Todo Dia

Todo Dia David Levithan




Resenhas - Todo Dia


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Thais.Lopes 03/12/2017

Trechos para guardar
"Queria que o amor conquistasse tudo. Mas o amor não conquista tudo. Ele não pode fazer nada sozinho. Ele depende de nós para conquistar em seu nome." (p. 198)

"Toda pessoa é uma possibilidade." (p. 220)
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Brenda 24/11/2017

Esse livro sem dúvidas é meu favorito!
Todo dia é um livro em que fisga a nossa atenção, antes mesmo de acabar o dia de A em um corpo eu ja fico imaginando para aonde que ele vai, e quero descobrir logo de como será o novo dia dele.
Este livro foi qual mais gostei até o momento do autor, e estou anciosa para poder ler o próximo que é "outro dia".

O livro em si relata que o amor não existe gênero ou raça, que está tudo dentro de nós, nas nossas mentes, e que se acordassemos em outro corpo, o amor pela mesma pessoa seria inevitável, e que se fosse recíproco, a pessoa não iria ligar em qual corpo acordamos hoje se o que ela ama é o que existe dentro.

Nosso corpo é apenas carne, nossa essência é o que tem por dentro.

Simplesmente amei.
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Pages and Seasons 22/11/2017

Resenha para o IG @pagesandseasons
Oie leitores, a resenha de hoje é do livro TODO DIA, do autor DAVID LEVITHAN: .
⌚24 horas, essa é a quantidade de tempo que nosso protagonista passa no corpo de uma pessoa. Não se sabe se ele é garoto, garota, moreno ou loiro, alto ou baixo, isso não importa, pois cada dia ele(a) assume uma vida diferente. Ele(a) é apenas um hospede temporário.
Você pode chamar de possessão ou qualquer outra coisa sinistra, mas para A, é apenas mais um dia da sua vida e vem sendo assim desde quando ele(a) passou a entender. A única coisa que segue um padrão é a idade de cada pessoa que habita. Ele(a) tenta sempre agir normalmente, se adaptar a vida da pessoa durante esse curto período de estadia, não interferir, não fazer nada prejudicial nem trágico para que no outro dia, o adolescente no qual ele se hospedou não esteja encrencado, é a sua regra pessoal, não se envolver.... até o dia em que conhece Rhiannon.
Certo dia, ele acorda no corpo de um garoto chamado Justin e conhece sua namorada, Rhiannon, com isso todas suas prioridades mudam e ele anseia a cada novo dia reencontrar a garota independente do corpo que habite ou da distância em que se encontre. Essa garota fará com que ele(a) deseje ter apenas uma vida, um único corpo para chamar de seu.
Com um enredo extremamente criativo essa história lhe fará refletir, sobre o amor, sobre a vida, aceitação e tudo o que engloba esse mundo em que vivemos, mas de uma maneira singela e cativante. O amor de A por Rhiannon é puro e sincero independente do corpo que habite, pois o que importa é a sua essência, ele(a) é aquele tipo de pessoa que você quer ter sempre por perto.
Sim, essa história entrou na minha lista de favoritos de 2017! ♥
Resenhado por: Larissa

site: https://www.instagram.com/p/BYEnL2Mlwq4/?taken-by=pagesandseasons
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Raissa | @booksandimpressions 05/11/2017

Diferente de tudo que já li!
Todo dia foi um livro muito diferente de tudo o que já li até hoje. David Levithan usou de uma criatividade cativante para nos passar várias mensagens reflexivas e modificar nosso modo de olhar a vida. A leitura foi arrebatadora e não consegui parar de ler até descobrir onde a história iria dar e como os personagens iriam terminar. Já tive contato com outros livros do autor, e posso dizer que esse não deixou em nada a desejar!

Nessa trama conhecemos o personagem principal que é denominado como 'A'. 'A' acorda todo dia em um corpo diferente, seja garota ou garoto, rico ou pobre, saudável ou não, com a idade de 16 anos. E essa é a única realidade que ele conhece, o único modo de vida a ser vivido, de forma única. Com o passar do tempo 'A' aprendeu a passar de modo despercebido pela vida dessas pessoas, ocupando seus corpos sem nunca influenciar suas escolhas e rotinas.

Quando acorda no corpo de Justin, 'A' não poderia imaginar que tudo mudaria quando se visse refletido nos olhos de Rhiannon, a namorada de seu hóspede. Essa garota amorosa e forte muda tudo e faz com que 'A' sinta, lute, questione e faça de tudo para estar ao lado dela. E assim começa a jornada de 'A' acordando em lugares diferentes sempre tentando se encontrar com essa garota.

