A Divina Comédia: Inferno

A Divina Comédia: Inferno Dante Alighieri




Resenhas - A Divina Comédia


121 encontrados | exibindo 76 a 91
1 | 2 | 3 | 6 | 7 | 8 | 9


Fábio Vermelho 19/01/2012

"Nesta [tradução], pretendeu-se, sem irritar em demasia a alma do Mestre – postada no alto Paraíso, de certo – trazê-lo a meio caminho de linguagem inteligível ao homem apressado dos nossos dias. E, tendo-o iniciado, entregá-lo aos cuidados de outros tradutores.[...]"
Bom, esse é um trecho do tópico 'Quanto a esta tradução...' da edição que li d'A Divina Comédia. Como eu sempre procurei este livro pelos sebos afora mas nunca havia encontrado, achei melhor comprá-lo – apesar desse pormenor.
Mas, começando a ler o livro, outro empecilho: a tradução era em prosa, ao contrário do original em italiano e de outras traduções mais fiéis, que são em versos. "É...", pensei "... mas como eu tenho muita curiosidade e sempre tive vontade de ler.."; eis que hoje acabei o volume e não me arrependo de ter lido essa tradução para o "homem apressado dos nossos dias" e em prosa. Pegando emprestado outro trecho do tópico que citei anteriormente: "Este seria uma espécie de curso básico em dantelogia, confiante em que o leitor anime-se à especialização, reencontrando o sumo poeta em melhor e mais proveitosa tradução." É isso: continua a minha busca por sebos pel'A Divina Comédia. Esta edição que li pode ser tratada como uma prévia do tesouro que estou à procura. Encontro-me agora mais ávido ainda por ler uma edição com um melhor tratamento, para absorver muito mais dessa obra tão grande Dante Alighieri escreveu.
Nesse meio tempo, enquanto continuo a busca, aproveito para ler mais coisas sobre Dante, sobre a Comédia, para melhor entendimento nessa futura leitura. Apesar da parte favorita da maioria das pessoas – pelo que pude notar – ser o Inferno, acho que a que mais me instigou foi o Purgatório. Mas as três partes são incríveis, com descrições de castigos, penitências, cenários fabulosos. O Paraíso, em especial, achei de certa forma bem denso, apesar – novamente, pelo que pude notar – das pessoas considerarem como a mais "leve" do poema.
Espero que, na desejada próxima lida, – amparado por outras leituras e estudos –, haja um proveito e um vislumbre muito maior do que eu já encarei ao ler essa edição que consegui. Obra recomendadíssima a todos que apreciam a literatura.
comentários(0)comente



