A Queda dos Anjos

A Queda dos Anjos Susan Ee




Resenhas - A Queda dos Anjos


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Bru 17/09/2020

Muuito bom
Fiquei bastante surpresa com esse livro. Não esperava nada tão forte. A escrita é maravilhosa e muito cativante, me deixou ansiosa para saber o que ia acontecer. Não consegui nem parar para respirar. Adorei a história, os personagens são bem construídos, a temática é bem sombria e diferente do que estou acostumada, mas muito bem trabalhada. Ótima leitura.
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Queria Estar Lendo 23/02/2016

Resenha: A Queda dos Anjos
O fim do mundo aconteceu, mas não foi como muitos esperavam. Os anjos vieram à Terra e destruíram tudo em seu caminho, deixando um rastro de dor e de desesperança por onde passaram. Os governos retaliaram, mas o mundo desabou mesmo assim, restando aos sobreviventes... Resistir, o máximo que pudessem. A Queda dos Anjos mostra um fim do mundo diferente, inusitado e impactante, e foi uma das melhores narrativas envolvendo anjos que já tive o prazer de conhecer.

Penryn toma a decisão de deixar o apartamento onde estão para buscar outro lugar seguro, com mais suprimentos. Munida da própria coragem, ela vai junto à irmã paraplégica e a mãe esquizofrênica pelas ruas destruídas, determinada a proteger a família disfuncional. Quando uma briga de anjos interrompe seu caminho, levando a sua irmã para longe, e um anjo caído se torna a única maneira de encontrá-la, Penryn percebe que não pode mais fingir que o mundo ainda é o mesmo.

"Mesmo a pior das novas gangues de rua deixa a noite para as criaturas que vagam pela escuridão neste novo mundo."

A narrativa da Susan é uma coisa fenomenal. Ela te prende desde o primeiro capítulo, desde que apresenta o fim do mundo angelical. O modo com que a Penryn nos conta a sua história é frenético e emocionante, apresentando os fatos e seus comentários, dedicando suas emoções à irmãzinha e à mãe, mas principalmente à si mesma como uma resistente. Ela é o tipo de personagem por quem você se apaixona logo de cara, com toda a sua força e fragilidade, a sua capacidade altruísta de se colocar em perigo por aquelas que ela ama. Penryn é uma guerreira, não apenas por saber lutar, mas também por saber fugir. Ela conhece aquele novo mundo e sabe responder a ele, mas não perdeu a sua humanidade. A coisa que ela mais tem orgulho, em uma realidade onde as pessoas se escondem em suas casas com medo daquilo que ronda os céus, é o fato de ser uma humana. Ela despreza os anjos por tudo o que fizeram, odeia os céus por terem caído contra o seu planeta, mas resiste e sabe que consegue lutar contra eles enquanto mantiver o seu orgulho. Penryn é uma protagonista poderosa especialmente por ser apenas uma humana.

" - Eu achava que anjos fossem todos doces e gentis.
- Mesmo na sua Bíblia, somos os arautos da desgraça, dispostos e capazes de destruir cidades inteiras. Só porque algumas vezes avisamos um ou dois de vocês com antecedência, não significa que somos altruístas."

A irmã, Paige, é levada pelos anjos logo após Penryn interromper a luta deles contra um anjos específico. Esse anjo tem as asas arrancadas e é deixado para morrer, e é Penryn quem salva a sua vida ao decidir cuidar dele e mantê-lo em um lugar seguro - ele é o inimigo, mas pode ser o inimigo do seu inimigo também, o que o torna um aliado. Esse anjo em questão é Raffe, e é o único que pode mostrar a localização do ninho dos outros celestes, o único que pode levar Penryn até a irmãzinha. Raffe é, basicamente, a segunda melhor coisa deste livro.

