As Chamas do Paraíso

As Chamas do Paraíso Robert Jordan




Resenhas - As Chamas do Paraíso


17 encontrados | exibindo 1 a 15
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Biblioteca Álvaro Guerra 05/06/2019

Depois de uma perigosa jornada ao Deserto Aiel, Rand se consagrou como Aquele Que Vem Com a Aurora, conforme profetizado por seu novo povo. Ter um exército de homens e mulheres extremamente hábeis na batalha deveria ser uma vantagem, mas, conforme se apega aos novos aliados, o Car'a'carn, chefe dos chefes, se sente cada vez mais vulnerável às tramas de seus inimigos.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788580579857
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Augusto 26/01/2019

O mais fraco dos cinco livros...
Demorei... demorei muuuito para vencer as mais de 900 páginas de As Chamas do Paraíso. Pela primeira vez desde que fui introduzido à trama de Jordan me peguei desanimado e sem vontade de prosseguir com a leitura. Por vezes senti raiva mesmo.
Mas, como de costume, Jordan deixa o melhor para o final, acelerando muito a narrativa numa sucessão de acontecimentos que quase sempre nos deixam atordoados... (literalmente fiquei boquiaberto em alguns momentos).
Quase me fez esquecer do tempo imenso que ele gastou com Nynaeve e sua infantilidade, arrogância, teimosia e misandria crescentes. Cada vez mais intragável, a personagem segue convicta de que absolutamente todas as pessoas do mundo lhe devem obediência cega. Parece não ter se dado conta de que os tempos em que ocupava o cargo de Sabedoria em Campo de Emond pertecem à outra vida. Isso sem mencionar a quase total ausência de capacidade autocrítica.
Os outros personagens, ao contrário, cresceram... amadureceram... uns mais rapidamente que outros. Mat ainda é uma exceção. O comportamento obstinado chega a irritar em alguns momentos... ao mesmo tempo, o potencial do personagem empolga (assim como o de Nynaeve, pra ser justo)... desde que ele pare de brigar contra o Padrão e aceite o que está reservado para ele na Roda do Tempo.
A sensação de que a batalha final contra o Tenebroso se aproxima é onipresente, embora o "Grande Senhor", como dizem os Abandonados, tenha tido menos destaque neste volume.
As 200 páginas finais do livro me fizeram voltar a ansiar pelo "próximo capítulo" da batalha.
Que venha então O Senhor do Caos.
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Rabello 23/01/2019

Jordan se solidifica como um dos mestres da fantasia!!!
5° livro da épica série A Roda do Tempo!!!
É incrível ver como a escrita do autor obtém uma alta de qualidade no decorrer dos livros. Vemos como ele conseguiu construir um mundo vasto, personagens fortes e que criam vida em nossa imaginação. Me impressiono com o crescimento dos três personagens principais dessa trama: Rand, Mat e Perryn.
Esse livro grande com algumas partes massantes, o que pode e faz parte de um livro extenso, nos leva a expansão da conquista do dragão renascido e as reviravoltas das Aceitas da torre branca e reviravoltas no final, mostrando que essa saga merece um reconhecimento melhor em nosso país.
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Gabriel 18/01/2019

A Roda do Tempo gira, livros vêm e vão, e continua tudo muito bom...
No ano em que estrelou o quinto filme da série Duro de Matar, Bruce Willis admitiu durante uma entrevista que ainda atuava em longas do gênero porque “filmes de ação dão mais dinheiro”. Ao comentar sobre as constantes explosões, típicas de blockbusters desse nicho, no set de filmagens, o ator disse que “quando você já viu as chamas algumas vezes, elas não têm mais interesse. Eu sei que uma parte do meu público gosta das explosões, mas para ser sincero, eu já estou cansado disso”. Não é incomum que longas séries do cinema tornem-se repetitivas após encontrarem uma fórmula de sucesso que funcionou nos primeiros filmes, mas que começa a incomodar dada a ausência de novidades nas novas produções cinematográficas.

