Todo Dia

Todo Dia David Levithan




Resenhas - Todo Dia


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Isadora.Gioso 19/02/2018

Simplesmente amei
Finalmente entendi o que é ressaca literária. Torci pelo romance, chorei por tudo aquilo que A nunca pode ter, li ,refleti, grifei e marquei sobre todas as vezes que A tentou explicar sobre o que é ser, sentir, ter. Estou grata porque David Levithan pode me fazer refletir e sentir tantas coisas em tão poucas páginas.
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Cris Moraes 16/02/2018

Fiquei me sentindo no ar.
Esta foi uma leitura muito agradável. Li rapidamente, a narrativa me prendeu tanto que eu me sentia indo junto ao personagem. Sem dificuldades para entender o enredo. Tive muitos momentos de identificação e de emoção mesmo acompanhando cada detalhe da história e do que poderia vir no próximo capítulo. Torci muito pelos personagens. Acho que gostaria de saber o final de alguns (que não percebi ter ficado claro). Mas, nada que tenha comprometido a história. É uma história meio doideira do meu ponto de vista. Mas tem um romance legal sendo contado e nos traz algumas reflexões (algumas até filosóficas, se analisarmos bem). Enfim, o final me surpreendeu, embora minha torcida fosse para outro rumo. Fiquei me sentindo no ar.

Ah, temos um filme para ser lançado ainda este ano, não é? Então, para mim foi fundamental só ver o clipe do filme após ler todo o livro. Manteve a aura de suspense e de expectativa em toda a história.
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Mari Imaginária 15/02/2018

O nome do personagem é A., de 17 anos. Todos os dias A. acorda num corpo diferente. São 24 horas vivendo a vida de outra pessoa. Até que um dia… A. se apaixona, e há reciprocidade. Acontece que A. não escolhe e nem mesmo sabe em que corpo estará quando acordar, e isso dificulta bastante o relacionamento. A cada dia A. tem um corpo, uma aparência e um gênero diferente. Será que o amor não tem gênero? Até que ponto as aparências podem encobrir o verdadeiro sentimento? Seria ideal interferir nas vidas dos corpos em que A. habita?

David Levithan tem uma forma muito poética e linda de abordar as questões de gênero e questões existenciais em geral. Esse é o segundo livro que leio dele e já estou fã. Quando acabou eu não queria que terminasse! Rs
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Gabriela 11/02/2018

Me surpreendi com o livro!
O livro começou como quem não quer nada, apenas mais um romance YA para dar uma aliviada na mente. porém, como a maioria desse tipo de literatura, ele tem uma mensagem a passar.
ainda que a mensagem não seja algo que fique claro desde o início, ou mesmo que seja algo muito clichê, por que é, boas palavras boas nunca são demais ;)
o livro conta a história de A, simplesmente uma pessoa, ou para melhor entender, algo que se parece com uma alma humana, que acorda todo dia num corpo diferente e, consequentemente, numa pessoa diferente.
confesso que comecei a ler por curiosidade, não imaginei que fosse continuar, mas o livro é bem atraente e terminei em 3 dias.
assim, A sempre acorda no corpo de alguém, pode ser menino ou menina, mas sempre da sua faixa etária (16 anos) e acaba por pegar esse dia emprestado da pessoa. no dia seguinte, ele segue o fluxo e vai para um novo corpo.
A não sabe como isso acontece, nem como controlar, e se acostumou ao longo de sua vida de que ela será sempre assim, sem vínculos, sem laços afetivos, sem passado, sem futuro, sem um lugar para chamar de casa, além de sua própria consciência.
até que conhece Rihannon e decide tentar vê-la mais de uma vez. sim, aqui vem a parte do romance adolescente que menos gosto, esse porém, acaba sendo mais real e não tão perfeito quanto outros.
mas o mais legal do livro é que A é uma pessoa totalmente livre de preconceitos, pois já habitou o corpo e a vida, ainda que por um dia, do mais diverso tipo de pessoa, pobre, rico, com saúde, doente, das mais diversas personalidades, características e diferenciais.
isso tudo é a mensagem principal do livro, o romance é só o caminho a ser percorrido para demonstrar a beleza e a tristeza de estar na pele de todos, de saber que cada pessoa é diferente, inclusive pessoas fisicamente idênticas, como no caso dos gêmeos que ele habitou por um dia.

