O Bebê de Rosemary

O Bebê de Rosemary Ira Levin




Resenhas - O Bebê de Rosemary


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Qlucas 26/12/2017

'O que vocês fizeram com o bebê seus maniacos?'
Expectativas saciadas para o primeiro livro de terror.
Aviso: Desconfie de pessoas extremamente simpáticas com você!
O livro se desenvolve a partir da decisão do jovem casal de ir morar para requisitado hotel antigo da cidade, de incio já são avisados por um amigo que coisas terríveis costuma acontecer lá, ao se mudarem, passam a conhecer os vizinhos que são bem simpáticos e diferentes.
Todo o mistério na qual se constrói o livro se da pela crescente desconfiança de Rosemary de seus conhecidos depois que ela engravida (a cena da concepção é sensacional): acredita que está ela e seu bebe estão sendo vitimas de uma conspiração. O autor da pequenas pistas no decorrer dos fatos, cabe o leitor tirar suas conclusões a partir delas. Entretanto é 'um morde e asopra': você não sabe se a Rose está certa ou está paranoica, o leitor fica agoniado por sua segurança.
De toda forma, tudo vai convergir para o final do livro, o ápice do livro, além de diversas interpretação que pode surgir através dele como; crença, fanatismo, loucura, maternidade e o amor maternal.
Iran Levin fez um livro excelente fazendo juz a frase: 'uma pulguinha atras da orelha'.

'Deus, que estais no céu, perdoai-me por ter duvidado de Vossa existência. Perdoai Vossa pecadora e ajudai-a nesta provação. Jesus, Jesus bem-amado, salvai meu filho inocente.'


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Felipe.Tavares 08/11/2017

Leitura cinematográfica
Apesar de não ter demônios e fantasmas como outros livros do gênero, de longe é um livro leve ou bobo.
O autor descreve tão bem as passagens e situações que nos faz ter medo até mesmo de uma lavanderia ou amuleto.
Ira Levin nos transporta para uma situação que poderia ser surreal à primeira vista, mas que se torna (muito) real e assustadora a cada página.
Vale lembrar que a adaptação para o cinema é da mesma qualidade e recebeu elogios do autor, sendo um sucesso de crítica e público.
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Edu 23/10/2017

Um livro assustador
A última cena é inesquecível.
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Carlos Nunes 07/10/2017

Leitura boa e rápida
Recentemente revi esse filme e, após uma resenha em um canal do YouTube, fiquei interessado em conhecer o livro. Aproveitando que outubro é o mês do halloween, fiz a leitura, no celular mesmo. Leitura rápida e bastante flunete, apenas dois dias. Não é um grande livro, especialmente para quem viu o filme, é leitura de lazer mesmo, mas bastante agradável. O filme é bem fiel ao livro, o que tirou um pouco da surpresa da história, Nesses casos, a escrita do autor é que faz a diferença, mas nesse caso, ela não é tanta assim. Mas é um livro bastante bom.
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Gracieli.Allebrandt 12/06/2017

Resenha livro O Bebê de Rosemary - Ira Levin
Rosemary e Guy são o reflexo do perfeito casal jovem americano, ela dona de casa vinda do interior e ele um ator em busca do estrelato em Hollywood. O casal que tinha o sonho de morar no super concorrido edifício Bramford está prestes a se mudar para um prédio moderno e deixar seu sonho de lado, quando recebem uma ligação anunciando que surgiu uma vaga no Bramford.
Tudo segue normalmente apesar da ansiedade de Guy em conseguir uma vaga em uma peça famosa de teatro. Rosemary fica amiga de uma garota que mora no apartamento ao lado do seu (a garota era uma ex viciada que tinha sido acolhida "adotada" pelo casal idoso de vizinhos)que acaba por se suicidar dias depois.
Com uma certa pena do casal idoso, Rosemary e Guy começam a se aproximar deles. E pouco tempo se passa até que Rosemary fique grávida. A partir de então os vizinhos "adotam" o jovem casal, cuidando de cada detalhe que se referisse à gravidez, desde o que ela comia até o obstetra que deveria consultar.
Guy consegue o papel tão almejado e muitos mais, o que o distancia de Rosemary. Enquanto ela começa a definhar e sentir horríveis dores vinte e quatro horas por dia.
Ao desenrolar da trama ela começa a desconfiar de tudo a sua volta sobretudo do casal de idosos e sua exagerada prestatividade. Ao que leva a trama por um desfecho previsível e desanimador.