Eu sei, estamos saturados de livros com anjos sarcásticos, mas Raffe não é só sarcasmo. Ele é o melhor tipo de humor afiado. Ele é só comentários infames e olhares de julgamento. Raffe está enfurnado na própria dor e no próprio mistério, sem revelar nada a Penryn quem ela já não saiba; ele é um anjo caído cuja agonia pelas asas arrancadas se deve mais ao emocional do que ao físico. Ele é invencível, mas está sozinho. Ele carrega alguma história poderosa, mas ela se tornará esquecimento, porque ele não pertence ao céu nem a terra. Raffe aceita acompanhar Penryn principalmente pela chance de recuperar suas asas; algum cirurgião no ninho dos anjos pode ajudá-lo com isso, e ele está determinado a voltar a ser o que foi uma vez. Detalhes sobre o seu passado dão dicas do que Raffe representa para os anjos, E EU SEMPRE SOUBE QUEM ELE ERA. DESDE O PRINCÍPIO!

"- Qual o seu nome?
- Meus amigos me chamam de Ira. - diz Raff. - Meus inimigos me chamam de Por Favor Tenha Piedade."

O modo como a Susan trabalha esses pesares do Raffe, o modo como a interação entre ele e a Penryn se desenvolve, é tudo TÃO LINDO. Raffe é tão frágil quanto os humanos, e a força angelical dele não o torna tão perigoso quanto ele gostaria. Raffe está fadado às emoções, ainda que se feche completamente para elas. Não, o romance não se desenvolve de uma hora para outra; nem existe um romance nesse primeiro livro! Primeiro, a compreensão, então a confiança e o apoio mútuo, é isso que cresce entre Penryn e Raffe conforme o livro avança. Nela, por ele ser um anjo, o seu inimigo natural desde que o mundo acabou, e nele, por ela ser uma humana fraca e fadada às emoções. Raffe tem uma história com humanos, aliás, algo que eu já desconfiava desde que ele caiu, explicando o porquê desse afastamento e desprezo absolutos.

A resistência humana ainda existe, e os dois são interceptados por ela em determinado momento. Obi é o líder, e Dee-Dum são gêmeos ruivos que aparecem para quebrar o clima tenso da história; eles são fofos e adoráveis e engraçados, mas também guerreiros incansáveis. De acordo com as andanças do livro, a resistência terá grande destaque na continuação, especialmente pelo clímax de A Queda dos Anjos. Obi quer derrubar os anjos, mas quer fazer isso mostrando a eles que os humanos ainda protegem o que é seu, que os humanos estão ali para lutar pelo mundo que pertence a eles. O fato de haver instabilidade na hierarquia angelical desde a morte de Gabriel é um ponto que dá vantagem aos humanos, e tenho certeza de que Obi vai usar isso com inteligência. Ele é um líder confiante, mas esperto e estrategista. Acredito que sua importância para a história se desenvolverá fortemente na continuação.

"Existe algo inspirador na capacidade de manter alguns aspectos da civilização quando o resto do mundo está afundado numa idade das trevas."

Eu gostei particularmente de como a autora trabalhou as deficiências na força dos personagens. O fato de a mãe de Penryn ser esquizofrênica e ver monstros num mundo já habitado por eles, mas ainda assim estar ali lutando pelas filhas - da sua maneira frágil e instável, mas está. Um acontecimento chocante envolvendo a Paige cria um arco inesperado para o segundo volume, e meus sais eu estou desesperada para saber como a Susan vai trabalhar isso! Eu esperava por uma parte desse acontecimento, mas a outra derrubou totalmente o meu forninho. E DEIXA EU TE FALAR SOBRE O RAFFE QUE É PRECIOSO DEMAIS PARA ESSE MUNDO E NÃO MERECIA O QUE ACONTECE COM ELE LÁ PARA O FIM. É BOM SE REDIMIR COM ELE NO PRÓXIMO LIVRO, SUSAN! É BOM DAR FELICIDADE PRA ESSE CARA. ELE PRECISA DE MUITA FELICIDADE!