site: https://arquivoliterariogb.blogspot.com.br/
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Isa 10/02/2018

Encantada
Acho que cada vez que lemos um livro, absorvemos uma mensagem diferente e talvez seja coincidentemente a mensagem da qual precisamos naquele momento.
Todo Dia me fez refletir sobre a importância do momento presente, de viver cada dia intensamente, de estar presente no hoje. Também fala sobre a essência do ser, do quão importante é ser, e sobre como essa essência nos diferencia e nos torna únicos mais do que nossas características físicas. Todo Dia falou a mim sobre o amor, sobre as diferentes possibilidades de cada dia, sobre escolhas e sobre como cada dia é único (como o nosso ser).
Mal posso esperar para assistir a adaptação deste livro para o cinema e para ler outros livros do Levithan.
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~ Ranger Verde 09/02/2018

~ Ranger Verde
E se por toda sua vida você sempre acordasse no corpo de alguém diferente, sem saber realmente quem é, ou o que é, e der repente se apaixonasse por alguém, e decidisse arriscar tudo por uma chance de viver esse amor? 🍂 .
Essa é a história de “A” um ser que não conhece a própria história, não sabe se é um garoto, ou uma garota, não sabe como nasceu, ou se algum dia conhecerá a morte, pelo simples fato de que não pode viver a própria vida. .
Acorda todas as manhã no corpo de alguém diferente, e aceitou esse destino por dezesseis anos, até conhecer uma garota pela qual se apaixona e decide todos os dias ir até a ela como alguém diferente, para tentar viver esse amor.
.
TODO DIA e OUTRO DIA, contam a mesma historia, porém com a narrativa dos dois principais personagens, e vai fazer você entender as emoções dos dois lados da moeda. .
Recentemente foi anunciado um filme baseado nele, mas convido você a conhecer esse mundo através das emoções descritas em palavras e viver a bagunça que esses dois personagens acabaram fazendo em suas vidas.
. “É o brilho dos olhos que faz com que sua identidade seja refletida”

site: https://www.instagram.com/squadliterario/
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Laís Anulino @livrosdalais 07/02/2018

Esperava mais...
“A” tem 16 anos e todos os dias acorda em um corpo diferente. Depois de tanto tempo vivendo assim, resolveu criar suas próprias regras, que são: não interferir, nem se envolver, assim se adaptando a realidade de cada corpo que habita. Até que um dia conhece Rhiannon e tudo muda, a partir daí os dois enfrentam o desafio de conseguir se reencontrarem a cada 24 horas.

Esse é o primeiro livro que leio do autor, e posso dizer que amei a forma como ele escreve, cada frase dele parece trazer uma lição, ensinamentos e reflexões que podemos guardar para nossa vida. Não que seja um livro de autoajuda, mas enquanto embarcamos na vida dos personagens acabamos aprendendo junto a eles.

“A bondade tem a ver com quem você é, enquanto a gentileza tem a ver com o modo como quer ser visto."

Gostei muito de “A” e de sua integridade, já Rhiannon não me cativou, para mim ela aceita as coisas de maneira muito fácil, falta um pouco de força de vontade nessa menina.
É interessante como podemos conhecer várias vidas e os problemas que cada uma enfrenta, através das mudanças de corpo de “A”, mas chega um momento que isso se torna repetitivo, além do autor deixar algumas respostas e o final por conta da nossa imaginação.

