A Bela e a Fera

A Bela e a Fera Madame de Beaumont
Madame de Beaumont
Madame de Villeneuve




Resenhas - Bela e a Fera


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Camille.Pezzino 24/04/2019

OS SONHOS ENTRE BELEZA E MONSTRUOSIDADE
A narrativa elaborada por Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve é considerada por todos – e assim conhecida – como o conto original de A Bela e a Fera (1740). Ao contrário das demais histórias que se baseiam nesse enredo, parece-me que essa é a versão mais completa e complexa já criada, visto que a maioria das outras narrativas se baseiam na versão resumida feita por Beaumont (1756).

Os detalhes trabalhados nessa trama, que jazem esquecidos pelas demais, são muito elaborados e surpreendentes, sendo um enredo tão bem encaixado que, ao esquecer um detalhe na adaptação, é possível que a narrativa perca o sentido. Talvez também seja por conta disso que a versão de Beaumont seja a mais revisitada, na hora de criar adaptações do conto, do que a de Villeneuve.

O princípio da trama conta a respeito de uma família rica que perde todas as posses e precisa viver no campo, pois não podem mais suportar a cidade, seja pela falta de luxo ou por toda a exclusão social de alguém que deixou de fazer parte da elite. Nesse momento, a obra explora o interesse humano e como as relações podem ser frágeis quando o incentivo se perde, no caso, o monetário.

A história adaptada por Beaumont segue a mesma linha, comentando sobre as invejas das irmãs e a existência de todos esses irmãos que existem dentro da narrativa de Villeneuve. Até esse ponto, todos estão aconchegados e conhecedores o suficiente para saber como se desenvolve.

Entretanto, o resto da narrativa possui aspectos muito distintos do que conhecemos da narrativa, e que são muito importantes para o desenvolvimento da história. Além disso, também são detalhes extremamente simbólicos, como os sonhos.

Bela, assim chamada por sua aparência e por sua bondade, ao se hospedar na casa da Fera em troca da vida de seu pai, que parou lá – ao contrário do desenho animado da Disney (1991) – por roubar uma rosa para presentear a filha, possui diversos sonhos. A cada noite, naquele mesmo castelo em que está aprisionada, ela sonha com um belo homem.

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Ju Ribon @juriboncovre 18/03/2019

A Bela e a Fera
Título: A Bela e a Fera
Autoras: Madame de Beaumont e Madame de Villeneuve
Editora: Zahar
Páginas: 240
Classificação: 4/5
Adicione: Skoob
Compre: Amazon | Saraiva

Adaptado, filmado e encenado inúmeras vezes, o enredo de A Bela e a Fera vai muito além da jovem obrigada a casar com uma horrenda Fera que no final se revela um lindo príncipe preso sob um feitiço. Nessa edição bolso de luxo da coleção Clássicos Zahar você encontra reunidas duas variantes da história. A versão clássica, escrita por Madame de Beaumont em 1756, vem embalando gerações e inspirou quase todos os filmes, peças, composições e adaptações que hoje conhecemos. A versão original, que Madame de Villeneuve publicara em 1740, é de uma riqueza espantosa, que entre outras coisas traz as histórias pregressas da Fera e da Bela e dá voz ao monstro para que ele mesmo narre seu destino.

❝As que são as mais difíceis, são as mais doces presas.❞


O conto A Bela e a Fera fez parte da minha infância, assim como a de vocês, acredito eu. Meu primeiro contato com a história foi através da animação, depois em filmes adaptados, até chegar ao live-action lançado pela Disney esse ano, estrelado por Emma Watson. Neste pequeno livro vamos encontrar a versão original do clássico, com diversas diferenças em alguns pontos da história, mas nunca mudando o foco principal.

O enredo de “A Bela e a Fera” vai muito além de uma jovem que se casa com uma Fera que no final se revela um lindo príncipe preso sob um feitiço. Nessa edição bolso de luxo da Zahar, o leitor vai encontrar duas versões da mesma história.

