Cartas de Amor aos Mortos

Cartas de Amor aos Mortos Ava Dellaira




Resenhas - Cartas de Amor Aos Mortos


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Dany 03/01/2015

Cartas de Amor aos Mortos
Procurei ler o mínimo possível de resenhas sobre o livro. Queria ter o prazer de descobrir a história sem ter um pré conceito sobre ela. É foi aos poucos que a história foi se desenrolando.

Laurel recebe sua primeira tarefe de escrever uma carta para alguém que já morreu então ela resolve escrever para o Kurt Cobain, mas a carta torna-se pessoal demais e ela não tem coragem de entregar para a professora. Ela perdeu a irmã May e com isso mudou de escola pra não ter que encarar as pessoas que sabiam de sua perda. Nesse novo colégio ela se sente mais confortável já que ninguém sabe de sua dor.

O que era pra ser apenas uma carta se torna um desabafo e ela passa a escrever para outras personalidades como: Judy Garland, Elizabeth Bishop, Amy Winehouse, Janis Joplin, Jim Morrison, River Phoenix, dentre outros. Seus relatos são intercalados hora pelas vidas das personalidades e pela vida de Laurel que tenta compreender e fazer ligações entre os ocorridos das personalidades e sua vida.

Seus pais são separados e a mãe não suportou a morte de May e se mudou. Laurel ficou com o pai é após mudar de escola ela teve que morar com a tia também. Uma semana na casa do pai e outa na da tia.

"Espero que um de vocês me ouça, porque o mundo parece um túnel de silêncio. Descobri que, ás vezes, momentos marcam nosso corpo. Eles estão ali, alojados sob a pele como sementes pintadas de surpresa, tristeza ou medo. E se você virar para um lado ou cair, uma delas pode se soltar. Pode se dissolver no sangue ou fazer uma árvore inteira. Ás vezes, quando uma se solta, todas começam a se soltar."

Ela fez novas amizades, descobriu o amor, ao mesmo tempo em que tenta compreender a morte de May. Laurel se culpa por isso.

Uma das coisas que me deixaram desanimada foi à obsessão de Laurel por May. Um amor idolatrado que chega a não ser normal. Lá pelo meio do livro a leitura ficou arrastada. Nada de novo acontecia e ficava apenas nas mesmas lamentações.

Gostei do fim que a história tomou. Poderia ter sido melhor, porém a Laurel enrolou muito para enfim contar como a irmã morreu. Como também teve outros acontecimentos que poderiam ter sido diferentes, deveria ter tido mais ação.

site: http://recolhendopalavras.blogspot.com.br/2015/01/resenha-cartas-de-amor-aos-mortos.html
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Dani 06/07/2015

É um livro absurdamente sensível, que toca no fundo do coração da gente, especialmente se o leitor já tiver passado por alguma experiência parecida como a de Laurel.
Não hesito em dizer que foi um dos YAs que mais me tocaram, e, talvez, por isso seja um dos melhores que já li.
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Camila 05/02/2018

Olá, book lovers,

A dica de hoje é Carta de Amor aos Mortos, da Ava Dellaira.
É um livro bastante carregado no drama e mostra como Laurel, uma jovem passando pelas transições da adolescência, lida com todas as mudanças da infância para vida adulta, sendo tímida e ainda tendo que enfrentar o luto pela perda de sua irmã.
A forma escolhida pela autora é bem interessante, pois acompanhamos a história por meio das cartas que Lauren escreve a seus ídolos já falecidos, ideia que começou com um trabalho de escola. Também é legal porque ela traz informações sobre a vida de pessoas como Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse e outros.
É um livro que eu curti bastante, achei bem escrito, com umas passagens bem bonitas e tocantes, gostei dessa autora.
Com certeza ele tem um grande apelo para os mais jovens, que estejam vivendo essa fase difícil, assim como Lauren. O livro fala de se encontrar, se descobrir, buscar um caminho próprio, aprender a falar, a se abrir nos momentos difíceis e traz uma lição bem bacana.
"Sempre quis que Sky me visse de verdade - e soubesse das coisas que eu tinha muito medo de contar. Mas não somos transparentes. Se quiser alguém nos conheça, precisamos nos revelar a essa pessoa",
É isso, acho que no fim o livro é sobre isso, quando estamos precisando, saber a hora de pedir ajuda é fundamental.