site: https://www.wattpad.com/419940176-%C3%A2mago-alegria
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Edson Camara 31/12/2016

Aconselho a ler no escuro e no silencio para se aprofundar no espirito da trama
Mais um livro das indicações de dança macabra do Stephen King. Já havia visto o filme que é muito bom, mas o livro é muito melhor. A construção do enredo, a riqueza dos diálogos, a descrição dos ambientes e dos personagens é muito fluida, a leitura é fácil e rápida e no final lamentamos que este chegue tão rápido. Os acontecimentos envolvendo a estranha gravidez e o nascimento do bebe de Rosemary nos captura desde a primeira página, todos os eventos acontecem de forma tão natural. Aconselho a ler no escuro e no silencio para se aprofundar no espirito da trama. O livro tem 219 páginas em uma edição primorosa da editora Amaralys com tradução de Andre Pereira da Costa.
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Vanessa.Melo 10/12/2016

Chocada
Nunca vi o filme e quis ler primeiro o livro.. primeiro livro de terror que leio e confesso que me deu uma angústia em certas partes.. esperava um final completamente diferente do que foi.. partir para o filme agora... só não vou dar 5 estrelas por que queria um final diferente.. mas mega indico o livro para quem tem intense no tema e da metade para o final fica a dica.. não leia antes de dormir! Rsrsrs
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Dose Literária 17/11/2016

Terror psicológico
O Bebê de Rosemary é um dos livros de terror que eu mais tinha vontade de ler há muito tempo...Sou fascinada pela adaptação para filme do diretor Roman Polanski e até hoje é um dos que me mete mais medo, mas ainda não havia chegado a ler o livro que o originou... (leia mais no blog).

site: http://www.doseliteraria.com.br/2016/10/o-bebe-de-rosemary-de-ira-levin.html
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Gabi 19/11/2016minha estante
Hahaha! Eu cheguei a achar que estava faltando alguma página do final. Achei um final bem sem graça mesmo. Fora isso, o livro é maravilhoso.




Isa Cereser 25/10/2016

Um Clássico
ra Levin nos apresenta um casal normal da década de 60, Rosemary e Guy, ela uma dona de casa saudável e feliz ele um ator carismático e que sonha chegar a Hollywood. Recém-casados eles sonham com o lar perfeito e encontram esse lar no edifício Bramford e ai pensam que seus problemas acabaram, pois o apartamento é grande, possui um quarto separado para o futuro filho que é o sonho de Rose.
Porem eles descobrem que o prédio possui um passado obscuro, que já morou bruxos, satanistas, canibais e sabe-se lá mais o que. Mas o casal acha que são apenas mitos, lendas que não existem essas coisas, essas pessoas. Então eles conhecem um casal de velhinhos um tanto intrometidos pro meu gosto Minnie e Roman.
No decorrer da historia vemos que as coisas começam a dar certo para o casal, Guy consegue o papel tão esperado, Rose engravida. Mas como tudo não são flores, coisas estranhas começam a acontecer e a única coisa que ela quer é impedir que o bebê corresse algum risco de não nascer.
A obra é um prato cheio de suspense do início ao fim, um ponto importante é a paranoia que assola Rosemary no meio de sua gestação. E ai você fica pensando será loucura dela ou de fato era verdade tudo que estava acontecendo ao seu redor? Pistas são deixadas a todo o momento, mas eis o final , o grande final que faz você se perguntar até onde o amor materno vai? Até onde você sacrificaria? Fiquei surpresa confesso, pois espera um final totalmente diferente, mas é valido e entendo as razões do autor terminar assim.

site: http://dicasdaisacereser.blogspot.com.br/2016/10/resenha-o-bebe-de-rosemary.html
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Wendell.Vita 24/10/2016