Dinho 14/01/2012

A Divina Comédia foi escrita entre 1306 e 1321, e é uma critica a Igreja Católica da época. A obra é um poema que narra a viagem de Dante Alighieri ao Inferno, Purgatório e Paraíso.
Esta edição em português de 1998 da Editora 34 em 3 vols, bilingue, tem a versão original em italiano arcaico e em português. A primorosa tradução é de Italo Eugenio Mauro que ganhou o Prêmio Jabuti 2000 de Melhor Tradução.
O livro é divido em 3 partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. Cada uma é composta de 33 cantos. Cada canto tem cerca de 45 estrofes. Cada estrofe tem 3 versos. São 135 versos por canto e cada parte tem 4.455 versos. Logo o livro todo tem cerca de 12.000 versos.
As edições anteriores em português traziam uma linguagem pesada, rebuscada fazendo que a consulta ao dicionário fosse constante. Se você for ler este livro eu recomendo como a melhor tradução.
Em "A Divina Comédia" Dante se perde e encontra Virgílio, poeta romano, que o leva a atravessar o Inferno, o Purgatório e o Paraíso, onde Dante encontraria Beatriz a sua musa.
O Inferno, segundo Dante, é composto pelos Nove círculos, Três Vales, Dez Fossos e Quatro Esferas. Essa organização foi baseada na teoria medieval de que o universo era formado por círculos concêntricos. Tem também uma área externa, chamado de ante-inferno ou vestíbulo ou ainda átrio dependendo da tradução, que serve justamente como destino para almas que não podem ir nem para o céu, nem para o inferno, ou seja, aqueles que passaram a vida em cima do muro vão direto para lá.
Em seus nove círculos Dante faz uma crítica aos políticos da época. Preste atenção aos nomes das pessoas que estão no inferno, e os locais onde elas se encontram. O inferno torna-se mais profundo a cada círculo, pois os pecados são mais graves.
Saindo do inferno, Dante e Virgílio se vêem diante de uma montanha chamado Purgatório. A montanha é tão alta que ultrapassa a esfera do ar e penetra na esfera do fogo chegando a alcançar o céu. Na base da montanha encontram o ante-purgatório, onde aqueles que se arrependeram tardiamente dos seus pecados aguardam a oportunidade para entrar no purgatório propriamente dito. Depois de passar pelos dois níveis do ante-purgatório, atravessam um portal e passam por sete terraços, cada um mais alto que o outro, onde são expurgados cada um dos sete pecados capitais. No último círculo do purgatório, Dante se despede de Virgílio e segue acompanhado por um anjo que o leva através de um fogo que separa o purgatório do paraíso terrestre. Ás margens do rio Letes, Dante encontra Beatriz e se purifica, banhando-se nas águas do rio para que possa prosseguir viagem e subir às estrelas.
O Paraíso de Dante é dividido em duas partes: uma material e uma espiritual. A parte material tem nove círculos formados pelos sete planetas, o céu das estrelas fixas e o Primum Mobile, último círculo da matéria.
O livro possui uma simetria matemática baseada no número três. É escrito utilizando uma técnica original conhecida como terza rima, onde as estrofes de dez sílabas, com três linhas cada, rimam dando uma impressão de movimento ao poema.
Dante chamou a sua obra de Comédia. O adjetivo "Divina" foi acrescido pela primeira vez em uma edição de 1555.
Vários pintores de todos os tempos criaram ilustrações sobre esta obra, se destacando Botticelli, Gustave Doré e Salvador Dalí.
comentários(0)comente



LaraF 18/12/2011

A divina comédia é escrito de uma maneira maravilhosa. Uma história envolvente, uma bela narrativa..fascinante em seu conteúdo. A visita de Dante, guiado por Virgílio, ao Inferno..e levado aos Céus, por Beatriz..nos faz refletir a respeito do caráter humano, nossas escolhas, nossos valores - mesmo q, no livro, seja determinado pela religião. O imaginário de Dante percorre os círculos do inferno, explicando as causa e consequências das penas ali pregadas, de uma maneira lógica..Com o olhar aguçado, Dante, nos conduz em sua narrativa com bastante perspicácia..envolvendo o leitor em detalhes, em questionamentos e respostas..fazendo o leitor pensar a respeito da vida e da morte, das atitudes e escolhas, do comportamento e motivações de cada um..e sobretudo, sobre as consequências de tudo isso. Um grande livro, ainda que algumas palavras sejam demasiado arcaicas..e de difícil entendimento.
comentários(0)comente



Pamela 17/12/2011

Excelente leitura
A edição que eu tenho da Divina Comédia é bem antiga e, por isso, a linguagem é bem difícil, mas depois que a gente se acostuma, fica mais fácil de ler. Estou relendo exatamente por isso. A primeira vez que li esse livro eu era muito novinha e acho que não absorvi bem o livro.
Apesar da linguagem rebuscada, eu estou adorando ainda mais desta vez!
comentários(0)comente



Heitor 24/11/2011

A Biblia da visão humanista da concepção do Inferno, Purgatorio e Paraíso - A Divina Comedia
Em uma época de “trevas”, o poeta\filosofo\político Dante Aliguieri escreve e compõe, como podemos assim dizer, um dos maiores contos e poemas da literatura italiana e claro, mundial; A comedia, posteriormente, A divina comedia.

Nessa obra constam três personagens principais: Dante , Virgílio – ‘’fonte de onde jorra em abundancia a vibração poética’’ – e Beatriz - sua amada - . Sendo o próprio personagem, Dante é guiado em três lugares da cultura cristã: Inferno, purgatório e paraíso. Cada parte divide-se em 33 cantos que se pode considerar como capítulos. Um canto de introdução ao tema geral dá ao Inferno 34 cantos, somando 100 cantos, sendo 10 o numero perfeito, 100 o perfeito do perfeito.