O mesmo receio existe em sagas na literatura, e quando se chega no quinto volume de uma história de quatorze partes, o leitor pode pegar o livro com certa apreensão de que a criatividade do autor tenha começado a se esgotar, sobrando-lhe como justificativa para ter continuado a escrever e lucrar sobre aquele universo talvez uma necessidade de pagar o aluguel da casa e as contas do mês. Felizmente, com A Roda do Tempo, a sensação, pelo menos até agora, ainda é de uma evolução de um livro para o outro. Se as primeiras partes tinham um ar mais descompromissado de aventura e mais ação, e A Ascensão da Sombra havia injetado mais complexidade com tramas políticas, As Chamas do Paraíso é um livro de caráter mais bélico, que traz batalhas de grandes proporções, principalmente da metade para o final.

Para ter ido ao Deserto Aiel no volume anterior da saga, Rand teve de abdicar de enfrentar alguns inimigos por hora. Agora que conquistou mais um poderoso exército, terá de retornar das terras áridas para enfrentar o Abandonado Rahvin, que ascendeu sobre a cidade de Caemlyn após tornar-se amante de Morgase, rainha de Andor e mãe de Elayne. Também terá de enfrentar Couladin, líder dos Aiels que não juraram lealdade ao Dragão, após o próprio antagonista declarar-se o herói renascido, e que partiram para sitiar (por uma dívida histórica) a já devastada por uma intensa guerra civil Cairhien, da qual Rand tem interesses, em busca de mais aliados contra o Tenebroso.

Enquanto isso, Siuan Sanche, após ser vítima de um golpe, foge com Min, Leane e o Falso Dragão Logain, em busca de um esconderijo das Aes Sedai onde poderá criar uma base de oposição a nova líder da Torre Branca, Elaida, que por sua vez promete fazer uma forte oposição ao Dragão Renascido. A ex-Trono de Amyrlin acabará contando com a ajuda das forças militares de um antigo conhecido mencionado em livros anteriores da série, Gareth Bryne. Após saberem desse abrigo secreto, Nynaeve, Elayne, Thom e Juilin iniciam uma jornada para se juntarem às Aes Sedai fugidias, mas estarão em seu encalços a Abandonada Moghedien, em busca de vingança a Nynaeve, e Mantos Brancos liderados por Galad, irmão de Elayne, precisando que o grupo entrem disfarçados numa trupe circense.

Uma das grande surpresas desse livro é a ausência do Ta’veren Perrin. Talvez Jordan não tenha visto tanta utilidade em escrever capítulos sobre sua lua de mel com Faile, mas a omissão do protagonista é um fator sentido ao longo desse volume. Por outro lado, isso permite ao autor expandir os papéis de outros personagens. Mat Cauthon ganha importância nesse livro, sendo decisivo em momentos chaves da história, e suas visões de batalhas do passado começam a fazer mais sentido após ganhar um encargo inesperado. Já Egwene parece estar cada vez menos disposta a aceitar ordens, dando obrigações até mesmo a Nynaeve, que se deparará com alguns choques de realidade durante esse capítulo da saga.

Esse livro, assim como o anterior, tem uma escala grande. Os personagens precisam lidar com muitas coisas, algumas no âmbito mais pessoal de relacionamentos complicados (Rand e suas intermináveis farpas com Aviendha, por exemplo), outras envolvendo derrotar exércitos. E basicamente não existe ponto seguro no universo do Jordan. Enquanto conduz um enorme contingente de pessoas como líder e tenta se adequar aos modos de vida bizarros dos Aiel, o inflexível Rand se vê cercado de Amigos das Trevas, sejam eles Aiels, mercadores, ou criaturas como Trollocs e Myrddraals. É tanto Amigo das Trevas que qualquer personagem novo que aparece num capítulo você já desconfia que seja mais um. Para aumentar a ótima tensão que seus capítulos trazem, o Dragão ainda resolve colocar o ex-Abandonado Asmodean, que derrotou no livro passado, como seu tutor para instruí-lo no Poder Único. A relação entre os dois é de constante desconfiança, o que me fez achar esse um dos melhores Abandonados da saga até o momento.

