O Dom

O Dom James Patterson




Resenhas - O Dom


95 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7


Fernanda 17/10/2013

Resenha: O Dom

Resenha: É inegável dizer que “O Dom”, continuação de Bruxos e Bruxas, possui uma narrativa dinâmica e irreverente, da mesma maneira como o primeiro volume seguiu. Porém também é fato que alguns acontecimentos/personagens soaram em diversos momentos como desnecessários, ocasionando alguns erros da sequência.

O fato é que independente de acontecerem certos episódios marcantes e inesperados, a trama apresentada faz com que o leitor fique atento apenas nos próprios protagonistas: Whit e Wisty. Por esse motivo que há o destaque sobre cenas supérfluas, ou seja é como se as outras apresentações não envolvessem o leitor de nenhuma maneira.

A escrita do livro é semelhante ao primeiro, com capítulos muito curtos e alternados entre os irmãos Allgood. Por um lado é muito interessante poder acompanhar esse compartilhamento de expressões, porém ainda assim passa uma sensação de correria e pouco caso dos pensamentos e opiniões dos narradores.

Wisty e Whit tem poderes mágicos e depois de passarem por tantos eventos conturbados, ainda estão lutando pela resistência contra a N.O (Nova Ordem). Esta que causou uma grande mudança nos cidadãos, contrariando todas as opiniões e proibindo muitas coisas. E agora eles se vêem frente a uma execução. Whit precisa salvar Wisty de qualquer maneira, mas o problema é que para todos eles ainda são considerados assassinos.

Será que Wisty morreu? Primeiro você fica meio em dúvida: vai saber de que maneira os autores querem surpreender, não é mesmo?! Mas é óbvio que ela não morreu. O Único que é o Único matou outra pessoa que supostamente deveria ser ela. Então porque será que ele estava fingindo que estava sacrificando ela?

Célia, a namorada de Whit, entra em cena e confunde a cabeça de todos com suas atitudes estranhas e inesperadas, porque de qualquer maneira é notável o quanto ela está fora de controle – ou melhor, como está sendo controlada, e confesso que também não esperava por isso. Será que a N.O capturou Célia?

O enredo nos remete a vários mistérios e cenas intrigantes, mas mesmo assim não consegue envolver o bastante. O bom é que pelo menos é uma leitura rápida e consegue fazer com que o leitor tenha dúvidas e até curioso sobre a próxima aventura desta série.



“Então, me transformo numa tocha humana, como já tinha feito antes. Mas, desta vez, deixo todo o cuidado de lado. De repente, línguas de fogo de três, seis, dez metros de altura estão se alastrando ao meu redor, rasgando o até então fresco ar da tarde.” Pg.19


site: http://www.segredosemlivros.com/2013/10/resenha-o-dom-james-patterson.html
comentários(0)comente



Val 15/01/2014

Livro "O dom"
O segundo livro mostra a Nova Ordem fingindo ter matado a Wisty.
Eles fazem um show escondido da N.O., já que agora músicas e cosias do tipo são proibidas.
Os pais dos meninos ainda estão escondidos, mas se comunicam com eles por magia. Alguns outros meninos tentam pegar eles numa emboscada, mas eles se salvam por pouco, e por pouco tempo, até serem pegos de novo e serem levados para o Único. Eles são presos com outras crianças em algo que parece uma escola, onde tem que fazer coisas e assistir aulas.
O que me incomodou um pouco foi não ter surgido nada de muito novo nesse livro, e os que teve não foram tão bem explorados quanto poderiam ter sido.
Os capítulos continuam sendo narrado em primeira pessoa pelos protagonistas, como foi em Bruxos e bruxas, apesar de termos alguns em terceira pessoa em que dão algumas explicações extras.



E você? Já leu? O que achou?

site: http://www.revistagalaxy.com/2014/01/resenha-o-dom.html
Karinne 15/01/2014minha estante
Gostei da capa e adoro livros que são narrados pela primeira pessoa! Me interessei pelo livro pq adoro esse gênero de livro! Beijinhos


Dâmaris 16/01/2014minha estante
Não li esse livro, não curto muito a temática de livros que envolvam bruxos


Gizeli Regina Meister 16/01/2014minha estante
Estou com Bruxos e Bruxas aqui em casa e acredita que eu ainda n li, estou super atrasada nas leituras. Gosto muito do James Patterson, acho a escrita dele muito leve. Preciso ler logo e comprar O Dom...


Beth 20/01/2014minha estante
Essa é uma das continuações que mais desejo ler no momento. Adorei o primeiro livro e não vejo a hora de continuar a jornada com os personagens que aprendi a amar. Beijos.




Raiza 20/01/2014

Não gostei!
"Bruxos e Bruxas" não foi uma leitura agradável. De inicio eu tinha gostado e até elogiado as tiradas do autor e a criatividade de criar dois personagens sarcásticos e engraçados. Tinha elogiado a trama, que até então era inovadora e tinha muito potencial e terminei minha resenha dizendo que eu não tinha uma opinião formada sobre o livro, que eu iria esperar ler a continuação da trilogia para me pronunciar, porque sejamos sinceros ele tem muitos erros. Agora que terminei a leitura de "O Dom" estou muito mais segura da minha opinião, EU NÃO GOSTO DESSA SERIE.

