1889

1889 Laurentino Gomes




Resenhas - 1889


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Marcel 15/03/2019

melhor ano!
1889 - melhor livro da trilogia!!!!!
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Lex 12/02/2019

1889
Excelente ! Muito bem contado os acontecimentos que vieram a acontecer antes da proclamação da República . Ótimo relato sobre a figura de Dom Pedro II
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Biblioteca Álvaro Guerra 05/02/2019

1889
'“O Laurentino tem um texto de revista, um texto de Veja, muito agradável de ler, com uma linguagem que chega ao grande público…Acho o Laurentino fantástico e as pessoas estão entendendo a história do Brasil de uma maneira agradável, pop, sem academicismo e com sabor”. - Klester Cavalcanti

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site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/975-85-250-5446-3
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Luciano.Paes 05/02/2019

uma riqueza de informações
O livro é maravilhoso, a trilogia é excelente, e 1889 fala da mudança da Monarquia para República com riqueza de detalhes, mostra o atentado a Prudente de Moraes, as degolas coletivas, o fiasco do início da ditadura. Surpreendi-me com a postura de D. Pedro II ao perder o trono e como a Princesa Isabel era querida, já mostrando que ali que a sociedade machista não aceitaria uma mulher governar. São muitos detalhes que no conjunto mostram como a história se repete.
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João 26/01/2019

A República que temos
Esse livro, assim como os dois anteriores que completam a trilogia, são de uma grande riqueza informacional. O autor usa de uma linguagem clara (muitas vezes até usando de metáforas) além de uma boa quantidade de imagens/representações para complementar detalhes de pessoas e fatos abordados.
É importante ressaltar que ele serve mais para um interessado na história do país do que para um cientista social ou historiador (no que se refere ao material bibliográfico), nesse caso deve-se recorrer a bibliografia que o mesmo usa, que conta com ótimos autores da área, como Emília Viotti, Boris Fausto, Caio Prado Jr., Lília Schwartz etc.
É importante que mencionar que o Laurentino Gomes é um jornalista e não um historiador, portanto sua abordagem no que se refere a método é diferente da usada em pesquisas historiográficas. Para ter sua compreensão facilitada, o autor usa muito de comparações, faz generalizações e as vezes chega a ser anacrônico. Mas isso não é uma crítica, visto que o autor se mostra ciente disso, já que sua proposta é outra, que é discutir todo um histórico da nação, da chegada da família real portuguesa em nosso território até a proclamação da república pelo Marechal Deodoro da Fonseca. As abordagens do livro podem explicar muitas coisas no Brasil contemporâneo, sobretudo a cultura católica, patriarcal, clientelista e racista (porque não?), é importante que o povo tenha acesso a essa leitura para uma compreensão melhor da nossa realidade.
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Egídio Pizarro 23/12/2018

Indispensável
O uso das fontes, a clareza da narrativa e a organização do livro como um todo beira à perfeição. De um historiador diplomado (e não-praticante...), meus mais sinceros parabéns a Laurentino Gomes por este livro.
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TiagoHelmer 19/10/2018

Mais um excelente livro de Laurentino Gomes. Esse livro é o último da trilogia e em minha opinião, consta nele o melhor capítulo de todos os três: “O baile”. É fascinante como o autor consegue juntar dados históricos e escreve-los como um romance. Nesse capítulo em questão, o professor Benjamin Constant, olha ao longe na ilha Fiscal onde acontecia um extravagante baile organizado pelo Imperador. As luzes e fogos chamam a atenção de todos. A pequena filha do professor olha para as luzes e pede para o pai leva-la, porém isso não é possível, pois a festa é só para os convidados. Imagino o que teria passado na cabeça de Benjamin, pois tudo já estava preparado para derrubar a monarquia e isso de fato aconteceu seis dias após o baile. O professor teve uma vida repleta de decepções, uma delas é a questão de sempre passar em primeiro lugar em concursos públicos para professor, mas os outros candidatos que possuíam mais influência com os poderosos conseguiam as vagas. Benjamin Constant pegou suas frustrações com as injustiças do império e foi até o fim, sua perseverança mudou a história. Foi ele quem convenceu os alunos militares a lutarem, o que acarretou na proclamação da república (pois os civis, mais uma vez, não se organizaram, mesmo com os esforços do repórter Quintino Bocaiuva e outros). Penso que ele olhou para as luzes e imaginou que um dia sua filha poderia participar de algo assim, pois uma nova era de justiça, democracia e meritocracia chegariam. Bom, não foi bem assim o que aconteceu após a proclamação da república, mas a esperança era o que o abraçava naquele momento.