Tel’aran’hriod tem muita importância nesse volume, não só nos capítulos finais, mas também é bastante utilizado pelas personagens femininas para trocarem notícias, dada a distância entre elas. E as mulheres utilizam bastante perspicácia para conseguirem novas informações através dos sonhos das pessoas. Birgitte, personagem que vive dentro do Mundo dos Sonhos, tem mais participação nesse livro, e suas aparições nos capítulos de Nynaeve e Elayne são muito bem vindas.

Jordan utiliza-se de um personagem secundário do segundo livro para fazer uma espécie de sátira sobre extremismo e intolerância religiosa em As Chamas do Paraíso. O soldado Masema, que participou da comitiva para levar a Trombeta de Valere a Illian, retorna aqui como o Profeta do Dragão e líder de uma seita religiosa, e não admite nada que não seja a completa submissão de todos ao herói prometido pelas profecias. Ele exerce um grande poder sobre a cidade de Ghealdan, até mesmo sobre os governantes, e a presença de Mantos-Brancos na região cria um clima de guerra entre os dois grupos apenas para atrapalhar ainda mais os caminhos de Nynaeve e Elayne.

Uma crítica que poderia ter feito aos livros anteriores era que, mesmo com a grande quantidade de adversidades que os protagonistas enfrentam, no final todos saem bem, seja por justificativas de que por serem Ta’veren a teia do Padrão os favorece, ou por convenções da narrativa. Mas nesse livro Jordan dá uma boa ousada no final, com um acontecimento chocante que me fez levar dois dias para enfim ler as últimas cinquenta páginas. Mas ainda assim as soluções dos últimos conflitos me pareceram um Deus ex-machina em sua essência, e poderiam ter sido melhor elaboradas.

Se sob a perspectiva de construção de mundo e criação de situações complicadas envolvendo diferentes elementos da série Jordan tem se mostrado extremamente criativo e evoluindo cada vez mais, o mesmo não pode ser dito sobre o desenvolvimento de alguns personagens. Penso que o autor pega pesado demais no ponto mais fraco de suas personalidades (seja teimosia, arrogância, displicência), e após alguns capítulos a leitura torna-se cansativa ao leitor devido a inflexibilidade dessas figuras em mudarem de atitude, emperrando o avanço da história. Como resultado, o escritor acaba por em momentos dar muito enfoque em elementos que não domina tão bem, e passa por cima em acontecimentos de elevada importância.

Tais deslizes, no entanto, não retiram a ainda gratificante leitura que esse volume proporciona. Não está definitivamente entre os meus favoritos da saga, mas talvez dos cinco primeiros seja o que me deu maior sensação de epicidade durante mais tempo, principalmente nos capítulos do Rand. Os desdobramentos que Jordan tem dado na história tem sido muito interessantes, e escrever a resenha desse livro já tendo lido o próximo ajuda a melhorar ainda mais esse pela forma como alguns acontecimentos posteriores da série já estavam sendo preparados ou sugeridos nesse volume daqui. Muito bem pensado, Jordan, muito bem pensado…

site: https://leitoresvigaristas.wordpress.com/2019/01/18/resenha-as-chamas-do-paraiso-robert-jordan/
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Dani 07/09/2018

3,75 ?
Pra quase 950 páginas , achei que nesse volume muito pouco aconteceu. Até por volta de 50% do livro, ainda estávamos na mesma situação do final do último volume e NADA ANDAVA!!!!
Ainda adoro essa história e esse universo, mas quando nada acontece, as pequenas coisa que eu não gosto na série ( comportamento irritante da maioria dos personagens e como são desenvolvidos os relacionamentos ) começaram a me incomodar muito mais do que nos outros volumes. E para completar a situação, meu personagem favorito nem aparece (Perrin).
Mesmo assim o volume ainda tem momentos muitos bons, principalmente o final.
Espero que o próximo volume tenha um ritmo melhor.

