Por Lugares Incríveis

Por Lugares Incríveis Jennifer Niven




Resenhas - Por Lugares Incríveis


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Revista 21 28/01/2015

Daqueles livros que você precisa ler
Sabe aqueles livros que você começa a ler despretensiosamente, sem muitas expectativas, quer só algo pra passar o tempo e, quando vê, já é de manhã e você não dormiu nada, mas precisa ir estudar ou trabalhar? Por Lugares Incríveis, da Jennifer Niven, é um desses. Peguei para ler um capítulo ou dois antes de dormir, mas empolguei tanto com a leitura que quando me dei conta, já era manhã.

A trama parece simples: dois adolescentes cheios de traumas e sofrimentos, à beira do suicídio, se encontram e saem conhecendo os lugares incríveis do estado em que moram, enquanto despertam um no outro a vontade de viver. Mas é muito mais que isso. Você ri, suspira, torce pelos personagens, se apaixona por eles, fica tenso e ansioso pelo que vai acontecer, chora e quando termina o livro, mesmo sendo cinco da manhã, quer imediatamente encontrar alguém para compartilhar como é boa a história.

Continue lendo a resenha no site da 21:

site: http://revista21.com.br/?p=19725
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Ju Sobreira 12/02/2015

"I was here"
Eu geralmente não escrevo resenhas. Não porque eu não queira compartilhar o que eu penso sobre a obra, porque compartilho e desabado e choro mencionando autores no twitter, mas porque eu é raro ter uma obra que me toque tanto ao ponto de falar só com amigos e no twitter não seja o bastante.
Descobri All The Bright Places numa livraria com minha melhor amiga. Ambas ficamos apaixonadas pela história e decidimos que leríamos. Eu li primeiro, em inglês mesmo, e nem toda a expectativa que tinha posto em mim pela resenha valeria cada coisa que esse livro veio a me ensinar, a me mostrar, nem cada emoção, sofrimento e comoção dentro de mim despertadas por ele.
O livro contra a história da Violet e do Finch e é narrada em seus pontos de vista, alternando os capítulos (mais ou menos) entre eles. O primeiro capítulo é narrado pelo ponto de vista do Finch, um menino que foi castigado pela vida. Cresceu ouvindo que era um "freak", que não valia a pena, e que veio de uma família totalmente louca e desestruturada, com um pai abusivo e uma mãe perdida em si própria. Pra mim, foi amor a primeira vista.
E logo depois conhecemos a Violet. Ela era cheerleader no colégio, tinha o namorado perfeito, com os pais perfeitos, até o dia em que perde sua irmã em um acidente de carro. Ela se sente culpada pela morte da irmã, mesmo que não seja, e viver todos os dias sem ela é um tormento.
No meio do caminho, os destino dos dois se cruzam e eles passam a dividir o tempo junto, encontrando um no outro a força pra continuar e seguir em frente. Mas isso nem sempre é suficiente.Eu poderia contar aqui o maior spoiler do livro, mas não vou. O que vou dizer é que tudo nesse livro é maravilhoso; os personagens, a maneira como a história é contada, os quotes da Virgina Woolf, e, o mais importante de tudo, o quanto ele é real.
Não, ele não vai mentir pra você e dizer que tudo vai ficar bem no final, não vai. Na verdade ele vai te dar um tapa na cara pra te fazer enxergar a realidade de outro modo, vai abrir seus olhos para o que está a sua volta e vai te fazer perceber que a vida é frágil, é linda, e deve ser vivida em seu máximo.
Esse talvez vai ser o melhor livro que eu li esse ano. Não sei se alguma coisa vai conseguir superar o que ele passou a representar pra mim. E se eu pudesse, fazia cada pessoa do meu mundo lê-lo pra compartilhar comigo essa euforica tristeza que é ler esse livro.

Obrigada Theodore Finch and Ultraviolet Remarkey-able. I was here too.
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mateusinho 19/05/2015minha estante
Fica bem, amigo.


Fernanda 28/05/2015minha estante
Concordo com você em vários contextos, acho que a ficção tem que ter um lado fantasioso pra nos dar esperanças... Mas na situação a Jennifer Niven quis escrever um alerta as pessoas pra que elas comecem a enxergar o tão grande é a questão e que muitas vezes julgamos sem entender...


Juliana 29/06/2015minha estante
Também prefiro histórias com finais felizes! Eu sei que as histórias tristes te trazem um ensinamento e te fazem refletir..., mas adoro um final feliz! Eu li este livro já sabendo que seria triste...
Bem, espero que vocé já tenha superado esta DPL! :)


Lia 14/12/2015minha estante
Apesar dele ter te deixado assim, ele me fez entender um pouco do que você está/esteve sentido. Ele me fez querer que você, ou qualquer um, não sentisse isso. Espero, do fundo do coração, que esteja e fique bem.