Eu nunca havia lido nada de James Patterson, então não entendo todos os elogios sobre o autor. Será que ele começou a errar apenas nessa série? Sinceramente não tenho vontade de descobrir. Ainda acho a trama interessante, mas ela foi totalmente mal aproveitada. Os irmãos Algood são uma verdadeira PIADA. Eles fazem brincadeiras sobre tudo, o mundo esta desabando, eles estão sendo caçados e seus pais estão presos sob o poder do ùnico e adivinha? Eles ainda acham motivo para rir, praticamente em cima de todos os corpos de crianças mortas a sua frente. Ou a distopia é seria ou ela deveria ser um livro comico, infelizmente não da para unir os dois gêneros quando se trata de uma história sobre um Governo Opressor. Simplesmente não comina. veja bem, eu sou super a favor de personagens que tenham personalidade, sejam sarcásticos e engraçados, eles quebram o gelo e tornam a leitura divertida, mas James passou do ponto com Wisty e Wity, simplesmente virou um CIRCO.

Nessa sequência a cabeça dos irmãos estão a premio. O único já tem seus pais aprisionados e falta apenas as crianças para que ele consiga finalizar seu "único" projeto inacabado, acabar com a família dos maiores bruxos da cidade, os únicos que tem o poder de impedir seu reinado sobre a Nova Ordem. Enquanto o Único planeja diversas formas de captura os irmãos continuam em suas buscas pessoas e continuam dentro do movimento infantil para resgatar as crianças prisioneiras e acabar de vez com o poder do Único.. Wity continua a buscar por Célia, sua ex-namorada assassinada pela Nova Ordem e junto com a irmã por seus pais. A sinopse também promete um romance entre Wisty e um cantor juvenil de rock. PAPO FURADO. O garoto serviu apenas para ilustrar não mais do que três capítulos e esse foi um dos maiores problemas da narrativa. PERSONAGENS QUE NÃO SERVEM PARA NADA. Figurantes, ilustrações e perdas de tempo, muitos deles...

Enfim. Esse resumo de criticas serve tanto para Bruxos e Bruxas, quanto para o Dom. Porque em ação e desenvolvimento eu vi uma melhora na continuação, mas infelizmente não chegou a me conquistar nem 10%. As cenas muitas vezes não são finalizadas, são puladas e nos leitores ficamos a ver navios, isso quando de uma cena já não muda para outra e acabamos nem entendendo como aquilo aconteceu. Perguntas nunca são respondidas. Quem é o Único? Como ele convenceu os cidadãos a ficarem do seu lado? De onde vem os poderes dos irmãos? Eles são as únicas crianças bruxas?

Não tenho nada de positivo para acrescentar. A não ser o que já comentei. O segundo livro evoluiu mais do que o primeiro. Mas isso só me fez perceber que eu gostei menos de Bruxos e Bruxas do que eu achava que tinha gostado. Enfim... Vou ler o último livro da série porque quero ver exatamente como tudo vai terminar, mais por descarrego de consciência do que por curiosidade. Eu volto para contar!

site: nasproximaspaginas.blogspot.com
Carla Cristina 09/10/2015minha estante
Eu comecei a ler esta série exatamente por adorar o Patterson, principalmente da série mulheres contra o crime e quando comecei a ler fiquei me perguntando onde estava o escritor. Linguagem infantil e uma falta de sequencia lógica que chegou a assustar. O livro ficou tão repetitivo, com os mesmos acontecimentos em cenários diferentes que achei que estava vivendo um "loop".




Ju 21/10/2013

O Dom
Quando comecei a ler o livro, fiquei bem confusa... Começa de uma forma que deixa o leitor perdido. Levei algum tempo para entender que muitas coisas tinham acontecido entre o final de Bruxos e Bruxas e o começo de O Dom.

Whit e Wisty já desenvolveram bastante seus poderes, e se tornaram oficialmente parte da resistência. Têm ajudado em muitas missões de resgate, nem sempre missões de sucesso. O Único que é O Único parece estar cada vez mais bem informado sobre o que acontece na Terra Livre.

"Fazer coisas importantes nem sempre é seguro."

Neste segundo volume, estejam preparados para muitas decepções. Nem todo mundo é digno de confiança, e algumas pessoas simplesmente se cansam de viver com dificuldades. Espiões se infiltram por todos os cantos, e a vida dos irmãos Algood vira de cabeça para baixo (de novo).

Essa capa me deixou com o coração na mão durante a leitura. Vocês devem ter percebido que ela só mostra a Wisty, né? Toda vez que o Whit corria perigo eu achava que nunca mais leria algo sobre ele... Até que chegou o momento em que isso foi explicado. E eu não gostei... :/

Sinceramente, não dá para saber qual é a das pessoas nesse livro... É difícil chegar a uma conclusão final sobre quem é mocinho e quem é bandido... Acho que no próximo volume da série isso vai ficar mais claro. Espero que sim, pelo menos.

Gostei mais de Bruxos e Bruxas que de O Dom. Justamente pelo fato de que o segundo livro não traz tantas revelações, vale mais para conhecermos as atrocidades da Nova Ordem. Ok, podemos considerá-las revelações. São ainda piores que as mostradas no primeiro livro. Mas nada que eu não esperasse.

Mesmo assim, estou animada para continuar a leitura da série. Ainda quero acompanhar a trajetória dessa família que se tornou bem querida para mim. Só tenho um pouco de medo do que o James Patterson vai aprontar com eles. Torço para que todos tenham um final feliz.

