Um Estudo em Vermelho

Um Estudo em Vermelho Sir Arthur Conan Doyle
Sir Arthur Conan Doyle




Resenhas - Um Estudo Em Vermelho


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Vitor 07/10/2018

Um estudo em vermelho
Publicado originalmente em 1887, Um estudo em vermelho chegou a ser considerado uma espécie de "livro do Gênesis" para os casos de Sherlock Holmes, pois marca não só a primeira aparição pública do detetive mais popular da literatura universal como o primeiro encontro entre Holmes e Watson. Ao buscar conhecer melhor seu novo amigo, em pouco tempo Watson vê-se envolvido numa história sinistra de vingança e assassinato...

A história de Sherlock Holmes sempre me causou curiosidade e, após ter assistido a série da BBC, resolvi começar a ler os livros. A história é muito ágil e muito bem escrita, mas demanda que seja lia com atenção.

A única razão que me fez tirar uma estrela desse livro é que a segunda parte, por envolver uma história de mórmons e interromper a solução do caso de Holmes, torna o livro arrastado. Entretanto, nos 2 capítulos finais, nós conseguimos entender como essas histórias se conectam.
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Amanda Thais 04/10/2018

Gostei, mas com ressalvas.
Pretendo ler outros da saga Sherlock Holmes. Decidi começar pela ordem.
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Michelle Trevisani 21/09/2018

Adorei minha primeira experiencia com Sherlock!
Oi pessoas, tudo legal? Vou começar a resenha primeiro me acusando de que: como eu não tinha lido NADA AINDA DO ARTHUR CONAN DOYLE? Como eu ainda não tinha me embrenhado pela mente astuta e inteligente de Sherlock Holmes?

Esse ano eu realmente me propus a ler mais clássicos, e clássico após clássico venho me surpreendendo maravilhosamente. Sherlock foi uma surpresa sem tamanho também e devo dizer que me envolvi tanto na leitura que li esse livro em 2 dias. A edição da Martin Claret está linda, maravilhosa, em capa dura. E as letras estão ótimas para serem lidas, muito confortáveis, o que deixa a leitura muito prazerosa.

Para quem quer conhecer a obra, e os casos de Sherlock Holmes, aconselho a começar assim como eu fiz: por este livro em específico, pois ele é o primeiro de Arthur Conan Doyle utilizando o irreverente e peculiar Sherlock Holmes. Vamos conhece-lo de vagar e entender como aconteceu seu encontro primeiro encontro com aquele que se tornará seu melhor amigo, o Dr. Watson. Aliás, não sei como são os outros livros, mas neste, quem faz a narrativa é o próprio Dr. Watson, e é legal acompanhar o ponto de vista sob os olhos dele. Porque ele parece nossa voz interior, ele tenta desvendar o raciocínio de Sherlock como a gente, e vai construindo devagar os elementos que iremos utilizar para esclarecer as cenas de crimes.

Apesar de ser uma obra que conta como sua primeira publicação o ano de 1887, encontramos uma escrita bastante atual, nada rebuscada e muito próxima do que encontramos de livros mais atuais. Arthur Conan Doyle foi um dos pioneiros dessa escrita de detetive, estilo "deixar o leitor com a pulga atrás da orelha, sem revelar os acontecimentos de imediato", resumindo, o cara se amarrava em deixar o leitor no suspense heheh.

E ele consegue brilhantemente essa tarefa. Nessa obra vamos acompanhar dois assassinatos que acontecem de forma muito estranha e Sherlock vai tentar desvendá-los com seus conhecimentos nada usuais. O deslumbre do Dr Watson em conhecer alguém tão peculiar, também é nosso deslumbre e não há como não se apaixonar pelo personagem excêntrico exercido por Sherlock. A leitura para mim teve seu ponto alto, quando o autor a divide em duas partes e na segunda trás uma história totalmente paralela e envolvente, que vai nos ajudar a entender a motivação utilizada pelo assassino para cometer os seus crimes. Eu adorei essa quebra no texto, me deixou ainda mais curiosa, e fora que o autor escreve histórias muito bem. Você fica encantado pela escrita e quer devorar o livro só para saber o que acontece no final.

