Big Rock

Big Rock Lauren Blakely




Resenhas - Big Rock


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Tícia 11/06/2017

Bem, o que posso dizer?

A história é muitíssimo leve, dá pra ler numa respirada porque a leitura flui, mas entrei numa de comparar Big Rock com Tangled e isso acabou dando merda porque Tangled ganhou disparado.

Fora que em Big Rock, tudo aconteceu muito rápido. Uma semana foi um tempo incrivelmente curto pra que os mocinhos passassem da ‘friend zone’ pra ‘fuck zone’ e de lá pra ‘love zone’.
Sério que esse povo demora sete dias pra mudar a perspectiva de uma vida enquanto eu gasto o mesmo tempo só pra decidir se arrumo ou não meu guarda-roupa?

Tá, eu sei que eles já eram amigos, blábláblá, mas essa transição de relacionamento foi muito superficial. Sem motivos convincentes.
Que saco.

Enfim, Big Rock não é um livro marcante, mas é muito bom pra desopilar, pra matar o tempo, pra tirar a mente de sua moribunda conta bancária que anda mais pra lá que pra cá.

Inclusive, até dá pra recomendar.
Cridita?

;)
Bia 17/06/2017minha estante
Li alguns livros da Lauren Blakely e a grande maioria é assim. São bem leves e bons pra matar o tempo, mas nada muito marcante. São divertidinhos e só.


Tícia 18/06/2017minha estante
Bom saber, Bia. :D


Ayrlla 24/06/2017minha estante
voce leu em ingles? to doida pela traduçao :(


Tícia 24/06/2017minha estante
Li em português, Ayrlla.
Já foi publicado aqui no Brasil. :D


Silvana 12/10/2017minha estante
Exatamente o que estou achando.




Thay Freitas - Sankas Books 07/08/2017

Narrado em primeira pessoa por Spencer Holiday, o livro nos traz a história do playboy mais cobiçado de Nova York. Bonito, rico, conhecido nos tabloides, egocêntrico e dono de uma infinita lista de contatinhos, é um homem acostumado a ter a mulher que quer, no momento em que deseja.

Inteligente, ainda na faculdade Spencer criou um aplicativo para relacionamentos que se tornou o maior em quantidade de downloads. Sempre muito procurado pela mídia, é um homem sagaz, sarcástico, sabe como usar seus atributos para atrair as mulheres e se intitula como irresistível. Por outro lado, ele também é um homem solícito, educado e respeitador, nunca precisou ser grosso com ninguém, seu ego normalmente só infla quando o assunto é mulher.

Mas agora Spencer tem uma difícil missão, seu pai está prestes a vender a joalheria, a Katherine’s, que é algo muito importante pra família e o comprador é um senhor muito conservador e que zela muito pela índole. Logo, só fechará negócio se a família da qual ele comprará a loja tiver uma boa fama, nome de influência e todos os aspectos positivos de uma família tradicional. Mas logo Spencer, de vida libertina e sempre envolvido em manchetes de revistas de fofocas?!

Assim, o moço terá de deixar um pouco a sua vida badalada para assumir o papel de homem responsável e de família. Em uma reunião com o comprador, se sentindo encurralado e temendo que a sua reputação colocasse os planos da família por água abaixo, ele resolve dizer que é comprometido e que inclusive ficou noivo na noite anterior. Sem sequer parar pra pensar se algo assim daria certo, para deixar a mentira mais próxima possível de uma verdade, ele ainda cita que sua noiva é a sua sócia e melhor amiga, Charlotte.

Charlotte e Spencer são amigos desde a faculdade e juntos são donos do bar The Lucky Spot. Ela é recém-solteira, linda, dona do próprio nariz e muito sagaz também. É uma personagem adorável, saiu de um relacionamento onde agora seu ex vive a importunando e depois de achar uma loucura o plano de Spencer e unindo o útil ao agradável - por ser uma forma do seu ex a deixar em paz -, ela aceita embarcar nessa aventura, mesmo sabendo o quão difícil será sustentar essa farsa, ainda que seja somente pelo tempo que o pai dele precisará pra fechar negócio.