Esse é um romance jovem adulto bem “sessão da tarde”, bom para passar o tempo e com uma proposta inovadora, mas não leia com muitas expectativas para não se frustrar.

“Uma coisa é se apaixonar. Outra é sentir alguém se apaixonando por você, e sentir-se responsável por esse amor.”

“Simples e complicado, como a maior parte das coisas verdadeiras.”

site: https://www.instagram.com/p/Be0eSxLntGE/?taken-by=livrosdalais
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Tâmara Moya 06/02/2018

Todo dia
Não tenho palavras para descrever minha experiência com essa leitura. Leitura fluída, convidativa e recheada de frases marcantes. Livro incrível, sensível e inovador. Um livro que me arrebatou do começo ao fim. Lágrimas teimavam em cair...

"Se tem uma coisa que aprendi, é isso: todos nós queremos que tudo fique bem. Nem mesmo desejamos que as coisas sejam fantásticas, maravilhosas ou extraordinárias. Satisfeitos, aceitamos o bem, porque, na maior parte do tempo, bem é o suficiente."

"Eu sempre fico impressionado com pessoas que sabem que algo está errado mas ainda insistem em ignorar, como se isso, de alguma forma, fizesse com que os problemas desaparecessem. Elas se poupam do confronto, mas terminam ressentidas de qualquer maneira."

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Jeferson bernardo 04/02/2018

~
Confesso que não esperava por esse final, estava imaginando tudo menos isso e foi justamente esse final que me deixou sem chão.

O livro é sem duvidas incrível e apaixonante, alem de trazer alguns temas muito visto ultimamente e mostrar a realidade de diversas pessoas de um ponto de vista que você acaba sentindo o que a pessoa passa.

#leiaesselivro
Bruno 04/02/2018minha estante
Vontade de jogar o livro longe por causa desse final. Mas sim, é um excelente livro.




DAN EAGLE 04/02/2018

Um romance diferenciado, emblemático e impactante. Faz a gente
PENSAR FORA DA CAIXA, de fato. Impossível parar de ler. :-)
Nos provoca diversas reflexões sobre o pensamento humano, a sociedade
na qual vivemos, o poder da mídia, coloca o contexto religioso em xeque,
mexendo psicologicamente e filosoficamente com conceitos atuais.
A história de um casal (homem e mulher) que luta para ficar juntos, porém
uma situação inusitada é exposta. Qual? Só lendo para compreender esta
história que sensibiliza e ativa a nossa razão e a nossa emoção.
Recomendo para ontem, esta obra literária de ficção verossímil e inteligente.
Lorena Louane 04/02/2018minha estante
vc sabia que esse livro vai virar filme esse ano


DAN EAGLE 04/02/2018minha estante
Não sabia, Lorena. Que bom saber disso!!! ;-)
As gravações vão começar neste ano ou o filme já está pronto?


DAN EAGLE 04/02/2018minha estante
Não sabia. Acabei de ver o trailer no You tube. Obrigado pela informação!!!
;-)




Mariáh 31/01/2018

David Levithan me surpreendeu...
A. não é como qualquer um de nos, ele é diferente porque está sempre em um corpo diferente todo dia, com novas pessoas, novas casas, novos lugares. Mas isso pra ele se tornou algo normal, ele já cansou de tentar entender porque sua vida é assim, até que encontra Rhiannon. Rhiannon faz A. querer criar laços e fixar suas raízes, como ele não pode, todo dia ele encontra uma maneira de encontrar a menina pela qual está totalmente apaixonado. Mas por que a vida de A. é assim? Ele é mesmo o único? Ele conseguiria ficar mais que um dia em um único corpo? Quando ele encontra alguém que possa responder essas perguntas pra ele a vida começa a fazer mais sentido.
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Mariana 28/01/2018