Leiam, é um livro muito interessante. Vocês vão adorar!

Beijos e até a próxima.
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Yas 22/08/2016

Lição de vida
Pretendo fazer uma resenha bem rápida hehehe

Cartas de Amor aos Mortos. "Hm, que título interessante", pensei na primeira vez que vi o livro. Na verdade, eu esperava uma história completamente diferente, mas não sei ao certo o que de diferente, pq, obviamente, quando você lê a sinopse vc já tem uma noção do que esperar. Li o livro em 3 noites, hoje terminei e muito satisfeita.
A história, simplesmente. flui. É maravilhosa. A personagem principal, Laurel, sofre muito com a perda da irmã dela e a autora conseguiu passar o sofrimento da menina de uma maneira única. Eu, com certeza, ficaria desta maneira ou pior talvez, se caso algo acontecesse com meu irmão (pensamentos a parte, isola Deus). A questão que mais me intrigou foi que a história aborda várias coisas que acontecem no nosso dia a dia, todas as coisas ruins que podem acontecer com uma pessoa, o medo da pessoa em contar os fatos, enfim... é incrível, aborda vários temas, não apenas a perda de um ente querido.
Não esperava que fosse ser dessa forma, tão cheio de vida e emoção. É um livro que vou querer que minha filha (do futuro hahaha) leia pra uma lição de vida (:
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KAMI 19/02/2017

muito bom!
Esse livro é muito lindo de várias formas, só não sei como colocar em palavras! HAHA! leiam, é meio trágico mas pra quem gosta, é ótimo.
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Dani Naza 21/07/2017

Esses dias eu fui ver um canal de livros no youtube e a leitora falou dele, eu tive que vir ao meu skoob para ter certeza se realmente li este livro mesmo, pois não lembrava. E olha que foi no ano passado. Realmente, ele não me marcou e eu não lembro nem o final. E a pergunta é, estou lendo demais?
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Patrícia 12/05/2019

Muitas emoções talvez?
Esse livro trás nossas emoções átona. Nos mostra acontecimentos reais que acontecem com muitos jovens hoje em dia.
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Fernanda 20/11/2014

“Cartas de amor aos mortos”, de Ava Dellaira, foi lançado pela Editora Seguinte no Brasil e trouxe uma proposta interessante: Tudo começou com uma tarefa de escola, onde ela teria que escrever uma carta para alguém falecido. Um ex-presidente, talvez? Sua irmã? Bem, o fato é que no meio dessa atividade ela percebeu que poderia abrir seu coração e sua mente para seus ídolos.

Toda a narrativa é em carta. Tudo que descobrimos sobre a vida de Laurel, seus amigos e sua família, são através de suas missivas. Os destinatários? Kurt Cobain, Judy Garland, River Phoenix, Jim Morrison, Janis Joplin e, posteriormente, até para Amy Winehouse e Heath Ledger entre outros. Laurel conta seus anseios, dúvidas e medos para os ídolos que um dia sofreram com todos esses sentimentos. Ela os enxerga como pessoas e dá ao leitor uma perspectiva interessante de vida.

"- Se tenho medo da minha voz? ... É, acho que sim. Então Sky inclinou a cabeça para o lado um pouco e ficou mais sério.
-Acho que todos nós temos. Mas Kurt enfrenta o medo, sabe? ... Acho que é por isso que ele canta tão alto. Quer dizer, ele precisa cantar. Porque está enfrentando o monstro de frente, e a única coisa a fazer é revidar.
- Você acha que ele venceu?
- A resposta obvia é não, porque ele morreu. Mas acho que sim, de certa forma. Quer dizer, escuta só. – Sky aumentou o volume. – Agora temos isto. E vamos ter para sempre.”