"- Acho que eles não queriam que dependêssemos da magia para conseguir o que queríamos. Deve ter sido por isso que não ensinaram nada para nós. Eles queriam que...
- Aprendêssemos a fazer tudo do jeito mais difícil? Para podermos entender como o resto do mundo é obrigado a viver?"

site: http://entrepalcoselivros.blogspot.com.br/2013/10/resenha-novo-conceito-o-dom.html
Cris 22/10/2013minha estante
Ainda não comecei a ler a série, mas vou querer acompanhar, por falar de bruxaria, que eu gosto de ler. Acho as capas lindíssimas.


Thaís 22/10/2013minha estante
Confesso que li pulando umas partes por medo de ver um spoiler, porque eu estou louca querendo ler a série, mas vi que você tentou não contar muita coisa importante. Ainda estou fascinada pela história da série..


Jess 22/10/2013minha estante
Eu ainda não li Bruxos e Bruxas então nem adianta ler a resenha de Dom que eu não estou entendendo nada auhshausahs não sei quem é quem e porque você ficou tão tensa enquanto lia. Vou esperar para ler e entender melhor.


Lore 03/11/2013minha estante
Então Ju, eu já li Bruxos e Bruxos, e apesar de ter gostado a estória, tenho algumas ressalvas a fazer. Primeiro a linguagem do livro, certas expressões usadas, certos pensamentos dos personagens e coisas do tipo que possuem uma natureza infantilizada que não condiz com a idade dos personagens. Outra coisa é algumas analogias que o autor faz, a nomes de filmes e tal, como fez com harry potter, e isso me incomodou um pouco, porque também foram bem infantis. Essas coisas me levaram a crer que o livro foi meio que feito pro publico infanto-juvenil... Já li resenhas de pessoas que dizem que a escrita das parcerias de James Patterson tem predominado mais do que a escrita do autor devido ao conteúdo do que está escrito, mas isso eu não posso afirmar porque nunca havia lido nada do autor até o momento. Mesmo assim, continuarei a ler a série :)


Leilane 04/11/2013minha estante
Ok, a leitura e a compra desse livro caíram na minha prioridade agora. Com certeza vou ler, mas não será num futuro muito próximo, talvez quando sair o próximo então.
Amei a resenha! Beijos


Juh 08/11/2013minha estante
Bem Ju essa parece ser uma ótima serie, é que eu não curto muito o gênero, então não pretendo ler, mas a capa é muito bonita!


Júlio Cézar 18/11/2013minha estante
Pelo menos é barato né...


Carol 08/01/2015minha estante
Juuh, muito obrigada!
Comecei a ler e não estava entendendo nada. Achei que tinha pulado algum livro! Vou contiar minha leitura!
Obrigada :*




Gabi 18/10/2013

WTF?
E quando você pensa que não há como uma saga ficar mais escabrosa, sem sentido e charme algum, me aparece o segundo volume de Bruxos e Bruxas para provar que tudo é possível, até mesmo um grande autor como James Patterson manchar seu nome com uma saga tão medíocre.

Nesse segundo livro, continuamos acompanhando a história dos irmãos Allgood e sua incansável luta contra o Único Que É O Único. Entretanto, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos…

Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor… Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty… Ou para, finalmente, matá-la.

Eu imagino que essa saga surgiu a partir de um desejo de James Patterson de reunir em alguns poucos livros tudo o que os jovens mais amam ler: distopia, fantasia, magia e paranormal. E ele deve ter pensado “oh, que ideia brilhante,” e até poderia ser, mas então ele decidiu que com tantos projetos os livros seriam escritos com co-autores e, sinceramente, hoje, me pergunto se ele lê antes de dar seu aval para a publicação.

Atualmente dividida em cinco livros, nessa segunda parcela o que encontramos é uma história que não avança muito, correndo em círculos e mais círculos e, sério, para onde estamos indo, caros autores? E então temos um humor barato, que em certos trechos até me fizeram rir, mas que no geral mostra-se bastante forçado. Não bastasse isso, o toque final, e que vem me incomodando desde o livro anterior, é o cenário sem eira nem beira, onde espera-se que acreditemos em todas as mirabolices inventadas, onde tudo aconteceu em um estalar de dedos, sem um real trabalho por parte dos escritores. Sério, se eu saísse de casa amanhã e falasse para alguém “se esconda pois um regime autoritário quer te matar”, na melhor das hipóteses eu levaria uns tapas bem dados, na pior eu seria encaminhada para um local onde pessoas especiais tomam remédinho e mal se recordam do próprio nome.

A sensação é que todos os ingredientes foram juntados — a distopia, romance, bruxaria e fantasia — e jogados ao enredo. Aliás, o romance é algo que nem merece espaço aqui nessa resenha. O mais triste é que não li outros livros do autor e temo que sua imagem esteja irremediavelmente manchada em meu jovem coração.

Então, meus caros amigos, o que eu posso dizer, em poucas palavras dessa saga é: James Patterson, onde você estava com a cabeça?

site: www.livrosecitacoes.com
Carla Cristina 09/10/2015minha estante
Queria ter lido sua resenha antes de comprar a série!!!
Concordo plenamente com vc!
Essa série foi a minha decepção de 2015. Nunca antes vi um autor tão experiente se perder de forma tão tosca como foi com essa série!




Saleitura 27/01/2014

Obs: Antes de começar a ler essa resenha, aviso que ela pode conter spoilers para quem ainda não leu o primeiro livro da série Bruxos e Bruxas.

Hoje estou aqui para contar um pouco para vocês sobre a leitura de "O Dom" o segundo livro da série "Bruxos e Bruxas". Nessa continuação vamos acompanhar novamente as aventuras, a luta e resistência dos irmãos Allgood, Whit e Wisty, contra o regime totalitário, Nova Ordem e seu líder, o grande e poderoso, Único que é o Único.

