Crooked Kingdom - Vingança e Redenção

Crooked Kingdom - Vingança e Redenção Leigh Bardugo




Resenhas - Crooked Kingdom


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Rodrigo.Oliveira 15/05/2019

Encantador!
Croocked Kingdom é a parte dois do livro Six of Crows da Leigh Bardugo. Não conhecia a autora antes da leitura do primeiro e deste segundo livro, mas já adotei os dois livros livros como uns dos meus preferidos. São histórias cheias de reviravoltas e trapaças com personagens bem construídos e bem marcantes. O segundo livro foi uma leitura rápida e agradável para mim, ficava ansioso todos os dias para voltar a lê-lo. Como no primeiro livro há uns poucos momentos de romance que são inseridos de forma brilhante e me fez ficar ainda mais encantado pelo livro. recomendo muito!
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Fran 09/04/2019

Maravilhoso!
"Sem luto. Sem funerais."

Sem mais...
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Lucas.Costa 18/03/2019

O Arrependimento de progredir que veio logo nas primeiras páginas
Ao fim de Six of Crows, eu me peguei em um dilema de terminar ou não a duologia. O primeiro livro definitivamente não me pegou por sua descrição rasa de ambientes, soluções burocráticas e simplórias e uma série de explicações mastigadas, mas o final me deixou curioso. Ponto pra autora. Mas ao iniciar a leitura vi que o que me incomodou no primeiro, voltou com tudo nesse segundo, sendo que nem a premissa interessante foi suficiente para me prender.

ENREDO

Não há qualquer evolução na escrita da autora. É impressionante como esse livro poderia estar colado no primeiro que nem se notaria que há qualquer mudança. A mesma descrição confusa de ambientação, a mesma sensação de ?páginas faltando no livro? (quando você está lendo uma parte e se pergunta como chegou ali, tendo a sensação de que perdeu alguma coisa da estória), contrastando com a sensação de ?páginas sobrando no livro? (muito background e subtramas criadas sem qualquer propósito).
A autora até tenta uns plot twists, mas a utilização de flashbacks, que no primeiro livro funciona para criar personagens mais densos, neste livro é utilizado tão somente para solucionar um problema de roteiro. Explico: Situação X é proposta, vem um capítulo de flashback que propõe que um personagem tem tal habilidade até então não revelada, essa habilidade é exatamente o que se precisa para resolver Situação X. Essa mesma estrutura é repetida ao longo da trama diversas vezes. Nem a interessante premissa consegue segurar.
A sensação que tive ao longo de toda a leitura foi a de que a autora tinha uma ideia muito boa, mas muito boa para um livro. Na tentativa de construir ao menos dois, e expandir seu próprio universo, ela criou dois livros bem medianos, cheios de situações desnecessárias, confusas e tediosas.

PERSONAGENS

Não há qualquer evolução. Eram até um dos pontos altos do primeiro livro, pois eram bem construídos e tinham profundidade. O que era o ponto alto do primeiro, se torna o ponto baixíssimo desse: flashbacks exagerados tão somente para amarrar pontas soltas do roteiro e dar prosseguimento à estória.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Foi uma decepção. Não só o livro, mas a duologia em si. Há fantasias com universos bem mais interessantes e que caminham de maneira muito mais orgânicas, sem ter de recorrer a recursos simples de roteiro. Não consigo recomendar.
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inari 17/02/2019

Simplesmente sem palavras.
"Sem luto. "

"Sem funerais."
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Tamirez | @resenhandosonhos 02/08/2018

CROOKED KINGDOM
Leigh Bardugo é uma daquelas autoras que vai cavando seu próprio espaço no coração – ou estante – dos leitores. Quando eu li a trilogia Grisha, com Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascensão, o que encontrei foi um mundo instigante, viradas legais, mas uma história que tinha algumas coisas que não me deixaram 100% satisfeita. Com Six of Crows foi uma pegada bem diferente. Houve um enorme amadurecimento na construção de história da autora, na composição da escrita, no tom dado aos personagens. Eles ficaram mais vívidos, mais complexos, com mais camadas. E, quando a gente chega a um livro final, é claro que rola aquele friozinho na barriga com o medo de dar algo errado. Principalmente nesse caso, onde a história tinha tudo pra tomar um viés mais trágico.