Não vou contar muito para vocês sobre essa jornada, pois acabarei dando spoilers. O que posso dizer é que a leitura foi sensacional. Foi muito interessante ver tantos olhares diferentes para a vida, ver como 'A' lida com cada uma dessas pessoas, com seus problemas, dilemas, tristezas, futilidades e por aí vai. A grande sacada do autor foi o fato de 'A' não ter um corpo definido, não ter gênero, e sim ser a essência, sabe? Além dessa parte reflexiva temos o belo romance entre 'A' e Rhiannon. É claro o amor intenso, sincero e real que 'A' sente por ela e não é possível permanecer imune a ele.

A única coisa que me deixou um pouco confusa foi o fato do autor mostrar que podem haver outros como o 'A', porém não desenvolver isso nesse livro. Sei que tem um outro livro lançado, mas por ser do ponto de vista de Rhiannon, acredito que não terão essas explicações. Mas isso não diminui em nada a beleza dessa história.

Se você quer uma leitura que foge do convencional, esse livro está mais do que recomendado!

Ahhh, mais uma novidade! O livro já está com uma adaptação em produção 🙌

"Queria que o amor conquistasse tudo. Mas o amor não conquista tudo. Ele não pode fazer nada sozinho. Ele depende de nós para conquistar em seu nome."

Já leram? O que acharam?


site: http://www.booksimpressions.com.br/2017/10/resenha-todo-dia-david-levithan.html
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Miro 25/10/2017

Único e incrível
"Todo dia sou uma pessoa diferente. Eu sou eu, sei que sou. Mas também sou outra pessoa. Sempre foi assim."

E se você acordasse todo dia em um corpo diferente? E um dia se apaixonasse por uma garota? Qual a probabilidade disso dá certo se você nunca é a mesma pessoa por fora?

A é diferente por acordar todo dia em um corpo, ele não tem controle, ele pode ser rico, pobre, alto, baixo, magro, gordo, saudável, doente, drogado, uma pessoa com pensamentos suicidas e ele pode ser menina ou menino.

Porém um certo dia ele acorda no corpo de Justin e se apaixona por sua namorada Rhiannon. Eles passam um dia perfeito e ela acha que é seu namorado Justin. A sabe que não deveria interferir, mas quando percebe já está perdidamente apaixonado por ela.

A começa ultrapassar um pouco seus limites depois que conheceu Rhiannon. Um sentimento forte, nunca sentido a esse ponto por uma pessoa. Sempre sai sem deixar rastro que esteve no corpo da pessoa ou se permitiu deixar sentimos atrapalhar, ele já se magoou demais e sofreu demais durante a vida.

No meio tempo ele terá que lidar com Nathan, um corpo onde ele ficou e mesmo quando saiu o menino lembra de que não estava no controle do corpo. Daí começa a falar que foi possuído.

Mas com Rhiannon é diferente ele quer tentar. Conta a verdade a ela sobre sua vida, como funciona, como ele é. Um sentimento começa a crescer, lutam para tentar se reencontrar a cada 24hrs, porém não será fácil, ela tem suas lutas e ele as suas.

Ela vai conseguir ficar com uma pessoa que muda de corpo todo dia? E ele acha justo interferir nas vidas de quem habita? E por fim, o amor vencer qualquer barreira?

Opinião

Brilhante, divertido, incrível, maravilhoso e sensacional, são palavras que definem essa belezinha de livro. Eu simplesmente amei ler, foi uma experiência maravilhosa e diferente de tudo que li. Vários temas e situações num livro só, feito com brilhantismo, tudo abordado perfeitamente sem margem de erro.

Leitura super leve e fluída, muito prazeroso de se ler. A trama é envolvente, a ideia do autor foi única e genial. Não tem repetição - e isso é o melhor. Ele soube fazer muito bem sem ficar repetitivo. Você se envolve muito com o personagem A, ver o quanto é difícil a situação dele.

A visão de não ser aceito na adolescência é muito bem passada. É narrado em 1° pessoa pelo A e nossa, é super interessante a visão que temos a cada página e novo corpo que ele habita, seus pensamentos sobre a vida, como ele vê bem diferente.