Minha classificação da série até agora ( do melhor ao mais fraco):
1- A ascensão das sombras
2- A grande caçada ( ainda é o melhor final)
3- O olho do mundo
4- O dragão renascido
5 - As chamas do paraíso
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Marcos Antonio 16/03/2018

As chamas do paraíso
Desejo informar que quando me disseram que Robert Jordan era Tolkien dos tempos moderno eu não quis acreditar e me apaixonei por todos os seus livros. Ele tira o jovem Rand AL'Thor de sua fazenda tranquila com a vida já planejada e o transforma através do aprendizado no Dragão Renascido, Morraine tem a participação de doar sua vida por uma causa maior, o crescimento do amor de Aviendha, o crecimento de Nynaeve, a corda bamba de elayne e Tom Merley diz por veio. Mat sai de jogador para um estrategista de guerra. Livro é fantástico .
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Gisele @abducaoliteraria 21/09/2017minha estante
Esse livro me trouxe uma carga emocional gigante! Chorei pra caramba, principalmente nessa parte que você citou. Melhor série!


Rycker 22/09/2017minha estante
Nem me diga, só consegui escrever a resenha 2 dias depois da finalização do livro. Eu não vou conseguir esperar o lançamento do próximo. Preciso saber, conhecer e até mesmo VER a luta final. Vou ler em inglês mesmo.


Gisele @abducaoliteraria 22/09/2017minha estante
Poisé! Esperar é muita agonia, né? Vou ler em inglês também, só que vou voltar e começar desde o primeiro kkk


Wesley 03/01/2018minha estante
Vou começar a fazer aulas de inglês para poder terminar esta série!
No ritmo da intrínseca só depois de 2030!!!!




Gisele @abducaoliteraria 29/08/2017

"A Roda do Tempo gira, e Eras vêm e vão, deixando memórias que se transformam em lendas".
Até aqui, esse é o livro mais importante da série em termos de evolução de personagens. Quase não consigo mais enxergar os garotos e garotas que saíram de Dois Rios. Agora, são homens e mulheres, cada um com o seu caminho e desafios.

Fico admirada pela extensão do Mundo que Jordan criou, cada lugar com seus costumes e cultura diferentes. É imenso, farto e sólido. Há sempre mais costumes para explorar e culturas que já conhecemos continuam nos surpreendendo, como por exemplo, os Aiel.
Conforme a história avança, temos uma noção sobre a apreensão e o caos que se instala em quase todos os lugares. Locais que pensávamos que era seguro, sucumbiram à tensão e confusão. Fica difícil não se sentir aflito em meio a tudo isso.

Como este livro tem um foco maior nos personagens e na relação entre eles, algumas partes da história foram um pouco lentas, sem muita ação, mas com acontecimentos muito importantes que acarretaram na bagagem deles.

Acho espetacular a relação entre os personagens que Jordan elaborou, tão complexo e real. Os personagens não se traem, eles são fiéis a si mesmos independente de quem está por perto. Tanto é que no caso das mulheres, que são quase todas geniosas, fica muito complicado a convivência a longo prazo entre elas. Em alguns momentos de explosão, elas saem até no tapa, rs. Mas outras relações são muito interessantes, como o relacionamento entre Rand e Moiraine, como ela cede e tenta se moldar para conseguir se relacionar com ele, porque só assim é capaz de alcançar os seus objetivos.

"- Todos nós fazemos o que temos que fazer, como decreta o Padrão. Para alguns, há mais liberdade que para outros. Não importa se escolhemos ou somos escolhidos. O que deve ser, será".

Desde a saída de Dois Rios, Egwene foi a que mais evoluiu - e talvez também Perrin, que não esteve presente neste livro - e isso é muito evidente. Ela está mais madura, astuta e autoritária quando há necessidade.