Controlando mais seus poderes e sabendo utiliza-los nos momentos apropriados, os irmãos permanecem fugindo da Nova Ordem e principalmente do Único, pois o mesmo, está querendo o grande Dom de Whisty e não vai medir esforços para captura-la ou mata-la se for necessário.

"Nós temos de destruir esse regime, e não vamos conseguir isso se nos tornarmos prisioneiros. Ou se estivermos mortos" (página 41)

A grande surpresa dessa sequência é que o personagem Byron teve um destaque maior na história, já que no primeiro livro ele fazia parte do novo regime e foi transformado em fuinha por Wisty, porém ainda assim, continuou acompanhando os irmãos e se tornando um aliado contra a Nova Ordem. Em "O Dom" ele, já com sua aparência normal, se revela apaixonado pela bruxinha e tenta de todas as maneiras ajuda-los a fugir do Único.

" - Wisty (...) - O que eu escrevi é verdade. Eu te amo. Sei que você acha que é a pior coisa que já ouviu. Mas não consigo me controlar. Você é tudo o que eu sempre quis ser. Engraçada, livre, forte. Esperta, rebelde. Não se importa com o que os outros pensam, a não ser a sua família. Você sabe o que é importante. Você é perfeita." (página 192)

Quando comecei a ler O Dom eu esperava um livro maravilhoso em relação ao anterior. Mesmo adorando Bruxos e Bruxas, minha expectativa era que sua continuidade fosse bem melhor com mais explicações e mostrando a evolução dos personagens. Me decepcionei, não totalmente, pois mesmo assim gosto da história, mas acreditava que essa série poderia melhorar e virar top, o que infelizmente isso está longe de acontecer. Como disse uma vez, nunca li nada de James Patterson, esses foram os primeiros livros que leio dele, por isso não posso compara-los com suas outras obras. Percebi que houve uma troca de parceria, saíu Gabrielle Charbonnet e entrou Ned Rust, não sei se isso também pode ter interferido na sequência ou se o autor em cada livro da série pretende trocar de parceiro. Só tenho a dizer que a história não fluí da maneira que o leitor deseja, tem um grande enredo que poderia ser muito mais explorado e os autores não conseguem fazer isso, deixando essa continuação simples demais e com um gostinho de que poderia ter mais ingredientes para saborearmos uma ótima leitura. As aventuras praticamente são as mesmas e o pouco romance que existe não chega a convencer. Apesar de tudo isso, você consegue dar algumas gargalhadas com trechos da Wisty e seu senso de humor apurado.

"- Meu Deus, o que uma garota tem de fazer para ficar famosa! - comento, resignada. - É tão injusto! Pelo menos minha foto de bandida é melhor que a do anuário da escola.
- Com essa cabeça raspada? Hum... não sei não, Wisty.
- Vou virar tendência. Isso aqui, mano, é estilo "Resistência Chique". Com certeza vai pegar." (página 207)

O livro continua com capítulos curtos e cada um deles ou é de Whit ou da Wisty, porém a novidade em "O Dom" é que tem capítulos em terceira pessoa quando quer descrever cenas do Único ou de Byron. Nesse ponto, o livro me agrada bastante. A diagramação também está perfeita, não consegui achar nenhum erro. A capa é linda, como a capa de Bruxos e Bruxas, pena que por enquanto a história deixa a desejar. Como eu sou uma pessoa otimista, acredito que a continuação "O Fogo" que chega ainda esse ano irá me surpreender. Vamos aguardar.


Resenhado por Vivian San Juan
http://www.skoob.com.br/usuario/136331-vivian-san-juan

site: http://saletadeleitura.blogspot.com.br/2014/01/resenha-do-livro-o-dom-de-james.html
Sáh 28/04/2014minha estante
muiito boa a história, amooo ficar imaginando *-* obrigada pela resenha, mt bom elaborado!


Lee 03/05/2014minha estante
Adorei a resenha!! Fiquei com mais vontade de ler!!! Obg...


Patrini 05/05/2014minha estante
Se o primeiro já aguçou minha curiosidade, o segundo então, me deixou roendo as unhas, louca pra ler *--*


Ketlen Patricio 05/05/2014minha estante
Que pena que esse livro não lhe agradou tanto quanto o primeiro, acontece né?! Já aconteceu comigo em alguns livros que li, o autor não conseguiu me convencer em alguns pontos e não aprofundou certos temas. Quero muito ler essa série de livros pois ainda não li nada de bruxos e pelo que eu vi essa série é muito boa.
Beijos


Tali 07/05/2014minha estante
Não curto muito livros com continuação, mas abro uma enorme exceção porque os livros são do James, um dos meus escritores favoritos.
Adorei a resenha.
Bjos.


Gy 10/05/2014minha estante
Ainda não li nenhum livro do autor, mas essa série esta dando o que falar, estou curiosa para ler...


Dani 12/05/2014minha estante
Ainda não li Bruxos e Bruxas, fiquei um pouco perdida no enredo mas pareceu muito interessante. Também nunca li nada do autor e achei uma pena você ter se decepcionado um pouco com este volume, mas espero que melhore. :)




saulomtb 05/01/2016

E aí? Bora bookear?