Giovana 26/01/2016minha estante
Acredito que me sinto como você em relação á morte de personagens que deixam um final triste na história. A vida real já é tão difícil, tão dura, porque nos livros ela não pode ser um mar de rosas? porque tudo não pode simplesmente acabar bem?

Mas esse livro também abriu mais meus olhos pras pessoas que estão ao meu redor. O que a autora quis nos apresentar é uma situação séria e que acabou por me despertar um sentimento bom. Sempre tive essa inclinação de observar as pessoas, tentar analisá-las, ajudá-las, sentar pra conversar, ser um ombro amigo, dar um bom conselho. Não tenho como saber o quanto as minhas palavras ajudam essas pessoas. Não sei se já salvei alguém ou se tudo que eu disse pouco significou pra elas, mas acredito que só o fato de parar pra ouvir a pessoa já é de grande ajuda. Apenas escutar a pessoa, tentar entender seu ponto de vista e a situação em que ela se encontra e dar um conselho (mesmo que este seja um tanto quanto genérico) pode sim fazer com que a pessoa se sinta melhor, se sinta importante, se sinta amada, sinta que não está só "fazendo peso na Terra". Depois de ler o livro, senti que estou no caminho certo, que estou tentando fazer o bem e que isso faz diferença.

Fiquei muito triste ao terminar o livro também meu caro, mas acredito que depois de absorvermos algo, temos que expandi-lo, aprender com isso e tocar os outros da melhor forma possível. Tente fazer isso, lembre-se do triste fim desse livro e procure ajudar quem você acredita que precise de ajuda. O ponto não é chegar com um diagnóstico, limitar a pessoa a um rótulo ou a uma doença (vimos como o Finch reagiu a isso), mas simplesmente chamar pra conversar, perguntar "e então, como você está? e tal coisa, como anda?" e oferecer-se de bom grado a ajudar. Essas pessoas estão mais próximas do que a gente pensa.

Foi pra isso que o livro me impulsionou, e espero que te impulsione também.


Laris 17/02/2016minha estante
Gostei do seu comentário e concordo totalmente, acho que é um pouco errado falar na descrição que um encontra no outro a vontade de viver. Se ele tivesse realmente encontrado a vontade de viver na Violet ele não teria suicidado. Realmente me pegou de surpresa. Eu gostaria que ele mostrasse que mesmo depois de tudo ruim que a gente sente, no final podemos ser feliz.
Eu estava amando tanto o livro que ele seria meu favorito se não fosse pelo final, esse final foi um choque para mim.


lucianav 19/06/2016minha estante

?Aprendi que existem coisas boas no mundo, se você procurar por elas. Aprendi que nem todo mundo é uma decepção, incluindo eu mesmo, e que um salto a 383 metros de altura pode parecer mais alto que uma torre de sino se você estiver ao lado da pessoa certa.?


Karol 09/08/2016minha estante
Em pedaços.


Vih 11/10/2016minha estante
Estou em pedaços. :"( É o segundo livro que leio e acontece isso.


Silvia.Fernandes 17/10/2016minha estante
Infelizmente nem todo mundo tem estrutura para este livro que não vou ler....Meu namorado era depressivo eu não tinha ideia do conteúdo deste livro fazem hj 17 dias que ele leu este livro ...E ontem por influencia ou não não sei se o fim deste livro é bom tem final feliz .
Ontem dia 16 de outubro de 2016 foi a missa de 7º dia dele aos 27 anos cometeu o suicidou pulou de uma ponte um abismo como eles queriam fazer no inicio deste livro por tanto peço aqui se vocês sabem de alguém que tenha um histórico depressivo comecem a observar não deixem ler este livro ...99 dos depressivos procuram fazer algo consigo se acham um livro meio que que levam como auto ajuda a destruição podem ser fracos e cometer não um auto-ajuda e sim se destruir repassem por favor esta doendo muito a perda .
Aqui uma obra de ficção este livro quando um protagonista morre ja acharam um fim ruim imagina a dor da família do meu namorado a minha ..........Por favor ajudem eu na divulgação não deixem quem esta com depressão ler ...Obrigada


higor.augusto.9 17/10/2016minha estante
A questão que , o feito gravitacional de Júpiter-Plutão é vida , só que acabou para ele. ;'(


Malano Cristino (@vainamala_) 25/02/2017minha estante
Felipe espero que esteja tudo bem com você e que essa maré de coisas ruins que está sentindo vá embora com o vento, você pode me adc no facebook se quiser e meu inbox vai estar sempre aberto pra você falar, quando estiver mal e quando estiver bem também, se precisar de alguém pra dividir isso. Muitas vezes você pode se sentir sozinho ou a pior pessoa do mundo, e sei que vai ser difícil acreditar no que eu vou falar agora então: você não está sozinho, você é maravilhoso, e o mundo precisa de você :)