O mais interessante do personagem é que ele não se vê como menino ou menina, ele se sente a vontade onde estiver. A narração é dinâmica e hilária, se você não prestar atenção pode se perder, pois uma hora ele cita ele outra hora o nome da pessoa que ele habita. A não tem preconceito, nem sabe o que isso - o tipo de pessoa que queremos que exista. Mas ele vê o preconceito que ele sofre a cada novo corpo.

Por fim é um livro muito lindo e emocionante, amei o final e por isso preciso de respostas. Hahahaha
Confesso que estou com medo de ler o segundo, tão maravilhoso esse. Meu favorito, todas as estrelas e indico muitíssimo.
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a world to read 25/10/2017

Resenha Todo Dia - (Blog A World To Read)
David Levithan nos apresenta “A”. Um ser que não sabe como e nem porque mas todos os dias é arrancado de seu corpo e acorda em outro. Um novo corpo. Novas lembranças. Nova vida. Tem que se adaptar rapidamente ao novo hospedeiro para manter as aparências e passar o dia desapercebido. Já está acostumado com essa rotina de ter uma nova identidade, seja de homem, mulher, rico ou pobre.


O corpo é a coisa mais fácil à qual se ajustar quando se está acostumado a acordar em um corpo novo todas as manhãs. É a vida, o contexto do corpo, que pode ser díficil de entender.

Ao trocar de corpo “A” assume que não deve interferir na vida de seu novo casco. Não deve mudar o curso e nem criar laços pois sabe que amanhã não vai ser somente um novo dia. Será, literalmente, uma nova vida.

Chegando perto dos 6 mil dias de vida acordou mais uma vez diferente. Enquanto Justin adormece no background de sua mente “A” está no controle de seu corpo. Ao começar a aprender sobre o contexto da vida de Justin nosso(a) protagonista conhece sua namorada. Rhiannon. Tímida, ansiosa e se escondendo atrás do cabelo. Tão bonita quanto insegura.

“A” percebe que Justin não se importa com ela e que, mesmo sendo mal tratada, está muito apaixonada e, intrigado pela situação da garota, “A” sente necessidade de lhe proporcionar um belo dia. Quebrando assim a sua regra de não interferir. É assim que começa a história que promete ser um ótimo filme. 😉

Todo Dia - David Levithan text

O momento em que você se apaixona parece carregar séculos, gerações atrás de si – tudo isso se reorganizando para que essa interseção precisa e incomum possa acontecer. Em seu coração, em seus ossos, por mais bobo que saiba que é, você sente que tudo levou a isso, que todas as flechas secretas estavam apontando para este lugar, que o universo e o próprio tempo construíram isso muito tempo atrás, e agora você acaba de perceber que chegou ao local onde sempre deveria ter estado.

Minha opinião

Depois de um hiato, volto a escrever no blog. E volto com mais uma história dos famigerados protagonistas de 16 anos. Tantos desses já me decepcionaram enquanto outros me surpreenderam. Não importa. Ler não é um exercício de adivinhação, portanto chances terão que ser dadas para novas histórias e, só assim, novas surpresas nascerão.

Não sou um leitor ávido de Young Adults, mas a premissa que o autor levanta na sinopse do livro é que me pegou. A ideia de um elemento fantástico em meio ao mundano sempre me atraiu. David Levithan trás em Todo Dia um personagem diferente. Um ser, entidade, alma, que não possui padrão ou classificação para qualquer gênero. Algo que, me parece, vem do próprio autor para nos fazer entender um pouco do que se passa no outro lado do preconceito. Nos traz uma ideia de que “A” é um hóspede para qualquer casa.

O que me pegou…

A história principal é interessante. A relação entre “A” e Rhiannon é pura. Conheceram-se pela raiz que independe se você é homem, mulher, velho, jovem, desdentado ou abastado.

Embora a premissa do livro e a sinopse me convenceram a ler o livro, acho que, sinceramente, não foi o romance entre “A” e Rhiannon que reteve minha atenção. O que me fisgou, de fato, foram as experiências descritas sobre as vidas de quem “A” se apoderou. Pessoas normais, raivosas, estudiosas, usuárias de drogas e a pessoa que trouxe o meu coração para o livro.

A mente de Kelsea Cook é um lugar escuro. Mesmo antes de abrir os olhos, sei disso. A mente dela é inquieta: palavras, pensamentos e impulsos colidindo uns contra os outros sem parar. Meus próprios pensamentos tentando afirmar-se em meio ao barulho. O corpo começando a suar. Tento permanecer calmo, mas o corpo conspira contra isso, tenta me afogar na distorção.