Bom
O livro prende bastante a atenção, a leitura flua de maneira gostosa e o leitor se aprofunda na história junto com o protagonista. Eu gostei bastante da perspectiva do A, de como ele não se importa com a aparência, ser mulher ou homem não faz diferença pra ele. Teve várias situações em que o autor deixou em aberto, como o porquê do A habitar em vários corpos e permanecer apenas por um dia. Eu acredito que o autor poderia explorar mais isto, como por exemplo, (a razão pelo qual o A é assim, é porque ele deve ajudar aqueles em que habita) Não vou dar spoiler mas só teve um corpo que ele ajudou e os outros passou meio indiferente. Gostei do romance que teve, o A é muito romântico e também gostei da Rhiannon. Enfim, o final foi péssimo e o autor deixou várias partes sem explicar direito. Vale a pena ler mas não crie expectativas...
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Wally 28/01/2018

Uma Ótima Experiência
Todo dia é um livro que aborda varios temas, como diversidade, sexualidade, transtornos pisicologicos e alimenticios e principalmente os diferentes tipos de pessoas, além é claro do romance.

Com a personagem A, que troca de corpo todos os dias, podemos conhecer várias pessoas e seus diferentes modos de vida, o que torna o livro cheio de diversidade que é abordada de uma forma muito bem feita.

A personagem A é uma personagem bem estruturada, feita e desenvolvida de uma forma crivil. Rhianon (não sei se é assim que se escreve) poderia, assim como o romance entre ela e A, ser melhor desenvolvida, pois foi algo que poderia ter sido melhor aproveitado.

O caso do Pastor Poole e do Nathan foi fraco, mas com um grande potencial para ser algo memorável.

O final foi interessante, mas um pouco confuso para mim, mas no geral foi uma otima leitura.

David Levithan tem uma escrita agradavel e fluída, não deixando o livro torna-se chato, já que criou uma estoria bem escrita e bem Pensada.

No geral a minha primeira experiencia com David Levithan foi ótima, assim como eu pensei que seria.
pikena 24/02/2018minha estante
Amei... queria uma continuação.