Vi 03/04/2017minha estante
Estamos juntos nessa




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Priscilla 02/01/2015

Surpreendente
Theodore Finch é conhecido como uma aberração em sua escola. Ele se veste, age e fala de modo diferente. Além disso é fascinado com a morte, mais especificamente com o suicídio. Ele pensa diariamente se hoje é um bom dia para morrer. Gosta de fazer coisas que o façam se sentir vivo. Então ele sobe na torre do sino da escola e fica observando o mundo em pé na borda de dez centímetros.

Já Violet Markey é uma garota popular que namorava o garoto popular e era amiga das meninas populares. Só que ultimamente ela não é mais a mesma. Passou por uma experiência de quase morte onde perdeu sua irmã mais velha, Eleanor. Ela se culpa por estar viva e por isso sobe na torre do sino da escola.

É assim que Thoedore e Violet se conhecem. Finch acaba salvando Violet (embora o boato que passa a circular na escola seja outro) e a convida para ser seu parceiro no trabalho de geografia, onde o professor propôs que visitassem pontos famosos de Indiana, estado que vão abandonar logo após a formatura.

Os capítulos são alternados entre Violet e Finch. Os de Violet começam com uma contagem regressiva para a formatura onde ela pretende sair da cidade, do estado, e deixar as lembranças de sua irmã para trás. Os de Finch contam os dias acordado. Sabemos que Finch tem alguma coisa que o faz apagar durante dias/semanas e por isso ele gosta de se sentir vivo/acordado. Com o andar do livro sabemos o que se passa com ele.

Parece uma história de romance. Finch conquistando Violet cada vez mais em cada ponto visitado de Indiana exatamente porque ele é diferente, inusitado. Existe sim o romance, mas esse não é o foco do livro e isso me surpreendeu.

O livro é um alerta. Um alerta de que precisamos conversar sobre nossos problemas, sobre o que sentimos, por mais que seja desagradável. É um alerta nos dizendo que a pessoa próxima de você pode sim precisar da sua ajuda. Às vezes pensamos que ela está bem, que a família irá resolver, mas algumas famílias preferem fingir que está tudo bem e nada está bem.

É uma ótima história. Tanto de amor, quanto de perda.

site: http://leitorcabuloso.com.br/2015/01/resenha-por-lugares-incriveis-da-jennifer-niven/
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Sarah 24/07/2015

Ai meus feels
Pra quem leu, não sei se aconteceu com vocês, mas desde que eu comecei o livro, ele estava passando como um filme na minha cabeça. Me lembrem, se de fato sair um filme de Por Lugares Incríveis, de não assistir. Acho que choraria cachoeiras e iria pro hospital por desidratação. Anyway.
Esse é um daqueles livros que todos deveriam ler. Tanto o suicídio quanto o transtorno bipolar tem assombrado muitos jovens pelo mundo, mas se prestarmos mais atenção uns nos outros, podemos ajudar.
Esse livro tem uma narrativa assustadoramente envolvente, que faz você sentir as dores do personagem, assim como as alegrias e dilemas. Por Lugares Incríveis não é apenas um livro, é uma obra de arte de sensibilidade inigualável.

Qual é o seu Lugar Incrível?

OST: Smile (Mikky Ekko)
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chrisostimo 08/10/2015

"O que percebo agora é que o que importa não é o que a gente leva, mas o que a gente deixa."
Todo mundo que me conhece já está careca de saber que sou fã de carteirinha do gênero Young Adults. É bem verdade que meu trabalho influenciou muito esse processo e que para poder interagir com meus alunos, comecei a me interessar muito mais pelo que eles lêem e me apaixonei. Comecei com aquela postura de alguém mais velho, mais experiente, quase como se fosse bisbilhotar o que havia e se havia algo de errado no que eles andavam lendo, quase como se estivesse buscando algo a ser censurado, repreendido. Ao final, o que repreendi e censurei foi meu preconceito. Julgar um livro pela capa é tão clichê e tão perigoso que preciso repetir isso sempre. O óbvio precisa ser dito, não é mesmo?

Eu tinha acabado de ler Objetos Cortantes da Gillian Flynn, resenha aqui, e buscava por algo mais leve, mais descontraído, que pudesse me tirar da ressaca literária que Camille Preaker me deixou. Ledo engano. Não se deixe levar por essa capa lindinha de fundo azul e legos coloridos. Não, não é uma historinha para crianças. O livro apesar de parecer bobo, trata de temas bastante pesados como suicídio, transtornos mentais, depressão, bullying e Jennifer faz isso com maestria, sensibilidade e atenção a detalhes que só quem já passou por essas experiências poderia ter. Ela também brinca com as palavras, referências e citações com autoridade de quem além de escrever, lê. E são referências maravilhosas e que encaixam perfeitamente na história. Amo metaliteratura, rs.