Com Nynaeve é o seguinte, você a ama ou a odeia, mas é impossível ignorar a personagem. No meu caso, como é minha personagem favorita, eu fiquei eufórica com o fato de ter muitos pontos de vistas dela neste livro, mais do que nos livros anteriores. E embora eu seja suspeita pra falar, foram os melhores capítulos. Cada vez mais, ela se mostra como uma personagem fascinante e diferente das mocinhas que estou acostumada a acompanhar. Eu ri - muito - fiquei apreensiva e sofri bastante com ela durante esse livro. Os seus desafios, bloqueios, o fato de se cobrar mais do que é capaz (ou não) e as coisas que aconteceram com ela me deixaram angustiada. É impressionante como eu me identifico com a personagem. Acredito que a evolução dela e a do Mat serão as mais demoradas, porém as mais interessantes e surpreendentes.

"Ela tinha o gênio de um javali preso em uma roseira-brava, no melhor dos dias - comentou Birgitte, baixinho, para ninguém em particular. - Nada parecida com alguém que eu conheço".

Me recuso a falar de Elayne (cof, cof, chataaaaaa).

Meus sentimentos com relação ao Rand foram um pouco conflituosos. Houve momentos que eu tive vontade de adentrar a história para bater com uma vara nas costas dele (obrigada, Moiraine!), de tão arrogante que ele está. Porém, com o decorrer da história, até isso se torna compreensivo. Nos momentos em que eu não estava com raiva dele, me senti extremamente comovida com as batalhas que ele trava consigo mesmo. Ele carrega o mundo nas costas, e cada atitude dele, por menor que seja, pode ter uma consequência fatal. Como o próprio percebeu, ele passou a decidir entre o que é certo para o que realmente é preciso, e isso faz com que ele pareça cruel em algumas vezes. As companhias que ele tem são extremamente importantes nessa jornada. Moiraine, Egwene e Aviendha (shippo forte) ficam responsáveis por fazê-lo colocar os pés no chão e repensar algumas ações exageradas. Mas, com exceção de algumas atitudes de pura arrogância e grosseria, eu confio nas suas escolhas e sei que ele vai se sair bem. :’(

"Somos parecidos em muitos aspectos, você e eu. Há uma escuridão em nós. Escuridão, dor, morte. Tudo isso irradia de nós. Se algum dia você amar uma mulher, Rand, abandone-a e deixe-a encontrar outro homem. Vai ser o maior presente que você pode dar a ela".

Os livros dessa série têm os melhores finais. Quando olho para trás, avaliando os livros que li, fica difícil escolher qual o melhor desfecho, porque todos foram incríveis e épicos. E este não foi diferente. Cheio de ação, muita magia e acontecimentos surpreendentes. Existem momentos de cliffhanger carregados de tensão, no qual acompanhamos através de dois pontos de vista, que me fizeram suar e não respirar direito até acabar.

As Chamas do Paraíso está longe de ser previsível. Tudo o que eu imaginava que iria acontecer, a história se desdobrava e acontecia algo completamente diferente, e claro, muito melhor. O livro está recheado de acontecimentos chocantes e plot twists. É um livro com partes muito engraçadas, mas bastante cruel em outras. Foi o primeiro livro do ano que consegue me fazer chorar e não foi pouco. Foram muitas emoções em jogo, mas o último sentimento, quando infelizmente cheguei na última parte, tirando a tristeza do livro ter acabado, sobretudo foi de gratidão, por vivenciar uma história tão incrível e ter A Roda do Tempo como minha série de fantasia favorita.

site: https://www.instagram.com/abducaoliteraria/
Talita 30/08/2017minha estante
Parabéns, gostei da sua resenha, concordo com muito que você escreveu. Esse foi um livro muito bom é uma pena que ainda não lançaram o próximo


Gisele @abducaoliteraria 30/08/2017minha estante
Talita, obrigada! A gente leu praticamente ao mesmo tempo, né? Hahaha. É muito triste uma série tão boa quanto essa na mão de uma editora que não sabe dar o valor que ela merece.