Na resenha do primeiro livro relatei que ainda tinha esperanças da série melhorar e isso aconteceu, não muito, mas aconteceu.
A narração desacelerou (um ponto) - alguns gostam quando as páginas passam rápido, mas no caso dessa série as páginas passam voando nem percebo quando o livro acaba, para alguns é bom, mas para mim não, gosto de apreciar a leitura. Ninguém sabe quem é do bem quem é o do mal (dois pontos) as vezes me surpreendia, e a vilania de O Único Que É Único (o vilão), pode ser pior que Hitler e Stalin juntos (três pontos).
Os personagens secundários continuaram as escondidas, teve até uma morte no começo do livro, mas isso não me afetou, por que eu ainda não me apeguei a nenhum deles. Na minha opinião quando os personagens são bem desenvolvidos acaba criando um elo de ligação entre eles e o leitor, tornando a leitura mais prazerosa.
O que espero da continuação (claro que eu continuarei a lê-los), além de melhorar o que já mencionei, é de que, a trama se desenvolva. Nestes dois livros não vi nada além de correr, fugir e lutar. E que os únicos bruxos adolescentes que aparecem são os irmãos Wisty e With. A sensação é que todos os ingredientes foram juntados - a distopia, bruxaria, fantasia, romance e aventura - e jogados ao enredo a deriva.
P.S. Vocês irão se divertir muito com a propaganda da Nova Ordem que se encontra no final de cada livro. É uma lista que possui todos os livros, filmes, bandas, palavras e programas de tv proibidos pela Nova Ordem. Ex: “O ladrão de Trovões”, “A Invenção de Bruno Genet”.

site: http://lidolendorelendo.blogspot.com.br/2015/06/cafe-livros-02-o-dom.html
comentários(0)comente



RenataSara 09/01/2014

Minha Opinião:

Depois de ler o primeiro volume da série Bruxos e Bruxas, fiquei imaginando o que os autores preparariam para a sua sequencia, fiquei realmente com expectativa para ler o livro, já que o primeiro volume não me agradou muito, me irritou com os capítulos curtos e frases desconexas e nada engraçadas dos irmãos Allgood. Mesmo assim, la fui eu com grandes expectativas ler esse livro, imaginando que como houve uma troca de autores no livro (antes quem escrevia era James Patterson e Gabrielle Charbonnet) a escrita melhorasse e deixasse de ser tão simplória, porém infelizmente foi algo que não aconteceu.

Primeiramente tenho que dizer que tenho plena ciência que esse livro é destinado para o público juvenil, sendo assim, ele é mais leve e tem uma abordagem mais simples, mas mesmo levando isso em conta, não consigo ver como um autor tão renomado conseguiu fazer uma obra com tantos problemas, seja de estruturação de texto, seja na escrita ou até mesmo na condução da história criada por ele e sua companheira.

CUIDADO A PARTIR DAQUI O TEXTO PODE CONTER SPOILERS

O livro Bruxas e Bruxos acaba até que de uma forma eletrizante, com os irmãos enfrentando a iminente execução de Wisty e finalmente aceitando que são bruxos, pensando nesse gancho imenso, pensei que o autor exploraria esse acontecimento em muitas páginas e faria uma grande batalha ou algo assim, mas para a minha completa decepção isso não ocorre, o que me frustou muito.

Os dois agora são a dupla mais procurada e caçada pela Nova Ordem e fica cada vez mais dificil resgatar outras crianças que como eles querem fazer parte da resistência e reencontrar seus pais parece somente um sonho distante. Mas o tão temido encontro acontece e os irmãos se veêm frente a frente com quem mais temem, O Único que é o único, que além de tentar matá-los também esta aprisionando seus pais, é diante dessa situação que os dois vão ter que descobrir o tamanho de seus poderes e ver como vão sair de uma vez por todas desse mundo tão caótico.

Os autores continuaram a fazer capítulos curtos de uma ou duas páginas e isso me irritou ainda mais do que no primeiro livro (se isso for possível), houveram várias falas desconexas no livro, interrupções em meio a batalhas, personagens sem importância na história, momentos que não levaram a nenhum lugar e finalmente as duas coisas que mais me irritaram no livro, o humor desenfreado dos irmãos que mesmo com seus amigos morrendo, seus pais presos e torturados e eles lutando contra tudo e todos, ainda assim, ambos conseguiam fazer piada de exatamente TUDO e ainda por cima a Wisty achou tempo para paquerar é mole? Como isso me irritou no livro, teve momentos que desejava que a oposição vencesse logo e tudo acabasse, mas ai esta, nem a oposição você consegue entender, não sabe o que eles querem, o que O Único que é o único realmente quer, quem é ele, enfim NADA. Infelizmente, é com grande pesar que desisto oficialmente dessa série, não aguento mais ler uma página sequer desse livro, e é uma pena, pois já li outro livro do James e amei.

Quanto a edição do livro, como sempre a Novo Conceito arrasou a capa é linda (o melhor do livro), a divulgação foi incrível, amei o kit do livro e a diagramação esta ótima, uma pena um livro tão bem elaborada pela editora, tenha um conteúdo que me desagradou tanto.


Mesmo depois de todas as minhas críticas acerca desse livro, ainda assim indico a leitura para que vocês tirem suas próprias conclusões, pois como a minha opinião não é a única que vale, tenho certeza que assim como a leitura não me agradou, ela pode agradar a vocês, então se tiver vontade leia e venha aqui me contar o que achou ^^.

site: http://amordelivros.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Rafa 03/01/2014

Resenha - O Dom - James Patterson
Vamos lá, depois de ler tantas críticas (negativas) desse segundo volume da série Bruxos e Bruxas, não me intimidei e fui conferir. Sei que Bruxos e Bruxas foi uma decepção enorme para muitas pessoas depois de toda aquela divulgação da editora e esperávamos ainda mais decepções de O Dom. Então podem me crucificar agora, mas eu gostei de O Dom, não achei muito melhor que Bruxos e Bruxas, mas a história me envolveu mais e não acho que seja um ótimo livro, mas também não é um livro para uma ou duas estrelas, apenas é uma boa história que se perde numa escrita ruim.