A versão clássica, escrita por “Madame de Beaumont” em 1756, que conta em resumo a história que conhecemos e inspirou quase todos os filmes, e adaptações. E a versão original, de “Madame de Villeneuve” que foi publicada em 1740, e é de uma riqueza espantosa, que traz pontos diferentes das histórias e a própria Fera dá a voz ao monstro para que ele mesmo narre seu destino.

a bela e a fera

É uma leitura fácil, rápida e apaixonante! Ambas as autoras tem escritas caprichadas, bem elaboradas, chegando até algumas frases se tornarem poéticas. Um clássico que vale a pena ler e conhecer sua versão original, sem falar na explicação no início da leitura, dizendo que “A Bela e a Fera“, pode ter sido baseado em um caso verídico. A edição é toda ilustrada, em capa dura, e conta com uma perfeita tradução do premiado André Telles, uma apresentação reveladora e instigante assinada por Rodrigo Lacerda.

Estou muito acostumada com a animação da Disney, então em alguns momentos durante a leitura da versão original, tive dificuldade em aceitar algumas diferenças, por exemplo, ao invés de utensílios mágicos, Bela é servida por macacos e pássaros, as janelas de seu quarto são capazes de lhe transportar, permitindo que a jovem assista a espetáculos em diversos lugares. O lado bom das diferenças, é que a trama se estende ao contar a história do príncipe. A Fera é um pouco mais contida, se resumindo suas aparições somente na hora do jantar, porém é notável o quão boa ela é. Outra diferença que achei ótima, é que a noite, Bela tem sonhos com um jovem e uma mulher misteriosa que dá um toque de suspense no enredo.

Ainda que eu continue preferindo a animação da Disney ao clássico original, a Bela e a Fera é uma boa leitura, adorei saber detalhes do original, a história que pode ter sido baseado em um caso real, e a versão estendida do drama do príncipe. A edição da Zahar está impecável, em capa dura e contém ilustrações da época, além de falar um pouco sobre as autoras e todo o contexto por trás da obra. É um excelente presente para que ama livros clássicos.

Melhor Quote:
❝Tudo pode ser corrigido – orgulho, raiva, gula e preguiça -, mas a conversão de um coração mau e invejoso é uma espécie de milagre.❞
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Bruh Silva 27/02/2019

A Bela e Fera
Não sei se era só eu, mas eu nunca havia imaginado que existisse uma história da Bela e a Fera diferente do que é mostrada pela adaptação da Disney. Tal foi o meu espanto e encanto ao ler e descobrir as duas obras, a clássica e a original, nessa edição maravilhosa da Zahar.
A primeira obra apresentada no livro é a Clássica que foi escrita por Madame de Beaumont em 1756. Essa é uma história mais sucinta, com poucas paginas e de fácil entendimento. Talvez esse tenha sido o motivo dela ser escolhida, para ter milhares de adaptações.
E a segunda obra é a original, que foi escrita por Madame de Villeneuve em 1740. Aqui temos uma obra mais elaborada, com varias situações e abordagem, assim deixando a história com mais riqueza de detalhes.

É fácil ver trechos das duas histórias nas adaptações da Disney, chega a ser uma mistura das duas obras e uma reverencia as essas duas escritoras.
Mas lamento informa, aos apaixonados (assim como eu), que a fantasia e a magia que vemos nas adaptações de hoje, não estão tão presente e em destaque nas obras clássica e original. Além disso, imaginei que eu fosse me deparar com alguns personagens que são ícones da animação, mas, não foi isso que aconteceu. E eu não estou reclamando, longe disso. Aqui encontraremos, outros personagens, que tem a sua beleza e delicadeza destacada, e que fazem os dias de Bela melhores no castelo da Fera.
E como não poderia ser diferente, eu super indico esse livro, principalmente essa edição, por conter as duas versões da história em um único lugar. Se você, assim como eu, também é apaixonada (o) por essa história, não deixe de ler esse livro.
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Brenda 20/01/2019

