital, com um Langdon sem memória recente, alguns atentados e uma médica. Bonita, claro. A partir desse cenário e depois de algumas perseguições nos vemos ao lado do querido Robert Langdon e suas tentativas de recuperar a memória, adentrando em um mundo de charadas inteligentes dentro do universo do Inferno de Dante.

Os versos de Dante imperam a cada parágrafo e ditam o rumo dos personagens, numa frenética série de pistas em códigos a serem decifrados. As páginas que sucedem são um deleite para qualquer amante de arte ou arquitetura, cheias de detalhes magníficos que nos fazem vivenciar cada rua, cada prédio e cada obra de arte citada. Caminhamos a passos lentos pelas cidades de Florença e Veneza, por suas praças, pontes, "passagens secretas", museus e igrejas. Visualizamos cada quadro da incrível Galleria degli Uffizi, cada particularidade da famosa Ponte Vecchio, cada réplica na Piazza della Signoria.

Quando as surpresas arquitetônicas parecem ter acabado, viajamos para a Turquia, desembarcando na colossal Santa Sofia e temos uma fantástica aula de arquitetura bizantina, com descrições tão perfeitas que facilmente nos transportamos para seu interior, sob sua enorme cúpula ou para as históricas e belas cisternas sob as ruas de Istambul.

Para os leitores que, além de arquitetos como eu, são apaixonados por arte, Inferno é um verdadeiro paraíso para os olhos. Devo admitir que a ação fica em segundo plano nas primeiras 300 páginas e portanto não sei bem mensurar os sentimentos dos que não curtem nem arte, nem arquitetura e nem Dante.

Até um pouco mais da metade do livro eu estava inclinada a dar 4 estrelas pois, apesar de fascinada pelo que lia, entendia que o livro estava na categoria de Ação e Suspense e não fazia jus a ela. E é aí que tudo muda e Dan Brown mostra a que veio. Começam as reviravoltas, descobertas, explicações fabulosas e fantásticas e todas as peças vão se encaixando, uma a uma. Pegamo-nos pensando no iminente problema da superpopulação - e se, de fato, se trata de um problema - e se a ciência está preparada para enfrentá-la da melhor maneira possível.

O autor recebe críticas por utilizar sempre uma mesma fórmula em suas histórias: mocinho que vira vilão, vilão que vira mocinho e descrições detalhadas de obras de arte. Não entendo porque isso causa tanta repercussão, afinal, tal como um estilista, um arquiteto ou um artista, por que um escritor não pode ter sua obra reconhecida pela sua "fórmula"? Ainda por cima, uma fórmula de sucesso certo!

Adoro o modo como a história foi montada, no qual, mesmo contada sempre em 3a pessoa, foca em um personagem a cada capítulo. Adoro o fato de os personagens que aqui vemos terem sempre QI acima da média. Quem não? Sem querer polemizar... mas até gente burra detesta gente burra! E ler os feitios e explanações que só poderiam ter saído de mentes brilhantes é de encher os olhos e fazer valer as 5 estrelas!

Mesmo meu favorito ainda sendo Anjos e Demônios, Inferno é leitura mais que recomendada para quem gosta do estilo. Afinal, Dan Brown é sempre Dan Brown.
Larissa Benevides 19/05/2015minha estante
É sempre bom encontrar alguém que pense como nós!
Sempre digo... Dan Brown é sempre Dan Brown, se puder ler: Leia!


Caroline 01/06/2015minha estante
Pois é, Larissa. Sempre gosto de suas histórias :)))


Henrique 09/07/2015minha estante
Também achei incrível a forma que certas revelações no meio do livro mostram como a história é boa! Dan Brown me surpreendeu mesmo nessa e você está certa, essa é a fórmula dele e é incrível como ela nos prende na história.




João Victor 17/04/2014

Ler ou não Ler
Bem, decidi escrever cinco motivos para ler esse livro, e cinco para não ler.

Para ler

1- Se algum dia alguém chegar a ler A Divina Comédia (de Dante Alighieri) por causa desse livro, ele terá valido a pena.

2- Se por um acaso você estiver de passagem por Florença ou Turquia, esse livro é excelente. (Como um romance, é um excelente guia turístico)

3- Caso você esteja começando a ler, e queira tentar um livro maior, acho esse uma boa pedia (embora existam livros melhores). O livro não oferece dificuldade nenhuma ao leitor (qualquer um que abandona esse livro, o abandona porque ele é chato/ruim mesmo, não porque ele é difícil)

4- Este livro é cheio de bons e maus exemplos de personagens. Por exemplo, Sienna é um personagem extremamente bem construído. Todos os os outros seiscentos personagens da história não.