Por lugares incríveis é um daqueles livros que te engana pela capa. Eu me interessei por ele numa visita à livraria Saraiva, mas não o comprei naquele momento. Uns dois meses depois fui à Bienal e lá estava ele com 30 por cento de desconto. Não perdi a chance.

Theodore Finch, o ABERRAÇÃO é o maior alvo de bullying de toda a escola, única da cidade e que possui cerca de 2000 alunos. Ele é um pouco obcecado pelo tema suicídio, do tipo que pesquisa diferentes métodos, estatísticas, características, efiácia... E sempre se pergunta se conseguiria levar algum deles adiante. No fundo, ele acredita que um dia conseguirá: “Será que hoje é um bom dia para morrer?”.

Finch, apesar de seus “apagões”, momentos em que ele perde a noção do tempo ao seu redor, é muito consciente a respeito de sua condição mental e emotiva e reconhece que tem um problema. Porém, se preocupa muito com rótulos. Teme ser reduzido a uma doença, a um diagnóstico e com um pai violento e repressor, uma mãe omissa e frágil e uma irmã um pouco ausente, ele não consegue encontrar ninguém em quem confie o suficiente para pedir ajuda. O livro não diz exatamente o que Finch tem, descreve alguns sintomas e sensações, mas só fica claro que ele possui um problema. Fiquei curiosa e fui pesquisar e acredito que ele possa ter Transtorno de Personalidade Limítrofe ou Transtorno de Personalidade Borderline.

(saiba mais sobre aqui https://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_de_personalidade_lim%C3%ADtrofe).

Lendo essas características, você pode achar que ele é um cara depressivo, melancólico, que tem pena de si mesmo... mas não. Ele é um dos personagens mais carismáticos e complexos que a literatura já pôde me apresentar. Aquele tipo de pessoa que apesar de sua vida difícil, suas marcas dolorosas, possui uma leveza e uma alegria de viver cada momento que contagia a todos. Talvez, ele seja assim, por sempre pensar na morte e saber o quão próxima ela deve estar.



Violet Markey, a garota bonita e popular, que por fora parece viver num mundo perfeito e cor de rosa e que se esconde atrás de sorrisos e do seu medo de se expor e viver. Violet costumava ser a garota perfeita. É aquela personagem sempre presente nos livros e filmes adolescentes que costuma nos mostrar que ninguém é o que aparenta ser e etc. Até que ela sofre um acidente de carro com sua irmã Eleanor e Eleanor morre. Ela se entrega a dor da perda e precisa lidar com toda a pressão em seus ombros. A pressão de ser tudo o que Eleanor não conseguiu ser por ter sua vida interrompida. A pressão de aprender a ser sozinha, aprender a não viver mais na sombra de sua irmã. A pressão é tão grande que ela desiste de viver os dias e passa a apenas contá-los. Se esconde atrás do “Eu ainda não estou pronta.” e se isola do mundo e de tudo o que lhe dava felicidade e prazer anteriormente.

Até que ela conhece Finch, o aberração. Esperto e perspicaz, Finch insiste até que consegue que façam um projeto de geografia juntos que consiste em explorar e conhecer pontos e lugares que Indiana tem a oferecer (quase nenhum aos olhos de Violet e dezenas de possibilidades aos olhos de Finch). Finch tem que lidar com o mau humor de Violet, seus medos, indiferença, desconfiança e faz isso de uma forma tão paciente e delicada, com tanta atenção aos detalhes que você fica desejando que um dia alguém te ame da forma como ele ama Violet.

Mas há algo mais nessa relação e nessa história que nos ensina. Finch, o problemático e o aberração ensinou tanto a Violet que eu arrisco dizer que ele a mudou para sempre:

"Agora tudo o que vejo é uma garota morrendo de medo de viver. Vejo as pessoas darem um empurrãozinho de vez em quando, mas nunca forte o suficiente porque não querem contrariar a pobre Violet. Você precisa de um baita tranco, não de um empurrãozinho. Você precisa retomar as rédeas. Ou vai ficar em cima do parapeito que construiu para si mesma para sempre."



Na verdade, acho que os dois mudaram a mim para sempre. Eles aqueceram meu coração para então quebrá-lo em milhões e pedacinhos e depois aquece-lo novamente. Vou carregá-los sempre comigo e sei que é uma daquelas histórias que ficarão na minha cabeça por um tempo.

"O que percebo agora é que o que importa não é o que a gente leva, mas o que a gente deixa."



