É Melhor Não Saber

É Melhor Não Saber Chevy Stevens




Resenhas - É melhor não saber


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Ju Oliveira 06/03/2013

De tirar o fôlego!
Quando fiquei sabendo que a Editora Arqueiro iria lançar um novo livro da autora Chevy Stevens, fiquei eufórica. Ao ler seu primeiro livro “Identidade Roubada” fiquei encantada com a escrita da autora. E imediatamente solicitei “É melhor não saber” para ler. Tinha certeza que não iria me decepcionar. Dito e feito! A história não só me arrebatou como também me causou diversos sentimentos contraditórios.

Sara está de casamento marcado com o adorável Evans. Ela vive feliz com sua filha Ally de 6 anos, convive tranquilamente com sua família adotiva, apesar dos diversos desentendimentos que tem com seu pai e a irmã caçula Melanie. Mas no fundo, sente que falta algo em sua vida. Tudo o que ela sempre quis saber foi suas verdadeiras origens. Quem são seus pais biológicos.

Sara decide então contratar um detetive particular. Mal sabe ela que ao fazer isso, daria início a um verdadeiro inferno em sua vida. Rapidamente o detetive descobre que Sara é filha de Julia, uma professora universitária que agora vive com uma nova identidade, pois ela é a única vítima sobrevivente do “Assassino do Acampamento“.

Sara fica em estado de choque ao descobrir sua verdadeira origem. Ela é fruto de um estupro e filha de um famoso serial killer. Ao procurar por Julia, sua mãe biológica, ela é tratada com muita hostilidade e até um certo nojo. Sua vida está desabando.

Pra piorar sua situação, não se sabe como, mas essa história toda foi parar na internet e agora todos sabem sua história e seu endereço. Com o assédio da imprensa, ela nega tudo e em alguns dias tudo parece mais calmo. Até o dia em que Sara recebe um telefonema de um homem chamado John e se dizendo ser seu pai. No começo ela pensou se tratar de um trote, mas quando percebeu que o homem realmente era o “Assassino do Acampamento”, o pânico tomou conta. Sara ficou muito assustada e amendrontada.

Contou tudo à policia e agoram juntos, bolavam um plano para finalmente capturar o assassino.

As ligações eram frequentes e cada vez mais John queria saber coisas banais da vida de Sara. Qual sua cor preferida, que tipo de filme gostava… ele se sentia feliz em saber que tinha uma filha e extremamente irritado por não ter sabido disso até agora.

Com tantas ligações e tantas perguntas, Sara ficou cansada e cada vez mais amendrontada de tudo aquilo e resolveu que não iria mais atender os telefonemas de John. Extremamente irritado por ser contrariado, John ameaçou matar mais alguém, caso Sara se recusasse a falar com ele. John dizia que somente Sara era capaz de ajudá-lo. Ele queria se redimir e somente com a ajuda da filha isso seria possível…

Que história fantástica!!! Daquelas de literalmente perder o fôlego. A situação de Sara é tão impensável, impossível de se imaginar no lugar dela, sendo filha de um serial killer. O que mais a deixa enojada e apavorada, é perceber, depois da várias conversas com John, como ela é parecida com ele. O medo que ela sente, de ele chegar a descobrir que tem uma neta é tanto que chega a doer.

O mais contraditória nisso tudo é saber que apesar de John ser um assassino cruel, ele tem um lado humano e até sensível. Ele quer agradar Sara, quer que ela goste dele, mas ao mesmo tempo não suporta ser contrariado, mesmo por ela. Nunca imaginei que fosse me sensibilizar com um assassino. Só quem ler vai entender o que estou tentando explicar. É uma mistura de sentimentos muito intensa. É uma leitura que definitivamente vale a pena. Mais um para minha lista de Favoritos e para a lista de indicações aos amigos. Super recomendo!

Mais resenhas: http://juoliveira.com/cantinho
Valéria 07/03/2013minha estante
Oi tudo bem. Estou louca para ler este livro também...


Gio 30/04/2013minha estante
eu tb quero muito comprar esse livro, nao vejo a hora!!




Virgílio César 20/08/2014

Diferente de quase todos aqui no Skoob, achei o livro sensacional. Suspense do início ao fim. Em algumas páginas tornou-se repetitivo, mas em nenhum momento foi um livro chato.

Não consigo entender porque a maioria das pessoas, principalmente as mulheres, fazem resenhas quilométricas repetindo toda a sinopse do livro. Isto já lemos no topo do site. É um saco ler a cada resenha a sinopse novamente. Por isso, na maioria das vezes, leio apenas as resenhas com pouco texto.
Silvana 02/04/2015minha estante
Virgílio, esse livro realmente é muito bom! Gostei bastante, assim como o outro livro dessa escritora "Identidade Roubada". Ela sabe prende a atenção do leitor e a estória flui sem ficar cansativa. Penso de forma igual a respeito das resenhas...fujo das longas...O que eu realmente busco numa resenha é a opinião do leitor acerca daquele livro, o que achou, a sua impressão...o seu entusiasmo, se gostou ou não...só isso já basta.