Clássico!!!
É um livro clássico, como nunca tinha lido, achei um pouco cansativo, mas a bela e a fera é a história que mais amo, então li bem rápido, esse livro tem duas versões da autora, uma mais curta, e a outra mais longa e com mais aventuras dos dois. Amei, gostei de conhecer a verdadeira história de a bela e a fera s2
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Morgana 18/01/2019

Impossível falar sobre contos de fadas e não se lembrar da doce infância, da suave voz contando tais histórias e da tão inesquecível imaginação que nos carregavam para lugares incríveis e nos tornava princesas, ou para quem tinha um desejo peculiar, em bruxas, por que não?

Confesso que meu conto favorito é o da Branca de Neve, mas Bela sempre teve um espaço especial em meu coração, por todas as suas características e pela grande mulher que conhecia dos livros da Disney.

Até então, nunca havia lido a versão original desta história, quando finalmente me deparei com a edição de luxo da Coleção Clássicos da Zahar. E para quem gosta de colecionar livros de capa dura e sonhar, essa foi uma oportunidade incrível.

Numa linguagem rebuscada, essa obra nos apresenta duas variantes deste conto, a primeira por Madame Villeneuve que narra a primeira e original história da ?Bela e a Fera? de forma descritiva e extensa, sendo considerada puramente um romance. A segunda por Madame Beaumont, mais singela e direta, numa versão mais clássica.


O livro ainda traz uma novidade de como teria originado a ideia desse conto, através de um caso verídico de Pedro Gonzalez que apresentava uma doença chamada "Síndrome do Lobisomem?, o que ocasionava um crescimento anormal de pelos em todo o corpo, com exceção das palmas das mãos e dos pés.

Os dois contos são semelhantes com exceções de alguns detalhes, mas sem dúvida o da Disney supera todos eles, mas ambos são muito bons, com um conteúdo muito rico e detalhes sequer imagino por nós.
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Renatinha 17/08/2018

MIL VEZES MELHOR QUE A VERSÃO DA DISNEY
Sei que estou atacando um dos maiores estúdios do planeta, mas que adaptação funesta do conto original! A autora que escreveu a Bela e a Fera da à história um soberbo enredo que torna tudo mais interessante! A uma trama fantástica que envolve Bela e sua Fera (o príncipe) e quando pensamos que tudo vai terminar em casamento, descobrimos uma outra realidade sobre a vida da Bela que é a cereja do bolo! POR QUE ainda não fizeram uma série do livro original? É FANTÁSTICO!
Natália 14/09/2018minha estante
Eu concordo: pq n fizeram uma adaptação do livro original??


Renatinha 24/09/2018minha estante
Exato!! Podiam fazer qualquer tipo de adaptação que eu iria amar!!




Roberto.Azem 22/07/2018

O Clássico e o Original
Nesse livro pocket da Editora Zahar, somos presenteados com as duas versões de a Bela e a Fera, a versão clássica e a original. A versão clássica somos apresentados uma versão mais curta, com a narrativa e o desfecho sendo bem focados em mostrar a ideia do amor pela gratidão e pelo coração e não pela beleza física. Na versão original temos uma história maior, onde podemos ver de forma alegórica uma certa crítica para a forma como os casamentos eram feitos naquele período, onde a moça era entregue a uma vida sem amor, sem prazer, sem alegria. Vemos o surgimento desse amor sem se amparar nas características físicas, e sim pelos atributos do coração e da bondade.
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Tinúviel 19/06/2018

Eu cresci lendo, inúmeras vezes, a versão de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont. Até antes de ler esse livro desconhecia a existência de uma outra versão do conto. O filme francês ,com a Léa Seydoux, parece ter bebido mais da versão da Gabrielle-Suzanne Barbot. E eu gostei mais dessa também, foi uma grata surpresa para mim.
Renatinha 16/08/2018minha estante
Finalmente achei alguém que curte a versão francesa (inclusive o filme). Ainda não terminei o livro, mas o conto original é muito melhor e mais amplo!