Atenção, se você ainda não leu Bruxos e Bruxos essa resenha pode conter spoilers.

Após Wisteria Allgood e Whitford Allgood ou simplesmente Wisty e Whit respectivamente (adoro esses nomes) terem sido tirado de casa em uma noite qualquer sendo acusados de serem Bruxos, sem nem ao menos eles saberem disso, finalmente em o começo de O Dom eles aceitam isso e prometem lutar para achar seus pais contra o destemido Único Que É O Único, mas vão ver que não é tão simples assim, eles vão passar por poucas e boas e vão se descobrir poderosos, mas será o suficiente para destruir O Único Que É O Único?

Confesso que quando li Bruxos e Bruxas foi uma decepção, assim como foi pra quase todo mundo que leu, mas como sou um leitor otimista esperava que melhorasse em O Dom, bom não melhorou como eu esperava, mas melhorou um pouco, tendo uma história um pouco mais nítida e clara, com emoções surpreendentes e bastante adrenalina, demonstrando ser uma boa história e que ainda pode melhorar, achei o final bem eletrizante me fazendo esperar (mais uma vez) por um próximo volume e que esse seja melhor.

O que mais me irrita nessa série são os capítulos curtos, em O Dom são 100 capítulos que facilmente poderiam ser reduzidos para trinta ou vinte capítulos, sem contar que eu me perco, pois cada capítulo tem o nome de um dos irmãos, Whit e Wisty, e às vezes começo o capítulo sem ler o nome no título e só me dou conta de quem está narrando quando vejo algum pronome nas frases, ou quando eu me confundia com os nomes, pois são parecidos.

Bruxos e Bruxas e O Dom foram os primeiros livros que li do James Patterson, então não posso afirmar que ele seja um autor ruim sem ter lido os livros nos quais ele fez sucesso, mas posso afirmar que ele não foi feliz com esses, pois como já citei antes, é uma história boa, mas o que estraga é a escrita corrida. Ainda o que salva e fazem as pessoas lerem é por que ainda é livro rápido de se ler e com a ajuda da história até que flui apesar da escrita corrida.

E como já disse lá no primeiro parágrafo, eu gostei de O Dom, não é o pior livro do mundo e comigo conseguiu três estrelas, mas ainda não é o melhor, que aliás passa longe. E se eu indico os livros, realmente não sei muita gente pode não gostar, outros como eu que podem gostar um pouco, mas assim, leia e tire suas próprias conclusões.


site: http://livrospuradiversao.blogspot.com.br/2014/01/resenha-o-dom-james-patterson-e-ned-rust.html
Luan 08/01/2014minha estante
Depois que li Bruxos e Bruxas, não fiquei ansioso pra seguir com a série. Não vou abandonar, mas O Dom não está entre minhas prioridades no momento... boa resenha =D




jhonatas_nilson 06/02/2014

Trata-se de um bom livro, mas não o melhor do autor
Nesse segundo livro da série "Bruxos e Bruxas" de James Patterson, agora em parceria com Ned Rust, os irmãos Algood continuam sendo perseguidos pela Nova Ordem em uma sucessão de acontecimentos que te fazem virar a página sem piscar. Para quem já tem o costume de ler os livros do autor, sabe que ele tem o poder de fazer com que achemos que estamos em um filme: ação constante, enredo rápido e desenfreado. Mas nesse livro o que tanto me cativou nos outros títulos dele, acabou por me deixar um tanto receoso nesse.

Enquanto lia "O Dom", senti que corri, corri, corri e não cheguei á lugar algum. Os protagonistas eram presos em um segundo e no outro logo encontravam alguma forma de fugir. Os acontecimentos sucessivos pareciam deliberados demais e toda a "ação" do livro para mim tornou-se desnecessária, pois praticamente todas(senão todas) as perguntas criadas no primeiro livro não foram respondidas e ainda foram criadas outras. Ou seja: A história não andou! E ainda, os capítulos encerravam em meio a um momento de tensão e no capitulo seguinte já estamos em outra cena, o leitor ficando a ver navios.

Outro ponto que preciso tocar é que quando acompanho uma série, espero conseguir ver os personagens desenvolverem com cada novo título, mas em "O Dom" eu não consegui ver um amadurecimento significativo dos protagonistas, onde eles continuam um tanto quanto infantis e irracionais. E para acrescentar á lista de erros, os diálogos me pareceram como uma peça feita com maus atores. Tudo era forçado e irreal.

Quem me conhece sabe que sou fã do autor e que leio até a lista de supermercado dele, mas essa série foi um erro desde o primeiro livro e apesar de ter gostado de "Bruxos e Bruxas", acredito que James não deveria ter tirado a idéia do papel ou quem sabe esperado para amadurecer um pouco mais o enredo, tornando-o menos inverossímil. Para falar a verdade eu não gostei que tenha sido a editora Novo Conceito a comprar os direitos da série aqui no Brasil, pois como já tem uma grande gama de leitores, muitos acabam conhecendo os livros do James de forma errada.