Sua obra ainda conta com uma métrica incrível de tercetos hendecassílabos e por ser o primeiro poeta a adotar tal esquema, este veio a ser apelidado ‘’ tercetos dantescos’’.
O que pode ser visto na obra de Dante é a insistência no harmonizar o poema com os números 3 e 10 o que indica a forte presença dos símbolos medievais, - o que fascina- como a Santíssima Trindade mas apesar dessa devoção religiosa já podemos ver Dante como um verdadeira humanista, um humanismo no mundo espiritual cristão.
Mas vamos à obra:

Das três partes do poema, a primeira, inferno, e considerada a mais brilhante, complexa e completa, é um poema doloroso, onde Dante mostra todo seu ódio – nada cristão – nos ricos, errantes e vencidos, Dante não foi nem um pouco piedoso, esses estão no inferno.
O inferno também tem suas divisões, ao todo são nove círculos, onde os cincos primeiros compõe o alto inferno; os demais o baixo inferno ou Dite, isso é, vai do Limbo onde situam as almas dos não batizados até o nono onde penam os traidores da família, da pátria, dos amigos e dos benfeitores.
E no ponto mais baixo do inferno se encontra o Rei Inferna, sim, estamos falando do próprio Lúcifer que apresenta três faces e três bocas, cada uma delas tragando Judas, Cássio e Brutos. No inferno Dante retrata um lugar de sofrimento eterno e dependendo qual foi o seu pecado, a um castigo.

E para onde vão as pessoas que não foram tão más, mas também não tiveram uma vida santa...
Elas vão para o purgatório que não é nada mais que uma ponte ligando o inferno e paraíso. Na parte mais baixa situa-se o ‘Antepurgatorio’, onde se concentra os excomungados e os negligentes. A outra divisão é composta por sete círculos onde pode ser encontrados os iracundo, os invejosos, os gulosos e por ai vai!
O que pode ser lido no purgatório de Dante é que uma ilha no mais remoto mar onde as pessoas fazem preces tem visões, cânticos, um pouco semelhante ao nosso mundo, um lugar de esperança.

E enfim o Paraíso, a comedia ( na definição medieval da palavra ). O paraíso é construído no sistema de concebido por Ptolomeu onde a Terra se encontra imóvel e os nove planetas ( nove céus, no poema) que giram ao seu redor. Aqui Beatriz seu amor, não-consumado, sucede Virgílio, - pois não era permitida a sua entrada, pois fora pagão; o Inferno era seu lugar - na missão de guia, e conduz o poeta ao longo dos noves céus, explicando-lhe os princípios que regem a ordem universal, como tudo, é contrario ao inferno. No alto dos céus se encontra a Vigem Maria e ainda acima encontra-se três círculos de fogo, a Santíssima Trindade.
Aqui Dante confessa que seu entendimento não pode apreender o significa de quando vê. Assim enfim Dante cumpriu seu destino e encerrar seu poema.

Como pode se observado nesse ‘’pequeno grande’’ resumo, a obra desse mestre da poesia é fascinante, não só para a época do homem medievo como para o homem moderno. A sua obra ainda fertiliza a mentalidade do Homem como é demonstrada nas ilustrações de outro mestre, agora da pintura, Gustave Doré ( Sec. XIX ), onde ele expressa toda da dor e sofrimento do inferno , como a paz e a santidade do paraíso, fazendo dessa obra um das mais importante do mundo ocidental e uma leitura quase que obrigatória para os amantes de uma boa leitura, apesar que sua leitura não seja tão fácil assim.

Mas claro a parte mais chamativa é a do inferno, onde ele relata os pecados e seus cartigos, e vou ser sincero, toda vez que me bate um arrependimento de algo que fiz, lembro do inferno de Dante pois é uma forma única de como meter medo em você. ( Ainda mais com as ilustrações de Gutave Doré).