Silvana 22/10/2015minha estante
ops..Ela sabe prender a atenção...rsrs




Marcelly.Oliveira 25/10/2020

De tirar o fôlego!!!
Acho, ou melhor, tenho certeza de que esse livro contém o tipo de história que te deixa presa e te faz desejar nunca acabar de tão bom que é. O mistério e o suspense que o envolve, a forma como Sara lida com a relação conflituosa com a família adotiva, o seu relacionamento prazeroso com o noivo e a filha e as consultas com a psiquiatra só deixa tudo mais instigante, te fazendo desejar mais.

Descobrir que seu pai é um serial killer e ainda por cima ter toda essa situação espalhada aos quatro cantos do dia pra noite não é para pessoas fracas e Sara, com o perdão da palavra, por vezes a achei muito manipulável ? embora ainda não tenha um diagnóstico com precisão disso, mas suponho que seja por falta da atenção paterna que você não teve na infância.

No entanto, isso não atrapalha em nada o andamento do livro, mas sim o deixa muito mais interessante. Obviamente que eu suspeitava da pessoa certa, mas John também não era flor que se cheirasse e não me senti frustrada por eles não terem tido muito contato ao vivo, pelo contrário; fiquei extremamente aliviada por isso não ter acontecido, afinal o que ele poderia fazer? Tudo bem que durante a leitura entendemos do porquê ele querer salvá-la, mas como acreditar em uma pessoa que possui ações duvidosas?

No mais, indico esse livro para quem espera por uma reviravolta de tirar o fôlego, muito mistério, ação e drama. Com certeza é o tipo de livro que eu leria milhares de vezes só para sentir a adrenalina correr por todo meu sangue.
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naniedias 15/03/2013

É Melhor Não Saber, de Chevy Stevens
Arqueiro - 317 páginas
Às vezes, a ignorância pode ser uma benção.


Título: É Melhor Não Saber
Título Original: Never Knowing
Autora: Chevy Stevens
Tradutor: Maria Clara de Biase
Editora: Arqueiro
ISBN: 978-85-8041-121-8
Ano da Edição: 2013
Ano Original de Lançamento: 2011
Nº de Páginas: 317
Comprar Online: Saraiva


Sinopse:
Sara Gallagher cresceu em uma família adotiva. A mãe sempre foi muito carinhosa, mas ela sentia que depois do nascimento de suas duas irmãs mais novas (filhas biológicas do casal que a criou) seu pai havia se afastado e nunca a tratara como às outras meninas.
Assim, Sara sempre desejou encontrar sua família, conhecer suas origens.

Já havia tentado em alguns momentos do passado, mas sempre com muito cuidado para não machucar sua mãe de criação, que poderia ficar chateada e não entender os motivos dela.

Dessa vez, Sara consegue encontrar sua mãe biológica, mas as coisas não saem da maneira como ela sempre imaginou. Sua mãe esconde alguma coisa.

Mal sabe Sara que era melhor não saber... conhecer o seu passado irá transformar completamente a sua vida e ela se verá envolvida até mesmo em uma investigação policial, na qual sua participação será fundamental para capturar um perigoso assassino.


O que eu achei do livro:
Muito bom!

Como já é de praxe, a sinopse da Arqueiro entrega algo que eu penso que não deveria ser falado. Mas ao mesmo tempo, eu entendo que isso esteja ali... afinal de contas, é algo que é revelado logo no início e o livro inteiro gira em torno desse fato.
Mas eu simplesmente achei o máximo ler o livro não sabendo desse detalhe. Foi um susto (um do tipo muito agradável) descobrir tal informação.
Então, eu não recomendo que você leia a sinopse... mas certamente isso que eu chamo de detalhe estará escancarado em qualquer lugar que fale desse livro. Confesso que, nesse momento, enquanto ainda estou escrevendo a resenha, não faço muita ideia de como falar desse livro sem mencionar esse fato. Espero conseguir, entretanto.

Não é o primeiro livro que leio da autora, felizmente já tive a oportunidade de ler Identidade Roubada, que tem uma história muito intensa e bastante envolvente. E agora foi a vez de me envolver com É Melhor Não Saber, outro maravilhoso livro da mesma escritora.
A autora fez algo bem bacana com seu livro: dividiu em capítulos! Ah, é... dividir em capítulos é normal... mas a forma como ela fez cada capítulo é que foi bacana - Chevy Stevens fez de cada parte uma sessão da protagonista com sua psiquiatra.
A protagonista narra a sua história em vinte e quatro sessões, onde ela conta tudo o que aconteceu para sua médica, que sempre é capaz de ajudá-la.