A Queda dos Anjos é o tipo de livro indicado a absolutamente todo leitor de um bom apocalipse, de um ótimo livro com anjos ou de uma excelente narrativa de ficção. O céu caiu sobre terra e o fim chegou, mas uma garota e um anjo caído se unirão para resistir.
Iva 08/04/2020minha estante
Não preciso ler mais nenhum comentário. Partiu ler esse livro. Já me ganhou na sinopse e com essa resenha...fiquei encantada.




Myh 24/06/2020

Emocionante
O início é muito bom, a história é direto ao ponto me envolvi do inicio ao fim, o começo é de tirar o fôlego mal vi o tempo passar, os protagonistas são maravilhosos ainda mais a menina, que não deixa barato e não desiste, em algumas histórias é empurrado para a gente que a protagonista é forte, nesse livro não, isso é mostrado em várias cenas de forma natural e de uma forma bem desenvolvida.
No meio do livro teve seus momentos mais calmos mas mesmo assim foi legal. No final... Eu terminei o livro com o coração na mão, eu não sou de chorar com livros mas nesse eu chorei, eu me envolvi com o personagem e senti sua dor, o final foi muito bom, estou até agora triste e mal vejo a hora de ler o livro dois!
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Brenda Aline 24/03/2020

Um mundo apocalíptico onde os anjos estão na terra com a missão da total destruição da raça humana, a nossa protagonista se vê sem saída quando um anjo sequestra sua irmã e a sua missão agora é tentar resgatar sua irmã mais nova de onde for que o anjo a levou.

Porém, ao imergirmos nesse universo percebemos que não só os humanos mudaram, mas também os anjos.

Senti uma mistura de divergente (quando o caos se instala nas ruas) com um pouco de Fallen e Hush Hush. Aaaaah. Amei.
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Fernanda @bookloverbrasil 02/05/2020

O que achei de... A queda dos anjos (+ quotes)
EDIÇÃO: A edição da Verus é muito confortável, a diagramação simples e bem feita. A capa ficou linda, no mesmo estilo da original, mas acho a combinação brasileira de algo mais monocromático ficou ainda melhor. Gostei que botaram o título original logo abaixo do nosso. Achei interessante que encurtaram o nome da série aqui - de Perryn & The End of the Days para somente Fim dos Dias. Achei bem bacana que a capa tem muitos elementos (título em português e o original, subtítulo, título, nome da série, volume, autora e o selo da editora) de forma rara de ver, e muito harmoniosa (sem dúvidas graças aos degradês). Um trabalho realmente admirável. Por fim, elogio a tradução de Monique D'Orazio. A linguagem ficou bem nivelada e as poucas equivalências pro nosso idioma cairam bem.
ESCRITA: Foi o livro de estreia de Susan Ee, e um excelente começo. A escrita dela é muito, MUITO fluida. Os olhos literalmente voam pelas páginas, o tom certo para acompanhar um livro inicial no qual já acontece bastante coisa. Ela consegue alternar cenas de ação com outras mais leves, tudo sem deixar de lado aquela sensação de perigo à espreita.
ENREDO: Eu nunca tinha lido anjos em distopias e adoro quando sou apresentada a elementos já conhecidos em ambientes novos (tipo os vampiros na trilogia distópica A Caçada do Andrew Fukuda). O apocalipse aconteceu há algumas semanas, então estamos descobrindo que mundo é esse em que estamos. Achei peculiar, porque geralmente distopias já apresentam sociedades já estabelecidas e suas novas formas de conviver, mas aqui tudo é tão novo que é tudo uma descoberta. Os elementos de enredo vão se sobrepondo de forma bem entrelada, com ganchos pros próximos da série.
PERSONAGENS: PARA TUDO. Perryn, eu te amo.
Sério. A garota é uma das melhores protagonistas que eu já li. Não me importo nem um pouco com o fato de só ela ter perspectiva - múltiplos pontos de vista quase sempre enriquecem o enredo - pois ela é inteligente, perspicaz, desconfiada, sensata, racional, e além disso, é lutadora, em todos os sentidos da palavra. Para esse gênero, se destaca totalmente. Ver os acontecimentos através dos olhos dela é uma experiência incrível. Quanto aos secundários, nosso crush aqui é muito bacana, mas nada de extraordinário (o que não é ruim). A interação entre eles é maravilhosa, e a química é inegável. Os outros, bons o suficiente para sustentar interações com a protagonista.
+: Já faz uns três ou quatro anos que li pela primeira vez, e lembro de ter favoritado. Agora, daria um favorito duplo. Eu tinha esquecido como esse livro te prende na leitura, reli só de uma sentada. Eu só pretendia começar e quando me mexi, já estava na metade do livro. Fui relendo e relembrando dos fatos principais, e fiquei enolvida nos detalhes que tinha esquecido. Como estou relendo para finalizar a série (só falta o último), e consagrando a nota máxima, já posso dizer que esse livro é uma dos meus favoritos do gênero. Recomendo demais.