E eles definitivamente deixaram algo comigo.



Outra ressaca literária, socorro! Qual será o próximo título? Preciso de outro livro AGORA!


site: Moça, esse livro fala sobre o quê? no Facebook e mocinhadabiblioteca no blogspot
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Daniella 06/01/2016

Adorável.
Primeiro livro lido de 2016. Feliz em dizer que comecei com chave de ouro.
Eu não seria capaz de fazer uma resenha que fizesse jus ao quão perfeito esse livro é. O quanto ele me tocou, me arrepiou, me deixou abobalhada, me angustiou, me fez refletir e me despedaçou. Seus personagens, singulares. Seus quotes, magníficos. Ao final do livro, só consegui pensar em uma coisa:

" Eu
estou
em
pedaços."

- Theodore Finch
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Clube do Farol 19/09/2016

Por Lugares Incríveis. Clube do Farol.
Resenhado por: Danii

Antes de qualquer coisa, preciso dar um conselho a você ser que está lendo isso: PARE DE PERDER TEMPO LENDO ESSA RESENHA E VÁ LER O LIVRO LOGO! AGORA!!!

"- Agora?
- Não dizem que não existe hora melhor do que agora? Você melhor do que ninguém deveria saber que só o agora é garantido."

Ignorou o meu conselho, né? Isso é uma pena porque "Por Lugares Incríveis" é um livro incrível... Nooooossa! Que criatividade! #SQN. Eu sei, criatividade zero, mas tenha um pouco de piedade da pessoa aqui, é difícil achar as palavras certas para um livro tão bom, tão belo, tão amável, tão especial, tão adorável, tão digno de ser lido e aplaudido... Sinceramente, ele é tão bom que estou quase torcendo para ser abduzida para poder indica-lo para os ETs.
Mas o que faz "Por Lugares Incríveis" ser tão bom? Pensando bem, acho que tudo, a mistura de lições que ele "deixa" para levarmos para o resto da vida, a mistura de tudo de bom que esse livro tem o torna maravilhoso, começando pelos protagonistas, Violet Markey (Ultravioleta Markante) e Theodore Finch, que são incríveis.
Violet tinha, praticamente, uma vida (de adolescente) dos sonhos: era inteligente, divertida, popular; tinha uma família exemplar, uma irmã mais velha que também era sua melhor amiga, um namorado "perfeito" (há controvérsias) e um futuro (incrível) como estudante de escrita criativa na NYU. Ou seja, era tudo como manda o roteiro de vida dos sonhos e ela era... feliz.
Mas tudo muda com um acidente de carro, um acidente que termina com ela viva e sua irmã/melhor amiga morta. E como sobrevivente ela se sente triste, solitária e culpada. Culpada por estar viva; culpada até por rir, como se cada risada fosse uma traição à perda da sua irmã. E assim, ela não é mais a mesma Violet feliz, se torna uma Violet que tem medo da vida, que se afasta das pessoas, que se deixa consumir pela dor e que conta os dias para finalmente se formar e sair da cidade.

"Agora tudo o que vejo é uma garota morrendo de medo de viver. Vejo as pessoas darem um empurrãozinho de vez em quando, mas nunca forte o suficiente porque não querem contrariar a pobre Violet. Você precisa de um baita tranco, não de um empurrãozinho. Você precisa retomar as rédeas. Ou vai ficar em cima do parapeito que construiu pra si mesma pra sempre."

Theodore Finch, ou apenas Finch, é um garoto bem singular, único, diferente, imprevisível, maravilhoso, adorável, apaixonante, amor da minha vida... Ele é uma bagunça, porque, bom, a vida dele é uma bagunça. Sua família é composta por uma mãe apática que se sente perdida e nem sabe onde os filhos estão, por irmãs perdidas (não tanto quanto a mãe) e com os próprios problemas, e por um pai egoísta que o espancava e que, em vez de consertar a família que tinha e ser um bom pai, preferiu, simplesmente, trocar de família.
Finch é um adolescente que vive pesquisando sobre a melhor forma de cometer suicídio (meio mórbido né?), que não tem uma boa reputação no colégio onde o chamam de "aberração" (alerta de bullying!) e que sofre com períodos de depressão, com períodos onde ele "apaga" e some do mapa (e que a família nem liga). Ele faz o que dá na telha e incorpora personagens diferentes (todos apaixonantes ): Finch anos 80 (que é vegetariano), Finch "fodão" (e Inglês), Finch largado (quase um mendigo)...