Eduardo 27/01/2018

Muitas ideias, poucos propósitos e um monte de fantoches e tropeções
Todo Dia tinha tudo para ser um ótimo livro. Tinha. O autor conseguiu destruir sua ideia logo nas primeiras páginas. O resto, mais do que consequência, foi talvez um levante de tentativas para reparar as fendas, o que, mais do que um fiasco, acabou por alargá-las ainda mais.
O livro conta a história de A, um personagem que não é humano (podemos defini-lo como uma espécie de espírito) e nem possui um gênero definido. A, até então com 16 anos, acorda todos os dias em corpos diferentes, todos da mesma idade que a sua, todos relativamente próximos uns dos outros, por uma razão que o autor inventou para que os personagens pudessem ter contato. Ninguém sabe exatamente como isso funciona, nem mesmo o protagonista. Até aí tudo bem, até porque quem decide o que importa ou não é o autor, e não o leitor. Isso fica bastante claro durante toda a leitura. É certo que nem tudo precisa ser explicado, mas quando você se dispõe a criar uma história sobre algo inexplicável, ao menos tente explicar por que decidiu fazer isso, tente mostrar as razões pelas quais as ações importantes acontecem da maneira como acontecem. Até mesmo um boneco de posto tem suas razões para cair e levantar. Neste livro nada tem.
O fato de A ser um personagem diferente pode servir como argumento de defesa para o autor: "ora, ele não é humano; não exija dele ações muito lógicas". O problema é que o autor fez de A, disparadamente, o personagem mais humano de todo o livro. Nesse julgamento a defesa é a própria acusação. Contraditório, não? E esse está longe de ser meu julgo principal em relação ao livro.
Certo dia, A acorda no corpo de Justin e acaba se apaixonando por sua namorada, Rhiannon. Daí em diante ele se torna obcecado por ela e tenta, sempre que possível, usar o corpo de seus outros hóspedes para se encontrar com a garota. A questão geográfica pareceria uma enxurrada de coincidências, não fosse o fato de o autor usar a incógnita de não saber o que se passa com A para justificar esses lugares tão próximos em que eles se encontram. Colocando os pingos nos is, a sequência de coincidências não passa de "mera coincidência" na visão do autor. E também do leitor que é acostumado a ver a história manuseando os personagens, e não o contrário. Eis um erro fatal.
Em Todo Dia David Levithan simplesmente lança um manifesto. Com a obra, ele discute inúmeros temas de seu interesse, como orientação sexual, identidade de gênero, preconceitos, bullying, depressão, exploração... Nesse ponto eu tiro o chapéu para o autor. Ele debate muito bem esses temas, apesar de, em grande parte, usar frases de efeito para encurtar o debate. Essa talvez tenha sido a grande intenção do autor, só que criar personagens rasos, que obedecem à mão do autor, e não a si mesmos, para servir de exemplo em um manifesto e chamar a obra de romance é uma tarefa tão arriscada que até hoje não soube de nenhum caso, exceto esse.
E por que os personagens não deveriam obedecer à mão do autor? Ora, porque a personalidade deve ser respeitada. Um livro cheio de personagens imprevisíveis, incongruentes e jogados na história só para tapar os buracos que o autor criou não é um exemplo muito bom de bom senso e acaba por deixar os leitores sem expectativas. É justamente isso o que acontece durante todo o livro: o autor simplesmente quis criar uma linha de acontecimentos (que não me atrevo a chamar de história – sim, com H – porque canhão vazio não faz guerra) e jogou os personagens lá no meio, totalmente perdidos, e fez o que bem entendeu com eles, sem respeitar a natureza humana, simplesmente para que os fatos se encaixassem e perdurassem até ele terminar o seu manifesto. Que audácia usar os próprios personagens para remendar uma ideia mal estabelecida! E o que o leitor faz com tudo isso? Nada. Não há como ter expectativa porque nada é firme o suficiente para se imaginar um desfecho.
Como se não bastasse o lenga-lenga entre A e Rhiannon, que nada mais são do que cenas e diálogos iguais com rostos diferentes, o autor insere uma possível reviravolta no enredo, por conta de Nathan e o reverendo Poole. Fiquei até entusiasmado, até descobrir que tudo não passava de uma tentativa de manter o leitor "acordado". O autor inseriu ainda mais dúvidas na cabeça do leitor, mudou os personagens conforme bem entendeu para que a história se adaptasse ao que ele almejava, e deixou tudo assim, pela metade. Um bando de fantoches abandonados.
Você pode até me dizer: "Poxa, Edu, mas há momentos em que as coisas 'dão errado'". Não seja ingênuo. Essas passagens provavelmente só foram inseridas para que tudo não parecesse “cronologicamente perfeito demais”. Aliás, essas passagens nada mais são do que dias em que A não pôde se encontrar com Rhiannon; no dia seguinte já estava tudo bem de novo. O curso habitual das coisas consertando a propositada curva na estrada de meia dúzia de linhas. Que original, não?
De forma resumida, David Levithan tinha uma ideia fantástica em mãos. Se bem elaborada e devidamente construída, floresceria a partir daí uma história ímpar, algo realmente original, encantador e questionador. Mas o autor preferiu apenas usar roupagens diferentes para as mesmas cenas, encher a obra de frases de efeito e fazer de seus personagens meros robôs (apesar de A ser extremamente humano). Todo Dia é um romance raso, sonolento, repetitivo e com um desfecho oco, provavelmente escrito às pressas, para dar um mero fim necessário à uma história que exigia um fim mais fundamentado. O problema é que um final bem fundamentado não faria tanto jus aos demais capítulos.
Magali.Ferreira 27/01/2018minha estante
Resenha maravilhosa. Só queria saber escrever assim, a minha é oito ou oitenta rsrs :)


Natiara 27/01/2018minha estante
Ótima resenha. ^_^ Parabéns, tem formação em Letras? Pois escrever muito bem.