No final eu acabei gostando do livro, mas porquê já estou acostumado ao estilo do autor e por ter a oportunidade de adicionar mais um título dele á minha coleção. Recomendo para crianças e adolescentes, numa leitura sem grandes pretensões ou olhar critico
comentários(0)comente



PorEssasPáginas 21/05/2014

Depois que li o primeiro livro da série, Bruxos e Bruxas, confesso que não me animei a ler o segundo. Mas é sempre bom dar uma segunda chance a uma série, nunca se sabe. Bem, no meu caso não foi muito legal…

No final de Bruxos e Bruxas temos uma cena que é um típico cliff-range, daqueles que você fica sentado na ponta da cadeira, não vendo a hora para o próximo capítulo (isso se você gostou, no meu caso, não rolou). Aí, no começo de O Dom temos uma cena completamente diferente e aleatória.

Mas enfim, temos então nesse segundo livro, como é de se esperar, os dois jovens bruxos ainda se acostumando com seus poderes e descobrindo do que mais são capazes e qual o Dom de cada um. Apesar disso, eu não senti qualquer amadurecimento por parte dos protagonistas, principalmente da Wisty. Os autores até tentaram colocar alguma cena mais dramática em determinado momento, mas não foi convincente o bastante para me cativar e fazer entender que os dois estavam amadurecendo.

Para falar a verdade, achei tudo muito forçado e talvez por isso eu considere esse livro mais atraente para uma faixa etária mais jovem (11 a 14 anos), porque me pareceu uma caricatura de uma série de desenhos animados (e deixo registrado que eu gosto de desenhos animados).

Vejam bem: temos dois jovens que são separados dos pais e se descobrem bruxos; os dois tem um poder potencial que pode derrotar a Nova Ordem – que só não proíbe de respirar porque senão ela também morre; temos um vilão estilo super-phoderoso, mas que é suficiente burro para deixar os mocinhos escaparem SEMPRE de alguma forma e temos os coadjuvantes que são amigos dos mocinhos, podem virar a casaca de repente ou podem se tornar o alvo amoroso dos mocinhos ou vice-versa (sendo correspondidos ou não).

Isso é quase uma caverna do dragão, não é não?

Os capítulos continuam curtos, narrados por Whit e Wisty, as cenas de ação são rápidas demais, ainda dando aquele toque de aventura estilo Indiana Jones, tentando também adicionar o lado cômico, a maioria das vezes estrelado pela Wisty, que tenta nos cativar com sua língua afiada cheia de sarcasmo e ironia (comigo não funcionou). Whit tem um jeito mais introspectivo e romântico, até, e também tem seus momentos cômicos, mas também não me convenceu.

Temos mais participações do Único, o vilão com o nome mais estranho que já vi, aumentando minha suspeita acima de parecer mais um roteiro de desenho animado. Além dele, eu destaco aqui o Byron, que mostra a que veio – se bem que eu imaginava outro destino para ele, mas enfim.

Como eu disse acima, as cenas de ação foram rápidas e as sequências entre capítulos às vezes podem confundir a cabeça do leitor, já que muitas vezes não eram sequenciais Então tínhamos muita coisa e ao mesmo tempo nada acontecendo, porque não havia respostas para os mistérios da trama, as dúvidas desde o primeiro livro só aumentaram, tivemos apenas a ação por ação. Foi muita ação para pouco enredo e isso me irritou.

Como o primeiro livro, os protagonistas não me cativaram e se mostraram imaturos e inconsequentes, sem amadurecimento. Foi como se os autores subestimassem os jovens de hoje em dia quanto a sua capacidade de pensar e agir.

Sinceramente, infelizmente essa série não é para mim. Eu sei que muitos gostaram, mas por enquanto eu desisto. Lendo os dois volumes, eu continuo afirmando que esse tipo de leitura seria recomendado para jovens entre 11 e 14 anos (e eu leio muito infanto-juvenil). Para quem quiser se aventurar, a Novo Conceito já lançou Fogo, mas não esperem resenha do terceiro livro por aqui, pelo menos não tão cedo.

site: http://poressaspaginas.com/resenha-o-dom
comentários(0)comente



Carla Cristina 09/10/2015

Desgosto
Eu comecei a ler esta série exatamente por adorar o Patterson, principalmente da série mulheres contra o crime e quando comecei a ler fiquei me perguntando onde estava o escritor.
A escrita do livro é semelhante ao primeiro, com capítulos muito curtos e alternados entre os irmãos Allgood. Linguagem infantil e uma falta de sequencia lógica que chegou a assustar. É fato que alguns acontecimentos/personagens soaram em diversos momentos como desnecessários, ocasionando alguns erros da sequência. O livro ficou tão repetitivo, com os mesmos acontecimentos em cenários diferentes que achei que estava vivendo um "loop".
O fato é que independente de acontecerem certos episódios marcantes e inesperados, a trama apresentada faz com que o leitor fique atento apenas nos próprios protagonistas: Whit e Wisty.
O "cara de fuinha" podia ter sido muito melhor explorado, assim como todo o cenário em si que ficou simplesmente abandonado pelo autor.
O enredo nos remete a vários mistérios e cenas intrigantes, mas mesmo assim não consegue envolver o bastante. O Unico que é Único chega tantas vezes com a chance de matar os personagens principais que eu cheguei ao ponto de torcer que morressem logo só para terminar com essa narrativa cansada ou, pelo menos, para dar uma diferente na narrativa, já que vc já fica esperando que aconteça algo que liberte eles... assim como tantas outras vezes... aff
comentários(0)comente



patyalgayer 02/01/2014

Leia no blog: http://magicaliteraria.blogspot.com.br/2014/01/resenha-o-dom-de-james-patterson-e-ned.html
É com uma certa tristeza no coração que começo a escrever a resenha de um livro que tinha tudo pra me agradar, mas que acabou me desiludindo: O Dom, continuação da série Bruxos e Bruxas, de James Patterson. Até tinha gostado do primeiro livro, e esperava que a história tivesse amadurecido mais neste segundo... mas, infelizmente, não foi assim! A história de O Dom é enrolada, as soluções para os problemas muitas vezes são bem esdrúxulas e os personagens não crescem nada de um livro para o outro... um desapontamento!