"Escuta, eu sou a aberração. Eu sou o aloprado. Eu sou o problemático. Eu me meto em brigas. Eu decepciono as pessoas. O que quer que faça, não deixe Finch bravo. Ah, lá vai ele de novo, em uma daquelas fases. Finch mal-humorado. Finch irritado. Finch imprevisível. Finch louco. Mas não sou um conjunto de sintomas. Não sou uma vítima de pais horríveis e de uma composição química mais horrível ainda. Não sou um problema. Não sou um diagnóstico. Não sou uma doença. Não sou uma coisa que precisa ser salva. Sou uma pessoa."

Esses dois seres, que já sofreram muito na vida, se conhecem de um jeito nada previsível: no parapeito da torre do colégio, onde um salva o outro. Mas passam a conviver mais entre si (e a se apaixonar) por causa de um trabalho de Geografia que os faz conhecer o estado deles, Indiana, e assim visitam juntos diversos lugares não muito comuns, assim começam as "andanças".
A narrativa é intercalada entre os dois protagonistas, abordando temas como bullying, luto, depressão, transtornos bipolares, suicídio, esperança e amor, com uma escrita emocionante, encantadora e cheia de verdades da autora Jennifer Niven. Essa mulher dá muitos tapas na cara dessa sociedade que vivemos, cheia de pessoas como o Finch, que precisam de ajuda, mas são ignoradas até pela própria família. Depressão e transtornos bipolares não são "frescuras", não são tentativas de chamar a atenção, SÃO DOENÇAS que precisam de tratamento antes que seja tarde demais.

"E se a vida pudesse ser assim? Só as partes felizes, nada das horríveis, nem mesmo as minimamente desagradáveis. E se a gente pudesse simplesmente cortar o ruim e ficar só com o bom?"

Agora que já perdeu minutos preciosos lendo essa resenha, por favor, não perca mais tempo nenhum e vá ler "Por Lugares Incríveis" logo. Obrigada.

site: http://clubedofarol.blogspot.com.br/2016/07/por-lugares-incriveis.html
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Psychobooks 07/02/2015

Resenha Dupla

Mari: Esse é um daqueles livros que o burburinho antes do lançamento é bem grande e aguça a curiosidade dos leitores que ficam ansiosamente aguardando a data de publicação. No final do ano passado eu li a sinopse do livro e fiquei muito interessada na leitura, então, vocês podem imaginar minha felicidade quando recebi a prova antecipada do lançamento no Brasil.

Alba: Li meu exemplar em inglês, exatamente por não aguentar esperar a publicação. O livro de Jennifer nem havia sido lançado e já havia vendido os direitos de filmagem com ninguém menos do que Ellen Fanning no papel de Violet. Expectativas? Mil!

Enredo
Mari: Violet Markey teve sua vida planejada nos mínimos detalhes, até sofrer um acidente de carro com a irmã e ela ser a única sobrevivente. Violet parou de fazer planos, sente-se culpada pelo ocorrido e não consegue seguir em frente como todos esperam que ela faça.
Theodore Finch lida com a indiferença de sua família, teve que aturar a infância com um pai violento, sofre longos períodos de depressão, é conhecido na escola como aberração e sofre constantemente com o bullying dos valentões. Theodore gosta de pesquisar fatos sobre suicídio.

Mari: Violet e Theodore se conhecem no alto da torre da escola, os dois estão prestes a se jogar quando acabam se ajudando a sair dali. Por causa de um projeto escolar, Theodore e Violet precisam visitar alguns lugares incríveis do estado em que moram, com o crescimento da amizade, Theodore sente que pela primeira vez pode ser ele mesmo, enquanto Violet consegue descobrir motivos para continuar a viver seus dias e não apenas passar por eles.

Narrativa e desenvolvimento do enredo

Mari: O livro é narrado em primeira pessoa, sob o ponto de vista de Theodore e Violet. Essa aproximação com o personagem faz com que o leitor se envolva rapidamente com os protagonistas e a forma como a autora narra seu livro e cativa o leitor, deixa o ritmo de leitura acelerado.

Alba: A troca de visões é feita por meio de capítulos e assinalada, mas nem precisava, já que a voz dos dois personagens são bem distinta.

Mari: A princípio parece uma leitura simples e eu não entendia o motivo de tanto falatório em volta desse livro, mas a narrativa cresce, os personagens amadurecem e uma leitura mediana passa a ser incrivelmente sensacional depois de uma cena. Não posso falar sobre ela por ser spoiler, mas quem já leu o livro sabe perfeitamente do que estou falando e quando você a ler, vai se lembrar das minhas palavras.

Alba: Eu li implorando para Jennifer me surpreender. Implorando para ela desenvolver a relação dos dois e as consequências a contento. Implorando para ela não se amedontrar e ir em frente. Jennifer foi além de minhas expectativas: montou seus personagens de forma a serem dois contrapontos. Um completa o outro. Violet e Finch têm uma relação familiar completamente diferente e cada um encara isso de uma forma particular. Esse contraponto é o bacana da construção.