Eles definem algumas regras, não se apaixonar é uma delas, mas não sabem eles que quanto mais avançam, mais a vida vai tomando as suas próprias rédeas. O casal de mentirinha vai ganhando força e conforme os dias passam, vão percebendo uma chama oculta dar as caras. O desejo que um sente pelo outro começa aflorar de forma repentina e quanto mais lutam para evitar essa atração, mais se envolvem. Conseguiriam eles manter a farsa por muito tempo?

Continue lendo em: http://sankasbooks.blogspot.com.br/2017/08/resenha-big-rock-lauren-blakely.html
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Samara MaiMa 20/10/2017

Design
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Falando sobre capas vergonha alheia temos um ótimo exemplo em Big Rock. Assim, ela não é feia, afinal tem um homem sem cabeça muito bonito ali para ilustrar a capa. Mas quem em sã consciência sairia no transporte público com um livro desse?! O.o

Eu fico imaginando que deve ser quase a mesma coisa do que um cara comprar uma playboy com aquelas capas MEGA SUGESTIVAS e ficar alardeando dentro do metrô o que está lendo. Brasileiro acha que é liberal, mas a gente é cheio de tabus, preconceitos e julgamentos…

O mais interessante nisso tudo é que nossa capa é muito mais comportada do que a original (coloquei ela aqui pra você comparar)! O capista daqui cobriu um pouco mais o modelo, dando um lençol um pouco maior pra ele, além de tirar um pouco o foco da imagem do centro da capa. Não diminuiu nem um pouco minha vergonha, mas o moço agora deve estar com menos frio. XD

Achei interessante a editora manter o título original. Talvez porque Pedra Grande não tenha o mesmo apelo comercial, e talvez porque perderia a piadinha de big cock, que ainda é mantida pela fonte escolhida para a palavra no título. O R minúsculo dela pode ser interpretado como um C em uma leitura rápida.

Pena que o sentido duplo que rock/cock possa ter seja diminuído com o uso literal de uma imagem de anel para já fazer a associação com a pedra do título. Vai entender por que para os americanos quanto maior o diamante que se compra em um anel de noivado, maior é a representação do amor do casal…

Na capa a única coisa que eu não gosto são as frases de chamada no centro da arte. Eu preferia milhões de vezes que elas viessem na quarta-capa, antes da sinopse propriamente dita. Aqui o conteúdo dos textos só contribuiram para sensação de vergonha alheia.

Na quarta-capa o problema pra mim é essa fonte que tenta imitar uma letra manuscrita. E além de tudo associar como se fosse a letra de punho do Spencer, já que a sinopse é em primeira pessoa. Isso pode soar mega machista da minha parte, e eu já peço desculpas adiantadas, mas essa fonte é muito feminina e infantilizada para ser associada a um homem.

Dava quase na mesma terem escolhido Comic Sans para colocar aqui. Eu preferia que a arte fosse feita com uma fonte mais tradicional/sans-serif, talvez a mesma utilizada no nome da autora na capa, e se colocasse entre aspas, para significar a fala do personagem.

Sobre o miolo quero comentar duas coisas que chamaram minha atenção. Só para constar, a mancha gráfica, fonte, margens estão muito boas para leitura. Não tem cabeçalho com as informações do livro, e por mais que eu goste que os projetos gráficos tenham esses elementos, isso não foi o problema em si.

Uma das coisas foi a ilustração imitando um papel rasgado em diversas partes do livro. Na interna de capa, falsa folha de rosto e folha de rosto, e nas aberturas de capítulo. Eu fiquei esperando que tivesse a ver com alguma coisa da história, que algo desse sentido para a escolha desse elemento visual no projeto, mas nada aconteceu que me chamasse a atenção para um papel rasgado. Não vi muito sentido para esse elemento e provavelmente vou ficar sem entender de qualquer forma.

