Todo Dia

Todo Dia David Levithan




Resenhas - Todo Dia


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Bruno.Defaveri 22/06/2018

Final soube surpreender
Gostei bastante do "magia" do personagem, mas chegando a metade me pareceu muito empurrada e repetitiva a história, valeu que pelo menos o final me surpreendeu bastante.
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Mey 18/06/2018

Eu sou uma das poucas pessoas que não leu "Todo Dia" na época em que o livro ficou estourado, mas que ficou com vontade de ler depois de ficar sabendo que ele ia ganhar um filme. Então eu não tinha muita expectativa a respeito desse livro e fiquei muito surpresa, porque o livro é muito bom.


Esse livro tem um plot bem diferente e a sensação que tinha era que acompanhava a história central que era sobre o A. e a Rhiannon e tinha as histórias paralelas dos "hospedeiros" que A. entrava. E achei isso muito legal, porque ao mesmo tempo que ele era aquela pessoa que troca de corpo todos os dias, ele era aquela pessoa que estava sendo por um dia. Achei que isso mostra como a vida de cada um é de um jeito e como cada pessoa tem que lidar com seus problemas diariamente.


Os personagens são muito diversos, então temos vários pontos de vista de seres humanos bem diversos. Claro que os mais aprofundados são A. e Rhiannon que são muito incríveis, ele que consegue fazer coisas pelos outros que só sendo muito empático. E Rhiannon é aquela personagem que dá vontade de cuidar e de ajudar, uma fofa.


Não tenho muito o que falar da história sem dar spoilers, o que você precisa saber é que a escrita do David Levithan fluí muito bem, é envolvente e seus personagens muito reais. O livro tem um enredo criativo e diferente, posso dizer que até ousado, mas é lindo até falar chega. Logo, se você tem o deixado de lado, dê uma chance a essa história de amor linda, que me fez terminar com um suspiro.



site: http://agoraqueeusoucritica.blogspot.com/2018/06/resenha-todo-dia.html
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Filipe 18/06/2018

Existir é um exercício diário, e A sabe disso.
Ser adolescente é uma eterna exploração: é tempo de se descobrir, compreender as mudanças, perceber aquilo que parece adequado a você e até aquilo que lhe faz bem. É tempo das crises existenciais e da angústia de não poder ser quem quer. É tempo de tudo isso e um pouco mais. Mas não para A, com ele a coisa é um pouco diferente.
A é praticamente o conceito de uma vida, nem sequer possui um gênero específico. Acorda todos os dias no corpo de uma pessoa diferente e, em 24 horas, abandona aquele corpo de vez. A não escolhe o corpo e nem o lugar: o único padrão é que será alguém da mesma idade que more nas redondezas, ou seja, numa área não muito distante. Considerando isso, como é possível formar uma ideia acerca de si mesmo? Como ser quem gosta quando não consegue ser nem uma pessoa em específico? Como descobrir sua própria identidade se ela muda todos os dias e nem ao mesmo grupo você pode pertencer (incluindo família).
O pior ocorre quando A se apaixona por Rhiannon. Como sanar a necessidade de afeto quando sequer se sabe quem será amanhã? São perguntas que A se faz e, sim, de certa forma encontra uma resposta. Como? É preciso ler o livro pra saber.
Nesse processo, A nos ensina acerca das diferenças de cada um. Sempre que acorda como uma pessoa diferente, encara situações diferentes advindas de sua aparência atual. O livro funciona, portanto, como uma lição de aceitação e respeito. A acorda no corpo de um garoto com sobrepeso e, sem compreender o porquê, sente fome constantemente, esse é um exemplo. São situações únicas, experiências que não podem ser compartilhadas pois ocorrem apenas no interior de cada um e, se você não for A, jamais compreenderá quão diferente a existência se dá para cada pessoa. Feliz ou triste.
É por isso que Todo Dia é um livro que eu super indico. Ele é uma lição sobre as dificuldades de existir e ser diferente, além de ter uma história que não o reduz às lições morais que passa. Se apaixonar por Rhiannon e tentar fazer a vida funcionar é o de menos, essa experiência será sentida inclusive pelo leitor - o que nos fará perguntar se estamos sendo nós mesmos ou se acabamos por ser A por um dia? Talvez sejamos A todos os dias, porque A representa cada um de nós.
Leia e se descubra em A

site: http://le-tristesse.blogspot.com/2018/06/todo-dia-de-david-levithan.html
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Mariana 16/06/2018minha estante
esse final foi péssimo...