Cristiane 20/05/2018

Eu sempre gostei muito do filme “A Bela e a Fera”. Toda vez que passava na televisão eu fazia questão de assistir, e vi também muitas vezes quando antigamente tinha em fita VHS (FAZ TEMPO). Quando saiu o filme novo, infelizmente não consegui ver, mesmo querendo muito assistir.

Esse livro contém dois contos. Um é a versão original e o outro foi reescrito. Originalmente, a história foi baseada em um caso real de um homem chamado Pedro González, um espanhol que nasceu em Canárias e nasceu com a “síndrome do lobisomem”. A doença é caracterizada pelo crescimento anormal dos pelos do rosto e do corpo. Pessoas que tinham essa síndrome, geralmente tendiam a ser isoladas pelas outras pessoas e discriminadas, muitos até viravam atrações de circo. Pedro conseguiu se tornar uma pessoa que apesar de sua aparência, se tornou muito inteligente e acabou se casando com uma bela moça chamada Catarina, já o final dessa história, se foi feliz ou não, você terá que pesquisar para saber (hahaha). Ao saber que uma história parecida com a fictícia já aconteceu, fiquei ainda mais empolgada para ler.

Vou confessar que demorei para ler esse livro. Como são dois contos, o primeiro ele era bem pequeno e rápido para ler. Já o segundo conto que é o original, fiquei me arrastando na leitura.

São duas escritoras diferentes e no livro você encontra uma breve apresentação da vida de cada uma delas. Tanto Madame Beaumont quanto Madame Villeneuve eram mulheres fora do convencional.

Os dois contos tem pontos em comum, mas acredito que a escrita de Madame Villeneuve, apesar de ter escrito o conto original, não me agradou muito. Achei que ficou enrolando demais a história, sendo que poderia ter sido mais objetivo. Principalmente a parte que Bela começa a conhecer o castelo. Deu uma canseira e tanto. A autora descrevia os cheiros, as cores, como eram os pássaros. Eu acho legal mostrar o mundo encantado que a Fera e a Bela vivem, massss achei um pouco exagerado.

Agora, uma coisa que eu gostei foi a treta entre as fadas no conto original. Achamos que as fadas são boazinha, negativo. Nem todas são. Algumas fazem qualquer coisa para conseguirem o que quer, até mesmo destruir a vida das pessoas.

Uma coisa em comum nos dois contos foi as características da família de Bela. A garota era adorada por todos, exceto pelas irmãs que morriam de inveja dela. Enquanto as irmãs de Bela queriam luxo, a garota era simples, não fazia questão de muitas coisas e detalhe adorava ler. A garota encantava a todos e não precisava fazer muito esforço para isso. Enquanto ela tinha vários pretendes, suas irmãs não atraíam ninguém, por serem amarguradas demais.

A versão que comprei é de capa dura e as folhas são amarelas. A única coisa que incomodou foi que, como o livro é uma edição pequena dificultava um pouco a leitura. O livro fechava sozinho várias vezes fazendo com que eu perdesse a página, mas tirando isso eu gostei muito dessa edição. Vários desenhos ilustrando cenas importantes, o tamanho da fonte também foi bem agradável. Recomendo para quem quer conhecer a história original. Foi uma experiência de leitura muito boa para mim. Me deixou morrendo de vontade de ver o filme que saiu recentemente com a Emma Watson, para conseguir mensurar a quantidade de mudanças, que eu tenho certeza que foram excelentes.

site: http://www.sugestoesdelivros.com/2018/01/resenha-bela-e-fera.html#.WwDwfu4vzIU
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Cristiane 20/05/2018

Eu sempre gostei muito do filme “A Bela e a Fera”. Toda vez que passava na televisão eu fazia questão de assistir, e vi também muitas vezes quando antigamente tinha em fita VHS (FAZ TEMPO). Quando saiu o filme novo, infelizmente não consegui ver, mesmo querendo muito assistir.