Esse foi o dia em que acordou num corpo de uma pessoa com depressão. Com um texto super sensível, o capítulo arranca de nós alguns conceitos e verdades sobre coisas que não conhecemos ou entendemos. Existe, na sua escrita, uma capacidade de nos fazer exercer nossa empatia ao máximo. Difícil de respirar.

A escrita super simples e os capítulos curtos me levaram a sentir conectado. Perto.

Assim como quando li Vivian Contra O Apocalipse eu não esperava muito do livro. Mas isso é que torna tudo interessante. Esse é um belo exemplo de que preconceitos e concepções erradas te levam cada vez para mais longe das pessoas, histórias, situações e surpresas boas.

A história de David Levithan continua em outro livro. Na verdade, é a mesma história contada pelo ponto de vista de Rhiannon. O livro se chama “Outro Dia”. Lerei e se a qualidade for como em Todo Dia com certeza voltarei para contar.


site: http://aworldtoread.com/2017/10/23/todo-dia-david-levithan/
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Fabi 21/10/2017

INTERESSANTE
''Vivi toda a minha vida desse jeito, mas você é a única coisa que me faz desejar não ser mais assim.''

Imagine você todo dia acordar em um corpo. Não ter uma vida estável. Isso é o que acontece com o protagonista do livro, A.
Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver.
Mas essa regra é quebrada quando ele acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon.
A se interessa pela garota que vive um relacionamento problemático. E sente que encontrou alguém por quem ele queria permanecer no mesmo corpo.
Nosso protagonista a partir daí tenta de todas as formas estar perto da garota que ele gosta. Todos os dias, independentemente se acorda sendo garoto ou garota, seu objetivo é só um: se encontrar com Rhiannon.
O autor deste livro, David Levithan é homossexual. Então durante o livro, ele tenta fazer com que o leitor, aceite o relacionamento entre A e Rhiannon. Bem, teve momentos que me senti incomodada quando A acordava em um corpo feminino e dizia a Rhiannon como se sentia. Você meio que se sente desconfortável...
O que é esquisito é que o autor é a favor de liberdade de gênero, mas quando A acorda no corpo de um garoto muito acima do peso, você percebe como David Levithan discrimina pessoas assim.
Sei lá, isso foi mancada do autor. Preconceito chegou e parou nesta parte do livro. =/
Quanto a Rhiannon, não achei que ela gostava de verdade assim do A. Isso dá pra perceber quando ele acorda no corpo do garoto obeso ou quando acorda no corpo de uma garota. Ela fica distante dele nesses dias.
Isso muda quando ele está no corpo de um garoto todo bonitão. Se o amor não vê aparência então ela não ama ele tanto assim não...
Percebe que A gosta muito mais dela do que ela dele.
Do geral, eu gostei do livro. Não é o tipo de livro que leio, mas foi interessante a leitura.
Tem trechos muito bons de grifar, e consistiu em um belo atrativo. =)
Recomendo ;)

''A bondade tem a ver com quem você é, enquanto a gentileza tem a ver com o modo como quer ser visto.''

''Apaixonar-se por alguém não significa que você saiba como a pessoa se sente. Significa apenas que você sabe como você se sente.''

''Quando o primeiro amor termina, a maioria das pessoas sabe que outros virão. Elas não acabaram para o amor. O amor não acabou para elas. Nunca será igual ao primeiro, mas será melhor, de diferentes modos.''

''Queria que o amor conquistasse tudo. Mas o amor não conquista tudo. Ele não pode fazer nada sozinho. Ele depende de nós para conquistar em seu nome.''

''O momento em que você se apaixona parece carregar séculos, gerações atrás de si - tudo isso se reorganizando para que essa interseção precisa e incomum possa acontecer. Em seu coração, em seus ossos, por mais bobo que saiba que é, você sente que tudo levou a isso, que todas as flechas secretas estavam apontando para este lugar, que o universo e o próprio tempo construíram isso muito tempo atrás, e agora você acaba de perceber que chegou ao local onde sempre deveria ter estado.''

''O passado não me ofusca, nem o futuro me motiva. Concentro-me no presente, porque é nele que estou destinado a viver.''

''Quando você experimenta algo grandioso, o momento persiste em toda a parte para a qual você olha, e quer ocupar todas as palavras que você diz.''