Sara não procura ajuda médica quando essa história começa. Não, ela já tem todo um relacionamento construído em função de traumas do passada - que são explicados, brevemente, durante a trama. E isso só faz com que a personagem narre os acontecimentos de forma bastante intimista. É bem gostoso acompanhar a história dessa mulher!
Eu me senti muito perto dela e me envolvi demais na trama, de forma que aproveitei cada mínimo acontecimento e desdobramento de um enredo tão bem montado.

A narrativa de Chevy Stevens, na voz ativa de Sara, é uma delícia! Como já mencionei, a autora narra a história de uma forma bastante intimista, que aproxima mesmo o leitor dos acontecimentos e o faz mergulhar de cabeça na trama. A leitura é super rápida e, embora os capítulos não sejam curtos, é quase impossível resistir a ler "só mais um capítulo".

Uma coisa que me impressionou demais foi todo o trabalho de desenvolvimento dos personagens. Para mim livro bom tem que ter personagens bons. O que é um personagem bom? É aquele que tem um passado, cujas atitudes do presente condizem não apenas com tal passado, mas também com sua personalidade, que precisa ser bem definida e bem delineada - mesmo que seja um personagem secundário.
E nesse livro isso acontece! Não é apenas Sara que é bem construída, mas também todos aqueles que a cercam e que contribuem de alguma forma para a construção dessa história.

Como um bom thriller, o livro é recheado de mistérios. Mas não pense que tudo se resolverá no final - essa é a melhor parte! Logo no início a autora já revela algo bem grande e depois consegue revelar apenas o suficiente para que o leitor fique tão fissurado na trama que não consiga largar o livro de lado enquanto não lê a conclusão da saga de Sara.
Achei genial a forma como Chevy Stevens misturou problemas psicológicos, com investigação policial e traumas familiares, sem deixar nenhum dos três pontos pouco explorados.

A capa do livro é extremamente bonita (muito mais bela do que a americana), entretanto guarda uma semelhança com sua prima estrangeira: ambas são completamente desconectadas da história. Não sei como foi possível tal prodígio, mas é verdade. A capa não tem muito a ver com o livro - ao menos, eu acho que ela fica bem distante - e pode acabar atraindo o tipo errado de público. Esse não é um livro para adolescentes, não é um romance, é um livro policial, um thriller, um livro mais sério e sombrio.
Claro que essa é só a minha opinião e sei que muita gente pode não só gostar da capa (eu gosto muito dessa capa porque, apesar de não se encaixar muito na história, ela é linda!) mas também achá-la muito adequada.

O que realmente me desagradou no livro foi um pequeno detalhe pertinente à parte de tradução/revisão. Em português, o discurso direto é marcado por "parágrafo e travessão" - o que não é igual em inglês, onde o discurso direto é marcado apenas pelo uso de aspas. Assim sendo, esse é um ponto que tem que ser mexido em todas as falas de livros traduzidos - colocando parágrafo e travessão.
Só que nesse livro isso não aconteceu em vários momentos! Foi uma mistura entre falas de personagens e narrativa da protagonista que realmente me irritou e até chegou a atrapalhar em alguns momentos - porque eu tinha que reler o trecho de forma a entender que não era o personagem que estava falando, mas sim um retorno para a narrativa.
Ponto negativo para a Arqueiro que costuma ter livros impecáveis nesse quesito. Não é algo que impossibilite a leitura, mas é o suficiente para torná-la um pouco menos agradável.

O livro é capaz de surpreender, mas para mim a maior surpresa mesmo foi aquela que a sinopse conta (até por isso, estou dizendo: não leia a sinopse! Basta saber que Sara está procurando suas origens e que descobri-las irá envolvê-la em uma importante investigação policial). O final é muito bom, mas um tanto previsível (eu realmente já tinha conseguido imaginar aquilo e achei que a história estava se encaminhando exatamente para esse lugar).
Não que isso tire completamente o brilho da história, porém, acaba por tornar este um livro normal. Normal, mas ainda assim muito bom! Vale a pena embarcar nessa trama e se deliciar com a narrativa de Sara.


Nota: 8


Leia mais resenhas no blog Nanie's World: www.naniesworld.com
naniedias 31/05/2013minha estante
Camila, sim, o fato é revelado logo no início e por esse motivo a editora colocou na sinopse. Ainda assim, entretanto, a experiência de descobrir isso enquanto realiza a leitura é algo maravilhoso! hahahaha Eu, ao menos, gostei demais :)
Espero que curta o livro até o fim - eu gostei bastante!