O Dom segue mais ou menos de onde Bruxos e Bruxas acabou (tirando a parte do cliffhanger, que só se desenrola no final deste livro): ou seja, na fuga frenética dos irmãos Allgood, para manter-se à salvo d'O Único, enquanto tentam ajudar os rebeldes a acabar com os planos da Nova Ordem. O Único que é o Único se encontra decidido a capturá-los e quer, mais do que tudo, ter o dom de Wisty para si... será que os irmãos serão páreo para tanto poder?

Não há muito o que falar da história do livro, já que tudo me pareceu uma sequência interminável de corre/é emboscado/fica preso/escapa/corre ... não vou dizer que é uma história horrível de se ler, já que a narrativa é ágil e os capítulos curtos (novamente, curtos demais) facilitam bastante a leitura; mas a trama é tão mal conduzida, que às vezes dá vontade de jogar o livro na parede! Os autores abusaram da magia (que os protagonistas ainda nem sabem controlar direito, diga-se de passagem) para resolver qualquer problema, fazendo com que as soluções fossem óbvias e tediosas... me pareceu que os protagonistas são poderosos, porém burros! Nada é feito usando inteligência, e muita coisa depende mais do acaso do que de outra coisa... enfim, um horror! Só o que salvou um pouco a história foi a relação conturbada dos irmãos com o Byron (que realmente é o melhor personagem da série), e a Sra. Highsmith, que é uma boa aliada... de resto, não me agradei com mais nada! o.O

Com relação ao livro em si, O Dom segue o padrão da série: capa linda, com textura aveludada e título em relevo e com tinta dourada; materiais de boa qualidade, com folhas amareladas e de boa gramatura; diagramação bem feita, assim como a tradução e revisão. Ou seja, é um livro belíssimo, mas com pouco conteúdo... ainda espero ler Fogo, o 3º livro da série; não sei porque, mas ainda boto fé na série Bruxos e Bruxas... espero que os autores façam melhor no próximo volume, para que os leitores finalmente vejam uma melhora nesta história que tinha tudo para dar certo, mas até agora só nos desapontou!

site: http://magicaliteraria.blogspot.com.br/2014/01/resenha-o-dom-de-james-patterson-e-ned.html
comentários(0)comente



Weasley 29/01/2014

Muito bom....
Enfim...

A quebra de capítulos do livro, continua do mesmo jeito.

Personagens da historia ficaram com um ar de mas velho, e demostraram que sabem que estão carregando uma grande responsabilidade nas costas.

O personagem que eu mas gosto o Byron, ganhou mas destaque na historia.


Bom...

A historia dessa vez ficou bem trabalhada. Mas não me prendeu muito a ela. Apenas quando estava chegando no final.

A sinopse da historia é bem fechada, e então na da pra entender muita coisa.

O livro 1 eles foram presos, o livro dois é quase isso.

Os irmãos Allgood são mandados para uma escola, que lá eles ficam vite quatro horas. Essa escola é tem câmeras e microfones por tudo que é lugar. A o Byron acaba indo no mesmo barco.
Essa escola é comandada pelo o Único que é o único, e ele quer pegar o Dom que os irmão Allgood tem. Ele quer fazer uma jogada de mestre, para tirar os poderes dos irmãos, e então... matar os dois. Mas não é isso que acaba acontecendo.

O final da historia fica muito melhor do que o do livro. Uma coisa bem bruta. Fora que o final é novamente o inicio do um, e o final do um. Mas não é a mesma coisa.

Esse livro ficou muito melhor que o livro um. Ficou muito mas bruto, teve muito mas ação, e um pouco de romance. Eu realmente gostei da historia, espero que venha logo o terceiro livro.
comentários(0)comente



Camila Silva *** Aster Verbatim 11/12/2016

O dom
Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos…
Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor…
Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty… Ou para, finalmente, matá-la.

Nesse segundo livro, os irmãos Allgood enfrentarão desafios ainda maiores para sobreviver e juntamente descobrindo gradativamente os seus poderes de bruxos, como já diz o título O Dom. Nesse segundo livro, outro personagem se destaca, Byron, o fuinha... que (sem spoiler) vocês descobrirão qual o objetivo dele, mas lembrem-se que ele faz/fazia parte do exército da Nova Ordem no início do primeiro livro, mas justamente ele é quem auxilia de uma forma inesperada os irmãos.
Esse livro, de certa forma, é um pouco "pesado", tendo 100 capítulos (curtinhos). Acho que todos os problemas dos irmãos, stress, a Resistência e esse Dom que ainda tem que ser trabalhado deixa um pouco cansativo, mas ao final vale a pena, apesar de vir o terceiro livro. rsrsrs.

Não deixem de continuar....

site: asterverbatim2015@blogspot.com.br
comentários(0)comente



95 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7