Laurentino segue o mesmo padrão dos livros anteriores, escrevendo capítulos de importância entre acontecimentos históricos e biografias dos envolvidos, sempre com base em fontes históricas. Ele fala sobre o pobre Imperador D. Pedro II que se pudesse mudar de vida com um cientista não pensaria duas vezes. Também tem um capítulo da princesa Isabel e seu fascínio abolicionista, mas que também se mostrou uma religiosa irracional totalmente despreparada para um terceiro reinado. A parte que fala do proclamador da república, o marechal Deodoro da Fonseca também foi bem interessante, pois mostra como ele estava indeciso sobre a república, inclusive no dia da proclamação. As motivações para a proclamação pareceu muito mais de caráter pessoal, uma vez que ele ficou furioso com a decisão da monarquia para afasta-lo, mandando-o para Mato Grosso, lá ele deveria receber ordens de alguém de posto hierárquico inferior. Ele também ficou irritado em saber que seu adversário da vida privada Silveira Martins, ganhava mais poder.

Como os outros dois livros essa é uma obra extremamente informativa para a história do Brasil e mesmo quem não tem muito afinidade com história, provavelmente vai gostar, pois Laurentino escreve muito bem e tenta trazer as informações necessárias para entender o período, além de mostrar a vida dos envolvidos da maneira mais real possível.
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Tania Regina 31/08/2018

1889
Laurentino Gomes é um escritor dos tempos atuais, nascido em Maringá, no Paraná. Para escrever suas obras 1808, 1822 e esta 1889 ele realiza muitas pesquisas.
Esta obra relata, muito melhor do que livros didáticos, o momento político que acontecia no Brasil no final da Monarquia e início da República.
A visão da época que, se tivesse o terceiro reinado, seria uma mulher a governar o país. Naquela época, eram poucas as mulheres que chegaram a governar um país.
Época também do fim da escravidão no Brasil, com a assinatura da Lei Áurea. Também época de muitos conflitos internos e também externos com a Guerra do Paraguai.
Das eleições fraudulentas onde a oposição era perseguida.
Conta do golpe para derrubar o Ministro da Fazenda o Visconde de Ouro Preto.
Conta dos primeiros presidentes militares e um pouco também dos primeiros presidentes civis do Brasil.
O mais interessante é ler o livro e lembrar dos nomes das pessoas como nome de ruas em diversas cidades brasileiras.
É um livro muito bom que faz refletir sobre a atual situação política em que vivemos, sobra a nossa herança histórica na criação de nosso país,
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Elisabete Bastos @betebooks 22/07/2018

O século de entusiamo e mudanças
Nossa! Quantas mudanças, inventos, fervilhando ideias, espraiando novos modelos de governo... O Brasil nova ordem, mas depois de muito derramamento de sangue, muitas reviravoltas, muitas intrigas.... As mudanças são um somatório para a eclosão de um fato principal: A Proclamação da República no Brasil e a manutenção deste governo: Marechal Deodoro, Marechal de Ferro Floriano Peixoto , que usava a espada ("guardava a Constituição na gaveta"), Presidente Civil: Pudente de morais, Campos Salles e assim: Golpes, instabilidade política/econômica, a campanha das Diretas, incorporando o povo e novos desafios..
Um país que, ainda, traz muitas desigualdades sociais e quando as Autoridades não lidam de forma correta a "res publica".
Livro necessário!
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clertoncord 13/07/2018

O autor conta como se deu a proclamação da República do Brasil. Rico em contextualização histórica, o livro trás citações de documentos da época (oficiais e cartas) que nos revela uma versão da História que em muitos pontos diverge da oficial.
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Guilherme Amaro 28/04/2018

1889 - Laurentino Gomes
1889 terceiro e último volume da trilogia.
"Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil".
Dividido de forma didática em capítulos, o livro vai mostrando uma sequência cronológica dos fatos até o dia 15 de novembro de 1889. Para isso, o autor esmiúça detalhes e situações, desvendando todo o bastidor por trás da proclamação.
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Kizzy 15/02/2018