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Jackie 11/07/2017minha estante
Curiosa também com os próximos acontecimentos. Bora ler em espanhol mesmo...




Gabriel Matheus 30/01/2017

Tradução?
Os livros da Roda do Tempo são realmente muito bons, mas não sei se foi impressão minha, esse último livro estava diferente, não sei se foi a tradução, mas eu achei até algumas coisas mais enroladas, meio confusas ou com significados dúbios, não sei ao certo se é algo particular meu, espero que seja, mesmo assim foi uma ótima leitura :)
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Ruh Dias 06/01/2017

JÁ LI
Rand al'Thor, Mat Cauthom e Perrin Aybara são três garotos fazendeiros que, um dia, foram raptados de sua aldeia isolada, Campo de Elmond, por uma mulher misteriosa. Eugene, uma amiga dos três garotos, e Nynaeve, a Sabedoria da aldeia (uma espécie de Curandeira) vão atrás deles. Posteriormente, eles descobrem que a mulher misteriosa, chamada Moirane, é uma Aes Sedai - mulheres poderosas dotadas de saidar, um poder mais antigo que o próprio tempo e capaz de fazer milagres ou provocar tragédias. Os garotos também descobrem que são ta'veren, ou seja, eles são imprescindíveis para a Roda do Tempo continuar girando e terão um papel fundamental na Era em que vivem, pois poderão ou salvar o mundo, ou destruí-lo de uma vez por todas.


Os livros alternam os protagonistas e cada volume tem o destaque de alguma das personagens. Neste quinto volume, o foco da narrativa se alterna entre Rand al'Thor e Nynaeve, predominantemente, embora as outras personagens apareçam em capítulos dedicados a elas.

Em "As Chamas do Paraíso", Rand al'Thor já se consagrou como Aquele que Vem com a Aurora, o que significa que ele, finalmente, aceitou a profecia que diz que ele será o salvador da Era. Rand al'Thor, nos volumes anteriores, tentou lutar contra esta profecia, pois tinha medo de que fosse enlouquecer por deter o poder de saidin, a metade masculina de saidar. Para o leitor, é um alívio que ele tenha, enfim, aceitado seu destino, pois estava cansativo lidar com um Rand al'Thor resmungão e apático.

Para que ele possa, de fato, completar a profecia, ele precisa obter o apoio de seus ancestrais, os Aiel. Os Aiel são um povo que vive no Deserto, com costumes, moral, leis e práticas muito específicos e são, de longe, a parte mais interessante de "A Roda do Tempo". As mulheres Aiel, principalmente, são incríveis, pois foram escritas na contramão de todos os clichês femininos que existem. Assim, as partes com os Aiel são revigorantes, inspiradoras e muito interessantes. Neste quinto volume, Rand al'Thor vai coletando o apoio das diversas sociedades Aiel e, também, dominando os demais reinos.

Em paralelo, Nynaeve e Elayne - a filha herdeira do Reino de Andor - precisam encontrar as Aes Sedai que não foram para "o lado negro da força". Poucas Aes Sedai não foram dominadas pela Aja Negra, um ramo dissidente das Aes Sedai que quer destruir o mundo. Assim, as duas garotas (que estão estudando para tornarem-se Aes Sedai no futuro) precisam encontrar aliadas para juntarem forças com Rand al'Thor. Particularmente, nem Nynaeve nem Elayne são minhas personagens preferidas, então me desanimei um pouco quando percebi que grande parte do livro seria com ambas.

Robert Jordan manteve seu ritmo e estilo neste livro e parte-se do princípio que, a esta altura, ele já conquistou seus leitores e fãs, já acostumados com a narrativa lenta e cadenciada. Na minha opinião, o grande ponto positivo deste quinto volume é um maior aprofundamento na estória dos Abandonados. Eles foram presos através de selos construídos pelas Aes Sedai e estes selos os impediram durante milênios de destruir o mundo. Porém, os selos estão enfraquecendo e os Abandonados começam a se libertar, se infiltrando em reinos, sociedades e aldeias. Embora todos eles tenham características de vilões, suas personalidades são muito interessantes e fico curiosa em saber o que irá acontecer quando Rand al'Thor encontrá-los.