É importante destacar que Laurel não está passando por uma fase fácil da vida. Sua irmã mais velha morreu recentemente e sua mãe foi morar em outra cidade. Então Laurel alterna suas semanas na casa de seu pai – que parece destruído - e sua tia solitária que é muito religiosa. Laurel tem um olhar muito sensível das coisas que passam ao seu redor, e ela precisará reconstruir algo dentro dela para poder continuar.

Mesmo o livro sendo em 1° pessoa, a autora conseguiu passar ao leitor os sentimentos de outros personagens. Os pais de Laurel, sua tia Amy, suas amigas que se amam, o garoto por quem ela é apaixonada, Sky... temos um vislumbre das cargas que cada um carrega para se manter firme frente as dificuldades da vida.

O que realmente me chamou atenção nesta história é que Laurel, mesmo sendo uma adolescente bem comum, com uma rotina adolescente meio louca, não é uma personagem fraca. Ela concorda com várias ciladas, se mete em diversas confusões (desnecessárias), mas não porque ela é influenciável; As motivações de Laurel são bem mais complexas. Laurel parece perdida. Depois que sua irmã morreu, ela ficou desnorteada.
Tudo muda com a morte. E, definitivamente, algo dentro de Laurel mudou.

"Sabe, acho que, quando você perde alguma coisa próxima, é como perder a si mesmo. É por isso que, no final, até escrever é difícil para ela. Ela quase não sabe como fazer. Porque quase não sabe mais quem ela é."

O livro não tem um enredo linear. Ava Dellaira usa uma narrativa fácil que envolve o leitor de forma incrível. O presente e o passado se misturam enquanto vamos conhecendo Laurel mais profundamente. Alguns segredos (chocantes) serão revelados enquanto acompanhamos o obvio crescimento da personagem, mesmo que certas dúvidas continuem a lhe rondar.

"-Sabe, docinho, existem duas coisas importantes no mundo: estar em perigo e ser salvo.
-Você acha que corremos perigo de propósito, para sermos salvos?
-Sim, às vezes. Mas às vezes o lobo desce da montanha, sem que você tenha pedido. Você só estava tentando cochilar no sopé da colina.
-Mas, se essas são as coisas importantes, onde se apaixonar se encaixa?
- Sabe porque se apaixonar é o que pode acontecer de mais profundo com uma pessoa? Porque quando estamos apaixonados, estamos totalmente em perigo e completamente salvos, os dois ao mesmo tempo."

“Cartas de amor aos mortos” é um livro incrivelmente bonito, com um toque melancólico. Ava Dellaira nos deu um presente com esse livro belamente triste. Fiz sua leitura com um nó na garganta permanente e, em sua conclusão, esse nó se desfez... em lágrimas.
Amei.

site: http://www.garotapaidegua.com.br/2014/11/CartasdeAmoraosMortos.html#.VG4VoDTF-Sw
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renanuy 03/02/2017

Tão simples, mas tão real
O mais maravilhoso é que os fatos simplesmente acontecem, eles vão se desenrolando, me senti como a protagonista. Ela não faz aquilo que queria que fizesse, ela não é nada que eu achei que fosse, ela é simples e confusa e principalmente ela poderia ser qualquer um de nós. Ava Dellaria fez um trabalho não só fantástico, fez algo que desamarra um nó cheio de reflexões que existe dentro de nós!
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Yanes S. 22/04/2015

Resenha: Cartas de Amor aos Mortos, de Ava Dellaira
Cartas de Amor aos Mortos é a típica história da garota que se sente inferior, tem problemas com o mundo e tem medo de viver. Aos 15 anos, a maioria das garotas são assim. Mas, nada parece superar os problemas que a garota, Lauriel, tem. Afinal, perder alguém próximo já é horrível, imaginem a irmã!