A outra coisa foi erro de revisão do projeto gráfico. Todos os capítulos tem a palavra “capítulo” mais o número atual. Só que a palavra está escrita errada em todas as aberturas; está “cápitulo”. E se se repete em todo o livro, significa que era um elemento único replicado ao longo do projeto gráfico. E outra coisa, ainda na abertura, as primeiras frases são sempre em um estilo diferente, com caixa alta e outra fonte, sans serif. Mas o capítulo 14 foi o único que não recebeu esse estilo na abertura.

História
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Do gênero de romance, os estilos que eu mais gosto são os de época e os hots contemporâneos. Dessa segunda categoria, fazia um tempo que eu não lia nada. Não sei bem se posso categorizar NA como hots contemporâneos, porque minha tendência é entender que o primeiro tem personagens mais jovens, recém saídos do colégio/alunos da faculdade. Já o segundo costumam ser adultos entre 25/35 anos.

E também fiquei me perguntando porque consigo gostar de hots contemporâneos, mas não me dou bem com chicklit. Acho que tem mais a ver com a questão da sensualidade/sexualidade das histórias, além do foco não ser necessariamente em uma comédia ou drama centrado em falhas ou defeitos da personagem principal (aquela que ainda está remoendo seu encontro com Uma noite com Audrey Hepburn).

De qualquer forma, Big Rock definitivamente faz parte dos hots contemporâneos com um diferencial: o livro é totalmente contado em primeira pessoa por um homem. Dos livros que li até hoje, as escritoras até dividiam os PoVs entre o casal, mas eu ainda não tinha lido um que fosse exclusivo do carinha.

Principalmente, nesses em que o PoV era dividido, a autora costumava voltar para a mulher quando ela entrava em capítulos descritivos sobre cenas de sexo. O que é completamente compreensível. Imagino que deve ser mais fácil e confortável de escrever sobre aquilo que se entende ou tem experiência. A maioria das mulheres nunca vai ter a experiência de vivenciar uma relação, seja romântica ou sexual, pelo ponto de vista masculino.

E isso foi interessante em Lauren Blakely. Eu consegui acreditar em Spencer. O texto parecia masculino o suficiente para me convencer que era um cara contando a história. Foi sarcástico, engraçado, e com uma boa dose de palavrões, como aparentemente os caras gostam de se comunicar. Eu até fiquei um pouco preocupada de o personagem ser tão convencido e arrogante e acabar beirando o bbk puro. Daqueles homens que você só quer distância e se questiona se ele deveria passar o código genético adiante. Mas foi exatamente isso que me surpreendeu.



Porque foi um pouco “controverso” Spencer ser o macho alfa bonzão, que nunca se apaixonou nem teve um relacionamento sério, mas ao mesmo tempo ser extremamente preocupado com o prazer feminino. Não sei se isso é uma idealização da autora mas, pela forma como o protagonista se comporta ou se expressa, se preocupar com algo/alguém além do próprio umbigo foi um tanto surpreendente. Obviamente, levando em consideração todo o meu preconceito com homens como Spencer.

De qualquer forma, Spencer é dono de uma cadeia de bares junto com sua sócia e melhor amiga Charlotte. O plot da história é bem simples: Spencer cria uma mentira gigante sobre estar noivo de Charlotte para ajudar na venda da cadeia de joalherias do pai. Nosso big rock precisa passar essa ideia de estabilidade porque ele é muito famoso por suas conquistas passageiras e por destruir corações. O provável comprador das lojas é um homem extremamente conservador e machista que precisa ter certeza que Spencer “melhorou” seu comportamento.

A questão é que depois de ter essa ideia idiota ele precisa convencer Charlotte a participar da mentira junto com ele, por pelo menos uma semana, que é o tempo em que será realizado a transação.

Pro leitor fica um pouco óbvio que Charlotte gosta de Spencer mais do que como simples melhores amigos. E eu achei “interessante” o impasse em que ele se vê: Spencer não quer perder a melhor amiga, mas ao mesmo tempo não consegue evitar de desejar essa mesma melhor amiga.

Algo que talvez sempre esteve enterrado em algum lugar da sua cabeça, mas que agora, com a farsa do noivado e a necessidade de convencer a todos, acaba se tornando uma realidade: ele pode estar se apaixonando por Charlotte.