Aione 11/03/2013

Estava ansiosa pela leitura de É Melhor Não Saber desde que descobri sobre seu lançamento. Por ter lido IdentidadeRoubada, certamente me senti curiosa para ler outra obra de Chevy Stevens.
Desde as primeiras páginas, só o que eu conseguia pensar era no quanto estava feliz por voltar a ler um livro que me envolvesse por completo, que me deixasse ansiosa por suas próximas páginas e que não me deixasse com vontade de parar de lê-lo. Depois de um mês, praticamente, de bons livros, mas que, na maioria, não me proporcionaram necessariamente tão boas leituras, eu estava precisando de algo como É Melhor Não Saber.
O primeiro comentário que faço é que agradeço à minha mania de não ler sinopses por não ter lido a desse livro previamente. A sinopse que coloquei nesse post foi feita por mim, então não coloquei os pontos que me causaram surpresa durante a leitura. Na verdade, os fatos nela presente realmente são o ponto de partida da história; contudo, para mim, foi uma surpresa descobri-los aos poucos, até porque a autora não entrega tudo logo de início, ela faz um mistério ao redor deles. Caso eu tivesse lido a sinopse, teria perdido a surpresa das praticamente 100 primeiras páginas. Recomendo, portanto, que a sinopse não seja lida para a história ser impactante desde o começo.
A narrativa utilizada pela autora tem a mesma estrutura de Identidade Roubada: dá-se por meio de sessões de Sara, a protagonista, com sua psiquiatra, instrumento para que a história chegue ao leitor. Assim, em primeira pessoa, conhecemos não apenas os acontecimentos do enredo como também todos os sentimentos e pensamentos que acompanham Sara por todo o livro.
O diferencial dos livros de Chevy Stevens, em minha opinião, é a abordagem psicológica neles presentes. A autora vai a fundo para explorar suas personagens, e a própria maneira de como a história afeta o leitor é de uma maneira psicológica: Chevy Stevens cria sua narrativa de maneira a se assemelhar aos sentimentos das personagens e, talvez por isso, seus livros impactem tanto o leitor. Em Identidade Roubada, me sentia perturbada ao mesmo tempo em que sentia uma ânsia imensa em continuar a leitura, e tais sentimentos eram tão contraditórios entre si como os da própria personagem em seu cativeiro. Agora, minha perturbação ocorreu em outro nível e de outra maneira, mas novamente foi se assemelhando aos da protagonista da história. Me sentia ansiosa, me sentia tensa, queria que aquela situação angustiante fosse logo resolvida.
Aliada a sua ótima narrativa, temos, também, uma história bem desenvolvida, que consegue dosar a pressão psicológica com a investigação policial. A questão na história não é apenas que os conflitos sejam finalizados para trazer a paz novamente à personagem, mas há também o suspense para compreender alguns dos pontos em aberto nela, e foram esses os responsáveis por minha curiosidade ter sido atiçada.
O ponto negativo do livro não chega a ser um defeito seu, mas uma consequência de não ter sido meu primeiro contato com uma obra da autora. Ela, como a maioria dos autores, tem seu padrão de desenvolvimento da história e, por isso, eu já estava preparada para parte dos acontecimentos, eu já esperava por eles, ainda que não soubesse exatamente como eles aconteceriam. Dessa maneira, É Melhor Não Saber me surpreendeu muito menos do que Identidade Roubada, além de não ter conseguido me perturbar tanto quanto o primeiro.
De qualquer forma, o livro é excelente e foi suficiente para me fazer ter certeza de que lerei qualquer obra da autora publicada por aqui. Chevy Stevens é excelente como autora de thrillers psicológicos e policiais, e seus livros são um prato cheio, não apenas para os admiradores do gênero, mas para todos que desejam dar uma chance as suas obras.
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Pandora 28/02/2015minha estante
Lulu sempre atenta!


Lu 28/02/2015minha estante
Atenta ate demais!!!




L 24/06/2013

Ótimo livro de suspense, com direito a reviravolta perto do final.

A protagonista é adotada e sempre teve curiosidade de saber sobre seus pais biológicos. Mas... às vezes é melhor nem saber, né? rs

Bom, ela descobre quem é a mãe, mas percebe que a mulher tem medo dela. E então começa a entender o por quê: a mãe é a única sobrevivente do assassino do acampamento, um serial killer que estupra as vítimas antes de matá-las.

Imagina descobrir que seu pai é um psicopata assassino? E esse é só o começo do livro... Papai fica sabendo da existência da filhinha querida e adivinhem? Quer manter contato!!! E aí começa a caçada ao assassino.