Os cânticos do paraíso, escrita já perto da morte do autor, é a imagem do homem medieval, sempre temente a Deus e sublimando a moradia do ‘’Pai eterno’’, por isso, a terceira parte é a mais calminha e a mais ‘’sem tempero’’, o que não faz da obra toda uma merda, pelo contrario, além de ser uma leitura de distração é um estudo tanto histórico quanto psicológico, alias, quem não teme a visão do inferno depois de ler A divina comedia?
comentários(0)comente



Carol Stein 20/09/2011

A Divina Comédia
A Divina Comédia é um livro muito interessante, pois trata de uma história que mexe com os nossos sentimentos e nossa persepção sobre tudo o que sabemos sobre Deus, o paraíso, o purgatório e também o inferno.
O livro fala sobre a história de Dante, que percebe que está perdido em um floresta e já no meio de sua vida.Ele tenta escapar dessa o floresta e derrepente vê uma enorme montanha que parece ser a sua salvação, porém ao chegar na base da montanha, três feras não o deixam passar.Então, prestes a desistir e voltar para a floresta, Dante se depara com o espírito de um poeta da antiguidade que ele admira: Virgílio.Virgílio explica que foi mandado por Beatrice(paixão de infância de Dante), para ajudá-lo a sair da floresta e guiá-lo por um caminho alternativo.Esse caminho consiste em fazer uma viagem pelo centro da terra, que começa nos portais do inferno(eles teriam que passar pelos 9 círculos do inferno), então passariam pelo mundo subterrâneo até chegar aos pés do monte do purgatório. Dali, eles iriam até as portas do céu.
Será que Dante aceita ir com Virgílio?
Será quee eles vão conseguir passar pelo inferno?
E pelo purgatório?
Eles conseguirão chegar ao paraíso?
Dante reencontrará Beatriz?
Todas essas perguntas só serão respondidas nesse incrível livro: "A Divina Comédia"
minha opinião: Gostei bastante do livro pois ele trás ensinamentos que devem ser levados para toda a vida, como: valorisar a vida, saber aproveitar a vida, etc...
comentários(0)comente



Andréa 04/08/2011

Descrições e sensações
Não tenho intensão de discutir um clássico consagrado ou entrar em méritos literários, pretendo apenas expor aqui as sensações e impressões que a leitura me trouxe. Assim como em certa época sentimos a necessidade de avaliarmos o que fizemos de nossas vidas desde que tomamos consciência de que temos caminhos a escolher, Dante atráves de sua narrativa, dá ao personagem a oportunidade de rever sua vida antes que seus atos determinem sua eternidade. Guiado pelo poeta Virgílio, Dante caminha pelo inferno e narra com tamanho apuro e detalhes os sofrimentos daqueles que lá estão, que cheguei a me sentir angustiada não só durante a leitura, mas pelo tempo (dias) em que ela durou. Depois da intensidade do inferno, chegar ao purgatório me fez sentir "quase" que no céu pois a "esperança" é de novo motor que trás alívio à caminhada. Ao chegar ao céu, Dante recebe como guia, Elizabeth, seu grande amor e tem a oportunidade de se ver diante da maior vitória que o ser humano pode almejar. Na verdade achei o céu um tanto burocrático, muito divididinho, como se os bons não tivessem sidos bons o suficiente e fiquei com a sensação de que mesmo estando no céu, Deus ainda era alguém muito distante. Claro que tudo não passa da fantástica imaginação criativa de Dante, mas com certeza é uma leitura que incomoda tantos aos mais crentes quanto aos céticos. Muito do livro tem um apelo político pois Dante dá nomes a pessoas reais e as descreve hora castigadas no inferno, hora em busca da salvação ainda distante mais possível e bem poucos no céu. Como a linguagem é bem complexa e cheia de fatos que exigem notas de rodapé para que haja entendimento, a leitura é lenta e mesmo cansativa, mas vale a pena a experiência de conhecer uma obra que vem inspirando artistas há mais de 700 anos.
comentários(0)comente



Fábio 29/07/2011

Obra que nos deixa estático, ou melhor, extático!

A Divina Comédia, nem precisamos aduzir, a própria alcunha Divina , já nos remete o que podemos esperar desta obra, Dante Alighieri é realmente surpreendente em todos os quesitos, desde os versos, as rimas, as descrições até a história em si.