Crooked Kingdom começa com três objetivos centrais: resgatar Inej, se vingar de Van Eck, pegar o dinheiro que deveriam ter recebido. Porém, nem mesmo o inteligentíssimo Kaz poderia prever a quantidade de coisa que iria dar errado. Aqui temos um plano sendo desfeito atrás do outro. A cada estratégia que falha algo é perdido. A cada caminho virado errado é preciso que haja uma reinvenção, e isso vai criando um clima de apreensão onde o leitor só espera o pior.

“Um bom ladrão é como um bom veneno, mercantezinho. Ele não deixa vestígios.”

O mais legal nesse livro foi o desenvolvimento dos personagens e a oportunidade que tivemos de conhecer melhor cada um deles. Por mais que os capítulos fossem divididos também no primeiro livro, me pareceu que em Six of Crows tínhamos uma obrigação maior de conhecer Inej, enquanto os outros personagens ficavam mais à parte. Aqui a coisa vira, e enquanto nossa Espectro apenas desenvolve o que já havíamos visto dela, os outros tem o espaço para nos contar suas histórias e criar um vínculo maior com o leitor.

“Nós encaramos o medo. Cumprimentamos o visitante inesperado e escutamos o que ele tem para nos dizer. Quando o medo chega algo está para acontecer.”

Nisso, gostaria de ressaltar dois pontos: minha personagem preferida aqui foi a Nina. Como ela cresceu e se tornou uma âncora dentro dessa trama. A criação e desenvolvimento dela abre todo um novo leque a ser explorado nesse mundo, o que pode muito bem gerar mais livros dentro do universo grisha, tomando sua condição como foco. Gostei muito de ela ter sido valorizado e de seus conflitos serem amplos e ricos na problematização. O vício, a resistência, o amor, o desejo, o dever, o não saber mais quem é, o descobrir e se reinventar. Eu não sei bem como me sinto com relação ao desfecho da personagem, mas entendo que há uma porta aberta ali a qual eu realmente quero ver mais coisas. E a segunda coisa diz respeito a um casal que surge do nada aqui. Eu achei super bonitinho, mas confesso não me lembrar de tamanha “tensão” ou sequer “clima” em Six of Crows. Por isso, talvez, tenha soado um pouco estranho já entrar aqui com a coisa rolando tão forte no ar.

Também vamos descobrir mais segredos sobre o Kaz e, apesar de eu curtir muito ele, ainda faltou algo aqui, com o que diz respeito ao final também. Eu esperava tão mais dele ou do que ele faria ao fim de tudo. Acho que eu já havia sido impactada em doses homeopáticas com o que vinha acontecendo que não serviu apenas ter um vislumbre de um possível futuro. Isso me deixou ainda mais frustrada com o escasso desenvolvimento de sua relação com Inej. Nós sabemos que há algo ali e por mais que seja clichê todo o contexto, ainda assim merecíamos ter recebido um pouco mais dos dois personagens em interação.

Algo legal aqui é o fato de que vamos encontrar vários personagens que apareceram na Trilogia Grisha. Tecnicamente você não precisa ter lido ela para adentrar o mundo de Six of Crows, mas essa duologia não é explicativa no que diz respeito à universo e há sim spoilers, a final o que acontece no fim de Ruína e Ascensão tem consequências no mundo todo, mesmo que essa trama não se passe no mesmo continente, então há coisas de que é impossível fugir. Então eu super recomendo que você siga a ordem de publicação e adentre esse mundo com a outra história primeiro.

“Podemos enfrentar todo o tipo de dor. Mas é a vergonha que devora o homem.”