"Às vezes, enquanto perambulamos no escuro no escuro, tropeçamos em algo bom."

"Existe algo inspirador na capacidade de manter alguns aspectos da civilização quando o resto do mundo está afundando numa idade das trevas."

"É impressionante como uma mulher bonita pode parecer feroz quando se concentra nisso."

"Enfio todas as dúvidas onde não posso mais senti-las. Tudo isso é muito parecido com saltar sobre um precipício. Se a gente não achar que consegue, não consegue."

"Temos tantos defeitos. Somos frágeis, confusos, violentos e lutamos contra tantos problemas..."

"Nunca me dei conta da vitória que é simplesmente estar viva."
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Tamirez | @resenhandosonhos 22/04/2016

A Queda dos Anjos
Nesse primeiro livro, Fim dos Dias, estamos vivendo alguns meses depois do apocalipse. Os anjos desceram dos céus e subjugaram à força os humanos, matando todos aqueles que cruzassem o seu caminho. Agora eles controlam o planeta, mas ninguém entende muito bem qual é a intenção deles ou o que estão verdadeiramente fazendo dentro dos locais que tomaram como sede. O que a terra tem a oferecer quando se tem todo o céu?

Eu nunca percebi que triunfar era simplesmente estar viva.

Nesse universo caótico temos gangues de mercenários dispostos a tudo para sobreviver e os humanos que só querem continuar vivos. É entre esse segundo grupo que nossa protagonista, Penryn está. Ela tem fugido com sua irmã, Paige, que é paraplégica e a mãe, que tem alguns parafusos soltos, porém tudo muda quando ela presencia uma luta entre anjos.

Na rua, enquanto tentava achar comida e um lugar seguro, elas veem um grupo de anjos derrotar um outro serafim e lhe cortar as asas. Desesperada pela ação Penryn acaba atirando para o anjo machucado sua espada e com isso irrita o líder do grupo, que leva Paige como refém. Sem saber o que fazer ou para onde ir, Penryn se vê sozinha e enxerga no anjo machucado sua única forma de encontrar a irmã mais nova.

Assim, ela socorre Raffe e exige sua ajuda para encontrar Paige, numa troca de favores, já que o anjo precisa costurar de volta suas asas. Eles vão avançar em direção ao covil dos serafins, porém, o que os espera lá pode ser bem surpreendente e ajudar a entender um pouco mais sobre o porquê desses seres estarem entre nós.

Minha opinião

Lendo esse livro percebi que li poucas histórias que tivessem anjos envolvidos, porém, nenhuma delas era pós apocalipse e sim numa preparação ou busca por esse objetivo. Dessa forma A queda dos anjos trás uma perspectiva diferente ao leitor.