Já estou com o sexto volume em mãos, em inglês (porque ainda não foi traduzido para o português), chamado "Lord of Chaos" e iniciarei a leitura em breve. Rumo ao 14º volume!

site: http://perplexidadesilencio.blogspot.com.br/2017/01/ja-li-32-roda-do-tempo-vol-5-as-chamas.html
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Clube do Farol 16/12/2016

As Chamas do Paraíso. Clube do Farol
Resenhado por: Milly (@codigoliterario)

Para começo de conversa o que dizer da Saga Roda do Tempo... Realmente eu amo essa saga e realmente eu odeio essa saga, com toda sinceridade, não faz sentido, mas para quem ler minhas resenhas, sabe que nem sempre eu consigo fazer sentido.

Mas vou explicar o motivo de eu a odiar, ela é uma saga de 14 livros, com quase mil paginas cada e que apenas 5 foram lançados no Brasil pela editora intrínseca até hoje. E apesar de ser livros grandes eu fiquei tão presa em cada maldita página que a única coisa que você sente vontade de fazer e ler essa droga sabendo vai sofrer futuramente por ela está incompleta.( a não ser que você leia em inglês, que não é o meu caso).

Meu ódio não é tão forte e tão coerente quanto o meu amor por ela, pois eu gosto dela pelos mesmos motivos que a odeio (tirando a parte de ela está incompleta). A questão é que apesar dos livros serem extraordinariamente bons, eu sobrevivo por ele felizmente não deixar um final desesperador, na verdade eles são quase fechados (não necessariamente, mas não sei explicar de outra forma), mas a melhor ou pior parte é que eles passam uma sensação até a ultima parte que a história já vai ter fim, e isso praticamente em todos os livros, claro que também é frustrante quando você para pra pensar que ainda falta 9 livros para saber realmente o que acontece no fim, mas são tramas tão bem construída que você aceita ser enrolada rs.

Eu também estou enrolando, sei disso, mas como eu conheço poucas pessoas que estão lendo essa saga (quase ninguém), tentei introduzir o que esperar dela, e que vale muito a pena a leitura, não se assustem com o tamanho, são livros ótimos.

Chamas do Paraíso é o 5° livro da Saga Roda do Tempo, ele foi lançado recentemente, e nesse agora Rand tem tomar as decisões mais difíceis e sofrer as consequências por elas, e fazer de tudo para continuar seguindo seus planos, mesmo tendo que usar métodos e algumas pessoas para o bem maior. Dessa vez temos as narrativas intercaladas em sua maior parte dentro no núcleo de Rand com Eugenie e Match, no de Nynaeve e Elayne, e Min com Siuan Sanche, ainda sentir aquela agonia de querer juntar alguns personagens no mesmo núcleo logo, mas infelizmente para alguns não foi dessa vez, a parte mais difícil em livro medieval é a demora para o encontro dois personagens, até por não existir avião, carro ou algo assim rs. Então as vezes é uma aventura e tanto para se encontrarem de novo depois que se separam.

Eu amei o livro 5 da mesma forma que amei os outros, agora os aliados são diferentes, e vejo Rand muito mais inteligente e poderoso, algumas coisas me irritaram em relação de vários outros personagens, mas o que era legal que logo estava gostando deles novamente, mas não tanto com Eugenie e Elayne, não que desse para odiar, mas achei bastante irritantes em vários casos. Fora isso achei que o livro não caiu de qualidade, o que me deixa com bastante expectativa que se mantenha assim até o fim, claro que nunca vou ficar sem aquela ansiedade para o fim, mas os meios estão no limite do perfeito.
Então é isso. Leiam!!!!


site: https://clubedofarol.blogspot.com.br/2016/11/resenha-as-chamas-do-paraiso-saga-roda.html
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Jemilly 05/12/2016

Maldita Saga Boa
Para começo de conversa o que dizer da Saga Roda do Tempo... Realmente eu amo essa saga e realmente eu odeio essa saga, com toda sinceridade, não faz sentido, mas para quem ler minhas resenhas, sabe que nem sempre eu consigo fazer sentido.