Mistura de Sensações
História do Brasil é, sem sombra de dúvidas, o meu assunto preferido. Ler sobre esse tema sempre me traz uma mistura de sensações bem distintas, as quais gostaria de tratar nessa resenha. No caso de 1889 as principais foram: Primeiro um grande prazer em ler o texto tão bem construído, coeso, prático e profundo ao mesmo tempo. Em segundo uma inexorável mania de ser humano em se afeiçoar por algumas figuras históricas e desafeiçoar de outras, em um movimento de certa forma bem tendencioso de minha parte, de justificar atitudes daqueles eu “gosto” e desacreditar atitudes daqueles que “não gosto”. Ah! A tão difícil imparcialidade. Em terceiro lugar me vem a calma em entender que todos os acontecimentos de um país têm explicação lógica em sua origem e desenvolvimento político e social, trazendo a tranquilidade de saber que o que acontece hoje não é obra do mal ou princípio do apocalipse cristão, são apenas ações esperadas e explicadas por fatos históricos. E em quarto lugar e mais forte sensação, o desespero de perceber que a sociedade comete os mesmos erros de forma cíclica e ignorante, com alguma evolução sim, mas lenta com potencial antes destrutivo para posterior evolução.

Sobre o primeiro tópico creio que dispensa maiores detalhamentos. O texto é bem desenvolvido, coeso, palatável, prazeroso e muito informativo.

Em relação ao segundo tópico, ainda que haja da minha parte uma tentativa de ser o menos tendenciosa possível, no sentido de não classificar pessoas entre boas e más e sim apenas figuras históricas, terminei a leitura sentindo afeto pela figura de D.Pedro II. Homem sério, de história familiar e pessoal muito sofrida, moderno, com muito entusiasmo para as descobertas tecnológicas, de administração séria, com abertura para ouvir críticas e trabalhar com figuras que desafiavam a monarquia e prezava pela liberdade de imprensa. Um imperador que apresentava, inclusive, indícios de ser pessoalmente republicano e abolicionista. Pese-se, é claro, o fato de que tudo isso não o impediu de ser imperador do último país na américa a abolir a escravatura e ser responsável pela maior chacina já ocorrida na américa do Sul, a Guerra do Paraguai.

Sobre o terceiro tópico, o final da leitura da trilogia de Laurentino Gomes, foi capaz de me dar um parecer, geral e muito limitado eu sei, sobre a formação política e social desse Brasil continental. Um país completamente governado pela elite aristocrática desde sua origem, fundado sob leis e ideais muitas vezes avançados e modernos, mas que na prática nunca refletiram nenhum desses conceitos em sociedade e onde a população nunca foi representada de fato. Mais uma vez na história isso foi representado na fundação de uma república, que ainda que tenha sido construída por um ideal e teoria importantes para o desenvolvimento da nação naquele momento (modernização de governança, abolição da escravatura, mudanças sociais entre outras), foi posta à sociedade através de um golpe que não representava o clamor social e uma ditadura militar que fez como primeiras vítimas os próprios intelectuais e republicanos civis que alimentaram os mentores do Golpe. O eterno atalho brasileiro para a solução dos problemas e alcance de objetivos ainda que pelo conceito de “os fins justificam os meios”.

Sobre o desespero da repetição de fatos históricos que já se mostraram negativamente avassaladores, destaco uma república que surge como um discurso interessante e bem-intencionado de desenvolvimento nacional e que não passou do discurso e foi posta em prática muito mais por questões pessoais e picuinhas de classes. Instaurada no país muito mais como retaliação pessoal e política à monarquia do que para o bem de um interesse público, a república logo se mostrou um ideário sem plano de governo, na mão de militares ainda mais perdidos nesse planejamento e pessoalmente comprometido com sua própria sede de poder. Esse contexto apenas causou um ambiente de caos e despreparo que afundou o país em ações econômicas desastradas, bolhas de desenvolvimento frágeis e inconsistentes, sucessíveis dissoluções do congresso e a imutável violência e repressão que acompanha um golpe militar. Nas palavras do historiador norte Americano Frank D. MacCann “ A intervenção militar na política e na sociedade é sinal de fraqueza tanto do Estado como da Sociedade”.