Esse livro contém dois contos. Um é a versão original e o outro foi reescrito. Originalmente, a história foi baseada em um caso real de um homem chamado Pedro González, um espanhol que nasceu em Canárias e nasceu com a “síndrome do lobisomem”. A doença é caracterizada pelo crescimento anormal dos pelos do rosto e do corpo. Pessoas que tinham essa síndrome, geralmente tendiam a ser isoladas pelas outras pessoas e discriminadas, muitos até viravam atrações de circo. Pedro conseguiu se tornar uma pessoa que apesar de sua aparência, se tornou muito inteligente e acabou se casando com uma bela moça chamada Catarina, já o final dessa história, se foi feliz ou não, você terá que pesquisar para saber (hahaha). Ao saber que uma história parecida com a fictícia já aconteceu, fiquei ainda mais empolgada para ler.

Vou confessar que demorei para ler esse livro. Como são dois contos, o primeiro ele era bem pequeno e rápido para ler. Já o segundo conto que é o original, fiquei me arrastando na leitura.

São duas escritoras diferentes e no livro você encontra uma breve apresentação da vida de cada uma delas. Tanto Madame Beaumont quanto Madame Villeneuve eram mulheres fora do convencional.

Os dois contos tem pontos em comum, mas acredito que a escrita de Madame Villeneuve, apesar de ter escrito o conto original, não me agradou muito. Achei que ficou enrolando demais a história, sendo que poderia ter sido mais objetivo. Principalmente a parte que Bela começa a conhecer o castelo. Deu uma canseira e tanto. A autora descrevia os cheiros, as cores, como eram os pássaros. Eu acho legal mostrar o mundo encantado que a Fera e a Bela vivem, massss achei um pouco exagerado.

Agora, uma coisa que eu gostei foi a treta entre as fadas no conto original. Achamos que as fadas são boazinha, negativo. Nem todas são. Algumas fazem qualquer coisa para conseguirem o que quer, até mesmo destruir a vida das pessoas.

Uma coisa em comum nos dois contos foi as características da família de Bela. A garota era adorada por todos, exceto pelas irmãs que morriam de inveja dela. Enquanto as irmãs de Bela queriam luxo, a garota era simples, não fazia questão de muitas coisas e detalhe adorava ler. A garota encantava a todos e não precisava fazer muito esforço para isso. Enquanto ela tinha vários pretendes, suas irmãs não atraíam ninguém, por serem amarguradas demais.

A versão que comprei é de capa dura e as folhas são amarelas. A única coisa que incomodou foi que, como o livro é uma edição pequena dificultava um pouco a leitura. O livro fechava sozinho várias vezes fazendo com que eu perdesse a página, mas tirando isso eu gostei muito dessa edição. Vários desenhos ilustrando cenas importantes, o tamanho da fonte também foi bem agradável. Recomendo para quem quer conhecer a história original. Foi uma experiência de leitura muito boa para mim. Me deixou morrendo de vontade de ver o filme que saiu recentemente com a Emma Watson, para conseguir mensurar a quantidade de mudanças, que eu tenho certeza que foram excelentes.

site: http://www.sugestoesdelivros.com/2018/01/resenha-bela-e-fera.html#.WwDwfu4vzIU
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Amanda @LittleCruella 26/02/2018

A Bela e a Fera por LittleCruella
Nesse livro encontramos algumas histórias sobre a Bela e a Fera, são umas quatro ou cinco histórias não me lembro bem, mas são a mesma coisa, mudam algumas coisas no meio mas é o mesmo conto, achei uma leitura tão chata gente, vocês não fazem ideia do quanto, ler várias vezes as mesmas coisas não é legal como assistir um filme ao qual gostamos várias e várias vezes, a leitura ficou tão chata depois da segunda história que eu comecei a ler empurrado e me cansei.. Fui lendo lendo, quando acabei o livro eu dei um suspiro de ' Finalmente terminei essa coisa ' A capa é linda isso devo confessar, mas gente sério não gastem seu dinheiro com esse livro se não for pela capa e quem goste muito mais muito mesmo da história, por olha ooo leitura mais chata. O primeiro conto eu li bem, gostei até tava achando que o livro prometia bastante, mas ai chegou o segundo conto com a mesma história e pequenos detalhes diferentes, de boa continuei lendo, ai veio o terceiro conto nisso eu fiquei louca, queria desistir mas não fui forte e continuei. Lembrando que essa é a minha opinião..