As descrições que Dante faz do Inferno é assombroso, a imaginação para o Purgatório é formidável, e me desculpem os adeptos da primeira parte, mas a terceira, o Paraíso é estupendo, a melhor parte em minha opinião. Difícil acreditar que esta obra foi feita no século XIV por um homem mortal.

Certos fatos, mesmo que um ser humano pudesse voltar ao passado e interferisse, uma hora ou outra esse fato iria se consumar, por exemplo, se impedíssemos Colombo de descobrir a América, ela seria descoberta por outro mais tarde; se matássemos ainda bebê Albert Einstein, nossa Física, estaria atrasada, todavia no futuro iríamos descobrir o que Einstein antecipou. Mas se impedíssemos Dante de escrever este livro, ai sim, conseguiríamos atacar algo irreversível, a possibilidade de outra obra como esta aparecer futuramente é infinitesimal.

E mesmo que aparecesse depois, não teria a magia e a perícia em que Dante, 200 anos antes que os navegadores da Renascença vissem, faz uma descrição do Cruzeiro do Sul, sendo considerada, por vários autores, a primeira referencia da literatura ocidental à constelação.

Ademais, a influencia que A Divina Comédia exerceu ao longo dos séculos, sobre autores, músicos, pintores, filmes, desenhos, etc; é incalculável, até hoje ela é motivo de inspiração, sendo recentemente criado um jogo de videogame (Dante's Inferno).

Em cada verso descobrimos desde o mais portentoso lugar do inferno, até o mais feérico sítio do paraíso; indubitável livro imperecedoiro.


[fabio9430@gmail.com]
Dalila 23/12/2013minha estante
Adorei sua resenha =)


Fábio 17/01/2014minha estante
Obrigado Dalila :D


Luh Costa 18/11/2014minha estante
O senhor arrasa! :*
Estou esperando o meu exemplar chegar.


Ed 31/05/2018minha estante
Realmente a parte do Paraíso é, de longe, a melhor, pois é um deleite para os leitores, principalmente aos católicos, que se sentem admirados ao homenagear os santos.

E prova que, ao contrário do senso comum, a cultura medieval era riquíssima, no qual recebeu diversas influências culturais de vários lugares do Velho Mundo.




Fernando 17/07/2011

Divina Comédia - Martin Claret
Comprei o livro para tentar ler algo em versos.
Logo vi que a leitura em versos não serve pra mim.
Mas, além disso, a edição da Martin Claret é extremamente confusa, com erros claros de tradução na sua primeira parte (um breve "estudo" sobre a obra) e notas de rodapé completamente perdidas, algumas delas que mais confundem do que esclarecem, e algumas escritas em latim (claro, porque se voce nao entendeu o verso, uma citação em latim vai ajudar muito, não é?)


Desisti em menos de 5 páginas (depois do estudo).
Continuo bastante curioso sobre os pormenores da história, mas acho que vou ter que conviver com isso.
comentários(0)comente



cfsardinha 26/06/2011

A Divina Comédia excerceu grande influência em poetas, músicos, pintores, cineastas e outros artistas nos últimos 700 anos. Desenhistas e pintores como Gustave Doré, Sandro Botticelli, Salvador Dali, Michelangelo e William Blake estão entre os ilustradores de sua obra. Os compositores Robert Schumann e Gioacchino Rossini traduziram partes de seu poema em música e o compositor húngaro Franz Liszt usou a Comédia como tema de um de seus poemas sinfônicos.
O livro também foi usado como inspiração para o romance de Umberto Eco - O Nome da Rosa.
Quando Dante se encontra no meio da vida, ele se vê perdido em uma floresta escura, e sua vida havia deixado de seguir o caminho certo. Ao tentar escapar da selva, ele encontra uma montanha que pode ser a sua salvação, mas é logo impedido de subir por três feras. Prestes a desistir e voltar para a selva, Dante é surpreendido pelo espírito de Virgílio - poeta da antigüidade que ele admira - disposto a guiá-lo por um caminho alternativo.
E a partir daí, o que acontece? Melhor você ler, pois se eu continuar a falar será muito spoiler :P
comentários(0)comente



ka19 14/06/2011

Esse livro me deu uma preguiça...
O livro é bom, mas me deu uma preguiça.... Acabei lendo só o "Inferno".
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Marcel 07/04/2011

Hum, dúvidas e certezas...
Li a versão da Nova Cultural... realmente um clássico... mas muito cansativo e a leitura do inferno é muito mais gostosa de ser realizada do que purgatório e paraíso... nossa, aliás o paraíso é muito chato, quase desisti... aquela obrigatoriedade da religiosidade da época, que esta voltando atualmente cansa demais...