5- Se você quer ler algo que não te faça pensar, esse livro é excelente. Quase tão bom quanto um programa de TV.

Para não ler

1- O livro, passando por um filtro de parágrafos realmente necessários para a história, não passaria de 150 páginas (ao contrário das pouco mais de 450)

2- Robert Langdon é um dos personagens mais chatos da história da literatura. Ele é mestre em história da arte, dá aulas de uma matéria que não existe. E está sempre recebendo mistérios para que, curiosamente, ele sabe tudo a respeito.

3- O livro misturação ficção e história. "Tá, mas porque isso é ruim", parte das informações históricas estão manipuladas para atender às demandas do livro.

4- Se você ler a tradução em português, vais ter uma linguagem pobre. Se ler em inglês, vai melhorar um pouquinho, mas ainda vai ser uma linguagem pobre. Indicado para qualquer aluno de inglês entre pré-intermediário e intermediário.

5- Dan Brown não deixa você interpretar o livro. Ele entrega a história pronta para você.

Taí, no fim das contas, saiu quase como dez motivos para não ler. hha rs

site: https://resenhaspontojao.wordpress.com/2015/03/05/ler-ou-nao-ler-eis-a-questao-1-inferno-dan-brown/
Rodolfo 25/04/2014minha estante
Já li 4 livros dele. Mas daí cansei da fórmula: Robert Langdon recebe telefonema, viaja, encontra uma parceira gostosa, inteligente e bem sucedida. Corrida contra o tempo, sociedade secreta.... Parei no Código Da Vinci e quando fui ler O símbolo perdido, parei no 1º capítulo. Tipo: já li isso algumas vezes...




Queria Estar Lendo 30/06/2013

Só mais um - Inferno
Resenha: Inferno
Link oficial da resenha: http://migre.me/ffTOW

Em poucos dias finalizei o livro Inferno numa leitura regada a surtos e sustos. Afinal de contas, estamos falando de uma obra escrita pelo senhor Dan Brown, mestre das reviravoltas e de momentos surpreendentes! E afirmo aqui, como grande fã desse escritor, que Inferno foi o seu melhor livro.

Com uma narrativa arrebatadora e uma trama intensa, Dan Brown nos faz mergulhar de cabeça no intrincado poema Inferno, de Dante Alighieri, ao mesmo tempo em que nos apresenta às belezas arquitetônicas de Florença e nos faz correr contra o tempo para acompanhar Robert Langdon nessa sua nova aventura.

Vamos à trama? No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.

- Não importa o que a senhora me diga. Eu não quero ir a Florença.
- Nem eu. Mas, infelizmente, o tempo está se esgotando.

Já deu pra perder o fôlego com essa sinopse, não é? Garanto à vocês que nem eu, como pessoa fascinada pelos livros do Brown que sou (já li Código cinco vezes, e Anjos e Demônios pelo menos sete) que ninguém estava! O retorno de Robert Langdon foi mais que bem orquestrado nessa obra. Há espaço para um grande enigma, para reviravoltas assombrosas e para um final chocante. Além da escrita perturbadoramente incrível com que Dan nos agracia, claro, temos a construção de uma ótima história.

Os lugares mais sombrios do Inferno estão reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral. Para ele, o significado dessas palavras nunca estivera tão claro: Em situação de perigo, não existe pecado maior do que a omissão.

Não dá pra não se afeiçoar aos personagens que nos são apresentados. Eu já tenho lá minha grande crush por Robert, afinal. Conhecemos Sienna Brooks, uma doutora cuja importância na trama é inserida de maneira muito bem pensada. O diretor, dono de uma organização muitíssimo secreta e também essencial para o decorrer da história e outros tantos personagens que aparecem de repente para se mostrarem parte do intrincado enredo de Brown.

Na verdade disse Langdon, abrindo um sorriso de ironia e se encaminhando para a porta -, se você souber onde procurar, Florença é o céu.

Nem preciso dizer que minha vontade de conhecer Florença aumentou consideravelmente, não é? Por favor, Dan Brown cria praticamente um mapa turístico dos pontos que a gente deveria visitar na cidade! Meu tour pela Itália está garantido depois de ler as obras deste homem.