Leia o restante da resenha no meu blog >> LIVRO DOCE LIVRO

site: http://meulivrodocelivro.blogspot.com/2018/09/resenha-sherlock-holmes-um-estudo-em.html
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Nicoly 02/09/2018

É pra glorificar de pé irmãos
Como é que se diz ? Digitando com os pés pq com as mãos tô aplaudindo!

Já conhecia a história do Sherlock Holmes por causa dos filmes e séries, mas ler esse livro foi tipo: PUTA QUE PARIU PQ EU FIQUEI TANTO TEMPO SEM LER ISSO?

Além do livro mostrar a história do crime e o jeito incrível que o Sherlock o desvenda com sua dedução, o autor ainda conta a história da motivação de quem cometeu o assassinato (foda. para. um. caralho.), voltando no tempo e fazendo a gente conhecer e se apegar a esses novos personagens. Gente, me deparar com isso foi uma surpresa tão boa, nunca tinha lido um livro de mistério assim. Teve um momento que até pensei que eram 2 histórias diferentes no mesmo livro. Mas com o prosseguimento da leitura tudo vai se encaixando, ficando claro e culminando pra um final impecável!

E bom de tudo isso é saber que essa história tem seu devido valor, respeito e fama mundial, pq merece viu, e muito!
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Diogo Matos 31/08/2018

Um clássico que não envelhece
Tive a oportunidade de reler essa obra, confesso que não lembrava da historia completa, mas a sensação de satisfação ao terminar a obra foi a mesma que eu tive aos meus 15 anos de idade, quando a li pela primeira vez. Vale ressaltar o capricho dessa edição que possui ilustrações originais.
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50livros 23/08/2018

Livro bom para investigar
Tenho uma relação um tanto conturbada como senhor Sherlock Holmes.

Apesar de ter uma afeição muito grande pelos personagens e até mesmo vilões e à construção de seus crimes, não consigo gostar totalmente de suas histórias. Sou uma verdadeira fã do gênero policial e investigativo, tanto que amo a Rainha do Crime, Agatha Christie, mas o personagem principal de Sir Arthur Conan Doyle não me convence em nada.

Nesse livro em questão, o crime é muito bem colocado, a interação entre os personagens também, mas já como o crime é solucionado é muito irreal e até desleixado. Tudo o que Sherlock vê e percebe para deduzir o crime não é mostrado para o leitor, toda a narrativa foi feita para que o leitor não descubra com o consultor da polícia. Tudo é feito para que Sherlock pareça o máximo, somente ele.

Isso me irrita demais. Isso e o fato do criminoso ser encontrado no meio do livro e, marca da narrativa do autor, sempre é alguém que NUNCA apareceu na trama ou foi citado de maneira contundente. Aí passa-se o resto do livro contando a história de vida do assassino para justificar seus atos. E isso, meus amigos, é feito muito lentamente e não ajuda em nada para nos convencer.

Então por que não houve uma nota baixa? Eu realmente não sei, acho que foi um livro bem escrito, a edição da Zahar estava linda, o que gerou uma experiência de leitura bem gostosa e satisfatória. Mas se levarmos em consideração que trata-se de um livro de menos de 200 páginas que demorei mais de 3 dias para ler, acho que é um sintoma de que algo no ritmo da escrita não vai bem.

"Um Estudo em Vermelho" é uma leitura obrigatória para os amantes do gênero, mas não sinta-se na obrigação de amá-lo. Nem sempre o que é clássico nos cativa de verdade.

site: www.50livros.com/single-post/2018/05/31/RESENHA-de-Um-Estudo-em-Vermelho-de-Sir-Arthur-Conan-Doyle---DESAFIOCULTURA2018-e-METALOUCADOSLIVROS2018
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Tiago.Bessa 01/08/2018

Um Estudo em Vermelho, Sir Arthur Conan Doyle
A experiência que tive com Um estudo em vermelho foi das mais prazerosas possíveis. Como primeiro romance policial que li, não sei dizer ao certo sobre o merecimento desta obra dentro do gênero do qual faz parte, mas creio que comecei a ler policiais com o pé direito, pois não encontrei falha alguma na obra (com os meus olhos leigos, claro).