Os personagens que encontraremos aqui não são os principais, mas são pessoas que marcaram aquela história e que com a caça aos grishas e a diminuição constante dessa “raça”, são nomes importantes dentro da comunidade, também por terem participado de forma direta ou indireta na resolução da política em Ravka, e dos conflitos que aconteceram na trama anterior. E, pra mim que sou uma adoradora desse universo, foi incrível reencontrar essas pessoas, ver como estavam suas vidas, em que posição se encontram agora e da importância que tem para o mundo em geral.

Pra quem não leu a primeira história, as pessoas vão ser apresentadas ao longo do seu desenvolvimento. Mas pra quem leu é um clique muito legal perceber que estão inseridas também nesse livro, principalmente porque não aconteceu no primeiro livro. Minha menção honrosa para Genya, Zoya e Sturmhond

site: http://resenhandosonhos.com/crooked-kingdom-leigh-bardugo/
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Marcella.Martha 02/08/2018

Se algum dia alguém já fez a pergunta "Será se é possível um livro ter aventura/emoção/correria em excesso?"
... essa pergunta foi respondida em Crooked Kingdom e a resposta é: sim, é possível.

Uma palavra para definir o fim da breve história dos matutos de Six of Crows é: intenso.

Antes demais nada, não me entendam mal: eu ADOREI Crooked Kingdom. A Leigh Bardugo não deixou a peteca cair, jogou a barra lá no alto, conseguiu desenvolver seus personagens (ou a maioria deles, pelo menos) e encontrou um final muito digno para um grupo de pessoas totalmente tortas na vida sem apelar para redenções miraculosas.

MAS. Na minha singela, humilde e quase que excluída opinião, já que todo mundo parece pensar diferente, Crooked Kingdom não conseguiu superar seu antecessor. O que não é exatamente um demérito, já que Six of Crows é maravilhoso e só do final ter sido totalmente satisfatório já podemos considerar uma grande vitória. Meu problema aqui foi que aconteceu coisa DEMAIS (e, acredite, estou tão estupefata quanto você por pensar assim porque eu sinceramente achei que jamais veria o dia em que isso seria um problema pra mim).

Enfim, mais uma ótima leitura proporcionada pela Barduguinha. Esses meninos deixarão saudades.
stopcallinme 10/01/2019minha estante
Pensei que só eu havia sentido essa coisa estranha... De acontecer coisas DEMAIS....




Tatiane 01/07/2018

Esse livro merece todas as estrelas, notas máximas, comentários positivos... Por que simplesmente é um livro sensacional. Apesar de ser narrado de tantos pontos de vistas diferentes, a autora soube diferenciá-los e encaixá-los perfeitamente ( diferente de outra autora, né Victoria Aveyard?!); sem contar que por diversas vezes ela colocou o passado dos personagens no meio da história no presente. E convenhamos, muitas vezes isso não dá certo, mas aqui coube tão bem que passou a ser um complemento divino.

O que falar do Kaz Brekker, e essa mente brilhante? Falar dele é preciso muita destreza para não estragar sua reputação ( POR ISSO LEIAM E AS VEJAM).

Eu poderia ficar aqui falando tanto desse e do livro anterior, mas prefiro que você os leia. Pois não vai se arrepender.
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Gabi | @ps_gabih 26/06/2018

Me despedi dos Grishas real!
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Six of crows é uma duologia que se passa após a trilogia Grisha, mas não é necessário ler uma para ler a outra.

Como eu já tinha começado a ler a trilogia Grisha, ao ler Six Of Crows, senti deveria concluir a trilogia pra só depois voltar e ler Crooked Kingdom. Mas isso só porq eu tenho algumas manias

Mês passado eu conclui a trilogia, então esse mês concluí a duologia. .

Olhe, palmas para Leigh Bardugo.
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Eu senti como se ela tivesse lido todas as críticas feitas à Trilogia Grisha e não repetiu seus erros em Six Of Crows.

Ao contrário do romance bem fraquinho da trilogia, em Six Of Crows eu saí shippando todo mundo, mais um pouco e eu começava a dar nomes às paredes e as portas só pra poder shippar tbm .