Indico Inferno com todas as forças da minha alma. Dan Brown criou um livro magistral, perfeito em timing e em trama. Já estou com saudades do professor Langdon, e espero sinceramente que suas aventuras pelo mundo dos símbolos, dos mistérios universais e das aventuras empolgantes não pare por ai.

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Gostou da resenha, quer mais? Então acesse o blog 'Só mais um' e venha viver este vício conosco! :)

Esta resenha foi feita por Denise Flaibam, membro do blog 'Só mais um', e a reprodução integral ou parcial da mesma é proibida. Plágio é crime.

Só mais um
http://migre.me/akZTi
comentários(0)comente



Vinícius 09/07/2013

Uma merda
Infelizmente não temos mais um Dan Brown com enredos interessantes. Uma história previsível com um final tosco. Sabe eu cheguei a ler três vezes o final para saber se era aquilo mesmo. É, um final fraco, uma história sem nexo e que nem chama atenção... esperava mais por se tratar de Dante. Acho que Brown precisa mudar seu método de romances polícias, pois já vejo fracasso desde "O símbolo perdido". E também já beira ao maçante.
Por fim, li Inferno totalmente arrastando. Saudades do escritor de "O código da Vinci".
LidoLendo 21/07/2014minha estante
hahahah Vinícius, o escritor é o mesmo, né? Só que a fórmula que ele usa já deu! A fórmula é a mesma em todos os livros, só muda o cenário... acho que ele tinha que sair da zona de conforto e mostrar algo novo pra gente, pq já está ficando bem chato rsrs


FAbio.Nova 24/07/2015minha estante
Achei esse livro o pior de todos dele. Li arrastado. As 200 primeiras páginas Langdon só foge e nem sabe de que ou de quem. O título mais apropriado seria "A FUGA". Sem contar o final tosco.
Dan Brown perdeu o fôlego.




Elmo 22/05/2013

Inferno, de Dan Brown
Dan Brown é sem dúvida um gênio da literatura contemporânea. É indiscutível seu poder de magnetizar massas de leitores e fãs assíduos de todo e qualquer trabalho que ele publique. E em seu novo livro, Inferno, ele consegue mais uma vez criar um thriller de ação inteligente, informativo e crítico.

O novo romance começa de maneira inusitada, com o herói Robert Langdon desmemoriado, em um quarto de hospital e com um grave ferimento na cabeça. A partir desse ponto inicial, ele parte numa jornada vertiginosamente acelerada em busca de descobrir quais mistérios o fizeram ser caçado implacavelmente em meio às ruas de Florença, na Itália.

Não é de hoje que o autor parece manter um desenho básico constante para seus roteiros: o professor de simbologia Robert Langdon se vê repentinamente enfiado até o pescoço em um grande mistério que parece ser vital para o futuro da humanidade e acaba contando com a ajuda de uma mulher (geralmente bela e inteligente). A fórmula aqui é a mesma. Mas não se engane, pois isso não tira nenhum dos méritos do livro e você não lerá mais do mesmo. Dan Brown sabe como poucos variar sobre o mesmo padrão.

Os elementos de roteiro parecem ser os de sempre: uma nova e intricada rede de mistérios e símbolos, reviravoltas e muitas informações históricas e culturais. Olhando friamente, soa repetitivo mesmo. No entanto, o livro se revela uma grata surpresa ao leitor, que será verdadeiramente surpreendido diversas vezes.

Desta vez, a discussão religiosa que o fez alcançar sucesso (em O código da Vinci) é deixada um pouco de lado. O autor se volta agora para temas ligados à tecnologia, ciência e medicina (retomando um pouco o que se via nos seus livros Ponto de Impacto e Fortaleza Digital). O livro apresenta teorias como a de Thomas Malthus e dados estatísticos reais sobre o crescimento populacional para discutir qual é o papel da ciência no controle aparentemente insustentável de superpopulação mundial.

O “vilão” do livro é um fanático pela obra Divina Comédia, de Dante Alighieri. E é sobre a parte conhecida como “Inferno” que ele trama todo o seu plano. As pistas decifradas por Langdon parecem sempre ter ligação com a obra e acabam levando a outras pistas, até o derradeiro final. O poema é citado tantas vezes e é tão bem explorado, que dá até vontade de visitar essa clássica obra da literatura universal. Para quem tiver interesse, basta uma busca na internet (há diversas versões online, pois a obra é de domínio público).