A história é bem clichezinha, com todas as reviravoltas que você sabe que vão acontecer em um livro do gênero. A diferença é que na hora do rala e rola Spencer descreve toda a situação. A primeira vez de Spencer e Charlotte foi contada ao longo de alguns capítulos. Tudo bem que eles tendem a ser curtinhos, o que aumenta a dinâmica da leitura. Mas mesmo assim, a autora não teve problemas em descrever pelo ponto de vista masculino as cenas de sexo.

Me diverti com Big Rock. Não sairia NUNCA na rua com ele para ler, mas fora isso, foi uma daquelas leituras de entretenimento que valem o tempo e o investimento quando você gosta do gênero.

site: http://parafraseandolivros.com.br/2017/05/big-rock-lauren-blakely/
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Anna 20/05/2017

Ótimo livro!
Apesar de ser um livro com conteúdo sexual, a autora trouxe uma história engraçada, com uma pitada de amor e sarcasmo maravilhosa. Narrada por Spencer, a autora conseguiu retratar aos olhos de um homem uma ótima história.
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LuEntreLivros 02/11/2017

Divertido, sensual
Com 28 anos, bem sucedido Spencer Holiday é um playboy conquistador, mas ele não sacaneia as mulheres, apenas dá aquilo que elas querem, sem mentiras, sem criar falsas expectativas.

Com seu pai está envolvido na venda multimilionária dos negócios da família, ele tem de mudar. Spencer precisa largar sua vida de playboy e mulherengo e parecer um empresário de sucesso, recatado, de boa família, sem um passado – ou um presente - comprometedor... pelo menos durante esse processo.

Tentando agradar o futuro comprador da rede de joalherias da família, o antiquado sr. Offerman, ele fala demais e acaba se envolvendo numa confusão. E agora a sua sócia terá que fingir ser sua noiva, até que esse contrato seja assinado. O problema é que ele nunca olhou para Charlotte dessa maneira – e talvez por isso eles sejam os melhores amigos e sócios. Nunca tinha olhado... até agora.
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"Grandes poderes trazem grandes responsabilidades".
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Sabe aquele livro que você começa a ler e só para quando termina? Ou até mesmo se pega gargalhando com determinadas cenas? Foi assim com Bick Rock (esse trocadilho, foi fantástico hahah). Fiquei mais do que satisfeito com essa leitura.
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Narrado em primeira pessoa, Spencer foge do modelo "garanhão idiota" e nos mostra como entender as mulheres (ou tenta), a trama é leve, divertida carregada de humor e malícia. A autora consegue nos envolver a cada capítulo, é bem clichê (eu amo um clichê), mas mesmo sabendo do final, as reviravoltas e os acontecimentos é o que vale a pena.
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"O fato é que eu não quero abrir mão do que temos. Com Charlotte eu posso ser simplesmente eu mesmo, e não tenho isso com mais ninguém."
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Os personagens secundários são sensacionais, amei Charlotte, ela é sarcástica, inteligente, engraçada, mas não posso deixar de falar que Harper ganhou meu coração (corri para ler Mister O). Sem contar Nick que é divertido demais.
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Sem mais rodeios Big Rock é um romance instigante, irresistível, onde a risada é garantida, terminei o livro com um gosto de quero mais, me diverti do começo ao fim, recomendo para os fãs de uma bela comédia romântica sensual e personagens viciantes.

site: https://www.instagram.com/p/Ba-Qx-lD8hg/?taken-by=luentrelivros
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Ana 29/07/2017

Um clichê super engraçado e sexy"
Quando o pai de Spencer Holiday resolver vender o negócio da família, a vida de Playboy que Spencer leva precisa dar uma pausa. O motivo? O comprador da Katherine's é um homem antiquado; deseja fazer um negócio que esteja no ambiente familiar, coisa que contrasta com a vida que Spencer leva de uma forma que​ pode até afetar nas negociações da compra. É por isso que quando um mal entendido acontece, Spencer resolve ir em frente com isso. Agora ele terá que convencer Charlotte, sua melhor amiga e sócia, a fingir ser sua noiva durante uma semana e fazer com que todos acreditem que eles estão loucamente apaixonados.