site: https://www.instagram.com/littlecruella/
Lua 20/04/2018minha estante
Esse livro conta apenas duas histórias, a versão original e a versão clássica, sendo que esta última é bem curtinha.




Blog MDL 04/02/2018

A Bela e a Fera por Jeanne-Marie Leprince de Beaumont
Bela é a mais jovem de seis irmãos, vivendo com eles e seu amado pai em uma casa confortável, vê a sua vida mudar de maneira abrupta quando a sua família perde a riqueza que possuía e todos são forçados a ir morar no campo. Entretanto, o que para as suas irmãs era algo pavoroso, para ela era apenas um novo desafio a ser enfrentado. Conhecida por sua beleza e gentileza, toda a sociedade se compadeceu de sua sorte. Muitos foram os cavalheiros que pediram a sua mão mesmo ela sendo pobre, porém, com o desejo de permanecer ao lado de seu pai, ela recusou cada uma das ofertas.

Após mudarem-se para o campo, ela logo se adaptou a rotina de trabalho braçal e fazia o máximo para manter todos bem. O tempo foi passando e o destino da família parecia ter mudado outra vez, pois agora havia a possibilidade de seu pai recuperar parte de sua riqueza. Feliz por poder dar aos seus filhos aquilo que mais desejavam, ele pediu que fosse feita uma lista de tudo o que queriam, mas para a sua surpresa, a sua filha mais querida não quis nada.

Ansioso para agradá-la, ele a questiona e ela lhe responder que a única coisa que desejava era uma rosa. Partindo para a cidade em busca da salvação de sua família, o pai de Bela sofre uma profunda decepção ao não conseguir aquilo que tanto sonhava. Abalado pela tristeza, ele não se atenta ao caminho que deveria seguir e acaba se perdendo na volta para casa, sem saber o que fazer, adentra cada vez mais na floresta sombria. No entanto, o que poderia ser seu fim, acaba sendo sua salvação, pois é dentro do coração daquele lugar que ele encontra um castelo esplendoroso no qual podia se abrigar.

Em momento algum de sua estadia ele é pertubado - ainda que tivesse comido um farto jantar e se deitado em uma das confortáveis camas que havia por lá. Com uma energia renovada, decide procurar o caminho de volta para casa, porém, antes de partir comete um erro fatal: rouba uma rosa do jardim. Atacado por uma fera horrenda que o condena a perecer no castelo, ele só tem uma chance de voltar para casa e se despedir dos seus filhos. No entanto, ao retornar para o seu lar e relatar o ocorrido, a sua filha Bela não aceita o castigo cruel imposto ao seu pai e decide encontrar com a Fera em seu lugar. Temerosa com o seu futuro, ela adentra no castelo sem imaginar que uma incrível e mágica jornada estava prestes a começar.

Desde tempos imemorais o homem utilizou as fábulas para tratar de temas considerados importantes na sua época de uma forma mais acessível e porque não, encantadora. Na introdução do conto "A Bela e a Fera", a estudiosa Maria Tatar diz que essa história em especial foi escrita para ajudar as meninas a aceitarem de modo menos relutante o casamento com homens mais velhos - o que era algo que ocorria com frequência na época. Entretanto, não é apenas essa interpretação que podemos retirar desse conto. Apesar da simplicidade da história e do toque de magia presente nos acontecimentos, a situação peculiar da Fera e a personalidade poderosa de Bela sempre foram objeto de estudo e apreço.