Muito bom! Difícil é parar de ler!
Silvana Barbosa 24/07/2013minha estante
Uau , fiquei curiosa graças a sua resenha !




Pamela V 14/10/2013

Decepcionante
Uma outra versão do anterior.
É decepcionante, tem muita enrolação, é uma leitura excruciante.
Sou fã de suspense, investigação policial e por isso uma boa estória tem que ter os fatos entrelaçados corretamente, apesar de ser ficção.

Fatos interessantes: Entre os americanos adultos, 38 milhões apresentam pelo menos um tipo de Transtorno de Personalidade, o que
corresponde a 14,79% da população.
5% tem perfil psicopatológico.

Sara é adotada, melindrosa, suscetível a tudo, é auto-depreciativa e parece não ter qualidades. É irritante de uma certa maneira.
Só sabe falar: "Ai eu fiquei meu torturando, eu entrei em depressão, eu me senti mal, eu me senti péssima, me senti culpada"...
É tonta, não se irrita com ninguém, não briga fisicamente nem verbalmente com ninguém, guarda todas as mágoas, raiva e
sofreu muito durante a infância por causa do pai.

A personalidade dela entra em contradição várias vezes. Diz que não sabe guardar segredo, mas nunca contou para a família o que o pai
fazia com ela. Diz que não sabe controlar a raiva , mas foi isso que fez a vida toda. Exceto em uma ocasião.
Ela abaixa a cabeça para os pedidos da família e briga com Evan o tempo todo, uma das únicas pessoas que a ama.

Eu não gostei de (quase) ninguém e dá vontade de esganar todo mundo.

Lauren apesar de ser boa, evita conflito, mas tem um ar de falsidade.
A mãe adotiva é polpada de tudo, por estar doente vive no mundo da Alice no país das maravilhas.
O pai adotivo quando suas duas filhas legítimas nasceram, ele começou a mostrar uma aversão a Sara, a rejeitando de todas as formas.
A Melanie é a vadia cliché, a garota acéfala, cretina, metida, invejosa, irascível, mimada, que no colégio faz bullying com
todo mundo e principalmente com aquelas garotas que não reagem, não brigam como a Sara.
Quando ela descobre que seu pai biológico é um serial killer - que há 33 anos inacreditavelmente nunca foi pego - a sua vida piora.

A investigação que se inicia é ridícula desde o começo, é de uma incompetência astronômica e obtusa.
Sara cria uma amizade desnecessária com Bill, confia cegamente nele, ele é sempre gentil e não se exalta e tem um conflito com Sandy.
Sandy a pressiona muito, ela a todo o momento manipula Sara e insinua que a responsabilidade de pegar o assassino é TODA dela.
Após um tempo você percebe que tem alguma coisa errada na investigação e não precisa ser um gênio para saber.

Se Julia Laroche tivesse falado aquilo para mim, para 'tentar' me convencer de ajudar a policia novamente, eu tinha dado no mínimo,
um soco na cara dela.
Ela e ninguém tem o direito de dizer o que você pode ou não ter na vida.

Eu entendi porque deu para sentir uma dó de John. Quando Sara finalmente o encontra, conversa com ele por 5 min, em 2 páginas toda
a situação de 33 anos é resolvida de uma maneira inimaginável e pesada vindo de Sara.
Chevy não teve criatividade para fazer os dois conversarem. Também entendi porque falaram diálogo deles não foi bem explorado.

SPOILER

Foi feito uma exame de DNA e foi comprovado que Sara é filha dele e a noticia foi dada.
A parte que ela começa a receber as ligações dele é ainda mais ridícula.
Após isso a policia grampeia os telefones, muitas informações foram adquiridas, e ainda assim NADA.
Eles teriam que a estar instruindo sobre o que falar desde o começo.
A policia nunca consegue saber com exatidão onde ele está, as ligações duram mais de 1 minuto o que é tempo o suficiente. Cadê o FBI? rs

Se guiar pelo livro 'A arte da guerra'contra um serial killer? O livro também fala sobre espiões.
John mata para acabar com a enxaqueca? WTF?
Sara é manipulada descaradamente por John, os policiais, Melanie e nega que isso acontece.

Então você começa a pensar, que John tem um cúmplice ou ele está infiltrado na policia, por isso ele nunca é pego. Certo? Não.
Por duas vezes ela tenta se encontrar com John, mas ele não aparece.
Seu noivo Evan leva um tiro e de tudo o que está acontecendo nem tudo é culpa de John.

Na terceira tentativa, com uma ameaça cliché, Sara vai até John, ele está com Ally e a policia não sabe de nada. Após aquele jogo de gato e rato.
Sara resolve tudo e faz o trabalho da polícia.
Eu já tinha desconfiado de Bill, mas não dessa maneira.
E tudo acaba bem, a estória iniciou com um noivado e terminou do mesmo jeito porque eles ainda não casaram.