Ver a amizade de Charlotte e Spencer se tornando algo mais foi uma das melhores coisas desse livro.
Enquanto a atração que sentiam um pelo outro era palpável, os sentimentos do casal eram trabalhados de modo mais lento, mas ainda assim, perceptíveis.
Por exemplo, foi muito engraçado e, admito, prazeiroso, ver um Spencer confiante, com um ego maior do que ele próprio, se tornar um homem confuso e indefeso sobre o que sentia pela melhor amiga. Chegou a ser fofo.

"Era só o que faltava. Agora, em vez de lutar contra um órgão todo santo dia, vou ter que lutar contra dois."

Charlotte também é uma personagem incrível; não tem rodeios e, embora tenha seus momentos vulneráveis, não faz a vítima. Os personagens secundários também são muito cativantes e envolventes; é possível conhecer aqui os protagonistas de Mister O, o próximo livro da autora.

Mas o grande diferencial ficou para a narrativa. Ser narrado exclusivamente pelo ponto de vista de Spencer foi um golpe certeiro, isso é incontestável! A narrativa é carregada de humor e malícia, dando uma leveza tão grande na leitura, que eu li em uma sentada só (🌚).

Big Rock é a prova de que nem sempre é necessário que um dos lados tenha sofrido no passado ou que fique em dúvida entre dois amores, para que um romance seja interessante. Pois, embora seja um romance previsível, a história é irreverente e sexy. Você facilmente é conquistada.
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Jéssica Spuzzillo @pintandoasletras 17/11/2017

Leitura divertida e apimentada!
Spencer Holiday, tem uma missão: agradar o maior número de mulheres possíveis. Ele é sexy, mulherengo, confiante e tem muito orgulho do seu corpo, mas principalmente de um membro especifico que ele julga ser acima da média haha
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“Tenho 28 anos, sou solteiro, rico e bem bonito. E sou um cavalheiro. Porque será que não me surpreendo quando consigo uma transa?"
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No entanto, suas noites de pegação estão com os dias contados. Ser vinculado a fofocas pode se tornar um grande problema enquanto seu pai está tentando vender a sua rede de joalherias para um empresário conservador.
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Então, para se livrar da fama de playboy pegador, ele acaba inventando um noivado de mentira com a sua melhor amiga Charlotte. Eles são amigos desde a faculdade e são sócios em um famoso bar em NY, se conhecem como ninguém, e por conta disso Charlotte aceita ajudar o amigo.
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Eles começam a passar mais tempo juntos, precisam mostrar para todos que estão apaixonados um pelo outro e isso inclui beijos em público. À medida que essa farsa progride, os dois descobrem que a tensão sexual entre eles é explosiva, o único problema é: como continuar amigos, uma vez que se tornarem amantes? Será que vale a pena estragar uma bela amizade, somente para satisfazer um desejo? Será que o que sentem um pelo outro é somente paixão, ou pode ser amor?
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"A suavidade em seu tom de voz me delicia. Mas o que me arrebata é sua doçura. Essa doçura parece pessoal e reservada apenas a mim."
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Esse foi o primeiro livro que li da autora e definitivamente quero ler mais. Adorei! Toda a narrativa é feita pelo ponto de vista do Spencer, e ver a sua perspectiva foi sexy, refrescante e absolutamente divertido. Sua mente abre a porta para um monte de momentos interessantes e engraçados e sua falta de controle quando está perto de Charlotte torna esse livro ainda mais quente.
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Essa história teve a quantidade perfeita de humor, sensualidade, amor e paixão, pela capa achei que seria mais um livro hot clichê, mas me enganei completamente! Indico para todos que gostam de uma leitura doce, leve, apimentada e divertida! 💕💕

site: https://www.instagram.com/p/BV8FN7qFwlH/?taken-by=pintandoasletras
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Mah 06/09/2017