Como leitora assídua, sempre pude ver referências dessa histórias em outras obras, também já pude ler algumas releituras que me fizeram amar ainda mais esse conto, tais como, "Beleza Perdida" e "A Fera" (já estou me programando para ler "Corte de Rosas e Espinhos"). E se vocês me perguntassem o porquê desse ser o meu conto de fadas favoritos, eu poderia começar a responder falando sobre o poder incrível do amor que permeia a vida desses personagens. Se dedicar e ser devota a alguém cuja aparência é aprazível não é um sacrifício, ainda mais se isso vier acompanhado de uma personalidade encantadora, mas quando o essencial é invisível aos olhos, poucos são os perspicazes a perceber o valor inerente a cada indivíduo. Observar Bela se encantando com quem a Fera era em seu mais íntimo ainda que o exterior dele fosse terrível, me faz pensar que muitas vezes o fator de julgamento humano principal é coordenado tão somente pelo aspecto fisico.

Não foram poucas as vezes em minha vida que vi de perto pessoas serem sentenciadas por sua aparência ainda que não tivessem tido a oportunidade de mostrarem quem verdadeiramente eram. Então sim, pode parecer piegas, mas essa capacidade de ver além tornou Bela a minha princesa favorita. Um ponto que me deixa pensativa, no entanto, é no que concerne ao seu pai. Se partimos da interpretação oferecida por Tatar, podemos entender que a sua permissão para Bela partir foi um incentivo para que ela encarasse os seus medos e vivesse uma vida longe de sua família. Porém, analisando as coisas de modo frio, considero ele um dos personagens mais egoístas da literatura. Como ver nele um coração bom e gentil, quando ele permite que a filha sofra uma punição em seu lugar? Sinceramente, eu não consigo e posso, inclusive, ver de onde vem os traços de egoísmo tão latentes nas personalidades das irmãs de Bela.

Sobre a Fera, me considero incapaz de falar sobre o quão intrigante considero a sua situação. É verdade que sabemos que uma fada o amaldiçoou, mas todo o cenário por trás disso fica no imaginário. Resta-nos imaginar hipóteses e consumir aquelas oferecidas pela indústria do entretenimento. Uma versão que eu gosto bastante é a do filme francês lançada em 2014, no roteiro, a Fera mata uma ninfa que era filha do deus da floresta e este, por sua vez, o sentencia a viver naquela forma inumana para pagar pelo que fez. Vivendo naquelas condições extremas, o personagem é impulsionado a rever seus valores e princípios de modo que se torna alguém diferente ainda que seu exterior permaneça imutável. Como alguém um tanto quanto idealista, amo esse conceito de mudança! Certamente viveriamos em um mundo muito melhor se ainda que permanecemos os mesmos por fora, o aprimoramento da nossa essência fosse constante.

Entretanto, é interessante saber que apesar dessa versão de Beaumont ser a mais conhecida, ela não é a única que se tem conhecimento. Ao que se sabe, a autora reescreveu um conto escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot e que apesar de não estar presente no livro "Contos de Fadas", pode ser encontrado no livro "A Bela e a Fera" também lançado pela editora Zahar. Além disso, estudos apontam que independente da versão que se leia, é certo que a origem dessa história está estritamente ligada a mitologia grega cujos personagens Eros e Psiquê, viveram uma situação similar a de a Bela e a Fera.

Como vocês podem perceber, detalhes e informações instigantes sobre este conto não faltam. E por mais que se escreva sobre o assunto, o tema não se esgota facilmente e pode assumir caminhos variados. Por isso se vocês ainda não tenham lido esta história, não demorem muito mais. Vale super a pena saber quais as origens, as influências e o contexto histórico que ditaram os contornos desse conto de fada que vem encantando leitores de todas as idades através do tempo.

site: http://www.mundodoslivros.com/2017/02/resenha-especial-bela-e-fera-por-jeanne.html
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Monique.Medeiros 01/11/2017