A missão do professor envolve poemas, obras de arte e espaços públicos famosos, em cenas que se desenvolvem principalmente em três países. Os locais reais, bem como a citação de organizações verídicas, como a OMS, levam o leitor a acreditar que aquilo tudo poderia ser verdade. Mais uma vez, Dan Brown embaralha como poucos as fronteiras entre o real e o imaginário.

Os lugares mais sombrios do Inferno são reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral

Para quem é fã do autor, do personagem ou do tema, a leitura é obrigatória.

Dica: leia sempre com algum ponto de acesso à internet por perto (um smartphone cumpre bem a função). Você vai querer constantemente fazer uma busca no Google por imagens dos locais citados e tão bem descritos nas páginas de Inferno.

Sofrimento: o filme baseado no livro O Símbolo Perdido, anterior ao Inferno na série sobre o simbologista Robert Langdon, ainda está em pré-produção e nem o elenco foi escalado (a não ser Tom Hanks). Ou seja: ainda demora um tempão pra uma adaptação de Inferno rolar nos cinemas.

Desejo: ser o Dan Brown quando eu crescer.

post: http://www.fracky.com.br/2013/21/05/inferno-de-dan-brown/
Bruno T. 30/05/2013minha estante
Ainda estou pensando se compro ou não...
Li todos os livros de dan Brown mas só gostei de "O código da vinci" e depois de ler o "Simbolo perdido" (achar fraco), jurei não comprar mais obras do autor, que insiste em escrever sempre o mesmo livro: mocinha inteligente, vilão que parecia amigo, situações irreais.
Vou esperar mais para comprar.




Sueli 21/06/2013

O Vilão Somos Nós!
De repente eu me vi arrastada em uma corrida louca, muito antes do término do primeiro capítulo, deste que foi um dos livros mais aguardados dos últimos meses.
A princípio não temos nenhuma dica sobre o motivo pelo qual o famoso professor Robert Langdon e a jovem médica Sienna Brooks iniciam essa jornada que irá se estender pelas próximas vinte e quatro horas.
Sim, leitor, toda a ação presente se passa em um período de vinte e quatro horas, mais ou menos. Nosso herói, temporariamente desmemoriado, é obrigado a lutar por sua vida e a de sua companheira, tendo perdido a lembrança de fatos que ocorreram nas trinta e seis horas anteriores.
Resenhar um livro que alcançou cem milhões de exemplares vendidos é praticamente suicídio moral! Já pensou desagradar um desses milhões de fãs de Dan Brown? Essa questão esteve presente em grande parte da minha leitura, pois como bióloga eu estava muito incomodada com as imprecisões nos trechos científicos do livro, apesar de estar me divertindo muitíssimo! Mas, Dan Brown é conhecido por seus livros polêmicos que abordam temas controversos, e por suas imprecisões. E, dessa vez não foi diferente! Portanto, resolvi relaxar e o resto, você sabe...
Como de hábito, não darei nenhum spoiler, principalmente porque qualquer comentário mais específico poderia tirar de você a delícia de se ver enganado por esse escritor rápido e criativo. Algumas vezes, fui obrigada a dar um tempo na leitura, e descansar um pouco do seu ritmo frenético, tentando absorver a sua mensagem, que deveria ser um assunto discutido com mais seriedade por todos nós.
A trama é um jogo de espelhos, em que nada é o que parece. Até mesmo o grande vilão, que a meu ver agiu de forma muito mais humanitária que os organismos responsáveis pelo controle populacional de nosso planeta, criando um vírus, que acabou sendo, para mim, a grande surpresa dessa história. E, se você me permite dizer, cheguei ao final desse livro admirando, e desejando que houvesse realmente uma organização transumanista. E, tenho certeza que você também irá me dar razão.
Mais que qualquer outra coisa, é um livro escrito por alguém terrivelmente apaixonado por arte, e que adora provocações, ou descobriu que provocando polêmicas aumenta muitíssimo a venda de seus livros, e ainda tem a chance de ironizar a autora E. L. James. Não precisava, mas foi muito simpático! A gincana que os protagonistas realizam através de Florença, Veneza e Istambul, nos oferece com riqueza de detalhes, um guia turístico dessas cidades. E, é possível vislumbrar os outros produtos, que certamente serão lançados na rasteira de Inferno.
Segundo o próprio autor, a Sony Pictures estaria interessada em filmar Inferno, e há pouco, eu vi que existe uma edição ilustrada de O Código Da Vinci. Portanto, o meu desejo poderá se realizar em um futuro próximo, já que é impossível ler Inferno sem desejar que ele fosse ilustrado. Dan Brown, assim como Marina Fiorato, no livro O Soprador de Vidro, faz com que Veneza nos pareça um dos lugares mais incríveis do mundo.
Antes de terminar, gostaria de elogiar o trabalho de tradução e revisão, que me proporcionou uma leitura sem tropeços, e com apenas dois erros notados por mim, e que relato aqui, mais no intuito de colaboração, do que por crítica. Na página 326, décima sétima linha foi grafado cheio, em vez de cheiro. E, na página 411, na vigésima primeira linha, grafou-se pensando, no lugar de pensado.
No mais, uma capa muito bem elaborada, para esse livro que é garantia de diversão e emoção.
João 21/06/2013minha estante
Depois de ler essa resenha deu uma
vontade imensa de ler o livro..gostei de todos os livros do Dan Brown que ja foram lançados e tenho certeza que vou gostar desse tambem.Parabens pela
resenha Sueli..ficou demais..e que detalhista voce hein..se fosse eu não iria prestar atenção no pensando ssrsrr..depois que eu ler faço mais comentarios aqui blz..abraço