Big Rock
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Big Rock é uma história muito sexy. Os personagens são marcantes e divertidos com suas ironias . A história não contém linguagem vulgar, muito pelo contrário, a autora @laurenblakelybooks conta esse romance de uma forma engraçada e apaixonante. .
Spencer é um típico playboy, charmoso, bonito, rico e dono de atributos que mulher nenhuma colocaria defeitos. Já Charlotte, é inteligente, irônica , engraçada e uma mulher linda. Os dois são sócios e melhores amigos, sempre tirando um ao outro de alguns apuros, até aí tudo está perfeito, porém, quando o pai de Spencer resolve vender a joalheria da família para um homem que se importa muito com a questão da família tradicional, Spencer se vê obrigado a ajudar o pai e sossegar por uma semana, pois ele sabe que seu lado conquistador pode atrapalhar a venda, então ele inventa que está noivo de Charlotte. Quando Spencer consegue convencer Charlotte a fazer parte dessa ideia maluca, ele não faz ideia que todo o seu plano pode se tornar uma grande confusão, pois ele passa a notar sua melhor amiga de uma forma diferente. .
Big Rock foi pra mim uma história muito leve, engraçada e interessante, é um new adult contado pelo ponto de vista de um homem o que é raro de se ver, pois sempre vemos a visão da mocinha nos livros. A autora na minha opinião conseguiu transformar uma história clichê em algo instigante e fenomenal. .
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Blog Stalker Literária 20/10/2017

Spencer, o protagonista que leva a palavra 'grande' a outro nível....
Big Rock é uma comédia romântica que me fez morrer de rir a cada página. Spencer é o típico pegador que sabe como satisfazer uma mulher na cama e fora dela, e por mais que ele tenha todas essas vantagens em seu currículo ele não é nem um pouco arrogante, pelo contrário seu ego é a coisa mais engraçada da história, fora que ele pode ser o ‘homão da porra’ na cama mas na área dos sentimentos ele é extremamente lerdo e é motivo de piada interna com todos que o conhecem.

Eu adorei acompanhar a jornada desses dois amigos que se meteram nessa tremenda confusão de fingirem ser noivos, afinal Charlotte é péssima em mentiras e Spencer pode até saber mentir mas não sabe como resistir à amiga que é tremendamente linda. Para fingir melhor eles precisam recorrer à cenas cotidianas de um casal de noivos como se beijar, estar associado ao conceito da pessoa sem roupa e tals, e são nessas cenas que você lê e vê que eles querem muito se pegar, a química entre eles não é falsa coisa nenhuma, e isso pode ser um tremendo problema caso eles não consigam separar essa química da amizade quando essa farsa acabar, afinal eles são sócios e precisam saber conviver em harmonia para administrar seus bares.

A história é rápida, sem muitos dramas e sem erolação, você começa a acompanhar a história desse casal de amigos e não quer parar mais de ler até chegar ao final dessa mentira, você se apaixona pelo Spencer logo no começo, com seu jeito brincalhão e conquistador e também se apega muito a Charlotte por ela ser uma mulher tão autossuficiente que sabe o que quer e como conseguir o que precisa quando lhe negam aquilo. Os personagens secundários são incrivelmente bem construídos também, já que por se tratar de uma série alguns deles terão seu livro solo como Nick – O Senhor Orgasmo e a irmã de Spencer.

"Eu não sei porque ela não estava muito certa de que conseguiria dar conta do recado.
Ela está simplesmente arrasando! É a noiva de mentira feita sob medida pra mim."

Eu adorei essa história do começo ao fim, me diverti bastante velho eles falharem miseravelmente em não se apaixonar e também tentando convencer o empresário que eles são realmente noivos apaixonados. O final do livro é uma gracinha, e tudo que fiquei pensando quando terminei é que daria um ótimo filme de comédia romântica, iria rir horrores também assistindo.

O livro é todo narrado por Spencer, e acredito que isso deixe a narrativa muito mais engraçada e dinâmica, condizendo com sua personalidade espontânea e extrovertida. Conhecemos assim um pouco mais da sua família, dos seus amigos e principalmente vamos acompanhando seus pensamentos confusos sobre o que está acontecendo e o que ele deveria sentir ou não pela melhor amiga, aquela pessoa que ele convive há anos e que mesmo reparando que é linda nunca se imaginou beijando-a ou tendo algo mais íntimo com ela.