Achei a Penryn uma personagem bem interessante principalmente no primeiro momento do livro, onde é claro que é ela quem está carregando a família nas costas. Com o problema de locomoção da irmã e mental da mãe ela é o que mantém tudo junto e funcionando. E, logo que ela perde isso, podemos ver que um pouco de quem ela é se vai também.

Começo a dizer a ela que tudo ficará bem, mas a mentira seca em minha boca. Não faz sentido tranquilizá-la.

Por mais que ela seja forte a sua maneira, Penryn tem seus momentos mimizentos no livro, mas em geral se caracteriza como uma personagem que está em busca do objetivo de recuperar sua irmã e vai ir atrás disso custe o que custar. E é ai que o contraste dela com o Raffe entra em jogo. Como ele é quieto e enigmático e ela quer saber tudo, ver os dois juntos é quase um duelo silencioso. Ela quer saber o que está acontecendo, o que está se passando na cabeça dele, mas ele aplica a boa terapia do silêncio e raramente entrega algo a mais do que o estritamente necessário.

A trama envolta dos anjos, a forma como eles conduzem as coisas, a política de comando e o que eles realmente estão fazendo em terra firme é realmente a parte interessante do livro e é quando essas coisas começam a ser reveladas que o livro fica bacana. A presença deles e o rapto de Paige podem não ser tão aleatórios assim, e o que eles querem com os humanos se torna algo bem complexo que, mesmo no final, não fica totalmente claro.

Quando o livro termina estamos em uma situação bem diferente do desenrolar da história, nesse primeiro livro, portanto o que virá em seguida fica bem aberto para interpretações. Eu espero que a trama se desenvolva mais no âmbito político ou estratégico do que no romântico, apesar de termos tido pouco nesse livro (e sem triângulos amorosos, viva!).

Também acho que tenha mais a ser revelado na relação com a mãe dela, já que no livro fica a incógnita sobre se foi ela ou não quem causou a condição da Paige e, o fato de ter pedido a Penryn que tomasse aulas de defesa pessoal e aprendesse a lutar para se proteger e proteger a irmã, o que pode ser um indício que ela está escondendo algo que vai além de uma simples doença.

Fica aqui a curiosidade e expectativa para o próximo livro. E se você ainda não leu livros sobre anjos ou está procurando uma nova opção, dê uma chance para A Queda do Anjos :)

site: http://resenhandosonhos.com/a-queda-dos-anjos-susan-ee/
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Gabrielle.Martins 16/07/2020

Surpreendente
O começo do livro é meio chato, ele parece previsível e devagar. Até um ponto do livro quando tudo muda completamente e os fatos sao revelados, a escrita é divagante e por isso as vezes da vontade de pular algumas páginas.
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Guedes 08/06/2020

Uma mistura de the walking dead com apocalipse
Exatamente isso, o livro é essa bagunça mesmo. O começo do livro lhe traz uma sensação de ação, parece ser bom, mas depois disso é muita enrolação. Sei que o primeiro volume é introdutório, mas a parte interessante foi deixada bem pro finalzinho e nem foi tão interessante assim.
A curiosidade de continuar se deve a pequenas desconfianças que tenho que vá fazer parte da trama, mas não sei se valerá tanto a pena.
Os personagens principais são meio sem alma, até gostei de algumas interações e tal, mas não me convencerem apenas.
E pra mim o que realmente pecou foi a forma que trataram a irmã da personagem, o destino que deram a ela para seguir pra mim foi meio grotesco.
Mas enfim, quem sabe eu sigo lendo e o segundo volume não seja melhorzinho se der uma guinada diferente para a história.
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gabxviana 21/06/2020

A queda dos anjos
simplesmente amei, a leitura flui muito fácil, porém não houve nada que me surpreendeu
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Ester 30/04/2020

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Caramba esse livro é muito bom
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Taís Claumann 02/06/2020

"Quem irá nos guardar dos guardiões?"
O livro se passa num cenário pós apocalíptico e ao invés de zumbis ou aliens temos na verdade anjos. Eles não são bonzinhos e destruíram completamente a civilização.
De dia esses seres celestiais aterrorizam o mundo, de noite... Bom, algo mais sombrio e sanguinário faz esse papel.