Mariana 26/01/2014minha estante
Que livro chatoooo e com personagens mais chatos ainda!!


Ed 13/06/2014minha estante
AHAuahUAh Esse livro é ruim demais. Não tava aguentando me arrastar na leitura diante de tanta incompetência.




Nanáh Zoti 23/07/2013

Caixa de Pândora!
No início de Abril minha amiga descobriu essa obra de arte e fez uma sugestão, ele seria nossa meta de leitura para as férias. A sinopse me fez uma pessoa extremamente curiosa e cheia de receios, tudo ao mesmo tempo e g-zuisssss, eu não estava errada!

Sara Gallagher nunca sentiu que pertencesse de verdade à sua família de criação. Embora sua mãe seja amorosa e gentil e ela se dê bem com sua irmã Lauren, a relação com o pai e a irmã caçula, Melanie, sempre foi complicada. Às vésperas de se casar, Sara decide que está pronta para investigar o passado e descobrir suas origens. Mas a verdade é muito mais aterrorizante do que ela poderia imaginar. Sara é fruto de um estupro, filha do Assassino do Acampamento, um famoso serial killer. Toda a sua paz acaba quando essa história é divulgada na internet e o pai que ela anteriormente queria conhecer resolve entrar em sua vida de forma avassaladora. Eufórico com a descoberta de que tem uma filha, John vê nela sua única chance de redenção. E, para criar um vínculo com Sara, ele está disposto a tudo, até a voltar a matar. Ao mesmo tempo, a polícia acredita que essa é sua única chance de prender o assassino e resolve usá-la como isca. Então Sara se vê numa caçada alucinante, lutando para preservar sua vida e a de sua filha.

Sara é o tipo de pessoa obsessiva - palavras dela, não minhas - qualquer ideia que entre na sua mente só sai quando é resolvida. E uma dessas ideias é a vontade de encontrar a família biológica, e é aí que a história começa.
As vésperas do seu casamento decidi ir procurar a mãe e graças á providencia Divina.......... CONSEGUE!! - okay, alguém que têm uma ideia dessas deve demorar anos pra conseguir realizar isso, certo?- Mas nada é como ela esperava. Sua mãe biológica foge dela, está arredia.... E Pq? Oras, porque o pai da menina é um serial killer!!!! - Vamos fazer uma pausa...A originalidade da história chama a atenção de qualquer um, pelo amor!! Quando nós, humildes leitores iriamos nos deparar com uma trama dessas???. - Emocionalmente abalada com as recente novidades, Sara decidi desabafar com sua irmã Lauren e seu noivo Evan.... Mas inesperadamente a história vasa na internet - Detetives de plantão, nós sabemos quem foi o responsável! - e a vida da nossa amada protagonista vira de pernas pro ar, quando seu pai entra em contato com ela! - Um pai amoroso é outra história, néh? Rsrs.
O livro se desenrola na corrida da policia de pegar o Assassino do Acampamento/John/Papai, e como nossa protagonista é feita de isca para pegar esse homem psicopata que está a solta.
A genialidade da escritora em desenvolver as emoções da protagonista durante esse tempo é inacreditável e mais uma vez original. Os personagens são desenvolvidos nos mínimos detalhes, você acaba conhecendo, admirando, entendendo e finalmente amando cada um deles. A criação do personagem John é maravilhosa, cada aspecto do caráter, emoções, atitudes dele fazem com que o leitor acabe se apaixonando e torcendo pra um final diferente para o vilão da história.
Ally é um espetáculo a parte, é uma criança de personalidade forte, determinada e até certo ponto mimada - tudo que encontramos em crianças de seis anos- a escritora só pode ter tirado uma xerox de uma criança normal e colocado essa cópias nas páginas de um livro!!
A história termina com um grande mistério, maior do que o inicial, apresentado no começo do livro, e sinceramente essa é a melhor parte, aonde a história responde as perguntas do leitor, dá um final feliz - ou não - para os personagens. Muitas das vezes o escritor peca nisso, o final feliz, que acaba se tornando irreal e fantasioso "O menino viu outro morrer, chorou, ficou no hospital mas viveu feliz para sempre", não mostrando o que o personagem realmente sentiria casa algo do tipo viesse a acontecer, "porra, eu fiquei traumatizado sim, e agora frequento um psiquiatra!" E é isso que a escritora nos apresenta no fim, personagens traumatizados que estão tentando seguir com sua vida, mesmo depois de todas as adversidades que sofreram.