A edição da Editora Faro não podia ser menos perfeita, ela possui a capa e título original (amém, pois se tivessem traduzido tinha perdido muito do sentido) e a tradução está perfeita também, não perdendo o sentido nas piadas sexuais ou de duplo sentido da história. A gramatura das folhas é bem grossa e amarelada o que facilita muito a leitura e também gostei muito da arte interna e do começo de cada capítulo.

Pra quem procura um livro pra entreter e tirar da ressaca literária com certeza Big Rock é mais que recomendado, por ser um livro leve e divertido você termina ele em menos de um dia e já está pensando nos próximos volumes dessa série que pelo jeito chegou para fazer os leitores de apaixonarem pelos personagens e morrerem de rir a cada furada que eles precisam se meter. Eu amei esse livro e recomendo a todos que querem rir um pouquinho, só asseguro que vão precisar de um ventilador, pois Spencer não brinca quando o assunto é sedução e sexo.

site: http://www.stalker-literaria.com/2017/06/resenha-big-rock-lauren-blakely.html
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Thabs 02/09/2017

Big Rock - Lauren Blakely
Spencer é playboy que tem todos os atributos e sabe levar toda sua lista de mulheres a loucura na cama, sabe que é gostoso e ponto, não quer se envolver sério com ninguém simplesmente por não querer, não tem nenhuma experiência traumática ou algo assim, isso é o que eu mais amei nele, é leve, divertido, leal aos amigos, admira verdadeiramente os pais sem ser o típico cara perfeitinho.
Ele é Charlotte são melhores amigos que nunca se envolveram e nunca irão, segundo ele.
A venda da rede de joelheira do pai e o ex namorado insistente e inconveniente de Charlotte faz os dois fingirem um noivado, com data para acabar e com regras básicas.
Eles têm aquela amizade maravilhosa, conexão, histórias dignas de filmes da Sessão da Tarde e quanto se envolvem tudo fica quente e apaixonante.
Leitura fluida e maravilhosa
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Mari - Pequenos Retalhos 20/07/2017

Uma leitura divertida
Se existe uma palavra para definir essa leitura, é “divertida”. Esse livro é uma delícia de ler. Contado em primeira pessoa por Spencer, a história tem o diferencial de ser sob o ponto de vista masculino. E Spencer é um narrador engraçadíssimo. Ele não é nem um pouco modesto ao descrever seus atributos, mas a maneira honesta com que o faz é leve. Além disso, quando descreve seus relacionamentos ou o jeito como trata as mulheres de sua vida, ele demonstra respeito. Não há como não gostar de Spencer.

site: http://www.pequenosretalhos.com/acabei-de-ler-big-rock-lauren-blakely/
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Beta Oliveira 22/05/2017

A imagem de playboy de Spencer poderia afetar o desejo dos pais de venderem a joalheria da família para finalmente aposentar. O comprador era excessivamente conservador. Por isso, ocorreu a ele que seria uma boa ideia convocar a melhor amiga, Charlotte, para fingir um noivado. E ela achou que seria uma boa forma de espantar um ex que não entendeu que não teria mais volta. Diversão, confusão e uma surpreendente e explosiva atração nesta “uma comédia romântica picante”. Adoro livros que me fazem rir e este me fez dar boas risadas. Recomendo!

O texto completo está no Literatura de Mulherzinha:

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2017/05/cap-1354-big-rock-lauren-blakely.html
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Jade Ricieri 20/09/2017

História clichê, mas super divertida e sexy!

“Big Rock” narra a história de Spencer Holiday, aquele típico homem tudo de bom: lindo, rico, bem-sucedido, inteligente e irresistível, e uma das coisas que ele mais gosta é ser o solteirão mais desejado de Nova York. É dono de um bar famoso e muito badalado juntamente com sua melhor amiga Charlotte, amizade que existe desde os tempos de faculdade.