Inimigos desenvolvem uma tênue aliança: um anjo sem asas e uma garota cuja irmã foi sequestrada.
Ambos em busca do que perderam.

Se pudesse descrever esse livro com uma palavra seria: incrível.
A escrita é simplesmente perfeita, o Raffe é divino (literalmente) e estou apaixonada por essa série.
Se engana quem pensa que o romance aqui vai ser cheio de frufru, tudo é intenso e amedrontador, principalmente quando se tem uma mãe lunática e uma irmã que foi sequestrada pelo pior inimigo da humanidade: anjos. Sendo obrigada a confiar em um deles para se manter em segurança.
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Jéssica 22/08/2020

Uma protagonista forte! Uma história muito bem fundamentada.
Foi um gosto ler esse livro! Fiquei com receio por ser escrito em primeira pessoa, mas Susan escreve muito bem! Compreendi tudo que estava acontecendo ao redor e aprofundou muito em como me senti com relação a Penryn.

Penryn é forte, não apenas sabe se virar como sabe lutar, um detalhe especial de criação que sua mãe, bem pirada, fez questão de que ela aprendesse na infância. Isso faz muita diferença aqui, ela se empodera assim. Não pense que ela vence lutas impossíveis ou que é a mulher maravilha, não! Penryn falha, não tem força para algumas coisas, mas o que difere é que ela consegue raciocinar e ser ativa, ela faz as coisas, ela se coloca pra tentar viver. Não espera que nada caia do céu, se ela precisa salvar a irmã, bom, ela vai! Ela tem atitude, não por saber lutar, embora seja um diferencial muito legal, mas pelo motivo de ela enfrentar as situações e quando ela vence, nós que lemos vencemos juntos. Torcemos pq sabemos que ela tem dificuldades, mas quando ela dá um show, a satisfação vem junto na leitura, foi muito legal ver ela entrar numa briga e conseguir se virar nela mesmo apanhando!

Gostei muito do desenvolvimento dela com o Raffe e ele, diga-se de passagem, também muito real! A primeira cena onde ela encontra ele no meio de uma briga com outros anjos despencando do céu na frente dela e sendo atacado, isso tudo enquanto ela tenta fugir com a irmã na cadeira de rodas e a mãe doida, foi tão impactante que eu mesma consegui sentir a adrenalina no momento. Foi real o quanto os anjos dão medo aqui, o quanto ninguém entende eles e deve-se tomar MUITO cuidado.

Depois disso, quando ela está com Raffe e eles estão se conhecendo, eu mesma senti medo dele. Ficou muito claro o quanto ele não era humano e por mais que ela fosse forte e pudesse lutar, eu me pensava: "ela não vai dar conta dele se ele for pra cima, cuidado menina! mds não faz isso!!"

Ele é uma " criatura" mesmo.

O que eu mais gostei em toda a trilogia foi como, principalmente o Raffe, nunca perdeu o que torna ele diferente de um humano, esse toque sobrenatural dele, a forma diferente de ver o mundo. Mesmo lá pra frente quando os dois se relacionam melhor, todo o enredo sobrenatural continua na mesma força. O mundo todo destruído sempre coloca um desafio a mais na história. Os anjos sempre sendo fonte de medo e incompreensão. Isso tudo permanece e é isso que torna essa história sensacional! Até o último livro eu senti a formação desse universo, tive medo por ela, me perguntei se alguém ia morrer, se ela conseguiria estar junto dele, se ELE ficaria junto dela. Nada aqui foi seguro.