A escrita é prática e objetiva. Gostei bastante dessa característica pois na resolução de um crime creio que isso deixe tudo mais palpável e real. Seria um tanto quanto entediante o narrador dar voltas e mais voltas sobre a história, mesmo que fosse um artifício para o mistério. Porém, Doyle conseguiu aplicar uma leitura ágil, mas ao mesmo tempo repleta de mistérios.

O caso solucionado pelo Sherlock Holmes é outro ponto positivo. Surpreendente e amparado por muitas pontas soltas (que, óbvio, nosso protagonista une com maestria), oferece ao leitor momentos de diversão. Achei bem bacana tentar entender o que aconteceu e, depois, descobrir que estava errada em todos os palpites, isso inclusive atestando a genialidade do detetive-consultor.

Já a construção de Sherlock Holmes é impecável. Ele é permeado em todo o livro por genialidade bruta e uma personalidade além de peculiar. Até pensei certa vez "como eu queria ter tido a ideia antes do Conan Doyle, viu?" ;) Já o Watson foi feito para contrastar explicitamente com o detetive: uma pessoa extremamente normal, até desinteressante ao lado de Sherlock, que possivelmente caracteriza o ser humano comum (leia-se "não como Sherlock Holmes"). Tudo na história e na apresentação dos personagens participa da construção da obra como um todo: os fatos estão ali para serem usados, por uma razão; a personalidade dos personagens diz muito sobre o contexto e reforça a característica de cada um.

*SPOILERS*

Como Sherlock Holmes resolveu o caso de Um Estudo em Vermelho?

Em seu primeiro romance, Sherlock Holmes conheceu o Dr. Watson, com quem desvendou o caso de um assassinato em uma sala (quase) vazia. A vítima foi encontrada em uma casa antiga e empoeirada, mas Sherlock soube achar os indícios necessários para desvendar o crime.

AS PISTAS


1) As roupas elegantes e caras mostravam que a vítima, muito provavelmente, tinha boas posses

2) A expressão de ódio e de terror no rosto do cadáver indicam que ele sabia que estava prestes a morrer. Pensando que ele deve ter agonizado por alguns segundos, Holmes cheirou seus lábios – e sentiu o aroma de veneno

3) Pela distância entre os passos, Sherlock soube que o assassino tinha mais de 1,80 m de altura

4) As pegadas marcadas na poeira indicavam dois diferentes formatos de sapatos e, portanto, dois homens

5) Quando a polícia removeu o cadáver, uma aliança feminina caiu de sua roupa. Como havia apenas pegadas masculinas, Sherlock concluiu que o anel fora trazido por algum dos homens, provavelmente pelo assassino, o que também indicaria um crime cometido por causa de um romance

6) Apesar de não haver vestígio de sangue no cadáver, havia gotas vermelhas pingadas no chão. Sherlock presumiu que o sangue deveria pertencer ao assassino

7) Como as pegadas eram abundantes, o detetive concluiu que os dois homens andaram e conversaram pela sala

8) A disposição das gotas pelo chão indicava que o homem sangrava pelo nariz – a partir daí, Holmes deduziu que ele provavelmente tinha o rosto bastante vermelho

9) A palavra “rache” (“vingança” em alemão) estava escrita na parede com sangue e havia marcas de unha em volta dela

10) A letra “a” não foi escrita na forma latina, como um verdadeiro alemão escreveria, e sim na forma gótica. Portanto, o assassino não era um alemão – a palavra fora deixada para despistar