Acrescenta-se a isso passagens que assustam pela sua atualidade, tais como. “Com seu moralismo radical, regenerador e nacionalista, Floriano Peixoto encarnava um mito recorrente na história brasileira, - o de salvador da pátria. Apresentava-se como um guerreiro forte, austero e solitário, que, imbuído em bons propósitos conseguia resgatar a pátria de suas mais profundas atribulações. Isso talvez explique a surpreendente popularidade que alcançou no final da vida, apesar de seu notório desprezo pela opinião pública”. O autor acrescenta que Floriano Peixoto nunca teve nem uma clara tendência política, tendo se declarado monarquista em muitas ocasiões e mudando de lado para atender suas aspirações pessoais de carreira por sucessíveis vezes.

Laurentino termina o livro dizendo que após os dez primeiros anos, a república brasileira se tornou na prática, nada mais que que a antiga monarquia vigente, porém com um representante sempre frágil e susceptível. Assim a república “permaneceria nos próximos cem anos seguintes, marcados por golpes e rupturas entremeados por breves e instáveis períodos de democracia...”. De acordo com o autor, “É desse desafio que os brasileiros se encarregam atualmente”. A julgar pela citação relatada no parágrafo anterior desse texto, me parece que, nós, brasileiros, estamos prestes a colocar novamente esse momento instável de democracia na mão dessa figura mitológica nacional “O Salvador da Pátria”.

Faça um favor a você mesmo, leia a trilogia de Laurentino Gomes!
PAULINHO VELOSO 26/02/2018minha estante
Li os anteriores e devo começar este. História sempre me fascinou e o jeito que este autor faz a abordagem torna a leitura ainda melhor.


Kizzy 26/02/2018minha estante
Leia esse que você vai adorar!


PAULINHO VELOSO 28/02/2018minha estante
Valeu, Kizzy !!!




Cris 05/02/2018

Bom!
Este livro narra os acontecimentos que deram origem à Proclamação da República do Brasil no ano de 1889.

O autor nos apresenta uma descrição detalhada da situação do Brasil na época em que a houve a mudança de governo do Império para a República, mostrando os bastidores, e os nomes por trás de todo o processo.

Ficamos sabendo também de toda a dificuldade que envolveu os primeiros anos do Brasil República.

Cada capítulo trata de um aspecto da história.

Gostei especialmente dos que falam mais sobre a vida de D. Pedro II e as curiosidades da corte na época.

Há um capítulo só dedicado à Abolição da escravatura também, e este foi um dos mais interessantes.

Eu gostei do livro, adoro a forma como o Laurentino conta a história, mas este foi o que menos gostei da Trilogia escrita por ele. Mas a questão é só o período histórico, pelo qual eu não tenho um grande interesse e curiosidade quanto pela época do Império. Mas sem dúvida, recomendo a leitura pra quem gosta de história e quer conhecer um pouco mais da História Brasil.


site: https://www.instagram.com/li_numlivro/
Fernanda 10/09/2018minha estante
Mesma opinião. O livro, pelo conteúdo, é muito rico, porém não me interesso muito por essa parte da história.




tray 17/01/2018

desfecho triste
em pensar que a república nasceu por conta de três homens vaidosos e um imperador que não acordou a tempo, é triste olhar o nascimento da república com todo esse bastidor, quantas pessoas perderam suas vidas por conta de orgulho da elite, o atraso do país continua e olha gente fecho o ciclo dessa trilogia triste em saber que essa república resume bem o que ainda vivemos, somos sucessões de golpes, um livro excelente.
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Daniel 16/01/2018

República!! Para quê República??!!
Novamente Laurentino Gomes divide seu livro por personagem ou situações como a queda da monarquia e o baile da Ilha Fiscal e, nos últimos capítulos, ele deixa claro que a República foi proclamada quase exclusivamente por conta de interesses dos militares que, com o fim da Guerra do Paraguai, enfrentavam disputas com D. Pedro II por reconhecimento e valorização da carreira militar.

E o pior é a constatação de que a República nascente não se diferenciava em quase nada da velha Monarquia sobrepujada. A mesma elite, o mesmo autoritarismo nos dois primeiros governos republicanos (ambos militares), com as mesmas práticas políticas e eleitorais. O que nos leva à pergunta título desta resenha, República, para quê Republica??!! Se nada ia mudar para que mudar o regime?? Só para não ser governado por uma carola (Princesa Isabel) e por um consorte francês (Conde D'Eu)??

Leia o livro e tire suas conclusões!!!
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