O nome do livro não esconde nenhum mistério, o livro é todo escrito por um narrador em primeira pessoa, no caso, Lauriel. Ela escreve cartas para mortos, isto porque a sua professora pediu uma tarefa de casa, no qual os alunos deveriam escrever uma carta para alguém que já morreu.

Para a garota é uma tarefa, extremamente, penosa. Mas, então, ela passa a escrever cartas para personalidades que estiverem em seus auges, escreve para músicos que morreram cedo demais, escreve para atrizes que deixaram de viver seus grandes sonhos e escreve para aqueles que, mesmo não estando ali, a ajudavam a entender um pouco mais sobre a vida, e o que é viver. Mesmo que fosse pela música de Kurt Cobain, Amy Winehouse ou Janis Joplin.

A vida de Lauriel

Após a morte da irmã mais velha, May, a mãe de Lauriel a deixou e deixou o seu pai para morar na Califórnia. A garota mora uma semana na casa do pai e a outra semana na casa da tia religiosa. De poucas palavras com os outros, a jovem vive querendo ser a irmã que morreu, irmã que tanto amava.

Quando entra no novo colégio para seu primeiro ano do Ensino Médio, no meio do caminho ela faz duas grandes amigas, Natalie e Hannah. E no outro caminho, se apaixona.

Mas, a garota guarda um grande segredo para todos, inclusive para seus pais. E esse segredo, faz com que ela se sinta culpada pela morte de sua irmã. É nesta parte do enredo que a autora Ava Dellaira aponta um assunto delicado, e motivo para que os pais nunca se afastem de seus filhos.

Enredo

A história é água com açúcar, fala sobre os problemas da adolescência e a "necessidade" de se espelhar na irmã mais velha, até mesmo de uma forma tão obcecada, assim como a nossa personagem central.

A leitura é extremamente fácil, o cuidado chega a ser pouco. Além disto, tem horas que a leitura pode ser um pouco maçante, enrolada e bem desgastante.

Alguns vão amar de cara, outros vão ficar na dúvida. Mas, é um tipo de leitura que vale a pena pelas indicações de músicas, filmes e poemas. O livro, também, traz reflexões importantes, e até aqueles conselhos singelos de adolescentes para adolescentes.

site: http://coffee5pm.blogspot.com.br/2015/04/resenha-cartas-de-amor-aos-mortos-de.html
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Adriano 04/11/2014

"Quando uma coisa muito ruim acontece, a segunda pior coisa são as pessoas sentindo pena de você." (p.199)
Olá, leitor

Espero que esta carta lhe encontre bem. Eu lhe escrevo para contar o que achei do livro Cartas de Amor aos Mortos, escrito por Ava Dellaira e publicado no Brasil pela Editora Seguinte, o selo jovem da Companhia das Letras. Recebi o livro de cortesia e como já tinha vontade de ler o livro, minhas expectativas eram estratosféricas e acredita que elas foram superadas? Isso mesmo, é um livro maravilhoso.

Ele acompanha a vida de Laurel, uma adolescente que está buscando um novo começo, numa nova escola, em busca de novos amigos. Ela procura um lugar onde seja apenas Laurel, e não a irmã da garota que morreu. Esqueci de falar sobre isso, né? Pois é, Laurel tinha uma irmã chamada May, e infelizmente ela morreu. Essa perda de um ente querido devastou a Laurel, que se isolou cada vez mais, passou a ter dificuldades de desabafar sobre os problemas e acima de tudo, fez com que ela se sentisse culpada, isto é, Laurel se responsabiliza por não ter conseguido salvá-la.