Resumindo? A história é incrível, original, bem escrita e inesquecível!! É uma leitura que eu super-recomendo pra qualquer um. Incluindo os fã da Trilogia Milleniun, como eu!! Mistério na dose certa, alguns clichês- afinal, eles não fazem mal a ninguém!- e uma reviravolta surpreendente dos fatos.
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Pandora 27/02/2015minha estante
Também tive muuuiiita raiva da protagonista.




Telma 14/09/2013

Suspense com fundo psicológico! EXCELENTE!
Pessoal do Céu!!!

Esse livro foi uma gratíssima surpresa!
É MARAVILHOSO!

Para quem gosta de um excelente suspense, com pinceladas bem dadas de psicologia, esse é o livro!

A sinopse me interessou bem mais do que a capa. Fiquei feliz quando a Arqueiro, me mandou. :) (Obrigada Fê!) ... e quando comecei a ler, pedi bênçãos para a Arqueiro (sem puxação de saco porque vocês sabem que não sou disso - se o livro é ruim, falo na lata).

Sara Gallagher é adotada e, apesar de ter uma família que a criou com muito amor, sempre teve vontade de saber de onde veio (biologicamente falando). Sempre reprimiu o desejo de ir atrás de seus pais biológicos e conhecê-los, para não magoar, em especial sua mãe de criação, que sempre foi muito gentil, carinhosa e não fazia a menor diferença entre ela e suas irmãs (Lauren e Melanie).

Ela já tinha uma filha do primeiro casamento e, quando estava próximo a se casar novamente, decide que vai procurar seus pais biológicos, sem que sua família saiba (só contou ao seu noivo), para que, definitivamente essa seja uma página virada da sua vida.

Ela descobre seus pais e... WOW!!!! Sara é filha de uma adolescente estuprada e seu pai é um serial killer muito conhecido: o Assassino do Acampamento!

De alguma maneira, essa sua descoberta vai parar na Internet e seu pai, o assassino, fica louco (impossível ficar mais... mas ele fica) para conhecê-la!

Sara deseja parar as descobertas por aí mas a mídia a assedia e torna sua vida um inferno. Ela nega ser filha e a procura da mídia vai "esfriando" e ela pensa que a paz está de volta. É quando seu telefone toca, ela atende e...


"Uma voz masculina disse:
- É Sara Gallagher?
- Quem está falando?
- Sou seu pai.
- Quem?
- Seu pai verdadeiro." - p. 58


Seria mesmo seu pai verdadeiro? Caracaaaaaaaaaaaaaaa... quem quer descobrir?

A história é narrada por Sara em sessões com sua psiquiatra (fiquei encantada com a psiquiatra!). Só pra você ter uma noção do nível gostoso e realístico, vou colocar um trechinho do que Sara diz à sua psiquiatra:

"Foi por isso que fiquei tão surpresa quando você me contou que também vinha de uma família disfuncional e que seu pai era alcoólatra. Fiquei ainda mais admirada quando soube que você não guarda ressentimento ou raiva, que enfrentou seus problemas e seguiu em frente. Que construiu um futuro. Naquele dia saí daqui com muita esperança, achando que tudo era possível. Mas depois pensei no que você disse sobre conhecer o passado e percebi que eu nunca conseguiria construir um futuro real porque não conhecia meu passado real. Aquilo era como construir uma casa sem nenhum alicerce. Ela até poderia ficar em pé por algum tempo, mas acabaria desabando." p.60


Eu quero muito contar tudo o que acontece com Sara... na sua vida que se transforma no Inferno em vida, mas vou deixar que você descubra por si só, ok?

Há cenas arrepiantes de descrição de como foram mortas as vítimas do Assassino do Acampamento e, em falando em descrição, Chevy Stevens SABE DESCREVER!. Ela ganhou uma fã obsessiva... hehehehehe

Beijos queridos.

Leiam porque o livro é bem mais do que eu esperava!

site: http://livrocomdieta.blogspot.com.br
Silvana 08/05/2015minha estante
Olá Telma! Primeiramente gostaria de parabenizá-la pelas suas resenhas! São bem escritas e de forma clara e compreensível! Bom, gostaria de dizer que também virei fã dessa escritora! Amei esse livro assim como amei "Identidade Roubada", de mesma autoria. Vi que você ainda não leu esse último livro e vou deixar a dica para ler assim que for possível, claro! Ele conseguiu roubar o meu fôlego!! Fiquei tensa, angustiada, torcendo para alguma coisa boa acontecer logo... Se você amou tanto o primeiro livro, acredito que irá "devorar" esse também! Temas bem dramáticos e profundos. Vale a pena a leitura! Ah..uma outra dica também é o livro "No Escuro", de Elizabeth Haynes, ele aborda os temas TOC e TEPT da personagem principal, descreve os problemas enfrentados por ela no dia a dia por sofrer desses transtornos. É uma leitura imperdível, um drama misturado com romance e trama policial. Maravilhoso, fantástico!!! Um grande abraço!