Leitura maçante
Leitura pesada e confusa
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Kelly.Dias 01/11/2017

A Bela e a Fera

Esse é uma graça. A edição da Zahar é um primor (tenho a de bolso), com ilustrações e capa dura. A história é um clássico que todo mundo conhece: a menina que encontra seu verdadeiro amor e tem um final feliz pois foi capaz de ver a beleza interior, a despeito das aparências. O legal dessa edição (também) é que ela traz o conto escrito por 2 autoras diferentes, com alguns anos de diferença entre eles, assim como a biografia dessas autoras. Um é bem curtinho e o outro bem mais rico em detalhes, mas ambos são histórias claras e de leitura acessível, talvez até para uma criança mais velha. Mesmo assim encanta qualquer faixa etária. Recomendo!
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Leisiane Peloi 08/09/2017

Diferente, mas encantador!
❝As que são as mais difíceis, são as mais doces presas.❞

O conto A Bela e a Fera fez parte da minha infância, assim como a de vocês, acredito eu. Meu primeiro contato com a história foi através da animação, depois em filmes adaptados, até chegar ao live-action lançado pela Disney esse ano, estrelado por Emma Watson. Neste pequeno livro vamos encontrar a versão original do clássico, com diversas diferenças em alguns pontos da história, mas nunca mudando o foco principal.

O enredo de “A Bela e a Fera” vai muito além de uma jovem que se casa com uma Fera que no final se revela um lindo príncipe preso sob um feitiço. Nessa edição bolso de luxo da Zahar, o leitor vai encontrar duas versões da mesma história.

A versão clássica, escrita por “Madame de Beaumont” em 1756, que conta em resumo a história que conhecemos e inspirou quase todos os filmes, e adaptações. E a versão original, de “Madame de Villeneuve” que foi publicada em 1740, e é de uma riqueza espantosa, que traz pontos diferentes das histórias e a própria Fera dá a voz ao monstro para que ele mesmo narre seu destino.

É uma leitura fácil, rápida e apaixonante! Ambas as autoras tem escritas caprichadas, bem elaboradas, chegando até algumas frases se tornarem poéticas. Um clássico que vale a pena ler e conhecer sua versão original, sem falar na explicação no início da leitura, dizendo que “A Bela e a Fera“, pode ter sido baseado em um caso verídico. A edição é toda ilustrada, em capa dura, e conta com uma perfeita tradução do premiado André Telles, uma apresentação reveladora e instigante assinada por Rodrigo Lacerda.

Estou muito acostumada com a animação da Disney, então em alguns momentos durante a leitura da versão original, tive dificuldade em aceitar algumas diferenças, por exemplo, ao invés de utensílios mágicos, Bela é servida por macacos e pássaros, as janelas de seu quarto são capazes de lhe transportar, permitindo que a jovem assista a espetáculos em diversos lugares. O lado bom das diferenças, é que a trama se estende ao contar a história do príncipe. A Fera é um pouco mais contida, se resumindo suas aparições somente na hora do jantar, porém é notável o quão boa ela é. Outra diferença que achei ótima, é que a noite, Bela tem sonhos com um jovem e uma mulher misteriosa que dá um toque de suspense no enredo.

Ainda que eu continue preferindo a animação da Disney ao clássico original, a Bela e a Fera é uma boa leitura, adorei saber detalhes do original, a história que pode ter sido baseado em um caso real, e a versão estendida do drama do príncipe. A edição da Zahar está impecável, em capa dura e contém ilustrações da época, além de falar um pouco sobre as autoras e todo o contexto por trás da obra. É um excelente presente para que ama livros clássicos.

Melhor Quote:
❝Tudo pode ser corrigido – orgulho, raiva, gula e preguiça -, mas a conversão de um coração mau e invejoso é uma espécie de milagre.❞

site: https://amanhecerliterario.wordpress.com/2017/09/08/resenha-a-bela-e-a-fera-madame-de-beaumont-e-madame-de-villeneuve/
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