''Ela é meu primeiro e único amor. A maioria das pessoas sabe que o primeiro amor não será o único. Mas, para mim, ela é as duas coisas.''
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ROBINHO 17/10/2017

Uma experiência maravilhosa
O livro nos traz uma reflexão importante através da personagem A, seria bom se vivêssemos uma vida diferente a cada dia?
Me trouxe vários questionamentos sobre a vida e o que faço para torna-lo diferente e igual ao mesmo tempo.
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Francisco Garcias 15/10/2017

Decepcionante
Eu esperava muito mesmo desse livro, mas não foi nada do que eu esperava, foi muito pior, eu detestei
Primeiro porque a história é inconstante então como ele muda de corpo muitas vezes, isso me incomoda porque a história as vezes não tem uma continuidade
Segundo porque quando ele entra no corpo de um menino gordo o autor trata isso de forma muito pejorativa, eu não sou magro e me muito ofendido, até a própria Rhiannon aceita todos os corpos mas não aceita o gordo, isso matou o livro para mim
Enfim o livro é cheio de quotes lindas
e sim eu entendo as mensagens que ele traz principalmente relacionado a não importância do gênero, mas esses dois pontos acabaram com o livro para mim
Enfim, detestei foi muito decepcionante
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Dani 14/10/2017

Todo Dia, David Levithan
A é um ser desconhecido até para si mesmo, que todos os dias acorda em um corpo diferente e vive nele até a hora em que dorme. Seus hospedeiros têm gênero, personalidade e estilos de vida sempre diferentes, todos com a mesma idade de A, dezesseis anos.

"Todos nós temos mistérios, especialmente se vistos pelo lado de dentro. "

Ele tenta ao máximo não interferir na vida que está "tomando emprestada", sem criar conflitos ou situações estranhas. Um dia, porém, A se descobre no corpo de Justin, um garoto comum com uma namorada por quem não tem grandes sentimentos. Ela é Rhiannon, está completamente apaixonada e devota ao namorado, e imediatamente A sente algo por ela.
Depois de um dia maravilhoso, em que A se apresenta como um Justin diferente e melhor, ele simplesmente não consegue deixá-la mais.

"Mas alguns de nós não querem viver a vida feito mentirosos. "

O enredo de Todo Dia é ótimo, afinal sempre imaginei como seria fantástico poder ter várias vidas, ainda que seja um pouco solitário como o personagem mostra. O conflito é instigante, por ser tão complicado, e fui me envolvendo aos poucos.
É interessante como esse romance aborda vários pontos da vida adolescente/jovem, desde primeiros amores, descobrimento e aceitação a questões mais obscuras como depressão, alcoolismo, culpa. Me identifiquei com várias passagens, frases de efeito do autor e pensamentos de A.
Esse, A, é uma personalidade comum que vai convencendo e comovendo à medida que é introduzida. Ficava com muita vontade de saber mais sobre ele, como funciona toda essa experiência, porém de forma surpreendente esse não é bem o foco (pelo menos até certa parte, mas isso ficou para a continuação).

"Simples e complicado, como a maior parte das coisas verdadeiras. "

O que tem importância é a forma como A passa a almejar Rhiannon e tentar ficar com ela, o que é muito romântico e sensível, além das vidas com que ele vai se deparando em sua jornada. Mas o ponto maior mesmo é a ideia que o autor vende nesse livro de que não importa o corpo, o coração é o que importa e tal.
Há bastante apelo para as causas LGBT, algo esperado por mim já que conhecia os outros livros do autor, como Garoto Encontra Garoto. Não pude deixar de me lembrar da música Pussy da Alaska Thunderfuck, e de fato é algo verdadeiro muitas vezes. Infelizmente não concordei totalmente, pelo menos como o autor colocou alguns pontos, mas não deixa de ser uma boa reflexão.
O relógio sempre faz tiquetaque. Tem vezes que você não ouve, e outras que sim.
Recentemente foi lançada a continuação de Todo Dia, e ao iniciar essa leitura me perguntei se seria mesmo algo necessário. Porém, depois da forma como acabou, acredito que seja uma boa ideia sim, se essa for explorar o universo de A melhor. Quanto ao romance, para mim acabou de forma satisfatória, ainda que triste.

site: http://cookiescreamandmint.blogspot.com/2017/06/todo-dia-david-levithan.html
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Jaque Assunção 27/09/2017