Mas indico o livro para leitores mais velhos, com um bom dicionário do lado. Para adolescentes eu acho que é muito muito cansativo.

O bom que você aprende muitas palavras, com certeza enriquecerá o seu vocabulário. Mas digo, paciência para essa leitura, pois cansa!!!

Boa sorte!!!!
comentários(0)comente



Gláucia 22/03/2011

Ficção ou realidade?
Marquei essa edição pois a que li não consta aqui, uma edição da Publifolha "facilitada", escrita em prosa. A versão original, um grande poema talvez esteja um pouco além da minha capacidade, quem sabe um dia?
Dante é levado por Virgílio a percorrer o Inferno e o Purgatório e por sua amada Beatriz o Paraíso. A descrição é tão ricamente detalhada que não pude deixar de questionar se foi tudo criação literária ou a descrição de um mergulho numa dimensão desconhecida.
comentários(0)comente



Evelyn Ruani 20/01/2011

Deixai toda esperança, vós que entrais
"Quem poderá em palavras sem rima
dizer das chagas e do sangue plenos
que vi, mesmo que muita vez o exprima?".


Ninguém. Penso eu após ler essa obra fantástica. Uma criação única e criativa, apesar de toda dificuldade que encontrei ao ler. Não há como negar que é um clássico da literatura mundial já que abarca toda a cultura e o conhecimento do homem medieval (o texto, apesar de não existirem dados precisos, é aprox. de 1300).

A edição da Coleção Abril traz a tradução ótima de Jorge Wanderley e contém notas bibliográficas para cada um dos 34 cantos (Os 3 livros que compõe A Divina Comédia são divididos em 33 cantos, sendo que o Inferno possui um canto a mais que serve de introdução ao poema) e auxiliam na leitura. Mas tenho que confessar que não li todas as notas e mantive a leitura em sua grande maioria apenas nos versos.

Foi a minha primeira, e de maneira alguma a última, leitura dessa obra magistral de Dante Alighieri. Tenho que dizer que não me sinto madura o suficiente para dizer que entendi completamente sua obra, mas compreendi ao menos a estrutura e o sentido das 9 divisões em círculos do Inferno.

O que me levou a ler A Divina Comédia - Inferno? Vai ser difícil de acreditar, mas foi uma personagem de HQ conhecida por Dominó da Marvel Comics. Um amor antigo dessa personagem era apaixonado por este livro e apelidou Dominó de Beatrice por conta do anjo que aparece para auxiliar a viagem de Dante ao Inferno.

Foram quatro estrelas, para um livro que provavelmente darei cinco quando o ler novamente, com calma e a ponto de estudar cada nota bibliográfica num outro momento de minha vida. Afinal, como disse Borges sobre essa obra: "A divina comédia é uma cidade que nunca teremos explorado de todo"...
Maurício Coelho 21/12/2012minha estante
Muito bom sua resenha


Gi 24/07/2013minha estante
Adorei sua resenha! Mais um motivo para ler a Divina Comédia! =)


Dalila 23/12/2013minha estante
Perfeito Evelyn...
=)


Vicente 02/06/2015minha estante
Evelyn,
já li 3 versões da obra máxima de Dante, incluindo essa. É um livro desafiante e exigente da atenção do leitor. Gostei da sua resenha, só discordei da sua nota. *risos
A minha versão predileta, disparadamente, é da editora Itatiaia com tradução de Cristiano Martins.
Boas leituras


Diony 27/10/2016minha estante
A obra de Dan Brown "Inferno" foi um dos motivos que me propuseram a querer ler A Divina Comédia. Me identifiquei com sua resenha na questão de dificuldade para ler a obra.




121 encontrados | exibindo 76 a 91
1 | 2 | 3 | 6 | 7 | 8 | 9