Eu penso que na trilogia Leigh tinha tanta coisa pra dizer, tantos cenários pra apresentar, tanta coisa pra explicar e a protagonista tinha tantas batalhas pra lutar, q o romance não estava na lista das prioridades dela. Eu acho... .
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O ritmo dado a duologia tbm é outro. Enquanto na trilogia grisha haviam momentos estagnados, isso não acontece na duologia Six of crows.
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São tantas guinadas e reviravoltas q metade do livro eu fico tensa e na outra metade eu tô rindo de nervoso.
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Crooked Kingdom foi tão, mas tão intenso. Eu já comecei o livro tensa porq Inej estava mantida como refém, então Kaz, Matthias, Jesper, Wylan e Nina estavam tentando resgata-la.

Eu pensava q esse seria o foco do livro todo, mas não! Gnt, o resgate de Inej acontece nos capítulos inicias do livro e esse bando de doido já se enfiam em outras loucuras, como roubar de volta o dinheiro prometido

Mas nesse meio tempo, como bandidos bonzinhos q são, eles tbm querem salvar o mundo da droga parem.
Coisa pouca, acontece sempre

Os 6 protagonistas com as alternâncias de pontos de vista faz com q eu continue apegada a todos eles nesse livro.

E esse foi o livro em q os 6 tiveram q resolver seus problemas pessoais, além dos q os 6 se enfiam em conjunto.

Tem ação do início ao fim, e eu amei demais.
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Gi 15/05/2018

Corvo é meu novo espírito animal
A forma como Bardugo cresceu como escritora desde a trilogia Grisha é estonteante. A construção das personagens é incrível. Contei 4 grandes reviravoltas e inúmeras reviravoltas menores que aconteciam com cada uma das personagens individualmente. Ela não teve medo de matar na história, de mostrar crueldade, de fazer um plano ambicioso e adulto. Chega de romances adolescentes abestalhados, chega de ditar o destino de uma nação baseado na paixonite aguda de dois adolescentes, chega de protagonistas mimados e insossos. Bardugo acertou e acertou em cheio. Por mais corvos em nossas vidas porque se eu quisesse histórias água com açúcar eu tomava soro caseiro ao invés de ler.
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De repente, no último livro 13/05/2018

Resenha do blog "De repente no último livro..."
Crooked Kingdom - Vingança e Redenção é a esperada segunda parte da bilogia Six of Crows, uma história que desde sua primeira parte me encantou, por seus personagens carismáticos e peculiares e por sua trama bem construída, cheia de reviravoltas e movimentos impensados.
É o tipo de livro que até mesmo me intimidava e eu tinha medo de conferir esse desfecho. Conseguiria manter Bardugo o bom ritmo e a magia da primera parte?

Mesmo sendo um livro bastante largo, de quase 500 páginas, Crooked Kingdom tem uma história ágil, que instiga o leitor a ler sempre uma página mais. É aquele tipo de história que ainda permanece em nossa mente mesmo após fechar o livro, pois queremos prever de antemão as possiveis estratégias do brilhante Kaz Brekker e sua equipe de ladrões que, em busca de vingança, vão deixando sua marca e se convertem em lendas na cidade de Ketterdam.

Apesar de ser um livro de leitura rápida, com muita ação, reviravoltas e revelações importantes, não sei dizer porquê não conseguiu me prender da mesma maneira que sua primeira parte.
Sabe quando falta algo e não sabemos explicar exatamente o o quê? A narrativa é genial, os personagens são ótimos, mas houveram momentos em que me sentia desatenta, perdida na trama, e essa sensação de não estar captando totalmente a mensagem acabou deixando a minha leitura mais lenta do que esperava (esse livro me custou mais de 10 dias para terminar).