Juline 17/06/2018minha estante
Não gosto de finais em aberto =(


Mariana 17/06/2018minha estante
somos duas




Ursula 10/06/2018

Livro para ler em um dia!
Todo dia foi um livro muito bom e rápido de ler, um daqueles livros para se ler em um dia. Eu me distrai, me diverti e apreciei muito a leitura, que era bem fácil e simples.

Havia momentos em que o autor, David Levithan, abordava assuntos mais sérios e preconceitos, porém muito superficialmente.

Os personagens principais são reais. E quando digo reais, eu quero dizer que tem defeitos, são diferentes entre si, tem seus próprios problemas e seus próprios meios de lidar com esses problemas, não são apenas uma cópia de outros personagens. No entanto, muitos não tem a história muito bem aprofundada, como é o caso de Justin.

Achei que o final ficou muito em aberto (além de ter achado muitas atitudes dos personagens egoístas) e houve diversas questões que não foram respondidas.
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Sah 08/06/2018

Incrivelmente diferente
Diferente de tudo que eu já li, favoritei mas ainda não sei o que sentir em relação a esse final, tenho tantas perguntas e nenhuma resposta.
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Bonaldi 05/06/2018

Esse livro é sensacional,mostra como o amor não tem que ter padrões e mostra isso de uma maneira leve demais. A gente sentei na pele a luta de A,das suas descobertas,do seu romance e das suas vidas.

É um livro bem detalhado e que deixa a gente querendo saber se ele vai conseguir ou como ele vai encontrar seu amor e se ela ira aceitar ele naquele dia e a gente ve ela quebrando barreiras também.
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Thayná 04/06/2018

Quero deitar no chão e chorar agarrada a esse livro, quero conhecer o A. e ser amiga dele, dizer que ta tudo bem que ele é um milagre e não um ser demoníaco. Socorro David Levithan sabe mesmo como mexer com nossos coraçõezinhos jovens, quero ler o segundo (outro dia) logo
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Super Ci 04/06/2018

Resenha do Elefante Voador
Antes de começar a resenha, preciso dizer que sou completamente apaixonada pela narrativa de David Levithan! ♥ Juntando isso ao fato de que os materiais que saíram sobre o lançamento da adaptação cinematográfica (trailer, pôster, etc.) estão incríveis, eu comecei a leitura com as expectativas lá no alto.

Como é explicado na sinopse, Todo Dia conta a história de A., um personagem completamente diferente de tudo que já vi. Apesar de ele ter a sua individualidade, todo dia ele acorda em um corpo diferente compatível com a sua idade.

Por um dia, ele precisa “viver” a vida daquela pessoa, sem causar nenhum tipo de interferência e de maneira mais natural possível para que os amigos e familiares não percebam que há algo de errado. Como A. tem acesso às lembranças dessas pessoas, normalmente no dia seguinte, eles nem sequer notam qualquer diferença, como se A. nunca estivesse estado ali.

Sempre foi assim. Desde que A. se lembra. Quando ele era menor, ele tinha noção de que todos os dias tinha pais diferentes, irmãos diferentes, rotinas diferentes… Mas para ele, isso era normal. Ele nunca conheceu a vida de outra maneira.

Ao longo da narrativa acompanhamos histórias diversas. Um dia ele vive no corpo de uma garota atraente, em outro momento está no corpo de um viciado em drogas, ou de uma pessoa que está planejando se matar. Sendo assim, até que ponto não interferir na vida dessas pessoas é uma coisa boa?

Quando A. passa um dia no corpo do estudante Justin, ele se apaixona completamente por sua namorada Rhiannon, e começa a quebrar suas próprias regras para poder passar novos momentos com ela.

No geral, eu gostei muito do livro (muito mais do que imaginei que gostaria). Li em apenas algumas horas e mais uma vez David Levithan me surpreendeu. Apesar de ter essa questão de A. viver uma nova vida a cada dia, sua personalidade é muito intensa e ele é um personagem absurdamente cativante.

É uma história que se leva ao limite a questão do “não se importar com a aparência e sim com o interior das pessoas”. Quer dizer, você se imagina amando alguém que nunca terá o mesmo rosto, o mesmo gênero, o mesmo corpo? Eu achei incrível e por mais impossível que podia parecer, torci muito para o casal A. e Rhiannon encontrarem uma maneira de se relacionarem.

Uma coisa que gostei muito em Todo Dia, é que apesar de ser um livro com uma linguagem leve e que nos mantém entretidos, ao mesmo tempo nos coloca para refletir sobre assuntos muito intensos. Acho que a história tem um poder quase que transformador.

Ps.: Fui marcando algumas citações durante a leitura, mas é praticamente impossível transcrever todas as minhas favoritas aqui uma vez que praticamente todo capítulo tem algo novo a ser aprendido, então só selecionei algumas!