Sueli 21/06/2013minha estante
Vou esperar o seu comentário, João!
Abraço!


toguedes 22/06/2013minha estante
Gostei muitíssimo da sua resenha, notei outros 2 erros bobos. Mas, eu acho que o desfecho do livro deixou um pouco a desejar pelo fato que nos outros livros de Robert, escrito por Dan Brown, tinha um desfecho concreto. Não achei que esse teve, nós ficamos sem saber o futuro do vírus. Achei o enredo muito bom com um final sem solução.


Sueli 22/06/2013minha estante
Oi, toguedes! Obrigada por comentar!
Eu penso que o Dan Brown não poderia prever um final para a humanidade, a partir do momento em que ela foi exposta ao vírus, porque seriam necessárias várias gerações para isso... Ele lançou um patógeno com resultados previstos para os nossos descendentes. E, mesmo assim, para uma pequena parte, não é mesmo?
Eu gostei bastante da mensagem do livro. Enfatiza que a sobrevivência do planeta só depende de como nós iremos nos comportar em relação a ele. De todos os livros que li do Dan Brown, esse foi o mais consistente e lúcido. Apesar de todas as polêmicas e incorreções.
E, eu adoraria ter os seus olhos!rsrsrsrsr Pois, só consegui achar dois errinhos tolos.
Volte sempre, eu adoro conversar!
Abraços!


Silvana Barbosa 22/06/2013minha estante
Oh-oh , só li um livro desse autor (adivinha qual...tão óbvio...) , e gostei muito , mas ainda não tinha animado muito a ler outro . Isto até ler a sua ótima resenha . Fiquei curiosa .


Sueli 23/06/2013minha estante
Acho que você vai se divertir Silvana. Principalmente se for interessada em arte e turismo!
Obrigada pelo comentário!
Beijos!


João 09/08/2013minha estante
Aqui estou eu de novo e agora estamos em pé de igualdade né Sueli visto que agora ja li o livro ssrsr..realmente Sueli a mensagem que o livro passa a respeito das questões humanitarias faz a gente pensar..coloca uma pulga atras da orelha..confesso que eu nunca havia pensado nesse tipo de coisa..o autor sabe mesmo como mexer com temas bem polemicos.




ezyksnosbor 27/05/2013

Turismo e enganações.
O que tem de bom nesse livro é viajar, Dan Brown descreve muito bem os cenários, é realmente muito divertido. Só isso... A história é legal, na verdade é muito fácil se deixar levar, mas com um pouco de atenção você começa a ficar com nojo das artimanhas estúpidas que ele usa para nos prender no livro e de todos as reviravoltas mentirosas que servem para nos surpreender.
Sergio 28/05/2013minha estante
tô lendo e achando basicamente isso ai! já estive em florença e estou curtindo, porém, só quem não quer ver que é muito forçado as situações mirabolantes e repetitivas em seus livros!