Eduardo 27/01/2018minha estante
Muito obrigado, Magali :D
Às vezes também sou oito ou oitenta, mas de vez em quando sinto vontade de escavar um pouco mais os assuntos hahaha


Eduardo 27/01/2018minha estante
Muito obrigado, Natiara :D Não, não sou formado em Letras não haha. Mas adoro escrever!


Thallys.Nunes 28/01/2018minha estante
Mais uma resenha impecável pro currículo! Arrasou!!!


Eduardo 28/01/2018minha estante
Muito obrigado, Thallys :D A gente tenta exprimir umas ideias hahaha


Guttho 28/01/2018minha estante
Eita! Estaria eu impactado? Talvez um pouco... haha
Li Todo Dia alguns anos atrás e gostei tando dele que até o coloquei na minha lista de favoritos e para o Guttho de 17 anos ele é intocável, para mim nem tanto... Lendo a sua resenha fiquei bem pensativo sobre algumas questões. Ainda gosto bastante do livro, mas achei muito legal ver uma opinião tão diferente da minha e que tenha feito com que eu pensasse nele com outros olhos. És o Rei do Sorvete? HAHAHAHA Perdoa minha piadoca e parabéns, você escreve muito bem!


Guttho 28/01/2018minha estante
Eita! Estaria eu impactado? Talvez um pouco... haha
Li Todo Dia alguns anos atrás e gostei tando dele que até o coloquei na minha lista de favoritos e para o Guttho de 17 anos ele é intocável, para mim nem tanto... Lendo a sua resenha fiquei bem pensativo sobre algumas questões que não percebi quando li. Ainda gosto bastante do livro, mas achei muito legal ver uma opinião tão diferente da minha e que tenha feito com que eu pensasse nele com outros olhos. (:
És o Rei do Sorvete? HAHA Perdoa minha piadoca e parabéns, você escreve muito bem! ;)


Eduardo 29/01/2018minha estante
Eita! Estaria eu lisonjeado? Bastante hahaha. Muito obrigado :D
Que bom que você gostou dos pontos de vista, Guttho! Eu acho legal a gente observar uns pontos de vista diferentes, como a questão de não ter memórias pra si, um tema muito presente no livro, mas que não cheguei a citar e que considero como um ponto muito positivo. E a gente acaba mesmo mudando de opinião com o tempo. Pode ser que, no futuro, me arrependa de algumas coisas que tenha escrito sobre o livro, ou que encontre outros pontos de vista nos quais não pensei até então haha.
E não, não sou o Rei do Sorvete kkkkk. Essa frase é de um poema do Wallace Stevens (The Emperor of Ice Cream) que o Stephen King usou como introdução para uma das partes de 'Salem. Eu gosto muito desse poema, apesar de macabro kkkk


Andressa 06/02/2018minha estante
Você sabe que o autor escreveu a mesma história só que dessa vez, pela visão da Rihanna (chamo ela assim)? Não basta só um livro, tem que ter dois! Afinal já virou moda essa coisa de escrever a mesma história na visão de múltiplos personagens...


Laís Anulino @livrosdalais 07/02/2018minha estante
Nossa, adorei sua resenha!! Falou tudo!! Depois de tantas opiniões positivas, criei altas expectativas e ao ler o livro me frustrei!! Muito repetitivo mesmo!! E também não gostei do jeito como Rhiannon aceita tudo tão rápido. Ela nem parece se interessar em saber o que ele é afinal!


Eduardo 07/02/2018minha estante
Rihanna ficaria bem melhor mesmo kkkkk. Sim, fiquei sabendo. Eu até planejava ler esse segundo livro, mas, diante do que achei do primeiro, perdi a vontade. E tem muitos livros assim! Acho que eu tenho um pouco de preguiça de repassar toda a história só pra saber o que fulano de tal pensou dela Zzzzz... Hahaha




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