Concluindo: Indico a leitura para quem que viver uma experiência emocional reveladora. E para que curte um romance daqueles que supera qualquer obstáculo. Adorei a leitura e com certeza é uma história que vou levar com muito carinho para a vida toda. ♥

Ps. 2: Chorei.

Ps. 3: Chorei muito. Acho que o final me pegou desprevenida, rs.

Resenha completa no Elefante Voador

site: www.elefantevoador.com
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Paolla Cunha 31/05/2018

Esse livro conta a historia de uma pessoa sem gênero, que desde o nascimento, todos os dias habita no corpo de uma pessoa da mesma idade... isso acontece desde ele existe, passando pela fase de bebe, infância, pré adolescência e adolescência, que é a fase atual, pois este personagem tem 16 anos.

No livro ele explica que inicialmente achava que isso era normal, mas com os anos foi percebendo que isso só acontecia com ele, e nos explica como ele se sentia, o que fez pra entender essa sua forma de sobrevivência.

O primeiro capitulo do livro retrata o dia em que ele esta no corpo de Justin, e diferentes das outras vezes, ele se apaixona pela namorada de Justin, e a partir daí, todos os outros dias ele tenta encontrar formas de se aproximar dela em seus diferentes corpos, e começa a história dos dois.

Ao longo dessa leitura, separei o livro em alguns contextos....
*O personagem e de como ele leva essa vida, o que sente, o que espera, o que nao pode ter.
* O romance que ele está tentando construir, e a lidar com seus sentimentos e o da outra pessoa com toda essa história confusa.
* As suas vivências, histórias dessa sua vida diferente que o fez experimentar muitas coisas, boas, normais, e ruins e com isso ter uma noção muito melhor do ser humano e de suas capacidades, diferenças, crenças, doenças, limitações...que me fez olhar para como vemos somente o nosso lado, a nossa maneira de viver, e como precisamos prestar atenção de que as pessoas são diferentes e passam por coisas diferentes então é ok entender isso.

Gostei do final, fez sentindo pra mim, por tudo que ele demonstrava ser.

É uma boa história que nos convida a refletir sobre algumas questões emocionais, sociais e principalmente sobre respeitar as pessoas como elas são e se colocar no lugar do outro.

Quase dei 5 estrelas, não dei apenas por ter achado algumas temáticas repetitivas.

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Vinny Britto 30/05/2018

-Puro Egoísmo- Contém Spoilers
Nunca pensei que um livro de romance adolescente prenderia tanto minha atenção.
Na verdade me interessei desde que vi o trailer do filme e nele afirmava que era adaptação de um best-seller.

Não quero falar sobre a história do livro, pois a mesma está praticamente resumida na sinopse, mas quero falar daquele final, que na minha opinião estragou uma nota final maior.

Achei "A" um personagem muito invasivo, por inúmeras vezes ele força muito a barra praticamente invadindo a vida dela, pra no final de certa forma abandonar Rhiannon, e ainda força-la a ficar com outra pessoa.

Posso não ter captado o verdadeiro sentimento, mas achei que ele foi muito egoísta, pois modificou a vida dela radicalmente e depois preferiu sair à procura de outros iguais a ele.

Esse livro necessita urgentemente de uma continuação ( sei que tem o "Outro Dia" que não li ainda, mas pelo que vi é a mesma história narrada pelo ponto de vista de Rhiannon) pois aquele final deixou muito "pano pra manga".

Por fim, apesar de eu esperar um final mais feliz digamos assim, e com mais explicações, não posso negar que é uma excelente leitura e que me tirou da zona de conforto, afinal não é costume meu ler romances. Com certeza darei um pouco mais de atenção ao gênero e principalmente aos livros do Levithan.
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Beatriz Araujo 29/05/2018

Que livro!
Entrou para os favoritos sim ou claro
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We're All Mad Here 24/05/2018

Uma tentativa....
O livro traz a história de um "ser" sem um corpo próprio que se autodenomina "A" e que vive no corpo de uma pessoa diferente por um dia todos os dias.

Ao viver por um dia no corpo de um adolescente chamado Justin, "A" acaba se apaixonando por Rhiannon, a namorada de Justin.

É um livro bem escrito, com uma narrativa cativante, fluida, mas que em nenhum momento se propõe a ser mais do que um livro infanto-juvenil, tanto em relação à linguagem como em relação aos temas propostos. Nesse sentido esse é um livro bastante superficial: o autor sugere muitas coisas, mas não discute nenhuma.