Susan foi uma mestra nessa história. Não que não tenham alguns clichês, tem sim! Mas isso não tirou o brilho da história,na verdade deu um quentinho a mais na leitura, tornou aconchegante.

Favoritada toda a trilogia e com muito gosto! Atenção especial para o último livro onde AMEI a cena do inferno, porém sem spoilers aqui, apenas leiam e sintam a profundidade desse mundo também. Susan, escreva mais livros!
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Sofia.Hellen 15/07/2020

MEU DEUS QUE LIVRO MARAVILHOSO
Estou tendo um mini surto, a história é incrível mesmo que eu seja suspeita pra falar pois amo esse tipo de livro, os personagens são incríveis, o cenário pós apocalíptico, tudo que acontece, o livro não deixa a desejar em nenhum momento, o final deixa a gente querendo começar a ler o a continuação na mesma hora, coisa que eu faria se estivesse disponível no Kindle kkkk
Já adicionei a trilogia no meu carrinho da Amazon para comprar semana que vem, ninguém me segura.
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@pamela_nara 31/07/2020

um mundo pós apocalíptico onde Penryn, uma jovem de 17 anos, luta para tentar sobreviver junto de sua família, sua mãe esquizofrênica e sua irmã mais nova que é cadeirante.
durante o dia as gangues controlam as ruas, mas no cair da noite os anjos são quem dominam. após uma tentativa de saída durante a noite, as três acabam por testemunhar uma luta entre anjos, onde um dos anjos tem suas asas arrancadas e fica gravemente ferido. como "castigo" por se intrometer na briga outro anjo leva a irmã mais nova da Penyn. ela não sabe para onde eles levaram sua irmã, então decide por ajudar o anjo machucado e assim que ele melhora, exige que ele á leve até onde sua irmã está.
eles entram juntos nessa aventura, mas com objetivos diferentes, Raffe quer alguém que o ajude a costurar suas asas de volta e Penryn quer apenas a sua irmãzinha.

~ eu comecei o livro com muitas expectativas, mas fiquei chateada porque gosto de livros com bastante diálogos e é uma coisa que falta bastante. ao decorrer do livro as coisas vão ficando mais instigantes, ainda sem diálogos, mas um pouco mais interessante. o final foi tão triste que me deixou curiosa para o próximo.
DÊEM AMOR AO RAFFE, GENTE!!

"às vezes quando estamos tropeçando no escuro, batemos em alguma coisa boa"
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Girl Power Literária 18/06/2020

Diferente
Os anjos do apocalipse chegaram, e com eles trouxeram dor, medo, destruição e desespero. Quando Penryn presenciava uma briga entre anjos, acabou tendo sua irmã leva por um. Determinada, ela está disposta a tudo resgatá-la.

Penryn salva um anjo que teve suas asas arrancadas, e propõem uma parceria ao mesmo. Ela o ajudará, e em troca ele vai levá-la a fortaleza dos anjos. Raffa vai com o propósito de poder voltar a ter suas asas outra vez, e Penryn com o propósito de salvar sua irmã e recuperar sua família.

O Raffa e a Penryn juntos passam por várias situações, têm umas partes que são estranhas e meio bizarras até. Uma das minhas partes favoritas foram as cenas de lutas, principalmente, as que envolviam a Penryn.

O livro foi muito além do que eu esperava, comecei a leitura com uma expectativa grande, pois, ele foi uma indicação, e ao que tudo indicava eu iria gostar, foi dito e feito, realmente gostei do livro.
Roberta 18/06/2020minha estante
Essa trilogia é boa demais, o romance não é o foco principal, a personagem feminina é bem construída, aliás, todos os personagens são bons em suas esferas. A mãe dela é otima kkkkk. Acho que vc vai adora o segundo livro.


Girl Power Literária 19/06/2020minha estante
Realmente, o romance não é o foco, a mãe dela é uma coisa kkkkk pretendo começar logo a ler o próximo




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