11) Holmes soube que quem escreveu a palavra foi o assassino, pois o texto estava a cerca de 1,80 m do chão, o que reitera a altura do homem

A CONCLUSÃO
O motivo do crime acontecera anos antes nos EUA. A jovem Lucy Ferrier era apaixonada por Jefferson Hope. Porém, Enoch Drebber (o cadáver) decidiu desposá-la, sem dar escolha à moça. Jefferson e Lucy então decidiram fugir pelo deserto em uma determinada noite. Mas, durante a fuga, a moça foi sequestrada. O jovem precisou sobreviver no deserto e, quando finalmente conseguiu voltar à cidade, descobriu que Lucy havia se casado. Cerca de um mês depois, ela morreu de desgosto. Jefferson foi disfarçado ao funeral e conseguiu guardar sua aliança. Ele jurou vingança a Drebber e, durante anos, o seguiu em diversas viagens pelo mundo até que, finalmente, conseguiu encurralá-lo em Londres, onde fingiu ser motorista de carruagem e o levou até a casa vazia. Lá, deu-lhe veneno e, de quebra, escreveu a palavra “rache” na parede para despistar a polícia


site: http://www.literature-se.com/2014/03/resenha-um-estudo-em-vermelho.html
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Livros, câmera e pipoca 23/07/2018

Policial de primeira qualidade
A obra traz ao público o primeiro caso policial desvendado por Sherlock Holmes e como ele conheceu seu futuro parceiro, o médico John H. Watson. Watson é inclusive o narrador da história. O livro é dividido em duas partes, a primeira conta o encontro entre Holmes e Watson e também a apresentação de outros personagens, que estão interligados na solução de um crime. A grande surpresa é que ao final desta primeira parte já descobrimos quem é o assassino. Já na segunda parte, o autor nos conta qual foi à motivação do crime, por meio de um narrador em terceira pessoa. Ambas as partes são bem distintas e fica aqui a dica para manter o foco, pois confesso que no início, perdi um pouco da minha linha de raciocínio. Após a releitura, é notável que esta segunda parte da história é fundamental para o final do livro.

site: https://www.livroscamera.com.br/single-post/2018/07/06/Livro-Um-estudo-em-vermelho
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Paraíso das Ideias 17/07/2018

Pura genialidade
E enfim iniciei minha saga pelo mundo do Rei dos policiais, Sr. Sherlock Holmes, e depois de pesquisar bastante e conseguir a ordem de leitura das histórias, finalmente me joguei em Um estudo em vermelho.

Há nisso um mistério que estimula a imaginação, onde não há imaginação, não há horror.

Nesse primeiro volume, vamos conhecer Sherlock e Watson, e saber como esses dois se conheceram, e nesse primeiro volume também teremos a noção de que, quem narra as histórias de Sherlock é seu amigo Watson que fica indignado com o fato de reles policiais levarem a fama pela maestria de dedução do ilustríssimo Holmes.

Um homem foi assassinado, mas não existe ferimento em seu corpo, apesar das palavras escritas com sangue na parede do cômodo onde o corpo foi encontrado, perdidos e sem saber por onde começar a busca, os detetives Lestrade e Gregson, pedem ajuda ao excêntrico Sherlock Holmes que desvenda o caso com muito talento e rapidez.

O fio vermelho do assassinato corre através da meada incolor da vida, e nosso dever é desemaranhá-lo, isolá-lo, e expor cada centímetro dele.

Apesar de ser um texto antigo, e as formas de investigação serem arcaicas, nada tira o brilho e o esplendor da inteligência de Holmes que consegue analisar os fatos com tamanha facilidade que impressiona. Um estudo em vermelho é muito mais que um romance, é o início de tudo, da amizade de Holmes e Watson que promete marcar e acompanhar inúmeras gerações.

Confesso que me senti um pouco confusa no decorrer da narrativa, acostumada com livros mais rápidos e agressivos, ler Sherlock te leva para um certo marasmo, mas ainda sim, é admirável ver um homem com tão poucos recursos desvendar um mistério apenas com sua inteligência.