Embora a leitura tenha estagnado mais do que esperava, no geral, foi um um bom livro, que me surpreendeu em grande parte por conta das incríveis estratégias que Bardugo soube criar. Seu personagem, Kaz Brekker, ficará marcado como um dos tipos mais perspicazes e estrategistas que já li. Aliás, os personagens são certamente o ponto forte do livro. A trama é bem escrita, mais é o carisma do grupo principal o que realmente instiga o leitor a querer seguir lendo para descobrir o desfecho final destes queridos ladrões. Nina, Mathias, Kaz, Inej, Wylan, Jesper e Kuwei pouco a pouco vão demonstrando ao leitor sua valentia, lealdade, e o mais interessante é notar que as personalidades tão diferentes de cada um ao final se combinam para formar uma equipe que parece ser imbatível em qualquer estratégia.

Crooked Kingdom é um livro cuja história às vezes pode ser cruel, tão cruel e fria como o próprio Kaz. É o tipo de livro para se ler esperando por qualquer coisa já que Bardugo realmente não tem compaixão de seus personagens. O resultado é que o leitor acaba sofrendo junto à eles e vivenciando em pensamentos essas loucas aventuras em busca de justiça e vingança por Ketterdam.

Enfim, é a típica dualogia para os fãs de livros de fantasia, com as esperadas cenas de ação e aquele toque de mistério que nos faz querer desesperamente chegar ao final para conhecer o desfecho da história.
Aliás, faltou um epílogo à este livro. Um livro com tantas páginas e personagens tão cativantes precisava de um epílogo pois o leitor fica querendo saber um pouco mais, imaginando o que terá sido de cada um dos membros do Clube do Corvo.

Em resumo, Crooked Kingdom - Vingança e Redenção é uma bilogia rápida de ler apesar do grande número de páginas, com personagens interessantes, inteligentes, sarcásticos e humanos, gente que o leitor fatalmente terminará amando. Apesar de ter tido um final que, ao meu ver, merecia ter sido mais aprofundado em quanto ao destino de cada personagem, foi uma ótima história, com uma trama cheia de aventuras e surpresas impossíveis de se prever.

site: http://www.derepentenoultimolivro.com/2018/05/review-197-crooked-kingdom-vinganca-e.html
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Fernanda.Granzotto 09/05/2018

Este livro não é um 5 estrelas para mim por causa do final.
Confesso que esperava mais das últimas 30 páginas, me decepcionou um pouco.
Eu não fiquei feliz com o final deste livro,infelizmente.
Mas eu amei todo o resto e recomendo esta duologia!
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Andréa Araújo 17/04/2018

Perfeito
Eu não tenho muito o que falar desse livro, a não ser que ele foi perfeito mesmo. Em todos os sentidos, foi a continuação perfeita, com um final maravilhoso.

Eu amo esse universo Grisha. Amo todos os personagens e como a autora consegue desenvolver cada um deles de uma forma única e humana. Amo as relações que eles formam no meio do caminho desse estranho grupo de ladrões e fugitivos. O melhor grupo ja formado nessa vida é esse, sem sombras de dúvidas.

Eu aprendi tanto com eles, sobre respeito, amizade, amor, perda. Eu senti todas as suas dores e as suas alegrias. Sofri, chorei, sorri e gargalhei. Tudo isso em 448 páginas que por sinal, demorei muito para ler. Imprevistos da vida(ou talvez a vontade de permanecer pelo maximo de tempo possível dentro desse mundo).

Todos eles merecem meu amor. E ja estou sentindo uma enorme saudades da minha querida Suli Inej com seus ditados e sua fé. Inej, eu te venero. Nina com a sua ousadia. Jesper, meu Jesper. Wylan, a pessoa mais fofa e querida da vida. Mathias e a sua força, gostaria que todo mundo pudesse mudar como ele mudou. E Kaz, com seus planos e a sua luva que me tiraram do sério. Colm, eu não poderia esquecer dele, que teve um papel tão importante para eles e para mim.

Se eu tenho uma única crítica é para defender o meu coração de shipper que foi tripudiado por esses casais. Eu queria mais!!! Hahha super me contento com o que teve ne, mas sério, eu amo romances.

Mas nada muda a perfeição da obra. E agora espero ansiosa por mais livros que me levem de volta para dentro do Grishaverso.
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