Mari: Esse é o livro de estreia da autora e é impressionante sua habilidade em transformar sentimentos em palavras e conduzir o leitor por uma história tocante, visceral e com uma reviravolta surpreendente.
O livro tem uma dose de realidade assustadoramente verossímil, fazendo com que a história ganhe vida própria e faça seu leitor refletir sobre ela durante muito tempo.
No final do livro há várias informações interessantes, tanto sobre a autora e sua experiência pessoal com um dos temas discutidos, quanto um mapa de Indiana indicando os locais verdadeiros por onde os personagens passaram.

Concluindo

Mari: 'Por lugares incríveis' é uma leitura mais que recomendada, ele se encaixa no gênero mature YA, onde os personagens ainda estão no colegial, mas precisam enfrentar problemas sérios, com temas polêmicos e muita coragem da autora. Ao começar a leitura, esteja pronto para amar e odiar personagens com intensidade e se emocionar com o desfecho.

Alba: Há raros momentos dentro do gênero onde a gente tem o prazer de ler uma autora e SABER que ela está destinada a grandes obras. Jennifer Niven é uma dessas. Ler sua narrativa foi um prazer e não tenho dúvidas que podemos esperar muito mais em seus próximos livros. Com um estreia dessas, o céu é o limite. Super-recomendo.

"(...) Vejo as pessoas darem um empurrãozinho de vez em quando, mas nunca forte o suficiente porque não querem contrariar a pobre Violet. Você precisa de um baita tranco, não de um empurrãozinho. Você precisa retomar as rédeas. Ou vai ficar em cima do parapeito que construiu para si mesma para sempre."
Página 110

site: http://www.psychobooks.com.br/2015/01/resenha-dupla-por-lugares-incriveis.html
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Ana Paula 25/02/2015

Uma surpresa boa.
Começo já dizendo que esse livro me surpreendeu. Mas por que? Bom, quando li a sinopse no email de divulgação da Editora Seguinte, eu me interessei pela história, embora imaginasse que fosse mais um romance adolescente em que dois jovens com alguma dificuldade encontram um no outro a tão sonhada "salvação". Engano meu!

No início eu até pensei que era isso mesmo. Quando eles se conhecem e quando os dois personagens vão sendo apresentados inicialmente é essa impressão que temos mesmo. Mas ai a coisa vai mudando...

Eles podem ser adolescentes, a história está em boa parte ambientada no colégio com seus alunos populares e outros nem tanto, mas os problemas vividos pelos dois são bem diferentes da superficialidade das historinhas escolares. Finch enfrenta o que eu acredito ser um dos grandes males atuais, a depressão. Sua luta diária e constante para não "apagar", para se manter alerta e "aqui" é o que milhões de pessoas vivem, independente de idade.
Outros temas são abordados: o abandono familiar, por exemplo. Violet vive a tristeza de ter sido deixada por sua irmã, levada pela morte, mas Finch vive a tristeza de ter uma mãe omissa e ter sido abandonado por seu pai, vivo! Um abandono camuflado, mas real e que abre uma ferida mais profunda que a própria morte. E as feridas dele são tantas que ele passa seus dias pensando em formas diferentes de suicídio. Esse sim, o tema principal do livro.
Conforme a leitura vai avançando, você vai se envolvendo cada vez com o drama dos dois, principalmente de Finch e ai não consegue mais largar o livro.

A narrativa é alternada entre os pontos de vista de Finch e Violet, iniciando sempre com a contagem dos dias: ela dos dias que faltam para a formatura e ele dos dias em que está desperto, desde o último período em que foi totalmente tomado pela depressão.

Por lugares incríveis é uma leitura interessante, acredito eu, para jovens e adultos. Trata de temas densos, tidos como tabu na maioria das discussões. Tabus esses que contribuem ainda mais para que pessoas com problemas emocionais se sintam sozinhas no mundo, agravando a situação.

Quando você o ler, não deixe de conferir a "nota da autora". É o primeiro livro que Jennifer Niven escreveu para um público mais jovem (sim, o livro é para jovens leitores) e também o primeiro sobre uma experiência pessoal.

Por lugares incríveis: eu indico!


site: www.estante-da-ana.blogspot.com.br
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Karen 19/07/2016

Adorável
“O que percebo agora é que o que importa não é o que a gente leva, mas o que a gente deixa.”

Quando terminei de ler Por Lugares Incríveis meu primeiro pensamento foi “Como faço para que o mundo todo leia esse livro?” Porque, definitivamente, o mundo precisa de um livro como esse.

Lindo, profundo, doce e emocionante, este livro tirou meu fôlego. É imensamente triste, mas também divertido. Quebrou meu coração em pequenos pedaços, mas abriu meus olhos para partes importantes da vida.