Holmes é um personagem astuto e muito inteligente, e apesar de excêntrico, possui seu carisma, já Watson é um médico recém-chegado da guerra que se vê dividindo um apartamento com um homem que nunca viu, mas que se tornará brilhante aos seus olhos em pouquíssimo tempo, e que trará de volta o vigor e a paixão por aventura para a vida desse médico combalido.

Uma leitura que vale muito, se você assim como eu é fã de romances policiais, o mestre dos mestres merece ser conhecido, e se você decidir se jogar nessa aventura também, vou dar uma ajudinha e deixar abaixo a lista de ordem de leitura, vem conhecer essa dupla infalível e se encantar com o humor e a inteligência de um dos maiores personagens do mundo da literatura!

site: http://www.paraisodasideias.com
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Kelly 12/07/2018

A genialidade em forma de palavras e ação
E enfim iniciei minha saga pelo mundo do Rei dos policiais, Sr. Sherlock Holmes, e depois de pesquisar bastante e conseguir a ordem de leitura das histórias, finalmente me joguei em Um estudo em vermelho.

Há nisso um mistério que estimula a imaginação, onde não há imaginação, não há horror.

Nesse primeiro volume, vamos conhecer Sherlock e Watson, e saber como esses dois se conheceram, e nesse primeiro volume também teremos a noção de que, quem narra as histórias de Sherlock é seu amigo Watson que fica indignado com o fato de reles policiais levarem a fama pela maestria de dedução do ilustríssimo Holmes.

Um homem foi assassinado, mas não existe ferimento em seu corpo, apesar das palavras escritas com sangue na parede do cômodo onde o corpo foi encontrado, perdidos e sem saber por onde começar a busca, os detetives Lestrade e Gregson, pedem ajuda ao excêntrico Sherlock Holmes que desvenda o caso com muito talento e rapidez.

O fio vermelho do assassinato corre através da meada incolor da vida, e nosso dever é desemaranhá-lo, isolá-lo, e expor cada centímetro dele.

Apesar de ser um texto antigo, e as formas de investigação serem arcaicas, nada tira o brilho e o esplendor da inteligência de Holmes que consegue analisar os fatos com tamanha facilidade que impressiona. Um estudo em vermelho é muito mais que um romance, é o início de tudo, da amizade de Holmes e Watson que promete marcar e acompanhar inúmeras gerações.

Confesso que me senti um pouco confusa no decorrer da narrativa, acostumada com livros mais rápidos e agressivos, ler Sherlock te leva para um certo marasmo, mas ainda sim, é admirável ver um homem com tão poucos recursos desvendar um mistério apenas com sua inteligência.

Holmes é um personagem astuto e muito inteligente, e apesar de excêntrico, possui seu carisma, já Watson é um médico recém-chegado da guerra que se vê dividindo um apartamento com um homem que nunca viu, mas que se tornará brilhante aos seus olhos em pouquíssimo tempo, e que trará de volta o vigor e a paixão por aventura para a vida desse médico combalido.

Uma leitura que vale muito, se você assim como eu é fã de romances policiais, o mestre dos mestres merece ser conhecido, e se você decidir se jogar nessa aventura também, vou dar uma ajudinha e deixar abaixo a lista de ordem de leitura, vem conhecer essa dupla infalível e se encantar com o humor e a inteligência de um dos maiores personagens do mundo da literatura!

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Natália | @tracandolivros 27/06/2018

Começando do início...
Um Estudo em Vermelho é o primeiro livro das aventuras de Sherlock Holmes e Dr. Watson.

Este é o livro que conta como Watson conheceu Holmes, um homem excêntrico e metido a detetive.
Logo no começo desta história é encontrado um corpo morto em uma casa vazia, o corpo não mostra sinais de agressão, mas tem sangue no chão, e ao analisar as pistas Holmes já tem muitas ideias sobre o que pode ter acontecido. E ao longo da história se desenrola o mistério.