Naty 22/05/2013

www.meninadabahia.com.br


PPPPPPP
- Sete pês – disse Sienna. – O que vamos fazer com isso?
Langdon abriu um sorriso tranquilo e ergueu os olhos para encará-la.
- Sugiro que façamos exatamente o que a mensagem nos diz para fazer.
Sienna o fitou, confusa.
- Esses sete pês são... uma mensagem?
- Isso mesmo – respondeu ele sem parar de sorrir. – e, para quem estudou Dante, ela não poderia ser mais clara.
Pág. 235


Uau, que história! Confesso que depois que li O símbolo perdido com aquele final broxante (a história era ótima, empolgante até culminar com aquele final nada original) comecei a ler Inferno com um pouco menos de expectativa. Mas só um pouco, porque se tratando de Dan Brown a expectativa vai lá para cima. E ele não deixa a desejar em Inferno, pelo contrário, quando o leitor pensa que entendeu tudo a história dá uma reviravolta e a expectativa sobe mais ainda: O que será que Dan Brown aprontou dessa vez? Aviso logo, o final foi incrível e bem fundamentado.

Tudo começa com Robert Langdon, famoso professor de Harvard – especialista em simbologia – acordando num hospital. Aparentemente, ele havia levado um tiro de raspão na cabeça e estava internado nesse hospital... em Florença. E o pior, ele nem se lembrava de ter saído de Massachusetts, nos Estados Unidos. De algum modo, o tiro fez com que ele tivesse amnésia. Mas ele nem tinha tempo para tentar recuperar a memória, porque alguém invadiu o hospital e estava tentando matá-lo, novamente. Graças à ajuda da médica de estava cuidando dele, Sienna Brooks, eles conseguiram fugir do hospital e foram para o apartamento dela. Primeiro: O que ele foi fazer na Itália? Segundo: Quem estava tentando matá-lo? Terceiro: E por quê?

Como a amnésia não o ajudava em nada, ele precisava juntar tudo que a Drª Sienna se lembrava desde que ele chegou ao hospital e reunir com as informações que ele tinha à mão, incluindo um estranho artefato que estava costurado no seu casaco.

Paralelamente, duas organizações estão em busca do professor Langdon, cada uma com seus próprios motivos, mas todas envolvidas pelo mesmo mistério, que Langdon precisa desvendar rapidamente; começando por Dante e seu inferno. As descrições sobre o Inferno (Divina Comédia) são tão exultantes quanto de O inferno de Gabriel, de Sylvain Reynard, sendo que esse último é um relato mais apaixonado, enquanto o de Dan Brown tem um tom mais científico.

Inferno, de Dan Brown (Arqueiro, 448 páginas, R$ 39,90), como já sugere o próprio título, tem como tema a visão do Inferno por Dante Alighieri. E isso inclui detalhes do famoso livro, como outras obras correlacionadas, a exemplo do Mapa do Inferno de Botticelli e da Sinfonia Dante de Liszt. Mas não só isso, através da busca de Langdon e Sienna, viajamos por Florença, Veneza e até Istambul, conhecendo mais sobre cada cidade, incluindo a famosa família Médici.

Uma das coisas que adoro em Dan Brown é sua capacidade de pesquisa e interligar coisas que à princípio não fazem sentido para um leigo. Ele é brilhante! Sua descrição dos objetos, dos locais, inserindo fatos reais à ficção é como uma bela aula de história, e é tão vívido que a aula parece ao vivo. Engraçado, quando fui para Itália e conheci Florença eu pensei: Se tem uma cidade que não faço questão de retornar é essa. Mas, agora, ver Florença pela escrita de Brown, fez com que a cidade tivesse outro brilho e quero poder retornar a ela para ver a belíssima e enigmática cidade que Robert Langdon tão bem conheceu. Quando Langdon vai para Veneza, ele cita: "Poucas experiências venezianas eram mais prazerosas do que embarcar no Vaporetto 1, de preferência à noite, e sentar-se na proa para sentir o vento bater no rosto enquanto as catedrais e os palazzos iluminados desfilavam à sua volta." (pág. 287). E nossa, realmente foi é assim. Cheguei em Veneza no dia do Carnavale, à noite, desci as escadas da Estação Santa Lucia e Veneza me recebeu com neve e amor... Veneza é tão impressionante, que levamos um choque à primeira vista. Através de Langdon me vi novamente nessa cidade deslumbrante.

Quando se passa a conhecer um pouco mais da história, tudo muda de sentido. Achava “bonitinho” os moradores e turistas usarem máscaras no carnaval, principalmente a máscara bicuda e lendo Inferno, descobri que essa máscara foi inspirada na “máscara da peste” (os médicos usavam uma máscara similar, com nariz pontudo, para evitar respirar próximo ao paciente moribundo). Dan Brown descreve até o cheiro de Veneza, e é tudo tão realista que o leitor se sente lá.