Não foi só a garota que perdeu a direção e o sentido da vida. Sua mãe não aguentou a dor da perda e fugiu (talvez por culpa, medo da realidade e de enfrentar a vida sem uma filha), abandonando a filha que permanecia viva e precisava de todo cuidado e atenção. O pai, se fechou numa concha e passou a levar uma vida reclusa e solitária. Por causa disso, Laurel fica uma semana na casa do pai e uma semana na casa da tia, Amy, uma religiosa fervorosa e que teima convencer a menina a aceitar Jesus.

Você não acha que a situação de Laurel é complicada? Pois é. Perder alguém que amamos dói muito. Nunca estamos preparados para a perda e quando ela nos acomete a gente sofre bastante. A escritora Sálvia Haddad em seu livro, Mel e Fel , escreveu: "O fato é que, quando a gente se quebra, até tenta emendar, mas nunca fica igual. Cada qual vai seguir com aqueles pedaços colados, meio mal-acabados. De longe, talvez nem se note, mas quem chegar perto vai perceber que existe algo ali. Sofrimento não mata, já ouvi muito. E não mata mesmo, eu sei, mas às vezes deveria. Sofrimento não mata, mas aleija." (Leia a resenha completa).
Essa frase representa bem a vida de Laurel: não está morta mas está sofrendo.

"Quanto mais se ama alguma coisa, mais difícil é perder. [...] Sabe, acho que, quando você perde alguma coisa próxima, é como perder a si mesmo. É por isso que, no final, até escrever é difícil para ela. Ela quase não sabe como fazer. Porque quase não sabe mais quem ela é." (p.19)

Laurel decide começar o Ensino Médio numa nova escola para se livrar desse fantasma de ser a "irmã da garota morta" e nesse nova escola, ela recebe a tarefa numa aula de inglês de escrever uma carta para alguém que já morreu. Laurel escreve para Kurt Cobain, um ídolo que ela e a irmã compartilhavam. Ao fim da carta, a jovem percebeu que aquilo fez bem para ela, ou seja, o que não se conseguia por em palavras faladas podia ser escrito.

LEIA A CONTINUAÇÃO DA RESENHA NO GeraçãoLeitura.com

site: http://geracaoleiturapontocom.blogspot.com.br/2014/10/resenha-cartas-de-amor-aos-mortos-ava.html?spref=tw
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Fiama Ferreira 14/11/2018

Lindo demais
Um livro tão sensível, que trata de temas delicados de uma maneira sutil e ao mesmo tempo tão profunda.

Carta de amor aos mortos foi uma grande surpresa pra mim. Desde o primeiro capitulo, já sabia que não ia salir ilesa da leitura.

Uma literatura que nos faz pensar o quão frágil podemos ser. Sobre a importância de pedir ajuda, de dividir a carga com alguém, de compartilhar nossos medos e angústias...

É mais que uma história de amor e amizade....é um espelho de força e superação.
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Maruuchi 09/07/2016

Péssimo
Leitura chata e muito repetitiva
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Mah 15/04/2019

Pensamento
Um livro intenso de sentimentos de uma vida conturbada de acontecimentos sem respostas trazendo a dúvida da culpa do suicídio de sua irmã quem sempre apresentou uma "vida perfeita "
E ainda deixando espaço para aquele romance cheio de insegurança.
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Lucas 27/12/2017

"Às vezes eu me perguntava se via as mesmas coisas que o resto do mundo"
O livro trabalha, de uma ótima maneira, temas muito atuais: divórcio, problemas emocionais, traumas de infância, adolescência e homoafetividade.
Laurel, a protagonista, foi claramente muito afetada pela morte de sua irmã mais velha, May, e nunca conseguiu superar isso. Em suas cartas ela sempre retrata esta como alguém infinitamente melhor do que ela (mesmo isso não sendo verdade).
Como em outros livros, é possível perceber que no decorrer da história a personagem principal amadurece e, no caso de Laurel, aceita as perdas (que não giram somente em torno da morte da irmã).
A temática de cartas facilita a expressão de sentimentos, sensações e outros aspectos retratados a partir de uma escrita em primeira pessoa muito bem elaborada.
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