Uma grande lição sobre família, amizade e amor, principalmente amor, e o imenso poder de destruição das palavras. Jennifer Niven expõe uma realidade velada, que ainda é um tabu. E exalta a importância de esse assunto ser mais discutido.

Finch e Violet são adoráveis, inteligentes e corajosos e sua jornada é apaixonante. Foi um prazer viajar com eles por todos aqueles lugares incríveis. Finch e sua excentricidade vão ficar comigo para sempre, bem como a delicadeza da Violet.

Se você não leu, corra e leia. Tenho certeza que vai amar ser tocado pelo efeito gravitacional Júpiter-Plutão. 💜

“E se a vida pudesse ser assim? Só as partes felizes, nada das horríveis, nem mesmo as minimamente desagradáveis. E se a gente pudesse simplesmente cortar o ruim é ficar só com o bom?”
Carolina.Barbosa 22/09/2016minha estante
Eu to a 7 horas lendo, chorei e parei! Lindo de mais, tbm estou em pedaços!




Danielle 02/07/2015

Simplesmente detestei esse livro. Estava esperando muito dele e acabei me decepcionando completamente. Um livro sem pé nem cabeça.
Lari 04/07/2015minha estante
porque sem pé nem cabeça?


Victoria 25/07/2015minha estante
Voce e burraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa


Julia 10/01/2016minha estante
Concordo, enquanto estava lendo fiquei meio confusa não sabia o que estava acontecendo.


Felipe Langa 26/01/2016minha estante
Mds, qual o seu problema? D:
Por acaso você prestou atenção enquanto estava lendo?




Leitora Viciada 02/01/2015

Meu interesse por All the Bright Places surgiu imediatamente, pois a sinopse e a capa me atraíram como raramente acontece. Posso ainda não saber o motivo, mas sou grata por ter tido nos últimos dias de 2014 uma das melhores leituras do ano. Agora sei o porquê da excelente classificação dos leitores no site Goodreads.
A Editora Seguinte, o selo jovem da Companhia das Letras, é a responsável pela publicação da obra no Brasil, com data prevista para 14 de janeiro de 2015. A Seguinte enviou alguns exemplares de prova (advanced reading copy) para alguns blogs parceiros, então não estou analisando material físico, revisão ou diagramação, visto que não é o resultado final que será encontrado nas livrarias. A capa brasileira mostra os protagonistas no local em que se conheceram; embora linda, prefiro o significado da americana, que mostra uma parede especial presente na história, com post-its, um pássaro e uma violeta.
Os direitos de publicação de Por Lugares Incríveis foi vendido a 28 países e a editora americana se organizou para que a data de lançamento em todos seja quase que simultânea. Parabéns para a Seguinte por participar da campanha e trazer tão prontamente aos brasileiros. O lançamento em língua inglesa será dia 06 de janeiro.
Mais um motivo para correr e ler: Antes mesmo da publicação, a história chamou tanto a atenção que um filme está sendo produzido e a estrela é Elle Fanning (Malévola, 2014).
Acostumada a escrever ficção para adultos, Jennifer Niven publica agora sua primeira obra voltada ao público juvenil, um Young Adult (Jovem Adulto). Sua ideia era escrever algo "pessoal, provocativo, contemporâneo, sob o ponto de vista de um menino e uma história dura, difícil, triste, mas divertida". Analisando se a autora atingiu sua meta:

O livro possui extras superinteressantes, onde Jennifer explica suas motivações para compor a trama. É esclarecedor e comovente. Então, realmente é ficção, mas oriunda de um acontecimento real e com uma temática urgente e atual.
A trama é provocativa e consegue ir além: Desafia. É inquietante e reflexiva de modo sincero, impactante. Não se consegue parar de pensar em como tantas pessoas sofrem como as personagens e podem estar ao seu lado, precisando de ajuda. É um alerta.
É mais que contemporâneo, é moderno, atual, necessário e, na verdade, atemporal. Os males apresentados podem estar sendo mais esclarecidos e compreendidos há pouco tempo, porém sempre fizeram parte da psicologia e da alma humana. O cenário e a ambientação criados pela autora são frescos e convincentes.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2015/01/por-lugares-incriveis-jennifer-niven-e.html
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Juliana 23/08/2015minha estante
Mesma coisa comigo.
Eu esperava um final feliz e um livro clichê sobre como o amor lhe ajuda nos momentos mais tristes. Quando vi o que aconteceu não consegui acreditar. Fiquei toda despedaçada aqui, mas foi bom, foi ótimo.
Ele cuidava dos outros, mas ninguém cuidava dele


Alê 24/05/2017minha estante
Concordo com vc!




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