O oculto vos espera
Um adoravel jovem casal recem-casado resolve morar em um apartamento que fica um predio muito desejado de nova iorque. Mesmo sabendo de que historias macabras e aterrorizantes envolvem ex-moradores do local eles se mudam para lá a fim de comecar um vida nova, uma familia. Rosemary, vinda de uma familia catolica, se auto-intitula agnostica, dona de casa, passa o dia arrumando a decoracao da casa nova. Seu marido Guy, um jovem ator em inicio de carreia, vive de papeis secundarios. Um dia rosemary conhece uma
Mulher aqual surge o inicio de uma amizade. Essa mulher mora com um casal de idosos(castevest) que a acolheram e a retirarm da rua. Essa mulher misteriosamente morre e isso faz com que guy e rosemary tornem-se amigos do casal de velinhos. O tempo passa ate que rosemary se engravida( as ciscunstancias da concepcao é algo que nao merece spoiler). Rosemary comeca a ter dores insuportaveis, emagrecimento e todos se preocupam com ela exceto os velhinhos, guy e seu obstetra. Um dia conversando com seu amigo Hutch, que se apavora com a situacao de rosemary, ele comeca a desconfiar do tratamento dos castevest com
Rosemary. A partir daí rosemary entra em um
Jogo de pistas em buscar de desvendar o que seus amaveis vizinhos e outras pessoas de sua confiança tramam com sua gestaçao. O final é previsivel, mas toda trama que faz o leitor chegar no desfecho é sensacional.
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Rodiney 21/10/2016

A ironia de "O bebê de Rosemary"
O ano de 1966 seria o ano um para os adoradores do Diabo. Bem, pelo menos para os adoradores do Diabo do best-seller de Ira Levin, O Bebê de Rosemary.

Não pretendo nesse espaço fazer uma resenha do livro, mas, apenas, destacar uma ironia. Ironia que eu mesmo identifiquei, ou seja, ironia interpretada por mim e não pelo autor.

Bem, a parte da ironia segue abaixo:

Diz que a morte de Deus é um fato histórico, acontecido agora, bem em nossa era. Que Deus está literalmente morto.

- Oba! Está começando a nevar.

A ideia da "morte de Deus" permeia todo o livro e é justamente nessa ideia que reside a ironia da obra. As partes em destaque acima são falas de amigos de Rosemary durante uma reunião em sua casa. Falas de pessoas normais, de meia-idade dos anos 60. Esse tema estava em voga nos anos 60 entre os círculos intelectuais e artísticos. A guerra do Vietnã e o assassinato de Kennedy colaboravam com essa ideia, esse sentimento. Pelo menos no Ocidente.

Entretanto, a obra nos fala de um outro círculo, a saber: os adoradores do Diabo. O Diabo para esse grupo não era uma figura de linguagem, um mito babilônio que posteriormente foi inserido na cultura judaica; mas um ser real, um ente a ser adorado pelos seus fiéis.

Conforme escrevi acima, não farei uma resenha do livro, mas me limitarei a esse tema específico. 

A "morte de Deus" é dita com referência em Nietzsche e Freud. E essa morte é um fato porque acontece na História. É um movimento filosófico. É uma necessidade para libertar o homem e poder desempenhar seus talentos sem temer um Deus que pune e premia a seu bel-prazer. Nietzsche propõe uma nova moral e repudia a moral cristã que oprime os bons, os fortes; na fraseologia de Nietzsche: o super-homem.

Rosemary é católica praticante. Guy, seu marido, é protestante. Ambos são cristãos e terão contato com o antagonista de Deus. Guy deseja sucesso e os adoradores do Diabo precisam de uma mulher que gere o filho de Satã. Satã possui Rosemary e essa terá um filho de deus. Levin parece revelar que Satã deseja copiar Deus. 

"Deus está morto", eis a afirmação corrente dos anos 60. Nos mesmos anos, o Diabo está vivo. E tem uma estratégia de dominação. Parece que Levin apresenta o Diabo e seus fiéis como oportunistas de um tempo, de uma mentalidade dominante: "Deus está morto". Os crentes em Deus são considerados tolos, ignorantes. E o Diabo se aproveita bem disso. Seus fiéis sempre têm uma palavra de libertação para a humanidade, mas que é pura ilusão. O discurso de liberdade de Satã é disfarce para opressão, perdição, danação.