O livro é narrado em primeira pessoa, pelo Watson, é mais simples do que eu esperava, e prende na história desde o início.

O mistério todo é bem interessante, a resolução dele me surpreendeu, não esperava algo do tipo, porém achei que teria mais opções de suspeita, porque no livro não foram dados vários suspeitos, foi dado apenas o mistério e a resolução, não foram dadas opções para ficar na dúvida de qual seria a correta.

site: https://www.instagram.com/p/BRgIgX5AVu6/?taken-by=tracandolivros
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Gabriel.Rezende 17/06/2018

Resenhas com spoilers por Rezende:Sherlock Holmes
Metade do capítulo é um filler inútil. Não recomendo, mas a edição fica linda na estantes.
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Palma 08/06/2018

Especial por muitos aspectos. Este é o primeiro livro de Conan Doyle com Sherlock Holmes. Ele marca o primeiro encontro de Dr. Watson com o detetive, quando então decidem dividir o apartamento n. 221-B da Baker Street.

Chamado para auxiliar dois dos melhores detetives da Scotland Yard, Holmes é apresentado a cena de um provável assassinato em uma casa abandonada da zona sul de Londres. Ali encontramos um cadáver com uma expressão horrível no rosto, morto sem nenhum ferimento apesar de haver sangue no local. Sem muitas pistas aparentes, começamos a partir daí acompanhar o raciocínio de Holmes, através de uma série de deduções que o levam a solucionar o caso.

Holmes é um personagem genial. Sua vida é dedicada a seu ofício, o qual define quase todos os interesses e conhecimentos que possui. O detetive aborda suas investigações de forma analítica e metódica, através da chamada aqui "ciência da dedução". São vários os exemplos de seu brilhantismo apresentados ao longo de livro, e, ao mesmo tempo em que nos encantamos com suas sensacionais deduções, constatamos que, ao explicado sua linha de raciocínio, vemos que as descobertas são fruto apenas de simples observações que nos passam despercebidas, possibilitando assim ao leitor pensar que, sim, é possível agir como o detetive, afinal de contas é só uma questão de treinar o olhar, não é? É neste quesito que, em minha opinião, reside um dos principais fatores de sucesso deste personagem, que se apresenta genial sem nunca parecer inatingível.

O livro é estruturado em duas partes. Ao fim da primeira parte já nos deparamos com o caso solucionado e o criminoso preso. O que sobra então para segunda parte do livro é a exposição das motivações dos personagens envolvidos no caso. Neste ponto reside outro ponto forte do romance. Ao conhecermos de perto todo o retrospecto que culminou nos assassinatos cometidos, entendemos que as ações de Jeferson Hope são consequências do que sofreu na vida, e não vemos o criminoso como um homem de natureza perversa. Estas decisões narrativas tem como resultado a construção de personagens complexos, intrigando o leitor a repensar seu julgamento sobre quem são os verdadeiros culpados na historia.
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Maryojonas 16/05/2018

Esses dias, finalizei a leitura do primeiro livro de Sherlock Holmes: Um Estudo em Vermelho. Romance de 1887, primeiro livro lançado sobre esse personagem icônico e o primeiro que leio de investigação policial/criminal com métodos mais "antiquados".

Estamos acostumados a livros desse tipo com muitas tecnologias, exames e mais exames. Nesse e nos próximos volumes, vamos ver investigações de um modo mais cru, antigo, milenar.

Lembro que tinha uma garota que estudava comigo lá pelo 8° ano, que adora falar sobre Sherlock Holmes e eu nunca dava atenção. Ela falava dos feitos e da série, porém nunca dei muita bola. Agora sendo um leitor nato, não poderia deixar de conhecer esse homem incrível.

Curti muito a leitura, além de tudo, o livro apesar de dados técnicos é fluído e rápido, envolve e encanta!

E agora a pouco termina de ler o restante e estou amando. Logo, logo lerei os próximos.
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