A vida de Spencer é regada a vários encontros sexuais, festas, bebidas e dinheiro, e tudo estava na mais perfeita sintonia, até que seu pai, dono de uma das mais conhecidas joalherias da cidade pede para ele dar uma sossegada por alguns dias, pelo menos até que consiga fechar um negócio importantíssimo com uma família que é totalmente conservadora e que poderia desistir de tudo se tivesse o seu nome rodando por manchetes de revistas de fofocas, coisa que é normal para Spencer.

Com a intenção de ajudar o pai ele aceita o pedido, mas acaba exagerando e diz que sua vida de farras e conquistas foi deixada para trás, pois está noivo de Charlotte.

E a partir disso, começa toda uma encenação. Ele e sua melhor amiga passam a fingir que estão apaixonados e que vão se casar, toda essa farsa é apenas para o pai de Spencer conseguir fechar o negócio. Mas, será que os dois conseguirão convencer a todos? Principalmente a eles mesmos que tudo o que está acontecendo não passa somente de um elaborado plano?

A trama do livro apesar de ser bem clichê e fácil de descobrir como será o seu desfecho consegue prender o leitor pela forma como é escrita. A autora consegue te envolver desde a primeira página, tornando a leitura viciante e divertida. Gostei muito, a única coisa que ao meu ver deixou a desejar, foi a velocidade com que as coisas aconteceram, tudo rápido demais, tanto durante a história como no seu final, na verdade acho que eu queria um pouquinho mais do Spencer e todo aquele seu charme maravilhoso e irresistível.

É uma comédia romântica completamente cheia de detalhes e cenas picantes, recomendado para tirar qualquer pessoa daquela velha ressaca literária e uma ótima forma de passar o tempo.
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Anne 26/07/2017

Leve e descomplicado
Big Rock é um livro todo narrado em primeira pessoa por Spencer Holiday, um playboy pegador. Ele sabe disso e se gaba da situação, mas não chega a ser uma pessoa infantil, pelo contrário. Ele é bem maduro e sempre deixa claro suas intenções às mulheres com quem fica, ou seja, sem corações partidos.

"Um completo casanova. Cem por cento mulherengo. Livre para voar e sem a menor necessidade de uma gaiola. "

O livro tem uma leitura muito fluida e engraçada, e embora tenha aquele romance clichê, é muito fácil se encantar com a escrita da autora. Ele é regado de cenas bastante eróticas, então é uma leitura para pessoas com mais de 18 anos. A capa também é bastante sugestiva, vamos ter cuidado na hora de indicar, pessoal.


Spencer e Charlotte são amigos desde a faculdade e acabaram montando um bar juntos como sócios. Romance entre eles nunca foi cogitado, até que... Spencer entra em uma roubada meio sem querer e pede para que Charlotte finja que eles estão noivos para um possível comprador da cadeia de lojas de joias do pai. Uma coisa dessas só pode dar errado, não é? Ou talvez certo.

Enquanto eles avançam nessa mentira, o relacionamento deles vai mudando aos poucos de forma natural para algo romântico. Spencer é uma pessoa muito boa, assim como Charlotte. Não rola aquele mimi, traição, nem dramalhão. É impossível evitar que se apaixonem. E nós de nos apaixonar por esses personagens maravilhosos.

"A notícia boa é que eu só preciso mentir por mais uns poucos dias.
A notícia ruim é que Charlotte e eu só teremos mais uns poucos dias de compromisso falso."

É um livro pequeno e leve, e por isso dá para concluir a história em um dia. Não tem nenhuma revelação bombástica, nem um enredo espetacular, é previsível, mas o jeito como a Lauren escreveu e levou a história é sensacional. É uma leitura muito gostosa e descomplicada, que te arranca alguns suspiros.


Se indico? Claro que sim. Mas é uma história de romance com muitas cenas se sexo, então se você não gosta de algo mais picante, esse livro não é pra você.

E ah, a Faro já está preparando o próximo livro da Lauren, que vai ser Mister O, com Harper e Nick, que são a irmã e o amigo de Spencer. Aguardem!

site: http://www.literaturaestrangeira.com.br/2017/06/resenha-big-rock-por-lauren-blakely.html
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