O leitor da obra sabe a verdade, ou seja, Deus existe e o Diabo existe. O leitor contempla a trama de lugar privilegiado, ele vê o todo. O leitor ri incomodado das certezas intelectuais de uma época. É como se quisesse entrar no livro, na hora da reunião na casa de Rosemary e Guy e poder dizer que estão sendo usados por Satã e seus seguidores. O leitor sabe que Nietzsche está equivocado a respeito da existência de Deus. 

Por que os seguidores de Satã continuam o servindo, já que têm condições de saber da existência de Deus? Porque só quem sabe a verdade são os leitores, o autor, o Diabo e Deus. Os próprios seguidores de Satã são consumidos pela mentalidade da época: "Deus está morto". Para os adoradores do Diabo, Deus nunca existiu e assumem o discurso do Zarathustra de Nietzsche, mas, diferente do filósofo, encontraram um ser poderoso que realiza sua vontade e a vontade deles.

Levin apresenta uma geração toda obscurecida pela mentira: "Deus está morto". Rosemary abandona sua fé e torna-se agnóstica, assim como Guy. Algumas vezes que Rosemary remete a algum rito católico é somente por hábito, mas não passa de um ato vazio sem sentido religioso ou de fé. Guy abandona definitivamente a fé reformada e se rende ao seu novo deus que lhe proporciona a realização de seus sonhos como ator. Posteriormente, será a vez de Rosemary, pois o desejo de ser mãe é maior que sua lucidez.

Para ser sincero, Deus é ignorado na obra de Levin. Se Deus existe, Ele é indiferente às mazelas da humanidade. O Diabo não. O Diabo se aproxima dos que desejam, dos que têm sonhos. E vendo seus sonhos serem realizados, para que Deus? Talvez, no incômodo da irmã de Rosemary possa residir um pouco de Deus na obra e mais nada.

Uma fala que me chamou a atenção para essa ironia foi justamente a segunda parte em destaque, dita por um amigo de Rosemary: - Oba! Está começando a nevar. Essa fala está tão distante da trama, da tensão, do problema central da obra que me levou a uma outra realidade. Rosemary está grávida de Satã e com muitas dores, Guy fez um pacto com o Diabo e seus fiéis, Rosemary é vigiada 24h pelo casal que comanda as reuniões diabólicas, o seu médico faz parte da seita demoníaca, mas a neve cai. Em meio a tanto obscurantismo, a neve cai e é motivo de alegria. A neve proporciona um momento mágico àqueles jovens adultos embriagados por uma mentalidade dominante. A neve é a maior aparição divina da obra. Ela domina toda a cidade de Nova Iorque. Ela traz um recado, a terra está em chamas, mas eu posso esfriá-la um pouco. Eu posso trazer um momento de refrigério e retirar-lhes do transe que se encontram e vocês podem meditar um pouco livremente, sem a influência do mal. - Oba! Está começando a nevar. A neve era a última chance de Rosemary, Guy e seus amigos. A última chance para que olhassem para cima e vissem que as coisas não são tão complexas como tentam fazer os intelectuais da "morte de Deus" e os oportunistas seguidores de Satã.

A neve é o start da ironia.

     


site: http://www.silvaesilva.recantodasletras.com.br/
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Jean 19/10/2016

Escolhi esse livro a esmo, já que estava sem nada pra ler; e que grata surpresa.
A história é envolvente,rápida. No final fiquei meio aborrecido, pois começou aquele jogo, que é comum em livros desse gênero, de será que isso é real ou não.
Mas isso é tão bem feito, que eu comecei a ficar na dúvida se realmente não era tudo fruto da mente dela. A única coisa que me prendia ao raciocínio da Rosemary era o livro que Hutch tinha dado a ela. Era a única coisa palpável.
Esse livro merecia uma continuação, pena que não é mais possível.
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Karla.Moraes 14/10/2016

Adorei! Nunca tinha lido nada desse gênero e achei fascinante a maneira como o autor conduziu a história. Fiquei com um gostinho de quero mais!
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