Mas vou explicar o motivo de eu a odiar, ela é uma saga de 14 livros, com quase mil paginas cada e que apenas 5 foram lançados no Brasil pela editora intrínseca até hoje. E apesar de ser livros grandes eu fiquei tão presa em cada maldita página que a única coisa que você sente vontade de fazer e ler essa droga sabendo vai sofrer futuramente por ela está incompleta.( a não ser que você leia em inglês, que não é o meu caso).

Meu ódio não é tão forte e tão coerente quanto o meu amor por ela, pois eu gosto dela pelos mesmos motivos que a odeio (tirando a parte de ela está incompleta). A questão é que apesar dos livros serem extraordinariamente bons, eu sobrevivo por ele felizmente não deixar um final desesperador, na verdade eles são quase fechados (não necessariamente, mas não sei explicar de outra forma), mas a melhor ou pior parte é que eles passam uma sensação até a ultima parte que a história já vai ter fim, e isso praticamente em todos os livros, claro que também é frustrante quando você para pra pensar que ainda falta 9 livros para saber realmente o que acontece no fim, mas são tramas tão bem construída que você aceita ser enrolada rs.

Eu também estou enrolando, sei disso, mas como eu conheço poucas pessoas que estão lendo essa saga (quase ninguém), tentei introduzir o que esperar dela, e que vale muito a pena a leitura, não se assustem com o tamanho, são livros ótimos.

Chamas do Paraíso é o 5° livro da Saga Roda do Tempo, ele foi lançado recentemente, e nesse agora Rand tem tomar as decisões mais difíceis e sofrer as consequências por elas, e fazer de tudo para continuar seguindo seus planos, mesmo tendo que usar métodos e algumas pessoas para o bem maior. Dessa vez temos as narrativas intercaladas em sua maior parte dentro no núcleo de Rand com Eugenie e Match, no de Nynaeve e Elayne, e Min com Siuan Sanche, ainda sentir aquela agonia de querer juntar alguns personagens no mesmo núcleo logo, mas infelizmente para alguns não foi dessa vez, a parte mais difícil em livro medieval é a demora para o encontro dois personagens, até por não existir avião, carro ou algo assim rs. Então as vezes é uma aventura e tanto para se encontrarem de novo depois que se separam.

Eu amei o livro 5 da mesma forma que amei os outros, agora os aliados são diferentes, e vejo Rand muito mais inteligente e poderoso, algumas coisas me irritaram em relação de vários outros personagens, mas o que era legal que logo estava gostando deles novamente, mas não tanto com Eugenie e Elayne, não que desse para odiar, mas achei bastante irritantes em vários casos. Fora isso achei que o livro não caiu de qualidade, o que me deixa com bastante expectativa que se mantenha assim até o fim, claro que nunca vou ficar sem aquela ansiedade para o fim, mas os meios estão no limite do perfeito.

site: http://clubedofarol.blogspot.com.br/2016/11/resenha-as-chamas-do-paraiso-saga-roda.html
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André de Gilead 28/11/2016

PERFEITO
Mais uma vez um livro memorável, cheio de histórias interessantíssimas e personagens cativantes que te fazem sofrer, vibrar e se apaixonar por eles, uma pena que um dos Ta'veren ter ficado de fora desse livro, senti que muita coisa poderia ter sido resumida pra dar espaço pra ele, mas isso não diminuiu em nada o quão épico esse livro é.
E mais uma vez eu pergunto: "PORQUE ISSO AINDA NÃO FOI ADAPTADO PRAS TELAS?"
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