Adorei passear pela Itália com o famoso professor Langdon e saber mais sobre esse país tão rico de cultura e arquitetura, sobretudo, adorei ir juntando as peças para desvendar todo o mistério e descobrir o que Dante e Inferno tinham a ver com o mundo que conhecemos hoje. Adorei toda a ação da história e o suspense de não saber como alguma coisa em específica iria acabar ou como os personagens iriam se safar dessa vez. Outro fato marcante é como ele aliou toda essa parte histórica com alta tecnologia e até com questões ambientais como demanda por água potável, esgotamento de recursos oceânicos, desmatamento, concentração de gás carbônico...

O enredo é pesado e até desconfortante se você perceber que tudo à que ele se refere tem sentido, mas Dan Brown é um exímio contador de histórias (ele te faz querer ter vontade de visitar museus e observar detalhes das obras, uma espécie de “Inferno Experience” rs) e não tem como não se envolver com a história e mergulhar na leitura.



Série Robert Langdon:
1. Anjos e demônios
2. O códido da Vinci
3. O símbolo perdido
4. Inferno
Bruno T. 30/05/2013minha estante
Ainda estou pensando se compro ou não...
Li todos os livros de dan Brown mas só gostei de "O código da vinci" e depois de ler o "Simbolo perdido" (achar fraco), jurei não comprar mais obras do autor, que insiste em escrever sempre o mesmo livro: mocinha inteligente, vilão que parecia amigo, situações irreais.
Vou esperar mais para comprar.


Naty 30/05/2013minha estante
Hehe, vc tá certo Bruno, as características se mostram nesse tb: mocinha inteligente, vilão amigo, situações irreais, mas diferente de Símbolo Perdido (detestei o final desse livro), nesse tudo é explicado e até plausível. E o livro empolga.


Wellington 01/09/2013minha estante
Pra mim
1. Ponto de Impacto;
2. Anjos e Demônios;
3. Fortaleza Digital;
4. O Código Da Vinci;

O símbolo perdido não li e Inferno estou lendo




Bruno 07/06/2013

Não só um best-seller: uma reflexão sobre os caminhos que toma a humanidade.
Inferno segue a dinâmica usual de Dan Brown: simbologia, história, capítulos curtos, leitura intuitiva e enredos paralelos que são cheios de idas e vindas.

A tríade mocinho, mocinha e vilão (todos com Q.I. acima da média) também se faz presente.

Inspirado pela obra "a Divina Comédia" de Dante Alighieri um cientista pretende criar a seu modo o inferno na terra (ou evitar que ele aconteça...) propondo um "renascimento" ao ser humano que atualmente caminha para a destruição de sua própria espécie e de tudo ao seu redor.

Para descobrir as reais intenções deste cientista e evitar os reflexos de uma potencial catástrofe, Robert Langdon é convocado e utiliza seus conhecimentos para resolver enigmas, interpretar símbolos e salvar o dia ao lado de Sienna (o "par" de Langdon nesta história, dotada de uma inteligência ímpar).

A viagem cultural proporcionada pela leitura torna Inferno quase um guia turístico (cidades como Florença, Veneza e Istambul e seus patrimônios culturais são destrinchados minuciosamente - Fica difícil conter a curiosidade e não apelar ao "Google" para conhecer as referências dos locais e objetos apresentados).

Os personagens foram bem trabalhados e em dados momentos da narrativa não se sabe quem está do lado do bem ou do mal: as reais intenções dos envolvidos viram mistério em um terreno de muitas reviravoltas.

A par desta breve síntese o que mais toca em inferno são as reflexões proporcionadas acerca do futuro da humanidade: os caminhos que estamos tomando, o crescimento populacional desenfreado e a escassez de recursos a suportar esta bomba-relógio, a negação e a conveniência nossa e de nossos representantes em não atentar a este quadro (deixando de lado o amanhã das próximas gerações) bem como a ineficácia dos meios atualmente empregados a conter esta pandemia.

No fim a sensação que fica é a que de que nem todo bandido é pura má-intenção e de que o inferno é cheio de boas intenções...