O que há de mais positivo é a sensibilidade com que o livro é narrado, algumas passagens tão bem entrelaçadas que o autor não permite que se tornem clichê óbvio. Claro, há os clichê e os lugares comuns da cultura, como uma briga entre dois garotos por uma garota, o acto de não pagar a conta de alguém no restaurante ser encarado como uma ofensa pessoal imperdoável ... ¬.¬

A ideia de um "ser" passando de um corpo a outro para mim não tem muito de original. Existe um filme antigo de que não consegui lembrar o nome em que um demônio passa de corpo em corpo fazendo as pessoas agirem de forma ruim. A única coisa que me pareceu original foi limitar o tempo a um dia (24 horas).

É óbvio que ao ler um livro infanto-juvenil, o leitor adulto tem de suspender sua descrença. Mas o livro nesse caso não é tão bem escrito a ponto de fazer o leitor esquecer questões importantes: por que "A" só passa um dia em cada corpo? Por que ele só pode habitar corpos da mesma idade que ele? (o que seria a idade de um "ser" que nunca teve corpo?) Por que ele não consegue falar outras línguas? (como ele aprendeu inglês?) Por que ele acorda sempre em um corpo perto do local onde ele habitou o corpo anterior?.....

Os porquês se multiplicam e, por mais que você queira acreditar, eles parecem gerar um profundo incomodo...

Apesar da rapidez e superficialidade, algumas ideias quase se definem: a importância do sentimento de pertencimento, o papel central do corpo para o estabelecimento das relações....

E é justamente nesse ponto que a coisas ficaram complicadas para mim: a mensagem bobinha de "a gente julga as pessoas pelo corpo e pela aparência" é facilmente compreendida, mas ela vem junto a outros pressupostos que ou não são discutidos ou são contraditórios a essa mensagem.

Ao mesmo tempo em que o autor tenta discutir a noção de gênero, ele parte da ideia platônica, fundamental ao patriarcado, de uma essência fixa independente do corpo físico. A partir disso eu vi muita gente "boa" e "bobinha" dizer coisas sobre esse livro como "a gente tem de amar a pessoa pelo que ela é por dentro e não pelo corpo "ou "transsexuais são mulheres no corpo de homem" (o que é um absurdo se se leva em consideração que o gênero é relacional e não um facto biológico)...

Essas afirmações deixam claro que a mensagem do livro é facilmente compreendida, mas ela é tão superficial que é também facilmente deturpada, distorcida.... (de facto, o autor NÃO discute o que se propõe a discutir).

Se se pretende questionar a ideia de gênero como ela é compreendida no patriarcado, por que não ser coerente e questionar outras ideias caras ao patriarcado como a ideia de essência e a dicotomia corpo X essência?

Por que não adoptar outra ética que não a ética dicotômica do patriarcado? Um livro que aborda os temas que esse livro aborda não seria o lugar ideal para isso?

Ainda em relação à temática do corpo, não há nenhuma consideração à psicologia e à psicanálise. A ideia do autor que cola fácil na maioria dos leitores é de que é possível relacionar-se, apaixonar-se e amar uma essência imaterial de forma totalmente independente do corpo.

Isso me incomodou porque o corpo é aspecto fundamental das relações, primeiro porque talvez essa "essência" seja apenas uma emanação do corpo, segundo porque não existe essa unidade constitutiva (nós não somos uma unidade essencial que encontra uma outra unidade essencial....), terceiro porque nós não nos relacionamos de facto com o outro, mas com a fantasia do desejo do outro.

Nesse aspecto o corpo é fundamental, para o bem e para o mal, para movimentar nossas fantasias, já que não há de facto um contacto com o outro e muito menos com qualquer "essência" que esse outro tenha (eu penso aqui na famosa frase de Lacan "Não Existe Relação Sexual").

O seu corpo tem de movimentar a fantasia do outro, não no sentido de estar em um determinado padrão cultural de beleza, mas no sentido de ser atraente para o outro nas três dimensões constitutivas do ser humano: um ser biopsicossocial. A fantasia é movimentada a partir de aspectos biológicos, psíquicos e sociais e não apenas sociais.

O que eu vejo no dia a dia é que, quando seu corpo consegue movimentar a fantasia do outro, esse outro deseja se relacionar com você (como amigo, amante...). Quando não se consegue isso, esse outro sabota esse possível relacionamento com justificativas (você é isso, você é aquilo....)....por mais que vocês se deem bem....

Mas essas discussões seriam demais para um simples livro infanto-juvenil que no fundo não discute nada....
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oficialVittin 23/05/2018

Só leia.
Não adianta tentar explicar o que sentir ao ler ... Digamos que em alguns momentos ele chegar a ser pertubador ,mas a beleza que o autor conseguiu por ,supera com tosa a certeza.
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