Resenha - Todo dia
Acredito que criei muitas expectativas a respeito dessa leitura por conta dos vários comentários positivos que ouvi. Gostei bastante da narrativa do David Levithan. O livro em si apresenta uma história totalmente diferente de tudo que já li, tem umas mensagens de reflexões bem bacanas e é fácil identificar a mensagem principal que se passa no enredo: "O AMOR" independente de gênero, até mesmo porque "A" se apaixona por pessoas e não pelas genitais.
"Na minha experiência, desejo é desejo, amor é amor. Nunca me apaixonei por um gênero.
Apaixonei-me por indivíduos."
Entretanto, senti falta de uma explicação, no finalzinho do livro, quando você pensa que vai descobrir o que é A, o porquê ele vive assim; simplesmente a leitura encerra. Gostei bastante que Levithan tenha contado como é cada dia de A, o fato de não saber no corpo de quem estará gera um pouco de curiosidade, mas ao mesmo tempo fica maçante.
Fiquei imaginando que em determinado momento A começaria procurar por respostas e as obteriam...
É um livro que eu indicaria, mas ainda assim, não daria cinco estrelas.
Carol 29/09/2017minha estante
Adorei sua resenha, também dei três estrelas pela falta de explicação que é muito irritante e pelo romance que é muito pegajoso, além de parecer que a mocinha do livro está "nem aí" para o "A"...kkkkk


Jaque Assunção 06/10/2017minha estante
Carol, também achei muito pegajoso, além de que a Rhiannon "apaixonou" de um segundo pro outro... Achei muito mal relatado o romance deles... a histórias deles ficaram envolvidos na emoção de se encontrar..
Admito que uma parte que gostei bastante foi quando o "A" ficou preso no corpo da Rhiannon.
E eu jureeeeeeeei que ele teria respostas no final... kkk




Marci 16/09/2017

Bom
Todo dia é um livro bom, tem uma leitura fácil, fluente, gostei bastante. Só achei estranho o fato de A trocar de corpo todos os dias. Mas tudo bem!
José Igor 15/10/2017minha estante
A proposta é justamente isso: A trocar de corpo todo dia. É o fator principal do livro...




Cah 15/09/2017

O livro que me tirou o sono.
Todo dia é um livro encantador. Você se apega ao A. Você fica curiosa pra saber quem ele vai ser a cada dia que começa. Você fica querendo saber como vai ser o dia dele no novo corpo, se ele vai encontrar a Rhiannon, ou se vai dar tudo errado. Você se pega torcendo para A e Rhiannon arrumarem um jeito de ficarem juntos, e se surpreende com o final (de um jeito bom). A passa pelo corpo de vários tipos de pessoas e nós, os leitores, começamos a entender como cada pessoa é diferente da outra. Como cada um vê o mundo diferente. Como cada um se sente diferente. E como nós podemos entender cada um.
Você acaba o livro se perguntando o que é capaz de fazer por amor.
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Thay 07/09/2017

Comecei esse livro coberta de expectativas, de tanto que falavam da maravilha dele. Na metade do livro estava me questionando se havia alguma forma dessa história me decepcionar, por que eu já estava tão maravilhosamente envolvida que não via formas de o final não me agradar. O que aconteceu foi o que o final me foi maravilhoso, nada de uma reviravolta assustadora, só a realidade. E foi lindo! Esse livro me fez sorrir, me fez emocionar, e acima de tudo, me ensinou lições preciosas!
Obrigado David pela história.
Obrigado menina com quem eu troquei esse livro e não lembro o nome pela troca maravilhosa!
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Flávia Carvalho 03/09/2017

Surpreendente e reflexivo!
Acho surpreendente um livro quando conta uma história que não tem nada de real mas que, ainda assim nos faz parar para pensar e refletir sobre o assunto.

Um livro de escrita agradável e que deixa a leitura fluir a cada capítulo. As coisas acontecem no livro sem enrolação e isso nos prende a cada personagem de todos os dias na vida de A.

Como cada dia na vida dele era em uma pessoa diferente, o autor procurou diversificar abordando vários pontos de forma tranquila e sem excessos.
Algumas pessoas comentam de forma crítica na parte da homosexualidade, o que no meu ponto de vista não teve nada abusivo, sendo simplesmente uma forma de variação das vidas que o personagem participa deixando o livro mais interessante e reflexivo.

O final me surpreendeu de forma positiva, achei o Levithan muito criativo do jeito que foi desenvolvendo o desfecho da história, me deixando um pouco apreensiva, bastante envolvida e muito curiosa.
O final nos faz parar para refletir mais ainda sobre nosso lado humano. O que faríamos no lugar dele?
Surpreendente!
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