Leitura recomendada.
Rafa P. 07/06/2013minha estante
Bruno que resenha perfeita , vc escreve muito bem. Parabéns.
Achei engraçado você citar que em alguns momentos teve que conter a curiosidade e não apelar pelo Google, por que eu senti essa mesma necessidade nas leituras anteriores de Dan Brown, acredito que isso ocorra devido aos cenários complexos, a quantidade excessiva de informações e as muitas referências citadas por ele no decorrer na história, que acabou se tornando marca registrada do estilo de narrativa do autor.

Depois de ler seu texto, fiquei extremamente ansiosa para essa leitura, principalmente por abordar e se inspirar na obra Divina Comédia, que é um livro muito interessante e que apresenta inúmeras reflexões sobre a humanidade.
E dadas as experiências anteriores, tenho certeza que o autor continuou com a qualidade apresentada em seus livros passados.

Obs: Adoro livros que me ganham nas últimas 100 páginas, kkkkkkk.



Bruno 07/06/2013minha estante
Olá Rafaela. Que bom que curtiu. Obrigado.

Pelo seu gosto literário acho que vai apreciar bastante esta leitura.

Abraços.




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Fábio Pinho 25/06/2013minha estante
Concordo com você.




Arutoo 02/01/2014

Não é o melhor livro dele, algumas palavras saem meio repetidas, e todo mundo que lê Dan Brown sabe como os livros dele funcionam. Mesmo assim eu adorei o livro! Por mais que o jeito da história se desenrolar seja igual ao dos outros livros dele, esse me prendeu e me fez ler 160 páginas em praticamente um dia. A narrativa é "a mesma", mas a história prende e da aquela ansiedade absurda de saber o que vai acontecer.
comentários(0)comente



Leonardo Stürmer 03/12/2013

A não evolução de Dan Brown
Todo mundo já teve ter ouvido falar em Dan Brown, o autor dos livros O Código Da Vinci e Anjos e Demônios. Os livros dele geralmente são best-sellers, principalmente quando o personagem principal é o conhecido Robert Langdon, que nos cinemas foi interpretado por Tom Hanks.

Pois bem, quem já leu todos os livros de Dan sabe que ele não muda nada de um livro para outro. Quando eu fui ler O Símbolo Perdido eu estava esperando um livro totalmente emocionante, com um enredo jamais visto. E o que aconteceu? O livro é uma versão de O Código Da Vinci que se passa nos Estados Unidos. E com Inferno foi a mesma coisa, mas dessa vez se passando em Florença. Inferno tem um início emocionante, pois Robert não se lembra de nada que aconteceu nas últimas horas. E só, o resto é pura enrolação.

Continua no meu blog!

site: http://serelepesaltitante.wordpress.com/2013/09/27/a-nao-evolucao-de-dan-brown/
Natã 03/12/2013minha estante
né??


Leonardo Stürmer 04/12/2013minha estante
Natã, não entendi seu "né??" hahahaha


Natã 05/12/2013minha estante
eu concordei com você,
"Como teve gente que não percebeu isso, NÉ??"
entendeu???


Leonardo Stürmer 05/12/2013minha estante
Ahh sim! Hahahahaha




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Maurício Coelho 16/05/2013minha estante
Isso se chama modus operantis


AndréF 16/05/2013minha estante
Então cara, faz o seguinte: avalie o livro somente se, "talvez um dia", você retomar a leitura. Porque 100 páginas é pouco pra dizer que ele é 1 estrela. Só uma dica ;)


Lucas Henrique 26/05/2013minha estante
Olha, não vou criticar a sua opinião, porque odeio quando fazem isso comigo. Mas, pensa bem: que os livros do Dan Brown são bem repetitivos e seguem uma fórmula, todo mundo já sabe. E, talvez, ele seja "um escritor de merda" como você diz, já que ele não se renova.
Mas, a partir disso, me responda uma coisa: se a fórmula ainda funciona e faz sucesso, por que mudar a receita?


Bruno T. 30/05/2013minha estante
Ainda estou pensando se compro ou não...
Li todos os livros de dan Brown mas só gostei de "O código da Vinci" e depois de ler o "Simbolo perdido" (e achar fraco), jurei não comprar mais obras do autor, que insiste em escrever sempre o mesmo livro: mocinha inteligente, vilão que parecia amigo, situações irreais.
Vou esperar mais para comprar.


Leonardo Drozino 08/06/2013minha estante
Eu terminei de ler o livro, e continua sendo uma estrela. Segue a mesma fórmula dos anteriores, e o Robert continua caindo na mesma coisa. Tanto buzz em cima de um livro comum, com um enredo fraco, mal costurado e pouco desenvolvido.




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