Silvia 12/10/2015minha estante
Vou começar a ler ele neste instante, tomara que eu tbm goste ;)




Camis 13/06/2013

Intenso e incrível
É Melhor Não Saber é um daqueles livros que destroem seu emocional. Fazem seu coração acelerar, seu pé ficar balançando freneticamente a cada página, e suas unhas serem roídas. Um thriller agoniante, angustiante, intenso, e que vale a pena do início ao fim.

Sara Gallagher nunca se sentiu realmente parte da sua família. Com exceção da mãe que lhe dedicava um amor incondicional, seu pai era um bruto e arrogante que a culpava por tudo, sua irmã Lauren simplesmente fingia não ver as maldades do pai com Sara, e Melanie era a queridinha do pai que a havia metido em mais encrencas do que ela podia se lembrar.

De acordo com a psiquiatra que Sara frequentava, "para se ter um futuro é preciso aceitar seu passado". Mas como aceitar um passado se você não o conhece? Foi por causa disso que Sara finalmente decidiu procurar por sua mãe. O que ela encontrou, no entanto, foi uma mulher apavorada, resignada e que mal aguentava olhar para a filha que havia abandonado. Como Julia, a mãe biológica de Sara, não aguentava se quer conversar com ela, Sara buscou um investigador para que pudesse descobrir quem era seu pai e um pouco mais sobre seu passado. O que ela nem desconfiava é que ele descobriria que ela é filha do Assassino do Acampamento.

O Assassino do Acampamento é um serial killer procurado a mais de 30 anos, que matou e estuprou uma série de garotas que acampavam no verão. Quando a notícia de quem é o seu pai vaza para a imprensa, o Assassino do Acampamento resolve que é hora de conhecer a filha que não imaginava ter. Tudo o que John (o serial killer) queria era estabelecer um vínculo com Sara, e falar sobre as tantas coisas que poderiam ter em comum, mas Sara tinha outros planos para ele.

Com a ajuda da polícia, Sara terá que jogar um jogo perigoso de mentiras e emboscadas, enquanto prepara seu casamento e esconde de toda sua família que seu pai biológico resolveu manter contato. No entanto, Sara tem Evan (seu noivo) e Ally (sua filha de 6 anos), enquanto John não tem ninguém, é por isso que ela sabe que tem que ser mais cautelosa do que nunca, porque se algo der errado, se John desconfiar que Sara está armando pra ele, ela terá muito mais a perder.

Eletrizante e intenso. Chevy Stevens soube brincar muito bem com as emoções do leitor. Em vários momentos entramos na pele de Sara e sentimos suas dúvidas e inseguranças como se fossem nossas. Um livro que mexe com você ao ponto de começarmos a distorcer nosso próprio bom senso e discernimento. Em vários momentos me vi torcendo por John, odiando os policiais, e cheguei até a pensar: “coitadinho do serial killer”.

Chevy desenvolveu sua narrativa de um jeito peculiar: o livro é narrado pela própria Sara como se ela estivesse contanto os relatos para sua psiquiatra, Nadine, e vemos muitas vezes uma pequena interrupção na história, em que Sara conta a Nadine sobre seus ataques e angústias e até mesmo pede conselhos. Isso faz com que em muitas vezes o leitor se sinta no papel de Nadine, tendo Sara lhe contanto diretamente sua história.

Com capítulos curtos e subdivididos em partes ainda menores, um final surpreendente, um enredo muito bem construído, uma narrativa ativa, uma revisão impecável feita pela Arqueiro e personagens mais reais do que nunca, É Melhor Não Saber é uma indicação perfeita para quem adora um bom thriller.
- Elas estava escondendo algo, isso é certo. E essa situação está me deixando louca.
- E se for algo que você não iria querer saber? Ela pode ter um bom motivo para não lhe contar. (Página 26)
Hoje cedo eu estava no ateliê, lixando a arca de mogno, tentando me esquecer de tudo, e isso funcionou por algumas horas. Então cortei o dedo. Enquanto o sangue jorrava, pensei: Corre em mim o sangue de um assassino. (Página 37)

http://nolimitedaleitura.blogspot.com.br/2013/06/e-melhor-nao-saber.html
Mih Fraga 24/06/2013minha estante
ADOREI!
Simples assim, de cara.
Pelas suas descrições, o livro parece ser realmente bom. Tô doida pra ler um thriller, esse parece ser o apropriado, haha. Morro de medo, mas não largo por nada. *-*




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